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  1. Com o seu álbum de estreia, o “Heaven & Hell”, lançado em 2020 amparado no sucesso de “Sweet But Psycho” e super bem criticado mundialmente, Ava Max refletiu sobre sua música de maior sucesso e o impacto que ela teve na indústria fonográfica em geral. Em entrevista para o site Uproxx, a cantora estadunidense afirmou que “Sweet But Psycho” foi a responsável por trazer a música Pop de volta aos holofotes, em uma época em que os principais e mais bombados lançamentos eram músicas indies. “Eu senti que era uma música boa, mas eu sabia que tinha muita música indie na época. Até na New Music Friday, naquela época, ‘Sweet But Psycho’ era a única desse tipo. Era a única música Pop ali”, afirmou Ava Max. “‘Sweet But Psycho’ trouxa de volta a música Pop, e todo mundo começou a fazer música Pop novamente. Literalmente, todos esses artistas Pop começaram a ficar mais Pop, e eu acho que ‘Sweet But Psycho’ abriu as portas para isso novamente”, completou. Ava Max está experimentando novos ritmos ao gravar seu novo álbum Não espere que o próximo álbum de Ava Max seja parecido com o “Heaven & Hell”. Apesar da ótima recepção do projeto, tanto da crítica como do público, a cantora está experimentando novos ritmos para seu novo disco. Em entrevista para a revista Forbes publicada no mês de maio, Ava afirmou que já está produzindo seu novo disco, mesmo com o “Heaven & Hell” tendo sido lançado em setembro de 2020. Ao ser questionada sobre o trabalho, Ava Max falou que o novo álbum é algo “que as pessoas ficarão surpresas porque é ainda mais hinário do que o que vocês ouviram.” “Eu não quero falar muito porque quero que seja uma surpresa. Mas, estou explorando uns dois outros gêneros [musicais] com certeza. Ainda muito hinário”, explicou Ava Max sobre a sonoridade do álbum. https://portalpopline.com.br/para-ava-max-sweet-but-psycho-fez-a-musica-pop-voltar-aos-holofotes/
  2. O trailer final de Annette, musical estrelado por Adam Driver e Marion Cotillard, foi lançado hoje (4) pelo Amazon Prime Video - veja abaixo. A estreia ficou para 20 de agosto na plataforma, com passagem pelos cinemas americanos a partir da próxima sexta (6). Annette é dirigido pelo cineasta francês Leos Carax (Holy Motors), que ainda assina o roteiro ao lado de Ron Mael e Russell Mael, conhecidos como os irmãos Sparks - responsáveis também pelas canções originais. Veja a sinopse oficial: "Los Angeles, hoje. Henry (Driver) é um comediante com um senso de humor feroz que se apaixona por Ann (Cotillard), uma cantora de ópera de renome mundial. Sob os holofotes, eles formam um casal apaixonado e glamoroso. Com o nascimento de sua primeira filha, Annette, uma menina misteriosa com um destino excepcional, suas vidas viram de cabeça para baixo". Também estrelado por Simon Helberg (The Big Bang Theory), Annette venceu o prêmio de melhor direção no festival de Cannes 2021. @ Marquinhos C. spoiler https://www.omelete.com.br/amazon-prime-video/annette-trailer-final
  3. O ator Joaquin Phoenix dublou o protagonista de Irmão Urso (2003) (Foto: Getty Images/Reprodução) O ator Joaquin Phoenix está fazendo campanha para que 13 ursos em cativeiro em um rancho na Flórida sejam entregues a um santuário animal. Ativista dos direitos dos animais, o astro de 46 anos escreveu uma carta aos donos do rancho Bearadise Ranch pedindo que os animais sejam retornados à natureza. Phoenix tem ligação direta com os ursos Bruno e Bambi pelo fato dos dois terem sido estudados por artistas e designers dos estúdios Disney para a criação dos personagens de ‘Irmão Urso’ (2003), desenho animado que conta com o ator na dublagem do