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Astor

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  1. Paulista é muito bizarro, só de gostarem daquele circo do PI nas manhãs é caso pra serem estudados.
  2. Sério que recomendaram isso? Se bem que eu tenho muiiiita curiosidade de ver um sbt sem a sombra de SS pra ver o que acontece, rs
  3. O mesmo que ocorreu com a Cambridge Advisors to Family Enterprise https://m.natelinha.uol.com.br/noticias/2012/04/18/grupo-silvio-santos-desiste-de-seguir-plano-de-sucessao-familiar-48895.php
  4. Hoje que o Ricco descobriu da nova redação dos semanais? A Record que não ouse acabar com o modelo newsroom para os jornais, curioso pra saber onde montarão essa nova redação já que essa está lotada e é baixa para os jornais.
  5. Se não fosse a Record e a CNN dispostas a investir, o mercado hoje estaria vivendo no mais completo ócio.
  6. Longe do comando de um telejornal desde que deixou a Globo em dezembro de 2017, William Waack deve retornar à televisão pela CNN Brasil. Na alta cúpula do novo canal de notícias, sua contratação já está sendo dada como certa. Fontes do mercado, em conversa com o NaTelinha, revelaram que as negociações estão avançadas e Waack deverá ser o primeiro apresentador a ser anunciado pela CNN Brasil. A assinatura ainda não ocorreu porque não faria sentido começar a pagar salário com a emissora ainda fora do ar. De acordo com essas informações, ele ficará no comando de um telejornal noturno e terá a função de ser o principal âncora da franquia brasileira da CNN. A estreia da transmissão da CNN Brasil está prevista para ocorrer no último trimestre de 2019. Sua entrada no país ocorre através de uma sociedade entre Douglas Tavolaro e o empresário Rubens Menin. Procurada sobre a contratação de William Waack, a CNN Brasil enviou a seguinte resposta: "A CNN Brasil não comenta nenhuma de suas possíveis negociações. Todas as contratações são oficializadas somente através dos nossos Comunicados Oficiais". CNN Brasil contrata jornalistas Em abril, anunciou quatro novas contratações. São eles: os jornalistas Henri Karam (Jornalismo), Flavia Bonfá (Relações Públicas e Projetos Especiais), Marcio Pinheiro (Digital) . Até o momento, o canal tem focado suas contratações para montagem de sua diretoria. Já fazem parte da CNN Brasil: Américo Martins, como vice-presidente de conteúdo; Leandro Cipoloni, vice-presidente de jornalismo; Virgilio Abranches, como vice-presidente de programação e multiplataforma; Fabiano Falsi, chefe de redação; Rafael Duzzi, para o cargo de diretor de Operações e Engenharia; Jercineide Castro, como CFO; Ellen Nogueira, diretora de jornalismo; e Maura Martines, como diretora de Inteligência de Mercado; além de um novo integrante ao Conselho de Administração, o acionista Leonardo Guimarães Corrêa. https://natelinha.uol.com.br/amp/televisao/2019/05/20/william-waack-e-cnn-brasil-estao-em-negociacoes-avancadas-128829.php?__twitter_impression=true
  7. É por esse aguerrimento que eu amo a Record, emissora que sempre está disposta a investir e movimentar o mercado.
  8. Diretor de jornalismo da Record diz não ter medo da CNN Brasil: "ganha a televisão" O novo vice-presidente de jornalismo da Record, Antonio Guerreiro, apostará em inovações tecnológicas, mais reportagens ao vivo, modernidade e em novos jornalísticos nestes primeiros cinco meses de gestão. Em entrevista exclusiva ao NaTelinha, a segunda após se tornar o novo poderoso do jornalismo da emissora, Guerreiro apontou os caminhos que adotará na linha editorial e revelou não ter medo da concorrência da CNN Brasil, que vem montando sua equipe para estrear no segundo semestre. "Imagina (medo da CNN Brasil). É um projeto extremamente positivo. Quanto mais a gente tiver mercado sendo fomentado, melhor é. Temos uma parceria ótima com a CNN americana, ou seja, somos clientes da CNN e temos intercâmbio com eles. Em vários momento eles precisaram das nossas imagens e nós cedemos. A CNN Brasil é extremamente bem-vinda para esse cenário. Ganha o mercado, ganha os profissionais e ganha a televisão como um todo", conta o vice de jornalismo. Em janeiro, Antonio Guerreiro assumiu o cargo após a saída de Douglas Tavolaro da Record para liderar a montagem da CNN Brasil com um grupo de investidores. Sobre um balanço nesses meses como vice-presidente de jornalismo, Guerreiro classifica que faz uma gestão de continuidade. "O projeto jornalístico é muito vencedor na Record. O projeto que o (Douglas) Tavolaro comandou por 15 anos é bastante vencedor. O que eu estou fazendo agora é procurando colocar uma dose maior de modernidade, fazendo alguns ajustes finos de melhora de conteúdo. Estou muito preocupado com a plástica dos nossos programas", diz. E completa: "A vinda do Rogério Galo mostrou muito isso. Ele é um cara muito preocupado com que a gente leva tanto em visagismo como em computação gráfica, como no virtual. Então, tenho