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  1. Pesquisa Presidencial entre eleitores de Alagoas - Instituto Ibrape/Encomendada pelo DEM: 🔴 Lula - 55% 🟤 Bolsonaro.- 26% 🟠 Ciro Gomes - 3% Indecisos, brancos e nulos - 16%. O instituto ouviu 2.000 alagoanos de 15 a 18 de julho. M.E. - 3% https://veja.abril.com.br/blog/radar/em-alagoas-lula-derrotaria-bolsonaro-por-55-a-26-diz-pesquisa/
  2. O gráfico a seguir estratifica os votos dos entrevistados. O Poder360 destaca: escolaridade – 73% dos que têm ensino superior desaprovam o governo; região – 70% no Nordeste desaprovam a gestão bolsonarista; 52% no Norte aprovam –é o único dos 19 estratos em que a aprovação supera a reprovação; renda – 69% dos desempregados ou sem renda fixa rejeitam o governo; 47% dos que ganham de 2 a 5 salários mínimos aprovam. https://www.poder360.com.br/poderdata/rejeicao-a-bolsonaro-e-ao-governo-ainda-e-recorde-mas-taxas-param-de-aumentar/
  3. PRESIDÊNCIA GOVERNO CENÁRIO 1 CENÁRIO 2: SENADO DEPUTADOS FEDERAIS E ESTADUAIS MAIS LEMBRADOS Pesquisa IPSensus 07 e 13 de Julho 1.600 Entrevistas em 80 municípios do Rio Grande do Norte Margem de Erro 2%. Confiabilidade de 96%.
  4. https://rondoniaovivo.com/noticia/politica/2021/07/13/pesquisa-leo-moraes-lidera-intencoes-de-voto-para-governo-de-rondonia.html
  5. Da Bahia eu fico em dúvida, porque são muitos bons. Teria uns 6 “finalistas” na disputa Mas tem 2 outros Estados que tenho certeza do melhor jingle Maranhão Rio Grande do Norte
  6. A maioria dos brasileiros crê que houve uma demora na compra de vacinas no país, atribuindo a culpa principalmente ao presidente Jair Bolsonaro, e avaliando que, se o Brasil tivesse adquirido os imunizantes mais cedo, o número de mortes seria menor. Em geral, os brasileiros têm muito ou um pouco de medo da doença, e avaliam que a vida piorou depois da pandemia. Dentre os que acompanham o trabalho da CPI da Covid no Senado, a maioria acreditam que sua criação foi muito importante para o país. Essas são algumas conclusões de levantamento feito pelo Instituto de Pesquisa DataSenado, que é ligado ao Senado. De acordo com a pesquisa, 73% acreditam que a compra de vacinas começou muito tarde, 22% no momento certo, e 3% mais cedo do que deveria. Dentre os que acham que houve demora, 74% apontaram o Bolsonaro como principal responsável, e 97% avaliaram que que, se as vacinas tivessem sido compradas antes, o número de mortes seria menor. Cruzando os dados, a pesquisa aponta que mais da metade dos brasileiros acreditam que Bolsonaro demorou a adquirir vacinas. Foram apontados como responsáveis pelo atraso na compra de vacinas: - Bolsonaro: 74% - Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa): 8% - Congresso: 6% - governadores: 4% - outros: 1% - não souberam ou não responderam: 6% Os pesquisadores também perguntaram quem é o principal responsável pelo desempenho do país no combate à pandemia, mas sem fazer juízo de valor sobre a qualidade desse trabalho, e o presidente novamente apareceu na frete: - Bolsonaro: 40% - a própria população: 32% - governadores: 12% - Congresso Nacional: 6% - prefeitos: 3% - não souberam ou não responderam: 6% De acordo com a pesquisa, a maioria acha que, depois da pandemia, a vida está: - pior: 61% - igual: 31% - melhor: 7% - não souberam ou não responderam: 1% Na comparação entre 2020 e 2021, mais pessoas acham que este ano está pior do que o passado - 40% - do que os que