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  1. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ampliou sua vantagem pelo atual ocupante do Palácio do Planalto, Jair Bolsonaro (sem partido), em citações espontâneas registradas pelo Instituto Datafolha. Lula também lidera nos dois cenários apresentados para o eleitor e em todas as simulações de disputa de segundo turno —naquela em que enfrenta o presidente, ganha por 58% a 31%. Os achados estão no mais recente levantamento do Datafolha, feito quarta (7) e quinta-feira (8). Nele, 2.074 eleitores foram ouvidos presencialmente pelo Brasil. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Os dados da pesquisa confirmam as avaliações no meio político sobre o duopólio atual entre o petista e o presidente, com espaço exíguo neste momento para um nome da chamada terceira via. No levantamento anterior do Datafolha, feito em 11 e 12 de maio, Lula tinha 21% na espontânea, Bolsonaro marcava 17% e Ciro Gomes (PDT), 1%. Agora, o petista pula para 26%, o presidente oscila para 19% e o pedetista, para 2%. Outros candidatos marcam 2%, como em maio, e votam em nulo ou branco 7% (8% antes). O natural índice dos que dizem não saber passou de 49% para 42%. Nos dois cenários de primeiro turno testados pelo Datafolha, os principais rivais estão na mesma. Lula fica à frente com 46%, ante 25% do presidente. Ciro marca 8% numa e 9%, na segunda. Numa hipótese e noutra, 10% dizem que não votam em ninguém. Nesse cenário, em votos válidos Lula chega a 52%, o que dentro da margem de erro lhe garantiria a vitória em primeiro turno na eleição. A diferença fica na conta do PSDB, que num cenário tem João Doria, o governador paulista que confirmou no período que vai disputar as prévias para tentar ser o presidenciável do partido, e noutro, Eduardo Leite, que governa o Rio Grande do Sul e também postula a nomeação. Com o paulista no primeiro cenário, os tucanos chegam a 5%, enquanto o DEM com o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta chega a 5%. Todos embolados tecnicamente entre si e com Ciro. Já na segunda fotografia, com o gaúcho, o tucano faz 3%, e o ex-ministro, 5% —empatando com o pedetista no limite da margem de erro. O tabuleiro político se mexeu bastante de maio para cá. Lula seguiu amealhando triunfos jurídicos, vendo anuladas sentenças de Sergio Moro contra si pela suspeição do ex-juiz da Operação Lava Jato, enquanto Bolsonaro desceu mais alguns degraus na crise política de seu governo. Ao desastre na condução do combate à pandemia da Covid-19, que ultrapassou os 500 mil mortos no período, o presidente viu adicionadas acusações de corrupção em seu governo. Elas foram evidenciadas pelos trabalhos da CPI da Covid no Sendo e pelo surgimento de casos como a estranha negociação de vacinas por propina denunciada à Folha. Bolsonaro acabou alvo de inquérito para apurar se prevaricou por não agir contra seu líder na Câmara, Ricardo Barros, apontado como chefe dos esquemas no Ministério da Saúde. Usou termos chulos para falar sobre a CPI. Ato contínuo, a rua, que já havia protagonizado dois dias de protesto com forte sabor esquerdista e pró-Lula, carimbou em Bolsonaro a pecha de corrupto. Como o mesmo Datafolha aferiu, colou. E ajudou a aumentar ainda mais a reprovação do governo. Doria, por sua vez, se assumiu postulante à vaga de candidato tucano. Já Leite fez manchetes na semana passada ao se declarar gay, no que foi fustigado por Bolsonaro, notório homofóbico. Até aqui, isso não se reverteu em voto no conjunto de 4% da amostra do Datafolha que se diz homossexual ou bissexual: os mesmos 3% do público em geral escolhem Leite. Em favor do gaúcho há o desconhecimento, que o leva a ter a menor rejeição entre todos os especulados no levantamento: 21%. Junto a ele está Mandetta, com 23%, e Ciro surge com 31%. Doria tem 37% de rejeição, empatado com Lula. Já Bolsonaro tem 59% dos eleitores a dizer que não votam nele de jeito nenhum. É uma péssima fotografia, que