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  1. https://painel.blogfolha.uol.com.br/2019/12/10/avaliacao-positiva-de-damares-mostra-conexao-dos-mais-pobres-a-bolsonaro-e-esquerda-debate-como-reagir/ Avaliação positiva de Damares mostra conexão dos mais pobres a Bolsonaro e esquerda debate como reagir A ministra Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos). Pedro Ladeira/Folhapress Painel Elo perdido A avaliação positiva da ministra Damares Alves (Mulher) no Datafolha sinalizou a políticos que a agenda conservadora nos costumes segue forte e é hoje a principal conexão dos mais pobres a Jair Bolsonaro. Há divergência, porém, na esquerda e no PT, sobre como reagir. Uma ala diz que é preciso religar-se aos evangélicos, desbancando o público da ministra. Outra aposta que a única forma é mostrar que, ainda que a economia melhore, os frutos não chegarão ao andar de baixo. Meu público Damares é a única ministra de Bolsonaro, entre os sete citados na pesquisa, que recebeu melhor avaliação entre os mais pobres do que entre os mais ricos. A percepção de dirigentes políticos é a de que, além da religião, pesa a seu favor o discurso em defesa da família, ainda que numa visão es Território Em reuniões recentes do PT, o ex-prefeito Fernando Haddad avaliou que saiu derrotado na eleição presidencial de 2018 principalmente porque a direita conquistou as camadas de menor renda. O partido acreditava ter vantagem em razão dos programas sociais. Resistência Uma das ideias aventadas é ouvir evangélicos e verificar quais os assuntos na área de costumes podem ser assimilados pelo PT. Líderes de centro-direita e aliados à esquerda veem a tentativa com ceticismo e classificam a estratégia como “batalha perdida”. DAMARES TEM 43% DE APROVAÇÃO ENTRE AS PESSOAS QUE CONHeCEM ELA. eu avisei, estamos lascados
  2. Pesquisa foi realizada nos últimos dias 5 e 6 com 2.948 pessoas em 176 cidades. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Pesquisa Datafolha divulgada neste domingo (8) pelo jornal "Folha de S.Paulo" mostra os seguintes percentuais de avaliação do governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL): Ótimo/bom: 30% Regular: 32% Ruim/péssimo: 36% Não sabe/não respondeu: 1% A nota média (de 0 a 10) atribuída pelos entrevistados ao presidente foi 5,1, a mesma de agosto. A pesquisa foi realizada nos dias 5 e 6 de dezembro com 2.948 pessoas, em 176 cidades. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança da pesquisa é de 95% – isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro. Pesquisas anteriores Em agosto, julho e em abril, quando foram realizadas as pesquisas anteriores, os índices foram: Ótimo/bom: 29% em agosto; 33%, em julho; 32%, em abril Regular: 30 em agosto; 31%, em julho; 33%, em abril Ruim/péssimo: 38% em agosto; 33%, em julho; 30%, em abril Não sabe/não respondeu: 2% em agosto; 2%, em julho; 4%, em abril Confiança O instituto perguntou também aos entrevistados se eles confiam no que Bolsonaro diz. Confiam: 19% Confiam às vezes: 37% Nunca confiam: 43% Não sabe/não respondeu: 1% Expectativa Em relação à expectativa com o futuro do governo, 43% esperam que Bolsonaro faça uma gestão ótima ou boa. Em agosto, eram 45%; em julho, 51%, e em abril, 59%. Outros 32% acreditam que o presidente fará uma administração ruim ou péssima, contra os mesmos 32% em agosto, 24% em julho, e 23% em abril; 22% agora creem em um desempenho regular. Economia Segundo a pesquisa, 43% dos entrevistados acham a situação econômica do país vai melhorar (eram 40% em agosto); 31% entendem que vai ficar como está (os mesmos 31% de agosto); e 24% responderam que vai piorar (eram 26% em agosto). De acordo com o Datafolha, 25% aprovam o trabalho da equipe econômica do atual governo. Sobre a crise econômica que o país atravessa, 5% responderam que já acabou, 37% acham que vai acabar logo e 55% disseram que vai demorar. Atuação do presidente O Datafolha verificou, ainda, se os entrevistados acreditam que o presidente age ou não como deveria. Veja os percentuais: Age como deveria: 14% (eram 15% em agosto, 22% em julho, e 27% em abril) Na maioria das ocasiões age como deveria: 28% (eram 27% em agosto, 28% em julho, e 27% em abril) Em algumas ocasiões age como deveria: 25% (eram 23% em agosto, 21% em julho, e 20% em abril) Em nenhuma ocasião age como deveria: 28% (eram 32% em agosto, 25% em julho e 23% em abril) Principais problemas do país Os entrevistados elegeram ainda os principais problemas do país: Saúde: 32% Educação: 14% Segurança: 13% Desemprego: 13% Corrupção: 8% Economia: 8% O levantamento mostra que, para os entrevistados, a imagem do Brasil no exterior melhorou, segundo 31%, piorou para 39%, e é mesma para 25%. Outros presidentes Após um ano de mandato, os percentuais de ruim e péssimo dos últimos presidentes foram os seguintes: Fernando Collor (1991): 34% Fernando Henrique Cardoso (1995): 15% Luiz Inácio Lula da Silva, o melhor presidente que o país já teve (2003): 15% Dilma Rousseff (2011): 6% Após um ano de mandato, os percentuais de aprovação dos últimos presidentes foram os seguintes: Fernando Henrique Cardoso (1995): 41% Luiz Inácio Lula da Silva rei (2003): 42% Dilma Rousseff (2011): 59% G1
