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  1. Ali Abbasi recorre a violência gráfica para seu ensaio contundente sobre machismo e radicalização Foi sem qualquer pudor que Ali Abbasi exibiu em Cannes cenas extremamente gráficas de violência e misoginia. "Holy Spider", ou aranha sagrada, é um ensaio forte e contundente que versa sobre machismo, hipocrisia, radicalismo e marginalidade, quebrando as expectativas do público a todo instante e tomando um caminho corajoso —e muitas vezes desagradável— para narrar a história de um serial killer. Cena do filme "Holy Spider", de Ali Abbasi, que integra a mostra competitiva do Festival de Cannes de 2022 Ambientado em Meshed, cidade iraniana a cerca de 700 quilômetros de Teerã, em algum momento do início dos anos 2000, "Holy Spider" sucede "Border", simpática surpresa que Abbasi trouxe a Cannes há quatro anos e que lhe rendeu o prêmio da mostra Um Certo Olhar, destinada a cineastas em início de carreira. Mais uma vez, sexo e violência são servidos sem cerimônia, embora o cineasta tenha agora abandonado a Dinamarca, onde vive, rumo ao Irã, onde nasceu, para dividir seu tempo entre a investigação de uma jornalista e a rotina homicida de um homem que faz de garotas de programa as suas vítimas. Sob uma trilha sonora que é puro assombro, a câmera de Abbasi acompanha o serial killer por ruas da cidade, testemunha como voyeur o "trottoir" das prostitutas nas calçadas e o uso incessante que elas fazem do ópio em becos escuros. Já vimos esse tipo de coisa antes, sob a batuta de David Fincher em "Se7en" ou de William Friedkin em "Parceiros da Noite". Mas a subversão das convenções vem muito em função do cenário incomum para ambientar esse tipo específico de thriller. Aqui não estamos em algum submundo de Manhattan, mas na segunda maior cidade do Irã, com suas próprias questões de radicalismo religioso. É ali que o assassino concretiza a sua jihad particular contra o vício, como chega a verbalizar a certa altura. A caracterização do serial killer também encontra uma profundidade rara no cinema mainstream. O homem está empenhado numa caçada religiosa, e o extremismo é só a gramática que dá sentido a neuroses de fundo, mas ele é também um pai amoroso —lição que poderia ser aprendida por realizadores que insistem em retratar assassinos como vilões unidimensionais— e sua densidade é incrementada quando ele começa a manipular a opinião pública em torno das motivações de seus crimes. A inegável vilania dos assassinatos, em contraste com a fachada de "cidadão de bem" do homicida, ajudam Abbasi a quebrar as expectativas do público a todo momento. Não é o "whodunit" que está em jogo aqui, tampouco o método —como a violência pode sugerir—, mas a torpe ideologia que impulsiona os assassinatos e logo contamina quem lê sobre eles nos jornais. Na visão oferecida pelo diretor, aquela é uma sociedade corrompida, seja pelo radicalismo religioso, pela falta de ética das autoridades ou pelo patriarcalismo, que tornam as prostitutas e viciadas em drogas alvos de uma "limpeza" violenta, mas também impõem microagressões rotineiras a qualquer mulher presente em cena. Logo de cara, a jornalista que protagoniza o filme é impedida de fazer check-in num hotel porque é solteira. Ao longo de "Holy Spider", ela ainda é repreendida por mostrar uma parte do cabelo, por fumar ou porque um antigo chefe a assediou. O filme toca em temas que ressoam em qualquer canto do mundo —por meio da figura feminina, mas que dialoga também com os perigos da homofobia ou do racismo, por exemplo. Não seria surpresa se "Holy Spider" levasse a Palma de Ouro nesta edição de Cannes. O filme é incômodo e pode, sim, gerar discussões sobre a banalização da violência. Mas ao mesmo tempo apresenta uma trama em sintonia com os tempos atuais, aliada a um fazer cinematográfico acima da média —realçado, justamente, pela recente onda de assassinos em série nas telas, que costuma ter dificuldade para extrapolar o genérico e maniqueísta. E esse não é um problema para a mão equilibrada de Abbasi. Curiosamente, no mesmo dia da estreia de "Holy Spider", a Quinzena dos Realizadores exibiu um de seus filmes mais aguardados, "Men", de Alex Garland, que também decidiu falar sobre as opressões vividas pelas mulheres numa sociedade machista. Na trama, o diretor de "Ex Machina" acompanha uma mulher que, sentindo remorso após a morte do marido, aluga uma casa de campo na Inglaterra para esvaziar a mente. Lá, começa a ser perseguida por figuras masculinas misteriosamente semelhantes umas às outras, num terror que, na concorrida sessão deste domingo (22), mais arrancou risadas do que sustos da plateia. Garland arranjou espaço na indústria pela originalidade e o encanto visual com os quais aborda temas mais cabeçudos. Em "Men", no entanto, ele parece se perder numa sucessão inesgotável de alegorias que não parecem chegar a lugar algum. Assim como em "Holy Spider", seu filme tem na figura de uma maçã, o fruto proibido que Eva comeu, um de seus momentos mais simbólicos. Mas enquanto Abbasi é capaz de usar o alimento com sutileza e inteligência para provocar seu serial killer, Garland o faz de forma literal e desnecessariamente escancarada, como se o público precisasse ser guiado a todo momento. Não deixa de ser interessante a maneira como o diretor de "Men" cria o clima para a história, com uma trilha sonora bem pensada e que mistura composições com sons ambientes. Em termos de roteiro, no entanto, é um filme que não parece ter muito a dizer além da obviedade de que vivemos numa sociedade machista. https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2022/05/holy-spider-choca-cannes-com-serial-killer-no-ira-que-mata-mulheres-por-religiao.shtml