personagem principal, um menino transformado em urso após matar um animal. Os dois ursos vivem no rancho junto com mais outros 11 animais, que Phoenix também pede que sejam entregues a um santuário animal e passem o resto de suas vidas em liberdade. A carta assinada pelo ator, endereçada à dona do rancho, Monica Welde, foi divulgada pelo site The Hollywood Reporter. Um dos ursos que vivem no rancho na Flórida (Foto: Facebook) A família Welde fundou o rancho de ursos em 1926 e aluga os animais para produções hollywoodianas, comerciais e festas infantis. O texto de Phoenix diz: “Cara Monica, acabei de saber que dois dos ursos usados em seu programa de visitas, Bambi e Bruno, serviram de modelo para ‘Irmão Urso’, da Disney. Eu dublei o personagem principal do filme, Kenai, que, em uma lição de empatia, é magicamente transformado para ver o mundo através dos olhos dos ursos, e agora estou pedindo que você veja através dos olhos deles também” O ator Joaquin Phoenix em protesto em Londres pelos direitos de animais (Foto: Getty Images) “Esses ursos merecem mais do que uma vida na estrada, onde eles são privados de tudo o que é natural e importante para eles, e se você se colocar no lugar deles, tenho certeza que você verá isso também. Você sabe que os ursos são animais curiosos e complexos que adoram escalar, cavar, forragear e brincar”. “Seu olfato agudo e patas do tamanho de um prato evoluíram para que eles pudessem procurar companheiros e comida em grandes distâncias, mas essas características cuidadosamente aprimoradas são desperdiçadas em suas viagens, onde são relegados a gaiolas de transporte quando não são puxando aros sobre suas cabeças e carregando bolas de basquete na frente de uma multidão de estranhos”. Um dos ursos que vivem no rancho na Flórida, com um chapéu pró-Donald Trump na cabeça (Foto: Facebook) “Bambi e Bruno nunca terão a experiência de vida na selva. Eles nunca conseguirão farejar um salmão ou atravessar montanhas, mas isso não significa que suas vidas não possam melhorar. Você poderia, por favor, colocar um fim aos números e às viagens e dar a todos os ursos em suas instalações a chance de viver como ursos?”. Vencedor do Oscar de melhor ator em 2020 por seu trabalho em ‘Coringa’ (2019), o ator encerra afirmando: “Se você quiser fazer o que é realmente o melhor para eles, deixe-me ajudá-los a fazer os preparativos para que sejam transferidos para um santuário credenciado. Sinceramente, Joaquin Phoenix”. O Hollywood Reporter disse ter entrado em contato com os responsáveis pelo rancho no qual os animais vivem, mas os responsáveis pelo estabelecimento ainda não se pronunciaram sobre a carta do ator. https://revistamonet.globo.com/Filmes/noticia/2021/08/joaquin-phoenix-pede-liberdade-de-ursos-em-cativeiro-que-inspiraram-desenho-da-disney.html
  4. Houve reclamações sobre a Humberlinda http://www.cresspr.org.br/site/nota-sobre-assistente-social-retratada-em-programa-humoristico-da-rede-globo/
  5. Substitua angústia por carisma, e você tem uma série tremendamente envolvente nas mãos Uma das missões mais difíceis de qualquer produção focada em adolescentes é saber quanta importância dar aos dramas e angústias dos personagens. Não dá para perder de vista que esses jovens de menos de 20 anos provavelmente olharão para trás, no futuro, e darão gostosas gargalhadas com o quanto se preocuparam com isso ou aquilo na época mais intensa da vida. Por outro lado, tratar tudo como uma grande zombaria é receita infalível para criar um pedaço de narrativa presunçoso, desagradável e - acima de tudo - desrespeitoso com a humanidade dos personagens que retrata e do público que alcança. Genera+ion é magistral