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MACMAGAZINE: Apple muda o tom e passa a comparar A15 com concorrentes da geração anterior. Provavelmente, pq ele não é tão melhor assim que o A14


Dief
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Chip A15 Bionic pode não ser tão melhor do que o A14 Bionic

 

Muitos devem ter reparado um fato no mínimo incomum durante a apresentação dos iPhones 13, ontem: a Apple não comparou o desempenho do chip A15 Bionic com o do A14 Bionic, como usualmente faz ao lançar uma nova geração de um dispositivo. Nesse sentido, a Apple destacou somente que o A15 no iPhone 13 Pro tem gráficos “50% melhores do que a concorrência”.

Dado que a Apple está geralmente à frente da concorrência em termos de potência de processador, isso sugere que o chip A15 traz menos melhorias em relação ao A14 do que em relação aos processadores Qualcomm nos principais dispositivos Android.

 

Em contraste, a Apple comparou os iPhones 13 com os iPhones 12 no que diz respeito à longevidade da bateria, uma vez que todos os modelos do iPhone 13 oferecem entre 1,5 e 2,5 horas de duração adicional da bateria.

É importante ressaltar que não estamos falando que o chip A15 tem a mesma performance do A14, só que há indícios de que ele não seja tão superior assim. De qualquer forma, não há como saber com certeza até que os primeiros testes comparativos e benchmarks sejam divulgados.

 

Chip A15 Bionic melhor nos iPhones 13 Pro?

 

Outra análise que tem repercutido é a de que o chip A15 Bionic é melhor nos iPhones 13 Pro/13 Pro Max do que nos iPhone 13 e 13 mini.

 

Mais precisamente, a GPU1 do chip A15 Bionic nos iPhone 13 e 13 mini possui quatro núcleos, os quais oferecem desempenho gráfico 30% melhor em comparação com a concorrência; já nos modelos topos-de-linha, a GPU tem um núcleo extra (total de cinco núcleos) que oferecem desempenho até 50% melhor em comparação com a concorrência.

 

Nesse sentido, a GPU “mais poderosa” nos modelos Pro pode estar relacionada à adição de suporte ao codec ProRes. A Apple disse no evento que o A15 inclui novos codificadores e decodificadores de vídeo capazes de gravar e editar vídeo em ProRes — que não só ocupam muito espaço de armazenamento interno (o que resultou no novo modelo de 1TB), mas também exigem muito da GPU.

 

Geralmente, quando a Apple varia o número de núcleos de GPU na mesma linha de chips (talvez mais notavelmente no processador M1, que possui variações de GPU com sete e oito núcleos), a empresa está usando uma técnica conhecida como binning para desativar os núcleos da GPU em um determinado chip de acordo com o tipo de dispositivo.

 

Portanto, é interessante ver a Apple trazer o binning de GPU para os iPhones — distanciando os iPhone 13 [mini] e o iPhone 13 Pro [Max] em mais um aspecto. Certamente, veremos em breve como essa diferença se mostrará na performance dos novos dispositivos.

 

https://macmagazine.com.br/post/2021/09/15/chip-a15-bionic-pode-nao-ser-tao-melhor-do-que-o-a14-bionic/

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Bom, chega um ponto que as leis da física precisam ser respeitadas. Fica exponencialmente mais difícil conseguir mais performance a partir do ponto em que estamos. Mais fácil focar em eficiência energética...

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