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  1. AVALIAÇÃO DO GOVERNO BOLSONARO Aprova - 43% Desaprova - 45% Não Sabe - 12% ELEIÇÕES 2020 - ESPONTÂNEA Amazonino Mendes (PODE) - 7% David Almeida (Avante) - 3% Arthur Virgílio Neto (PSDB) - 2% José Ricardo (PT) - 1% Serafim Corrêa (PSB) - 1% Não Sabe - 72% Branco/Nulo - 9% Outros - 5% ESTIMULADA Amazonino Mendes (PODE) - 26% David Almeida (Avante) - 15% Eduardo Braga (MDB) - 6% José Ricardo (PT) - 6% Serafim Corrêa (PSB) - 5% Alberto Neto (Republicanos) - 4% Josué Neto (PRTB) - 4% Conceição Sampaio (PP) - 3% Marcos Rotta (DEM) - 3% Alfredo Nascimento (PL) - 2% Romero Reis (Novo) - 2% Hissa Abrão (PDT) - 2% Chico Preto (DC) - 1% Felipe Souza (Patriota) - 1% Carol Braz - 0% Branco/Nulo - 13% Não Sabe - 7% REJEIÇÃO Eduardo Braga - 24% Amazonino Mendes - 12% Alfredo Nascimento - 12% Serafim Corrêa - 7% Chico Preto - 3% Conceição Sampaio - 3% David Almeida - 2% José Ricardo - 2% Josué Neto - 1% Hissa Abrão - 1% Marcos Rota - 1% Romero Reis - 1% Carlos Braz - 0% Felipe Souza - 0% Marcos Rotta - 0% Não Sabe - 11% Rejeita Todos - 11% Não Rejeita Nenhum - 7% Real Time Big Data https://www.fatoamazonico.com/real-time-aponta-amazonino-como-o-preferido-do-manauara-com-26-para-as-eleicoes-municipais/
  2. Não consegui diminuir a imagem. A matéria completa é do VALOR: https://valor.globo.com/politica/noticia/2020/06/15/aumenta-rejeicao-a-ideias-golpistas-mostra-pesquisa.ghtml
  3. A tendência de alta da reprovação (ruim/péssimo) registrada no momento de 42 para 49 e depois 50% acabou e agora forma uma nova tendência de estabilização (mais para queda) de 50, 49 e 48% nas últimas 3 pesquisas, ao passo que a aprovação foi de 25, 26 e 28% também nas últimas três. É, amigos... vamos ver se isso tem a ver com o auxílio emergencial ao longo dos próximos meses. Outro dado interessante é que 40% do país não se identifica com nenhuma das manifestações ocorridas (nem contra, nem a favor do governo). Achei um número bem expressivo, ante 33% que concorda com as manifestações contra o governo e 22% concorda com as manifestações em apoio ao governo. Outros dados interessantes da pesquisa aqui: https://conteudos.xpi.com.br/politica/pesquisa-xp-junho-2020-interrupcao-na-tendencia-de-aumento-na-reprovacao-ao-presidente-jair-bolsonaro/
  4. O governo do presidente Jair Bolsonaro tem 41% de aprovação e 50% de desaprovação, segundo levantamento de opinião do DataPoder360 realizado nesta semana, de 8 a 10 de junho de 2020, com 2.500 pessoas em todo o país. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. Antes de perguntar sobre aprovação e desaprovação, o DataPoder360 começou indagando se o entrevistado achava o trabalho do presidente ótimo/bom, regular ou ruim/péssimo. Os percentuais apurados mostram que a rejeição segue em trajetória de alta, tendo ido de 44% para 47% em duas semanas. A taxa de regular variou de 23% para 20%. A aprovação ficou na mesma, em 28%. A curva ascendente da rejeição criou 1 novo ambiente na política nos últimos 15 dias. Começaram a ganhar espaço grupos defendendo a troca de governo e a criação de uma “frente ampla” anti-Bolsonaro. Surgiu também 1 movimento chamado “Somos 70%” argumentando que o presidente tem apenas cerca de 1/3 do eleitorado a seu favor –e que 70% seriam contrários a ele. A grande dúvida neste momento é sobre para onde vai o grupo que classifica o governo como regular –hoje, 20% dos entrevistados. O DataPoder360 cruzou as respostas de quem acha Bolsonaro regular com as de quem aprova ou desaprova o governo. Nessa comparação de respostas chega-se à conclusão de que o presidente da República herda 59% do grupo que o classifica como regular. Ou seja, por enquanto, a teoria do “Somos 70%” não tem aderência com a realidade. A pesquisa, realizada de 8 a 10 de junho de 2020 pelo DataPoder360, divisão de estudos estatísticos do Poder360, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 2.500 entrevistas em 518 municípios nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. O nível de confiança é de 95%. Conheça mais sobre a metodologia lendo este texto. REJEIÇÃO EM ALTA Há 1 dado claramente negativo para Bolsonaro nos últimos 2 meses: a curva de rejeição (os que acham o governo “ruim” ou “péssimo”) está em alta. Na pesquisa de 13 a 15 de abril, o percentual era de 33%. Hoje, está em 47%. Essa trajetória da rejeição ao trabalho de Bolsonaro coincidiu com o recrudescimento da pandemia de covid-19 e com vários episódios em que o presidente se contrapôs a outros Poderes da República, ofendeu a mídia, perdeu 3 ministros (Sergio Moro, da Justiça, e Henrique Mandetta e Nelson Teich, ambos da Saúde) e participou de atos em que alguns ativistas pediam o fechamento do Congresso e do Supremo Tribunal Federal. Para complicar, houve a recente controvérsia sobre a divulgação dos novos casos comprovados de covid-19 e de mortes. O governo chegou a retirar do ar por alguns dias as informações completas. Houve uma reação negativa da mídia, que acabou criando 1 consórcio para apurar diariamente os dados sobre coronavírus. A pesquisa do DataPoder360 foi realizada nessa conjuntura, com noticiário amplamente negativo para o Planalto nas TVs, rádios, internet e mídia impressa. MULHERES REJEITAM MAIS Há grande diferença na avaliação de Bolsonaro entre homens e mulheres. Para 35% dos entrevistados do sexo masculino, o presidente faz 1 trabalho “bom” ou “ótimo”. Entre mulheres, o percentual cai para 22%. Da mesma forma, a rejeição de Bolsonaro é de 44% entre homens, mas vai a 50% entre mulheres. Quando se trata de renda, o presidente tem seu melhor desempenho no grupo que não tem salário fixo ou ganha até 2 mínimos por mês: a taxa de aprovação entre esses entrevistados vai a 33%. A pesquisa indica ainda 1 novo movimento entre os apoiadores do presidente. Houve uma alta significativa de rejeição entre as pessoas com menor grau de instrução: de 21 pontos percentuais. Na última pesquisa, 36% dos que não foram à escola rejeitavam o governo. Agora, são 57%. Os mais instruídos (com ensino superior) continuam sendo os que mais avaliam como como ruim ou péssima a atuação de Bolsonaro. Sendo antes 57%, agora o percentual foi a 63%. A parcela dos que mais aprovam a administração federal é observada entre os moradores das regiões Centro-Oeste (38%) e Norte (37%). Também entre os entrevistados de 60 anos ou mais (38%). APROVAÇÃO ESTRATIFICADA É possível analisar como se dividem os diversos grupos demográficos nas respostas sobre aprovação e desaprovação do governo. O percentual positivo para o presidente é melhor entre homens: 47% aprovam o governo, contra 35% entre as mulheres. Considerando o nível de escolaridade, dos que não frequentaram a escola, 56% desaprovam o governo e 42% aprovam. A aprovação cai para 33% entre os que têm nível superior e aumenta para 65% no mesmo grupo. A desaprovação do presidente é maior entre os que recebem de 5 a 10 salários mínimos (69%). Já a aprovação é maior entre quem está desempregado ou não possui renda (43%). As regiões Centro-Oeste e Norte também são os locais onde o governo lidera em aprovação no país: com 62% e 54%, respectivamente. https://www.poder360.com.br/datapoder360/41-aprovam-e-50-desaprovam-governo-bolsonaro-diz-datapoder360/