  3. A pesquisa foi realizada nos dias 5 e 6 de dezembro com 2.948 pessoas, em 176 cidades. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Pesquisa Datafolha divulgada nesta segunda-feira (9) pelo jornal "Folha de S.Paulo" aponta que 54% dos entrevistados entenderam que a libertação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi justa. Outros 42% avaliaram que a libertação é injusta. 5% não responderam. Lula foi preso em 7 de abril de 2018, para cumprir a pena a que foi condenado no caso do triplex no Guarujá, no âmbito da Operação Lava Jato. Um ano e sete meses depois, em 8 de novembro, foi solto após o Supremo Tribunal Federal (STF) reconhecer o direito dos réus de recorrer em liberdade até o julgamento do último recurso (veja vídeo mais abaixo). A pesquisa foi realizada nos dias 5 e 6 de dezembro com 2.948 pessoas, em 176 cidades. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança da pesquisa é de 95% – isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro. O levantamento também questionou se o entrevistado confia ou não no ex-presidente. Sempre confia: 25% Às vezes confia: 36% Nunca confia: 37% Não sabe: 2% Avaliação sobre a condenação A condenação de Lula por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do triplex ocorreu em julho 2017 e foi confirmada em 2ª instância em janeiro de 2018. Em abril daquele ano, logo após o ex-presidente iniciar o cumprimento da pena, o Datafolha perguntou a opinião dos entrevistados sobre a prisão. O resultado foi: Justa: 54% Injusta: 40% Não sabe/não respondeu: 6% O levantamento de 2018 ouviu 4.194 pessoas entre 11 e 13 de abril daquele ano em 227 municípios. A margem de erro também era de 2 pontos para mais ou para menos. G1
  4. Enquanto Bolsonaro e seu círculo mais próximo lembram fantasmas autoritários enxergando no horizonte a possibilidade de protestos radicais como os que ocorreram nas últimas semanas no Chile (a repetição disso por aqui representa uma miragem, diga-se), Lula saiu da cadeia justamente convocando a população a ir reclamar nas ruas contra o governo. Assim, os dois extremos vão se retroalimentando, tática que parece funcionar entre boa parte dos eleitores, conforme mostra a nova rodada de pesquisa eleitoral VEJA/FSB. Ambos representam as principais forças do momento, à direita e à esquerda. O primeiro levantamento com o nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva depois de ele ter deixado a prisão em Curitiba mostra o petista empatado tecnicamente com o candidato da situação no primeiro turno, seja ele o presidente Jair Bolsonaro, seja ele o ministro Sergio Moro (Justiça). Nos dois cenários, Lula tem 29% das intenções de voto, contra 32% dos dois adversários — a margem de erro é de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos. CLIQUE NAS IMAGENS PARA AMPLIAR A pesquisa anterior, feita em outubro, com a inclusão de Lula, ainda preso, apenas em cenário de segundo turno, mostrava que o petista já era a maior ameaça ao bolsonarismo: ele possuía 38%, enquanto Bolsonaro tinha 46%. Na mesma simulação da nova pesquisa, ambos oscilam dentro da margem de erro: 40% para Lula e 45% para Bolsonaro. A polarização espreme os candidatos de centro, que ostentam porcentuais longe de levá-­los ao segundo turno — Ciro Gomes (PDT), Luciano Huck (sem partido), João Amoêdo (Novo) e João Doria (PSDB) chegam a perder para “nenhuma das alternativas” (veja o quadro ao lado). “Essa polarização interessa a Lula e a Bolsonaro, mas não à maior parte da sociedade”, afirma o cientista político Rui Tavares Maluf, professor da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo, que alerta sobre o risco de uma nova onda de abstenções e votos nulos e brancos caso o cenário persista, a exemplo do que ocorreu em 2018. “Há as polarizações boas, que contribuem para a democracia, que precisa viver um pouco do conflito. Só que existe a polarização de baixa qualidade, e é isso que estamos vivendo”, diz. Para os especialistas, será difícil alterar o quadro, uma vez que o PT lidera a oposição às agendas econômica e política do governo, enquanto o bolsonarismo se fortalece com o enfrentamento com o petismo. “A política é dual, você é contra ou a favor de um projeto. No mundo político, é muito difícil mesmo circular fora de alguma dualidade”, avalia Rafael Cortez, sócio da Tendências Consultoria Integrada. A possibilidade de Fernando Haddad ser de novo o candidato petista, uma vez que Lula continua inelegível em razão da Lei da Ficha Limpa, é uma esperança para outras candidaturas, já que o ex-prefeito tem a maior rejeição: 60% não votariam nele de jeito nenhum — Lula tem 56%. Moro é o que melhor aparece nesse quesito, com 35%, condição que ajuda o ministro a conseguir o feito de empatar numericamente com Bolsonaro no segundo turno e derrotar Lula com vantagem maior que a de seu chefe. Já o presidente é rejeitado por 48% do eleitorado, o que pode não ser empecilho à reeleição, como lembra Marcelo Tokarski, diretor do Instituto FSB Pesquisa. “Sempre afirmaram que um candidato com rejeição superior a 40% era inviável. Mas na última eleição Bolsonaro desconstruiu essa tese. Às vésperas do primeiro turno, ele possuía uma rejeição de quase 50%. Um ano depois, o patamar permanece igual, e ele se mantém competitivo”, afirma. Muita água ainda vai rolar até 2022, mas o bolsonarismo e o petismo vão continuar insistindo no mesmo jogo da radicalização, que rende frutos até o momento. VEJA