naturalmente diz respeito a este momento, e casa com a reprovação recorde a Bolsonaro apontada na mesma pesquisa —de 51% entre os ouvidos. Não se sabe ainda o impacto mais imediato das questões de corrupção, do hoje improvável processo de impeachment de Bolsonaro e o eventual alívio que possa vir de uma retomada econômica que atinja empregos e da vacinação contra Covid-19 mais amplas. É uma cornucópia entregando fatores diversos, o que impede juízos imediatos apesar dos números superlativos desta pesquisa. Na base lulista do Nordeste, por exemplo, a rejeição a Bolsonaro chega a 70%. Até aqui, as políticas compensatórias do auxílio na pandemia não impactaram positivamente a avalição do presidente, talvez por insuficientes. O segundo turno traz o presidente, assim, derrotado em todos os cenários se o pleito fosse hoje. Na disputa Lula contra Bolsonaro, o petista oscilou de 55% para 58% de maio para cá. O presidente, de 32% para 31%. Já Ciro segue à frente do presidente, em estabilidade: o placar deu 50% (era 48%) a 34% (era 36%). Num raro alento a Doria, que luta para levar a indicação tucana em novembro, ainda que seu entorno creia que isso só será definido em março ou abril, a pesquisa mostra ele ultrapassando Bolsonaro num segundo turno. Passou de 40% para 46%, ante maio, enquanto o presidente caiu oscilou negativamente no limite da margem, de 39% para 35%. O dado só é animador para os tucanos por mostrar que Doria pode se mostrar como um candidato viável para ocupar o lugar de Bolsonaro no segundo turno, pela comparação direta com o presidente. Mas hoje, no embate com Lula no "round" final, perde por 56% a 22%, números estáveis em relação a maio. Doria enfrenta grande rejeição no Nordeste, por exemplo. Só tem 1% de intenção de votos por lá. E 55% dos eleitores de Bolsonaro, na simulação de primeiro turno que inclui o tucano, dizem que nunca votariam nele —ambos disputam uma luta encarniçada acerca do manejo da pandemia. Os pontos fortes dos dois principais candidatos hoje são semelhantes nas duas simulações. Usando o cenário com Doria como referência, Lula tem sua fortaleza entre os nordestinos (64% de intenção de voto), mais pobres (57%, num grupo que soma iguais 57% da amostra total do Datafolha) e menos instruídos (56%). Já Bolsonaro vai melhor entre os mais ricos. Ele vence Lula por 41% a 21% no grupo que ganha de 5 a 10 salários mínimos e por 36% a 22%, na faixa imediatamente superior. Ele consegue empate com o ex-presidente entre evangélicos, sua base de apoio usual, no primeiro turno (38% para o presidente, 37% para o ex) e no segundo (46% a 45%, respectivamente). Como já é conhecido, empresários dão vantagem enorme a Bolsonaro. No grupo, que soma só 2% da amostra, o presidente ganha do petista por 52% a 25%, no primeiro turno. https://folha.com/62m8d0s1
  2. Não sabe/não respondeu/outros = 72% https://bcharts.com.br/t/o-datafolha-divulgou-pesquisa-de-preferencia-partidaria-pt-lidera-com-22-seguido-por-psdb-e-mdb-com-2-e-psol-pdt-e-psl-1/98565
  3. Cito os 2 porque os demais senadores que estão muito envolvidos na CPI possuem mandato até 2026, como Renan, Randolfe, Alessandro, Eliziane, Eduardo Braga, Rogério Carvalho, e até mesmo os governistas Girão, Heinze, Jorginho e Marcos Rogério O mandato do Tasso também termina agora, mas ele não participa tanto da CPI e talvez nem dispute a reeleição Já Omar, Simone e Otto, sim, estão se expondo bastante na CPI e devem concorrer à reeleição em 2022