  2. Toda edição do Festival de Cannes tem seu filme queridinho do público, da crítica, o que choca, o que surpreende. Raras vezes todas as qualidades se resumem em um único filme. Foi o caso de "Parasita" em 2019, mas não foi o caso de "Titane" em 2021, que até hoje divide quem ama e quem odeia. "Triangle of Sadness" (em tradução livre, "Triângulo da Tristeza"), do sueco Ruben Östlund, consegue ser até o momento o raro filme que reúne todas as plateias de Cannes 2022. Foi tanto aplaudido (por longos oito minutos) ao final da sessão de gala, para convidados seletos do mundo do cinema, quanto na sessão para a imprensa e a crítica. Mas o grande termômetro se um filme agrada mesmo é se ele é aplaudido em cena aberta, ou seja, durante alguma cena. E "Triangle of Sadness" foi várias vezes aplaudido em diversas sequências que mexem com o âmago de uma plateia imersa em uma sociedade de consumo hipócrita, racista, classista e gananciosa. Östlund, que já havia esticado a corda com o controver "The Square" (Palma de Ouro em 2017), esticou ainda mais com o novo filme. Ele espezinha nossas piores mesquinharias morais e sociais para, num tom de Molière, fazer a plateia rir de si mesma. Afinal, convenhamos, não é a equipe da manutenção do festival nem a da limpeza e muito menos a das cozinhas dos tantos restaurantes apinhados na cidade francesa que ganham os convites para as sessões do evento. Mas falando da trama, "Triangle of Sadness" já em seu nome brinca com a ironia. O termo se refere às rugas da testa que fazemos quando franzimos o semblante. E surge logo no início do filme, quando um avaliador pede para o jovem modelo vivido pelo jovem Carl (Harris Dickinson) tomar mais cuidado com seu triângulo da tristeza. Pouco tempo depois, o triângulo das bermudas, ou da tristeza, aparece num cruzeiro que Carl faz com a namorada, a influencer e modelo Yaya (Charlbi Dean). Frequentada pelos super-ricos (o jovem casal está na cota dos famosos, que conseguem regalias em troca de sua presença célebre), a embarcação deveria estar sob o comando de um capitão atento e cuidadoso com o PIB de sua população. Ao contrário. Vivido com maestria por Woody Harrelson, o capitão é um americano marxista que prefere gastar seu tempo bebendo e discutindo política com um magnata russo capitalista. Harrelson, aliás, questionado pela imprensa, disse que é anarquista. Tudo vai bem, ou quase, até que em uma noite uma tormenta põe os ricos, arrogantes e gananciosos hóspedes à beira de naufrágio. O que seria o pomposo jantar com o Capitão se torna um "shit show" de vômitos. A tormenta piora e o esgoto da embarcação estoura, espalhando a "m" por todos os lados. O barco é atacado por piratas e afunda. Os sobreviventes, numa alegoria da própria sociedade, são arquétipos ambulantes. A modelo influencer bonita, mas sem poder nenhum em um ambiente em que é preciso pescar a própria comida. O jovem modelo que, fora do ambiente urbano, não é nada alfa. O funcionário negro da casa de máquinas que é tido pelo russo magnata do adubo como um pirata disfarçado. A chefe da tripulação que, mesmo maltrapilha e sem comida, não desce do posto e acha que vai poder continuar mandando na asiática chefe da limpeza. Pois a asiática é a única que pesca, sabe fazer uma fogueira e sobreviver no ambiente inóspito da ilha. A inversão de poder, de papéis de gênero e de influência se desenha com maestria sob a mão precisa de Östlund. Quem viu "The Square" sabe o que esperar. O diretor destila sarcasmo, ironia e estica as cenas mais desconfortáveis para que justamente o público viva com intensidade sua própria mediocridade projetada na tela. "Triangle of Sadness" tem, a seu favor, além da visão crítica e ácida de uma sociedade que "volta porque deu errado", o humor. A longa sequência de 15 minutos do jantar fracassado é de chorar de rir, mas também de querer vomitar. Não seria esta a metáfora perfeita para nossa sociedade atual? As dinâmicas estabelecidas na ilha revelam que ter poder e influência é questão de contexto e que não necessariamente os humilhados serão mais sábios e/ou humildes caso cheguem a postos de poder. O homem é o lobo do homem, não? Faltou citar Thomas Hobbes na batalha de citações entre o russo e o capitão. Direção precisa, tempo certo (ainda que um tantinho esticado demais) e um elenco afiadíssimo fizeram de "Triangle of Sadness" o filme mais festejado da competição oficial de Cannes 2022 até o momento. A semana ainda é longa até a premiação no sábado (28), mas uma certeza já temos. Se não sair com outra Palma de Ouro, pelo menos um Grande Prêmio do Júri o sueco vai sair. https://www.uol.com.br/splash/colunas/flavia-guerra/2022/05/22/triangle-of-sadness-leva-sarcasmo-fezes-e-vomito-a-cannes-em-sua-critica.htm
  3. Saiba quem vai morrer no final de Quanto Mais Vida Melhor Paula, Flávia, Guilherme e Neném serão perseguidos por bandidos (Foto: Reprodução) Em Quanto Mais Vida, Melhor!, exibida pela Globo no horário das 19h, a Morte (A Maia) poupou a vida dos quatro protagonistas no início da história. Contudo, a entidade prometeu que voltaria dentro de um ano para levar um deles. Esse prazo, vale dizer, está cada vez mais próximo. Com o fim da novela se aproximando, o público fica na expectativa para saber qual dos protagonistas irá morrer. Vale lembrar que a Globo gravou cinco finais diferentes. Caberá ao autor Mauro Wilson escolher qual das cenas irá ao ar, visto que existem cenas para as mortes de Guilherme (Mateus Solano), Flávia (Valentina Herszage), Neném (Vladimir Brichta) e Paula (Giovanna Antonelli). Vale lembrar que originalmente, era Neném quem estava marcado para morrer. No fim, o quarteto peitaria a Morte, mas ela mostraria algo que mudaria a posição do jogador de futebol. Isso porque Bianca (Sara Vidal), filha dele, precisaria desesperadamente de um transplante de coração. Dessa forma, ele se sacrificaria para ajudar a salvar a menina. Contudo, quem morrerá, na verdade, será o irmão dele: Roni (Felipe Abib). Nesse final, ele junto com os protagonistas durante um tiroteio e todos ficarão cara a cara com a Morte. O criminoso pedirá para morrer no lugar do parente e seu coração será usado pra salvar a sobrinha. https://www.metropoles.com/entretenimento/televisao/saiba-quem-vai-morrer-no-final-de-quanto-mais-vida-melhor
