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  1. Advogado diz que prefeito contratou serviço como pessoa física e nega que esteja tentando censurar usuários de redes sociais. Por: Tatiana Farah O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), contratou o escritório de advocacia Pomini Advogados para notificar usuários de redes sociais responsáveis por postagens consideradas ofensivas. Trata-se de uma notificação extrajudicial, que depois pode ser usada pelos advogados para formular processos contra os autores. O foco das notificações, segundo os advogados, são mensagens que possam ser interpretadas consideradas como injúria, difamação ou incitação à violência. O escritório pertence ao secretário municipal de Negócios Jurídicos, Anderson Pomini, e a associados. Pomini se afastou do escritório quando assumiu o cargo na prefeitura. Ele e seus associados foram os advogados eleitorais de Doria e do PSDB na campanha à prefeitura. Miguel Schincariol / AFP / Getty Images Pelo menos dois advogados do escritório Pomini trabalham para Doria nas notificações contra usuários de redes sociais, Thiago Tommasi e Guilherme Ruiz. Segundo Ruiz, os honorários são pagos por Doria, não pela prefeitura. "O trabalho não é da prefeitura, não tem nenhum vínculo com ela. O recurso é de fonte privada, de pessoa física", disse o advogado ao BuzzFeed Brasil. "Nunca patrulhamos ninguém. E é óbvio que não se trata de censura. Não há censura quando há ofensa à lei. Internet não é terra sem lei", disse Ruiz Segundo ele, o escritório não faz monitoramento das redes sociais, apenas recebe as informações que são repassadas por "simpatizantes do Doria". "A maior parte das manifestações críticas ao prefeito é feita de forma pacífica", informou, dizendo ainda que os advogados analisam os posts recebidos e conferem se há indícios injúria, calúnia e incitação à violência. O primeiro passo desses advogados é notificar o dono do perfil. Caso não haja modificação ou retirada do post considerado ofensivo, essa notificação ajuda na composição de processos judiciais. Ruiz não informou quantas notificações já foram feitas aos usuários de redes sociais. "A maioria retira o post com a mensagem ofensiva", disse ele, afirmando que já obteve na Justiça a quebra de sigilo de autores de uma postagem. O nome de Ruiz veio à tona esta semana por causa de uma dessas notificações extrajudiciais. O advogado abordou em mensagem privada o também advogado Guilherme Coelho por causa de um post no qual Coelho criticava a postura de Doria na greve geral e dizia, ao final, que o prefeito levaria uma "ovada". Reprodução Em um post no Facebook, Guilherme Coelho falou sobre a abordagem e disse ter retirado a frase que continha a "ovada." Ao BuzzFeed Brasil ele disse ter medo de ser processado. "Me senti ameaçado. Até acho que exagerei, mas não pode se comparar ao que o Doria fez ao desestimular a greve", disse ele. "Ele não foi ameaçado. Ovada é incitação à violência. Imagina se, no dia da greve geral as pessoas jogam ovadas em Doria. Não se pode estimular a violência", rebateu o advogado do prefeito. Fonte: https://www.buzzfeed.com/tatianafarah/advogados-de-doria-estao-notificando-criticos-do-prefeito?utm_term=.wjKNrNRXzR#.edbBjBZYzZ
  2. Edir Macedo em evento da Igreja Universal: bispo é árduo defensor da cobrança de sinal digital DANIEL CASTRO - Publicado em 14/02/2017, às 05h44 A briga entre a Sky e a Fox foi só um aperitivo do que executivos de três das maiores redes do país preveem para os próximos meses. Unidas na Simba, uma empresa criada no ano passado após aprovação do Cade, Record, SBT e RedeTV! planejam começar a cortar seus sinais das operadoras de TV por assinatura em abril, após o apagão analógico em São Paulo, maior mercado do país. Advogados de ambas as partes já se preparam para uma guerra que deve terminar nos tribunais. Nesta semana, a Simba começou a enviar às operadoras uma proposta comercial. No documento, informa que, com o fim da TV analógica, a legislação