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  1. A polêmica escolha do influenciador Felipe Neto para ser o protagonista da campanha do snack Bis, anunciada em outubro, provocou uma alteração no critério de seleção de novos garotos-propaganda para os produtos da empresa Mondelez no Brasil, proprietária, entre outras, da marca Lacta. A empresa será mais rigorosa na contratação de influenciadores e artistas para estrelarem ações de marketing e realizará uma pesquisa de reputação antes da assinatura do contrato. O NaTelinha apurou que, entre os filtros mais refinados, as personalidades não poderão ter posição politica e ideológica exposta publicamente, ter se envolvido com polêmicas em torno de racismo ou de qualquer outra situação de preconceito e ter emitido opiniões controversas. Com isso, a quantidade de seguidores passa ser apenas a primeira fase na seleção dos novos garotos-propaganda. Internamente, a avaliação é que o caso Felipe Neto expôs a marca de forma danosa com o boicote promovido nas redes sociais de pessoas que são contrárias ao posicionamento político do influenciador, mas trouxe lições de marketing de um país polarizado. De acordo com fontes do mercado publicitário ouvidas pela reportagem, a decisão da Mondelez é uma tendência de critérios que devem ser seguidos por outras empresas após a situação envolvendo a Bis. O NaTelinha procurou a Mondelez Brasil, mas a empresa não enviou nenhum posicionamento. Entenda a polêmica com Felipe Neto Em outubro, o youtuber Felipe Neto, que se tornou crítico de Jair Bolsonaro e defensor de causas progressistas na última eleição presidencial, gerou um movimento de boicote à Lacta, depois de ser escolhido como garoto-propaganda das caixas de Bis. A hashtag #BISnuncamais chegou a ficar entre os assuntos mais comentados do X/Twitter. Em seu perfil na rede social de Elon Musk, Neto se defendeu: “A nossa história segue sendo escrita com o nosso suor e a lágrima dos extremistas. Venceremos sempre”. Em seguida, o youtuber comemorou o fato de a hashtag #corujaspedemBIS, que apoia a marca, ter confrontado o boicote dos bolsonaristas. Neto é um dos principais influenciadores digitais do país, com mais de 45 milhões de seguidores, e faz transmissões ao vivo de jogos online. A contratação de Felipe Neto pela Mondelez aconteceu porque a Bis foi uma das marcas que patrocinaram a CCXP, evento geek que foi realizado entre 30 de novembro e 03 de dezembro em São Paulo. A campanha tinha a intenção de aproximar a marca desse público. Na época, a Mondelez Brasil enviou resposta dizendo que “reforça que suas contratações de influenciadores estão relacionadas unicamente a sua relevância no universo gamer e de entretenimento, sem qualquer vínculo ou apoio político de qualquer natureza. Como líder no mercado de snacks no Brasil e no mundo, a Mondelez reafirma seu absoluto respeito à diversidade de opiniões”. Com 10 mil colaboradores e 17 unidades, o Brasil é o quarto maior mercado da Mondelez no mundo. Segundo a empresa, entre janeiro e dezembro de 2022 a receita da Mondelez somou US$ 31,5 bilhões. O seu portfólio possui marcas conhecidas, como Trident, Chiclets e Halls, os chocolates Lacta, Bis e Sonho de Valsa, os biscoitos Club Social, Oreo e Trakinas, os refrescos em pó Tang, Clight e Fresh, as sobremesas e o fermento em pó Royal e o cream cheese Philadelphia. Polêmica com Felipe Neto faz dona da Lacta mudar regras para contratar influenciadores NATELINHA.UOL.COM.BR Saiba como a polêmica campanha de Bis com o influenciador Felipe Neto levou a Mondelez, dona da Lacta, a revisar seus filtros para escolher personalidades para suas ações de marketing.
  2. Em processo de recuperação judicial e enfrentando a maior crise de sua história desde janeiro, quando veio à tona um rombo contábil bilionário em seus balanços financeiros, a Americanas anunciou que abrirá 7 mil novas vagas para suas lojas neste fim de ano. De acordo com a varejista, o foco será a temporada de Natal e o objetivo é aumentar as vendas no fim do ano. Devem ser recrutados cerca de 7 mil profissionais temporários para atuar nas mais de 1,6 mil lojas físicas da rede em todo o país. Os interessados a se candidatarem para as vagas abertas pela Americanas podem fazer sua inscrição por meio do site da companhia. Segundo a empresa, grande parte desse contingente de novos colaboradores deve ser formada por jovens em busca do primeiro emprego – é necessário ter 18 anos ou mais e ensino médio completo. O salário não foi informado. Ainda de acordo com a Americanas, os novos contratados serão submetidos a um processo de treinamento e integração nas unidades de trabalho. Em 2023, estimativas apontam que a Americanas fechou pelo menos 120 lojas em todo o Brasil. “Apostamos na fortaleza do nosso canal físico e entendemos que precisamos reforçar a operação de fim de ano para atender com qualidade e eficiência os nossos clientes”, afirma o vice-presidente de Gente e Gestão da Americanas, Leonardo Ferreira, em nota. “Com as contratações temporárias, oferecemos para esses profissionais a chance de aprendizado e desenvolvimento profissional em uma das maiores operações de varejo do país”, completou o executivo. Acordo com credores No fim de novembro, a Americanas informou ter concluído um acordo com um grupo de credores. As negociações ocorriam desde março. A conclusão do processo abre espaço para o avanço da recuperação judicial da companhia, iniciada em janeiro deste ano. Entre os grandes bancos para os quais a varejista deve, o único que ficou fora do novo compromisso foi o Safra. As demais instituições financeiras que assinaram o documento detêm cerca de 35% da dívida total da empresa. Por meio do acordo, tecnicamente chamado de PSA (sigla do inglês “Plan Support Agreement”), os bancos se comprometem a dar o aval ao plano que será votado na assembleia geral de credores (AGC), agendada pela companhia para o dia 19 de dezembro, em primeira chamada. Balanço da Americanas Em meados de novembro, a Americanas divulgou seus balanços financeiros referentes a 2021 e 2022. Em 2021, a varejista reportou um prejuízo de R$ 6,237 bilhões, revisando o resultado anunciado anteriormente, que indicava um lucro líquido de R$ 544 milhões. Em 2022, a Americanas também ficou no vermelho, com um prejuízo de R$ 12,912 bilhões. Com os resultados revisados, a companhia registrou um aumento de 104% nas perdas entre 2021 e 2022. De acordo com a Americanas, o desempenho é consequência do fraco resultado operacional, além de alta despesa financeira e lançamentos extraordinários. A fraude contábil que veio à tona em janeiro e mergulhou a Americanas na maior crise de sua história foi de R$ 25,2 bilhões, de acordo com informações divulgadas pela varejista. O montante é superior ao divulgado em janeiro, quando as “inconsistências contábeis” eram estimadas em cerca de R$ 20 bilhões. O CEO da Americanas, Leonardo Coelho Pereira, afirmou a investidores que os resultados obtidos pela varejista estão abaixo do que seria desejável, mas são “compatíveis com a realidade”. https://www.metropoles.com/negocios/mesmo-em-crise-americanas-anuncia-abertura-de-7-mil-vagas-no-natal
  3. A compra de um terreno de 30 mil metros quadrados na Avenida Lúcio Costa, na orla da Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, em conjunto por duas empreiteiras chamou a atenção do mercado imobiliário pelo valor pago às donas do espaço: R$ 370 milhões. O lugar será usado na construção de um condomínio de “altíssimo padrão”. A negociação foi divulgada pela coluna do jornalista Lauro Jardim no Jornal O Globo, que afirmou que se trata do maior negócio imobiliário do Rio no século XXI. A venda foi confirmada pela Tegra Incorporadora, que comunicou a compra ao mercado e aos acionistas na segunda-feira (4). O terreno foi adquirido em conjunto com a Construtora São José. O espaço fica ao lado de um condomínio de alto padrão já instalado: o Golden Green. Imagens feitas pelo Globocop na manhã desta terça-feira (5) mostram o terreno, que possui uma área verde, e fica na esquina com a Avenida Peregrino Júnior. Herdeiras Aloysio de Andrade Faria, em entrevista à TV Globo Minas em 2017 — Foto: Reprodução O local foi vendido pelas herdeiras do banqueiro Aloysio de Andrade Faria, que morreu em 2020, aos 99 anos. Quando morreu, ele era o integrante mais antigo da lista de pessoas mais ricas do país da Forbes, com patrimônio estimado em R$ 8,32 bilhões. Aloysio tinha cinco filhas, acionistas da organização. Quando morreu, o banqueiro estava afastado da gestão das empresas há mais de 20 anos. O trabalho era feito por executivos de carreira do grupo. Conglomerado Terreno na Barra da Tijuca foi vendido por R$ 370 milhões — Foto: Reprodução/ TV Globo Nascido em Belo Horizonte, Aloysio morreu em uma fazenda em Jaguariúna, no interior de São Paulo. As empresas, reunidas no Conglomerado Alfa, contavam com empresas do segmento financeiro, de inovação, agronegócio, materiais de construção, hotelaria e lazer, entre outras. Aloysio se formou em medicina, mas optou por seguir a carreira no mercado financeiro pouco tempo após a formatura. Ele se consolidou no banco que havia sido fundado pelo pai e expandiu os negócios. Terreno de família de banqueiro na Barra da Tijuca é vendido por R$ 370 milhões para a construção de condomínio de luxo G1.GLOBO.COM Local pertencia às herdeiras do banqueiro Aloysio de Andrade Faria, morto em 2020, e foi comprado por duas construtoras.