  4. Quando a gente pensa em George Miller pensa em Mad Max. Afinal, entre seus dez longas-metragens, quatro fazem parte da série. Pois ele aparece com uma produção bem diferente no 75º Festival de Cannes. Three Thousand Years of Longing (que pode ser traduzido livremente como “Três mil anos de anseio”), estrelado por Tilda Swinton e Idris Elba e exibido fora de competição, é um filme sobre amor, amor a todas as culturas, amor à humanidade. O que não mudou foi o gosto do cineasta australiano pelo visual elaborado e original. Mesmo sendo um filme de amor baseado em um conto de A.S. Byatt, Three Thousand Years of Longing é perfeito para isso. Nele, Alithea (Swinton) é uma especialista em narratologia e estuda as semelhanças das narrativas contadas pelos seres humanos desde a Antiguidade. Em uma viagem a Istambul, ela compra uma garrafinha de vidro antiga. Dentro, está um Djinn (Elba), uma figura da mitologia árabe que encontra semelhantes em diversas outras culturas. É um gênio da lâmpada, mas não espere um Idris Elba azul como o Will Smith de Aladdin. O personagem tem uma concepção visual mais sofisticada. O Djinn oferece a Alithea três desejos. Mas ela está interessada em sua história. E a história do Djinn, quase uma terapia de seus 3 mil anos de aprisionamento, recupera parte das histórias da humanidade ou das histórias contadas pela humanidade, como a da rainha de Sabá, que aparece na Torá, na Bíblia, no Alcorão e na história etíope, ou do sultão Suleiman, o Magnífico, que governou o Império Otomano no século 16. São narrativas que oferecem a George Miller a chance de exercitar sua criatividade, ao som da belíssima trilha de Tom Holkenborg, o compositor de Mad Max: Estrada da Fúria. O interesse do Djinn é compreender a humanidade. Ele não deveria, mas sente como um ser humano, apaixona-se por mortais e precisa lidar com seu trauma. Não é, portanto, apenas um ser mágico. Alithea sente por meio das histórias, pois ela decidiu evitar vivê-las. Em princípio, ela nem tem desejos. Miller tem uma dupla de atores com carisma e talento suficientes para lidar com essas dimensões. Mas não espere cenas de ação eletrizantes como as de Mad Max: Estrada da Fúria. Aquela era uma história de sobrevivência em circunstâncias extremas, de opressão, caos e loucura. Three Thousand Years for Longing tem um olhar mais esperançoso. Alithea comenta que nada muda na história de humanidade, que, em momentos de confusão, os seres humanos cedem aos seus piores instintos. O Djinn responde que isso é ser humano, mas prefere falar do amor. Como perder as esperanças quando o ser humano encontrou tantas formas bonitas para explicar os acontecimentos do mundo? O filme ridiculariza quem acredita ser de uma cultura superior por estar no Ocidente. A história da Humanidade começou na África e na Ásia, e as narrativas e mitos que vêm de lá são ricas. As três principais religiões nasceram no Oriente Médio. George Miller, de maneira bela e lírica, mostra que, na verdade, os seres humanos são mais parecidos do que gostam de imaginar. E talvez, o que nos faz humanos são as histórias que contamos ou inventamos. O diretor tinha esse projeto fazia mais de 20 anos, mas ele não poderia chegar em melhor momento. Durante a pandemia, todos percebemos como as histórias são tão fundamentais para nossa sobrevivência quanto a água, a comida, o ar limpo. Seria melhor se nos abríssemos também às histórias de outras partes do mundo, sobre personagens diversos, que nos mostram como somos humanos. https://www.omelete.com.br/filmes/criticas/three-thousand-years-of-longing-critica
  5. Com um enredo estapafúrdio e risível, uma das produções mexicanas de maior sucesso da Netflix encerra sua trajetória. Entender o sucesso que Quem Matou Sara? faz no catálogo da Netflix não é difícil. As produções do eixo México-Espanha que tem aparecido na plataforma nos últimos anos, têm todas um cromossomo em comum: o choque. Quem Matou Sara?, Toy Boy, Elite, Sky Rojo, Desejo Sombrio... não há absolutamente nenhum desses títulos que não compartilhe desse DNA oportunista: A violência gráfica, os enredos que sempre se baseiam em abusos sexuais, o erotismo exacerbado e um crime que precisa ser desvendado pelos protagonistas. Essa lista de características acaba sendo também aquela que fortalece essas produções junto ao público. Dentre as citadas, Quem Matou Sara é a que tem uma fórmula mais complicada de manipular. Presa ao nó dramático do “quem matou”, ela acabaria tendo que – em algum momento – sacrificar sua credibilidade em nome de mais tempo de tela. E foi exatamente isso que ela fez... Em seu primeiro ano, o mistério sobre o assassinato da jovem Sara (Ximena Lamadrid) até aparecia mais organizado entre as tensões que os episódios estabeleciam. O enredo se dedicava a colocar a morte da moça dentro de um conjunto de intrigas familiares e de esquemas de traição. Porém, quando o segundo ano chegou, o compromisso com a longevidade foi defenestrando a verossimilhança. O assassino da primeira temporada não era o assassino e o assassino da segunda temporada também não era o criminoso. Chegamos ao ponto em que a preocupação era se alguém tinha mesmo matado Sara. Preocupação essa que se revelou bastante cabível quando o último episódio do ano 2 insinuou que a vítima não estava morta, tornando completamente inúteis os quase 20 episódios vistos até então. E se a ideia da sobrevida da personagem já parecia ridícula, a forma que encontraram para fazer isso terminou de jogar a série no limbo. Era um “rocambole” para nenhum confeiteiro botar defeito. Ninguém matou Sara? Era bastante previsível que a encomenda de novas temporadas iria provocar um efeito de empobrecimento da narrativa da série. O grande problema em produções como essa é que se você não entrega para o público a resposta que ele confia que virá no final das temporadas, ele começa a desconfiar de você. Esse foi literalmente o caso de The Killing (2011), que estreou como uma das maiores promessas da programação americana e acabou se esgotando quando tomou a esdrúxula decisão de não revelar o assassino no season finale. A partir dali tudo parecia uma imensa enganação. Em Quem Matou Sara, a