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  1. Em busca de dinheiro, motoristas por aplicativo fazem sexo com passageiros em corridas Plataforma afirma que prática pode levar à desativação da conta; condutores e passageiros usam código para combinar programa Gilvan Marques SÃO PAULO Para aumentar seus rendimentos, motoristas de aplicativos têm aceitado fazer sexo com passageiros em troca de dinheiro. Ao longo de três semanas, a reportagem da Folha ouviu relatos e depoimentos de condutores cadastrados na Uber, na 99 e no InDriver que confirmaram a existência da prática. Todos pediram para não terem seus nomes divulgados para evitar punições. Procuradas, as empresas afirmaram que os envolvidos podem ter suas contas desativadas. Na maioria dos casos, tanto o passageiro quanto o motorista são do sexo masculino. Há relatos de condutores que receberam ofertas de passageiras mulheres que queriam pagar a corrida com sexo em vez de dinheiro, mas estes são mais raros. Segundo os motoristas, existe uma espécie de código, com sinais que podem ser enviados discretamente por quem estiver interessado no sexo. O mais comum deles é a letra "b" —uma referência a sexo oral— escrita no chat da plataforma e enviada pelo passageiro ao motorista antes de entrar no carro. Ele foi criado por usuários em resposta a apps que detectam automaticamente e punem quem usa o espaço para escrever termos pornográficos. A abordagem inicial pode ocorrer também durante o trajeto através de olhares no retrovisor, gestos e perguntas. Na sequência, as partes combinam o que desejam fazer (masturbação, sexo oral ou anal) e os valores que serão cobrados. O ato pode ser praticado com o carro em movimento, parado em ruas pouco movimentadas, em um motel (bancado pelo cliente) ou até na casa do passageiro. Felipe (nome fictício), 31, trabalhava como barman em São Paulo e ganhava R$ 100 por noite. Há quatro anos, decidiu virar motorista para aumentar seu rendimento. Ele diz sempre ter sido assediado por passageiros, até que um dia resolveu aceitar uma das propostas pela necessidade de ganhar mais. Essa pessoa ofereceu R$ 150 para fazer sexo oral, afirma Felipe —o valor era metade do que ganhava por dia com as corridas. Segundo ele, a primeira coisa que pensou é que esse ganho extra poderia ajudar a completar o tanque de gasolina. Em quatro anos, o profissional diz nunca ter sido vítima de golpes ou de roubos, mas já foi flagrado uma vez pelo segurança de um estacionamento na Vila Mariana, zona sul da capital, enquanto recebia sexo oral de um passageiro. O guarda não chamou a polícia. Ele diz que as relações sexuais geralmente ocorrem sem o uso de camisinha e que se protege apenas com a PrEP —uma combinação de medicamentos que impede a contaminação pelo HIV, mas não outras infecções. Felipe diz ainda que uma tática para conseguir clientes é estacionar o carro próximo a saunas ou boates e puxar conversa durante o trajeto, discretamente. O também motorista Marcelo (nome fictício), 22, afirma já ter ficado com cerca de 50 passageiros desde que começou a trabalhar na área, há dois anos —em alguns casos, não chegou a cobrar pelo sexo. O valor de seu programa pode custar entre R$ 50 e R$ 150, mas já chegou a faturar R$ 200. Isso equivale a quase todo o lucro diário que tem com as corridas. O pagamento pode ser feito em dinheiro ou Pix. Segundo pesquisa divulgada em maio pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), o ganho médio de um trabalhador de aplicativos de transporte ou mercadorias no Brasil é de R$ 1.900 por mês. Marcelo conta que já tinha escutado de outros colegas histórias sobre sexo com passageiros, mas que se surpreendeu ao ser abordado pela primeira vez. Na ocasião, estava dirigindo quando o passageiro, com o carro em movimento, começou a tocá-lo. Por isso, o motorista parou o veículo e os dois fizeram sexo ali mesmo, antes do fim da corrida. Ele afirma que espera a abordagem vir do próprio passageiro pessoalmente e que nunca responde a códigos enviados pelo chat, pois tem medo que as mensagens virem provas contra ele. Diz ainda que aumentou a quantidade de programas desde dezembro do ano passado, em meio à elevação do preço da gasolina. Para Luciane Soares, professora de sociologia na UENF (Universidade Estadual do Norte Fluminense), a prostituição entre motoristas e passageiros representa a "precarização dentro da precarização". "Os aplicativos de transporte deixaram de ser um complemento de renda e passaram a ser a renda principal de boa parte da população desempregada. O quadro se acentua com a pandemia", avalia ela. "A prática é o resultado de uma crise quando parte da população não consegue mais sustentar o preço dos combustíveis e as contas não fecham. Você tem realmente algo aí com elemento de crueldade." Além das corridas, os condutores também têm conquistado parte de sua clientela através das redes sociais e de aplicativos de relacionamento como Grindr, que é voltado para o público LGBTQIA+. Nestes casos, a pessoa entra em contato, combina o valor e o destino, como se fosse uma viagem particular e o sexo entra no pacote. Como a prostituição não é crime no Brasil, motorista e passageiro não podem ser punidos pela prática, diz a advogada criminalista Maria Pinheiro, da Rede Feminista de Juristas. "Mas, na hipótese de fazerem isso de maneira pública, existe o delito de ato obsceno. E aí, nesse caso, ambos poderiam ser responsabilizados criminalmente", ressalta. A pena para o crime é de três meses a 1 ano de detenção, mas também pode ser convertida em cesta básica ou em serviços prestados à comunidade. Em nota enviada à Folha, a Uber ressalta que, de acordo com seus códigos de conduta, "qualquer comportamento que envolva violência, conduta sexual, assédio ou discriminação ao usar o aplicativo resultará na desativação da conta". "Isso também se estende ao que é digitado nas mensagens que podem ser enviadas dentro do app, já que o respeito entre todos da comunidade deve ser mantido em todas as interações —virtuais ou reais", diz o aplicativo. A 99 não quis se manifestar e a InDriver não retornou o contato da reportagem. Eduardo Lima de Souza, presidente da Amasp (Associação de Motoristas por Aplicativos de São Paulo), classificou os casos como uma prática isolada. "A gente não tem nem como atribuir [ao aumento dos combustíveis ou taxas de apps] porque está todo mundo trabalhando, fazendo um dinheirinho ali. Então, a gente acredita que, dentro da classe, exista aquele tipo de pessoa que se propõe a isso." https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2022/07/em-busca-de-dinheiro-motoristas-por-aplicativo-fazem-sexo-com-passageiros-em-corridas.shtml?utm_source=facebook&utm_medium=social-media&utm_campaign=uol&utm_content=geral&fbclid=IwAR2Ks0QAIdAc1ZJhAGEj80uH8BSW_pSOzvUEsPmoWQY3P9OJ4b1BsAzaibw
  2. Um novo estudo em fase pré-clínica (não testado em humanos) para tratamento do câncer de mama em estágio inicial se mostrou promissor em eliminar completamente a doença de uma forma menos invasiva que as terapias convencionais. Os resultados foram publicados na revista científica Proceedings of the National Academy of Science. De modo geral, o câncer de mama é o tumor mais frequente nas mulheres do mundo inteiro. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) em 2020, havia 2,3 milhões de mulheres diagnosticadas com câncer de mama e 685 mil mortes globais. No Brasil, as estimativas do Instituto Nacional de Câncer (Inca) apontam que cerca de 66.280 pessoas devem ser diagnosticadas anualmente com câncer de mama. No que se refere ao número de mortes pela doença, o levantamento do Inca mostrou que 18.032 morrem anualmente no país em decorrência do tumor. Já nos Estados Unidos, esse tipo de câncer afeta 69 mil mulheres a cada ano, e em vários casos, elas acabam fazendo cirurgia de remoção de mama e tratamentos de radiação para esses cânceres muito precoces. Em outras situações, alguns pacientes recebem quimioterapia ou terapias hormonais, explicou a autora principal do estudo Saraswati Sukumar, professor de oncologia e patologia da Universidade de Johns Hopkins. Agora, o trabalho realizado em camundongos fornece uma forte base pré-clínica para a realização de ensaios de viabilidade e segurança com pacientes que têm câncer de mama em estágio 0, também conhecido como carcinoma ductal in situ (DCIS), de acordo com os autores. O tumor DCIS é caracterizado pela presença de células pré-cancerosas anormais dentro dos ductos de leite na mama. Nesta fase da doença, as células cancerosas estão somente na camada da qual elas se desenvolveram e ainda não se espalharam para outras camadas do órgão de origem. Menos invasivo Pensando em evitar um tratamento invasivo como mastectomia (retirada da mama), a equipe de pesquisa propôs uma tipo de terapia que consiste na aplicação de uma injeção com a droga imunotoxina pelo duto mamário, que poderia poderia resultar na limpeza do DCIS. “Para nossa grande surpresa, as drogas “mataram” todas as lesões presentes naquele ducto mamário. Eu nunca tinha visto resultados tão expressivos em minha vida”, disse Sukumar. Durante suas investigações com camundongos, os pesquisadores primeiro avaliaram os efeitos de morte celular de HB21(Fv)-PE40, uma imunotoxina direcionada, em quatro linhagens celulares de diferentes subtipos moleculares de câncer de mama. Essa toxina consiste em HB21, um anticorpo monoclonal (proteína que pode se ligar a um alvo específico — neste caso, ao receptor de transferrina humana (TRF), uma proteína transportadora encontrada em câncer de mama). A HB21 foi fundido ao PE40, um fragmento de uma toxina bacteriana que interrompe a produção de proteínas nas células e leva à morte celular. As descobertas mostraram que essa infusão induziu fortes efeitos de morte do tumor em todas as linhagens celulares. Os pesquisadores também administraram o tratamento em 10 camundongos para procurar toxinas circulando no sangue após o tratamento e não encontraram-nas entre cinco e 30 minutos após a injeção. À CNN, especialistas do Inca, que não estiveram envolvidos no estudo, explicaram que o trabalho consegue “potencializar a ação da imunotoxina”. “A toxicidade do tratamento vem sendo contornada com a administração direta dentro do ducto mamário visando o tratamento do carcinoma intraductal (in situ) da mama, sendo este o alvo da imunotoxina”, escreveram. Contudo, os especialistas explicaram que a injeção “não se aplica, no momento, a carcinomas invasores em qualquer estadiamento”. A injeção não causou efeitos colaterais e eliminou completamente o tumor / Foto: Freepik Sem recorrência do tumor A equipe de pesquisa dividiu os camundongos em dois grupos diferentes para administrar o tratamento a fim de comparar o resultado o MCF7 e o SUM225. Ambos possuíam o tumor DCIS. O primeiro grupo, MCF7, foi administrado uma vez por semana durante três semanas. Os tratamentos foram acompanhados com imagens não invasivas. Para comparar, eles também administraram a injeção no corpo dos camundogos e também injetaram o anticorpo HB21 sozinho nos dutos em alguns dos animais. Os resultados mostraram que os animais que receberam injeções de tratamento com toxinas HB21 (Fv)-PE40 no corpo tiveram um crescimento tumoral mais lento. No entanto, os tumores recorreram após a interrupção do tratamento por volta do 26º dia. Aqueles que receberam o HB21 sozinho nos dutos tiveram tumores invasivos no 61º dia após a injeção. Já os camundongos que receberam o tratamento direto nos ductos mamários, tiveram os tumores completamente eliminados duas semanas após a conclusão de dois dos três tratamentos propostos, e nenhuma recorrência foi detectada por