permitirá às redes abertas cobrarem pelos seus sinais digitais e que, por isso, já quer abrir negociações em nome de Record, SBT e RedeTV!. Juntas, as três redes detêm 19,7% da audiência de todos os canais, entre abertos e pagos, no cabo e no satélite, de acordo com dados de dezembro. Mais relevantes do que elas, só a Globo (30,7%). Os canais da Fox, que geraram centenas de ameaças de cancelamento de assinatura à Sky na semana passada, tiveram 3,43% da audiência da TV por assinatura em dezembro. As emissoras de TV já sabem que as operadoras irão recusar qualquer negociação para pagar pelos sinais abertos, que são gratuitos. As operadoras estão dispostas a pagar para ver o que acontecerá, uma vez que estar na casa do assinante de TV por assinatura, quase 30% da população do país (e justamente a mais rica e educada), também é importante para as redes abertas, que vivem de publicidade. Todas as operadoras, das gigantes Net e Sky às nanicas, foram contra a aprovação da Simba, joint venture das três redes, durante processo no Cade (Conselho Administrativo de Direito Econômico), no ano passado. Seus argumentos vão do caráter gratuito da TV aberta, que são concessões públicas, ao desequilíbrio econômico e ameaça à concorrência. As emissoras abertas também estão dispostas a pagar para ver se as operadoras resistem à perda de clientes, que exigirão seus sinais. Elas se sentiram fortalecidas com a posição da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) de que, para compensar a saída da Fox, a Sky deveria oferecer novos canais similares ou reduzir o preço da mensalidade paga pelo assinante. Executivos da Record, SBT e RedeTV! dão como certo que não haverá acordo com as operadoras e que, em abril, suas frequências serão cortadas em São Paulo, onde opera a Net, a maior do país. A Net, uma das maiores opositoras da aprovação da Simba no Cade, já sinalizou que não aceita pagar pelos sinais abertos. O corte na TV paga ocorrerá assim que o sinal de TV analógico, cuja distribuição é obrigatória e gratuita no cabo, for desligado na Grande São Paulo, o que está previsto para 29 de março. Depois virão Goiânia (31 de maio) e as regiões metropolitanas de Recife, Salvador, Fortaleza e Belo Horizonte (26 de julho). Em um primeiro momento, o corte de sinal será apenas na Grande São Paulo. Os dirigentes das TVs abertas têm um "padrinho" muito forte: o bispo Edir Macedo. O dono da Record, segundo altas fontes, está convencido de que é justo as operadoras pagarem por seus sinais de alta definição, uma vez que já remuneram a Globo, e de que essa receita é relevante _as redes estimam que podem faturar de R$ 360 milhões a R$ 1 bilhão por ano. http://noticiasdatv.uol.com.br/noticia/mercado/record-sbt-e-redetv-preparam-corte-de-sinal-e-armam-guerra-contra-tv-paga--14138
  3. Usando gravata azul que ganhou de Doria, o agora ex-prefeito desejou 'tudo de bom' ao sucessor Adriana Ferraz , O Estado de S. Paulo SÃO PAULO - O prefeito Fernando Haddad (PT) destacou o legado financeiro da sua gestão e desejou "tudo de bom" a seu sucessor, o prefeito eleito João Doria (PSDB). A cerimônia de transmissão de posse acontece no Teatro Municipal, no centro da cidade. Também participam do evento outras autoridades, como o governador Geraldo Alckmin (PSDB), padrinho político de Doria. "Nestes quatro anos, soubemos como nunca sanear as contas da cidade. Você recebe uma cidade em ordem", afirmou Haddad, que usa uma gravata azul dada pelo novo prefeito. "Fiz uma transição como se fosse a um irmão, em respeito à democracia e ao povo trabalhador desta cidade", acrescentou o petista, que desejou um grande mandato a Doria, que o derrotou nas urnas em outubro. Na entrada do Teatro Municipal, havia poucos populares. Cartazes diziam: "Doria, acreditamos em voce", mas parte das pessoas dizia: "fora, Doria". O tucano disse que seu governo será de "gestão", já que "demagogia é coisa do PT". Taxistas no local criticaram Haddad. No Teatro, guardas municipais estão vestidos com traje de gala.