pensam que houve mehora - 34%. Questionados se têm medo da doença, os entrevistados responderam: - muito medo: 42% - um pouco de medo: 32% - nenhum medo: 25% - não souberam ou não responderam: 1%. Segundo a pesquisa, 73% sabem da existência da CPI. Dentre os que têm conhecimento da comissão, 67% acompanham os trabalhos. E, dentre os que acompanham, 66% dizem que a criação da CPI foi muito importante para o país, 14% acham que foi pouco importante, 19% entendem que não foi nada importante, e 1% não respondeu. A corrupção na compra de vacinas, que é a principal linha de investigação da CPI no momento, é o assunto mais conhecido dentre os que acompanham a comissão, tendo sido citado por 84%. As denúncias de irregularidade na negociação da Covaxin, do laboratório indiano Bharat Biotech, e as tratativas com uma empresa intermediária que dizia ter doses da AstraZeneca foram os pontos mais lembrados. Na sequência, com 52%, está o uso de remédios sem comprovação científica no tratamento precoce. Em terceiro lugar, a existência do chamado gabinete paralelo para auxiliar o presidente na política de enfrentamento à pandemia, com 48%. A pesquisa também mostrou que 76% daqueles que têm acompanhado a CPI souberam da prisão do ex-diretor do Departamento de Logística do Ministério da Saúde Roberto Ferreira Dias, determinada pelo presidente da comissão, senador Omar Aziz (PSD-AM). O levantamento ouviu 1471 pessoas de 16 anos ou mais na terça e quarta-feira desta semana, levando em conta critérios como renda, escolaridade, faixa etária, sexo, cor da pele, e região onde vivem. As entrevistas foram feitas por telefone. O nível de confiança da pesquisa é de 95%, e a margem de erro varia de acordo com o tamanho das amostras: vai de 0,2 a 7,2 pontos percentuais. https://oglobo.globo.com/brasil/a-maioria-dos-brasileiros-acha-que-bolsonaro-demorou-para-comprar-vacinas-diz-pesquisa-feita-pelo-senado-25112930
  7. Levantamento realizado pelo Paraná Pesquisas em Alagoas mostra uma sólida liderança do prefeito de Maceió, João Henrique Caldas (PSB), o JHC, nas preferências do eleitorado para governador do Estado. De acordo com a pesquisa, JHC tem 46% das intenções de voto dos alagoanos, muito à frente do candidato do clã Calheiros, Alfredo Gaspar (MDB), que soma 29,8%. Em 3º aparece Maurício Quintela, com 2,7%. Foram entrevistados 806 eleitores entre os dias 1º e 5 deste mês. A pesquisa foi encomendada pelo Diário do Poder e a Coluna Cláudio Humberto. As chances de Alfredo Gaspar melhoram em outro cenário, com JHC fora da disputa. Ele somaria 40,1% e Rodrigo Cunha (PSDB) 27%. No cenário sem FHC e com Rodrigo Cunha, o ex-ministro Quintella sobe para 3,6% e Renato do Pilar aparece em 4º, com 2,7%. O deputado bolsonarista Delegado Fabio Costa surpreende na disputa para senador: com 28,8%, está à frente de Renan Filho, que tem 26,1%. Aqui, os números da disputa pela vaga de senador por Alagoas, em 2022: https://diariodopoder.com.br/brasil-e-regioes/prefeito-de-maceio-jhc-lidera-com-folga-pesquisa-para-governo-de-alagoas
  8. A pesquisa Govnet/Opinião Pesquisa foi realizada em parceria com o jornal Gazeta de S. Paulo, por meio de abordagem telefônica com 820 eleitores de 168 municípios do estado de São Paulo. O período de realização da coleta de dados foi entre 21 a 26 de junho de 2021. A margem de erro para o total da amostra é de 3,4%, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%.