  4. O GPA, dono das marcas Pão de Açúcar e Extra, pretende abrir 45 lojas no ano que vem, e focar a expansão da rede Minuto Pão, de proximidade. Em Investor Day realizado na manhã de hoje, o CEO Marcelo Pimentel trouxe um resumo das iniciativas tomadas neste ano para tornar a empresa mais enxuta e rentável e os ganhos que as mudanças implementadas devem trazer a partir de 2024. A meta é chegar a uma margem Ebitda de 8% a 9% no próximo ano – ante um patamar de 6,4% nos nove primeiros meses deste ano –, com uma redução de até 50% na queima de caixa em relação aos patamares de 2023. Enquanto os executivos apresentavam os números do turnaround, a ação do GPA seguia a trajetória de alta observada nos últimos dias. Até 14h, as ações subiam 5%. Ontem, os papéis fecharam em alta de mais de 12%, sob rumores de que um caminho para a saída do Casino da base acionária seria transformar o GPA em uma 'corporation'. “Especulação. Não tem absolutamente nada que eu possa falar que tenha surgido. Houve um movimento ontem de short [squeeze], mas não há nenhuma correlação”, disse Pimentel. Após uma queda de 75% neste ano, em grande parte por um spin-off das operações do Éxito que mudou a estrutura societária da companhia, as ações do GPA têm uma das maiores posições vendidas da bolsa, com investidores apostando na queda dos papéis. Em julho, o Casino, dono de 41% do GPA, anunciou os planos de sair dos ativos da América Latina, mas ainda sem detalhes sobre prazos ou formatos para seu desembarque do país. Neste ano, o GPA fez uma ampla reestruturação para deixar a empresa mais simples, o que incluiu diversos desinvestimentos, com o plano de manter o foco no seu core business de supermercados. Junto com o controlador francês, o GPA negocia a venda de sua fatia de 13,3% na rede colombiana Éxito, que deve trazer R$ 800 milhões para o caixa até janeiro. Em novembro, anunciou também a venda de sua participação na Cnova, empresa holandesa, para o grupo francês. Somado à venda de outros ativos non core, como imóveis, terrenos e lojas no modelo sale leaseback, a empresa conseguiu levantar cerca de R$ 600 milhões até o fim do terceiro trimestre com desinvestimentos e redução de despesas. O quadro corporativo ficou 21% menor, por exemplo, ressaltou o CFO, Rafael Russowsky, que era do conselho da empresa e assumiu o cargo em julho deste ano. O executivo não quis dar um guidance para a alavancagem da companhia, que está alta, em 5,9 vezes dívida líquida Ebitda. Mas sugeriu um exercício matemático para balizar o potencial de redução do endividamento: se consideradas as vendas dos ativos já executadas vai a 5,2x, e pode chegar a 3,9x considerando a margem entre 8% e 9% prevista para 2024. “Ainda que seja um exercício hipotético mostra o potencial que acreditamos ter com as mudanças implementadas”, afirmou. Do lado operacional, o foco na bandeira de proximidade vem na esteira da margem superior do negócio. As lojas também “amadurecem” mais rapidamente, entre seis a sete meses de operação. O plano, segundo a empresa, é aumentar a expansão dessa bandeira em bairros em que o Pão de Açúcar já tem presença relevante, levando a um market share de até 50%, como os bairros paulistanos do Morumbi e Vila Mariana. Outras frentes devem ganhar mais atenção do grupo no ano que vem, já que 2023 esteve mais focado nas operações do Pão de Açúcar. “Já conseguimos melhorar a margem do Extra neste ano e queremos deixá-lo ainda mais rentável em 2024”, disse Pimentel. O grupo também deve apostar na abertura de mais lojas Pão de Açúcar Fresh, hoje com quatro unidades e ainda em ritmo de testes, mas com números positivos. O modelo de loja tem ainda maior penetração de perecíveis, uma das apostas do GPA. https://exame.com/exame-in/gpa-quer-reduzir-queima-de-caixa-em-2024-e-vai-focar-aberturar-na-bandeira-minuto-pao/
  5. A marca de beleza O Boticário iniciou um projeto piloto para venda de perfumes a granel. A ação, que deve durar até maio de 2024, tem como foco o perfume Floratta Blue e está em andamento desde o início deste mês em uma loja no Barra Shopping, no Rio de Janeiro (RJ). Para utilizar o novo modelo de compra, o cliente deve levar até a loja uma embalagem vazia de vidro de qualquer fragrância da marca e fazer a retirada dos novos frascos, que são preenchidos na hora. Eles estão disponíveis em versões de 50ml (R$ 69,23) e de 75ml (R$ 103,92). Segundo a marca, o modelo permite a oferta de valores reduzidos ao consumidor em comparação com o valor da embalagem original do Floratta Blue, que custa R$ 129,90 na versão de 75ml. Os materiais coletados serão direcionados ao Boti Recicla, programa de logística reversa da marca. De acordo com a empresa, a substituição da embalagem do consumidor por uma nova segue normas de biossegurança da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que não permite que o mesmo frasco levado pelo consumidor seja reutilizado na hora. As embalagens recolhidas na loja do Barra Shopping deverão passar por um processo de trituração e serão destinadas a cooperativas. O objetivo é que elas sejam reaproveitadas pelo O Boticário para diversos fins, como a produção de mobiliários e construção de lojas sustentáveis. A depender dos resultados dos testes no Rio de Janeiro, o projeto poderá ser expandido para outras unidades da franquia e para outros rótulos da marca. A demanda pelo novo formato e o desempenho da estação de refilagem de Floratta Blue serão avaliadas após seis meses de execução. “Estamos sempre em busca de novas soluções, já que a agenda de ESG faz parte do nosso DNA de ponta a ponta: do desenvolvimento de uma formulação à logística reversa", afirma Gustavo Dieamant, diretor-executivo de P&D do Grupo Boticário. "O projeto de perfumaria a granel, pioneiro no mercado nacional, é uma aposta inovadora e alinhada ao nosso compromisso de redução de impacto socioambiental, neste caso, acerca da perfumaria — que representa nossa principal categoria de produtos”. https://revistapegn.globo.com/negocios/noticia/2023/12/o-boticario-inicia-projeto-piloto-para-venda-de-perfumes-a-granel.ghtml
  6. Chocolate mais vendido da companhia é feito com tecnologia usada para detectar tumores e drone limpa torres de secagem de leite em pó Consumidor reclama e Nestlé muda jeito de produzir KitKat VALOR.GLOBO.COM Chocolate mais vendido da companhia é feito com tecnologia usada para detectar tumores e drone limpa torres de secagem de leite em pó Não consegui copiar
  7. A rede Oxxo chegou ao Brasil em novembro de 2019 — a marca virou meme, por causa do nome difícil. Mas isso não impediu que se proliferasse: em pouco mais de 4 anos, mais de 400 lojas foram abertas no estado de São Paulo. Para atrair, está investindo em produtos de padaria: são mais de 42 mil unidades de pães franceses, 8 mil pães de queijo e mais de 3 mil coxinhas vendidos por dia. "É o pãozinho que traz recorrência", explica Camila Assis, head de marketing e comunicação externa do Grupo Nós, dono da marca no país. O UOL Mídia e Marketing conversou com ela para entender um pouco sobre a estratégia da empresa para ano que vem. Confira: Qual o tamanho atual da rede e quais são os grandes planos de expansão para 2024? O Grupo Nós, que o mercado ainda conhece pouco, é uma joint venture formada entre a Raízen e Femsa. Com essas duas grandes empresas, nos tornamos a maior cadeia de conveniência e proximidade do mundo, com mais de 25 mil mercados Oxxo e mais de 12 mil lojas Shell Select (que são as lojas de conveniência da rede de postos) espalhados pelo planetas. No Brasil, hoje, a Oxxo está com mais de 400 lojas e, recentemente, chegamos ao litoral de São Paulo, para aproveitar esse verão: primeiro em Santos e em cidades como Guarujá, Praia Grande e São Vicente. Até setembro do ano que vem, teremos mais de 50 