  5. Em quem você votaria para Prefeito do Recife em 2020?
  6. Se as eleições fossem hoje, em quem vc votaria para Governador de SP?
  7. Em quem você votaria para Governador da Bahia em 2022?
  8. Em quem você votaria para Prefeito/a de Salvador em 2020?
  9. Se as eleições fossem hoje, em quem você votaria para Presidente do Brasil?
  10. Em quem você votaria para Prefeito de BH em 2020?
  11. REPORTAGEM ELPAÍS https://brasil.elpais.com/brasil/2019/11/12/politica/1573557270_097382.html PESQUISA COMPLETA http://atlaspolitico.com.br/downloads/Atlas_BR_111119.pdf São Paulo 12 NOV 2019 A libertação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teve um efeito positivo para sua imagem. A rejeição à sua prisão subiu, segundo pesquisa da consultoria Atlas, feita na Internet entre os dias 10 e 11 de novembro — dois dias após sua soltura — com 2.000 pessoas de todas as regiões do Brasil. Na comparação com o levantamento feito em julho, houve uma alta de sete pontos percentuais no índice de rejeição ao cárcere do ex-presidente, que passou de 37,4%% para 44,4%, respectivamente. Ao mesmo tempo, a percepção da imagem de Lula melhorou. Na pergunta “Você tem uma imagem positiva ou negativa de Lula”, 40,7% pontuaram como positiva, enquanto que em agosto o índice era de 34%. Ainda assim, uma maioria de 53% ainda possui uma imagem negativa do líder petista. Lula está livre. E agora? “Vocês eram o alimento de que eu precisava”, discursa ex-presidente Lula anuncia casamento com namorada e caravana pelo Brasil Ainda sobre a condenação que levou Lula à cadeia por 580 dias, a pesquisa mostra alguns resultados aparentemente contraditórios. Enquanto 47,8% se mostram a favor de sua prisão e 44,4% contra, 52,2% dizem que ela foi justa, ao passo que 42,3% acreditam que foi injusta. "Isso sugere que uma parcela chave da população considera que Lula já pagou o suficiente pelos erros que consideram tê-lo levado a sua condenação", explica o cientista político Andrei Roman, fundador da Atlas. Roman observa que esse grupo se mostra "disposto a perdoar" o líder petista. O Atlas traz ainda mostra que a maioria dos entrevistados, ou 56,5%, rejeita a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que derrubou na última quinta-feira a execução de uma pena condenatória logo após o julgamento em segunda instância e que resultou, no dia seguinte, na soltura do ex-presidente e outros condenados da Operação Lava Jato. Apenas 29,4% se disseram a favor, enquanto que 14,1% não souberam opinar. Isso indica uma discrepância entre a rejeição da decisão do STF e a rejeição à prisão do ex-presidente. Roman opina que "boa parte dos eleitores do Lula esperaria que o STF fosse decidir por sua inocência, ao invés de adotar essa solução, que essencialmente deixa o petista refém no futuro, e faz dele um bode expiatório para a libertação de outros personagens, muitos deles bem controversos". Porém, o cientista político não sabe dizer se esse assunto abordado pelo Supremo e toda sua natureza complexa ficou articulada com tanta clareza na cabeça do eleitorado lulista. "De qualquer forma, a dinâmica do STF dos últimos anos foi de muitas contradições em relação a sua própria jurisprudência. Apesar de guiado muito pela opinião pública, as reviravoltas e a fragmentação da Corte deixou ela bastante desacreditada, tanto com os eleitores mais à esquerda, como mais à direita. A população enxerga essas contradições como oportunismo ou briga pelo poder, o que talvez explique por que a decisão não tem um apoio popular semelhante à rejeição da prisão de Lula", argumenta. A queda de popularidade do governo Bolsonaro e as revelações do Vaza Jato são provavelmente os dois fatores mais importantes que levaram esse segmento a reconsiderar seu posicionamento em relação ao Lula, avalia o especialista. Para Roman, não necessariamente mudou a percepção de que o petista é culpado, mas as pessoas parecem ter relativizado a gravidade das acusações contra ele, explica. "Mostrou-se que a Lava Jato não era exatamente a guerra entre o bem e o mal que eles enxergavam no passado. Para essas pessoas, a realidade se revela mais complexa e os heróis acabaram caindo dos pedestais". Popularidade de Moro e Bolsonaro A pesquisa Atlas também mediu a popularidade do Governo Bolsonaro. As percepções pouco mudaram e se moveram dentro da margem de erro desde agosto, mês da última pesquisa. O índice de eleitores que acha a gestão ruim ou péssima subiu de 39,8% para 42,1%. Já a taxa daqueles que acreditam que o Executivo é ótimo ou bom caiu de 28,2% para 27,4%. Os que opinam que o desempenho do ultradireitista é regular passaram de 28,7% para 29,6% dos entrevistados. Ainda assim, a imagem de Moro e Bolsonaro continuam ligeiramente melhores que a de Lula: 40,7% dos entrevistados enxergam o petista de maneira positiva, enquanto que 53% o veem de forma negativa. Com Bolsonaro, as taxas ficam em 42,6% (positiva) e 51,6% (negativa). Os melhores números são para o ex-juiz da Lava Jato: 48,4% (positiva) e 45,6% (negativa). Porém, a Atlas destaca que é a primeira vez que a aprovação pessoal do ministro da Justiça se encontra abaixo dos 50%. Ele já havia perdido 10 pontos de apoio — de 60% para 50,4% — logo após a série de reportagens sobre a Lava Jato do site The Intercept Brasil. Atrás de Moro, Bolsonaro e Lula estão, nesta ordem, o ministro da Economia