em atingir esse equilíbrio. A série da HBO Max, que chegou ao Brasil no último dia 29 com todos os 16 episódios da primeira temporada, nunca se afasta demais do humor. De fato, ela se delicia com o caos romântico e social na vida de Chester (Justice Smith), Nathan (Uly Schlesinger), Riley (Chase Sui Wonders) e cia., despertando no espectador mais velho aquela nostalgia gostosa das “tretas” largamente inconsequentes da adolescência - e, ao mesmo tempo, aquele absoluto horror da imaturidade que levava a elas. Mas a série também sabe que é preciso falar sério quando o assunto é, por exemplo, sexualidade ou saúde mental. Em 16 episódios, a turma quase inteiramente queer de protagonistas passa por batalhas internas silenciosas que eventualmente explodem em atos impensados, lutando contra a incompreensão de um mundo despreparado para receber uma geração com uma mentalidade tão diferente da vigente. É um conflito histórico, que se repete no amadurecimento de quase toda geração, mas Genera+ion não perde de vista a especificidade do grupo que quer retratar. Parte dessa perspectiva afiada se deve ao envolvimento de Zelda Barnz, que cocriou a série com o pai, Daniel Barnz. A roteirista, de 19 anos de idade, entende os seus personagens da geração Z melhor do que qualquer escritor de 30 ou 40 jamais poderia entender, e Genera+ion é melhor por causa disso. O texto transborda autenticidade, a começar pelos diálogos fluidos, que realmente soam como se adolescentes razoavelmente articulados (mas, ainda, adolescentes) estivessem conversando - sem nada do verniz literário nem da paródia grosseira que caracterizam, alternadamente, o trabalho de muitos roteiristas mais velhos que escrevem para essa faixa de idade. Também dela, provavelmente, vem o entendimento intrínseco das identidades dos personagens, líquidas, mas afirmadas sempre com certeza inabalável. Para os jovens de Genera+ion, rótulos de sexualidade, gênero e até raça existem como uma espécie de orientação para o mundo externo, como realidade social, nunca como evangelho emocional. Não há apego às identidades que reclamam para si em certo espaço de tempo, talvez porque eles nunca tenham tido que lutar diretamente pelo direito de reclamá-las. Eles não rejeitam essas identidades, mas tampouco as veem como imutáveis, imovíveis, impossíveis de manipular, de dentro (de cada indivíduo) para fora. Genera+ion faz ver a beleza dessa mentalidade sem esconder nem espetacularizar os sofrimentos únicos que essa geração enfrenta, em parte por causa dela. Dirigida e atuada com a mesma sensibilidade aguda do roteiro (Smith e Schlesinger estão particularmente brilhantes, uma bola de nervos a todo momento em que estão em tela), é uma série compreensiva, calorosa, divertida, desesperadora e frustrante - às vezes, tudo isso no mesmo episódio, na mesma cena. Quem já foi adolescente com certeza sabe como é. https://www.omelete.com.br/series-tv/criticas/generation-1-temporada-critica
  6. Cinderela é uma nova e ousada abordagem musical da história tradicional com a qual você cresceu. Nossa heroína (Cabello) é uma jovem ambiciosa cujos sonhos são maiores do que o mundo permite, mas com a ajuda de seu Fab G (Billy Porter), ela é capaz de perseverar e realizar seus sonhos. Escrita para as telas e dirigida por Kay Cannon com covers de canções escritas por alguns dos artistas musicais mais vendidos de todos os tempos, Cinderela tem um elenco de estrelas que inclui Idina Menzel, Minnie Driver, Nicholas Galitzine, com Billy Porter e Pierce Brosnan. Os produtores são James Corden, Leo Pearlman, Jonathan Kadin e Shannon McIntosh, e os produtores executivos são Louise Rosner e Josephine Rose.