  4. Pesquisa Ipsos encomendada pelo DEM para avaliar a percepção dos brasileiros sobre o momento atual do país e as expectativas em relação à eleição presidencial de 2022 mostra que o presidente Jair Bolsonaro dificilmente seguirá no Planalto em um eventual segundo turno das eleições. Na disputa direta entre Lula e Bolsonaro, o petista venceria a disputa por 58% a 25% dos votos. Brancos e nulos somam 13% e os entrevistados que não responderam são 4%. A pesquisa mostra ainda que Lula venceria no segundo turno outros quatro nomes da chamada terceira via. Contra Sergio Moro, seria 57% a 20%. Na disputa com Ciro Gomes, o petista levaria por 57% a 14%. Contra Mandetta, o resultado seria 60% a 12%. Lula venceria ainda Tasso Jereissati por 60% a 9%. Se Bolsonaro fosse o nome no segundo turno contra os candidatos da terceira via, os votos brancos e nulos superariam a casa dos 30% e Bolsonaro perderia a eleição para Sergio Moro (29% a 27%) e para Ciro Gomes (30% a 29%). O presidente só venceria no segundo turno o seu ex-ministro da Saúde Mandetta (29% a 24%) e Tasso Jereissati (31% a 20%). Segundo a pesquisa, Bolsonaro é o nome mais rejeitado entre todos os outros postulantes. Enquanto 59% dos entrevistados disseram que não votariam de jeito nenhum no atual presidente, a marca de Lula nessa mesma questão foi de 33%. João Doria não teria os votos de 54% dos entrevistados, seguido por Moro (47%), Mandetta (47) e Ciro Gomes (45%). https://veja.abril.com.br/blog/radar/lula-venceria-bolsonaro-no-segundo-turno-por-58-a-25-diz-ipsos/amp/?__twitter_impression=true
  5. A coleta foi feita com 1.500 brasileiros em todas as regiões do país, entre maio e junho deste ano. Além de apontar a consolidação da polarização entre Lula e Bolsonaro (com 48% e 22% respectivamente), o levantamento indica que, qualquer que seja, um nome ‘de centro’, alternativo ao ‘bolsopetismo,’ ainda terá uma longa caminhada a ser percorrida. Isso porque, somados a Moro, não passam de 15% das intenções de voto. São eles: Ciro Gomes (4%), João Doria (2%), Guilherme Boulos (1%), Luiz Henrique Mandetta (1%), Luiza Trajano (1%) e João Amoedo (1%). A pesquisa também mostra que o nome de Moro seria o que teria maior desempenho num eventual segundo turno com Lula: 20% contra 57% do petista. O cenário não considerou Bolsonaro.
  6. Se as eleições de 2022 fossem em junho deste ano, o governador Gladson Cameli teria uma reeleição aparentemente tranquila. É o que aponta uma pesquisa do Instituto Data Control, encomendada pela Federação das Indústrias do Acre (Fieac). No levantamento estimulado, Cameli (PP) aparece na liderança com 57,2%, contra 19,2% de Jorge Viana (PT). Sérgio Petecão (PSD) aparece na terceira colocação com 9,1%. O ex-presidente da Fieac, Francisco Salomão, também aparece na amostragem com 0,7%. Branco ou nulo registrou 7,1% e não souberam ou não responderam 6,7%. A pesquisa ainda simulou um cenário estimulado sem a candidatura de Jorge Viana, o substituindo pelo empresário Adem Araújo, sócio-proprietário da Rede Arasuper. Nesta amostragem, a vantagem de Gladson sobre os adversários aumenta para 64,7%. Petecão aparece em segundo com 12,2%, Adem, surge com 2,8% e Salomão registra 1%. Brancos e nulos registraram 9,4% e não souberam ou não responderam marcou 9,9%. Já no cenário espontâneo, Cameli aparece também na frente com 44,9%, seguido por Jorge com 8,6% e Petecão com 3,6%. Márcio Bittar aparece com 0,4%. Marcus Alexandre e Tião Bocalom declarou registraram 0,1, respectivamente. Branco ou nulo registrou 5,1%. Não responderam ou não souberam, 37,2%. No quesito rejeição, o petista Jorge Viana lidera com 25,9%, seguido por Petecão com 22,1%. Cameli aparece com 10,6% e Salomão com 10,4%. Adem marcou 4,5%. Não rejeita nenhum registrou 22,1% e rejeita todos, 5,5%. Mais de 67% aprovam governo de Gladson, aponta pesquisa Data Control/Fieac Com relação a avaliação da atual gestão do Estado, 67,6% dos entrevistados avaliaram o trabalho do governador Gladson Cameli como ótimo e boa, sendo 16,5% ótimo e 51,1% bom. 18,9% consideram irregular. Os quesitos ruim e péssimo registraram 6,7% e 4,3%, respectivamente. 