  4. Atriz grava em São Paulo 'A Lei do Amor', próxima novela das 9 da Globo Com estreia prevista para março de 2017, Os Valentins, série de Cláudia Abreu para o canal Gloob, já tem uma 2.ª temporada fechada. São 26 episódios por safra, com produção da Zola, empresa da qual ela é sócia, ao lado do marido, José Henrique Fonseca, diretor da série. Cláudia escreve o roteiro com Flávia Lins e Silva (do seriado Detetives do Prédio Azul) e entra em cena como a mãe da família ali retratada. Ela, alquimista e confeiteira, e o marido (Guilherme Weber) são transformados em ratos, dando aos filhos a chance de descobrirem a autonomia. Assim, sua participação na 1.ª temporada, já registrada, se resume ao 1.º e ao último episódio, o que já libera sua agenda para as gravações de A Lei do Amor, próxima novela das 9 da Globo, de Maria Adelaide Amaral e Vincent Villari. Ontem, ela gravou na Oca, no Parque do Ibirapuera, ao lado de Reynaldo Gianecchini, sob direção de Denise Saraceni. Enquanto isso, Cláudia, ou Cacau, como é chamada entre amigos, vai rascunhando o texto da próxima temporada da série infantil. Foto: RAMÓN VASCONCELOS/DIVULGAÇÃO Sem hidratação. Reynaldo Gianecchini respira o ar de Paraty, onde gravou como Pedro, seu personagem na próxima novela das 9. De cabelos e barba desbotados para viver um arquiteto de barcos em A Lei do Amor, o ator mal tem sido reconhecido, inclusive por câmeras da Globo. “Foi dia de ressaca brava na orla carioca e o resultado? A Gaiola das Loucas virou um piscinão!” Aguinaldo Silva SOBRE A RESSACA NA PRAIA DE COPACABANA Rodrigo Santoro fala sobre Ben-Hur, filme em que vive Jesus Cristo, em entrevista exclusiva ao Telecine via Facebook (facebook.com/redetelecine): hoje, a partir das 17h, ele tem 20 minutos agendados com o jornalista Moisés Liporage, diretamente do lançamento, em São Paulo. #SomosTodos Olímpicos, hashtag ativada pela Globo, entrou 30 vezes para os Trend Topics mundiais e 56 vezes nos Trend Topics do Brasil só no domingo, 31, quando foi inaugurado o estúdio da emissora no Parque Olímpico. 5 mil depoimentos foram registrados sob a hashtag. Desde ontem, todos os telejornais de rede da Globo passaram a ser apresentados do Parque Olímpico. Por falar em Olimpíada, o Porta dos Fundos inaugura nesta quinta-feira uma série de vídeos com temas olímpicos. Na estreia, Fábio Porchat e Antonio Tabet narram a abertura dos Jogos e tentam situar o público – e eles mesmos – sobre a “comitiva de Belize”. E saiu o ‘Caderno Globo: Somos Todos Olímpicos’, publicação que propõe reflexões sobre o esporte e sua relação com as pessoas. Está disponível pelo app.cadernosglobo.com.br Marco Ricca já tem retorno agendado na Globo para depois que Mão de Luva encerrar seu expediente: está reservado para a novela que Lícia Manzo escreve para a faixa das onze em 2017, sob direção de José Luiz Villamarim. A TV paga tem mais audiência de janeiro a julho deste ano do que no mesmo período de 2015. Mas perdeu fatia no bolo de TVs ligadas. No ano passado, até julho, a TV paga respondia por 21,2% dos televisores ligados nas 24 horas do dia, ante 20,7% deste ano. É que a média de TVs ligadas cresceu 7% e a da TV paga, 5%. O crescimento de TVs ligadas segue engordando os canais abertos. 100 metros cúbicos de areia foram encomendados para uma quadra de vôlei montada nos Estúdios Globo. Olimpíada? Não. Cenário da nova temporada de ‘Malhação', 'Pro Dia Nascer Feliz’