  7. Talvez eu teria a cabeça decepada, mas eu aproveitaria para mamar o Max Thieriot aí mesmo
  8. Hoje, dia 2 de agosto, no mesmo dia que nossos queridos colegas do CinePOP Rafa Gomes e Pedro Sobreiro fazem aniversário, os cinéfilos têm outro motivo para celebrar. Nascia também, algumas primaveras antes Wesley Earl Craven, um nome que viria a marcar para sempre a indústria do cinema, em especial o cinema de gênero (o terror no caso), sendo considerado um verdadeiro mestre em sua arte. É claro que falamos do saudoso Wes Craven, que completaria 82 anos hoje. O cineasta nos deixou em 2015, aos 76 anos de idade. Além de muitos filmes queridos pelos fãs, que marcarão para sempre a sétima arte – como A Hora do Pesadelo (1984) e Pânico (1996), Craven também era roteirista, produtor e ator – tendo aparecido em alguns de seus filmes vivendo personagens importantes e até topado a brincadeira de aparecer nos filmes de colegas. Craven começou a carreira no início da década de 70 e acumulou 36 créditos como diretor, entre curtas, longas, filmes para a TV e séries de TV. Como forma de comemorar o aniversário desta verdadeira lenda da sétima arte, topamos uma empreitada muito desafiadora. Iremos ranquear TODOS os filmes do diretor Wes Craven. Mas antes algumas regras. Aqui iremos contar apenas os filmes que dirigiu, os que produziu somente ficarão de fora. Além disso, também não contaremos com seus filmes produzidos diretamente para a TV (embora existam alguns), por serem produções mais obscuras, fugindo do conhecimento de muitos, inclusive de críticos. Apesar disso, na lista teremos nossa cota de produções desconhecidas do cineasta. Confira abaixo e comente quais seus favoritos. Ah sim, lembrando que a ordem é sempre do pior para o melhor. 20) Quadrilha de Sádicos 2 (1984) Todos nós conhecemos bem o termo “caça-níquel”, que se refere no cinema a produções sem vergonha cujo único propósito de existir é surfar na onda de um filme que deu certo, sem acrescentar nada em retorno. Pois bem, o primeiro Quadrilha de Sádicos (The Hills Have Eyes, 1977) foi o segundo filme de Wes Craven um de seus primeiros grandes sucessos, contando a história de uma família de canibais deformados vivendo no deserto e atacando todos que por lá aparecem. Nesta continuação, escrita e dirigida por Craven, os azarados são um grupo de motoqueiros a caminho de uma corrida. E o pior, este filme foi lançado no mesmo ano de A Hora do Pesadelo. Em 2006, o original ganhou o remake intitulado Viagem Maldita, que por sua vez ganhou uma continuação logo no ano seguinte, em 2007. 19) A Sétima Alma (2010) O vilão Freddy Krueger foi tanto uma benção quanto uma maldição na carreira de Wes Craven. Isso porque sua criação foi tão icônica, com o personagem virando ícone da cultura pop, que o cineasta seguiu tentando reprisar seu sucesso em novas criações. E na maioria dos casos, falando solenemente. Foi o que ocorreu aqui, com o penúltimo filme da carreira de Wes Craven. Novamente escrito e dirigido pelo cineasta, a ideia aqui era criar um filme extremamente jovem e arrojado, no clima de Pânico, mas fazendo uso de elementos sobrenaturais. A trama falava de um grupo de adolescentes, todos nascidos na mesma data em que um famoso serial killer de sua cidade finalmente foi, teoricamente, morto. Anos depois o maníaco retorna e parece possuir um estranho elo com todos eles. O visual do assassino aqui não agradou, com a aparência de um “mendigo grandalhão”. 