  9. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ampliou sua vantagem pelo atual ocupante do Palácio do Planalto, Jair Bolsonaro (sem partido), em citações espontâneas registradas pelo Instituto Datafolha. Lula também lidera nos dois cenários apresentados para o eleitor e em todas as simulações de disputa de segundo turno —naquela em que enfrenta o presidente, ganha por 58% a 31%. Os achados estão no mais recente levantamento do Datafolha, feito quarta (7) e quinta-feira (8). Nele, 2.074 eleitores foram ouvidos presencialmente pelo Brasil. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Os dados da pesquisa confirmam as avaliações no meio político sobre o duopólio atual entre o petista e o presidente, com espaço exíguo neste momento para um nome da chamada terceira via. No levantamento anterior do Datafolha, feito em 11 e 12 de maio, Lula tinha 21% na espontânea, Bolsonaro marcava 17% e Ciro Gomes (PDT), 1%. Agora, o petista pula para 26%, o presidente oscila para 19% e o pedetista, para 2%. Outros candidatos marcam 2%, como em maio, e votam em nulo ou branco 7% (8% antes). O natural índice dos que dizem não saber passou de 49% para 42%. Nos dois cenários de primeiro turno testados pelo Datafolha, os principais rivais estão na mesma. Lula fica à frente com 46%, ante 25% do presidente. Ciro marca 8% numa e 9%, na segunda. Numa hipótese e noutra, 10% dizem que não votam em ninguém. Nesse cenário, em votos válidos Lula chega a 52%, o que dentro da margem de erro lhe garantiria a vitória em primeiro turno na eleição. A diferença fica na conta do PSDB, que num cenário tem João Doria, o governador paulista que confirmou no período que vai disputar as prévias para tentar ser o presidenciável do partido, e noutro, Eduardo Leite, que governa o Rio Grande do Sul e também postula a nomeação. Com o paulista no primeiro cenário, os tucanos chegam a 5%, enquanto o DEM com o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta chega a 5%. Todos embolados tecnicamente entre si e com Ciro. Já na segunda fotografia, com o gaúcho, o tucano faz 3%, e o ex-ministro, 5% —empatando com o pedetista no limite da margem de erro. O tabuleiro político se mexeu bastante de maio para cá. Lula seguiu amealhando triunfos jurídicos, vendo anuladas sentenças de Sergio Moro contra si pela suspeição do ex-juiz da Operação Lava Jato, enquanto Bolsonaro desceu mais alguns degraus na crise política de seu governo. Ao desastre na condução do combate à pandemia da Covid-19, que ultrapassou os 500 mil mortos no período, o presidente viu adicionadas acusações de corrupção em seu governo. Elas foram evidenciadas pelos trabalhos da CPI da Covid no Sendo e pelo surgimento de casos como a estranha negociação de vacinas por propina denunciada à Folha. Bolsonaro acabou alvo de inquérito para apurar se prevaricou por não agir contra seu líder na Câmara, Ricardo Barros, apontado como chefe dos esquemas no Ministério da Saúde. Usou termos chulos para falar sobre a CPI. Ato contínuo, a rua, que já havia protagonizado dois dias de protesto com forte sabor esquerdista e pró-Lula, carimbou em Bolsonaro a pecha de corrupto. Como o mesmo Datafolha aferiu, colou. E ajudou a aumentar ainda mais a reprovação do governo. Doria, por sua vez, se assumiu postulante à vaga de candidato tucano. Já Leite fez manchetes na semana passada ao se declarar gay, no que foi fustigado por Bolsonaro, notório homofóbico. Até aqui, isso não se reverteu em voto no conjunto de 4% da amostra do Datafolha que se diz homossexual ou bissexual: os mesmos 3% do público em geral escolhem Leite. Em favor do gaúcho há o desconhecimento, que o leva a ter a menor rejeição entre todos os especulados no levantamento: 21%. Junto a ele está Mandetta, com 23%, e Ciro surge com 31%. Doria tem 37% de rejeição, empatado com Lula. Já Bolsonaro tem 59% dos eleitores a dizer que não votam nele de jeito nenhum. É uma péssima fotografia, que naturalmente diz respeito a este momento, e casa com a reprovação recorde a Bolsonaro apontada na mesma pesquisa —de 51% entre os ouvidos. Não se sabe ainda o impacto mais imediato das questões de corrupção, do hoje improvável processo de impeachment de Bolsonaro e o eventual alívio que possa vir de uma retomada econômica que atinja empregos e da vacinação contra Covid-19 mais amplas. É uma cornucópia entregando fatores diversos, o que impede juízos imediatos apesar dos números superlativos desta pesquisa. Na base lulista do Nordeste, por exemplo, a rejeição a Bolsonaro chega a 