imagem mesmo após 61 dias da injeção de HB21 (Fv)-PE40. Para monitorar a evolução do tratamento, os pesquisadores realizaram exames de patologia das glândulas mamárias no 32ª segundo dia. Eles descobriram que as células tumorais estavam ausentes e a arquitetura era consistente com as glândulas mamárias normais. No segundo grupo (SUM225), os pesquisadores experimentaram um piloto com o tratamento com toxina que mostrou a eliminação de tumores em apenas duas semanas de tratamento, conforme visto por imagem. Não houve recorrência da doença até o encerramento do experimento, 48 dias depois. Para rastrear, um segundo experimento testou a mesma dose em um grupo e 1/10 da dose do tratamento em outro, bem como o anticorpo HB21 sozinho, em algumas amostras. Na maioria das glândulas mamárias não houve incidência de tumor após o tratamento intraductal completo, com efeitos mais fracos observados no grupo que recebeu a dose mais baixa. Os resultados também mostraram que os tumores SUM225 crescem agressivamente no local do ducto. Estudos de patologia demonstraram que o anticorpo HB21 sozinho teve pouco efeito, enquanto o tratamento conjugado de imunotoxina (HB21 (Fv)-PE40.) mostrou um efeito significativo na redução do tumor. O tratamento foi bem tolerado, sem efeitos colaterais da toxina ou injeção. Como funcionaria a injeção em humanos Como o estudo ainda está na fase pré-clínica, os especialista do Inca explicaram que, caso avance, o tratamento pode se mostrar útil para outros tipos de tumores. “Sem dúvida que a estratégia pode ser útil para os tumores que expressarem altos níveis de transferrina humana receptora (TRF). No câncer de mama o TRF é expresso em vários subtipos, o que pode ser um alvo promissor”, disseram Contudo, apontam que os ensaios podem apresentar outros resultados quando mudarem de fase. “Muitas substâncias que apresentam sucesso em ensaios nos modelos animais não atingem a mesma resposta em humanos. Por isso, como a pesquisa é muito preliminar, embora com resultados interessantes em animais, devemos aguardar os estudos clínicos para sabermos quão bem ela funcionaria no mundo real”, avaliou o Inca. Para os especialistas do instituto nacional, ainda há á um caminho muito longo a percorrer para que possamos afirmar algo com relação a este estudo. “Na prática é apenas mais um possibilidade ainda. Mas o trabalho segue uma tendência interessante que temos visto em outras estratégias, inclusive para tumores de mama”, disse o Inca. Identificando o câncer de mama precocemente A injeção proposta para pacientes de câncer de mama teve bons resultados na fase pré-clínica porque o turmor estava em estágio inicial. À CNN, a oncologista Débora Gagliato, da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, contou que quando diagnosticado precocemente, as chances de cura do câncer de mama tendem a ser “altíssimas”. “Hoje, um tumor adequadamente manejado, diagnosticado precocemente, localizado apenas na mama, tem chances de cura bem elevadas, da ordem dos 95% [de chances]”, explicou. Em alguns casos, os sintomas iniciais podem aparecer por meio de um nódulo (caroço), fixo e geralmente indolor: é a principal manifestação da doença, estando presente em cerca de 90% dos casos quando o câncer é percebido pela própria mulher. Algumas manchas avermelhadas, e mama retraída ou parecida com casca de laranja. Os sintomas também incluem alterações no bico do peito, pequenos nódulos nas axilas ou no pescoço e saída espontânea de líquido anormal pelos mamilos, segundo o Inca. Mas, nem sempre o tumor é diagnosticado precocemente — o que dificultaria as chances de cura. Gagliato explicou que em alguns casos pode não haver qualquer sintoma. “Muitas vezes o câncer de mama não manifesta sintomas, por isso a importância dos exames de rastreio”, avaliou. Segundo a oncologista, os principais exames para diagnóstico são a mamografia e ultrassonografia de mama. “Depois, outros exames adicionais, como a ressonância [magnética], podem ser importantes dependendo do contexto, da densidade mamária, da história familiar ou fatores genéticos”, afirma. Para o Inca, quanto mais pudermos direcionar a toxicidade de fármacos e toxinas para o tumor, maiores chances temos de encontrar tratamentos que mudem o curso dos tumores que mais afligem a população hoje em dia, como o câncer de mama, o mais incidente no mundo. Diagnosticar precocemente seria o cenário ideal para o tratamento de injeção específica dos pesquisadores da Universidade de Johns Hopkins. De acordo com Sukumar, o estudo clínico [em humanos] deve avançar. “Uma ou duas semanas antes da cirurgia, os cientistas podem administrar às mulheres uma dose baixa de HB21(Fv)-PE40 através de um único duto e usar doses crescentes lentamente para determinar se alguma imunotoxina escapa dos dutos para a corrente sanguínea e afeta a função hepática. Eles também examinaria os ductos após a remoção da mama para procurar alterações no tecido e seu efeito em lesões pré-cancerosas”, finalizou. https://www.cnnbrasil.com.br/saude/injecao-contra-o-cancer-de-mama-inicial-tem-bons-resultados-em-testes-em-animais/
  3. Após uma discussão, a policial Rhaillayne de Oliveira de Mello, do 7º BPM (São Gonçalo), fez vários disparos com arma de fogo contra a própria irmã, que morreu na hora. O crime ocorreu no início da manhã deste sábado, dia 2, no bairro Porto Velho, em São Gonçalo, Região Metropolitana do Rio. Briga ocorreu em um posto de gasolina Foto: Fabiano Rocha / Fabiano Rocha Coube ao marido da agente, que também é policial, dar voz de prisão a ela. A PM foi levada para a 73ª DP (Neves) e foi encaminhada para a Delegacia de Homicídios de Niterói. O Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 8h e a briga aconteceu em um Posto de gasolina da região. A perícia da Delegacia de Homicídios Polícia Civil e da Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo vão investigar o caso. No local, a Globonews exibiu as primeiras imagens da área isolada pela polícia. O pai da vítima estava por lá, mas abalado, optou por não dar entrevistas. Segundo apuração feita pela reportagem de TV, as irmãs começaram a discutir quando saíram de uma festa, enquanto estavam em um carro de aplicativo. No posto, elas se separaram. Rhaillayne voltou depois, armada. https://extra.globo.com/casos-de-policia/pm-mata-irma-apos-discussao-e-presa-pelo-proprio-marido-em-sao-goncalo-rv1-1-25536245.html
  4. O brasileiro está mudando os hábitos de consumo, principalmente na hora das compras de supermercado, quando subsititui marcas tradicionais por outras mais em conta. É o que aponta uma pesquisa da Proteste, Associação Brasileira de Defesa do Consumidor. O motivo para a mudança, segundo o levantamento, é a inflação, juros altos e o aumento dos preços de bens e serviços, que trazem consigo maior endividamento, custo de vida elevado e o empobrecimento das famílias. Outras mudanças também foram observadas no consumo de energia elétrica e na economia de combustível. Os resultados mostram que, desde o início do ano, mais de 90% dos entrevistados já mudaram seus hábitos nas principais áreas de consumo, especialmente em relação a energia elétrica, alimentação e mobilidade, em alguns casos incluindo também saúde e atividades sociais. Desse total, 70% contaram ter desligado aparelhos ou evitado usá-los com a frequência a que estavam acostumados para economizar energia elétrica. Quanto à alimentação, 65% dos consumidores passaram a comprar no supermercado marcas de preço mais baixo, como as marcas próprias das redes, e uma em cada três pessoas diz ter cortado os alimentos não essenciais. A cada dois entrevistados, um afirmou que está comprando uma quantidade menor de peixe ou carne. No que diz respeito à mobilidade, três quartos dos entrevistados disseram ter mudado seu comportamento de consumo — sendo 45% os que estão deixando de usar o carro por conta do combustível mais caro e 28% os que estão dirigindo de maneira mais econômica. As famílias com renda mais baixa foram atingidas com maior intensidade, mas até consumidores que têm uma situação financeira "mais confortável" tiveram de mudar alguns hábitos. Mais da metade, 53%, afirma ter renunciado ou adiado a compra de roupas, 47% cortaram atividades sociais, como a ida a restaurantes e bares, e 30% tiveram de mudar os planos para as férias. Uma parcela dos entrevistados cancelou o atendimento odontológico (29%), outra parte adiou consultas médicas (26%) e um grupo deixou para depois a compra de óculos ou aparelhos auditivos (20%). O corte de custos essenciais revela que a qualidade de vida foi afetada. Quase um quarto de todos os entrevistados descreveu a situação financeira da família como difícil, sendo que 39% declaram que, neste momento, a condição é pior do que a de um ano atrás. E mais da metade dos entrevistados (58%) afirmou não ter margens ou economias para lidar com futuros aumentos de preços. Apesar da piora em geral, entre os países que participaram do estudo (Bélgica, Portugal, Itália e Espanha), o Brasil foi o que apresentou o maior percentual de consumidores que tiveram melhora no padrão financeiro. Quando solicitados a comparar a situação financeira atual com a de um ano atrás, 16% dos brasileiros afirmaram ter havido progresso. Em Portugal e na Espanha esse dado foi 9%, na Bélgica foi 8%, e na Itália, 7%. No Brasil, a pesquisa contou com 1.038 participantes, de todas as regiões. — Sendo um país de renda média, o Brasil é fortemente impactado pela crise inflacionária. Mas, ao mesmo tempo, em função de sua concentração de renda e oportunidades, possui o maior percentual de pessoas, entre os países pesquisados, cujo nível de vida permaneceu igual ou está melhor do que um ano atrás — comenta Henrique Lian, diretor de relações institucionais da Proteste. https://extra.globo.com/economia-e-financas/inflacao-em-alta-faz-brasileiro-mudar-os-habitos-de-consumo-trocar-marcas-tradicionais-
  5. Um estudo publicado na revista Science indica que brigas podem ter impulsionado a evolução do pescoço da girafa. Teorias evolutivas até agora dizem que os animais competiam por comida e desenvolveram sua altura como alternativa para se alimentar melhor. As informações foram divulgadas pelo The New York Times. O estudo de paleontólogos descreve o Discokeryx xiezhi, um ancestral da girafa, como tendo uma proteção semelhante a um capacete e vértebras volumosas no pescoço. O Discokeryx se adaptou para absorver e provocar colisões para conquistar companheiros e derrotar rivais. Isso mostra que a evolução da girafa não está apenas alongando o pescoço. Discokeryx vai em uma direção totalmente diferente.Jin Meng, paleontólogo do Museu Americano de História Natural e coautor do novo estudo A cabeçada é uma forma antiga e difundida de resolução de conflitos. Dinossauros como o Paquicefalossauro tinham crânios robustos, e bater cabeças continua sendo comum em carneiros selvagens, camaleões e até baleias. Meng e seus colegas descobriram os fósseis no noroeste da China na área conhecida como Bacia de Junggar. Cerca de 17 milhões de anos atrás, o local era uma extensão de savanas e florestas que abrigavam uma variedade de grandes mamíferos, como elefantes, rinocerontes de chifres curtos e cães ursos. Imagem: Y. WANG AND X. GUO Como foram encontrados os fósseis Em 1996, Meng encontrou o primeiro pedaço de crânio de Discokeryx. Ele poderia dizer que era uma caixa craniana de mamífero, mas o topo estava achatado. Sem mais do esqueleto do animal, os paleontólogos se referiram a ele como a "besta estranha". Nos últimos anos, mais material fossilizado —como dentes e fragmentos de mandíbula —começaram a surgir na Bacia de Junggar, ajudando a identificar o animal. Segundo Meng, os dentes e a estrutura do ouvido interno lembravam as girafas modernas. Eles determinaram que Discokeryx foi um dos primeiros grafites, um grupo ancestral de mamíferos ungulados que deram origem às girafas. Ainda segundo o estudo, os pesquisadores dizem que Discokeryx era adepto do combate corpo a corpo. A equipe escaneou e reconstruiu o crânio e o pescoço de Discokeryx em três dimensões. Eles então compararam com as cabeças modernas: bois almiscarados, ovelhas da montanha argali e ovelhas azuis do Himalaia. Usando modelos de computador, eles deduziram que o crânio de Discokeryx absorvia mais golpes e amortecia melhor seu cérebro do que suas contrapartes modernas. A equipe estimou que as colisões entre os Discokeryxes eram provavelmente duas vezes mais fortes do que os bois almiscarados, que se chocam a quase 40 quilômetros por hora. A série de articulações do pescoço entrelaçadas do Discokeryx ainda não foi descoberta em nenhum outro vertebrado, vivo ou morto, dando ao animal o equipamento de bater cabeça mais otimizado já descoberto, de acordo com os pesquisadores. "Este animal é um exemplo extremo do uso de cabeçadas como ferramenta de luta", disse Meng. Segundo Nikos Solounias, paleontólogo do Instituto de Tecnologia de Nova York que estuda a evolução das girafas, o fato do pescoço ser usado em lutas não é particularmente surpreendente, mas o estilo de combate das girafas modernas e do Discokeryx é muito diferente. As girafas "batem de lado com a cabeça e o pescoço", em vez de de frente, disse Solounias ao The New York Times. https://noticias.uol.com.br/meio-ambiente/ultimas-noticias/redacao/2022/07/02/girafas-podem-ter-pescoco-comprido-para-lutar-indica-estu