18) Um Vampiro no Brooklyn (1995) Confesso a vocês que tenho um prazer muito culposo neste que é uma de muitas escorregadas de Wes Craven, o qual ele lançou no ano anterior de revigorar sua carreira com Pânico. A ideia por si só, mesmo não tendo funcionado muito, é pra lá de inusitada e só por isso já merece nossa atenção. Essa foi a mistura do mestre do terror Wes Craven, com o mestre do humor Eddie Murphy. Ambos estavam saindo de sua zona de conforto para tentar algo novo em suas carreiras. Craven molhava os pés na comédia e Murphy apostava no primeiro filme de terror de sua filmografia (e único). Grande homenagem ao cinema blaxploitation, em especial Blacula – O Vampiro Negro (1972), o filme foi escrito e protagonizado por Murphy no papel de um príncipe vampiro de uma ilha do Caribe. 17) Amaldiçoados (2005) Já esse se encontra acima de qualquer redenção. Os problemas por trás desta produção se tornaram lendários (eu mesmo escrevi uma matéria sobre isso, confira abaixo). De fato, o filme soa todo remendado e inacabado. Essa era a tão aguardada reunião de Wes Craven com o roteirista Kevin Williamson, de Pânico, que não se encontravam num filme desde Pânico 2 (1997). A ideia era fazer pelo subgênero dos lobisomens, o que eles fizeram com os filmes de serial killers. Ou seja, um filme bem espertinho, dono de diálogos rápidos, muitas referências, personagens descolados e metalinguagem. Infelizmente, devido à constante interferência do estúdio, nada disso pode ser encontrado no produto final. 16) Benção Mortal (1981) Completando 40 anos em 2021, este foi o terceiro filme da carreira de Craven, que igualmente assina o roteiro. Aqui, o plano do cineasta era mostrar amadurecimento em suas tramas, explorando um lado mais questionador e crítico. Na história, o cineasta aborda uma seita religiosa que muito lembra os Amish. Porém, eles escondem terríveis segredos. Quem viu (e se traumatizou) o recente Midsommar já entende um pouco mais a proposta dos filmes de terror religiosos. Benção Mortal marcou também por ser um dos primeiros trabalhos da carreira de uma jovem e então desconhecida Sharon Stone. 15) A Maldição de Samantha (1986) Clássico terror da TV aberta brasileira, este filme assustou muitas crianças que cresceram no fim dos anos 80 e início dos anos 90, em sua estreia e reprises noturnas. Afinal, quem não lembra da infame cena da cabeça e da bola de basquete (hoje resultando em muitas risadas por seu teor extremamente mambembe)? Em nada o filme mete medo nos adultos, mas naquela época… . Até mesmo Craven desdenhava do filme e de sua qualidade, digamos, duvidosa – dizendo estar passando por uma fase difícil de sua vida pessoal, com um divórcio na época. Na trama, um jovem inventor cria um robozinho com inteligência artificial, ao mesmo tempo em conhece e se apaixona por sua vizinha loirinha Samantha (Kristy Swanson). A menina é vítima de abuso doméstico e termina morrendo nas mãos do pai violento, somente para ser trazida de volta pelo amigo, como uma “zumbi-robô”. Vocês precisam ver isso, é sério! 14) Shocker – 100 Mil Volts de Terror (1989) Mais um filme que sofreu com a pressão de criar um novo Freddy Krueger. Aqui, Horace Pinker é um serial killer que é morto, mas volta na forma de uma entidade para continuar assombrando a todos. Soa familiar? Novamente escrito por Craven, as diferenças são que Horace (Mitch Pileggi) é um assassino que trabalha consertando TVs (daí sua ligação com eletricidade). Ele possui um elo psíquico inexplicável com o jovem protagonista e após ser preso e condenado à cadeira elétrica, o sujeito retorna na forma de uma entidade movida à energia elétrica. Horace, ao contrário de Freddy, não tem uma aparência monstruosa, se mantendo em sua forma humana. 13) Pânico 3 (2000) Pânico (1996) revolucionou os filmes slasher para a década de 90 e se tornou referência para tudo o que viria depois. Mas quando chegou ao seu terceiro exemplar, já em 2000, a fórmula parecia um tanto quanto desgastada. Junte a isso a entrada de um novo roteirista e diversos problemas na produção – que resultaram no mais irregular da franquia. Mesmo assim, Pânico 3 tem seus pontos positivos, como a grande brincadeira ácida ao submundo das celebridades de Hollywood. Este terceiro filme mergulha por completo nos bastidores de uma produção cinematográfica, assim como Craven havia feito anteriormente em O Novo Pesadelo (1994). 