  5. A reprovação dos paulistanos a medidas tomadas pelo prefeito Bruno Covas (PSDB) e pelo governador João Doria (PSDB) em relação à pandemia do novo coronavírus aumentou entre abril e maio. A mesma movimentação aconteceu com relação ao Ministério da Saúde e ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Os resultados constam da pesquisa da Rede Nossa São Paulo, em parceria com o Ibope, divulgada hoje. Em relação a Covas, a parcela da população que considera inadequadas as medidas tomadas por ele para conter a pandemia saltou de 20% para 35% em um mês. Já os que consideravam as medidas adequadas caiu de 68% para 51% No caso de João Doria, o movimento foi parecido. Os que consideravam as medidas inadequadas aumentou de 21% dos entrevistados para 36%. Os que avaliaram adequadas passou de 68% para 51%. Sobre Bolsonaro, 66% dos entrevistados afirmaram que consideram inadequadas as medidas de enfrentamento adotadas pelo presidente. Há um mês, este número era de 57%. Os que avaliaram como adequadas passou de 26% para 21%. Entre as autoridades e órgãos questionados pelo Ibope, Bolsonaro registrou a maior rejeição entre os moradores da capital paulista. As medidas do ministério da Saúde, que antes contavam com aprovação de 71% das pessoas, agora têm 53% de respaldo. A pasta enfrenta um agravamento da sua crise interna após a saída do médico Nelson Teich antes de completar um mês no ministério. O general Eduardo Pazuello assumiu o comando da pasta, mesmo sem experiência na área da saúde. A pesquisa também consolidou o isolamento social como principal forma de atenuar os impactos da pandemia, pelo menos de acordo com a opinião pública. 78% dos entrevistados responderam "evitando sair de casa" quando questionados sobre o que estavam fazendo para que "os impactos da pandemia sejam os menores possíveis". Foram ouvidas 800 pessoas, com 16 anos ou mais, entre 21 de maio e primeiro de junho. A margem de erro é de três pontos para mais ou para menos. Em nota, o governo de SP afirmou que "trabalha desde o início com o respaldo de especialistas em medicina e ciência para definir medidas de enfrentamento e mitigação da pandemia". "Diante da maior crise de saúde pública dos últimos cem anos, o Governador João Doria podia optar entre subterfúgios populistas ou se manter firme ao lado da ciência e da medicina. O caminho escolhido foi o mais responsável, e a história fará justiça ao esforço de todos os 46 milhões de brasileiros de São Paulo quando o maior desafio de nossa geração for definitivamente superado", diz o texto do governo. A reportagem tentou contato com a Prefeitura de São Paulo, mas não houve retorno até o fechamento deste texto. https://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2020/06/09/ibope-medidas-coronavirus-sao-paulo.htm
  6. https://www1.folha.uol.com.br/poder/2020/05/com-crise-na-saude-avaliacao-de-bolsonaro-na-pandemia-piora-mostra-datafolha.shtml Bolsonaro tem reprovação de 50% e aprovação de 27% na gestão da crise do coronavírus, diz Datafolha Levantamento ouviu, por telefone, 2.069 pessoas maiores de idade na segunda e na terça-feira; margem de erro é de dois pontos percentuais. Por G1 Pesquisa do Instituto Datafolha publicada no site do jornal “Folha de S.Paulo” no final da noite desta quinta-feira (28) mostra os seguintes percentuais de avaliação da atuação do presidente Jair Bolsonaro no combate à pandemia do novo coronavírus: Ótimo ou bom: 27% (a última foi 27%, em 27 de abril) Ruim ou péssimo: 50% (a última foi 45%) Regular: 22% (a última foi 25%) Não sabe: 1% (a última foi 3%) O levantamento ouviu 2.069 pessoas maiores de idade na segunda e na terça-feira (26). As entrevistas foram feitas por telefone. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais. A pesquisa também fez outras perguntas. Veja itens abaixo: Opinião sobre a responsabilidade de Bolsonaro pelo avanço da pandemia Muito responsável: 33% Um pouco responsável: 20% Não é responsável: 45% Não sabe: 3% Saúde A aprovação do desempenho do Ministério da Saúde na crise sanitária, agora comandada interinamente pelo general Eduardo Pazzuelo, também caiu. Antes era 55%, foi a 76% e agora desabou para 45%. Avaliação do desempenho do Ministério da Saúde na pandemia Ótimo ou bom: 45% Ruim ou péssimo: 21% Regular: 32% Não sabe: 2% Governadores Os governadores seguem melhor avaliados do que Bolsonaro. Governadores do Sul têm 68% de ótimo e bom, seguidos por de Nordeste (53%), Norte/Centro-Oeste (52%) e Sudeste (50%) - empate técnico nos quatro últimos casos. Avaliação do desempenho do governador do estado na pandemia Ótimo ou bom: 50% (54% na última pesquisa) Ruim ou péssimo: 25% (20% na última pesquisa) Regular: 24% (24% na última pesquisa) Não sabe: 1% (2% na última pesquisa) Opinião sobre a responsabilidade do governador do estado pelo avanço da pandemia Muito responsável: 19% Um pouco responsável: 20% Não é responsável: 58% Não sabe: 3%
  7. Avaliação da administração do Governador Ronaldo Caiado Ótima - 15,7% Boa - 35,5% Regular - 30,6% Ruim - 6,4% Péssima - 9,7% Não Sabe - 2,2% Aprova - 70,1% (76,1% entre os com 60 anos ou mais) Desaprova - 24,4% Não Sabe - 5,5% Avaliação da administração do Presidente Jair Bolsonaro Ótima - 19,5% Boa - 20,5% Regular - 20,3% Ruim - 8,1% Péssima - 29,5% Não Sabe - 2,1% Aprova - 50,7% Desaprova - 45,3% Não Sabe - 4,0% Entre as mulheres: 41,7% aprovam; 52,9% desaprovam Entre os católicos: 47,1% aprovam; 48,7% desaprovam Entre os com ensino superior: 42,6% aprovam; 54,4% desaprovam https://www.paranapesquisas.com.br/wp-content/uploads/2020/05/MídiaGO_Mai20.pdf
  8. A rejeição ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) cresceu ao longo do mês passado, cristalizando uma polarização assimétrica na população em meio à crise sanitária, econômica e política pela qual passa o Brasil. Segundo pesquisa do Datafolha feita na segunda (25) e na terça (26), já sob o impacto da divulgação do vídeo da reunião ministerial de 22 de abril, 43% dos brasileiros consideram o governo ruim ou péssimo. Recode na gestão, esse número era de 38% no levantamento anterior, de 27 de abril. Foram ouvidos 2.069 adultos, com margem de erro de dois pontos percentuais. A aprovação de Bolsonaro segue estável, os mesmos 33% nas duas aferições. Já aqueles que acham o governo regular, potenciais eleitores-pêndulo numa disputa polarizada, caíram de 26% para 22%. Olhando a breve série histórica de Bolsonaro no poder, o Brasil deixou de estar partido em três partes iguais, como o Datafolha indicou ao longo de 2019, para caminhar a uma divisão em que o polo que rejeita o presidente é mais denso. Tal radicalismo é bastante visível entre os mais ricos, aqueles que ganham mais de 10 salários mínimos. Se antes eles eram um esteio da aprovação do presidente, agora estão entre os que mais o rejeitam, com 49% de ruim ou péssimo. No mesmo segmento, contudo, é alta sua aprovação: 42%. A fatia daqueles no meio do caminho, que acham Bolsonaro regular, míngua para 8%. A estratificação mostra também que os mais instruídos são os que mais rejeitam, no cômputo geral, o presidente. Entre os que têm curso superior, 56% desaprovam Bolsonaro, ante 36% daqueles que têm o ensino fundamental. Com isso, é visível que o proverbial terço do eleitorado que está com o presidente se mantém estável mesmo com os reveses políticos recentes, como a crise com Poderes, a acusação de interferência na Polícia Federal, a saída de Sergio Moro do governo ou as barganhas com o centrão. Há algumas cunhas, contudo: entre aqueles 55% que assistiram ao polêmico vídeo da reunião ministerial de 22 de abril, a rejeição a Bolsonaro sobe a 53%. O caudaloso compêndio de palavrões e agressões da peça fez disparar a má avaliação que o brasileiro faz do comportamento presidencial. Acham que Bolsonaro