  6. O ronco é um som produzido pela vibração dos tecidos da faringe provocada pelo estreitamento da musculatura das vias respiratórias. As causas são diversas: há pessoas que roncam quando dormem de barriga para cima, após ingerir bebida alcoólica ou usar medicamentos, por exemplo. Há também quem ronque porque tem alterações anatômicas, como amígdalas grandes e céu da boca estreito, ou por causa de fatores como obesidade, tabagismo, gravidez e histórico de doenças alérgicas. "A mudança de posição para dormir, o relaxamento da musculatura durante o sono e os possíveis pontos de estreitamento determinam uma alteração do fluxo aéreo, levando a ruídos diferentes — roncos — e até a momentos onde existe o bloqueio total da entrada do ar - apneias", explica Edilson Zancanella, presidente da Associação Brasileira de Medicina do Sono, coordenador do serviço de distúrbios do sono do Hospital das Clínicas da Unicamp e diretor da Associação Brasileira do Sono, em entrevista à BBC News Brasil. Estima-se que cerca de metade da população adulta mundial ronque, e 1 em cada 10 crianças faça o mesmo. Então, está tudo bem porque é normal roncar, certo? Errado. "O ronco é um sinal de alerta, um sintoma. Habitualmente, o ronco é um sinal de que a via aérea está obstruída, reduzida de tamanho", afirma à BBC News Brasil Luciane Mello, pneumologista e pesquisadora do Instituto do Sono. Além dos efeitos diretos e indiretos, é preciso investigar também a existência de patologias, como a Apneia Obstrutiva do Sono, uma obstrução da via aérea na garganta que faz com que a pessoa pare temporariamente de respirar (em casos graves ela pode até matar). Ou seja, roncar pode até ser comum, mas para os especialistas ouvidos pela BBC News Brasil definitivamente não é normal, mesmo que seja tratado de forma até bem humorada pela população. É comum que um roncador se descubra assim por meio de outra pessoa, geralmente familiares ou alguém com quem se divide o mesmo espaço. Muitas vezes, essa companhia se sente incomodada, algumas exigem tratamento e, em alguns casos extremos, até levam à separação do casal. Além dos fatores listados acima, vale lembrar que homens tendem a roncar mais do que as mulheres. "Isso se dá porque a faringe deles é maior e tem maior colapsibilidade. Já as mulheres passam a roncar mais depois da menopausa, na fase do climatério, pela redução de hormônios como o estrógeno e a progesterona", explica Danilo Sguillar, otorrinolaringologista coordenador do Departamento de Medicina do Sono da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial. Mas o ronco não se resume a sinais de que algo está errado ou a problemas sociais com quem dorme próximo. A saúde física, mental e social de quem ronca também pode ser bastante afetada. Associada a uma noite intranquila, a piora da qualidade desse sono está ligada a maior risco de doenças cardíacas, acidente vascular cerebral, transtornos depressivos e outros problemas relacionados à saúde. Entenda mais abaixo. O que é o ronco, e quais são os seus efeitos? A anatomia das nossas vias aéreas superiores é composta pelo nariz, faringe e laringe. E "o ronco nada mais é do que o ar que passa de forma turbilhonada em local de estreitamento da via aérea superior", explica Sguillar. Com esse estreitamento, há uma redução do fluxo de ar que prejudica a oxigenação durante o sono, chegando ao bloqueio total em alguns casos (a chamada apneia). Esse ruído pode estar ligado também à flacidez da musculatura, a alterações no fechamento da faringe, a alterações hormonais e, muitas vezes, ao uso de substâncias que provocam maior relaxamento da musculatura, como álcool, ansiolíticos (remédios para transtornos de ansiedade) e relaxantes musculares. Há, portanto, diversas causas possíveis. A anatomia do pescoço, como ter garganta estreita ou muito comprida, amígdalas aumentadas e adenoidite, também pode causar o ronco. O mesmo vale para histórico de doenças alérgicas (bronquite, rinite, sinusite etc), doenças respiratórias que dificultam a respiração pelo nariz, adenoides, desvio de septo e até imperfeições anatômicas na arcada dentária e uso de chupeta. Sem falar na posição em que a pessoa dorme: dormir com a barriga virada para cima pode levar ao ronco porque essa posição afeta a posição da língua dentro da boca, que fica mais para trás. Esse quadro geralmente é associado a noites mal dormidas. Dormir bem é um fator importante para a saúde e qualidade de vida: é no sono que a musculatura relaxa, hormônios são liberados e a memória é fortalecida. Em geral, o sono que descansa e repara não tem agitações ou interrupções e dura cerca de 7 a 9 horas para os adultos e de 12 a 17 horas para as crianças, a depender da idade, segundo o Sistema de Saúde Britânico (NHS). De outro, os efeitos de uma noite mal dormida podem aparecer já no dia seguinte, comprometendo a capacidade de memória, concentração, raciocínio e coordenação motora. Irritação, dores de cabeça, pressão arterial alterada também são decorrência disso. Além dos efeitos de médio e longo prazo, como os mencionados acima. Diagnóstico dos fatores em torno do ronco Antes de tudo, é importante enfatizar que somente um profissional de saúde especializado deve diagnosticar e tratar a causa do ronco. Recomenda-se buscar atendimento de um otorrinolaringologista ou um médico especialista em medicina do sono. O tratamento e o diagnóstico podem envolver também outros profissionais de saúde, como fonoaudiólogo e cirurgião dentista. O diagnóstico é feito em consulta com análise dos sintomas, histórico de saúde detalhado do paciente, e se possível acompanhado de familiares ou companheiro, se tiver, pois essa pessoa pode ajudar muito. "A gente pergunta, se eventualmente junto desse ronco, o parceiro ou uma parceira, observa uma parada respiratória associada", explica Mello, do Instituto do Sono. Em alguns casos de apneia, os médicos indicam o uso de CPAP, um equipamento que mantém aberta a passagem de ar na garganta Foto: Getty Images / BBC News Brasil A depender da consulta, o médico poderá solicitar uma laringoscopia, exame em que se avalia as vias aéreas altas, como o nariz, faringe e laringe, ou exames para diagnosticar distúrbios respiratórios do sono (DBS), quando há um padrão anormal ao respirar dormindo, que pode ocasionar roncos e até pausas na respiração durante a noite. A avaliação do sono é feita por um exame chamado polissonografia, que é a vigília do paciente dormindo, com sensores que ajudam a monitorar os roncos. É fundamental que se observe o sono do paciente que ronca e faça uma avaliação do comportamento, se há agitação, despertar noturno, falta de ar, padrão do ronco, intensidade, posição corporal etc. O ronco pode estar associado à apneia obstrutiva do sono, "uma patologia preocupante que pode gerar consequências graves cardiovasculares, como infarto agudo do miocárdio, arritmia, derrame e hipertensão arterial de difícil controle", segundo Sguillar, Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial. O que é apneia obstrutiva do sono? Um estudo publicado na revista científica The Lancet estimou que quase 1 bilhão de pessoas no mundo sejam afetadas pela apneia obstrutiva do sono (AOS), doença que costuma ser ignorada pelos pacientes e até por alguns médicos que não se atentam ao sono do paciente, a qual é definida como obstrução da via aérea ao nível da garganta, fazendo com que a pessoa tenha uma parada na respiração. Ela é um dos distúrbios respiratórios do sono e está associada ao ronco, mas nem todo mundo que ronca tem apneia obstrutiva do sono. Há três tipos de apneia: a apneia central, que é quando não há esforço inspiratório, apneia obstrutiva que é quando há esforço inspiratório associado a cessação do fluxo de ar, e apneia mista que é quando acontece as duas ao mesmo tempo. Segundo o Ministério da Saúde, quando isso acontece pode durar cerca de 20 segundos, mas há casos de dois minutos, e pode acontecer, inclusive, seguidas vezes ao longo de uma mesma noite. Homens são mais afetados pela Apneia Obstrutiva do Sono, e 30% destes têm mais de 50 anos de idade. Mas crianças também são e podem ser afetadas pelo ronco, cerca de 1% a 4% das crianças têm apneia obstrutiva do sono. No caso das crianças, é fundamental observar sinais ou sintomas, como respirar com a boca aberta, se há transpiração e agitação durante o sono, como ficar trocando de posição na cama enquanto dorme, despertar noturno. Urinar dormindo também pede atenção. Tudo isso pode ser sinal de apneia obstrutiva do sono durante a noite. Sonolência excessiva diurna, sono não reparador, fadiga, inquietação e dor de cabeça pela manhã também são sinais de alerta, em crianças e adultos. Alguns estudos afirmam que cerca de 15% das gestantes acima do peso sofrem de apneia obstrutiva do sono. Nos casos em que a gestação é de alto risco, a incidência pode aumentar até 60%, com impactos inclusive para o bebê. Os principais sintomas da apneia obstrutiva do sono são: Acordar com frequência durante a noite Roncar alto Alteração na frequência da respiração Insônia Irritação e inquietação durante o dia Sono e cansaço excessivo durante o dia Boca seca ao acordar Ela pode ir do estágio primário, considerado o mais benigno, que é quando a respiração é obstruída sem haver falta de ar, e chegar até a Síndrome da Apneia-Hipopneia Obstrutiva do Sono (SAHOS), a qual é evolutiva e por isso pode ser leve, moderada ou grave. Apneia ocorre quando há interrupção completa do ar: quando o fluxo de ar para os pulmões diminui, reduz os níveis de oxigênio na corrente sanguínea e o paciente acorda. No caso da hipopneia, há redução do ar. Boas noites de sono são essenciais para a saúde do corpo e da mente Foto: Getty Images / BBC News Brasil Mello, do Instituto do Sono, exemplifica. "Às vezes, o paciente faz um ronco ressuscitativo, um ronco de retorno muito intenso - ele para e depois volta a roncar intensamente. Essa parada muitas