terceira temporada já começou reforçando que a jovem realmente não morrera. Alex (Manolo Cardona) descobre o caixão da irmã vazio e começa a rastrear respostas para explicar o que realmente teria acontecido. Absolutamente tudo que aconteceu nos dois primeiros anos foi jogado pela janela e nunca precisaria ter existido. Os criadores contam uma história nova, quase “spin-offtica”, que não tem quase nenhuma conexão com o passado da série; com direito a um vilão novinho em folha, jamais citado antes e vivido por ninguém menos que Jean Reno. Na sua busca por relevância, os episódios soam como se fossem um surto coletivo, com direito a experiência científica, tortura e até uma filha perdida que é feita pela mesma atriz que faz Sara, só que com uma peruca diferente. Mas, é claro, sem perder de vista alguns personagens que já conhecemos, como Chema (Eugenio Siller), que volta para a última temporada só para cumprir a cota de "sequências de abuso”. É assustador ver como o texto apressa e entuba elementos desconexos entre si e na sua relação com a série. Nada funciona. A grande “ousadia” da finale definitiva é ter dado aos seus fãs a derradeira resposta de quem matou Sara do modo menos “óbvio”. Depois de anos no ar e de tantos suspeitos, ninguém matou Sara. A essa altura da temporada são tantos exageros narrativos, tanta deselegância, tantas reviravoltas absurdas, que insinuar que “Sara foi morta aos poucos por vários de seus algozes” não tem nenhum impacto. É um show de horrores, com insanidades criativas competindo para ver qual vai ser a campeã de nonsense. O que poderia ser uma grande história sobre uma jovem engolida pelos acordos velados da sociedade rica, se transformou em uma fanfarra, em uma micareta da ficção ruim, capaz de constranger até os mais sensíveis. 1/5 Ruim https://www.omelete.com.br/series-tv/criticas/quem-matou-sara-3a-temporada-critica
  6. A vida no Hospital St. Bonaventure nunca foi tão agitada... e tão novelesca Se tem uma coisa da qual The Good Doctor precisa se orgulhar é de oferecer ao seu espectador absolutamente tudo que ele espera de uma trama médica clássica. Não há absolutamente nada que você já tenha visto em alguma outra série hospitalar de sucesso que não tenha passado pelo universo genérico da criação de David Shore. O objetivo nunca foi a originalidade, embora, à primeira vista, a série tenha tentado nos convencer de que estava na grade para ser levada a sério. De certa forma, olhar em retrospectiva como o autismo foi usado como escudo intelectual deixa a produção ainda mais enfraquecida. Tudo que ela poderia abordar com relação a Shaun (Freddie Highmore) se esgotou nos dois primeiros anos, o que entregou para a audiência um futuro pasteurizado. Os episódios de The Good Doctor são um eterno deja vu. Mas, é preciso reconhecer que existe uma parcela da audiência que está em busca exatamente dessa sensação de familiaridade. Uma vez bem feita, a roda não precisa ser reinventada. Mesmo que em vários momentos de sua trajetória a atração tenha apelado para o eterno vai e vem de casais e trocas de posições de poder como recursos fundamentais, ela manteve sua estrutura dentro do mínimo exigido de lógica e elegância. A realidade daquele hospital ainda era completamente romântica, mas nada disso se difere do que outras produções do gênero já tinham estabelecido. Apesar de não oferecer muito, o que era oferecido estava dentro do esperado. Até que, na quarta temporada, o gosto das reviravoltas foi se tornando um vício para os roteiros, levando tudo que conhecíamos sobre a série até “ousadias” que ela parecia não estar disposta a cometer. Nessa quinta temporada, as decisões narrativas jogaram pela janela a discrição e a lógica, produzindo enredos que nos mantiveram envolvidos na temporada, mesmo que às custas de qualquer dignidade. E foi com uma vilã chapada, com devaneios entorpecidos e até com um reality show, que The Good Doctor produziu seu ano menos sonolento (e mais absurdo). Bruxa de Salen Quando a quarta temporada terminou, o que foi prometido para a audiência pouco tinha a ver com o hospital. O casamento de Lea (Paige Spara) e Shaun, contudo, foi guardadinho numa gaveta, para que o enredo abrisse espaço para a promissora chegada de Salen (Rachel Bay Jones), a nova “dona” do pedaço, que veio de uma maneira até surpreendente e jogou com a ambiguidade até boa parte dos dez episódios em que sua participação foi o centro das atenções. Plots de novas presidências também estão na cartilha dos dramas hospitalares, mas o começo da quinta temporada de The Good Doctor jogou bem com a possibilidade de que Salen não fosse uma vilã. O sistema de saúde americano chama pacientes de “clientes”, mas em vários momentos da personagem, ela era descrita com complexidade, sendo capaz de tomar decisões empresariais severas, mas também mantendo em pauta sua empatia. Era evidente que pairava sobre ela uma sombra de desconfiança, mas até isso funcionava bem para os objetivos do enredo. Os problemas começaram quando Salen subiu para a superfície e após um erro grave envolvendo medicamentos vencidos, a vilania desenfreada foi colocando a coerência para escanteio. A partir do ponto em que tudo se torna um jogo de chantagens, The Good Doctor abre as porteiras do folhetim descarado. Daí para frente foi só ladeira abaixo... Mas, foi uma ladeira abaixo divertida. Traições, armações, frases de efeito.... Tudo acaba voltando para o mesmo lugar, como é bem de praxe nesse mundo das narrativas genéricas. O apogeu do absurdo veio quando o casamento de Shaun voltou para a pauta através de um reality show. A ação final desse quinto ano se concentrou no casal principal usando a participação num reality de casamentos para que pudessem não precisar pensar em como organizariam o seu. Nada salva a série do ridículo dessa situação; nem o melhor caso da temporada (sobre o sujeito que doa um órgão para o amigo e acaba provocando um câncer no transplantado), nem a volta de Claire (Antonia Tomas), nem a simpatia da Dra. Jordan (Bria Samoné) e nem o bem-vindo romance de Asher (Noah Galvin) com um enfermeiro. A temporada termina ágil... e sacrificada. O gancho do episódio final “homenageia” um momento do clássico ER, mas isso só confirma como tudo em The Good Doctor está ultrapassado. Todos os enredos são velhos, todas as soluções são previsíveis e agora, mais que nunca, todos os caminhos levam ao escárnio. 2/5 Regular https://www.omelete.com.br/series-tv/criticas/the-good-doctor-quinta-temporada-critica