70%. Até aqui, as políticas compensatórias do auxílio na pandemia não impactaram positivamente a avalição do presidente, talvez por insuficientes. O segundo turno traz o presidente, assim, derrotado em todos os cenários se o pleito fosse hoje. Na disputa Lula contra Bolsonaro, o petista oscilou de 55% para 58% de maio para cá. O presidente, de 32% para 31%. Já Ciro segue à frente do presidente, em estabilidade: o placar deu 50% (era 48%) a 34% (era 36%). Num raro alento a Doria, que luta para levar a indicação tucana em novembro, ainda que seu entorno creia que isso só será definido em março ou abril, a pesquisa mostra ele ultrapassando Bolsonaro num segundo turno. Passou de 40% para 46%, ante maio, enquanto o presidente caiu oscilou negativamente no limite da margem, de 39% para 35%. O dado só é animador para os tucanos por mostrar que Doria pode se mostrar como um candidato viável para ocupar o lugar de Bolsonaro no segundo turno, pela comparação direta com o presidente. Mas hoje, no embate com Lula no "round" final, perde por 56% a 22%, números estáveis em relação a maio. Doria enfrenta grande rejeição no Nordeste, por exemplo. Só tem 1% de intenção de votos por lá. E 55% dos eleitores de Bolsonaro, na simulação de primeiro turno que inclui o tucano, dizem que nunca votariam nele —ambos disputam uma luta encarniçada acerca do manejo da pandemia. Os pontos fortes dos dois principais candidatos hoje são semelhantes nas duas simulações. Usando o cenário com Doria como referência, Lula tem sua fortaleza entre os nordestinos (64% de intenção de voto), mais pobres (57%, num grupo que soma iguais 57% da amostra total do Datafolha) e menos instruídos (56%). Já Bolsonaro vai melhor entre os mais ricos. Ele vence Lula por 41% a 21% no grupo que ganha de 5 a 10 salários mínimos e por 36% a 22%, na faixa imediatamente superior. Ele consegue empate com o ex-presidente entre evangélicos, sua base de apoio usual, no primeiro turno (38% para o presidente, 37% para o ex) e no segundo (46% a 45%, respectivamente). Como já é conhecido, empresários dão vantagem enorme a Bolsonaro. No grupo, que soma só 2% da amostra, o presidente ganha do petista por 52% a 25%, no primeiro turno. https://folha.com/62m8d0s1
  10. Não sabe/não respondeu/outros = 72% https://bcharts.com.br/t/o-datafolha-divulgou-pesquisa-de-preferencia-partidaria-pt-lidera-com-22-seguido-por-psdb-e-mdb-com-2-e-psol-pdt-e-psl-1/98565
  11. Cito os 2 porque os demais senadores que estão muito envolvidos na CPI possuem mandato até 2026, como Renan, Randolfe, Alessandro, Eliziane, Eduardo Braga, Rogério Carvalho, e até mesmo os governistas Girão, Heinze, Jorginho e Marcos Rogério O mandato do Tasso também termina agora, mas ele não participa tanto da CPI e talvez nem dispute a reeleição Já Omar, Simone e Otto, sim, estão se expondo bastante na CPI e devem concorrer à reeleição em 2022
  12. Pesquisa Ipsos encomendada pelo DEM para avaliar a percepção dos brasileiros sobre o momento atual do país e as expectativas em relação à eleição presidencial de 2022 mostra que o presidente Jair Bolsonaro dificilmente seguirá no Planalto em um eventual segundo turno das eleições. Na disputa direta entre Lula e Bolsonaro, o petista venceria a disputa por 58% a 25% dos votos. Brancos e nulos somam 13% e os entrevistados que não responderam são 4%. A pesquisa mostra ainda que Lula venceria no segundo turno outros quatro nomes da chamada terceira via. Contra Sergio Moro, seria 57% a 20%. Na disputa com Ciro Gomes, o petista levaria por 57% a 14%. Contra Mandetta, o resultado seria 60% a 12%. Lula venceria ainda Tasso Jereissati por 60% a 9%. Se Bolsonaro fosse o nome no segundo turno contra os candidatos da terceira via, os votos brancos e nulos superariam a casa dos 30% e Bolsonaro perderia a eleição para Sergio Moro (29% a 27%) e para Ciro Gomes (30% a 29%). O presidente só venceria no segundo turno o seu ex-ministro da Saúde Mandetta (29% a 24%) e Tasso Jereissati (31% a 20%). Segundo a pesquisa, Bolsonaro é o nome mais rejeitado entre todos os outros postulantes. Enquanto 59% dos entrevistados disseram que não votariam de jeito nenhum no atual presidente, a marca de Lula nessa mesma questão foi de 33%. João Doria não teria os votos de 54% dos entrevistados, seguido por Moro (47%), Mandetta (47) e Ciro Gomes (45%). https://veja.abril.com.br/blog/radar/lula-venceria-bolsonaro-no-segundo-turno-por-58-a-25-diz-ipsos/amp/?__twitter_impression=true
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