vezes está associada à apneia do sono. Ele ronca, ronca, ronca e para [de respirar]. Ronca, ronca, ronca e para. Essa parada pode ser um fechamento da via aérea completa." Em casos graves, o ciclo pode acontecer de 30 a 50 vezes por noite. Como tratar ou reduzir o ronco? O tratamento depende da causa e pode envolver diversos departamentos clínicos e profissionais de saúde. Aos que roncam pouco, baixo e em ocasiões pontuais, como no caso de obstrução nasal decorrente de uma gripe, por exemplo, a simples mudança da posição ao dormir pode ser suficiente para amenizar ou resolver o problema. Isso inclui tanto dormir de lado quanto inclinar a parte superior do corpo com ajuda de um travesseiro de elevação, por exemplo, pode contribuir para manter as vias aéreas superiores abertas (há opções de travesseiro antirronco que podem ser recomendados por um profissional de saúde). Mudanças no estilo de vida são igualmente recomendadas, como perder peso em caso de pacientes obesos, parar de fumar e tratamentos para alergias e doenças respiratórias (se for essa a causa associada ao ronco), praticar atividades físicas na rotina, manter a pressão arterial sob controle e realizar exercícios que fortalecem a estrutura da garganta. O tratamento pode contar também com dilatadores nasais, esteroides intranasais e adenotonsilectomia. Mas, novamente, tudo isso só poderá ser definido após diagnóstico feito por um profissional de saúde. Em casos moderados e graves, o uso de máquina de pressão positiva contínua das vias aéreas (CPAP) pode ser recomendado, pois ajuda a manter as vias aéreas abertas por meio de uma corrente de ar. O uso passa por uma máscara conectada a um tubo, como as usadas para fazer inalação, da qual sai uma corrente de ar que vai para a garganta e mantém a via aberta durante a noite. Quem indica a máquina e a pressão do ar é o especialista que está acompanhando o paciente. Caso nenhuma dessas opções resolva o problema, o especialista pode avaliar a possibilidade de cirurgia (chamada de uvulopalatofaringoplastia). "A criança também pode ter apneia obstrutiva do sono, e nestes casos, a indicação da remoção das amígdalas e da adenoide pelo otorrinolaringologista se faz necessária", afirma Sguillar, do Departamento de Medicina do Sono da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial. "Se houver uma obstrução nasal, eventualmente a amígdala, muitas vezes a gente opera esses pacientes para poder melhorar essa condição nasal. Ela é uma coadjuvante dessa história, que muitas vezes a gente tem que tratar também. Obstrução nasal com rinite às vezes dá ronco noturno e a gente consegue ao tratar a rinite, melhorar o ronco. Muitas vezes, a gente trata a via aérea com fonoterapia, com fonoaudiologia específica para fortificar a musculatura, o que ajuda nesse perfil de ronco. Mas tudo vai depender da causa. A gente vai analisando cada paciente e avaliando qual é a melhor estratégia", conclui Mello, do Instituto do Sono. https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/por-que-roncamos-e-quando-isso-e-um-problema,6279d424202cdc8cb832cce9a819a0dcvxhjre0z.html
  7. A empresária Patricia Falquete, 42, tem tido dificuldade para manter o filho, Leonardo, 7, que tem autismo, em escolas públicas da sua cidade, São José do Rio Preto (interior de São Paulo). Desde maio, ela vinha sendo convocada para buscá-lo mais cedo sob a justificativa da falta de funcionários para acompanhar o filho. "Mãe de criança com deficiência não tem um dia de paz", diz. Apesar das dificuldades encontradas por Patricia, a inclusão de alunos com deficiência em colégios convencionais tem apoio de 80% dos brasileiros, de acordo com levantamento do Datafolha. Em São José do Rio Preto, as escolas de ensino público dispõem de estagiários para ajudar professores com alunos que têm deficiência. Patricia diz ter sido avisada pela direção da escola que três estagiários da unidade haviam pedido demissão. A empresária Patrícia Falquete de Souza, com o filho Leonardo, em praça em São José do Rio Preto, onde vivem - Ferdinando Ramos/Folhapress Em 15 de junho, ela se reuniu com a Secretaria de Educação da cidade para que o filho voltasse à escola, e a prefeitura disponibilizou um profissional de apoio para a criança. Em nota, a Secretaria de Educação do município disse que o caso da mãe é isolado e que ocorreu em uma semana em que diversos profissionais da unidade foram afastados por motivos de saúde. O departamento ainda afirmou que uma apuração foi aberta para averiguar a postura adotada pela direção da escola. Joyce de Melo Dias Galvão, 23, e Gustavo Henrique Silva do Nascimento, 24, pais de Christian, 3, tiveram que trocar o menino de colégio, após o diagnóstico precoce de transtorno do espectro autista. Ele estudava em instituição privada no Butantã, em São Paulo. "O colégio tinha uma boa estrutura, mas não tinha um cuidado com relação à condição do Christian", diz Gustavo. A criança se adaptou bem à nova escola, também particular, em São Bernardo do Campo (Grande São Paulo). "Ele fica mais tranquilo e está aprendendo a fazer coisas que não tinha desenvolvido na outra escola, como acenar com a cabeça quando entende alguma coisa." Segundo Luciana da Cruz Nogueira, professora de psicologia da educação e chefe do departamento de Educação Especial do campus da Unesp em Rio Preto, a inclusão só traz benefícios. "Nessas duas décadas em que foi efetivada a política de educação especial, temos pesquisas em que vemos o quão famílias, alunos deficientes e não deficientes se beneficiam." Vera Cappelini, presidente da comissão de inclusão e acessibilidade da Unesp, concorda. Ela cita o exemplo de alunos com síndrome de Down que, há cerca de 30 anos, iam a escolas para pessoas com deficiência. "Biologicamente, a síndrome de Down é a mesma, mas a crença que tinham sobre as crianças com a deficiência naquela época era diferente." Para ela, a confiança na capacidade desses alunos é decisiva para mudar o conceito de desenvolvimento humano, que não é só biológico, mas também cultural. "Melhorou, mas ainda temos muito que melhorar. E não adianta colocar esses alunos na classe comum e ignorar a deficiência." Veja ilustrações feitas pelos alunos do Ateliescola Acaia De acordo com Rodrigo Hübner Mendes, fundador do Instituto Rodrigo Mendes, o atual governo tem encampado retrocessos na inclusão de alunos com deficiência em escolas regulares. O exemplo mais emblemático foi um decreto presidencial, de 2020, que propunha a retomada do modelo de escolas segregadas. Após protestos de entidades que defendem a educação inclusiva, o decreto foi suspenso pelo STF (Supremo Tribunal Federal). "Os últimos ministros têm demonstrado uma visão extremamente anacrônica, preconceituosa, de certa forma destruidora do que foi conquistado, o que confunde ainda mais as famílias", diz. Segundo ele, a restrição de convívio é extremamente prejudicial. "A criança precisa ser desafiada para que ela explore o seu potencial e seja constantemente estimulada num ambiente de diferença, que é um reflexo da sociedade." https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2022/07/datafolha-maioria-apoia-inclusao-de-criancas-com-deficiencia-em-escolas-comuns.shtml
  8. Os brasileiros mostram-se menos conservadores do que sugere o barulho das redes sociais quando o que está em jogo é a educação escolar de crianças e adolescentes. É o que revela a pesquisa Educação, Valores e Direitos, coordenada pelas organizações Cenpec e Ação Educativa. Para 99% da população, frequentar a escola é importante para as crianças. Frases como a escola pública deve respeitar todas as crenças religiosas, inclusive o candomblé, a umbanda e as pessoas que não têm religião, e a escola precisa tratar de temas como pobreza e desigualdade social atingiram índices de concordância acima de 90%. Estudantes do colégio Santa Cruz, em São Paulo, tiveram que inventar novas brincadeiras para substituir as atividades de contato após retorno presencial - Bruno Santos/ Folhapress Para Wagner Santana, consultor da Ação Educativa, a pesquisa indica que a agenda conservadora, encampada pelo Poder Executivo, por parte do Congresso e de legislativos estaduais, não é prioridade para a população. Segundo a pesquisa, 7 em cada 10 brasileiros concordam que a educação sexual seja abordada no ambiente escolar, mesmo em meio a campanhas de movimentos organizados para coibir o ensino sobre gênero e sexualidade chamado de ideologia de gênero por conservadores. Ainda na área de educação sexual, mais de 90% concordam que debater o assunto em sala ajuda crianças e adolescentes a se prevenirem contra abusos, e que estudantes devem receber, na escola, informações sobre leis que punem violência contra mulher. A maioria (81%) concorda que escolas devem promover o direito de as pessoas viverem sua sexualidade, sejam elas heterossexuais ou LGBTs. Se 68% da população já ouviu falar do termo ideologia de gênero, apenas 3% acreditam que o principal problema da escola pública são os conteúdos ensinados em sala. Em resposta estimulada, a falta de investimento dos governos nas escolas públicas (28%), os baixos salários e a desvalorização dos professores (17%) e a falta de infraestrutura das escolas (12%) foram apontados como entraves mais importantes. Considerado prioridade do governo, o projeto de lei que regulamenta o ensino domiciliar (homeschooling) tramita no Congresso, enquanto 78% discordam que pais tenham o direito de tirar seus filhos da escola e ensiná-los em casa. Outros 72% dizem confiar mais em professores do que em militares para trabalhar em instituições de ensino. A política em sala de aula foi um dos temas que mais dividiram opiniões. Embora 73% nunca tenham ouvido falar do Escola sem Partido, grupo que prega restrições de conteúdos nas escolas, 56% concordam que professores devem evitar falar de política em sala e 54% acham que pais podem proibir as escolas de ensinar temas que não aprovam. Para Santana, as pessoas tendem a rejeitar a política na escola quando pensam no tema de modo genérico ou partidário, mas têm posições mais liberais quando confrontadas com frases específicas. "Não pode falar de política, mas pode falar de pobreza, de desigualdade, de direitos dos alunos. Tudo isso é política." Anna Helena Altenfelder, presidente do conselho de administração do Cenpec, concorda. Para ela, as discussões em torno de temas como a pobreza e as desigualdades sociais são políticas, uma vez que envolvem o bem comum, as relações de poder, a compatibilização de interesses e a vida coletiva. Segundo Altenfelder, a pesquisa revela que brasileiros defendem uma sociedade pautada na democracia e no respeito ao outro. "Isso vai no sentido oposto que muitas redes sociais veiculam ou mesmo do posicionamento de alguns políticos", diz. Denise Carreira, doutora em educação, integrante da Ação Educativa e uma das coordenadoras da pesquisa, diz que os resultados trouxeram esperança ao revelar que a população não está abraçando o discurso autoritário do jeito que movimentos ultraconservadores costumam alardear. "A grande maioria defende uma escola crítica, que prepare seus filhos para a vida", diz. Educação sexual Para ela, no contexto eleitoral em que o país vive, os dados fazem um chamado às forças democráticas: "Há espaço junto à população para a retomada de uma agenda pró-direitos, que promova educação de qualidade." As entrevistas foram realizadas entre 8 e 15 de março com 2.090 pessoas com 16 anos ou mais, de regiões metropolitanas e cidades do interior de todas as regiões do país. A margem de erro é de dois pontos percentuais. https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2022/07/brasileiros-tem-opinioes-liberais-sobre-educacao-diz-pesquisa-datafolha.shtml