2,5% não souberam opinar. A pesquisa foi realizada entre o dias 11 a 20 de junho onde foram ouvidas 1.203 pessoas nas cidades de Rio Branco, Cruzeiro do Sul, Sena Madureira, Tarauacá, Feijó e Brasiléia. A margem de erro da amostragem é de 2,9% para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%. _______________________________________________________________________________________________________ A disputa pela a única vaga do Acre no senado federal nas eleições de 2022 promete ser acirrada. É o que indica a pesquisa do Instituto Data Control, encomendada pela Federação das Indústrias do Acre (Fieac). De acordo com o levantamento espontâneo, o ex-senador Jorge Viana (PT) aparece na frente com 14,1% das intenções de voto, seguido pelo deputado federal Alan Rick (DEM) com 10,4%. Mara Rocha e Flaviano Melo registraram 5,5% e 4,2%, respectivamente. Mailza Gomes registrou 1,8%. Sanderson Moura e Márcio Bittar, também marcaram presença, com 0,7%, e 0,6%, respectivamente. Vanda Milani registrou 0,5% e Jéssica Sales 0,4%. Marcus Alexandre marcou 0,1%. Branco ou nulo registrou 8% e não souberam ou não responderam 53,9%. No cenário estimulado, Jorge Viana aparece na frente com 23,7%, seguido por Alan Rick com 16,1%. Mara Rocha surge com 11,3% e Flaviano com 8%. Mailza Gomes registra 3,5%. Sanderson Moura e Vanda Milani registraram 1,4% e 1,2%, respectivamente. Brancos e nulos marcou 11,6% e não souberam ou não responderam 23,1%. O Instuto Data Control ainda fez o cenário estimulado sem o Jorge Viana. Na amostragem, Alan Rick lidera com 18,4% e Mara Rocha vem em segundo com 13%. Flaviano registra 10,1%. Angelim, Mailza, Vanda e Sanderson registraram 5,2%, 4,7%, 2% e 1,8%, respectivamente. Branco ou nulo registrou 15%. 29,8% não souberam ou não responderam. No quesito rejeição, Jorge Viana tem o maior percentual negativo com 18,3%, seguido por Flaviano 11,2%. Angelim e Alan registraram 7,3% e 5,2%, respectivamente. Mara, Mailza e Vanda marcam a rejeição de 4,9%, 4,2% e 3,9%. Sanderson tem 2,8%. Não rejeita nenhum registrou 30,9% e rejeita todos 11,3%. https://ac24horas.com/2021/07/03/eleicoes-2022-gladson-lidera-com-57-jorge-viana-tem-19-e-petecao-9-diz-pesquisa/
  7. ESTIMULADA PARA GOVERNADOR Cenário 1 O Instituto BrVox apresentou aos entrevistados alguns nomes prováveis para o pleito de 2022 e pediu que eles escolhessem um nome ou afirmassem se votariam em branco ou nulo. No primeiro cenário foram apresentados os seguintes pré-candidatos: Ciro Nogueira (PP), Rafael Fonteles (PT), a vice-governadora Regina Sousa (PT), a deputada estadual Lucy Soares (PP), o senador Marcelo Castro (MDB) e a deputada federal Margarete Coelho (PP). Entre essas opções, o mais votado foi o senador Ciro Nogueira, com 26,83%. Em segundo aparece o secretário Rafael Fonteles com 11,99%. Cenário 2 No segundo cenário apresentado pelo Instituto BrVox aos entrevistados foram informados dois nomes: Rafael Fonteles e Margarete Coelho. Nessa situação, o candidato petista levaria a melhor. Fonteles foi lembrado por 33,94% dos entrevistados. Já Margarete Coelho por 29,27%. Cenário 3 O terceiro cenário trouxe Ciro Nogueira em uma eventual disputa eleitoral contra Regina Sousa. Entre essas opções, 39,84% dos entrevistados escolheram o senador Ciro Nogueira e 27,85% Regina Sousa. Cenário 4 Já num quarto cenário, numa escolha entre dois nomes ligados ao PT (Regina Sousa e Rafael Fonteles), o mais bem avaliado foi o secretário de Fazenda. Rafael Fonteles, que apareceu com 28,46%, enquanto Regina Sousa ficou com 21,34%. Cenário 5 E um quinto cenário foi montado com base nos possíveis pré-candidatos de oposição. Ciro Nogueira, Margarete Coelho e Lucy Soares foram apresentados aos entrevistados como alternativas para o eleitor em 2022. 39,02% escolheram Ciro Nogueira, 15,65% optaram por Margarete Coelho, e 15,45 por Lucy Soares. ESPONTÂNEA PARA GOVERNADOR DO PIAUÍ No levantamento feito de forma espontânea (quando o eleitor fala o nome de seu candidato sem ser mostrado a ele opções), o entrevistado respondeu à seguinte pergunta: “Se as eleições fossem hoje, em que o(a) senhor(a) votaria para governador(a) do Piauí?”