  7. além disso aparece o batman , personagens do kung fu band e mostros vs alienigenas
  8. Celina (Ana Lucia Torre) fez o diabo em Quanto Mais Vida, Melhor!, mas terá uma redenção no final. Com o nascimento da neta, filha de Flávia (Valentina Herszage) e Guilherme (Mateus Solano), a vilã amolecerá um pouco, pois ficará encantada pela bebê. Com a entrada de uma nova vida na família, a malvada compreenderá alguns de seus erros e tentará ser uma boa avó, apesar de seguir muito reclamona na novela das sete da Globo. No capítulo previsto para ir ao ar na próxima quarta-feira (25), a dançarina dará à luz de forma tensa, pois estará presa na padaria Quem Quem ao lado de Paula (Giovanna Antonelli). Apesar das complicações, a bebê nascerá, e a jovem conseguirá até perdoar a mãe. Mais tarde, o personagem de Mateus Solano e a mulher levarão a filha para casa. Surpreendentemente, a mãe do médico, que tanto criticou a nora e disse que ela queria dar o golpe da barriga, se afeiçoará à criança. Ela ficará orgulhosa da mais nova integrante da família Monteiro Bragança e colocará na cabeça que ensinará para a neta música clássica, assim como fez com o filho, além de paparicá-la para cima e para baixo. A malvada não deixará seus comentários venenosos para trás, mas será gentil com a pequenina. O novo comportamento de Celina inclusive, a fará ficar em paz com o resto dos familiares. Tanto, que a psicanalista até pedirá perdão para Tigrão (Matheus Abreu) pela forma como o tratou, mostrando que é possível se redimir de seus pecados. https://noticiasdatv.uol.com.br/noticia/novelas/celina-toma-tapa-da-vida-e-surpreende-no-final-de-quanto-mais-vida-melhor-81385
  9. Filó (Dira Paes) não gostará nadinha dos cuidados de José Leôncio (Marcos Palmeira) com Irma (Camila Morgado) quando a notícia da morte de Madeleine (Karine Teles) chegar em Pantanal. A funcionária ficará uma arara quando o companheiro decidir acompanhar a ex-cunhada ao Rio de Janeiro para contar sobre o acidente fatal a Mariana (Selma Egrei) e não poupará alfinetadas contra a ruiva na novela das nove da Globo. No capítulo desta sexta-feira (20), a influenciadora digital decidirá viajar ao Centro-Oeste para tentar reconquistar o ex-marido e tirar satisfações com a primogênita dos Novaes. No meio do caminho, porém, a aeronave em que ela estará sofrerá com o tempo ruim e cairá nas águas do bioma. Ari (Claudio Galvan) passará um rádio para a casa do pecuarista para comunicar sobre o acidente com avião da dondoca. Irma começará a se culpar pela tragédia e será confortada pelo "rei do gado". "Ocê num tem curpa nenhuma", amenizará o fazendeiro. "Eu sei por que estou falando isso... Ela vêio atrás de mim", afirmará a desempregada. A companheira do peão, então, cutucará: "E ela haveria de ví atraiz da senhora por quê?". Sem graça, a ruiva despistará: "Por nada, Filó, por nada...". A personagem de Camila Morgado decidirá que deve voltar ao Rio de Janeiro, para contar presencialmente o que houve para a mãe. O todo-poderoso afirmará que vai acompanhá-la. "Ocê vai junto?", questionará a mãe de Tadeu (José Loreto), surpresa. "Alguém tem que tá junto dela, Filó!", justificará o pecuarista, sem paciência. "Eu agradeço muito por isso...", soltará a talarica. https://noticiasdatv.uol.com.br/noticia/novelas/pantanal-filo-se-revolta-com-jose-leoncio-apos-morte-de-madeleine-81406
  10. Matias (Antonio Calloni) ficará fora de controle com a visita de Olívia (Debora Ozório) à fazenda dos Camargo em Além da Ilusão. Em meio ao surto, o ex-juiz humilhará a filha que teve com Heloísa (Paloma Duarte) e deixará escapar a paternidade entre as suas fases desconexas. "Menina que ninguém queria", sussurrará o crápula na novela das seis da Globo. No capítulo desta sexta-feira (20), a jovem irá até a casa de Violeta (Malu Galli) atrás da costureira, mas dará de cara com o vilão. "A menina que ninguém queria...", disparará ele, alterado. A funcionária da Tecelagem Tropical tentará explicar o motivo de estar ali, mas o vilão entrará em surto. "Fora daqui, menina! Fiau! Vai embora! Ninguém quer nada com você aqui não! Fora!", gritará o assassino de Elisa (Larissa Manoela). "O que veio fazer aqui, maldita? Não tem nada nessa casa pra você! Fiau! Vai embora agora!", acrescentará ele, deixando a jovem apavorada. Pouco tempo depois, Violeta, Heloísa e Leônidas (Eriberto Leão) aparecerão ali para entender os gritos do ex-magistrado e encontrarão Olívia aos prantos. "Que isso, doutor? É a Olívia, filha do Benê [Claudio Jaborandy] e da Fátima [Patrícia Pinho]! Por que está tratando ela assim?", questionará o terapeuta. https://noticiasdatv.uol.com.br/noticia/novelas/matias-surta-ao-ver-olivia-em-alem-da-ilusao-menina-que-ninguem-queria-81408