  5. Motoboys criam campanha por ‘Garota da Moto’ Seriado da Mixer para o SBT terá 2ª temporada Com índices de audiência mantidos na casa dos 2 dígitos e vice-liderança assegurada ao SBT, o seriado A Garota da Moto pode ter já na próxima semana um contrato que assegure sua 2ª temporada. Produtora do título, a Mixer está em avançadas negociações com o canal. Endossando a medição de audiência, comunidades de motoboys nas redes sociais conspiram muito a favor da longevidade do programa. No Facebook, a página MotoBoys faz aberta campanha pela série, com participação direta de 45 mil pessoas – fora compartilhamentos. Exibidos diariamente no SBT, os 26 episódios estarão depois na FOX, em data a definir, e podem até ganhar, a seguir, horário alternativo para reprise no SBT. Cartão Postal. Adriana Araújo voltou de férias direto para o Rio e logo foi pisando no Parque Olímpico para um bom reconhecimento de terreno. Ao gravar uma entrevista e matérias para o Jornal da Record, não se acanhou em fazer uma selfie entre os Anéis Olímpicos. Méritos próprios à parte, a 2ª edição do jornal local diário da Globo, em São Paulo tratado como SPTV 2, tem se beneficiado da boa audiência de Êta Mundo Bom e Haja Coração. Em várias regiões, o noticiário é o programa mais visto da Globo. ‘Êta Mundo Bom’ supera Velho Chico nos números aferidos pelo Kantar Ibope no Painel Nacional de TV (PNT), medido em 15 regiões do Brasil, por 29,7 X 28,6 pontos na média domiciliar. Em Recife, a novela das 6 tem mais de 8 pontos de vantagem sobre a trama das 9. Na Grande São Paulo, Velho Chico se mantém sutilmente à frente de Candinho, com 28,1 X 27,9 pontos na média domiciliar. Em termos de alcance individual, que mede o número de pessoas diferentes que passam pelo programa ao longo de sua exibição, a novela das 9 e o Jornal Nacional ainda são soberanos. Os números se referem ao período de 14 de março a 25 de julho. O canal Sexy Hot tem efeméride mais que adequada ao seu conteúdo para celebrar neste domingo, 31 de julho: o Dia do Orgasmo merecerá programação especial de seis horas, com quatro filmes em sequência, a partir das 15h. O pacote inclui Terapeuta Sexual, que ganhou uma estatueta no Prêmio Sexy Hot deste ano com Melissa Pitanga, contemplada como melhor atriz hétero. A Globo criou um blog para elencar os itens que mais provocam cobiça do público, de acordo com os contatos feitos pela Central de Atendimento ao Telespectador (CAT). Peças de figurino, maquiagem, acessórios, cor de unhas e cabelos, decoração vista na tela – tudo estará lá. Também Quero! (redeglobo.tumblr.com), o blog, configura-se assim como endereço de tendências, com informações de bastidores, frases e citações mais comentadas pelo público e a lista mensal Top 10 da CAT, com fotos dos itens mais procurados. 1.800 velas de pavio duplo, 380 pães artesanais rústicos (devorados pela equipe), 300 litros de suco de uva (usados como vinho), 40 espadas e 10 carruagens desfilaram por ‘Liberdade Liberdade’, a novela das one da Globo. 600 m² de treliças tipicamente mineira de taquara trançada foram usadas, aproximadamente 840 unidades de ferragens foram construídas artesanalmente por ferreiros mineiros e cerca de 380 móveis que compõem cenários e remetem à época estiveram em cena. “Mas nem que a vaca tussa, nem que a vaca tenha uma coqueluche...” Francesca (MARISA ORTH), QUE COLECIONA PÉROLAS NA NOVELA ‘HAJA CORAÇÃO’