  9. A Polícia Judiciária de Portugal prendeu dois brasileiros suspeitos de tráfico internacional de drogas, sendo um deles um paraense. Segundo a investigação, o material ilegal estava sendo transportado dentro de um carregamento de açaí congelado. As prisões ocorreram na semana passada, no âmbito da “Operação Norte Tropical”. Um dos presos seria um tenente da Polícia Militar do Pará. Ele e a outra pessoa envolvida são suspeitos de “integrar uma organização criminosa que se dedica à introdução de grandes quantidades de cocaína no continente europeu”, informou a Polícia Judiciária. Os dois homens levavam uma quantidade de cocaína suficiente para a produção de pelo menos 3,2 milhões de doses individuais de drogas. A polícia de Portugal informou que os detidos foram submetidos a um interrogatório judicial e estão presos de forma preventiva. Em nota, a PM disse que “a Corregedoria Geral vai acompanhar as investigações dos órgãos competentes e que adotará as medidas necessárias que o caso requer. A PM reitera, ainda, que não compactua com nenhum desvio de ética de quaisquer de seus integrantes”. https://g1.globo.com/pa/para/noticia/2022/07/02/paraense-e-preso-em-portugal-suspeito-de-traficar-drogas-escondidas-em-acai-congelado.ghtml
  10. Dois brasileiros foram acusados de fraude nos EUA por um esquema de pirâmide financeira, envolvendo criptomoedas, que teria deixado US$ 100 milhões em perdas. Emerson Sousa Pires e Flavio Mendes Gonçalves, com o americano Joshua David Nicholas, estão sendo investigados por supostamente se apropriar de milhões de dólares de investidores. O caso foi denunciado ontem pelo Departamento de Justiça dos EUA e reguladores do mercado de capitais, como a Securities and Exchange Commission (SEC) e a Commodity Futures Trading Commission (CFTC). A investigação envolve ainda o FBI e a Agência de Investigações de Segurança Interna dos EUA, a HSI. Os brasileiros, ambos de 33 anos e apontados como fundadores da EmpiresX, teriam retornado ao Brasil no início do ano, após a eclosão do esquema. Já o americano Joshua David Nicholas, de 28 anos, é apresentado como diretor de negociação da empresa. A reportagem não conseguiu contato com os acusados. O ESQUEMA Segundo a acusação, o esquema teve início em meados de 2020 - baseado na promessa de lucros de 1% ao dia, a partir de um robô de investimentos em criptomoedas - e arrecadou cerca de US$ 40 milhões de investidores, conforme a SEC. "Os réus supostamente se apropriaram indevidamente de grandes somas de dinheiro dos investidores para alugar um Lamborghini, fazer compras na Tiffany & Co., fazer um pagamento em uma segunda casa e muito mais", disse a SEC, ontem, em comunicado. Tanto a SEC quanto a Justiça dos EUA listam uma série de acusações aos brasileiros e ao americano, que incluem informações falsas a investidores, envio de documentos aos órgãos reguladores, licenças para operar, além de ofertas de títulos não registrados. "Os réus supostamente se envolveram em uma oferta não registrada com uma série de declarações fraudulentas destinadas a atrair investidores com a perspectiva de lucros diários constantes", diz a chefe interina da unidade de ativos e cibernética da SEC Enforcement Division, Carolyn Welshhans. A partir de um júri no Distrito Sul da Flórida, Pires e Gonçalves também foram denunciados por conspiração para cometer lavagem internacional de dinheiro. OUTRAS ACUSAÇÕES Não é a primeira ação da SEC contra um dos supostos fraudadores. Em maio deste ano, a agência reguladora do mercado de capitais dos EUA já havia acusado Pires por aplicar, ao lado de seu sócio na Mining Capital Coin, Luiz Carlos Capuci Júnior, um golpe global, também do universo de criptomoedas. Se condenados por todas as acusações, Pires e Gonçalves podem pegar até 45 anos de prisão, e Nicholas pode pegar até 25 anos, segundo a Justiça dos EUA. No mesmo comunicado que acusou os brasileiros, o órgão anunciou ainda o indiciamento no total de seis pessoas, em quatro casos por suposto envolvimento em fraudes relacionadas a criptomoedas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. https://www.correiobraziliense.com.br/economia/2022/07/5019554-eua-acusam-2-brasileiros-de-operar-piramide-financeira-de-criptomoedas.html
  11. O vigilante João Brandão trabalhava na portaria da Vila Educadora de Proteção de Direitos, no bairro Planalto, na Zona Centro-Oeste de Manaus, na noite de quarta-feira (29), quando foi surpreendido por um assaltante. Em um ato heroico, a "Pretinha", cadela que vive no local, assustou e perseguiu o criminoso. Parte da tentativa de assalto foi registrada em uma câmera de segurança do centro educacional. Veja o vídeo acima. Brandão contou que era por volta de 19h, quando viu o homem se aproximar do portão. Ele acreditava que poderia ser uma das pessoas que praticam atividades físicas no local e se assustou ao ver ele correr. 'Pretinha' virou companheira de turno do vigilante João Brandão — Foto: Patrick Marques, g1 AM “Eu estava sentado na cadeira e ele já entrou correndo com o terçado na mão, dizendo que era um assalto, veio pra me cortar. Eu me espantei, joguei a cadeira nele e corri”, lembrou o vigilante. Foi nesse momento, que a cadela “Pretinha”, que vive no local há cerca de seis meses, ajudou o seu companheiro. Ela correu na direção do assaltante, mordeu o homem e o espantou para fora da vila educacional. “A ‘cachorra’ partiu para cima dele. Eu na frente dele e ele querendo me cortar. Só que ela o mordeu e depois avançou nele, até que o assaltante foi parar do outro lado da rua”, contou Brandão. O assaltante fugiu por uma área de mata próxima a vila educadora. A tentativa de assalto foi registrada no 19° Distrito Integrado de Polícia (DIP). Relação de carinho com a 'Pretinha' Brandão contou ao g1 que a cadela “Pretinha” apareceu na frente da vila educadora há cerca de seis meses. Ela estava magra e os funcionários passaram a alimentá-la todos os dias. Cadela foi adotada por funcionários da instituição — Foto: Patrick Marques, g1 AM “Ela dormiu umas duas noites na parte de fora, depois se apegou com a gente. O pessoal adotou ela aqui, levaram ela para castrar, dar banho. Quando a gente vem pra cá a noite, ela vem e fica com a gente aqui até de manhã”, disse. Para ele, além de companheira, a “Pretinha” também ajuda a espantar os possíveis criminosos que tentem assaltar o local, como o ocorrido na noite de quarta-feira (29). “Ela é parceira. Qualquer coisa que passe, ela já está latindo e indo pra cima”, brincou Brandão. https://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2022/07/01/video-cadela-salva-vigilante-de-assalto-em-escola-de-manaus-conheca-pretinha.ghtml
  12. Preço do leite preocupa o consumidor — Foto: RPC Curitiba O consumidor anda quebrando a cabeça para fazer o salário render. No supermercado, a conta aperta: o litro do leite, por exemplo, está mais caro que o litro da gasolina. Em um supermercado de Curitiba, a RPC conversou com consumidores que relataram o espanto diante dos preços que quase chegam a R$ 10 o litro. "Eu quase caí de costas quando cheguei no supermercado.Tá subindo todos os dias as coisas, está um absurdo!", afirmou a estilista capilar, Elza Pianoski. Na mesma linha, a aposentada Graciana Siqueira, questiona: “De um dia para o outro subiu tudo isso? Não pode". Em doze meses, o preço do leite subiu 19,5% segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Consequentemente, os produtos derivados também foram impactados: iogurte: + 11,08% manteiga: + 12,34% queijo: +19,94% requeijão: + 21,35% Thiago de Marchi é médico veterinário do Departamento de Economia Rural (Deral) e explica que os preços refletem uma sequência de aumentos dos custos de produção. "O leite ficou mais caro de se produzir no campo por conta do aumento dos combustíveis, dos principais componentes da ração animal, da entre safra de pastagens, do custo da energia elétrica. São vários fatores que foram se somando e culminaram nesse aumento". Ele afirma que, da mesma forma que diversos custos subiram, para que o preço baixe ao consumidor, é necessário que vários desses fatores colaborem e também registrem queda. Uma baixa isolada de apenas um dos componentes do custo de produção, não resolverá o problema. Na casa da professora Mariliz Dall'Igna, até a tradicional lasanha servida para a família hoje tem "gosto de crise". https://g1.globo.com/pr/parana/economia/noticia/2022/07/01/mais-caro-que-gasolina-preco-do-litro-do-leite-assusta-o-consumidor-quase-cai-de-costas-quando-entrei-no-supermercado.ghtml
  13. A partir de hoje (1º), todos os refrigeradores que chegarem ao comércio brasileiro, fabricados nacionalmente ou importados, devem exibir a nova Etiqueta de Conservação de Energia Elétrica (Ence) do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). A nova etiqueta traz três subclasses, indicando diferença de consumo de até 30% entre os produtos mais eficientes. Além disso, introduz um QR Code que, no primeiro momento, vai remeter o consumidor ao status do registro do refrigerador, “se ele está ativo, inativo, suspenso ou cancelado”. Segundo o chefe da Divisão de Verificação e Estudos Técnicos Científicos (Divet) do instituto, Hércules Souza, “na verdade, tem que estar sempre ativo. Significa dizer que aquele refrigerador atende os requisitos estabelecidos no regulamento e tem liberação aprovada pelo Inmetro para ser comercializado no mercado nacional”. Hércules Sousa esclareceu que inicialmente, o QR Code vai fazer apenas o link com a página de registro, e o próprio consumidor poderá conferir o status do registro daquele refrigerador. Essa é a novidade que o Inmetro está implementando agora com a nova etiqueta. O chefe da Divet adiantou, entretanto, que existe um projeto em paralelo para dar robustez maior a esse QR Code. Neste mês, o Inmetro vai contratar empresa que criará uma plataforma, em que não será gerada somente informação do status do registro da geladeira, mas também associará vídeos informativos para a utilização inteligente de refrigeradores, com dicas para o consumidor ficar atento e obter utilização eficiente do produto. Souza informou que o consumidor, a partir do QR Code, vai ser capaz também de acessar uma espécie de calculadora de gastos, para ter ideia do consumo e do valor monetário que terá na sua conta de energia pelo uso de um refrigerador mais econômico, em comparação a um aparelho menos eficiente. Comparação “Vai ser possível, usando os valores de cobrança de energia elétrica da região, definir de maneira mais qualificada financeiramente essa informação. E ele (o consumidor) poderá fazer outra coisa, que é comparar refrigeradores da mesma categoria em termos de volume. Ele poderá ainda dizer qual deles é o mais econômico, tem maior eficiência em termos energéticos e também monetários”. Segundo o técnico do Inmetro, a ideia é criar uma ferramenta a fim de promover ainda mais subsídios para a tomada de decisões do consumidor, usando a etiqueta de eficiência nacional de conservação de energia. A previsão é que a plataforma-piloto esteja pronta para ser testada até o fim deste ano. Os condicionadores de ar serão o segundo produto a ganhar QR Code na etiqueta. A nova etiqueta para geladeiras introduz as subclasses A+++, A++ e A+ para classificar os modelos que consomem, respectivamente, menos 30%, 20% e 10% de energia do que o tradicional “A”. Com isso, o Inmetro pretende destacar para o consumidor qual o produto que realmente gasta menos energia e incentivar que a indústria adote novas tecnologias em seus produtos, para que se tornem mais eficientes. O