12) O Monstro do Pântano (1982) Você sabia que muitos anos antes da série O Monstro do Pântano (2019), o diretor Wes Craven havia adaptado o obscuro personagem da DC para os cinemas? Esse foi o quarto filme do diretor, que desta vez optava por algo diferente em sua carreira, mas ainda mantendo o clima de terror que tanto gostava. A história era a mesma e mostrava um cientista sofrendo um grave acidente no pântano e se juntando com vida vegetal do lugar. No elenco, uma das musas do terror dos anos 80, Adrianne Barbeau, ex-mulher de John Carpenter. Embora não tenha sido sucesso na época, o longa se tornou cult. 11) Aniversário Macabro (1972) Primeiro filme da carreira de Wes Craven, The Last House on the Left (no título original) é um filme experimental, muito realista e cru. Com seu ar amador, o filme se torna quase um documentário – e suas cenas de violência explícitas contra uma jovem mulher elevaram sua polêmica causando o filme a ser banido em diversos países. Muito criticado por seu teor fortíssimo, o filme gerou rapidamente a reputação de ser uma fita proibida. Em 2009, gerou uma refilmagem mais hollywoodiana, embora ainda intensa, da qual Craven foi produtor. 10) Pânico 4 (2011) O último filme do saudoso Wes Craven, o diretor não poderia ter se despedido de forma melhor. Embora não tenha sido um sucesso unânime em sua época de lançamento – completando dez anos em 2021 – o quarto Pânico é muito querido pelos fãs e com o passar dos anos adquiriu ainda mais entusiastas. O longo espaço de tempo entre o três e o quatro pode ter desmotivado alguns, mas foi justamente o que o filme precisava para abordar temas presentes em nossa sociedade, em especial com a modernidade e os jovens. Uma grande vantagem foi a volta de Kevin Williamson no roteiro. 09) Quadrilha de Sádicos (1977) O segundo Quadrilha de Sádicos pode ser considerado o pior filme de Wes Craven, mas o original figura dentre os melhores de sua carreira. Um passo além do que o diretor havia criado com o cru Aniversário Macabro, Quadrilha de Sádicos não era apenas um exercício em tortura, mas sim uma obra genuinamente assustadora, que acima de tudo discutia os males causados pela radiação ao criticar os testes nucleares nos desertos americanos. Que era o motivo da criação da família mutante que ataca uma família tipicamente americana perdida no deserto. 08) A Maldição dos Mortos Vivos (1988) Outro clássico das exibições da TV aberta brasileira, o longa é um “filme sério” de terror de Wes Craven. Justamente por isso se tornou um cult muito querido, adentrando o top 10 dos filmes preferidos do cineasta. Baseado num livro que por sua vez aborda a crença da cultura vudu africana, onde segundo relatos do passado, medicamentos e poções eram capazes de trazer os mortos de volta à vida. Vem daí a lenda dos zumbis. Aqui, o protagonista é um antropólogo renomado (Bill Pullman) que decide investigar tal cultura viajando para o local e experimentando em primeira mão toda a loucura e insanidade. 07) As Criaturas Atrás das Paredes (1991) Mais um filme muito cultuado do diretor, este longa completa 30 anos de lançamento em 2021. Aqui, Craven decide criar seu terror social, abordando entre outras coisas a luta de classes. Justamente por isso, um remake está sendo preparado por Jordan Peele. E podemos dizer que tem tudo a ver. Escrito por Craven, a trama apresenta um bairro do gueto onde um menino negro é aliciado para o crime com a proposta de invadir uma casa vazia. No local, o menino vive um pesadelo não apenas pelos donos (um casal de psicopatas) estarem no local, mas por esconderem uma legião de crianças deformadas no porão – as tais criaturas do título. 