nunca se comporta de forma adequada ao cargo 37% dos entrevistados, ante 28% há um mês. Já os que acreditam que ele se comporta mal na maioria das vezes se manteve estável (de 25% para 23%). E os que sempre veem a liturgia do cargo preservada são 13% (14% em abril), enquanto os que a percebem assim na maioria das vezes oscilaram de 28% para 25%. A capacidade do presidente de governar é questionada. Oscilou positivamente de 49% para 52% entre as duas pesquisas o número de quem acha que Bolsonaro não a possui mais. Acham que ele ainda a tem ficaram estáveis em 45%. A confluência multifatorial da crise levou o Datafolha a buscar medir impactos específicos da pandemia sobre o humor do eleitorado. O instituto quis saber quantos brasileiros procuraram o auxílio emergencial de R$ 600 oferecido pelo governo federal na crise. Fizeram o pedido 43% dos ouvidos, sendo que dos quais 16% não receberam nenhuma parcela. Pediram mais a ajuda desempregados (78%), quem é assalariado sem carteira (68%) e jovens de 16 a 24 anos (60%). O Norte e o Centro-Oeste foram as regiões que mais requisitaram (54%), enquanto o Sudeste foi onde menos pedidos foram feitos (35%). A composição do apoio a Bolsonaro mudou desde o ano passado, com uma migração de aprovação de ricos e instruídos para mais pobres e com pouco ensino. Mas o auxílio emergencial não impactou de forma significativa isso. Aqueles que fizeram e receberam a ajuda aprovam Bolsonaro em medida semelhante à média nacional: 36% de ótimo e bom, ante os 33% gerais. Se isso ajudou a segurar o índice, é apenas hipotético. Já a disputa política em torno da condução da pandemia, na qual Bolsonaro assumiu o papel de inimigo do isolamento social em prol da manutenção da economia aberta, tem reflexos. Questionados sobre sua adesão ao isolamento, o maior grupo (50%) diz que só sai de casa se for inevitável. Entre esses, a rejeição a Bolsonaro vai a 48%. O mesmo se dá entre aqueles que ou pegaram a Covid-19 ou conhecem alguém que pegou, com 47% de ruim/péssimo. Quem vive em regiões metropolitanas, que estão sofrendo mais com a doença, também critica mais o presidente: 49% de rejeição, antes aprovação de 32% e um regular minguante de 19%. O mesmo se dá demograficamente: as duas regiões mais populosas, Sudeste e Nordeste, com cerca de 2/3 dos moradores do país, rejeitam mais Bolsonaro, com 45% e 48% e ruim/péssimo, respectivamente. É má notícia eleitoral para o presidente a posição no Sudeste, já que nordestinos sempre foram grupo de resistência ao seu nome. Na mão contrária, há coincidência entre posições de maior relaxamento contra o coronavírus e o apoio a Bolsonaro. Entre aqueles que dizem viver normalmente, 53% o acham bom ou ótimo. Já entre quem é contra a ideia de um "lockdown", 55%. Bolsonaro tem o pior índice de aprovação de presidentes eleitos desde 1989 a esta altura de um primeiro mandato. Entre aqueles sofreram impeachment desde então, Fernando Collor (então PRN) tinha 41% de rejeição um pouco mais a à frente, com um ano e seis meses na cadeira. Já Dilma Rousseff (PT) gozava de aprovação estratosférica (65%) e apenas 5% de ruim/péssimo em março de 2012. Acabou reeleita em 2014, e impedida dois anos depois. ENTREVISTAS FORAM REALIZADAS POR TELEFONE A pesquisa telefônica, utilizada neste estudo, representa o total da população adulta do país. As entrevistas são realizadas por profissionais treinados para abordagens telefônicas e as ligações feitas para aparelhos celulares, utilizados por cerca de 90% da população. O método telefônico exige questionários rápidos, sem utilização de estímulos visuais, como cartão com nomes de candidatos, por exemplo. Assim, mesmo com a distribuição da amostra seguindo cotas de sexo e idade dentro de cada macrorregião, e da posterior ponderação dos resultados segundo escolaridade, os dados devem ser analisados com alguma cautela por limitar o uso desses instrumentos. Nesta pesquisa, feita dessa forma para evitar o contato pessoal entre pesquisadores e respondentes, o Datafolha adotou as recomendações técnicas necessárias para que os resultados se aproximem ao máximo do universo que se pretende representar. Todos os profissionais do Datafolha trabalharam em casa, incluídos os entrevistadores, que aplicaram os questionários através de central telefônica remota. Foram entrevistados 2.069 brasileiros adultos que possuem telefone celular em todas as regiões e estados do país. A margem de erro é de dois pontos percentuais. A coleta de dados aconteceu nos dias 25 e 26 de maio de 2020. https://www1.folha.uol.com.br/poder/2020/05/rejeicao-a-bolsonaro-bate-recorde-mas-base-se-mantem-diz-datafolha.shtml? Chama atenção a resiliência desses 30%. Um impeachment num cenário assim fica muito difícil, infelizmente.
  9. O vídeo da reunião ministerial , tornado público por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), conseguiu mobilizar um grupo de críticos da direita à esquerda na rejeição ao governo Bolsonaro, e deixou a base pró-governo ainda mais isolada. É o que mostra monitoramento das discussões e interações no Twitter feito pela Diretoria de Análise de Políticas Públicas da Fundação Getulio Vargas: o repúdio ao governo Bolsonaro alcançou mais de 58,4% das interações no Twitter em 24 horas, gerando uma nova convergência da oposição, que desta vez reuniu desde deputados da esquerda ao ex-ministro da Justiça Sergio Moro. Já a base de apoio ao presidente também esteve bastante ativa, chegando a 19% das interações. No entanto, apesar da “energização”, a base bolsonarista se mantém “cada vez mais isolada” e “dependente dos próprios influenciadores e da atividade destes. “Ao contrário da base de oposição, que agora conta com ex-membros do governo e antigos apoiadores de Bolsonaro”, afirma o estudo. A discussão em torno do conteúdo da reunião ministerial deixou à margem o tema da pandemia. Um dos temas de maior repercussão foram os comentários do ministro da Educação, Abraham Weintraub , que sugeriu a prisão dos ministros do Supremo. https://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2020-05-25/aumenta-rejeicao-a-bolsonaro-apos-divulgacao-de-video-de-reuniao-diz-estudo.html
  10. Em sua opinião, quem é o maior responsável pelas mortes causadas pelo coronavírus no Brasil? Presidente Jair Bolsonaro - 35,1% Governadores - 12,7% População - 9,4% Todos - 6,0% Supremo Tribunal Federal (STF) - 5,6% Prefeitos - 4,1% A China - 4,0% Deputados federais e senadores - 3,2% O vírus - 2,1% Todos os políticos - 1,7% Outras citações - 1,2% Ninguém - 8,1% Não sabe - 6,8% A pesquisa completa: https://www.paranapesquisas.com.br/wp-content/uploads/2020/05/MídiaBR_Mai201.pdf Foram ouvidas 2258 de todos as unidades da federação, entre os dias 15 e 19 de maio. A margem de erro é de 2%. O nível de confiança é de 95% PARANÁ PESQUISAS
  11. Há dois meses Joe Biden propôs, em debates e entrevistas, que EUA e outros países ricos do Hemisfério Norte destinem 20 bilhões de dólares (cerca de R$120 bilhões na cotação atual) ao Brasil como incentivo para o país parar de queimar/desmatar deliberadamente a Amazônia https://g1.globo.com/mundo/eleicoes-nos-eua/2020/noticia/2020/03/16/em-debate-biden-diz-que-destinara-us-20-bilhoes-para-brasil-combater-incendios-na-amazonia.ghtml Não ficou claro se seria um valor anual ou para os 4 anos de mandato do Biden. Claro que entre proposta e prática existe um abismo, mas o que vocês achariam? Aceitar essa grande quantia em $ como incentivo seria bom negócio para o Brasil ou um acinte à soberania nacional?