  6. SporTV define o menu de seus 16 canais Marca dividirá bolo por modalidades olímpicas na TV paga Para levar 16 canais de TV HD ao ar durante a Olimpíada, o SporTV definiu quem ficará com qual fatia do bolo. SporTV 1, 2 e 3 exibirão os principais eventos e as modalidades em que os brasileiros têm mais chances. O SporTV 4 será um guia dos outros 15 canais, hospedados no espaço do Première. As competições serão agrupadas: vôlei (SporTV 5); atletismo, ginástica e vela (6); natação, saltos ornamentais, nado sincronizado, maratona e polo aquáticos (7); box, judô e tae-kwon-do (8); tênis e badminton (10); futebol e hipismo (11); remo e luta olímpia (12); tiro com arco, canoagem, hóquei sobre grama e triatlo (13); handebol e rúgbi (14); golfe, tiro esportivo e tênis de mesa (15) e esgrima, levantamento de peso e ciclismo (16). Além de 16 canais na TV, a rede SporTV terá ainda 56 sinais online para a exibição de 100% dos eventos da Olimpíada. E a NET acaba de fechar negócio para colocar no seu line up, pela tela da TV, 40 sinais da SporTV Play, que só chegariam ao assinante da operadora via streaming (internet). A NET anuncia que os 16 canais SporTV estarão disponíveis do número 710 ao 725. Do 728 ao 730, estarão os 3 canais ESPN; a FOX Sports, com duas sintonias, estará abrigada pelo 731 e o 732. A BandSports ficará no 733 e os canais SporTV Play poderão ser vistos entre o 750 e o 789. Luiz Megale e Paloma Tocci vão “morar” na Vila Olímpica: a partir desta segunda, ele vai ancorar de lá o Café com Jornal, e ela, o Jornal da Band, que mantém Ricardo Boechat nos estúdios de São Paulo. Boechat fará o noticiário do Rio só na sexta, 5, e sábado, 6. Ele acompanhará Ana Paula Padrão e Álvaro José na transmissão da abertura do evento, início de uma maratona que prevê 14 diárias de cobertura e mais de 400 profissionais envolvidos. A menina do 'Clone' cresceu. Olhe aí aquela garotinha que fazia comercial com a cestinha Hortência e brilhava em O Clone, celebrando sempre “muito ouro”, com a interjeição “Insha Allah!”. Carla Diaz foi crescendo, mudou de canal e volta à tela da Record em setembro, quando surgirá em cena morena. Ela será a princesa Melina, na novela A Terra Prometida. Christian Gaul, Jorge Bispo, Zee Nunes e Mariana Caldas estão entre os créditos dos fotógrafos que fazem a sérieEnsaios: O Corpo Feminino, que estreia dia 28 de agosto no canal + GloboSat. ‘Cabelo Mick Jagger’ é como o diretor José Luiz Villamarim chama o corte da personagem de Luísa Arraes na minissérieJustiça. Ela virá de franja e fios lisos, à moda do roqueiro nos anos 1970. Gabriel Perline, do Estado, assume nesta segunda-feira a vaga de Leão Lobo ao lado de Regiane Tápias, no comando da Revista da Cidade, de segunda a sexta, das 10h30 às 12h, na TV Gazeta. Lobo estará no novo programa de fofocas que o SBT lança na mesma segunda-feira, produzido em caráter de emergência. 114 projetos atenderam à chamada pública divulgada pelo Zoo Moo desde 1/6. O canal selecionará os melhores para candidatá-los a receber cerca de R$ 8 milhões do Fundo Setorial do Audiovisual “Enfrentei o preconceito em que a maioria dos modelos esbarra. Ouvia as pessoas falando ‘carinha bonita, cabeça vazia’”. Ana Hickmann À REVISTA ‘ESTILO’
  7. O governador Geraldo Alckmin esteve nesta quinta-feira (26) na 16ª Feira Cultural LGBT, no Vale do Anhangabaú. Como parte das atividades do mês do Orgulho LGBT, o evento conta com o apoio do Governo do Estado, por meio da Coordenação de Políticas para a Diversidade Sexual (CPDS), órgão ligado à Casa Civil, em parceria com a Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo – APOGLBT. “Quero destacar a importância desta feira, promove a diversidade, divulga a lei que promulgamos há 15 anos, que penaliza a discriminação. São Paulo é terra da diversidade, São Paulo é terra da inclusão, São Paulo é terra que recebe a todos. É uma miscigenação de raças, credos e pensamentos. Não é terra da intolerância”, destacou o governador Alckmin. A CPDS, que luta pelos direitos humanos e políticas públicas para população de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e