Paulo Guedes, o ex-prefeito Fernando Haddad, o ex-candidato Ciro Gomes (PDT), o apresentador Luciano Huck, o presidente da Câmara Rodrigo Maia (DEM-RJ) e, por último, o governador de São Paulo João Doria (PSDB). A rejeição a Doria tem avançado de modo acentuado. Em julho 42,5% diziam ter imagem negativa dele, índice que chegou aos 62% em novembro. "O centro sofre muito por conta da polarização, e qualquer candidato de centro que consiga chegar num segundo turno ganha a eleição. Mas chegar lá é quase impossível. É a história de Geraldo Alckmin ou Marina Silva nas eleições passadas no Brasil", explica Roman. O especialista ainda enxerga a possibilidade de que tanto Lula como Bolsonaro façam sinais em direção ao eleitorado mais indeciso e de centro. "No momento em que Lula consiga se posicionar como candidato com chances efetivas para ganhar, isso deveria servir como um incentivo de moderação para Bolsonaro, na busca do centro político", argumenta. "Por outro lado, Bolsonaro nunca foi um político tradicional que atua de forma estratégica para construir o seu eleitorado. É disso que veio também sua aparente autenticidade, algo que acabou se transformando em sua maior fortaleza", pondera. Uma variável que ele acredita ser bastante importante é o desempenho da economia sob Boslonaro. Não à toa o ex-presidente vem mirando suas críticas contra o ministro Paulo Guedes, por entender que o desapontamento com a situação econômica pode mudar a equação política. "Ninguém ilustrou isso melhor que Dilma Rousseff. A expectativa de Lula é que a economia não irá decolar e que isso irá afundar um governo Bolsonaro já bastante enfraquecido", explica Roman. Ele ainda opina que pode-se esperar bastante moderação do petista. "'Lula paz e amor' foi uma fórmula que virou quase hegemônica. Certamente o ex-presidente entende isso e buscará isso. A tentativa de reconciliação com Ciro Gomes e os braços abertos para Marcelo Freixo e o PSOL são os primeiros exemplos", completa. Cenários para as eleições Apesar da melhora significativa na imagem de Lula, 53,5% dos entrevistados não votariam no petista em umas eleições presidenciais, contra 43,3% com possibilidades de votar no petista. Deste total, 34% dizem que votariam "com certeza" no ex-presidente, o que indica a fidelização de parte significativa do eleitorado — o suficiente para levá-lo a um segundo turno. Além disso, 46,4% dos entrevistados acreditam que o petista venceria as eleições, enquanto que 45,8% disseram não acreditar em sua vitória. Apesar de livre, Lula ainda está condenado em segunda instância e, portanto, não pode neste momento se candidatar a nenhum cargo. Assim, um candidato indicado pelo ex-presidente perderia no segundo turno tanto contra o presidente Jair Bolsonaro como contra o ministro da Justiça Sergio Moro — responsável, quando era juiz federal, pela condenação do petista em primeira instância. Em dados concretos: 45,6% votariam no atual mandatário, de extrema direita; 41,3% votariam em alguém apoiado pelo petista; e 13,1% não sabem dizer, anulariam ou votariam em branco. Seguindo a mesma tendência, 47,6% votariam em Moro; 40,2% escolheriam o candidato de Lula; 12,2% não sabem dizer, anulariam ou votariam em branco. No entanto, o questionário da Atlas não considerou como cenário uma candidatura de Lula — que seria possível caso suas condenações sejam anuladas — e sua ida para o segundo turno. Ou seja, não foi possível saber qual seria o desempenho do próprio ex-presidente contra Bolsonaro e Moro. Roman aponta para a contradição com os dados do Datafolha de 2 de setembro. Na ocasião, ainda que a imagem do ex-presidente Lula estivesse pior, o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad venceria com 42% dos votos em um segundo turno contra Bolsonaro, que ficaria com 36%. Outros 18% votariam nulo ou branco e 4% não souberam responder, ainda segundo o instituto — que escutou 2.878 pessoas acima de 16 anos em 175 municípios do país nos dias 29 e 30 de agosto. O cientista político pondera que muita coisa pode acontecer até 2022, de modo que há possibilidades de que o cenário sofra mais alterações. Foi o que aconteceu recentemente na Argentina. "Uma ampla maioria da opinião pública era cristalizada contra Cristina Kirchner. Até hoje existe uma maioria a favor de sua prisão. Mesmo assim ela conseguiu eleger-se e eleger o próximo presidente", explica. "No Brasil, como em tantas outras democracias, estamos vendo uma intensificação muito forte da polarização. Isso faz com que a rejeição de uma figura seja relativizada pela intensidade da rejeição de outra figura. Lula pode não ter uma maioria natural para eleger-se ou eleger o seu candidato. Mas contra o Bolsonaro, isso pode ficar viável". E vice-versa. Apoio a ditadura A Atlas também mediu a opinião do eleitorado em outros assuntos. Por exemplo, 74,7% se dizem contrários a uma ditadura, enquanto que 14% são favoráveis e 11,3% não souberam opinar. Além disso, 52,1% acreditam que a corrupção está aumentando. Nesta mesma linha, 56,6% sentem que a criminalidade também está subindo, apesar de os dados de 2018 e deste ano indicarem o contrário. A pesquisa da Atlas Político foi feita online entre os dias 10 e 11 de novembro com 2.000 pessoas de todas as regiões do país. A margem de erro é de 2% e o índice de confiança é de 95%. Para ver o levantamento completo, clique aqui.