  12. Avaliação do prefeito ACM Neto (DEM) - em Salvador Ótimo/Bom - 79% Regular - 15% Ruim/Péssimo - 1% Não Sabe - 5% Avaliação de ACM Neto no combate ao coronavírus - em Salvador Ótimo/Bom - 84% Regular - 13% Ruim/Péssimo - 1% Não Sabe - 2% Avaliação do governador Rui Costa (PT) - na Bahia Ótimo/Bom - 53% Regular - 34% Ruim/Péssimo - 10% Não Sabe - 3% Avaliação do governador Rui Costa (PT) - por região do Estado Avaliação de Rui Costa no combate ao coronavírus - na Bahia Ótimo/Bom - 60% Regular - 29% Ruim/Péssimo - 9% Não Sabe - 2% Avaliação de Rui Costa no combate ao coronavírus - em Salvador Ótimo/Bom - 67% Regular - 16% Ruim/Péssimo - 13% Não Sabe - 4% Avaliação do presidente Jair Bolsonaro - na Bahia Ótimo/Bom - 31% Ruim/Péssimo - 42% - Entre os que ganham mais de 10SM: 50% de ruim/péssimo - Entre os que ganham entre 5 e 10SM: 67% de ruim/péssimo Avaliação do presidente Jair Bolsonaro - em Salvador Ótimo/Bom - 24% Regular - 15% Ruim/Péssimo - 54% Não Sabe - 7% Opinião sobre protestos contra o STF e Congresso - na Bahia Devem ser proibidos - 35% Podem acontecer - 29% Não Sabe - 36% Opinião sobre protestos contra o STF e Congresso - em Salvador Devem ser proibidos - 39% Podem acontecer - 24% Não Sabe - 37%
  13. https://veja.abril.com.br/politica/com-acoes-direcionadas-aos-mais-pobres-bolsonaro-muda-base-de-apoio/ Com ações direcionadas aos mais pobres, Bolsonaro muda base de apoio Cresce a popularidade do presidente entre a população de baixa renda e menos escolarizada Em termos de popularidade, Jair Bolsonaro é um fenômeno de sobrevivência em processo acelerado de mutação. Cada nova pesquisa feita em tempos de coronavírus revela mais arranhões em sua imagem, frutos direto do estado negacionista do capitão diante do problema, do descompasso entre o discurso da “gripezinha” e a postura mais responsável de prefeitos e governadores e da absoluta falta de sensibilidade demonstrada por ele com relação às vítimas da doença (a “cereja do bolo” foi o passeio do presidente de jet ­ski no último sábado, 9, quando o país ultrapassava a casa das 10 000 mortes). Segundo o levantamento mais recente de opinião pública, da CNT/MDA, realizado por telefone entre os dias 7 e 10 de maio, a quantidade de pessoas que reprovam seu governo aumentou de 31% para 43% em comparação com janeiro. Simultaneamente, a aprovação manteve-se praticamente igual, oscilando dentro da margem de erro de 2,2 pontos: passou de 34,5% para 32%, considerando os brasileiros que classificam sua administração como boa ou ótima. Ou seja, Bolsonaro ainda goza da simpatia de um terço do eleitorado, um respaldo que parece até agora à prova de crise e tão resistente quanto sua luta eterna contra os fantasmas do comunismo. Um olhar mais atento para esse cacife eleitoral de um terço da população, no entanto, revela que a base de apoiadores do presidente se encontra em transmutação. De acordo com especialistas, metade da fatia de 30% dos que o avaliam como bom ou ótimo são fãs quase incondicionais do capitão, o chamado núcleo duro do bolsonarismo. A outra porção se mostra mais infiel e movediça. Nos últimos meses, desembarcaram dela as pessoas com maior renda e escolaridade — e foram substituídas em quantidade semelhante por eleitores que só cursaram até o ensino fundamental e com renda condizente à das camadas mais pobres da sociedade. O fenômeno, consequentemente, fez cair a rejeição que Bolsonaro tem na Região Nordeste, um reduto histórico do PT. Uma pesquisa recente do Vox Populi encomendada pelo partido de Lula quantificou o fenômeno. Ela apresenta o desempenho do presidente por região, renda familiar e escolaridade. VEJA teve acesso aos dados. De acordo com o levantamento, Bolsonaro recebeu as seguintes avaliações: 35% positivo, 38% negativo e 24% regular. A mesma pesquisa realizada pelo Vox Populi em dezembro revelou que a popularidade do presidente vinha numa tendência de queda desde abril do ano passado — em igual período, a rejeição a ele aumentava, chegando, no fim de 2019, a 42% dos pesquisados. Em dezembro, Bolsonaro tinha apenas 22% de aprovação. Para lideranças do PT, o presidente soube capitalizar o medo do desemprego e da falta de renda e, ao ficar com os louros do “coronavoucher”, o auxílio emergencial financeiro da pandemia, conseguiu reverter a tendência de queda, saltando 13 pontos porcentuais em quatro meses. Nem a saída de Sergio Moro do Ministério da Justiça teve impacto, segundo o levantamento. A diferença entre a aprovação nos dias anteriores à demissão do ex-­juiz da Lava-Jato e nos dias após sua saída do governo, em 24 de abril, foi de apenas 1 ponto porcentual. A leitura é que os 600 reais do auxílio emergencial pagos a trabalhadores informais e beneficiários do Bolsa Família influenciaram na manutenção do um terço de apoio que Bolsonaro apresenta nas pesquisas em geral. Numa improvável imbricação de lulistas com bolsonaristas, é possível que o presidente esteja construindo uma base com nordestinos, trabalhadores de baixa renda e pessoas com pouca escolaridade, que quase nada têm a ver com seus seguidores mais fiéis e originais. No Nordeste, onde Bolsonaro foi derrotado no segundo turno por Fernando Haddad, do PT, por 69,7% dos votos contra 30,3%, seu crescimento foi de 15 pontos porcentuais. Entre dezembro e abril, ele aumentou sua aprovação por lá de 12% para 27%. Quando o recorte é feito entre os eleitores de baixa renda, o porcentual salta, no mesmo período, de 16% para 34%. E, por escolaridade, entre as pessoas com formação até o ensino fundamental o presidente é aprovado por 42%. Quatro meses atrás era por 18%. Esses resultados foram exibidos em uma longa reunião realizada pelo diretório nacional do PT no último dia 29. “Incrivelmente, foi uma ocasião em que Lula mais ouviu do que falou”, afirma o vice-presidente nacional do partido, Washington Quaquá. Foi Franklin Martins, ex-­chefe da Secretaria de Comunicação no governo Lula, quem fez o pronunciamento mais duro daquele dia. “Parte desses setores das classes C, D e E parece ter retornado agora (a apoiar Bolsonaro) com medo do coronavírus, mas é um retorno frágil e não consolidado”, disse ele. “Precisamos parar de falar para a bolha e passar a falar para todos. Chega de ficar fazendo tuíte, lacração e gracinha. A situação é dramática e temos de entender a sua gravidade.” Os setores que não dependem do Estado para suprir as necessidades mais básicas já começaram a abandonar o barco. Números divulgados em 27 de abril pelo Datafolha mostram que, de dezembro para cá, a rejeição a Bolsonaro havia crescido 11 pontos porcentuais entre aqueles com ensino superior completo, 9 pontos entre as pessoas que recebem de cinco a dez salários mínimos e 14 pontos entre os que têm renda acima de dez salários mínimos. No empresariado, o apoio caiu de 58% para 37%. São perdas consideráveis de parcelas da população que foram fiéis ao governo diante de todas as polêmicas do ano passado e explicam como Bolsonaro vem perdendo terreno nas redes sociais. Segundo a Diretoria de Análise de Políticas Públicas da FGV, o apoio ao governo e às falas do presidente contra o isolamento social representou apenas 16% de um debate que mobilizou 6,7 milhões de postagens no Twitter entre os dias 15 de abril