06) Música do Coração (1999) Por falar em filmes inusitados na filmografia de Wes Craven, o mais diferente de seu acervo sem dúvidas é este Música do Coração. O longa teria outro diretor que desistiu, e assim Craven assumiu a missão de adaptar para as telonas este roteiro. Este, no entanto, não é um terror, um suspense, ou sequer uma fantasia. Trata-se de um drama sobre professoras de música ensinando crianças pobres de uma escola. Sim, sabemos que não tem nada a ver com o diretor. Mas o que podemos dizer é que se tornou seu filme mais prestigiado, já que além do trio de protagonistas Meryl Streep, Angela Bassett e Gloria Estefan, a produção recebeu indicações ao Oscar de música e, claro, atriz para Streep. 05) Voo Noturno (2005) Protagonizado pela talentosa Rachel McAdams em sua escalada rumo ao estrelato, este é um dos poucos trabalhos de Craven que não foram escritos pelo próprio. Em compensação, seu comando à frente do longa cria um dos filmes mais gelados de sua carreira. Um suspense de primeira, com contornos políticos e de espionagem. O que parecia ser um voo tranquilo de madrugada para a personagem de McAdams, com um homem simpático e atraente ao seu lado (Cillian Murphy), desenvolve-se para um eletrizante jogo de gato e rato, quando o sujeito se mostra um psicopata. 04) Pânico 2 (1997) Com o item acima havíamos chegado ao top 5 do diretor. E o filme que fica em quarta posição é a primeira sequência do querido Pânico. Essa continuação segue de perto o que foi criado no primeiro filme e para muitos conseguindo expandir a mitologia e elevar a proposta a novos níveis. De fato, a brincadeira aqui gira em torno das continuações, sendo ele mesmo uma. Muitos fãs da franquia chegam inclusive ao ponto de considerar Pânico 2 um filme melhor que o original. O que podemos dizer é que Craven, Williamson, os atores e todos os envolvidos realmente estavam inspirados. 03) O Novo Pesadelo (1994) Dez anos depois de ter revolucionado o mundo do terror com A Hora do Pesadelo, a franquia caminhava sem Wes Craven e já havia gerado mais cinco filmes até o início dos anos 90. Assim, vendo sua criação ser usada e abusada durante anos, o diretor decidiu colocar ele mesmo a mão na massa e retornar ao universo para criar algo que iria revolucionar novamente. Assim, Craven iria criar um filme de terror único, que mistura ficção e realidade, filmes e vida real, personagens e atores. Ele trazia o mundo de A Hora do Pesadelo para atormentar os atores que trabalharam no filme original. De fato, O Novo Pesadelo serviu muito de escola para o que o diretor faria em Pânico (1996). 02) Pânico (1996) Chegando para pegar sua medalha de prata, Pânico se tornaria um verdadeiro marco não apenas do cinema adolescente slasher, mas também do terror de forma geral. Na época, o roteirista Kevin Williamson mostrava realmente conhecer os jovens, suas gírias, pensamento e a forma como agiam. Pânico marcou uma geração com seu jeito extremamente descolado e repleto de referências a obras da cultura pop em geral. Podemos agradecer bastante ao roteirista Williamson e o que ele criou em sua carreira, seja aqui em Pânico ou na série Dawson’s Creek (1998), por tudo que temos hoje em matéria de personagens espertinhos que vivem citando filmes, séries, música e tudo que faz parte de seu universo. 01) A Hora do Pesadelo (1984) Essa é uma tarefa ingratíssima. Escolher entre Pânico e A Hora do Pesadelo. Grande parte do público mais jovem provavelmente colocaria Pânico em primeiro lugar. Sua importância revolucionária não pode ser negada. Com o filme, Craven trouxe vida de novo para tais filmes em meados dos anos 90 e teve mais controle de suas continuações. Mas A Hora do Pesadelo veio antes e se tornou um fenômeno ainda mais comentado, dominando os anos 80 e depois o mundo. Freddy Krueger se tornou ícone pop, ganhou diversas continuações, uma série de TV, álbuns de figurinha e todo tipo de merchandising. Podemos dizer que o vilão ajudou a criar o que temos hoje em matéria de produto de entretenimento. Era a época em que os filmes começaram a deixar de ser apenas filmes e se tornar eventos que dominavam outras mídias. https://cinepop.com.br/wes-craven-do-pior-ao-melhor-ranqueamos-todos-os-filmes-do-diretor-306260/?amp