mulheres transexuais e homens trans, em parceria com a Assessoria de Gênero e Etnia da Secretaria de Cultura, o Centro de Referência e Treinamento – DST - AIDS, da Secretaria da Saúde e as Secretarias da Justiça e da Defesa da Cidadania, da Educação e da Administração Penitenciária, e com a Defensoria Pública do Estado de São Paulo, estarão prestando atendimento em uma tenda que funcionará das 10h às 18h. Funcionários estarão à disposição para prestar esclarecimentos sobre ações e programas estaduais como a mudança no Registro de Ocorrência (RDO) - que passa a aceitar o nome social do individuo e a motivação do delito podendo ser tipificado como homofobia ou transfobia; a campanha "Seja um Agente de Mudança", para divulgar e sensibilizar funcionários da SAP, em especial aos agentes de segurança e corpo técnico para a resolução que dispõe sobre a atenção as travestis, mulheres transexuais e homens trans presas(os). As pessoas poderão conhecer os trabalhos do Museu da Diversidade, primeiro da América Latina dedicado ao tema, é um importante equipamento de cultura, memória e estudos da diversidade sexual. “O aspecto cultural e turístico é muito importante, movimenta a cidade. Temos o Museu da Diversidade, na estação República do metrô, onde mais de 180 mil pessoas já visitaram”, comentou Alckmin, que reforçou que o aspecto principal do evento é ressaltar o respeito às pessoas. “A injustiça cometida contra uma pessoa é uma ameaça contra a toda sociedade”, disse. O curso Diversidade Sexual e de Gênero, direcionado para trabalhadores do SUS e promovido pelas Secretarias da Saúde e da Justiça é destaque nas políticas afirmativas realizadas pelo governo estadual, além da deliberação CEE N° 125/2014, que trata sobre a inclusão de nome social nos registros escolares das instituições públicas e privadas no Sistema de Ensino do Estado de São Paulo, que já possui 290 cadastros de travestis, mulheres transexuais e homens trans no EJA e no ensino fundamental e médio. Não para por aí, na feira também estão sendo distribuídos cartazes, folders e camisetas para divulgar a Lei Estadual nº 10.948/01- que penaliza prática de discriminação em razão de orientação sexual e/ou identidade de gênero. Prêmio Cidadania em Respeito à Diversidade Por meio da Assessoria de Cultura para Gêneros e Etnias, desde 2011 a Secretaria de Estado da Cultura apoia a premiação que já esta em sua 16ª edição. No dia 27, o evento que homenageia e reconhece ações sociais que contribuem para o avanço dos direitos humanos da população LGBT acontecerá na Academia Paulista de Letras, no Largo do Arouche, nº 324, das 18h30 às 22h00. Este ano a atividade e contará com presenças como Fernanda Lima e Carmem Carrera (RuPaul’s Drag Race), além de show da cantora Tâmara Angel e performances de Alexia Twister e Victoria Vipper. Além desses eventos, o Governo de São Paulo realiza a campanha de boas vindas aos participantes da XX Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, com cartazes e painéis espalhados em várias estações e trens do Metrô, neste ano reforçando os 15 anos da Lei Estadual 10.948/01. Fonte: http://www.saopaulo.sp.gov.br/spnoticias/lenoticia2.php?id=246047