e 11 de maio. “Esse grupo mais sofisticado viu que acabou o ‘sonho de verão’ deles e que a solução milagrosa para reformas econômicas afundou”, afirma Ricardo Sennes, diretor da consultoria de riscos Prospectiva. Para quem acompanha de perto essas mutações no eleitorado, o presidente foi esperto ao ajustar o foco nos últimos meses mirando um apoio que compensasse essa perda. “Nesta pandemia, Bolsonaro ganhou com o discurso fácil ao abordar o problema da renda, que afeta milhões de pessoas, enquanto o vírus afeta milhares”, diz a presidente do PT, a deputada Gleisi Hoffmann (PR). “Ele optou pelo discurso populista, tratando de fome e desemprego num momento em que a pandemia vai afetar a economia e causar justamente desemprego.” De discurso populista, não há como negar, o PT fala com conhecimento de causa. Quando antagoniza com governadores e afirma que “gostaria que todos voltassem a trabalhar”, como o fez no 1º de Maio, Bolsonaro atende aos anseios de categorias como os motoristas de Uber, motoboys e caminhoneiros, que não podem interromper as atividades profissionais sob o risco de ficar sem fonte de renda. “Ele se dirige a uma parcela que não pode fazer quarentena nem home office”, afirma o professor Fernando Amed, que coordena um grupo de pesquisa sobre comportamento político na PUC-SP. “Esta crise aumenta o fosso que separa os mais favorecidos dos que não são.” No trimestre em que estão previstos os pagamentos do “coronavoucher”, o governo deve gastar 154,4 bilhões de reais para atender 96,9 milhões de pessoas. A título de comparação, o Bolsa Família previa para 2020 gastos de 31 bilhões com 14 milhões de famílias. Foi com o Bolsa Família e outros programas assistenciais que o ex-presidente Lula formou um eleitorado cativo entre os mais pobres e no Nordeste. Apesar de Bolsonaro avançar sobre essas camadas em meio à crise, esse apoio é volátil e não pode ser dado como um ativo eleitoral certo para 2022. “O Bolsa Família aumentou a probabilidade de essas pessoas votarem no Lula e na Dilma, mas não gerou petistas. Já esse auxílio emergencial é temporário. A curto prazo, há o aumento na popularidade, mas quanto tempo dura essa gratidão?”, questiona o cientista político da FGV Cesar Zucco. É fato que a queda econômica está em andamento e continuará após o pagamento do auxílio. Mas ainda é cedo para cravar se o agravamento da pandemia e a recessão podem dinamitar essa nova base bolsonarista. Colaborou André Siqueira
  14. https://www.poder360.com.br/datapoder360/bolsonaro-tem-30-de-aprovacao-e-39-de-rejeicao-diz-datapoder360/
  15. A avaliação positiva do governo Jair Bolsonaro (sem partido) oscilou negativamente de 34,5% para 32%, segundo pesquisa CNT/MDA, divulgada hoje (12). Já a avaliação negativa do governo Bolsonaro disparou: de 31% para 43,4%. O último levantamento havia sido feito em janeiro deste ano. Confira aqui a íntegra da pesquisa. Segundo a CNT (Confederação Nacional dos Transportes), foram feitas 2.002 entrevistas por telefone, entre 7 e 10 de maio, com pessoas de 494 municípios, de 25 Unidades da Federação. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais. A avaliação positiva considera os índices de "ótimo" e "bom". Já a avaliação negativa, as somas de "ruim" e "péssimo". O levantamento - feito em parceria com o Instituto MDA - mostra os índices de popularidade do governo e também do próprio presidente Jair Bolsonaro. Traz ainda a avaliação dos brasileiros sobre a atuação dos governos federal e estaduais no enfrentamento à pandemia do novo coronavírus, além de apontar a opinião dos entrevistados sobre outros temas como a manutenção das eleições municipais em 2020 e a saída do ex-ministro Sergio Moro do governo. Avaliação do governo Bolsonaro é diferente da avaliação pessoal de Jair Bolsonaro. Essa última analisa apenas o desempenho do presidente, e não do governo como um todo. Na pesquisa divulgada hoje, 55,4% dos entrevistados desaprovam o desempenho pessoal de Bolsonaro. Outros 39,2% aprovam. Em janeiro, a aprovação pessoal de Bolsonaro era de 47,8%. A desaprovação era de 47%. Aprovação do desempenho pessoal do presidente Bolsonaro em maio de 2020: Aprova - 39,2% (era 47,8% em janeiro de 2020) Desaprova - 55,4% (era 47% em janeiro de 2020) Não sabe/não respondeu - 5,4% (era 5,2% em janeiro de 2020) Combate ao coronavírus Outro tópico abordado na pesquisa foi a atuação do governo federal no combate à pandemia do novo coronavírus. O estudo apontou que 51,7% aprovam a atuação do governo, outros 42,3% desaprovam, 6% não soube ou não respondeu. https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2020/05/12/cntmda-avaliacao-negativa-de-governo-bolsonaro-chega-a-434.htm Quer dizer, o "Ótimo/Bom" até mostra uma resiliência importante, mas o "Regular" desaba e migra todo para o "Ruim/Péssimo".
  16. 68% dos paulistanos das classes A, B e C apoiam medidas de Doria e Covas no combate ao coronavírus; 26% aprovam ações de Bolsonaro, diz Ibope https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2020/05/05/68percent-dos-paulistanos-apoiam-medidas-de-doria-e-covas-no-combate-ao-coronavirus-26percent-aprovam-acoes-de-bolsonaro-diz-ibope.ghtml Cerca de 40% dos entrevistados não se sentiram capazes de opinar sobre os trabalhos dos vereadores e deputados. Pesquisa foi feita pelo Ibope a pedido da Rede Nossa São Paulo. Por Vivian Reis, G1 SP 05/05/2020 10h00 Atualizado há 26 minutos Presidente Jair Bolsonaro cumprimenta apoiadores em manifestação durante a pandemia do coronavírus — Foto: Adriano Machado/Reuters Pesquisa feita pelo Ibope a pedido da Rede Nossa São Paulo aponta que 68% dos paulistanos das classes A, B e C apoiam as ações do governador de São Paulo, João Doria (PSDB) e do prefeito da capital paulista, Bruno Covas (PSDB), no combate à pandemia do coronavírus. Ainda de acordo com os dados, 26% dos paulistanos consideram adequadas as medidas adotadas pelo presidente Jair Bolsonaro. O levantamento “Viver em São Paulo - Especial Pandemia” foi realizado entre os dias 17 e 26 de abril, com 800 internautas de 16 anos ou mais das classes A, B e C. A pesquisa tem margem de erro de três pontos percentuais. — Foto: Wagner Magalhães/Arte G1 Questionadas sobre como avaliam as ações dos representantes da sociedade no enfrentamento à pandemia, 26% responderam que estão de acordo com a postura de Bolsonaro. Entre todos os entrevistados, 17% não souberam responder e 57% consideram as medidas inadequadas para o momento. Já 71% apoiaram as medidas do ministro da Saúde: Henrique Mandetta foi demitido um dia antes do início da pesquisa, e Nelson Teich assumiu o cargo. Apenas 1% disse não se preocupar com os efeitos da pandemia para o Brasil, e o maior receio da população de São Paulo é sobre a economia (49%) e com a possibilidade de aumento da desigualdade social (36%). O índice de aprovação das ações do governador João Doria e do prefeito Bruno Covas foi igual: 68%, já a desaprovação foi de 21% e 20%, respectivamente. Os que não souberam opinar sobre os gestores do governo de São Paulo somaram 10%. Na capital, 40% não souberam opinar à pesquisa se aprovam ou não as medidas adotadas pelos vereadores eleitos, e 34% não se sentiram capazes de avaliar as medidas tomadas pelos deputados estaduais.