lojas na Baixada Santista. Hoje, estamos basicamente no estado de São Paulo. Nossas duas fortalezas são Campinas e São Paulo, mas também estamos em cidades como Jundiaí, Sorocaba, Piracicaba e outras. Falando um pouco de Shell Select, já temos mais de 1.200 lojas espalhadas por todo o território brasileiro. Esse aqui é um pouco do nosso panorama de negócio e de lojas. Em entrevista recente ao UOL Líderes, o CEO da Raízen, Ricardo Mussa, falou em 5 mil lojas a longo prazo. É nesse caminho? O sucesso da marca Oxxo está na expansão. Quando falamos de marca, de branding, nada é melhor do que a própria loja. A gente está com o pé bem forte em São Paulo: tanto na cidade quanto no próprio estado existem muitas oportunidades. Afinal, Oxxo é mercado ou loja de conveniência? Acredito que estamos criando uma nova categoria no Brasil. O cliente não tinha dúvida apenas sobre a pronúncia: quando chegamos, éramos vistos como um mercado de bairro, de proximidade. Mas também oferecemos os benefícios de conveniência, praticidade e agilidade. Com esse insight, lançamos a campanha "O Oxxo para chamar de seu". Atender o cliente em suas diversas necessidades, desde o café da manhã até uma bebida gelada de madrugada. Temos casos em que as empresas abrasileiraram seus nomes — como a Leroy Merlin, por exemplo. Como vocês decidiram por essa iniciativa de tentar ensinar o consumidor a falar o nome da marca de forma correta? A decisão não foi simples. Tudo começa por uma aceitação muito grande da nossa marca por parte do cliente. Hoje, temos um índice de satisfação acima de 95%. Isso reflete no marketing. Nas redes sociais, não víamos apontamentos positivos ou negativos: víamos dúvidas. Assim, decidimos trabalhar essa dúvida na nossa fachada, nosso melhor ponto de contato com o consumidor. Fizemos essa brincadeira da pronúncia: "se fala Óquisso, mas pode falar como quiser. O importante é você estar aqui com a gente". Quisermos manter um clima leve, descontraído, de uma marca que conversa com as pessoas. Oxxo, hoje, é uma marca pop, é uma marca que fala. Poucos varejos estão tão conectados com os jovens, principalmente. Viramos assunto no Linkedin, no Twitter (hoje, X), no Instagram e logo lançamos a campanha. Tivemos mais de 7 milhões de visualizações no período. Tudo isso foi o nosso pontapé para uma estratégia de marca muito voltada para a conexão emocional com nossos clientes. Foi uma campanha muito feliz que fizemos, em parceria com a Mestiça, que é a nossa agência de comunicação. A ideia era inverter a ordem tradicional de um supermercado: alcançar, primeiro, os mais jovens. É isso? Hoje, temos um mix de estratégia. Vimos muito o jovem buscando a gente, então falamos "Opa, precisamos ver o que está acontecendo ali". O jovem de hoje é a pessoa mais velha de amanhã. Tenho que construir essa relação para ter uma continuidade e trazer justamente essa sustentabilidade ao negócio. Hoje, nosso desafio com o jovem está na conversão. Além disso, conseguimos diversificar essa entrega de mídia, seja próximo de escritórios, seja em elevadores, seja em mídias locais de um bairro, por exemplo. Isso se transporta para o mundo digital. A gente ainda precisa apresentar nossa marca para todo mundo. Temos muito espaço ainda para contar quem a gente é. A área de padaria foi criada exclusivamente para o país? Como foi isso? Sim. O nosso item mais vendido dentro de loja é o pão francês. Vendemos mais de 42 mil unidades por dia. É o pãozinho que traz a recorrência do cliente para a nossa loja. Ele tem uma qualidade incrível e uma aceitação ainda maior dos nossos clientes, com uma equipe de qualidade trabalhando nisso, além de um time fenomenal de operação de loja. Todas as lojas precisam enviar, todos os dias, uma foto do módulo de pão francês para o regional, para ver se está tudo ok. 42 mil por dia: Pão francês é o item mais vendido na rede Oxxo ECONOMIA.UOL.COM.BR Esta é a versão online para a edição desta sexta-feira (01/12) da newsletter Mídia e Marketing. Quer se inscrever neste e em outros boletins e recebê-los no seu e-mail? Cadastre-se aqui.
  8. Um empresa de Japurá, munícipio no interior no Paraná, assumiu a liderança do mercado de açaí, superando empresas tradicionais do setor, como Frooty e Oakberry. Com capacidade de produção de 160 toneladas de açaí por dia, a Polpanorte se tornou neste ano a maior produtora de açaí do Brasil. A marca faz parte do Grupo Zeppone, que deve registrar um faturamento de R$ 420 milhões em 2023, crescimento de 30% em relação ao ano anterior. Transportar o açaí do norte ao sul do país não é uma tarefa fácil. Tudo começa com a colheita do fruto, que é realizada por cerca de 25 produtores paraenses, entre cooperativas e empresas formais. Cada um deles têm cerca de 20 a 50 fornecedores ribeirinhos. O processamento do açaí acontece em Benevides, no Pará, onde a companhia opera uma planta industrial desde o início de 2022. Para verticalizar a produção, o grupo investiu cerca de R$ 30 milhões para colocar a indústria em pé. Uma segunda rodada de investimento de R$ 20 milhões foi realizada no ano passado para aumentar a capacidade de produção. Depois desta etapa, a polpa do açaí é transportada até a indústria da companhia no Paraná, local no qual o produto é acabado. A Polpanorte conta com uma frota de 20 veículos próprios, entre carretas e bi-trucks, além de fretes terceirizados para completar a operação logística. Toda distribuição dos produtos finais parte do Paraná para todo o Brasil. "Na safra de açaí, temos aproximadamente 20 caminhões puxando fruto pra Benevides e durante o ano mais de 400 carretas frigoríficas transportando polpa do Pará para o Paraná", diz o CEO João Zeppone. Quem é a Polpanorte A Polpanorte é uma das marcas do Grupo Zeppone, fundado em 1995, em Japurá, no interior no Paraná. A empresa familiar investia mais em operações agrícolas do que no crescimento das marcas de polpas e frutas congeladas. Depois de uma divisão societária, em 2015, Nelson Zeppone e seus filhos passaram a investir mais na produção do “ouro roxo” da floresta amazônica: o açaí. "Sempre enxergamos potencial de negócio na Polpanorte, mas era necessário investir em indústria e gestão, algo que não era viável antes", explica o CEO. A dona das marcas Polpanorte, Origem Açaí e Frutuá é liderada atualmente por João Zeppone e se dedica à produção de polpas e açaí, cremes e sorbets, além de frutas congeladas. Filho de Nelson Zeppone, um dos fundadores da indústria alimentícia paranaense, João faz parte da segunda geração no comando do negócio familiar e atua na empresa desde os 16 anos, com passagens por diferentes setores da companhia. Ele assumiu o cargo de CEO em 2020, depois de cinco anos à frente da diretoria. Hoje, aos 31 anos, sua gestão impulsiona a expansão do grupo. "Em 2020 nos tornamos uma S/A de capital fechado e estruturamos melhor a nossa governança. Eu assumi o cargo de CEO e o meu pai virou presidente do conselho", diz o executivo. Como a Polpanorte se tornou líder de mercado Verticalização da produção Além de ampliar a fábrica em Japurá, no Paraná, o grupo decidiu investir na construção de uma planta industrial em Benevides, no Pará. Em 2019, a companhia desembolsou R$ 30 milhões no projeto que começou a operar dois anos depois. Com uma base no Pará, a companhia conseguiu verticalizar a produção e reduzir custos de operar na região com empresas terceirizadas. "Desde 2015 nós crescemos mais de dois dígitos por ano. Com a operação da planta de Benevides conseguimos dobrar a produção de sorbet de açaí e alcançar a liderança do mercado", diz o executivo. Foco no food service Em vez de focar nas vendas para o consumidor final, o grupo decidiu ganhar espaço no mercado de food service através de distribuidores locais, que também atendem o