comércio varejista tem prazo até 30 de junho de 2023 para continuar vendendo os produtos com a etiqueta antiga. “A gente espera, inclusive, que isso aconteça muito antes da data limite”. Sousa disse ainda que muitos produtos foram etiquetados na lógica antiga e têm que continuar sendo fornecidos para o consumidor. Ele admitiu, porém, que já podem ser encontrados no mercado produtos com a nova etiqueta. “Muitos produtos já foram etiquetados. Ficou muito a cargo do próprio fabricante ou importador fazer essa mudança. Alguns já se anteciparam à data de 30 de junho de 2022 porque, a partir de 1º de julho, todos os refrigeradores têm que estar etiquetados na nova formatação, mas você poderá ainda encontrar essa convivência da etiqueta antiga com a nova porque, de fato, ele já pode ter escoado a produção para o comércio e não tem como trazer de volta para etiquetar de novo. Seria um duplo trabalho, e a gente não pode impor ao ente regulado”. O consumidor deve estar atento para conviver com a etiqueta antiga, que fornece apenas a informação de categoria A. As subclasses inseridas agora qualificam melhor esse grupo de geladeiras que se encontra na categoria A. Caberá ao consumidor entrar em contato com o fabricante para tentar entender em que categoria, nessa nova etiquetagem, o refrigerador pode ser considerado. “A gente espera que 100% já estejam com a nova etiqueta, bem antes da data limite de 30 de junho de 2023’. O Inmetro estima que sejam poucos os fabricantes e importadores que ainda não tenham feito a mudança. “Porque interessa também a eles mostrar que o produto dele está em categoria de maior eficiência do que o A, que acabava englobando tudo, sem fazer diferenciação”. Corrida Souza reconheceu que haverá uma “guerra” entre os fabricantes para mostrar que o produto deles está no subgrupo A+++ e, portanto, supera os demais. “A etiqueta tem esse papel também de promover a busca por uma eficiência maior. Aí, os fabricantes acabam fazendo essa corrida para oferecer um produto de maior eficiência e, com isso, menor gasto energético, incentivado por uma indústria que adote novas tecnologias em seus produtos para tornar, nesse caso, refrigeradores, de fato mais eficientes. Essa é a ideia mesmo. A gente está provocando essa corrida contra o tempo, para o mercado oferecer refrigerador mais eficiente para o consumidor na ponta”. O chefe da Divet destacou que o Inmetro conta com a ajuda do consumidor para agir contra fabricantes e importadores que não cumpram o prazo e mantenham geladeiras com etiqueta antiga após 30 de junho de 2023. “A gente pede ao consumidor que, iao dentificar esse problema, entre nos canais do Inmetro. A Ouvidoria é o caminho para fazer denúncias. Se ele encontrou no ponto de venda um produto que não está dentro da nova etiquetagem, a gente vai lá fiscalizar e autuar a empresa responsável por isso”. Souza assegurou que essa é uma prática irregular e mostra que o fabricante ou importador não está cumprindo as regras do regulamento. A parceria com o consumidor ajuda o Inmetro a coibir essa prática. A empresa pode ser autuada, ter o produto recolhido do mercado, além de sofrer multa, cujo valor é determinado de acordo com graus de dosimetria internos aplicados pelo Inmetro. O Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE) para refrigeradores foi atualizado em 2021, por meio da Portaria nº 332, que estabeleceu novas regras para a classificação da eficiência energética dos produtos, por meio da adoção de subclasses para que o consumidor possa identificar quais os modelos de fato mais eficientes dentro da classe A. Foram determinadas mais duas reclassificações, uma em 2025 e outra em 2030, em que o rigor para a classificação da eficiência energética vai aumentando gradativamente. https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2022-07/geladeiras-devem-exibir-hoje-nova-etiqueta-de-eficiencia-energetica
  14. ACESSIBILIDADE As áreas comuns e privadas possuem pisos táteis, barras de segurança e botões de emergência (Crédito:Jefferson Bernardes) Ativos, saudáveis, independentes, repletos de planos e com vontade de viver bem. Os idosos do país nunca foram tão ativos como são hoje. Os constantes saltos na expectativa de vida, aliados à estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de que o número de idosos deve superar o de crianças e jovens de até 14 anos já em 2031, mostram uma crescente transformação na sociedade brasileira quando o assunto é envelhecimento. Enquanto muitos escolhem viver sozinhos, com os filhos ou até em casas de repouso, outra possibilidade começa a ganhar corpo no mercado imobiliário nacional: moradias de alto padrão com infraestrutura que acompanha as demandas que surgem para quem tem mais de 60 anos. BEM-ESTAR Serviços de saúde e lazer fazem parte da rotina dos moradores com mais de 60 anos (Crédito:Jefferson Bernardes) No lugar de uma instituição de longa permanência, com entrada e saída restrita, por exemplo, o comprador recebe um apartamento elaborado com sofisticação, totalmente independente, mas com acesso a uma variada gama de serviços, como atividades físicas especializadas e enfermaria 24 horas. Há duas modalidades: serviços já incluídos no valor do condomínio e outros, pagos à parte, conforme as necessidades da pessoa. Esse conceito é chamado de “aging in place”, algo como “envelhecer em casa”, é bastante difundido nos Estados Unidos e na Europa, mas só agora começa a ganhar força por aqui. “Na América Latina essa ideia de ir morar com os filhos na velhice sempre foi muito forte, mas isso começa a mudar, já que o perfil dessas pessoas também mudou”, explica a geroarquiteta Flávia Ranieri. Para ela, esse público, hoje chamado de “novos velhos”, “longevos” ou “maduros” e não mais de “terceira idade” começa a pensar em maneiras confortáveis de enfrentar essa fase da vida e por que não um local só seu, mas com algumas adaptações? “Antes se pensava em uma moradia adaptada que tinha aquela aparência de hospital e agora o foco está no bem-estar”, explica. E, detalhes que parecem pequenos podem ter uma importância crucial para quem tem problemas de mobilidade, ou seja, desníveis do piso, encontrados no acesso a sacadas e varandas, podem ocasionar muitos acidentes. Por isso, portas largas, banheiros amplos e pisos táteis e antiderrapantes são obrigatórios nesses novos empreendimentos. SOFISTICAÇÃO A decoração em nada lembra a de um hospital: segurança e estilo (Crédito:Divulgação) Em Porto Alegre, o Vintage Senior Residence, um dos poucos já inaugurados dentro desse formato no Brasil, oferece ainda um espaço ambulatorial, atendimento personalizado de home care e atividades coletivas como aulas de alongamento e sala de cinema. Luiz Paludo, diretor de Incorporação da Cyrela Goldsztein, responsável pelo empreendimento, diz que a escolha da capital do Rio Grande do Sul para o projeto foi estratégica. “O estado possui um alto número de idosos e pensamos em fazer algo que pudesse atender de maneira satisfatória a esse público”, diz. No valor do condomínio, cerca de R$ 1,1 mil, a maioria desses serviços já está inclusa, e o restante, como limpeza, lavanderia e fisioterapia, podem ser adquiridos através da modalidade “pay-per-use”. A aposentada Terezinha Barcellos, de 83 anos, mora desde janeiro com o marido de 87 anos, acamado e que precisa de cuidados especiais, em um dos apartamentos que comprou no espaço. “Jamais pensei que iria fazer grandes amizades nessa fase da vida, mas aconteceu”, diz ela que reforça o caráter social do condomínio. “Fizemos até uma festa junina com a ajuda das enfermeiras”. Ela, que é bastante ativa, gosta de fazer aulas de ginástica, ir ao cinema e frequentar a piscina de maneira diária, diz que tem sido muito boa a experiência, principalmente porque cada um tem o seu próprio apartamento, algo que dá bastante privacidade para todos. “Comprei tudo novo ao me mudar, só eu e meu marido que somos os velhos”, brinca. MOBILIDADE Os apartamentos voltados aos idosos se destacam pelos espaços amplos e tamanho das portas (Crédito:Divulgação) Já em Curitiba, o empreendimento Bioos, da construtora Laguna, previsto para ser entregue em 2025, trará duas torres, uma de moradia e outra voltada para prestar serviços de saúde e bem-estar, aberto ao público, onde deverão funcionar, consultórios, clínicas e também um shopping center. A proposta, segundo a construtora, é “proporcionar para quem mora, trabalha e frequenta o local a comodidade de ter, em um único lugar, todo o necessário para se viver bem”. Em São Paulo, o destaque fica por conta do Matture Home Life, da construtora Matushita, que terá serviço de concierge, academia com pilates e área de convivência com um aquário para os moradores. O empreendimento terá restaurante e espaço de co-working abertos ao público. https://istoe.com.br/e-hora-de-envelhecer-em-casa/
  15. De tempos em tempos, os arqueólogos trazem ao público histórias fascinantes sobre sociedades que não existem mais. Isso acontece com uma frequência ainda maior quando o lugar pesquisado é o Egito: parceria entre pesquisadores alemães e egípcios levou a uma nova descoberta de peças ligadas ao lendário faraó Quéops, que governou o país entre 2.589 e 2.566 a. C., há cerca de 4,5 mil anos. A informação é do Ministério do Turismo e Antiguidades, órgão responsável pela administração das relíquias encontradas no país. A missão encontrou, entre detritos retirados das rochas, fragmentos de impérios e dinastias distintas. Há inclusive artefatos oriundos do período em que a região era dominada pelo Império Romano. Segundo Sheila Mendonça de Souza, bioarqueóloga da Fiocruz, era costume dos antigos faraós reutilizar materiais, devido à dificuldade de manuseio ou por causa de rivalidades entre autoridades que queriam deixar o seu legado nas construções. “Os sítios arqueológicos localizados nessa região do Egito são muito importantes. Por mais que se escave, haverá sempre elementos novos a serem descobertos”, afirma Sheila. Ela ressalta a importância do material encontrado nessa expedição, pois contém referências e detalhes ligados ao nome do lendário faraó Quéops: “Existe pouco material descoberto a respeito de Quéops. Sabe-se que ele foi o primeiro a construir uma grande pirâmide em Gize”. 1 de 3 QUARTZO Esfinge do rei Amenhotep II: escultura encontrada na expedição 2 de 3 RELÍQUIAS Egito e Alemanha: parceria levou à descoberta dos artefatos Quéops assumiu o trono após a morte do rei Seneferu, seu pai. A Grande Pirâmide de Gizé, obra atribuída a ele, é considerada uma das Sete Maravilhas do Mundo Antigo. Há pouca informação sobre outros aspectos de seu reinado. Nessa última expedição foram desenterradas partes de uma escultura em quartzo de uma esfinge do rei Amenhotep II, além de pedaços do pedestal da estátua do faraó Amásis (570-526 a. C.), peças de granito ligados ao monarca Pepi I e materiais que indicam rituais religiosos comunitários. As escavações se deram no Cairo, no bairro de Ayn-Shams – “Olho do Sol”, em árabe. O nome faz referência à região no alto da antiga cidade de Heliópolis, antigo núcleo de adoração do sol. Os pesquisadores encontraram no local resíduos do antigo Templo Sol. Isso confirma informações sobre os reinados dos faraós Quéops, Sesostris III, Tutmés III, Amenhotep e Amenemhat. O Egito sempre nos surpreende. https://istoe.com.br/os-raros-objetos-do-farao/