  9. Peaky Blinders se prepara para sua sexta – e última – temporada que segue a história da gangue britânica dos irmãos Shelby. Como foi revelado pelo criador da série Steven Knight, a última temporada vai ser "uma tragédia" para a família Shelby e podemos perceber isso em algumas imagens dos bastidores da produção, onde vemos uma briga entre Thomas Shelby (Cillian Murphy) e Michael Gray (Finn Cole) em Peaky Blinders – provando que o clima e as relações não serão nada amigáveis. Portsoy Harbor em Aberdeenshire (Escócia) parece ter virado cenário para uma prisão, com Michael Gray vestindo um uniforme de presidiário. Enquanto isso, Tommy usava seu chapéu clássico na sua marca registrada em Peaky Blinders, com um casaco de inverno preto, e se aproximando de Michael e de vários guardas da prisão. Depois de entregar uma carta para um dos guardas, ela é repassada para o detento, que fica claramente chateado e desnorteado com o que lê e se lança com raiva para cima de Tommy, antes de ser contido pelos guardas. Enquanto Michael se enfurece, Thomas Shelby se vira e vai embora. MICHAEL GRAY TRAIU THOMAS SHELBY NO FINAL DA 5ª TEMPORADA DE PEAKY BLINDERS? Esse encontro tenso entre os dois personagens reforça a teoria de que Michael Gray foi o resposável pela traição sofrida por Thomas Shelby no final da 5ª temporada de Peaky Blinders. Para quem não se lembra, Tommy e o resto dos Shelbys ficaram bastante próximos do politico Oswald Mosley (Sam Claflin), mas acabaram descobrindo suas intenções fascistas. No fim da temporada, Winston Churchill (Neil Maskell) mandou o líder dos Shelbys parar a revolução de Mosley – o que levou ele a arquitetar um plano para matar o fascista. Infelizmente, as coisas não saíram como planejado. Ele libertou seu amigo da Primeira Guerra Mundial, Barney Thompson (Cosmo Jarvis), de um centro psiquiátrico para ajudar a matar Oswald Mosley durante um discurso. Mas alguém sabotou o plano dele e, antes que Barney pudesse atirar em Mosley, um atacante mascarado o matou em um ataque furtivo com o fascista saindo livre sem um arranhão. Embora muitos personagens possam trair Thomas Shelby, Michael Gray e sua esposa Gina Gray (Anya Taylor-Joy) são a dupla mais provável. Na 5ª temporada, Michael e Gina tentam convencer Thomas Shelby a permitir que eles levem a Shelby Company Limited para os Estados Unidos, mas Tommy recusa e fica ofendido com a proposta. Gina apareceu como uma personagem intrigante e manipuladora, que teve papel fundamental na mudança de comportamento de Michael Gray em reivindicar seu papel na dinastia Shelby. Ela poderia estar trabalhando para Oswald Mosley e existem muitas especulações de que ela tenha fingido sua gravidez para derrubar Thomas Shelby. Vamos ter que aguardar para saber se eles são os traidores. A última temporada de Peaky Blinders ainda não tem uma data de estreia, mas ela deve ser lançada no final de 2021 ou no começo de 2022. Enquanto isso, todas as temporadas da série estão disponíveis no catálogo da Netflix. https://www.adorocinema.com/noticias/series/noticia-159918/
  10. Antes de fazer essa matéria, acho que a Billboard não sabia que esse Emmy não conta pro EGOT de qualquer maneira. Mas hoje em dia esse Emmy premia até produções de streaming, vem @ bfrt Eu não faço a mínima ideia de quais são os critérios
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