pequeno varejo local. Hoje, as lojas de açaí e sorveterias atendidas via distribuidores representam 70% das vendas de açaí Polpanorte. "No começo usamos a nossa base de distribuidores de polpa de fruta para crescer. Muitos deles trabalhavam com outras marcas de açaí do mercado", diz Zeppone. O grupo focou em crescer nos estados da região Sul e Centro-oeste. O produto foi bem aceito pelo mercado e, em três anos, a Polpanorte se tornou líder de mercado. O grupo conta atualmente com 80 distribuidores. Para o CEO, aumentar a quantidade de vendas de cada distribuidor é mais importante do que aumentar o tamanho da base de forma rápida. "Investimos em testes e degustação de produtos, além de treinamentos de vendas, para garantir que os nossos distribuidores tenham a capacidade de atender cada vez mais clientes", explica. A empresa não divulga mais detalhes sobre a construção das parcerias com distribuidores, redes de supermercados e atacadistas, e os diferenciais competitivos em relação ao mercado. Para a reportagem, a Polpanorte informou que os planos de negócios são estudados caso a caso, o que gera benefícios em toda a cadeia. Marketing estratégico O grupo também tem investido mais em estratégias de marketing. A Polpanorte conta com lounges permanentes nos camarotes dos principais estádios de futebol, como Morumbi, Neo Química Arena, Vila Belmiro, Allianz Parque e Engenhão. Além disso, está presente nos principais shows internacionais no Brasil, como Coldplay, Rebeldes, Taylor Swift, Red Hot e Paul McCartney. "Com as degustações queremos apresentar os produtos aos consumidores e popularizar a marca", diz o executivo. A primeira linha licenciada de açaí foi lançada no mês passado. A parceria entre Polpanorte e a Mauricio de Sousa Produções resultou no açaí ‘Turma da Mônica’, que vai das gôndolas dos supermercados para o consumidor final. Startup mineira que transforma vida saudável em jogo com recompensa recebe aporte de R$ 5 milhões Os planos de expansão O mercado de açaí cresceu 15,5% entre janeiro a setembro de 2023, de acordo com a startup de dados para varejo e indústria Scanntech. No período, a empresa aumentou em 30% as vendas diretas do produto. Para 2024, a companhia quer superar os R$ 520 milhões em vendas. Para isso, o número de distribuidores em São Paulo deve aumentar -- assim como o volume de vendas e a participação de mercado no estado. O foco da companhia segue no mercado de foodservice, mas iniciativas voltadas ao cliente final devem ser desenvolvidas no próximo ano. É o caso das lojas próprias. O grupo conta com algumas lojas próprias 'Origem do Açaí by Polpanorte', que estão sendo usadas como piloto para o projeto de franquias. As exportações também devem avançar com novas parcerias. Com 130 produtos no portfólio, o grupo já está presente em 16 países. "Queremos triplicar o volume de exportações em 2024", diz o executivo. https://exame.com/negocios/do-interior-do-parana-ate-o-para-como-esta-empresa-se-tornou-lider-do-mercado-de-acai/
  9. O Carrefour Brasil divulgou suas novas metas e projeções financeiras para os próximos anos, com destaque para a intenção de converter 40 hipermercados de bandeira Carrefour em lojas Atacadão e Sam’s Club entre 2024 e 2026, sendo 20 unidades já em 2024. Também em 2024, a companhia planeja abrir entre 10 e 12 lojas Atacadão e de 7 a 9 lojas Sam’s Club. Para isso, o investimento na abertura e conversão de lojas (capex) projetado para 2024 está entre R$ 2,3 bilhões e R$ 2,6 bilhões. Em relação ao capital de giro, os níveis de estoque deverão ser reduzidos em aproximadamente dois dias de custo das mercadorias vendidas em 2024. Adicionalmente, a companhia retirou a projeção feita em 2021 de atingir R$ 100 bilhões em vendas brutas na unidade Atacadão em 2024, diante de mudanças no ambiente macroeconômico brasileiro. Carrefour projeta converter 40 hipermercados em Atacadão e Sam’s Club VALOR.GLOBO.COM O investimento na abertura e conversão de lojas (capex) projetado para 2024 está entre R$ 2,3 bilhões e R$ 2,6 bilhões
  10. Dados mais atualizados publicados neste sábado (25) sobre o desempenho da Black Friday 2023, a data mais importante para o varejo on-linenacional, confirmam o desempenho ruim em vendas neste ano. As projeções mais otimistas de associações e empresas de pesquisa, e não alcançadas, estimavam alta de 4% a 17%. No período de quinta-feira (23), às 00h, até esta sexta-feira (24), às 23h59, o comércio eletrônico registrou cerca de R$ 3,4 bilhões em vendas, recuo de 15,1% sobre 2022, ano em que a receita já havia caído dois dígitos. As informações são da plataforma Hora a Hora, da Confi.Neotrust, empresa de inteligência de dados, em parceria com a ClearSale. Não é a maior retração de faturamento do evento, que ocorre no Brasil há 13 anos — em 2022 a queda variou de 23% a 34% no on-line, a depender da pesquisa — mas trata-se se uma diminuição em 2023 em cima já de uma queda, reduzindo mais o tamanho do bolo total de vendas do segmento. É o segundo pior resultado desde o início do evento promocional, em 2010. Os números não consideram as vendas em lojas físicas, que há alguns anos também foram incluídas nas ações das empresas. Varejistas destacavam aumento de conversões de fluxo de consumidores em vendas ontem (24), em lojas de eletrônicos e moda. Descontos abaixo do esperado Renda da população ainda comprometida com dívidas e descontos abaixo do esperado pelos consumidores — reflexo de um estoque mais ajustado nas lojas ao longo do ano — podem ter afetado o desempenho. Há alguns anos, as promoções têm sido limitadas a menor número de produtos na Black Friday, como forma de o varejo proteger rentabilidade e reduzir custo de capital, após a alta da taxa Selic que encarece estoques parados. A receita foi afetada por uma redução no volume de pedidos, que atingiu 5,1 milhões, 14,9% menor que o mesmo período do ano passado. Além disso, o tíquete médio gasto, que mostrava reação até a quinta-feira, perdeu força. O gasto médio por compra na data atingiu R$ 675,36, com uma estabilidade sobre 2022 ( 0,1% menor do que em 2022). Mercado Livre e Magalu crescem Apesar da queda, grandes cadeias líderes de venda devem ganhar mercado pelo desempenho melhor que a média. Mercado Livre e Magazine Luiza cresceram sobre 2022. Especialistas afirmam que o recuo pode ter afetado, especialmente, varejistas digitais de menor porte e segmentos mais dependentes de crédito. “Observamos uma Black Friday mais tímida em comparação ao ano anterior, analisando principalmente o faturamento e o volume de pedidos já que ambos apresentaram queda", disse em nota Matheus Manssur, superintendente comercial da ClearSale. Golpistas também foram afetados Segundo Manssur, esses indicadores também influenciaram diretamente na diminuição das tentativas de fraudes de golpistas na internet. Sobre esse indicador, no período houve 18,6 mil tentativas de ações fraudulentas, representando em valores aproximadamente R$ 26,6 milhões, redução de 56,4% na comparação com o ano anterior. O ticket médio das tentativas foi de R$ 1.439,47. Entre quinta e sexta, as categorias mais impactadas pelas ações dos golpistas foram: Ferramentas (2,7%), Passagens aéreas (2,5%) Brinquedos (2%). Ainda segundo o levantamento da plataforma Hora a Hora, os produtos mais vendidos no período foram: Eletrodomésticos (20,8% do total comercializado);, Eletrônicos (15,1%); Telefonia (11,9%). Já os meios de pagamento mais utilizados no e-commerce foram: Cartão de crédito (56,5%); Pagamentos via PIX (30,3%); Boleto bancário (8,2%); E-wallet, cashback, débito e vales (5%). Black Friday fracassa em 2023 e é a segunda pior da história no Brasil VALOR.GLOBO.COM Renda da população ainda comprometida com dívidas e descontos abaixo do esperado pelos consumidores podem...