  16. Minas Gerais é o estado com maior número de registros de feminicídios em todo o país no ano passado. As informações são do levantamento do 16º Anuário Brasileiro de Segurança Pública. De acordo com os dados do anuário, em 2021 foram registrados 154 casos de feminicídio em todo o estado mineiro. Em comparação a 2020, Minas teve o aumento de três ocorrências. O percentual da proporção de feminicídios em relação aos homicídios de mulheres é de 36,8% (de 419 casos), em 2021. Já em 2020 o percentual foi de 34,6% (de 437 casos). Além de Minas, São Paulo aparece com um número significativo de casos: 136 ocorrências no último ano. Os dois estados são os únicos a registrarem mais de 100 casos de violência contra a mulher no último ano. No topo do ranking também aparece o Rio Grande do Sul, com 96 casos. Do lado oposto, o Amapá e Roraima têm, respectivamente, 4 e 5 casos de feminicídio no último ano. O anuário aponta queda de 1,7% quando se somam todos os casos em território nacional. Ao todo, foram 1.341 feminicídios em 2021 contra 1.354 em 2020. O levantamento foi divulgado na última quarta-feira (29/6) e é possível acessar os dados completos na página do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. O que é feminicídio? Feminicídio é o nome dado ao assassinato de mulheres por causa do gênero. Ou seja, elas são mortas por serem do sexo feminino. O Brasil é um dos países em que mais se matam mulheres, segundo dados do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos. A tipificação do crime de feminicídio é recente no Brasil. A Lei do Feminicídio (Lei 13.104) entrou em vigor em 9 de março de 2015. Entretanto, o feminicídio é o nível mais alto da violência doméstica. É um crime de ódio, o desfecho trágico de um relacionamento abusivo. O que diz a Lei do Feminicídio? Art. 121, parágrafo 2º, inciso VI "Considera-se que há razões de condição de sexo feminino quando o crime envolve: I - violência doméstica e familiar; II - menosprezo ou discriminação à condição de mulher." Qual a pena por feminicídio? Segundo a 13.104, de 2015, "a pena do feminicídio é aumentada de 1/3 (um terço) até a metade se o crime for praticado durante a gestação ou nos 3 (três) meses posteriores ao parto; contra pessoa menor de 14 (catorze) anos, maior de 60 (sessenta) anos ou com deficiência; na presença de descendente ou de ascendente da vítima." https://www.correiobraziliense.com.br/brasil/2022/07/5019283-mg-e-o-estado-com-mais-registros-de-feminicidios-aponta-levantamento.html
  17. Um homem morreu e outras seis pessoas ficaram feridas na tarde desta sexta-feira (1º), após serem baleados em um ataque a tiros dentro da Estação Pirajá, localizada no bairro que leva o mesmo nome, em Salvador. Segundo a Polícia Militar, o alvo dos tiros era o homem que morreu. Ele tinha acabado de sair do sistema prisional e foi seguido por criminosos armados até o terminal, onde o ataque aconteceu. Entre as outras vítimas dos tiros confirmadas, estão um colaborador da CCR Metrô Bahia, concessionária que administra o terminal, e passageiros que aguardavam ônibus no local. Ainda segundo as informações colhidas na estação pela reportagem, uma oitava pessoa passou mal e precisou de atendimento médico após a situação. O crime aconteceu por volta das 17h, horário em que o fluxo de passageiros é mais intenso na estação. Dezenas de pessoas estavam no local quando os tiros começaram. Conforme as informações de testemunhas, os criminosos chegaram na estação em um carro preto e fugiram logo após o crime. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e três ambulâncias foram encaminhadas para prestar atendimento. As informações iniciais da Secretaria Municipal da Saúde (SMS) são de que 6 pessoas foram socorridas para UPA Pirajá / Santo Inácio, que é administrada pela pasta, e 1 para a UPA de São Caetano, que é de responsabilidade da Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab). Conforme a SMS, os seis internados na rede são três homens e três mulheres. No entanto, o estado de saúde deles não foi divulgado. Confira: Homem – tiro próximo ao pulmão Homem – tiro no braço direito – fratura exposta Mulher – tiro na coxa esquerda Mulher – tiro na panturrilha Homem – tiro no glúteo direito Mulher – tiro na coxa esquerda Já o paciente internado pela Sesab não teve o quadro divulgado. Em contato com a reportagem, a Secretaria informou que não divulga qualquer tipo de informação sobre paciente. Em nota, a CCR Metrô Bahia informou que “está apurando a ocorrência de disparo de arma de fogo registrado neste fim de tarde, no Terminal de Ônibus de Pirajá. As primeiras informações indicam que o autor do disparo acessou o terminal de ônibus através da área externa. A Polícia Militar e o Samu estão no local juntamente com os colaboradores da área de atendimento da concessionária. A CCR Metrô Bahia informa que está colaborando com as imagens para atuação da Polícia Militar”. O caso será apurado pela Polícia Civil. Em nota, a corporação informou que equipes do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) já iniciaram as investigações. Vídeos: Homem é perseguido e morto a tiros em estação de ônibus de Salvador após deixar presídio; outras 6 pessoas foram baleadas - iBahia.com
  18. O desmatamento na Amazônia Legal no primeiro semestre do ano bateu um novo recorde desde que os registros começaram em 2016, aumentando os temores sobre o futuro da maior floresta tropical do planeta, segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Ademais, os incêndios nessa região marcaram em junho um máximo para o mês em 15 anos, e aumentaram 17% no primeiro semestre deste ano em relação ao mesmo período de 2021, de acordo com Inpe. Entre 1º de janeiro e 24 de junho, o desmatamento englobou uma área de 3.750 km², o pior registro semestral desde 2016, início da série do Sistema de Detecção do Desmatamento na Amazônia Legal em Tempo Real (Deter), baseado em alertas diários. A floresta devastada equivale a uma superfície três vezes maior que a da cidade do Rio de Janeiro. Janeiro e fevereiro foram os meses mais críticos neste ano, com 430 km² e 199 km² de áreas desmatadas, respectivamente, números sem precedentes para a estação chuvosa. A marca mais alta de desmatamento semestral até o momento era a de 2021, quando havia chegado a 3.605 km², em aumento gradual desde 2017. Incêndios em alta Sobre os incêndios que afetam a Amazônia, foram registrados em junho 2.562 focos, a pior marca para o mês em 15 anos, desde os 3.519 focos no mesmo mês de 2007, segundo o Inpe. O número é 11% maior que o total de junho de 2021, quando houve 2.305 focos. No primeiro semestre deste ano foram registrados, no total, 7.533 incêndios na Amazônia, um aumento de 17% em relação ao mesmo período de 2021. No Cerrado, foram 4.239 focos de incêndio em junho, o número mais alto para o mês desde 2010, quando chegou a 6.443. Em todo o semestre, os focos de incêndio chegaram a 10.869, 13% a mais que no mesmo período de 2021. "A estação seca mal começou e a Amazônia já está batendo novos recordes na destruição ambiental", lamentou Cristiane Mazzetti, porta-voz para a região do Greenpeace Brasil, em uma nota de imprensa. Ambientalistas e opositores acusam o governo de Jair Bolsonaro de fomentar a devastação de terras por suas políticas favoráveis ao agronegócio. "O impacto desse descaso político será a perda cada vez maior da resiliência desses ambientes, sem contar com os prejuízos para as comunidades locais e para a saúde. O cenário é muito preocupante", disse em nota Mariana Napolitano, gerente de Ciências da WWF Brasil. Apesar de o uso do fogo ter sido proibido por decreto presidencial de 23 de junho por 120 dias no território brasileiro, foram registrados desde então 1.113 focos na Amazônia, destacou o Greenpeace. https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/afp/2022/07/01/amazonia-legal-registra-desmatamento-recorde-no-primeiro-semestre.htm
  19. O Brasil registrou 75.749 novos casos da covid-19 nesta sexta-feira, 1º. A média móvel de testes positivos, que elimina distorções entre dias úteis e fim de semana, ficou em 57,6 mil, o que representa um aumento de 67% em relação à de duas semanas atrás. A última vez que o índice esteve nesse patamar foi há quatro meses, em 1º de março, quando o País começava a se recuperar da alta circulação da variante Ômicron. O País também notificou 298 novas mortes pelo coronavírus nesta sexta, enquanto a média móvel de óbitos ficou em 212, abaixo do índice registrado na véspera, mas acima de 200 pelo quarto dia. No total, o Brasil tem 671.764 vítimas e 32.434.200 casos da doença. São Paulo notificou 87 mortes e 10,9 mil novos casos do coronavírus nas últimas 24 horas. Minas Gerais foi o Estado com o maior númereo de testes positivos, registrando 12,2 mil novas infecções e outras 21 vítimas da covid nesta sexta. Acre, Amazonas, Amapá, Maranhão, Mato Grosso do Sul e Roraima não informaram óbitos causados pela doença. Os dados diários do Brasil são do consórcio de veículos de imprensa formado por Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL em parceria com 27 secretarias estaduais de Saúde, em balanço divulgado às 20h. Segundo os números do governo, 30,8 milhões de pessoas se recuperaram da doença desde o início da pandemia. O balanço de óbitos e casos é resultado da parceria entre os seis meios de comunicação que passaram a trabalhar, desde 8 de junho de 2020, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 Estados e no Distrito Federal. A iniciativa inédita é uma resposta à decisão do governo Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia, mas foi mantida após os registros governamentais continuarem a ser divulgados. O Ministério da Saúde informou que foram registrados 76 mil novos casos e mais 284 mortes pela covid-19 nas últimas 24 horas. No total, segundo a pasta, são 32.434.063 testes positivos para a doença e 671.700 óbitos. Os números são diferentes do compilado pelo consórcio de veículos de imprensa principalmente por causa do horário de coleta dos dados. https://www.terra.com.br/noticias/coronavirus/brasil-registra-757-mil-novos-casos-e-quase-300-mortes-pelo-coronavirus-nas-ultimas-24-horas,b9d2b268274a5f92d3d696541c112b2d0adknxrv.html
  20. Teerã, 2 Jul 2022 (AFP) - Pelo menos três pessoas morreram e 19 ficaram feridas vítimas de um forte terremoto que estremeceu o sul do Irã na manhã deste sábado (2), informou a agência estatal IRNA. O terremoto de magnitude 6,0 teve seu epicentro 100 km ao sudoeste da cidade portuária de Bandar Abbas, na província de Hormozgan, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS). As três pessoas morreram na aldeia Sayeh Khosh, próxima ao epicentro do terremoto, informou a IRNA, citando o Conselho Islâmico do local, que revelou que três corpos foram retirados dos escombros. O terremoto aconteceu um minuto depois de outro tremor de magnitude 5,7. Uma pessoa morreu em novembro do ano passado quando a província de Hormozgan foi atingida por dois terremotos de magnitude 6,4 e 6,3. O Irã está localizado à beira de várias placas tectônicas e é atravessado por várias falhas, o que o torna um país com alta atividade sísmica. Seu terremoto mais mortal foi de magnitude 7,4 em 1990 que deixou 40.000 mortos no norte do país. bur-mtp/cwl/am https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/afp/2022/07/01/terremoto-de-magnitude-60-deixa-tres-mortos-no-sul-do-ira.htm