  11. Heloísa (Paloma Duarte) vai descobrir que Rafael (Rafael Vitti) é o mágico Davi em Além da Ilusão Davi/Rafael (Rafael Vitti) vai ser desmascarado no capítulo 100 de Além da Ilusão. Será Heloísa (Paloma Duarte) quem descobrirá, por acaso, que administrador é, na verdade, o mágico. Em outra cidade em busca de um orfanato que pode ter abrigado sua filha no passado, a tia de Isadora (Larissa Manoela) verá um cartaz escrito: "procura-se de Davi". Ela ficará angustiada até encurralá-lo na novela das seis da Globo. "Está atrás de vingança?", questionará a costureira. Heloísa começará a tremer, muito nervosa, após a descoberta. Ela avistará Leônidas (Eriberto Leão) e colocará o papel na bolsa, sem deixá-lo ver. Ao chegar na vila operária, a fazendeira irá correndo atrás de Rafael. Ela mostrará o cartaz ao rapaz, tremendo e com os olhos cheios d’água: "O que tem pra me dizer sobre isso, Rafael? Ou seria melhor eu te chamar de Davi?". Davi ficará em choque diante de Heloísa. "Me diz, rapaz, quem é você, o que veio fazer aqui, o que quer com a minha sobrinha, com a minha família? Está atrás de vingança, é isso?". O mágico acalmará a tia de sua amada: "Eu não estou atrás de vingança, estou atrás de justiça. E não matei a Elisa [Larissa Manoela]. Quem matou foi o pai dela, o doutor Matias (Antonio Calloni)". Ainda muito nervosa, a irmã de Violeta (Malu Galli) perguntará se ela precisa ter medo dele. "De jeito nenhum. No meu jardim eu não cultivo o ódio. Ele deixa as pessoas estúpidas. E olha que a minha vida não foi fácil (...). Mas o destino me deu um golpe quando me apaixonei pela Elisa, e o doutor Matias tirou a vida dela. Fiquei preso dez anos por um crime que não cometi. Agora só quero provar minha inocência para ser feliz ao lado da Isadora, a mulher que eu amo", explicará o ilusionista. Heloísa denuncia Davi à polícia na novela? A mulher irá querer saber se modista conhece a verdade, e ele dirá que não teve coragem de contar. Em seguida, o jovem detalhará o que aconteceu com ele após fugir da prisão. Confusa, Heloísa afirmará que não sabe o que pensar, e Davi resolverá contar toda a sua história. Depois de ouvir tudo, ela compreenderá as ações do mágico: "Não sinto a menor pena do Matias. É um é um homem mau, desprezível, um criminoso!". Davi perguntará se ela o denunciará à polícia. A dona de casa se sentará ao lado dele e segurará sua mão: "Eu não vou te entregar pra polícia. Nem revelar a verdade pra ninguém. Sempre desconfiei que fosse inocente, desde que ouvi a Augusta [Olívia Araujo] dizendo para a Manuela [Mariah da Penha] que achava que o Matias tinha atirado contra a Elisa". Davi ganha aliada contra Matias Emocionado, o mágico lembrará que o tiro era para ele: "Mas por algum motivo ele acabou errando a mira. A Elisa, pobrezinha, morreu na hora, nos meus braços". "E não satisfeito com a desgraça, ainda teve a frieza de forjar provas falsas contra você", completará Heloísa. Davi a colocará a par da arapuca armada pelo ex-juiz. A mãe de Clarinha confortará o rapaz. "Davi, eu acredito em cada palavra sua e vou te ajudar a se proteger do Matias. Esse homem já destruiu a vida de muita gente, não vou deixar que destrua a vida da Dorinha também (...). Você será muito bem-vindo à nossa família, ainda que com dez anos de atraso", dirá ela, que abraçará Davi. Eles sairão do abraço e, num gesto, Davi fará uma flor aparecer e entregará à nova aliada. Heloísa arranca a máscara de Davi em Além da Ilusão: 'Atrás de vingança?' · Notícias da TV (uol.com.br)
  12. Heather pode ainda ser um gancho para a série trazer Kiernan Shipka novamente A CW revelou as primeiras imagens de Heather, personagem da atriz Caroline Day (Billions) em Riverdale que está intimamente ligada ao passado de Cheryl (Madelaine Petsch). Isso porque, segundo a sinopse do episódio "Things that Go Bump in the Night", Heather é sua paixão de infância; veja (via ComicBook): Além da possibilidade de romance, como bruxa, Heather pode ajudar Cheryl a compreender seus poderes e, ainda, servir de gancho para que Riverdale traga de volta Kiernan Shipka como Sabrina Spellman, como foi anunciado em abril. As cinco primeiras temporadas estão disponíveis para streaming na Netflix. https://www.omelete.com.br/series-tv/riverdale-heather-fotos#riverdale-caroline-day-2
  13. A terceira temporada de Bridgerton não focará na vida amorosa de Benedict (Luke Thompson), como se esperava. De acordo com a Variety, a série da Netflix se distanciará da ordem estabelecida pela autora Julia Quinn nos livros e tratará sobre o relacionamento de Colin (Luke Newton) e Penelope (Nicola Coughlan). A mudança faz sentido, considerando que relação dos dois teve mais desenvolvimento nas duas primeiras temporadas do que o arco de Benedict até aqui. Além disso, no último episódio da segunda temporada Penelope ouviu Colin dizer que jamais se casaria com ela, um gancho perfeito para tratar com mais atenção essa "amizade". Assim, a expectativa é que a história de Benedict fique para uma eventual quarta temporada. As duas primeiras temporadas de Bridgerton já estão disponíveis na Netflix. https://www.omelete.com.br/series-tv/bridgerton-3a-temporada-penelope-colin
  14. Pantanal: Vixe! Diretor deixa escapar spoiler de reta final da trama, com Juma; confira a imagem A foto dos bastidores publicada por ele mostra a protagonista nas últimas cenas do folhetim Vem bebê por aí, viu?! Mas não conta pra ninguém porque é segredo! Kkkk Neste final de semana, um dos diretores de “Pantanal” deixou escapar um spoiler sobre a reta final da trama. Davi Lacerda compartilhou uma imagem dos bastidores das gravações em Mato Grosso do Sul, que mostrou Juma Marruá, personagem de Alanis Guillen, com barriguinha de grávida. OMG!!! Na fotografia, divulgada por Lacerda em sua conta nas redes sociais, o diretor aparece entre o Velho do Rio (Osmar Prado) e Juma, que ostenta a barriga com o bebê. Nos comentários, os fãs não demoraram para comemorar a cena. “Vem uma oncinha aí”, escreveu um telespectador. “A barriguinha dela, meu Deus, a Juminha grávida, coisa mais linda”, apontou mais um. “Maria Marruá Leôncio vem aí”, comentou outro. Os atores do remake embarcaram de volta para o Pantanal na última quarta-feira (11), para gravar as cenas finais da trama. A viagem, inclusive, marcou a despedida de Leandro Lima, já que seu personagem, Levi, terá um final trágico e será devorado por piranhas. Apesar disso, outras sequências estão previstas para terminarem no Rio de Janeiro, onde foi criada a cidade cenográfica da novela. Embora tenha pegado muita gente de surpresa, a gravidez de Juma não é uma novidade para aqueles que assistiram à primeira versão da trama. Se o remake seguir o mesmo caminho, Juma dará à luz a Maria Marruá Leôncio. Mas, assim como seu relacionamento com Jove (Jesuíta Barbosa), a gravidez não será nada fácil. A jovem ficará em perigo e sofrerá ameaças de um peão que trabalha para Tenório, personagem de Murilo Benício. O capataz tentará atacar a protagonista em sua tapera, mas a filha de Maria Marruá (Juliana Paes), ao perceber a ameaça iminente, virará onça para se defender e matará o criminoso. Juma virará onça para se defender. (Foto: Globo/João Miguel Júnior) https://hugogloss.uol.com.br/tv/novelas/pantanal-vixe-diretor-deixa-escapar-spoiler-de-reta-final-da-trama-com-juma-confira-a-imagem/