  8. A reestruturação da rede escolar em curso em São Paulo é boa para todo mundo – mas o governo errou em não trazer professores e especialistas para o seu lado FLÁVIA YURI OSHIMA 30/11/2015 - 08h00 - Atualizado 30/11/2015 09h33 Protestos de alunos, professores e pais tomaram as ruas próximas às escolas públicas. A razão foi a decisão de reorganização da rede escolar. Parece uma descrição de cenas ocorridas no Estado de São Paulo recentemente. Mas elas ocorreram em 1971. Há 44 anos, a reorganização integrou séries do ensino básico, até então separadas, num ciclo único de oito anos, da 1ª à 8ª série. A prioridade era a inclusão. O exame de admissão na 5ª série guilhotinava boa parte dos estudantes. Enquanto 70% das crianças ficavam na escola até a 4ª série, apenas 25% conseguiam cursar da 5ª à 8ª série. O ciclo único de oito anos ajudou a aumentar o número de brasileiros com o primeiro grau completo. A mobilização contra a reestruturação decidida agora pelo governo paulista levou à invasão de 34 escolas em diferentes cidades de São Paulo por alunos e militantes políticos. A maior parte dos protestos é motivada pela decisão de aumentar o número de escolas de ciclo único. São aquelas só de ensino médio ou só de ensino fundamental, em seus dois diferentes ciclos (do 1º ao 5º ano e do 6º ao 9º ano). A reforma remanejará alunos e esvaziará alguns prédios. A mudança criará 754 novas escolas de ciclo único, desocupará 93 prédios (o equivalente a 1,8% da rede inteira) e afetará 340 mil estudantes. A reorganização de 2015 tem objetivo oposto à de 1971: ela pretendeseparar turmas de ciclos diferentes que convivem numa mesma escola. Mas os medos que ela desperta são idênticos. Assim como no passado, as famílias não querem tirar seus filhos da escola em que estudam por vários motivos. A logística para levar e buscar crianças e adolescentes pode mudar. Alunos e famílias têm vínculos afetivos com as escolas e suas equipes. Os professores temporários temem perder aulas e sofrer reduções salariais. Todos – pais, alunos e professores – temem a queda na qualidade do ensino. Essas preocupações são legítimas num processo dessa envergadura. Nenhum temor, no entanto, é justificativa para colocar em xeque as vantagens do ciclo único. Se bem aproveitada e executada, essa pode ser uma das mais promissoras reorganizações da rede pública já feitas no país. Uma das razões é demográfica. O número de brasileiros em idade escolar diminuiu. Segundo o Censo Escolar, a educação básica perdeu, entre 2000 e 2014, 5,1 milhões de alunos. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) calcula que, até 2030, a parcela da população entre 5 e 19 anos sofrerá uma redução de 20%.A municipalização de parte das escolas e o aumento da renda do brasileiro, que levou alunos para as escolas particulares, amplificaram o efeito da onda demográfica. Em São Paulo, há 2 milhões de alunos a menos na rede estadual. Essa mudança pode ser vista nas escolas. O Estado conta hoje com 2.956 classes sem alunos. Nos casos extremos, há escolas com apenas 30% da ocupação. Não é preciso ser um gênio da administração pública para saber que manter classes ociosas em locais sem demanda é umdesperdício de recursos e, sobretudo, de oportunidades. Essas vagas podem ser usadas para criar creches, centros de ensino técnico e de formação de professores. As escolas de ciclo único tendem também a ser ambientes mais propícios à aprendizagem. Países com conhecida qualidade em educação pública aderiram há muitas décadas à organização proposta pelo governo de São Paulo. Reino Unido, Japão, Austrália, Suíça, França e Cuba estão entre eles. O raciocínio é simples. As necessidades de crianças de 7 anos são diferentes das de pré-adolescentes de 12 anos ou de jovens de 16 anos. Crianças precisam de parquinho, de espaço para correr e ambientes lúdicos para o incentivo à leitura e ao aprendizado. Laboratórios de ciências e bibliotecas bem fornidas são mais úteis para estudantes mais velhos. No mundo ideal, essas opções não seriam excludentes. Na vida real,é preciso fazer escolhas. Não há dinheiro para tudo. A gestão das