  12. Intenção de Voto - Prefeito de João Pessoa: Ricardo Coutinho (PSB) - 36,3% Ruy Carneiro (PSDB) - 14,0% Nilvan Ferreira (Sem Partido) - 8,2% Manoel Júnior (PSC) - 6,4% Diego Tavares (PV) - 1,6% Brancos/Nulos - 12,2% Não Sabe - 20,5% Não Informou - 0,8% A pesquisa foi realizada pelo instituto Método Inteligência Consultoria e Pesquisa no período de 04 a 06 de novembro de 2019, foram entrevistados 600 eleitores por domicílio em 54 bairros na cidade de João Pessoa, o que garante uma margem de erro máxima aproximadamente nos resultados de ± 4,0%, com um nível de confiança de 95%. https://www.paraibaradioblog.com/2019/11/08/metodo-ricardo-coutinho-ruy-carneiro-e-nilvan-ferreira-lideram-disputa-pela-pmjp-em-2020/
  13. São os nomes mais prováveis, no momento. E como o fórum é bem marineiro, coloquei um cenário com e sem ela.
  14. ELEIÇÕES 2020 - ESPONTÂNEA Não sabe 74,2% Ninguém 11,1% Geraldo Júlio 3,9% Daniel Coelho 2,4% João Paulo 2,2% Marília Arraes 1,8% João Campos 1,2% Mendonça Filho 1,0% Delegada Patrícia Domingos 0,4% Tulio Gadêlha 0,4% Ivan Moraes 0,2% Outros nomes citados 1,3% ELEIÇÕES 2020 - ESTIMULADA Daniel Coelho 20,0% Marília Arraes 15,9% Mendonça Filho 12,4% João Campos 12,2% Delegada Patrícia Domingos 9,3% Tulio Gadêlha 6,5% Gilson Neto 2,2% Ivan Moaraes 2,1% André de Paula 1,7% Não sabe 4,1% Ninguém 13,5% ELEIÇÕES 2020 - POTENCIAL ELEITORAL Marília Arraes - Certeza: 9,9% | Poderia: 37,1% | Jamais: 46,7% | Conhece Pouco: 4,6% | Não Sabe: 1,7% Daniel Coelho - Certeza: 8,9% | Poderia: 46,1% | Jamais: 38,2% | Conhece Pouco: 4,6% | Não Sabe: 2,2% Mendonça Filho - Certeza: 6,4% | Poderia: 31,9% | Jamais: 57,2% | Conhece Pouco: 2,5% | Não Sabe: 1,9% João Campos - Certeza: 6,2% | Poderia: 35,3% | Jamais: 49,8% | Conhece Pouco: 7,1% | Não Sabe: 1,7% Patrícia Domingos - Certeza: 2,5% | Poderia: 31,2% | Jamais: 36,1% | Conhece Pouco: 27,4% | Não Sabe: 2,8% Gilson Neto - Certeza: 0,4% | Poderia: 11,7% | Jamais: 48,1% | Conhece Pouco: 37,7% | Não Sabe: 2,2% AVALIAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO FEDERAL - PRESIDENTE JAIR BOLSONARO Ótima: 8,8% Boa: 15,0% Regular: 23,9% Ruim: 13,6% Pésima: 37,0% Não Sabe: 1,7% Aprova: 36,1% Desaprova: 58,9% Não Sabe: 5,0% AVALIAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO ESTADUAL - GOVERNADOR PAULO CÂMARA Ótima: 3,1% Boa: 15,8% Regular: 31,8% Ruim: 17,5% Pésima: 30,0% Não Sabe: 1,8% Aprova: 34,3% Desaprova: 60,3% Não Sabe: 5,4% AVALIAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL - PREFEITO GERALDO JÚLIO Ótima: 6,9% Boa: 23,7% Regular: 33,5% Ruim: 14,5% Pésima: 19,6% Não Sabe: 1,9% Aprova: 49,8% Desaprova: 45,8% Não Sabe: 4,5% https://www.paranapesquisas.com.br/wp-content/uploads/2019/10/MídiaRecife_Out192.pdf
  15. Para cada um dos partidos políticos, gostaria que o(a) sr(a) dissesse qual destas frases melhor descreve a sua opinião sobre ele: Partido dos Trabalhadores ‐ PT ‐ nº13: Com certeza votaria neste partido - 27% Poderia votar neste partido - 27% Não votaria neste partido de jeito nenhum - 43% Não Sabe/Não Respondeu - 3% Partido Social Liberal ‐ PSL ‐ nº17: Com certeza votaria neste partido - 12% Poderia votar neste partido - 29% Não votaria neste partido de jeito nenhum - 50% Não Sabe/Não Respondeu - 8% Pesquisa Completa: http://www.ibopeinteligencia.com/arquivos/JOB_1274_POTENCIAL PARTIDOS - Relatório de tabelas.pdf
  16. https://www.em.com.br/app/noticia/politica/2019/09/30/interna_politica,1088911/kalil-lidera-com-folga-a-disputa-pela-pbh.shtml - Alexandre Kalil (PSD) - 40 % - Mauro Tramonte (PRB) - 25 % - João Vitor Xavier (Cidadania) - 2 % - Áurea Carolina (PSOL) - 2 % - Eros Biondini (PROS) - 2 % - Mateus Simões (Novo) - 2 % - André Quintão (PT) - 1 % A pesquisa foi encomendada pela Câmara dos Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL-BH).