  15. O Omelete já conferiu os primeiros episódios de Stranger Things 4, e já pode revelar um pouco das nossas primeiras impressões sobre a Parte 1. Confira abaixo o que achamos, sem spoilers:
  16. Término entre Max e Lucas e novo crush de Will estão entre as informações divulgadas A Netflix revelou novas descrições de personagens para a 4ª temporada de Stranger Things, indicando algumas grandes mudanças nas vidas de Will, Eleven, Max e outros. As informações, divulgadas no site do Tudum, incluem algumas pistas do que esperar no novo ano. Confira algumas das maiores revelações feitas e, logo abaixo, a galeria com a descrição completa: Mike parece ter um conflito com Lucas, já que é descrito como "membro dedicado do grupo de Dungeons & Dragons, Hellfire Club, junto com Dustin e Lucas - contanto que o basquete de Lucas não atrapalhe". Eleven está se adaptando a sua nova escola e nova vida. Enquanto ela sobre um bullying cruel de seus colegas de escola, ela tenta se manter de cabeça erguida. O relacionamento à distância entre Dustin e Suzie segue forte. Lucas - que é descrito como ex de Max - está cansado de sofrer bullying e espera que sua entrada no time de basquete o torne mais popular. Will está mais quieto que nunca; Eleven acha que ele está se comportando de modo estranho e suspeita que ele pode ter um novo crush. Max sofre os efeitos do que aconteceu com seu irmão Billy, com suas notas piorando e uma relutância em se encontrar com o orientador da escola. Max parece ter se isolado de todos incluindo de Lucas, também descrito como seu ex. Nancy se tornou editora do jornal da escola e parece ter dificuldades de manter o relacionamento à distância com Jonathan. A Netflix fará hoje, dia 14, uma estreia mundial da 4ª temporada em um evento privado, que será transmitido através do TikTok à partir das 19h no horário de Brasília. A Netflix já divulgou a sinopse oficial da quarta temporada: "Seis meses se passaram da batalha de Starcourt, que deixou um rastro de terror e destruição em Hawkins. Enquanto continuam a lidar com as consequências, o grupo de amigos se separa pela primeira vez – e navegar pelas complexidades da escola não torna as coisas mais fáceis. Nesse momento tão vulnerável, uma nova ameaça sobrenatural ainda mais terrível surge, trazendo um grande mistério que, se resolvido, pode ser a chave para acabar com os horrores do Mundo Invertido." O primeiro volume da 4ª temporada de Stranger Things estreia em 27 de maio, enquanto o segundo vem um pouco depois, em 1º de julho. A série será concluída em seu quinto ano. https://www.omelete.com.br/series-tv/stranger-things-4-descricoes-personagens#stranger-things-4-descricoes-12
  17. Tadeu (José Loreto) finalmente conseguirá ficar com Guta (Julia Dalavia) em Pantanal. Apaixonado, o peão levará um pé na bunda da engenheira após o sexo na novela das nove da Globo. "Não mereço ser gostada", alegará a moça, que ainda dirá que o rapaz é puro demais para ela. Tudo começará quando o filho de José Leôncio (Marcos Palmeira) flagrar Tenório (Murilo Benício) maltratando a herdeira. Ele irá atrás da jovem à beira do rio para prestar seu apoio. "Obrigada pela preocupação. Mas você não precisa tomar partido só por minha causa", dirá a garota. "Ocê conhece causa melhor que tomar partido de quem se gosta?", retrucará o piloto. Sem imaginar sobre o problema familiar de Guta, o rapaz especulará se a amiga está triste por causa do término com Jove (Jesuita Barbosa), e ela comentará sobre os sentimentos do bastardo de Zé Leôncio. "Só que eu não mereço ser gostada por um cara tão puro quanto você", afirmará a filha de Maria Bruaca (Isabel Teixeira). "Quem sabe disso sou eu... E eu digo que ocê merece", rebaterá o moço, que a beijará. Os dois transarão ali mesmo na beirada do rio. Logo depois do momento íntimo, Guta ficará fria com Tadeu. "Só acho melhor que aquilo não se repita... Pelo bem do carinho que temos um pelo outro", pedirá ela, quando estiver no barco de volta à fazenda. "Para o meu bem, eu queria que aquilo pudesse se repetir", implorará ele. Apesar do fora, o romance dos dois ainda terá alguns capítulos. O personagem de José Loreto desafiará o próprio pai para ficar com a moça. https://noticiasdatv.uol.com.br/noticia/novelas/em-pantanal-guta-da-pe-na-bunda-de-tadeu-apos-sexo-nao-mereco-ser-gostada-81058?utm_source=twitter.com&utm_medium=social&utm_campaign=twitter-ntv
  18. A morte de Madeleine (Karine Teles) movimentará as tramas de Pantanal. Ex-namorado da influenciadora, Gustavo (Caco Ciocler) ficará arrasado, mas não sofrerá o luto sozinho na novela das nove da Globo. Ele chamará Nayara (Victoria Rossetti) para cair no mundo com ele em uma viagem sem rumo. A sequência da morte da caçula de Mariana (Selma Egrei) começará a ir ao ar no próximo sábado (21). A loira seguirá em um avião com destino ao Centro-Oeste para a fazenda de José Leôncio (Marcos Palmeira). O tempo ruim, no entanto, provocará a queda da aeronave em um rio, e a dondoca morrerá devorada por piranhas. Ao receber a notícia sobre a morte da ex-namorada, Gustavo resolverá dar um tempo do consultório e convidará Nayara para viajar com ele sem destino.A moça, que fez uma publicação sincera sobre as redes sociais, aceitará prontamente a oferta. Com a aventura, os dois sairão de cena. Intérprete da aspirante a influenciadora famosa, Victoria Rossetti não vê maldade na personagem. "Nayara é meio ingênua, irritante, mas é sensível também. Ela tem uma personalidade meio frágil, é carente. Mas vai se transformar muito agora. Ela procura o Gustavo após o rompimento com a Madeleine por ele ser a pessoa que a acolheu", opina a atriz paulista, de 23 anos, em entrevista à coluna de Zean Bravo, do jornal Extra. A estreante em novelas se relaciona de modo diferente com a internet e adota um estilo mais low profile. "Estou tentando me apoderar mais das redes sem deixar a minha essência. Sou mais introspectiva. Não gosto de publicar muito sobre meu cotidiano. Posto selfie só de vez em quando", afirma. https://noticiasdatv.uol.com.br/noticia/novelas/pantanal-apos-morte-de-madeleine-gustavo-cai-no-mundo-com-nayara-81053