  21. O carnaval de rua de São Paulo, batizado de Esquenta Carnaval, agendado para os dias 16 e 17 de julho, corre o risco de não ser realizado. O prefeito Rodrigo Nunes afirmou nesta quinta-feira, 30, que, se não houver patrocínio privado para custear o evento, "a prefeitura não vai colocar dinheiro público" para bancar os desfiles dos blocos. Um novo edital de patrocínio foi aberto e as inscrições pelas empresas devem ser feitas até 7 de julho. A abertura de um novo certame foi feita porque no primeiro processo licitatório, divulgado no último dia 4, com lances a partir de R$ 10 milhões, nenhuma empresa se interessou. Se, novamente, nenhuma entidade se inscrever na licitação, o Esquenta Carnaval não deverá acontecer. Nunes justificou a desobrigação do Executivo de bancar o evento pelo fato de a festa ser fora de época. "Se não houver patrocínio privado, a Prefeitura não colocará dinheiro público no carnaval. Como é um evento extraordinário e não ordinário, ou seja, não está no rito normal das ações, a Prefeitura não vai colocar recurso público", afirmou o prefeito. Mas Nunes mostrou otimismo. Diferentemente do primeiro edital, o segundo certame foi aberto com lances menores, a partir de R$ 6 milhões. "Eu creio que deva ter patrocinador, porque os valores foram reduzidos", disse Nunes. O anúncio da eventual não realização do carnaval demonstra um recuo em relação a uma reunião entre a Prefeitura de São Paulo, a Secretaria Municipal de Cultura e representantes dos blocos de rua. O encontro foi realizado dia 4 de junho. Segundo um levantamento da prefeitura, anunciado no dia 7, 294 blocos haviam se inscrito para desfilar. Como foi em 2021, o carnaval de rua não aconteceu tradicionalmente no começo do ano em razão da pandemia. Em janeiro e fevereiro, o Brasil viu os números de casos positivos e vítimas da doença crescerem em todo o País impulsionados pela variante Ômicron. ABRIL Os desfiles das escolas de samba de Acesso I, Acesso II e Especial, na capital, foram adiados e realizados em abril no Sambódromo do Anhembi. Na ocasião, 17 blocos foram às ruas, segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego. Os recursos do financiamento da festa foram coletivos ou dos blocos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. fonte: https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2022/07/01/prefeitura-de-sp-ja-admite-nao-realizar-carnaval-de-julho.htm
  22. As namoradas Carley e Mercedes que suspeitam ter o mesmo pai fizeram o teste de DNA para tirar a dúvida. Enquanto aguardam o resultado do exame, as duas se recusaram a "dar um tempo" na relação. O casal que está namorando há dois anos. Elas deixaram os seus 831 mil seguidores do TikTok em choque ao revelar que poderiam ter laços sanguíneos. As duas, que também publicam conteúdo erótico na plataforma "OnlyFans", sentem que podem ser meias-irmãs depois de descobrir que ambas as mães fizeram sexo com o mesmo homem. E todos os envolvidos eram da mesma cidade. Elas não entraram em detalhes sobre como foram registradas. As mulheres, que são bem parecidas, anunciaram a dúvida em vídeo com mais de 12,5 milhões de visualizações, afirmando que o temor é ao mesmo tempo "engraçado e estranho". "Enviamos os kits de teste há menos de uma semana, e pode levar de duas a seis semanas para obter os resultados. Tem sido muita coisa para nós processarmos, mas como não temos certeza, não colocamos nosso relacionamento em espera", afirmaram as duas em vídeo no TikTok. Carley e Mercedes: meias-irmãs? Foto: Reprodução/Instagram As suspeitas aumentam por causa de uma reação recorrente dos seguidores: muitos dizem que Carley e Mercedes "parecem gêmeas". Embora tenham perguntado aos seguidores se deveriam permanecer juntas, as namoradas não se desgrudam. "Nós nos conhecemos em um bar e passamos todos os dias juntos desde então! Iniciamos no 'OnlyFans' juntas durante a pandemia e criamos nossa conta no TikTok logo depois! Nosso OnlyFans mostra o lado mais íntimo do nosso relacionamento", afirmaram em nota ao "Daily Star". https://extra.globo.com/noticias/page-not-found/namoradas-que-podem-ter-mesmo-pai-fazem-teste-de-dna-se-recusam-dar-um-tempo-25535842.html
  23. Um aposentado de 75 anos, com problemas na coluna, enfisema pulmonar [doença degenerativa do pulmão] e mal de parkinson, vende doces e salgados para complementar a renda e poder pagar os remédios e o aluguel. As fotos acima e o caso viralizaram nas redes sociais da estudante de Nutrição Jaqueline de Souza, de 33, que não conseguiu ficar indiferente ao notar as dificuldades do idoso, na entrada da balsa em Guarujá, no litoral de São Paulo. As informações obtidas por Jaqueline estão na placa que o homem carrega diante da bandeja de produtos e que poucas vezes é lida, devido à correria dos passageiros que fazem a travessia de balsas. Segundo pesquisa divulgada pelo Jornal Nacional, na última semana, mostra que o número de trabalhadores brasileiros com 70 anos ou mais cresceu mais de 20% em 12 meses. Lourival Ramos de Magalhães, de 75 anos, morador do bairro Albatroz, em Bertioga, portanto faz parte desta estatística. Ele contou ao g1 que vende salgadinhos e doces para uma renda extra, que se faz necessária para a compra dos medicamentos dele e da esposa, uma vez que a aposentadoria de ambos não cobre os gastos. "O salário que eu ganho é muito pouco e só dá para comer, pagar energia e água. Moro de aluguel e pago R$ 1.100. O salário vai embora. Compro uns salgadinhos e balas e vou vender para arrumar um dinheiro para comprar remédio porque, às vezes, falta o remédio. Fico preocupado porque o remédio é minha saúde", disse Lourival. Os gastos mensais do casal com os tratamentos médicos chegam a R$ 1 mil. O dinheiro é gasto com procedimentos para a enfisema pulmonar, mal de parkinson e coluna, além dos medicamentos para a esposa, de 77 anos, que quebrou a clavícula. O idoso contou ao g1 sobre a estratégia de venda. Segundo ele, quando está sol fica pelo Centro de Bertioga, mas, quando o tempo muda vai para a entrada da balsa de Guarujá, onde Jaqueline o encontrou. Lourival vende os salgados por R$ 6 ou R$ 10 e costuma lucrar R$ 2, em média, por produto vendido. 'Foi por Deus' Emocionado, o aposentado disse que está feliz com a repercussão da publicação feita pela estudante e pela ajuda que tem tido. "Estou sentindo que foi por Deus". O aposentado sonha que a história dele chegue até o apresentador Luciano Huck, na esperança de que consiga sair do aluguel. "Vou pedir para ele me ajudar. Queria contar minha história". "É um absurdo. A gente nessa idade tem que descansar, mas o salário é tão pouco, tão miserável, que não dá para nada. Então tenho que sair, ficar em pé o dia inteiro para arrumar um dinheiro para inteirar para comprar remédio e comida porque meu salário vai todo no aluguel, tem água, luz e telefone", desabafou o aposentado. Empatia Jaqueline explicou que estava a caminho de Santos quando encontrou o aposentado vendendo os salgados. "A princípio, pensei em comprar um salgadinho, e comprei. Mas aí vi na plaquinha que ele tem problema de pulmão. Eu tenho vó né? Graças a Deus a minha avó está bem e meu avô também, mas me coloquei no lugar [dele]. Aí, quando a balsa estava vindo, resolvi tirar uma foto para ver se ajudava". A estudante de Nutrição afirmou que não esperava que a publicação tivesse a repercussão que teve. "Já que eu não posso ajudar com mais, porque eu fiz um PIX e comprei o salgadinho, pensei que outras pessoas pudessem ajudar para, quem sabe, ele não precisar ficar vendendo com essa dificuldade". "Imagina um senhor com dor na coluna, com parkinson? Tive que ajudar ele a pegar o dinheiro porque estava tremendo. Me sensibilizei", disse Jaqueline. A publicação dela chegou até a atendente Aline Samara Pereira da Silva, de 31 anos, que se comoveu com a história e fez questão de acompanhar a Jaqueline até uma visita na casa do aposentado. "É ter garra né? Com 75 anos, com todos esses problemas, ele anda encurvado e ainda vende as balinhas, os docinhos dele[...]. É muito guerreiro. Me sensibilizou muito". O g1 entrou em contato com a Prefeitura de Bertioga que, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social, Trabalho e Renda, baseada em dados da Fundação Seade relativos a 2019, informou que o município conta com 424 pessoas com 60 anos ou mais empregadas formalmente. Os dados não incluem profissionais informais, como o caso do aposentado citado na reportagem. https://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2022/07/01/idoso-de-75-anos-com-parkinson-e-enfisema-supera-o-peso-da-idade-e-as-doencas-para-trabalhar-e-poder-comprar-remedios-e-comida-em-sp.ghtml
  24. PM Iuri diz que sempre se achava ‘normal’ e se assustou com repercussão em todo país — Foto: Instagram/Reprodução O policial militar Iuri Gibaldi, de 28 anos, ganhou atenção nas ruas de Porto Velho e nas redes sociais depois de ter sido filmado em ação. Tudo começou quando Iuri foi atender uma ocorrência numa escola estadual da capital de Rondônia na semana passada. De lá para cá, o PM ganhou milhares de admiradores e recebeu da internet o título de “Policial gato”. Só no Instagram dele o número de seguidores saltou de 1 mil para mais de 27 mil em uma semana e a frase “me prende” se tornou a mais comentada nas fotos do policial. Ao g1, Iuri revela ser tímido, mas devido ao aumento de seguidores na rede social ele promete tentar ser mais descontraído e fazer mais postagens para atender a demanda, que cresceu desde a última semana. “Vou tentar postar fotos com mais frequência e interagir com o meu público. Será uma forma de gratidão por todo carinho recebido. Sou bem tímido, mas por eles vou transpor essa barreira”, diz. Antes de ficar conhecido nacionalmente, o policial diz que sempre preferiu a vida reservada e sem exposição. Tanto que, desde 2017, ele fez apenas 18 postagens em sua conta no Instagram. Segundo ele, sua imagem só se tornou pública por causa de vídeos feitos pelos alunos de Porto Velho. “Nunca fui uma pessoa que gostava de postar coisas em rede social e do nada aquele vídeo viralizou. Tudo começou com os alunos do Carmela Dutra, logo em seguida foi para uma no página de Instagram daqui da cidade. Mas o responsável por viralizar no Brasil foi um aluno do Carmela que tem conta lá no Tiktok, onde já soma quase 4 milhões de visualizações”, conta. Policial militar desde 2018, Iuri conta que já tinha ouvido alguns elogios durante o andamento de uma ocorrência. Ele lembra que uma vez, quando conduzia um suspeito à Central de Polícia, foi fotografado por um jornalista e essa foto também gerou uma repercussão em Porto Velho. “Não tinha noção da forma que as pessoas me viam. Sempre me achei normal. Nunca fui apegado à beleza. Na verdade, até hoje tô nessa fase de ‘patinho feio'”, brinca. Sobre o corpo, Iuri diz fugir das dietas, mas tem regularidade nos treinos na academia, joga futebol e corre. Solteiro? Respondendo a uma pergunta feita regularmente nos comentários nas redes sociais: Iuri não está solteiro. Repercussão O vídeo do policial foi publicado em várias páginas famosas do Instagram, algumas delas com mais de 1 milhão de seguidores. Em uma dessas páginas, um seguidor escreveu “Todo mundo tem o direito de ser preso”. Outra seguidora comentou: “Vim procurar o @ do boy PM nos comentários”. Houve ainda outra ainda deu a sugestão: ‘@jbboninho chama o pmgato de Rondônia pro BBB”. Em outro perfil na mesma rede social, uma seguidora escreveu sobre o vídeo viral: “Ele ainda coloca o óculos pra acabar com tudo”. Uma outra marcou uma amiga comentando “vamo ser presa”. https://www.alagoas24horas.com.br/1448140/saiba-quem-e-o-policial-gato-que-virou-febre-nas-redes-sociais/
  25. Nas tabelas a seguir estão listadas as 50 cidades que obtiveram as melhores colocações entre os 5.565 municípios brasileiros analisados pela pesquisa da Austin Rating, em parceria com a Editora Três. Tal análise se deu em três categorias: municípios de grande, médio e pequeno porte. Para conhecer a classificação total das cidades, faça busca no site www.melhorescidadesdobrasil.com.br https://istoe.com.br/as-50-melhores-cidades-por-porte/
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