  17. CENÁRIO 1 Jair Bolsonaro - 34% Fernando Haddad - 17% Luciano Huck - 11% Ciro Gomes - 9% João Amoêdo - 5% João Dória - 3% Branco - 1% Nulo - 4% Nenhum - 10% Não Votaria - 1% NS/NR - 6% CENÁRIO 2 Sérgio Moro - 30% Fernando Haddad - 16% Luciano Huck - 16% Ciro Gomes - 11% João Amoêdo - 5% João Dória - 5% Branco - 1% Nulo - 3% Nenhum - 9% Não Votaria - 0% NS/NR - 3% CENÁRIO 3 Jair Bolsonaro - 24% Sérgio Moro - 17% Luciano Huck - 15% Fernando Haddad - 14% Ciro Gomes - 10% João Amoêdo - 4% João Dória - 3% Branco - 1% Nulo - 2% Nenhum - 6% Não Votaria - 0% NS/NR - 3% SEGUNDO TURNO Bolsonaro 46% Lula 38% Bolsonaro 46% Dória 26% Bolsonaro 43% Luciano Huck 39% Bolsonaro 47% Haddad 34% Luciano Huck 40% Haddad 29% Sérgio Moro 38% Bolsonaro 34% Sérgio Moro 50% Lula 37% Sérgio Moro 49% Luciano Huck 32% Sérgio Moro 52% Haddad 31% https://veja.abril.com.br/politica/pesquisa-veja-lula-bolsonaro-2022/
  18. Pesquisa inédita do Instituto Paraná revela o potencial eleitoral dos principais nomes à prefeitura de São Paulo. Foram entrevistados 1 220 eleitores durante os dias 20 a 24 de setembro. A margem de erro é de aproximadamente 3%. Foram três cenários estimulados. O deputado Celso Russomanno larga na frente em todos, como nas eleições passadas. Na primeira análise, Russomanno aparece com 22,1% das intenções de votos, contra 21,1% do apresentador Datena, 11,6% de Márcio França, 9,6% do atual prefeito Bruno Covas e 7,2% de Joice Hasselmann. No segundo cenário, sem Datena, Rusomanno lidera com 30,7%, contra 13,3% de França, 12% de Covas, 8,1% de Joice e 4,5% de Guilherme Boulos. Na terceira simulação, Rusomanno lidera com 22,4%. Datena é segundo, com 21,3%. França, Covas, Hasselmann e Boulos aparecem em seguida, com 12%, 9,6%, 7,2% e 4,7%, respectivamente. Tabata Amaral, Jilmar Tatto e Andrea Matarazzo também pontuam. Em nenhum dos cenários, o mais bem colocado passa de 3,2%. Veja
  19. Na terça-feira, 15/10, foi divulgada uma pesquisa interna do DEM, feita pelo Instituto GPP, que mostrava Eduardo Paes (DEM) isolado em 1º, com Marcelo Freixo (PSol) e Marcelo Crivella (Republicanos), empatados em 2º. Mas, nesta quarta-feira, 16/10, foi divulgada uma pesquisa do Instituto Paraná e o resultado foi diferente para Freixo e Crivella. Na pesquisa, feita com 1002 eleitores, entre os dias 11 e 15 de outubro, Eduardo Paes (DEM) continua em 1º, com 27,3%, contudo, em 2º lugar a surpresa é que aparece a delegada Martha Rocha (PDT), com 16,8%. Marcelo Freixo (PSol) ficou com 14,4% e Marcelo Crivella (Republicanos) com 13,2%. Talvez a posição de Martha Rocha possa ser por causa do uso da palavra “delegada”, que em períodos que o eleitor se mostra muito preocupado com segurança pública, pode ser um bom puxador de votos. Ainda assim, a notícia é muito ruim para Freixo que vem tentando fazer uma grande aliança na esquerda e agora vê outros nomes competitivos na sua seara. Lembrando que em seu partido, PSol, ele também não é unanimidade e o vereador Renato Cinco lançou sua pré-candidatura a Prefeito do Rio. A pesquisa é péssima também para o bispo Crivella. Ele aparece em 2º exatamente entre seu eleitorado, o evangélico, em todos os 3 cenários, perdendo para Eduardo Paes. Mas há chance de crescimento para todos, quando perguntados “se as eleições para Prefeito do Rio fossem hoje em quem você votaria?”. 75,6% responderam que não sabiam e 10,8% responderam que não votariam em ninguém. O Instituto Paraná também perguntou sobre aprovação do governo de Jair Bolsonaro (PSL) e de Wilson Witzel (PSC), e ambos dividem a opinião pública. 49,9% aprovam o governo do presidente, enquanto 45,4% dos cariocas desaprovam. Já o governador Witzel tem 47,8% de aprovação e 47,3% de desaprovação, o que é positivo para ele, que perdeu na capital para Paes em 2018, e conseguiu conquistar alguns eleitores do ex-prefeito. 1º Cenário Eduardo Paes (DEM) – 27,3% Martha Rocha (PDT) – 16,8% Marcelo Freixo (PSol) – 14,4% Marcelo Crivella (REP) – 13,2% Alessandro Molon (PSB) – 3,3% Clarissa Garotinho (PROS) – 2,9% Otoni de Paula (PSC) – 1,6% Marcelo Calero (CID) – 1,5% Rodrigo Amorim (PSL) – 1,4% Mariana Ribas (PSDB) – 1,2% Fred Luz (NOVO) – 0,8% Ninguém 12% Não sabem 4% 2º Cenário Eduardo Paes (DEM) – 28,4% Martha Rocha (PDT) – 17,3% Marcelo Freixo (PSol) – 15,2% Marcelo Crivella (REP) – 13,9% Alessandro Molon (PSB) – 4% Rodrigo Amorim (PSL) – 1,8% Mariana Ribas (PSDB) – 1,5% Fred Luz (NOVO) – 1,1% Ninguém 12,7% Não sabem 4% 3º Cenário Eduardo Paes (DEM) – 32,19% Marcelo Freixo (PSol) – 19,4% Marcelo Crivella (REP) – 16,6% Rodrigo Amorim (PSL) – 4,7% Fred Luz (NOVO) – 2% Ninguém 19,6% Não sabem 4,9% Quintino Gomes - Diário do Rio