  11. O Mercado Livre disse nesta sexta-feira (24) que registrou um aumento anual de 80% nas vendas brutas (GMV) durante a temporada de promoções da Black Friday deste ano, a maior de sua história. Os números são parciais, já que consideram apenas os resultados de quinta e sexta-feira, até às 17h. Ao analisar o desempenho do mês de novembro até o momento, a plataforma apresentou um avanço de 39% em relação a 2022. A venda de eletrônicos, como celulares, notebooks e televisores, cresceu 140% ano a ano, segundo a varejista. Na véspera, a empresa atingiu um pico de 2,8 milhões de itens vendidos, em comparação com uma média total de itens vendidos por dia de 1,8 milhão. O resultado de quinta-feira superou a Black Friday do ano passado, mesmo antes da data considerada decisiva para o varejo. Além de destacar espaço relevante da empresa no segmento de eletrônicos, o vice-presidente sênior e líder do Mercado Livre no Brasil, Fernando Yunes, disse em nota que a empresa também está tendo sucesso em seu objetivo de sustentar recordes de crescimento sem sacrificar suas margens. A Black Friday deste ano no Brasil ainda teve um diferencial que foi a grande procura por aparelhos de ar-condicionado e ventiladores, diante das altas temperaturas em diversas regiões no país, principalmente no início de novembro. Ambos os produtos estiveram entre termos mais buscados na plataforma do Mercado Livre, segundo comunicado separado da empresa de varejo online, que afirmou ter vendido na véspera da Black Friday 4 mil ventiladores em apenas 20 minutos. A empresa contratou 7,2 mil trabalhadores temporários, visando apoiar a temporada de alta procura por descontos e manter prazos de entregas rápidas. 📸 Dê uma olhada nesta publicação no Facebook https://www.cnnbrasil.com.br/economia/mercado-livre-bate-recorde-historico-de-vendas-na-black-friday/?fbclid=IwAR2GgJrGu5Ozav-wlDwKFHWEn-RxOW8q3ysT4b6gUlVT0DfXkA6aEmRYgpk_aem_AcK0nA9F10_ftjqCCFSXybsYEAhsIl_0OYV8a5NutZGVpI94A8MzvmhK3dp6unsmzTc
  12. A T4F, produtora que trouxe os shows de Taylor Swift para o Brasil, começa a sofrer as consequências das caóticas (e trágicas) apresentações da cantora no Rio de Janeiro. Desde a última segunda-feira (20), chovem processos judiciais contra a empresa. Os valores de suas ações despencaram. Levantamento do F5 mostra que, ao todo, 30 ações de clientes foram protocoladas. Todas elas pedem indenização por danos morais e materiais de consumidores revoltados com as dificuldades nos shows. A cidade que mais tem processos novos contra a T4F é o Rio de Janeiro, onde aconteceram as apresentações. Só nela, são sete ações, em diferentes varas da capital fluminense. Os valores dos pedidos variam entre R$ 6 mil e R$ 50 mil. O pedido mais alto é de um psicólogo e advogado, do interior do Rio de Janeiro, que diz ser diabético e acusa da T4F de impedi-lo de tomar água no estádio Nilton Santos, o que colocou a sua vida em sério risco. O caso corre no TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Rio). Outras ações contra a T4F são oriundas de estados como Sergipe, São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Paraná, Rio Grande do Sul e Goiás. Nenhuma delas tem previsão de apreciação ou julgamento pelos tribunais locais. Advogado especialista em direito penal e do consumidor, Ricardo Brajterman explicou ao F5 quais serão os próximos passos do judiciário. Para ele, a análise dos juízes será baseada em comprovações de perda financeira e até mesmo da vida dos fãs da cantora. "O Art. 14 do código de defesa do consumidor estabelece que o fornecedor de serviços responde, independentemente da existência de culpa, pela reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos relativos à prestação dos serviços", diz Brajterman. "A tarefa do Judiciário será analisar se as condutas e eventuais omissões da T4F foram praticadas com negligência, impudência e se ela contribuiu para os danos que são cobrados nesses processos, sobretudo em relação à reembolso de ingressos, gastos com transporte e hospedagem", conclui o advogado. T4F foi empresa que mais perdeu valor de mercado na bolsa Junto com a enxurrada de processos judiciais, a T4F tem que lidar com outra perda: a de seu valor de mercado. Desde segunda (20), a empresa acumula uma perda de 15% no valor de suas ações negociadas na bolsa de valores de São Paulo. Com isso, a T4F foi a empresa que mais perdeu valor de ações na semana no Brasil, segundo o índice Ibovespa. Nesta quinta (23), o CEO da T4F, Serafim Abreu, fez o primeiro posicionamento oficial da empresa após a morte da estudante Ana Benevides, e pediu desculpas pelo que chamou de "fatalidade". "Estamos absolutamente desolados, muito tristes com a perda da jovem Ana Clara, apesar do pronto atendimento e de todos os esforços realizados pelas equipes médicas no evento e no hospital. À família de Ana Clara, quero expressar os nossos mais sinceros sentimentos", disse Abreu. A T4F foi procurada pelo F5 para falar sobre os processos e a perda de valor das ações, mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem. Taylor Swift: T4F recebe 30 processos e perde 15% de valor - 23/11/2023 - Música - F5 F5.FOLHA.UOL.COM.BR Empresa tem mais de 30 ações formalizadas na Justiça desde a última segunda (23), primeiro dia útil após morte de fã da cantora em show no Rio de Janeiro
  13. Itaú lidera o ranking Brand Dx das marcas mais valiosas em 2023 WWW.MEIOEMENSAGEM.COM.BR O ranking Brand Dx das marcas mais valiosas de 2023 apresenta a soma dos valores das 100 marcas mais valiosas...
  14. Fernando Alterio, o dono da T4F: trazer Taylor Swift para o Brasil era um sonho antigo - Reprodução/Instagram Desde a última sexta-feira (17), a T4F (Time For Fun), produtora que trouxe a cantora Taylor Swift para o Brasil, está no olho do furacão. A empresa é cobrada pelo público massivamente nas redes sociais por não dar apoio à família de Ana Clara Benevides, fã que morreu na primeira apresentação da americana no Brasil. O nome de Fernando Alterio, presidente do conselho e acionista controlador da companhia, tem sido pouco citado, apesar de ele ser a figura mais importante nesta história. Empresário conhecido no mundo das artes, Alterio tem 70 anos e está no meio desde o início dos anos 1980. Nas redes sociais, ele costuma aparecer junto à sua namorada, a atriz Monica Martelli, com quem mantém um relacionamento desde 2019. Recentemente, o casal fez uma viagem romântica para Veneza, na Itália com uma passadinha antes em Paris. Ambos os trechos estão fartamente ilustrados no perfil de Monica, onde ela mostra também fotos dos dois em Jerusalém e na Grécia, em julho. Alterio é mais discreto. Sua conta no Instagram é privada e tem apenas 374 seguidores, aceitos por ele. Alguns deles são os apresentadores Marcos Mion, Otaviano Costa e Astrid Fontenelle. Alterio criou a T4F em 1983, juntamente com Sérgio Assumpção e Arthur Prioli. A ideia inicial do trio era montar uma casa de shows gigante em Moema, bairro nobre de São Paulo. Depois, voltou a atenção da empresa para a venda de ingressos e produção de shows. A princípio foi nomeada como CIE Brasil, e ganhou o nome de T4F em 2007, quando após crises financeiras, se recapitalizou e assinou contratos para a realização de grandes turnês de artistas pop no Brasil. Madonna, Coldplay, Britney Spears, e os festivais Lollapalooza e Primavera Sound, faziam parte dessa primeira leva de contratos, que rendeu pelo menos R$ 100 milhões em acordos para a empresa. Com a boa fama adquirida, a T4F passou a trazer diversos shows ao país. Com isso, Alterio viveu o seu auge durante a década de 2010. Ele retomou o projeto de ter uma casa de shows em 2019, quando passou a ser dono da Vibra São Paulo (antiga Unimed Hall). Estima-se que ele empregue diretamente cerca de 400 funcionários na sua produtora. Os problemas começaram neste ano de 2023. A empresa foi denunciada pelo Ministério Público Federal por suposto trabalho análogo à escravidão na edição deste ano festival Lollapalooza, ocorrido em abril, em São Paulo. O MPT quer que a T4F entre para a "lista suja" de condenados por impor trabalhadores a estas condições. Na denúncia contra a T4F, trabalhadores foram identificados em condições análogas à escravidão na montagem do Loolapalooza. Eles eram responsáveis pelo transporte e manutenção das bebidas do evento, ficavam dia e noite no local, e dormiam em uma tenda em tiras