  17. Avaliação de Bolsonaro chega ao pior nível; expectativa com aumento da corrupção cresce após saída de Moro Pesquisa mostra que 27% avaliam governo como ótimo ou bom – uma queda de 4 p.p. em uma semana. Para 45%, corrupção aumentará em 6 meses Por Marcos Mortar i4 maio 2020 09h34 - Atualizado 3 segundos atrás SÃO PAULO – Uma semana após a demissão do ex-juiz Sérgio Moro do Ministério da Justiça e Segurança Pública, o governo Jair Bolsonaro registra seus piores níveis de avaliação junto ao eleitorado. É o que mostra a nova rodada da pesquisa XP/Ipespe, realizada entre 28 e 30 de abril. Segundo o levantamento, concluído antes de mais uma participação do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em manifestações favoráveis à intervenção militar e ao fechamento do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal, agora 27% avaliam a atual administração como ótima ou boa – o que corresponde a uma queda de 4 pontos percentuais em relação à semana anterior. A pesquisa indica que, no mesmo período, subiu de 42% para 49% o grupo dos eleitores que avaliam o governo como ruim ou péssimo. Já os que veem a gestão como regular somam 24% da população – mesma marca de uma semana atrás. As expectativas do eleitorado para o restante do mandato do presidente Jair Bolsonaro apresentaram movimento semelhante. Agora, 46% esperam uma gestão ruim ou péssima, salto de 8 pontos percentuais em uma semana. E 30% estão otimistas com o governo. É a quarta vez seguida em que as expectativas negativas superam numericamente as positivas, mas a primeira em que essa diferença supera a margem máxima de erro, de 3,2 pontos percentuais para cima ou para baixo. O resultado retrata uma expressiva deterioração da imagem do governo junto ao eleitorado. Há exatamente um ano, 47% tinham expectativa de um restante de mandato ótimo ou bom, e 31% esperavam uma gestão ruim ou péssima. O último salto coincide com a demissão de Sérgio Moro do Ministério da Justiça e Segurança Pública, que foi durante a maioria dos 16 meses de governo a figura mais popular da administração – sendo ultrapassado por Luiz Henrique Mandetta, ex-ministro da Saúde, em meio ao avanço da pandemia do novo coronavírus. A crise entre Bolsonaro e Moro também piorou drasticamente a imagem do governo em relação ao combate a crimes de colarinho branco. De acordo com a pesquisa, 45% dos eleitores acreditam que a corrupção aumentará nos próximos seis meses – alta de 15 pontos em relação ao levantamento de março. Já o grupo dos que esperam uma diminuição da corrupção minguou de 27% para 18%. Outros 34% acreditam que o quadro permaneça como está. Sérgio Moro deixou o governo sob a alegação de insistentes tentativas do presidente de interferir na Polícia Federal. O estopim para o movimento foi a exoneração de Maurício Valeixo, figura de confiança do ex-juiz, da direção-geral da corporação. A percepção de piora no enfrentamento à corrupção também coincide com um movimento de aproximação de Bolsonaro com lideranças do chamado “centrão” – grupo de partidos com forte influência na Câmara dos Deputados. Nos últimos dias, o presidente ofereceu cargos no governo em troca de apoio parlamentar – movimento que condenou durante as eleições e mesmo nos 16 meses iniciais de mandato. O levantamento mostrou que, para 67% dos entrevistados a saída de Sérgio Moro do governo tem impactos negativos. Já 10% veem efeitos positivos e 18% acreditam que o movimento não terá impactos. A pesquisa XP/Ipespe também ouviu a opinião dos eleitores sobre algumas personalidades da política. Os respondentes deram nota de 0 a 10 para o desempenho de cada uma dessas figuras. De acordo com o levantamento, os dois nomes mais bem avaliados são Mandetta e Moro, com 7,2 e 5,8, respectivamente. O ex-ministro da Saúde supera o atual comandante da pasta, Nelson Teich, por 2,7 pontos. Na sequência, aparecem o ministro da Economia, Paulo Guedes, e o vice-presidente Hamilton Mourão, com 5,8 e 5,5, na ordem. Bolsonaro divide a quinta posição com o empresário e apresentador de televisão Luciano Huck e o governador de São Paulo, João Doria. Todos têm nota média de 4,7. O levantamento também mostrou que saltou para 52% o grupo de eleitores que acreditam que a economia está no caminho errado, ao passo que 32% acreditam que ela está no caminho certo. A diferença de 20 pontos percentuais é a maior já registrada na pesquisa para a pergunta. Questionados sobre a melhor forma de recuperar a economia depois do coronavírus, 62% defendem uma mudança na política econômica, com mais investimentos públicos para estimular a retomada do crescimento do País. Outros 29% apoiam a manutenção da atual política econômica, com a agenda de reformas, o enxugamento de gastos públicos e maior participação do setor privado na retomada da economia. A pesquisa XP/Ipespe ouviu 1.000 eleitores de todas as regiões do país, a partir de entrevistas telefônicas realizadas por operadores entre 28 e 30 de abril. A margem máxima de erro do levantamento é de 3,2 pontos percentuais para cima ou para baixo. https://www.infomoney.com.br/politica/avaliacao-de-bolsonaro-chega-ao-pior-nivel-expectativa-com-aumento-da-corrupcao-cresce-apos-saida-de-moro/
  18. Paraná Pesquisa - Intenção de Voto para Presidente em 2022 Cenário 1 Jair Bolsonaro (Sem Partido) - 27% Sergio Moro (Sem Partido) - 18,1% Fernando Haddad (PT) - 14,1% Ciro Gomes (PDT) - 10,3% Luciano Huck (Sem Partido) - 6% João Amoêdo (NOVO) - 4% João Dória (PSDB) - 3,7% Guilherme Boulos (PSOL) - 1,2% Wilson Witzel (PSC) - 1% Não Sabe - 5,4% Nenhum - 9,2% Cenário 2 Jair Bolsonaro (Sem Partido) - 26,3% Luiz Inácio Lula da Silva (PT) - 23,1% Sérgio Moro (Sem Partido) - 17,5% Ciro Gomes (PDT) - 8,1% João Amoêdo (NOVO) - 4% João Dória (PSDB) - 3,8% Marina Silva (REDE) - 2,3% Wilson Witzel (PSC) - 1,2% Guilherme Boulos (PSOL) - 0,7% Não Sabe - 4,7% Nenhum - 8,3% Cenário 3 Jair Bolsonaro (Sem Partido) - 29,1% Fernando Haddad (PT) - 15,4% Ciro Gomes (PDT) - 11,1% Luciano Huck (Sem Partido) - 8,1% Luiz Henrique Mandetta (DEM) - 6,8% João Amoêdo (NOVO) - 4,5% João Dória (PSDB) - 4,4% Flávio Dino (PCdoB) - 1,4% Wilson Witzel (PSC) - 1,1% Não Sabe - 5,9% Nenhum - 12,2% A administração do presidente Jair Bolsonaro está sendo? Ótima/Boa - 31,8% Regular - 27,3% Ruim/Péssima - 39,4% NS/NR - 1,6% Você aprova ou desaprova a administração do presidente Jair Bolsonaro? Aprova - 44% Desaprova - 51,7% NS/NR - 4,3% A administração do presidente Jair Bolsonaro está indo melhor ou pior do que você esperava? Melhor - 35,3% Pior - 58,8% NS/NR - 5,9% https://veja.abril.com.br/politica/bolsonaro-ainda-lidera-disputa-para-2022-mas-a-maioria-reprova-sua-gestao/
  19. https://www.poder360.com.br/datapoder360/percepcao-de-risco-do-coronavirus-aumenta-e-aprovacao-de-bolsonaro-cai/ Percepção de risco do coronavírus aumenta e aprovação de Bolsonaro cai Taxa de ótimo e bom é de 29% Há 15 dias aprovação era 36% Ruim/péssimo: de 33% para 40% 26% acham que podem morrer O presidente Jair Bolsonaro tem criticado as medidas de isolamento social adotadas por governadoresSérgio Lima/Poder360 - 5.jan.2020 RAFAEL BARBOSA 02.maio.2020 (sábado) - 2h00 A aprovação do presidente Jair Bolsonaro caiu de 36% para 29% em 15 dias. No mesmo período, aumentou a percepção dos brasileiros a respeito do risco que correm em meio à pandemia de covid-19. Subiu de 8% para 16% nas últimas duas semanas os que dizem ter sido contaminados por coronavírus ou conhecer alguém que teve a doença. Os números são de pesquisa DataPoder360, realizada em 26 e 27 de abril. Outro dado reforça o grau de preocupação das pessoas: 26% acham que se pegarem o vírus “têm chance morrer”. A pesquisa foi realizada de 27 a 29 de abril pelo DataPoder360, divisão de estudos estatísticos do Poder360, em uma parceria editorial do jornal digital Poder360 e o jornal “A Tarde”, de Salvador (BA). O levantamento teve patrocínio da Associação Comercial da Bahia. Foram realizados 2 levantamentos simultâneos –1 nacional e outro apenas no Estado da Bahia, ambos por meio de ligações para celulares e telefones fixos. No levantamento nacional, foram entrevistadas 2.500 pessoas de 472 municípios nas 27 unidades da Federação. Na Bahia, foram entrevistadas 2.500 pessoas em 211 municípios. A margem de erro é de 2 pontos percentuais e o intervalo de confiança é de 95%. Dentro da pesquisa realizada no