me concentrado bastante nisso neste momento inicial. Procurado valorizar o vivo, que é muito importante. Já temos 11 horas e meia de programação diária. Então o vivo é muito forte. A participação de todas as praças é muito importante. Você vê isso no 'Fala Brasil' de sábado e em todas as nossas produções. No 'Jornal da Record' eu procurei priorizar bastante o vivo. Então são essas pequenas marcas nesse início". Novidades no jornalismo Dentre as novidades que pretende implantar no jornalismo da Record, Guerreiro revela que acaba de fechar um contrato milionário, sem revelar valores, para trocar todo parque virtual da emissora. "Eu fiz agora uma viagem e voltamos com um investimento muito forte no virtual. Fechamos o negócio e nos próximos quatro meses, a troca de todo parque virtual da Record. Então, todo os sistemas de tracking e toda a captação vão ficar completamente diferentes", anuncia. Atualmente, a Record possui seis produtos jornalísticos diários na grade, são eles: "Balanço Geral Manhã", "SP no Ar", "Fala Brasil", "Balanço Geral", "Cidade Alerta" e "Jornal da Record". Além disso, tem os semanais "Esporte Fantástico', "Domingo Espetacular", "Câmera Record" e "Repórter Record". Questionado sobre o projeto de um telejornal no fim de noite da emissora, no horário que antes era ocupado pelo talk-show do humorista Fábio Porchat, Guerreiro optou pelo suspense na resposta: "Obviamente são questões estratégicas, eu não falo de nenhum novo produto. Mas o que a gente pode esperar é uma ampliação dos horários do jornalismo. Já temos horários extensos na programação, mas isso é um desejo também do nosso presidente de programação. Então podemos esperar novos produtos que ocupem novos horários, não necessariamente esse". Antes de assumir a vice-presidência de jornalismo, Antônio Guerreiro atuava como superintendente de estratégia multiplataforma, ficando à frente do PlayPlus, empreendimento da Record na distribuição de conteúdo audiovisual na internet. No grupo, o jornalista está há 10 anos e iniciou como responsável pela montagem do portal de notícias da companhia nas plataformas digitais. Bancada nos telejornais Com mais de 30 anos de experiência, Guerreiro não é contra a permanência das tradicionais bancadas nos telejornais, porém, não concorda dos jornalistas ficarem somente sentados durante a apresentação. "Eu acho que é muito menos uma discussão de a bancada ou não. A bancada também faz parte. Se você olhar os grandes telejornais americanos todos utilizam bancada também. Você não tem uma necessidade de tirar a bancada. Agora só ficar na bancada não. Acho que as primeiras coisas que fiz foi colocar a Adriana (Araújo) e o Celso (Freitas) de pé", explica. E continua: "Agora, estamos mudando o projeto do jornalismo aos poucos, mas para deixa-lo mais dinâmico, pra deixa-lo mais a ver com a linguagem do ao vivo. A bancada não pode funcionar como uma amarra. Quando ela couber, não precisa ser eliminada, mas não precisa ser só ela". Sobre tendências do jornalismo internacional que pudesse gerar um projeto no em seu setor de atuação na Record, o vice-presidente conta: "Acho que não é um projeto, são vários. Do mesmo modo que a gente acaba se baseado muito na concorrência, e a concorrência também olha muito pra gente, eu acabo olhando pra muitos ali". E explica: "A Deutsche Welle tem algumas coisas muito bacanas. A própria maneira de valorizar os vivo nas emissoras americanas. Eu gosto muito dos telejornais da NBC e ABC. Aqui tem uma cultura do VT muito arraigada. Aqui tudo é VT. Eu gosto muito de histórias que são contadas ao vivo. Isso vai muito do jornalismo americano". Segundo Antonio Guerreiro, atualmente todo o portal de notícias da Record está 100% ligado a vice-presidência de jornalismo e as redações estão integradas. Ele destaca que o PlayPlus acaba lançar um produto que é o "10 Chances", programa que mostra a trajetória do ex-Polegar, Rafael Ilha, produzido pelo núcleo de jornalismo. "Cada vez mais, vamos produzir para o PlayPlus, e cada vez mais, vamos levar a interatividade pra tela. Isso sim eu tenho me baseado muito lá fora", pontua. Sobre suas tentativas de tirar grandes nomes do jornalismo da Globo, como recentemente o repórter André Azevedo, Guerreiro afirma que essa movimentação faz parte do mercado. "Isso é uma via de duas mãos, sempre. O importante é todo mundo ser valorizado", finaliza. https://m.natelinha.uol.com.br/televisao/2019/05/20/diretor-de-jornalismo-da-record-diz-nao-ter-medo-da-cnn-brasil-ganha-a-televisao-128778.php
  9. Meu caro, não é questão de funcionar ou não, Guerreiro entrou ali pra mudar o panorama atual e trazer repercussão ao jornalismo da emissora. Essa pecha de emissora sensacionalista tem de ser vencida, o mercado cobra isso.
  10. Função desse jornal é de qualificar o jornalismo e consequentemente faturar. TV não é movida somente a números.


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