de papelão. Os funcionários ganhavam diárias de R$ 160 por 12 horas de trabalho, sem direito a recebimento de hora extra. À época, a T4F foi notificada pelo MPT, assim como a YS Comercio de Alimentos, que havia contratado para o serviço relacionado às bebidas. Como resposta, afirmou que rescindiu o contrato com a empresa, que era terceirizada. No fim de março, sem mencionar o ocorrido, o Loolapalooza encerrou o contrato para fazer o festival com a T4F, em vigor desde 2013. No mesmo mês das denúncias, Alterio deixou o cargo de CEO da empresa, e virou acionista controlador e presidente do conselho de administração da T4F. Em seu lugar, assumiu Serafim Magalhães de Abreu Junior. Taylor Swift foi sonho bancado do próprio bolso O grande sonho de Alterio era trazer Taylor Swift, a atual queridinha do pop, para o Brasil. Em 2019, o executivo afirmou que iria trazer a cantora para o Brasil, a qualquer preço. Alterio pagou o cachê milionário do próprio bolso, sem ter patrocinadores, acreditando no retorno pela alta demanda. A estimativa é que a vinda de Taylor tenha movimentado R$ 400 milhões no Brasil. Por isso, o Ministério Público do Rio investiga os motivos da organização ter sido considerada falha no estádio Nilton Santos. Quem pagou ingresso reclamou da falta de ventilação. Outros saíram com queimaduras de segundo grau por conta de placas de metal colocadas no chão. Na T4F, a ordem é o silêncio. Quem procura a empresa, ou até mesmo o próprio Alterio para informações sobre o que aconteceu na última sexta-feira (17), não tem seus questionamentos respondidos. Até Monica Martelli tem sido cobrada. Em comentários nas suas fotos mais recentes, fãs de Taylor Swift pedem para a humorista falar com o seu companheiro sobre a falta de apoio da empresa com a família de Ana Benevides. Monica também não responde as mensagens. Curiosamente, neste fim de semana, a atriz está no Fasano, mesmo hotel que Taylor Swift está hospedada. Pela falta de informações e pelo silêncio, Alterio e a T4F passou a sentir no bolso o tamanho do problema. Nesta segunda (20), as ações da empresa, que estão em capital aberto na bolsa de valores de São Paulo, caíram 6,58%. No Reclame Aqui, principal site de atendimentos ao consumidor, a empresa de Alterio passou a ter nota 5 de 10. Virou uma empresa não indicada para negociar. Para quem queria viver um sonho, Alterio pode ter ainda mais pesadelos. O Procon-RJ processou a empresa e pede R$ 13 milhões de multa pelos problemas com os shows de Taylor Swift no Brasil. Procurados pelo F5, Alterio e T4F não responderam aos contatos até a última atualização desta reportagem. Caso se pronunciem, ela será atualizada. Taylor Swift: quem é o dono da T4F, produtora dos shows - 20/11/2023 - Música - F5 F5.FOLHA.UOL.COM.BR Namorado da atriz Monica Martelli, ele comanda a empresa que vem sendo criticada pelos shows no Rio e também por se esquivar de responsabilidade sobre a morte de fã da cantora
  15. Varejista apresenta balanço adiado por quatro vezes, dez meses depois do escândalo contábil A Americanas encerrou 2022 com prejuízo de R$ 12,9 bilhões, uma alta de 108% em relação às perdas de R$ 6,2 bilhões registradas em 2021, conforme balanço da varejista divulgado nesta quinta-feira (16). A empresa adiou por quatro vezes a apresentação dos resultados depois do escândalo contábil deflagrado em janeiro, que a levou a entrar em recuperação judicial, com dívidas declaradas de R$ 42,5 bilhões. Além da divulgação do balanço de 2022, a empresa reviu os números do balanço de 2021. Os resultados dos três primeiros trimestres de 2023 serão conhecidos só em 29 de dezembro. De acordo com comunicado da companhia que acompanha o balanço, "a Americanas foi vítima de uma fraude sofisticada, baseada na manipulação dolosa de seus controles internos por parte de sua antiga gestão, o que tornou o refazimento das demonstrações financeiras extremamente desafiador, complexo e extenso, requerendo trabalho minucioso e rigoroso." A receita líquida, por sua vez, subiu 14,6% na comparação anual, para R$ 25,8 bilhões. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, que mede a geração de caixa da empresa) negativo foi de R$ 6,1 bilhões, uma alta de 82% sobre o Ebitda negativo de 2021, de R$ 3,4 bilhões. Um Ebitda negativo significa que a empresa não consegue gerar valor suficiente para cobrir os custos por meio da sua principal atividade. A título de comparação, sob a diretoria anterior da Americanas, a empresa havia fechado 2021 com receita bruta de vendas e serviços de R$ 10,7 bilhões, receita líquida de R$ 9 bilhões, Ebitda de R$ 1 bilhão e lucro líquido de R$ 489,7 milhões. Ao final de 2022, a Americanas registrou patrimônio líquido negativo de R$ 26,7 bilhões e dívida líquida real de R$ 26,3 bilhões. Os números foram auditados pela BDO Brasil, que não teceu comentários sobre o balanço. A companhia conduz na manhã desta quinta um evento online, dirigido ao mercado em geral para apresentar os resultados e informar sobre o andamento do seu plano de recuperação judicial. Planeja informar ainda sobre o plano estratégico da companhia em 2024. Devem participar do evento o presidente da Americanas, Leonardo Coelho, e a diretora financeira e de relações com investidores, Camille Loyo Faria. O balanço estava sendo aguardado ansiosamente pelos principais credores da Americanas, os maiores bancos do país, com quem a Americanas já travou intensas brigas judiciais este ano. Depende deles a assinatura do plano de recuperação judicial da companhia, que vai garantir a sua manutenção no mercado. Os bancos terão sua dívida convertida em ações da companhia, daí a importância de saber o tamanho real dessa varejista que, até a noite de 11 de janeiro deste ano, era considerada uma das maiores do país, capitaneada pelo trio de bilionários Jorge Paulo Lemann, Carlos Alberto Sicupira e Marcel Telles, sócios da empresa de private equity 3G Capital, muito bem-sucedidos em seus negócios. A Americanas adiou por quatro vezes a publicação do balanço do ano passado —previsto originalmente para o final de março, passou para maio, depois para o fim de outubro, para 13 de novembro e agora para o dia 16. No último dia 13, a empresa justificou o novo atraso dizendo ter sido "vítima de uma fraude sofisticada e muito bem arquitetada, o que tornou a compilação e análise de suas demonstrações financeiras históricas uma tarefa extremamente desafiadora e complexa." Na noite de 11 de janeiro deste ano, a Americanas divulgou um fato relevante ao mercado informando sobre "inconsistências contábeis" de R$ 20 bilhões, o que levou à renúncia do então CEO Sergio Rial e do principal executivo de finanças, André Covre, ambos recém-empossados. Em 19 de janeiro, a empresa entrou em recuperação judicial, com dívidas declaradas de R$ 42,5 bilhões. Os maiores bancos do Brasil são os principais credores da varejista, e foi com eles que a empresa deu início a uma verdadeira batalha nos tribunais: as instituições financeiras não aceitavam receber calote da companhia, até então uma das maiores do setor de varejo do país, que tinha livre acesso a crédito. Em junho, a empresa assumiu fraude nos balanços. Relatório elaborado por assessores jurídicos que acompanham a Americanas desde que ela entrou em recuperação judicial apontou que demonstrações financeiras da varejista vinham sendo fraudadas pela diretoria anterior da empresa, o que inflou seus resultados em R$ 25,3 bilhões —esse foi o lucro fictício acumulado ao longo dos últimos anos (a companhia não informou ainda quantos anos). A antiga diretoria da Americanas atravessou décadas na empresa. À exceção do ex-CEO Miguel Gutierrez, que se aposentou ao final de 2022 para passar o bastão a Rial, os demais diretores foram afastados semanas depois de o escândalo vir à tona. A atuação dos três principais acionistas da varejista —também esteve sob escrutínio. Conselheiro da companhia, Sicupira foi apontado como o representante do trio diretamente ligado ao dia a dia da Americanas. Mas, em depoimento à CVM (Comissão de Valores Mobiliários), disse que ficou 'em choque' ao receber ligação de Rial para tratar do escândalo contábil. No final de setembro, a CPI (comissão parlamentar de inquérito) que investigava a Americanas encerrou suas atividades sem apontar culpados. "Acreditamos que a companhia estará pronta para renovar seu papel de relevância no varejo brasileiro através de uma proposta completa tanto em sua omnicanalidade quanto nos produtos financeiros disponíveis a nossos clientes", diz a mensagem da diretoria, que acompanha as demonstrações financeiras divulgadas nesta quinta. Americanas tem prejuízo de R$ 12,9 bilhões em 2022 - 16/11/2023 - Mercado - Folha WWW1.FOLHA.UOL.COM.BR Varejista apresenta balanço adiado por quatro vezes, dez meses depois do escândalo contábil