Estado da Bahia, foi destacado o recorte de 800 pessoas residentes em Salvador. Para os resultados do estudo na capital, a margem de erro é de 3,5 pontos percentuais. Conheça mais sobre a metodologia lendo este texto. Leia os relatórios completos dos resultados no Brasil (3 MB), na Bahia (3 MB) e em Salvador (2 MB). Desde a posse de Bolsonaro, o país se dividiu em 3 grandes grupos: 1 solidamente a favor do presidente, 1 contra e 1 que é capaz de se movimentar para 1 lado ou outro de acordo com o momento. O estudo mostra que Bolsonaro manteve cerca de ⅓ de apoio, apesar da perda de 7 pontos em 15 dias. No período, o número de mortes diárias por coronavírus se intensificou –e os telejornais e as redes sociais publicaram 1 volume grande de imagens de pessoas sendo enterradas e de hospitais lotados. A pesquisa DataPoder360 também teve sua coleta de dados após o pedido de demissão de Sergio Moro do Ministério da Justiça. O ex-juiz acusou o presidente de tentar interferir politicamente na Polícia Federal. O DataPoder360 também mediu a percepção da população em relação à saída de Moro do governo. Quase metade dos entrevistados (46%) disseram que a demissão do ministro é boa ou indiferente para Bolsonaro. É incerto, no entanto, até onde Bolsonaro poderá perder popularidade. Nas próximas semanas, a pandemia de coronavírus tende a acelerar no país, podendo afetar a imagem do governo, que é reprovado por 43% no combate à doença (leia mais abaixo). Outro aspecto a ser considerado é que o auxílio emergencial de R$ 600 começou a ser recebido em massa muito recentemente. A partir de agora, devem diminuir os problemas operacionais de cadastro dos beneficiados. Em maio, mais de 50 milhões de brasileiros receberão mais uma parcela de R$ 600. Esse valor faz grande diferença para a população mais pobre. O novo estudo do DataPoder360 também reforça tendência mostrada no último levantamento. Parcela mais rica do eleitorado, que majoritariamente apoiou a eleição de Bolsonaro em 2018, agora se desprende do governo. No estrato da população que recebe mais de 10 salários mínimos, 58% acham a administração bolsonarista ruim ou péssima. Enquanto apenas 17% consideram ótima ou boa. Outros 26% acham o governo regular. A avaliação positiva, porém, é brevemente revertida quando observada a parcela de eleitores mais pobres. Dos que estão desempregados ou não tem renda fixa, 33% acham o governo ótimo ou bom, 5 pontos percentuais a mais que a média nacional. Entre os baianos, o governo Bolsonaro mantém uma avaliação próxima a do restante do Brasil, com oscilações dentro da margem de erro. O cenário muda quando são considerados apenas os residentes de Salvador, capital do Estado. Lá, o presidente é avaliado como ruim ou péssimo por 59% da população. O número é 19 pontos percentuais a mais que a média nacional. COMBATE AO CORONAVÍRUS A avaliação positiva de Bolsonaro no combate à covid-19 também caiu significativamente: de 34% no último levantamento para 24% neste. Os que avaliam o desempenho como ruim ou péssimo eram 37%. Agora, 43%. Entre os moradores de Salvador, a reprovação ao trabalho do Executivo em relação à pandemia é bem maior: 63%. No resto do Estado, as variações ficam dentro da margem de erro. Depois de a pesquisa ter sido concluída, Jair Bolsonaro comentou, em 28 de abril, o fato do número de mortes por covid-19 no Brasil ter ultrapassado o da China: “E daí? Lamento. Quer que eu faça o quê?”. A declaração foi rechaçada por políticos, autoridades e entidades civis. Também teve 1 tom extremamente negativo na mídia. PANDEMIA DE COVID-19 A pesquisa do DataPoder360 indica que a percepção de risco dos brasileiros a respeito da covid-19 aumentou. Os que dizem ter ficado doente ou conhecer alguma pessoa próxima que contraiu o novo coronavírus são 16%. O número é o dobro do último levantamento. Outro dado aponta que 26% dos brasileiros acreditam que têm chances de morrer caso sejam infectados pela covid-19. Outros 41% descartam a possibilidade e 33% não souberam responder. É importante registrar que nada indica que a taxa de mortalidade seja equivalente ao que pensam os brasileiros a respeito da doença. O que se sabe até agora é que ao longo do tempo a imensa maioria da população será infectada. Cerca de 80% dos que tiveram o coronavírus ficam assintomáticos. Outros 20% podem desenvolver sintomas. Em geral, cerca de 5% do total acabam tendo de ser internados.
  20. Matéria completa com outros dados como porcentagem espontânea: http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/a-lvaro-lidera-com-29-nata-lia-tem-8-kelps-e-hermano-5/478582 PS: * Álvaro Dias muito bem. Não achava que tivesse com tanto. O cara tá com a reeleição na mão, basta não fazer muita merda nesse combate a COVID-19; * Bonavides não vai se candidatar, não sei porque ainda insistem no nome dela. O pré candidato do PT é o médico Alexandre Motta; * Parece que a onda Kelps tá fraca; * Hermano "bem" mas vai ter que ralar muito agora no PSB. Se na máquina MDB quase não ia para o segundo turno em 2012, imagine agora; * Pessoal ainda muito desinteressado pela eleição. Pra falar a verdade, com esse caos em que estamos vivendo, ninguém tá lembrando haha.
  21. Segundo a pesquisa do Jota, realizada no fim de semana, depois da demissão de Sergio Moro, 50% dos brasileiros apoiam o impeachment. 36% são contrários. ergio Moro ou Jair Bolsonaro? Em quem os brasileiros acreditam? Uma pesquisa encomendada pelo Jota não deixa a menor dúvida: 61% dos entrevistados responderam que “as justificativas apontadas por Moro sobre condutas ilegais do presidente” são verdadeiras. Só 12% disseram que elas são falsas. 66% disseram também que Sergio Moro fez bem em pedir demissão. Jair Bolsonaro despencou na pesquisa do Jota, realizada no fim de semana. Seu percentual de ótimo ou bom caiu de 31% para 19% e o de ruim ou péssimo foi de 45% para 49%. A queda ocorreu sobretudo entre os eleitores que se consideram de direita. Nesse segmento, o apoio a Jair Bolsonaro ruiu de 65% para 35%. O antagonista/JOTA
  22. Impeachment de Bolsonaro divide o país, mas presidente mantém base de apoio, diz Datafolha Pesquisa aponta também que há empate entre os que defendem e os que não querem renúncia 27.abr.2020 às 20h11 Ouvir o texto Igor Gielow São Paulo O brasileiro está dividido sobre a conveniência de um processo de impeachment contra Jair Bolsonaro (sem partido), mas o presidente mantém estável sua base de apoio em cerca de um terço da população. Também cresceu o apoio à possibilidade de o presidente renunciar devido à crise política enquanto enfrenta a pandemia do novo coronavírus. Agora, os que querem a renúncia empatam com aqueles que a rejeitam. Foi o que aferiu o Datafolha nesta segunda (27), já sob o impacto da bombástica saída de Sergio Moro do Ministério da Justiça e Segurança Pública, ocorrida na sexta (24), quando o ex-ministro acusou Bolsonaro de querer interferir politicamente na Polícia Federal. Segundo o instituto, 45% querem que a Câmara dos Deputados abra um processo de impeachment contra o presidente, enquanto 48% rejeitam a medida. Não sabem opinar 6%. Foram ouvidas 1.503 pessoas por telefone, e a margem de erro é de três pontos percentuais. Já o apoio à eventual renúncia de Bolsonaro cresceu em relação à pesquisa feita de 1º a 3 de abril. Naquela rodada, 59% dos ouvidos pelo Datafolha se diziam contrários ao gesto. Agora, são 50%, empatados com os 46% que desejam que ele renuncie —eram 37% no começo do mês. Por outro lado, a avaliação geral do presidente se mostra estável ante a mais recente pesquisa do Datafolha que a aferiu, no começo de dezembro, de forma presencial. Como não o instituto não fez essa pergunta de lá para cá, não é possível saber se houve variações na opinião pública no caminho. Hoje, acham Bolsonaro ruim ou péssimo 38%, com 33% dos brasileiros o avaliando como bom ou ótimo e 26%, como regular. Em dezembro, eram 36%, 30% e 32%, respectivamente. Sua melhor avaliação ocorre entre moradores do Norte/Centro-Oeste (41% de aprovação) e os mais ricos (40%). A pior, entre nordestinos (43% de rejeição) e habitantes do Sudeste (41%), além daqueles mais instruídos (47%). A crise política ganhou contornos dramáticos quando Moro pediu demissão após o presidente exonerar contra sua vontade o diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo. O ex-ministro fez um