escolas de ciclo único é mais simples e, por isso, mais eficiente. Há ainda uma vertente da educação que diz que separar crianças e adolescentes no ambiente escolar é melhor sobretudo para os pequenos. Por essas razões, grandes escolas privadas no Brasil dividem internamente a gestão e o espaço físico entre os ciclos fundamental I, II e ensino médio O ciclo único também pode diminuir a necessidade de deslocamentos. Pesquisa feita pelo Ibope mostra que os professoresque lecionam em mais de uma escola gastam cerca de três horas em deslocamentos entre escolas e suas casas. Há professores do ensino médio que chegam a peregrinar por cinco escolas para completar sua carga horária. Essa dinâmica atrapalha o rendimento do professor e impede que ele dedique tempo a sua formação. “Se bem feita, a reestruturação será boa tanto para os professores quanto para os alunos”, diz Guiomar Namo de Mello, uma das maiores educadoras do país. Antes de fazer a reestruturação, a Secretaria de Educação do Estado de São Paulo fez uma pesquisa para analisar os resultados de provas de alunos do ensino médio. Constatou que, nas escolas dedicadasapenas ao ensino médio, as notas dos alunos são 28% maiores. No ensino fundamental, nas escolas de ciclo único, as notas são 15% superiores. Trata-se de um dado relevante, embora não definitivo. O ciclo único não é suficiente para justificar os bons resultados dos alunos de uma escola. Não dá para isolar os fatores que sabidamente contribuem para o aprendizado – da qualidade da aula à iluminação do espaço. “Ce n’est pas possible”, diz o historiador francês Antoine Prost em seu A história do ensino na França, de 1800 a 1967, ao explicar que a melhora na educação francesa em meados do século XIX não poderia ser creditada a um único fator. Não podia lá, e não pode aqui. Em educação não existe uma variável capaz deexplicar tudo. A Secretaria de Educação cometeu um erro crasso ao não assegurar o envolvimento de professores, famílias e alunos no processo de discussão da reforma. Entre os manifestantes, uma dezena de grêmios e de associações de pais afirmam não terem sido ouvidos. “Ninguém nos procurou para saber o que os alunos do ensino médio pensavam sobre essa mudança”, diz Marcos Kauê, presidente da União Municipal dos Estudantes Secundaristas (Umes) da capital. Mesmo quem é a favor da mudança reclama da falta de transparência. “Nem eu nem meus pares mais próximos fomos procurados para discutir essa mudança”, diz Guiomar Namo de Mello. Para implantar satisfatoriamente uma mudança significativa como essa, o governo deveria ter trazido os professores e especialistas para seu lado. Fracassou nesse desafio elementar de liderança e agora terá de lidar com a resistência de parte da população. Não será tarefa fácil. Na semana passada, diante das reações, o secretário de Educação, Herman Voorwald, acenou com uma negociação caso a caso, depois que as escolas fossem desocupadas. Essas falhas não justificam o oportunismo político de grupos que se mobilizam não em torno de questões educacionais, mas por motivos ideológicos. Das 34 escolas ocupadas, dez foram invadidas por militantes do Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST). Uma delas, a Escola Estadual José Lins do Rego, localizada na periferia da capital, nem foi incluída na reestruturação. O grupo não aceita negociar a desocupação e não tem lista de reivindicações. Apenas acrescenta decibéis às manifestações e impede os alunos de ter aulas. http://epoca.globo.com/ideias/noticia/2015/11/reforma-escolar-de-sao-paulo-e-boa-mas-governo-paulista-se-atrapalhou.html
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