  16. SÃO PAULO (Reuters) - O Magazine Luiza afirmou nesta segunda-feira que foram identificadas incorreções em lançamentos contábeis de bonificações a fornecedores, o que levou à reapresentação de demonstrações financeiras da companhia, conforme fato relevante. A varejista afirmou que as incorreções em lançamentos contábeis foram identificadas no âmbito de apurações internas, junto à TozziniFreire Advogados e à PwC, após denúncia anônima mais ampla, e que não se confirmou, em março deste ano. A varejista afirmou que as incorreções decorrem das chamadas notas de débito — documento utilizado para o reconhecimento contábil das receitas de bonificações a fornecedores. A empresa disse que algumas notas de débitos foram emitidas pela companhia e assinadas por fornecedores "sem observar com precisão as obrigações de desempenho — as quais variam de acordo com as especificidades de cada negociação — em momento específico no tempo." Em função disso, o Magazine Luiza afirmou que realizou a correção dos lançamentos contábeis correspondentes, refletidos nas demonstrações financeiras do terceiro trimestre divulgadas nesta segunda-feira. A medida reflete, de acordo com a empresa, uma redução acumulada no patrimônio líquido de 829,5 milhões de reais sobre o valor do fim de junho deste ano, líquido de impostos e sem impacto no fluxo de caixa. Esse valor, porém, foi parcialmente compensado pelo reconhecimento de 688,7 milhões de reais em créditos tributários pela companhia no terceiro trimestre, o que levou a lucro líquido de 331,2 milhões de reais no período, revertendo prejuízo um ano antes. Assim, o impacto das incorreções no patrimônio líquido acabou sendo de 322,1 milhões de reais, após os créditos tributários. Em notas explicativas divulgadas junto ao balanço nesta segunda-feira, a companhia afirmou que reapresentou, por meio de dados não auditados, números de 2022, diante da identificação das incorreções. O prejuízo líquido do terceiro trimestre do ano passado, por exemplo, foi a 190,9 milhões de reais, de 166,8 milhões de reais apresentado anteriormente. O Magazine Luiza ainda afirmou que foram aprovadas medidas visando o aprimoramento dos mecanismos de controles internos, como a revisão das matrizes de riscos e aprimoramento de sistema automatizado de gestão de verbas de fornecedores, entre outros. https://economia.uol.com.br/noticias/reuters/2023/11/13/magazine-luiza-identifica-incorrecoes-em-lancamentos-contabeis-e-reapresenta-balancos.htm
  17. A Natura&Co encerrou o terceiro trimestre de 2023 com lucro líquido consolidado de R$ 7,024 bilhões, revertendo prejuízo de R$ 559,8 milhões apurado no mesmo intervalo de 2022. O resultado foi beneficiado pelo ganho de capital com a venda da Aesop, concluída no trimestre. Excluindo o efeito da venda da Aesop e outros não recorrentes, o lucro líquido underlying foi de R$ 745 milhões em comparação com prejuízo de R$ 198 milhões do terceiro trimestre de 2022, impulsionado por menores resultados financeiros líquidos underlying e melhor dinâmica de impostos de renda e contribuição social. O Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado somou R$ 751,4 milhões entre julho e setembro, um avanço de 10% ante o apurado no mesmo intervalo do ano passado. A empresa também divulgou o Ebitda reportado, de R$ 490,5 milhões, valor 5,8% menor que o apurado um ano antes. A receita líquida recuou 10,5% na mesma base de comparação para R$ 7,517 bilhões. Em seu release de resultados, a empresa explica que o crescimento na Natura América Latina (+18,6% em moeda constante – CC) e tendência praticamente estável na Avon International (-2,3% em CC), foram compensados por outro trimestre desafiador na The Body Shop (-13,2% em CC) e pela queda, já esperada, na Avon na América Latina. A margem bruta consolidada foi 65,3% entre julho e setembro, 310 pontos-base maior que o mesmo período do ano passado e estável em relação ao segundo trimestre do ano. “O desempenho da Natura&Co no terceiro trimestre manteve a tendência dos dois primeiros trimestres do ano, mostrando uma forte expansão da margem bruta e Ebitda em relação ao ano anterior, embora observado uma pequena desaceleração das receitas causada principalmente pela implementação da Onda 2 na América Latina e pela contínua tendência de queda nas vendas da The Body Shop”, destaca o CEO, Fábio Barbosa. As despesas financeiras líquidas foram de R$ 1,065 bilhão no terceiro trimestre, comparadas a despesas de R$ 550 milhões reportadas no mesmo período do ano anterior. A empresa encerrou o trimestre com caixa líquido (excluindo leasing) de R$ 700 milhões, comparado a uma dívida líquida de R$ 10 bilhões do segundo trimestre. “Conforme comunicado anteriormente, Natura &Co vendeu a Aesop por um Enterprise Value de US$ 2,6 bilhões. O fechamento ocorreu no dia 30 de agosto e os recursos permitiram que a empresa retornasse a uma posição de caixa líquido”, explica. Natura &Co reverte prejuízo e registra lucro de R$ 7,02 bilhões no 3º trimestre WWW.CNNBRASIL.COM.BR Resultado foi beneficiado pelo ganho de capital com venda da Aesop
  18. A Americanas, varejista em recuperação judicial com dívidas declaradas de R$ 42,5 bilhões, adiou pela quarta vez a divulgação das demonstrações financeiras de 2022 e da revisão do balanço de 2021. As demonstrações financeiras deveriam ser publicadas na manhã desta segunda-feira (13). Até a noite de domingo (12), a assessoria de imprensa da companhia havia confirmado a apresentação. Mas a varejista enviou no início da madrugada desta segunda um fato relevante à CVM (Comissão de Valores Mobiliários), informando o novo adiamento, agora para quinta-feira (16). De acordo com o texto, a empresa foi "vítima de uma fraude sofisticada e muito bem arquitetada, o que tornou a compilação e análise de suas demonstrações financeiras históricas uma tarefa extremamente desafiadora e complexa." Fachada de loja da Americanas em Pinheiros, zona oeste da capital paulista - Zanone Fraissat/Folhapress A Americanas diz que o trabalho de elaboração das demonstrações financeiras de 2021 e 2022 já foi finalizado e que os procedimentos de auditoria dos dois balanços foram "substancialmente concluídos". No entanto, "ainda não foi possível cumprir todo o rito interno de aprovação previsto na governança da 'companhia". A auditoria da empresa está a cargo da BDO. No dia 16, segundo a varejista, a divulgação também ocorrerá antes da abertura de mercado. Assim como estava previsto para hoje, na quinta, a Americanas pretende realizar uma teleconferência para investidores e mercado em geral para apresentar os resultados e informar sobre o andamento do seu plano de recuperação judicial. Planeja ainda informar sobre o plano estratégico da companhia. Devem participar do evento o presidente da Americanas, Leonardo Coelho, e a diretora financeira e de relações com investidores, Camille Loyo Faria. A Americanas adiou por quatro vezes a publicação do balanço do ano passado —previsto originalmente para o final de março, passou para maio, depois para o fim de outubro, para 13 de novembro e agora para o dia 16. Na quarta-feira (8), a B3 suspendeu a Americanas do Novo Mercado, onde estão, teoricamente, as empresas com o mais alto nível de governança corporativa. A companhia afirmou que vai apresentar recurso. FRAUDE FOI BATIZADA DE 'INCONSISTÊNCIAS CONTÁBEIS' Na noite de 11 de janeiro deste ano, a Americanas divulgou um fato relevante ao mercado informando sobre "inconsistências contábeis" de R$ 20 bilhões, o que levou à renúncia do então CEO Sergio Rial e do principal executivo de finanças, André Covre, ambos recém-empossados. Em 19 de janeiro, a empresa entrou em recuperação judicial, com dívidas declaradas de R$ 42,5 bilhões. Os maiores bancos do Brasil são os principais credores da varejista, e foi com eles que a empresa deu início a uma verdadeira batalha nos tribunais: as instituições financeiras não aceitavam receber calote da companhia, até então uma das