  20. Saiu uma primeira pesquisa com números para a eleição para prefeito do Rio de Janeiro em 2020. Apesar de ter 27 pré-candidatos a prefeito do Rio, a pesquisa leva em conta apenas 10 nomes. E foi publicada originalmente pelo jornalista Cássio Bruno/O Dia. Encomendada pelo Democratas, e sem ser registrada, não é exatamente um número que dê para confiar cegamente. Até porque, como vimos em 2018, a maioria errou feio, mas serve para mostrar bem o cenário no momento. Na pesquisa, que mostra a liderança isolada do ex-prefeito Eduardo Paes (DEM), com 22,5%, tem um empate entre Marcelo Freixo (PSol), 10,8%, e Marcelo Crivella (Republicanos), 10,2%. Já a deputada estadual Martha Rocha (PDT) pontua 6,7%, e seu possível aliado, Alessandro Molon (PSB) está com 3,8%, se juntassem os votos dos 2, estariam empatados com Freixo. Já Clarissa Garotinho (PROS), 1,9%, Otoni de Paula (PSC), 0,9%, Marcelo Calero (Cidadania), 0,8%, Rodrigo Amorim (PSL), 0,5% e Mariana Ribas (PSDB), 0,1%. Bancos/Nulos, 30,8%. Não souberam/não responderam, 11%. Mas se for levado em conta outro dado da pesquisa, a situação dos dados muda um pouco. Por exemplo, Paes sozinho teria 25,6%, mas um nome indicado por Bolsonaro e Witzel alcançaria 14,5%, já pelo PSol e PT 12,6%, por Marcelo Crivella 9,5%, por evangélicos 1,9%. E “Nenhum” dos candidatos fica com 26,9% e “não sabem” 9% dos votos. Bem, se me permitem o comentário, acho muito difícil que o apoio de Bolsonaro fique em apenas 14,5%. Por mais que hoje o presidente não se encontre tão popular quanto em 2018, o Rio de Janeiro é o berço do Bolsonarismo e seu nome, sem dúvida nenhuma, potencializa muito qualquer candidato. O mesmo com o apoio do governador. AVALIAÇÃO DO GOVERNO CRIVELLA A pesquisa também revelou a rejeição de Crivella: 62,2% dos cariocas acham a gestão do bispo ruim; 24,5% regular e por alguma razão que foge à racionalidade, 9,8% dizem que a gestão de Crivella é ótima, e 3,5% não sabem. Nessa segunda, 14/10, foi noticiado que Crivella investirá 400 milhões em obras e conservação no Rio. Não parece que será o suficiente para reverter esse quadro tão ruim para o bispo. Quintino Gomes - Diário do Rio
  21. Pesquisa do Instituto Methodus mostrou a intenção de votos para a prefeitura de Porto Alegre. A um ano do pleito na Capital, na menção espontânea, 72% dos entrevistados disseram não saber em quem votariam se a eleição fosse hoje. Entre os citados como possíveis candidatos, a ex-deputada e ex-candidata a vice-presidente, Manuela D'Ávila (PCdoB) teria 8% de intenção de votos. Em segundo lugar está o deputado estadual Sebastião Melo (MDB), com 6%. O atual prefeito, Nelson Marchezan Júnior (PSDB), tem 4% das intenções. Aparecem ainda na pesquisa espontânea a deputada estadual Luciana Genro (PSol), com 2%, e a deputada federal Maria do Rosário (PT), com 1%. Os demais citados não atingiram 1% das intenções de voto. Brancos e nulos somaram 7%. Levantamento indica as posições a menos de um ano do primeiro turno da disputa de 2020 Nas quatro pesquisas estimuladas, Manuela lidera as intenções de voto, variando entre 17% a 27%, dependendo do cenário. Ao mesmo tempo, ela acumula a terceira maior rejeição entre os candidatos, somando 33%. Sebastião Melo, que disputou a última eleição e perdeu no segundo turno para Marchezan, permanece em segundo lugar nos quatro cenários, variando na intenção de voto de 11% a 22%. Na rejeição, ele tem 7%. Também nos quatro cenários, Marchezan Júnior aparece em