. Entre os nomes lembrados pelos entrevistados, o atual governador do Piauí, Wellington Dias (PT), aparece em primeiro lugar, com 14,02% das intenções de votos. Lembrando que Wellington encerra, em 2022, seu quarto mandato e não pode mais se candidatar, pelo menos agora, a governador. A previsão é de que saia do governo em abril e se lance candidato a senador. Confira os números da espontânea: ESTIMULADA PARA PRESIDENTE O Instituto BrVox também perguntou aos entrevistados sobre um cenário estimulado, em quem esses entrevistados de Teresina votariam para presidente da República em 2022 numa eventual disputa envolvendo apenas o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT) e o atual presidente Jair Messias Bolsonaro (sem partido). Lula foi escolhido por 58,13% dos entrevistados e Bolsonaro por 22,15%. O percentual daqueles que votaram branco ou nulo ficou em 15,65% e não souberam ou não quiseram opinar em 4,07%. https://www.oitomeia.com.br/noticias/politica/2021/06/11/saiu-a-primeira-pesquisa-com-os-candidatos-a-governador-do-piaui-ciro-26-x-rafael-11/
  8. https://valor.globo.com/politica/noticia/2021/07/02/alckmin-lidera-em-cenario-com-divisao-de-voto-da-esquerda-entre-haddad-e-boulos.ghtml
  9. https://valor.globo.com/politica/noticia/2021/07/02/alckmin-lidera-em-cenario-com-divisao-de-voto-da-esquerda-entre-haddad-e-boulos.ghtml
  10. O ex-governador Ciro Gomes (PDT) é o terceiro colocado na disputa presidencial no Ceará , onde fez a sua carreira política, atrás do presidente Jair Bolsonaro e bem atrás do seu neodesafeto, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva , segundo levantamento feito entre os dias 25 e 29 de junho pelo instituto Paraná Pesquisas. De acordo com a sondagem, Ciro tem 13,5% das intenções de voto no principal cenário, atrás de Bolsonaro (19,4%) e de Lula (45,9%). O senador Tasso Jereissati (PSDB), que também pode ser candidato a presidente da República e que foi padrinho político de Ciro, aparece com 4,3% Ciro Gomes ganhou Ceará em todas as eleições presidenciais que disputou. Em 2018 o resultado no Ceara foi Ciro 41, Haddad 33, Bolsonaro 22. https://veja.abril.com.br/blog/maquiavel/no-ceara-sua-base-eleitoral-ciro-fica-em-terceiro-na-disputa-ao-planalto/ A pesquisa foi feita por meio de entrevistas telefônicas (sem o uso de robôs) com 1.528 eleitores de 84 municípios do Ceará.
  11. Apesar de ainda ser um grupo importante de seu eleitorado, 59% dos evangélicos dizem não confiar no presidente Jair Bolsonaro (sem partido). O percentual de apoiadores é de 39%, enquanto A 2% não souberam opinar ou não responderam. Os dados são da pesquisa do instituto Ipec. Os evangélicos seguem, porém, mostrando uma confiança maior no presidente do que a média geral da população brasileira. Segundo a pesquisa, a rejeição de Bolsonaro entre todos os entrevistados é de 68%. A pesquisa foi feita no período de 17 a 21 de junho de 2021, com 2.022 pessoas, das quais 560 são evangélicas. A margem de erro é de dois pontos percentuais. https://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2021-06-28/59--dos-evangelicos-nao-confiam-em-bolsonaro-pesquisa-ipec.html
  12. PRESIDENTE: Lula - 42.8% Bolsonaro- 41.0% Ciro- 7.0% Mandetta- 3.7% Dória- 1.4% Brancos/Nulos- 4.1% O deputado federal Marcelo Freixo (PSB-RJ) lidera isolado para governador do Rio de Janeiro, com 33% das intenções de voto, segundo levantamento da pesquisa Atlas realizado entre os dias 18 e 22 deste mês. No mesmo levantamento, o ex-presidente Luiz Inacio Lula da Silva (PT) venceria o presidente Jair Bolsonaro (Sem Partido) no estado na disputa para a Presidência . O governador bolsonarista Cláudio Castro (PL), que assumiu o cargo após o impeachment de Wilson Witzel (PSC), aparece em segundo lugar com 20,2%. Seu governo é aprovado por 24,3% do eleitorado ante 58,9% de reprovação. A pesquisa foi feita com 807 pessoas entre 18 e 22 de junho de 2021, com convites randomizados pela internet. A margem de erro é de 3% e o levantamento tem um nível de confiança de 95%. https://cdn.revistaforum.com.br/wp-content/uploads/2021/06/atlas-rj-br-062221.pdf
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