maiores do setor de varejo do país, que tinha livre acesso a crédito. Em junho, a empresa assumiu fraude nos balanços. Relatório elaborado por assessores jurídicos que acompanham a Americanas desde que ela entrou em recuperação judicial apontou que demonstrações financeiras da varejista vinham sendo fraudadas pela diretoria anterior da empresa, o que inflou seus resultados em R$ 25,3 bilhões —esse foi o lucro fictício acumulado ao longo dos últimos anos (a companhia não informou ainda quantos anos). A antiga diretoria da Americanas atravessou décadas na empresa. À exceção do ex-CEO Miguel Gutierrez, que se aposentou ao final de 2022 para passar o bastão a Rial, os demais diretores foram afastados semanas depois de o escândalo vir à tona. A atuação dos três principais acionistas da varejista —o trio de bilionários Jorge Paulo Lemann, Carlos Alberto Sicupira e Marcel Telles, sócios da empresa de private equity 3G Capital— também esteve sob escrutínio. Conselheiro da companhia, Sicupira foi apontado como o representante do trio diretamente ligado ao dia a dia da Americanas. Mas, em depoimento à CVM (Comissão de Valores Mobiliários), disse que ficou 'em choque' ao receber ligação de Rial para tratar do escândalo contábil. No final de setembro, a CPI (comissão parlamentar de inquérito) que investigava a Americanas encerrou suas atividades sem apontar culpados. ACORDO COM OS BANCOS, MAIORES CREDORES, ESTÁ EM NEGOCIAÇÃO Depois de intensas brigas judiciais, um acordo com os bancos está em fase final de aprovação, para dar andamento ao plano de recuperação judicial. O trio de bilionários deve injetar R$ 12 bilhões na Americanas, incluindo todas as parcelas do financiamento DIP, de R$ 2 bilhões, desembolsadas à época da capitalização, em fevereiro. Do inglês debtor-in-possesion financing, ou "financiamento do devedor em posse", o financiamento DIP é usado apenas em recuperações judiciais. Com isso, segundo comunicado divulgado pela Americanas no final de outubro, a expectativa é que a assembleia geral de credores para a aprovação do plano de recuperação judicial da companhia seja realizada ainda este ano. Já os resultados de 2023, acumulados até o terceiro trimestre, devem ser apresentados em 29 de dezembro. As operações da empresa ao longo de 2023 sofreram forte impacto. Nos primeiros sete meses da crise, mais de 9.000 funcionários foram demitidos. De acordo com o mais recente relatório de acompanhamento mensal dos administradores judiciais da empresa, em 5 de novembro, o grupo tinha 33.342 colaboradores. Na metade de janeiro, a Americanas somava 43.123 funcionários. Entre 19 de janeiro, quando teve início a sua recuperação judicial, e 5 de novembro, a Americanas fechou 121 lojas —o que significa encerrar as operações de um ponto de venda a cada 2,5 dias, em média. Hoje, a varejista soma 1.759 lojas. Em janeiro, eram 1.880. Segundo relatório de acompanhamento mensal dos administradores judiciais enviado à CVM no início de outubro, a Americanas tem 16 ações de despejo em andamento por falta de pagamento. Americanas adia balanço pela quarta vez - 13/11/2023 - Mercado - Folha WWW1.FOLHA.UOL.COM.BR Resultados de 2022 deveriam ter sido apresentados nesta segunda de manhã, mas varejista anunciou adiamento para o dia 16
  19. Octavio de Lazari criticou parcelado sem juros mas reforçou que o mais importante é manter o protagonismo do cartão de crédito na economia O CEO do Bradesco, Octavio de Lazari, criticou o pagamento parcelado sem juros no cartão de crédito – tema que tem sido o centro do debate sobre a inadimplência no produto. “Não faz sentido pagar um produto em 10 vezes com mesmo valor que à vista. Não é possível matematicamente”, afirmou Lazari em coletiva com jornalistas nesta sexta-feira, 10, sobre os resultados do banco no terceiro trimestre. A fala vai em linha com o posicionamento dos grandes bancos privados, que têm defendido o fim do parcelado sem juros como alternativa para reduzir a cobrança do rotativo nos juros do cartão de crédito – o único contrário à tese é a estatal Banco do Brasil. O assunto tem sido debatido pelo Banco Central com empresas de maquininhas de cartão, bancos, fintechs e varejistas. Na primeira reunião entre as partes, o presidente do BC propôs limitar as compras no cartão em 12 parcelas sem juros. Já no segundo encontro, realizado esta semana, todos se posicionaram contra limitar o parcelado sem juros, com exceção dos grandes bancos privados. Os bancões defendem que o parcelado sem juros é uma das causas que levam aos juros altos do rotativo e à alta inadimplência nessa modalidade de crédito. As varejistas, por outro lado, argumentam que dependem do parcelado sem juros para vender seus produtos. “Não há solução fácil para um problema complexo”, disse Lazari. O CEO do Bradesco reforçou, no entanto, que o mais importante da discussão é chegar a um consenso que não afete a importância do cartão de crédito na economia. “O cartão de crédito representa mais de 20% do PIB e cerca de 40% do consumo das famílias. O mais importante é que cartão de crédito não perca tração na economia brasileira”, disse. https://exame.com/invest/mercados/nao-faz-sentido-pagar-produto-a-vista-com-mesmo-valor-em-10-vezes-diz-ceo-do-bradesco/?fbclid=IwAR3Wawvgjb_XOLRn7fMG8DexEcqyfdPJASk1chpUuXQNnJX16JNoyVDoUNo Só podia ser bolsonarista mesmo pra falar uma merda dessa, puta merda
  20. A controladora da rede de cafeterias Starbucks, a SouthRock Capital, corre o risco de ser despejada do imóvel onde funciona seu escritório, na avenida Paulista, em São Paulo. A Fundação Cásper Líbero, dona do prédio, entrou com uma ação de despejo por falta de pagamento na segunda (6). A dívida da SouthRock com a fundação está calculada em R$ 3,3 milhões apenas sobre os aluguéis atrasados. A SouthRock disse, em nota, que não comentará o caso e que "reitera que os compromissos assumidos com os seus stakeholders serão respeitados." Na terça (7), a juíza Edna Kyolo Kano, da 18ª Vara Cível de São Paulo, negou a concessão de liminar para antecipar o despejo. A Lei do Inquilinato prevê a possibilidade de a ordem de desocupação ser concedida de maneira emergencial, mas, para isso, o dono do imóvel precisa depositar um caução equivalente a três meses de aluguel. A Fundação Cásper Líbero apresentou o próprio imóvel como garantia, mas a juíza não aceitou, pois identificou que a matrícula do prédio tem cerca de R$ 250 milhões em penhoras. Segundo a ação apresentada pela Fundação Cásper Líbero –que também está instalada no mesmo endereço, onde funcionam a Gazeta, a faculdade de mesmo nome e o cinema Reserva Cultural–, o contrato de aluguel para a instalação de escritório e apoio administrativo do grupo foi assinado em fevereiro de 2019. A Starbucks Brasil consta como sócia no acordo, do qual a SouthRock é a fiadora. O grupo loca um pavimento térreo e outros cinco andares no prédio. O advogado Gabriel de Britto Silva, especializado em direito empresarial, diz que, sem o processamento do pedido de recuperação judicial feito pelo grupo, a ordem de despejo poderia ter sido determinada caso a fundação tivesse apresentado o caução. A SouthRock Capital, operadora de marcas como Starbucks, Subway e Eataly no Brasil, pediu recuperação judicial no dia 31 de outubro. A solicitação atinge 24 marcas do grupo; a rede Subway não foi incluída. O grupo perdeu o direito de uso da marca Starbucks no país devido ao atraso no pagamento previsto no acordo de licenciamento. A SouthRock diz não reconhecer a notificação extrajudicial pela qual foi informada e, por isso, continua operando a rede de cafés no país. As empresas sob gestão da SouthRock no Brasil têm dívidas a serem pagas a 2.357 credores, segundo documentos enviados pelo grupo à Justiça de São Paulo no processo de recuperação judicial. A dívida da controladora da Starbucks com ex-funcionários é de R$ 10,447 milhões e alcança 885 pessoas, com valores descritos como referentes a rescisões de contrato. A maioria na lista de pessoas, empresas, bancos e órgãos públicos com valores a receber, 1.031 deles são créditos sem preferência em uma eventual recuperação judicial, os do tipo quirografários. Starbucks é alvo de ação de despejo por dívida de R$ 3,3 milhões - 09/11/2023 - Mercado - Folha WWW1.FOLHA.UOL.COM.BR Fundação Cásper Líbero foi à Justiça cobrar aluguéis atrasados
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