terceiro lugar, recebendo entre 9% e 12% das intenções de voto. O atual prefeito tem a maior rejeição entre os nomes citados, totalizando 40%. No primeiro cenário estimulado, além dos três candidatos já citados, aparecem Luciana Genro, 6%; Maria do Rosário, 5%; Beto Albuquerque (PSB), 4%; Juliana Brizola (PDT), 4%; Fábio Ostermann (NOVO), 3%; Any Ortiz (Cidadania), 3%; Thiago Duarte (Dem) 3%; Maurício Dziedricki (PTB), 3%; Ruy Irigaray (PSL) 2%; Gustavo Paim (PP), 1%; e Carlos Gomes (Republicanos), 1% dos votos. Brancos e nulos somam 12%, e não sabem atingem 17%. Na questão em que os eleitores pesquisados avaliam a rejeição aos candidatos, Marchezan Júnior lidera com 40%, seguido por Maria do Rosário, 38%, e Manuela, com 33%. Dos demais candidatos indicados: Luciana Genro tem 26%; Juliana Brizola, 12%; Beto Albuquerque e Ruy Irigaray tem 11%; Gustavo Paim e Mauricio Dziedricki, aparecem com 10%; Carlos Gomes e Any Ortiz têm 9%; Fábio Ostermann, tem 8%; Melo, tem 7%; e Thiago Duarte, 6%. Não rejeita nenhum, tem 14%, e não sabe, 5%. A pesquisa também avaliou a administração de Nelson Marchezan Júnior (PSDB) como prefeito de Porto Alegre. A análise utilizou a escala de 1 a 5. Fonte: https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/politica/2019/10/706483-pesquisa-mostra-disputa-eleitoral-para-prefeitura-de-porto-alegre.html Com infográficos by O Aprendiz
  22. LAURO JARDIM A popularidade do governo, a confiança e a aprovação da população na maneira de governar estão em queda. Esse é o retrato que emerge da nova pesquisa Ibope, feita entre os dias 19 e 22 de setembro. Encomendada pela CNI, será divulgada oficialmente no final do dia de hoje e mostrará todos os indicadores do presidente ligeiramente abaixo dos registrados na pesquisa anterior, realizada em junho. Esta, por sua vez, já assinalara uma queda ante a pesquisa feita em abril, a primeira do Ibope no governo Bolsonaro Aos números: *A avaliação positiva (ótimo e bom) do governo era de 35% em abril, caiu para 32% em junho e agora está em 31%. * A avaliação negativa (ruim e péssimo), por sua vez, subiu de 27% em abril para 32% em junho e em setembro chegou a 34%. *Os que consideram o governo "regular" são 32% (eram 31% em abril e os mesmos 32% em junho). Os que não sabem ou não quiserem responder somaram 3%. Os que desaprovam a maneira de Bolsonaro governar já alcançou um percentual inédito — a metade da população, segundo o Ibope: *50% não aprovam (eram 40% em abril e 48% em junho). Aqueles que aprovam somam 44% (eram 51% e 46% nas pesquisas anteriores). Um total de 6% não quiseram responder. A confiança em Bolsonaro também minguou. Os que disseram "confiar" no presidente foram 42% dos entrevistados. Em abril, esse percentual era de 51% (caiu para 46% em junho). Do outro lado, 55% disseram "não confiar" em Bolsonaro (eram 45% em abril e 51% em junho) O Ibope ouviu 2 mil pessoas em 126 municípios entre 19 e 22 de setembro. O levantamento anterior havia sido realizado de 20 e 26 de junho.
  23. Pesquisa de boca de urna divulgada pelo Canal 13 mostra a coalizão centrista Azul e Branco, de Benny Gantz, como vitoriosa das eleições legislativas em Israel, com 33 dos 120 assentos do Parlamento. O conservador Likud, do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, aparece em segundo lugar, com 31. Já o Canal 12 atribui 34 cadeiras a Gantz e 33 a Netanyahu, enquanto a emissora pública israelense aponta empate de 32 a 32. De acordo com as três pesquisas, no entanto, a única chance de o premier conseguir maioria no Parlamento é formar uma ampla aliança que inclua o partido ultranacionalista Yisrael Beiteinu, que já impediu o nascimento de um novo gabinete após as eleições de abril passado. O mesmo cenário acontece com a coalizão Azul e Branco, que não reuniria 61 assentos nem mesmo com o apoio dos partidos árabes e de centro-esquerda. https://www.terra.com.br/noticias/mundo/boca-de-urna-da-vitoria-a-gantz-em-israel-mas-sem-maioria,4c5261dc86f023dae7735d335b25ce13ehhroxz6.html
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