duro pronunciamento, acusando Bolsonaro de interferência política no órgão. Bolsonaro negou a intenção, e o caso será analisado pelo Supremo Tribunal Federal. Bolsonaro quer colocar à frente da Justiça e Segurança Pública, assim como na PF, nomes próximos à sua família —seus filhos são alvo de investigações em temas que vão de ligação com milícias no Rio e disseminação de fake news. Segundo o Datafolha, que aferiu que 89% das pessoas tomaram conhecimento da saída do então ministro do governo, a versão de Moro para o caso é majoritária entre os brasileiros. Para 52% dos ouvidos, o ex-ministro é quem fala a verdade no caso, ante 20% que acreditam no presidente, 6% que não creem em nenhum dos dois e 3%, que acham que ambos estão certos. Não souberam responder 19%. Jovens de 16 a 24 anos são os que mais acreditam em Moro, 60%, enquanto o grupo que mais acredita em Bolsonaro (34%) é aquele que ganha de 5 a 10 salários mínimos. Questionados se Bolsonaro quer intervir politicamente na PF e Moro fez bem em deixar o cargo, 56% disseram que sim. Já 28% acham que o presidente não tem tal intenção e o ex-ministro errou ao pedir demissão, enquanto 4% não concordam com as duas colocações e 13%, não sabem dizer. Creem mais na acusação de Moro aqueles que ganham de 5 a 10 salários mínimos (69%) e quem possui curso superior (68%). Já quem mais acredita que o presidente são aqueles que ganham de 2 a 5 mínimos (34%). Como a Folha mostrou, a judicialização do caso agradou o centrão, grupo que tem talvez 200 dos 513 deputados, que desejam extrair vantagens e cargos do governo enquanto o destino de Bolsonaro é delineado. Além disso, Moro não é exatamente bem quisto entre esses parlamentares, muitos dos quais foram alvos de ações da Operação Lava Jato, que teve no então juiz federal seu principal artífice de 2014 ao fim de 2018, quando aceitou ser ministro a convite do presidente eleito. Há diversos pedidos de impeachment esperando análise na Câmara, mas o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), sinalizou nesta segunda que irá agir com cautela. Moro tornou-se o ministro mais popular do governo Bolsonaro até a crise da Covid-19, quando a avaliação positiva do então titular da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, subiu bastante. Isso até Bolsonaro o demitir porque eles discordavam da condução do combate ao vírus, com o presidente favorecendo soluções não recomendadas por organismos internacionais como o fim do isolamento social. Moro mantém uma imagem muito positiva. Segundo o Datafolha, 64% dos brasileiros consideram seu trabalho ótimo ou bom, enquanto 22% o julgam regular e apenas 8% o reprovam. Sua aprovação é a mesma entre quem aprova (62%) e quem desaprova (63%) o governo Bolsonaro. Segundo os 43% dos entrevistados, o combate à corrupção irá piorar a partir daqui; 21% pensam o oposto e 26%, que tudo ficará como está. Já a segurança pública, outro setor de sua antiga pasta, irá piorar para 36%, ficar igual também para 36% e melhorar, para 20%. Apesar da estabilidade em seu apoio geral, Bolsonaro enfrenta uma piora na sua avaliação como condutor da crise do coronavírus. Em relação ao levantamento de 17 de abril, a reprovação subiu de 38% para 45%, e a aprovação caiu de 36% para 27%. Consideram o trabalho do presidente regular 25%, o mesmo patamar anterior (23%). O presidente se sai pior entre quem tem ensino superior (56% de ruim e péssimo) e melhor entre os mais ricos (acima de 10 salários mínimos de renda mensal, 33% de ótimo e bom). Já 49% dos ouvidos acham que Bolsonaro perdeu a capacidade de liderar o país —eram 44% no levantamento anterior, ou seja, há um oscilação perto do limite da margem de erro. Regionalmente, o índice maior é no Sudeste, 53%. Na mão contrária, caiu de 52% para 45% o número daqueles que veem o presidente em condições de ocupar o cargo. A taxa sobe no Norte e Centro-Oeste, com 57%. Além disso, os entrevistados não confiam no que diz o presidente. Para 38%, nunca é possível confiar numa declaração dele, ante 37% que dizem ser possível confiar às vezes e 21%, que confiam sempre. Desconfiam mais moradores do Sudeste (41%) e de regiões metropolitanas (43%), onde se concentram os panelaços que acompanham os pronunciamentos presidenciais na crise A substituição de Mandetta pelo médico Nelson Teich também não foi bem recebida pela população. Para 34%, o novo ministro fará uma gestão pior que o anterior, enquanto 25% acham que será igual e 13%, que ele será melhor. Não souberam opinar 28%. Já a avaliação do desempenho do Ministério da Saúde também sofreu uma queda forte sem Mandetta, voltando ao nível do começo da pandemia. Em pesquisa de 18 a 20 de março, 55% aprovavam o trabalho. O número saltou a 76% de 1º a 3 de abril e agora caiu novamente para 56%. O mesmo movimento se vê na reprovação, que marcou 12%, 6% e 13%, respectivamente. A avaliação regular caiu de 31% para 18%, e agora está em 26%. ENTREVISTAS FORAM REALIZADAS POR TELEFONE A pesquisa telefônica, utilizada neste estudo, representa o total da população adulta do país. As entrevistas são realizadas por profissionais treinados para abordagens telefônicas e as ligações feitas para aparelhos celulares, utilizados por cerca de 90% da população. O método telefônico exige questionários rápidos, sem utilização de estímulos visuais, como cartão com nomes de candidatos, por exemplo. Assim, mesmo com a distribuição da amostra seguindo cotas de sexo e idade dentro de cada macrorregião, e da posterior ponderação dos resultados segundo escolaridade, os dados devem ser analisados com alguma cautela por limitar o uso desses instrumentos. Na pesquisa divulgada hoje, feita dessa forma para evitar o contato pessoal entre pesquisadores e respondentes, o Datafolha adotou as recomendações técnicas necessárias para que os resultados se aproximem ao máximo do universo que se pretende representar. Todos os profissionais do Datafolha trabalharam em casa, incluídos os entrevistadores, que aplicaram os questionários de suas casas através de central telefônica remota. Foram entrevistados 1.503 brasileiros adultos que possuem telefone celular em todas as regiões e estados do país. A margem de erro é de três pontos percentuais. A coleta de dados aconteceu no dia 27 de abril de 2020. https://www1.folha.uol.com.br/poder/2020/04/impeachment-de-bolsonaro-divide-o-pais-mas-presidente-mantem-base-de-apoio-diz-datafolha.shtml
  23. https://brasil.elpais.com/brasil/2020-04-27/apoio-ao-impeachment-de-bolsonaro-alcanca-52-e-aprovacao-de-moro-vai-a-57-apos-sair-do-governo.html Apoio ao impeachment de Bolsonaro alcança 54% e aprovação de Moro vai a 57% após sair do Governo Nova pesquisa da Atlas Político indica que, pela primeira vez, maioria da população é favorável à saída do presidente. Imagem pública do ex-ministro da Justiça se fortalece “Há uma queda sem precedentes da imagem positiva que o presidente tinha na nossa série histórica. Isso se reflete em várias perguntas relacionadas, como a pergunta sobre o impeachment. Pela primeira vez, a gente observa uma maioria a favor num momento em que se começa a discutir mais sobre isso, o que pode criar uma pressão popular sobre o Congresso”, afirma o cientista político Andrei Roman, criador do Atlas Político. segundo indica a pesquisa do Atlas Político feita com 2.000 pessoas entre os dias 24 e 26 de abril―a imagem do presidente saiu ferida. A pesquisa, que tem uma margem de erro de dois pontos percentuais, mostra que 68% dos entrevistados discordam da demissão de Valeixo por Bolsonaro enquanto 72% concordam com as críticas feitas por Moro ao presidente, como a alegação de tentativa de interferir politicamente em investigações da PF. Pela primeira vez, Bolsonaro tem índices de rejeição maiores que o ex-presidente Lula (PT). Líderes políticos que se colocam como oposição, como por exemplo Lula e Fernando Haddad, não têm crescido em meio à crise. “Você tem todo um desgaste do Bolsonaro, que não está conseguindo ser capitalizado pela esquerda, pela oposição formal ao Governo. O desempenho de Lula e Haddad segue sendo o mesmo. Mas existe o surgimento dessas novas figuras de direita, como Mandetta e Moro, que se colocam fortes competidores para 2022”, analisa Andrei Roman.
  24. Eleições 2022 - Quem deve ser o novo presidente, substituindo Mourão?
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