  19. Joaquim (Danilo Mesquita) moveu céu e terra para encontrar algum podre cabuloso de Davi/Rafael (Rafael Vitti) e não achou em Além da Ilusão. Entretanto, agora que o almofadinha vai estar "bem amigo" do mágico, ele se deparará com um cartaz de procurado do forasteiro no dia da prisão de Isadora (Larissa Manoela) na novela das seis da Globo. Nas cenas que vão ao ar a partir do capítulo do próximo sábado (21), a modista se meterá em uma confusão ao se juntar com a gangue de Nelsinho (Johnny Massaro). Dorinha entrará na brincadeira de atirar em latinhas com uma arma de chumbinho, mas errará o alvo e acertará a vidraça da sorveteria. "Papagaio! Quebrei a vitrine", exclamará a filha de Violeta (Malu Galli). "Acho ótimo. Assim encerramos o dia tomando sorvete de graça. Vamos invadir, cambada", comemorará o motoqueiro. A protagonista até argumentará que não está certo roubar o estabelecimento, mas cederá à pressão do grupo. O delegado Salvador (Jorge Lucas), porém, chegará ao local e dará ordem de prisão para gangue: "Nelsinho papa-figo e sua turma de ratoneiros! Muito bonito, hein! Vandalismo, destruição de propriedade alheia e furto. Tá todo mundo preso". Aliados para separar a mocinha do rebelde, Joaquim e Davi irão juntos à delegacia para tentar libertar a ex-namorada. Enquanto os dois estiverem sentados no local, o mágico verá na parede, perto de onde o filho de Úrsula (Bárbara Paz) estará sentado, um cartaz com a foto dele e a palavra "procurado". https://noticiasdatv.uol.com.br/noticia/novelas/alem-da-ilusao-prisao-de-isadora-faz-joaquim-achar-pista-cabulosa-sobre-davi-81047
  20. John Cho, intérprete do protagonista Spike Spiegel na fracassada adaptação de Cowboy Bebop (2021) da Netflix, foi confirmado no elenco da segunda temporada de Depois da Festa. Hit inesperado do Apple TV+, a série criada pelo vencedor do Oscar Chris Miller foi renovada após conquistar crítica e público. Segundo informações do Deadline, Cho viverá um homem chamado Ulysses no novo ano. O Apple TV+ não revelou mais detalhes sobre o personagem. Com a confirmação de sua escalação, John Cho se junta aos já anunciados Elizabeth Perkins (This Is Us), Zach Woods (The Office), Paul Walter Hauser (Cobra Kai), Poppy Liu (Hacks), Anna Konkle (Pen15), Jack Whitehall (Belas Maldições), Ken Jeong (Community) e Vivian Wu (Away). Depois da Festa é uma série de comédia que mistura diversos gêneros e cuja trama é contada sob o ponto de vistas de vários personagens. Na primeira temporada, um grupo de ex-colegas do colégio se viram no centro de uma investigação após um assassinato ocorrer na sua reunião de formados. Do elenco original, o trio Tiffany Haddish (Detetive Danner), Sam Richardson (Aniq) e Zoë Chao (Zoë) está confirmado para retornar no novo ano. A segunda temporada terá como foco um novo assassinato, desta vez ocorrido durante um casamento. É o primeiro papel regular de Cho em uma série depois do cancelamento abrupto de Cowboy Bebop. Além de participar do segundo ano de Depois da Festa, ele também está confirmado no elenco do drama Don't Make Me Go (Não Me Deixe Ir, em tradução livre), e retornará como Sulu no quarto filme do reboot da franquia Star Trek. Confira abaixo o trailer dublado da primeira temporada de Depois da Festa: https://noticiasdatv.uol.com.br/noticia/series/depois-da-festa-apos-fracasso-em-cowboy-bebop-john-cho-e-confirmado-no-2-ano-80995
  21. Reboot+continuação faz da eterna juventude de Tom Cruise toda a sua razão de ser Num primeiro momento a premissa de Top Gun: Maverick parece discutível, ou francamente ridícula: recolocar Tom Cruise no papel como se pouco houvesse mudado para Maverick ao longo desses 36 anos, enquanto os coadjuvantes imediatos ao seu redor mimetizam os papéis e as situações do filme de 1986. Miles Teller aparece de bigode, camisa havaiana e também toca “Great Balls of Fire” no piano do bar, como Anthony Edwards. Agora é Glen Powell que vive o cadete loiro sem escrúpulos que antagoniza com o herói, como fazia Val Kilmer. A cena do vôlei de praia só é substituída por uma de futebol americano na areia. O fato de Tom Cruise ter se tornado nos últimos 15 anos uma bem-sucedida franquia de si mesmo, transformando inclusive cacoetes como a corridinha com careta em movimentos de assinatura (ele também dá seus piques em Top Gun: Maverick), é o que autoriza o diretor Joseph Kosinski a apostar numa variação temerária da fórmula reboot+continuação. Diferentemente de um O Despertar da Força, que rebaixa o elenco de legado a papéis secundários enquanto escolhe uma nova geração para reprisar situações de protagonismo, aqui não há troca de posições: é como se Tom Cruise operasse num plano à parte, o único “autêntico”, enquanto tudo ao seu redor existe no filme sob o signo do descartável. Não vai ser por acaso então se Top Gun: Maverick falar essencialmente ao público masculino na faixa dos 40 anos. Ao contrário da maioria dos chamados requels, pensados para reapresentar franquias velhas aos adolescentes de hoje, este Top Gun entende que seu principal ativo é o “fazer à moda antiga”. O filme apela mais uma vez para a nostalgia maniqueísta, típica da Guerra Fria, do lobo solitário americano versus os tecnocratas de farda, e chega pronto para atender essa demografia emasculada, que perdeu suas convicções para o discurso identitário no novo milênio. Como personagem, o próprio Pete “Maverick” Mitchell é a personificação do individualismo, então parece até óbvio que o novo filme escolha rechaçar o rejuvenescimento de elenco como um imperativo mercadológico. Substituir ou rebaixar Tom Cruise seria o equivalente a trocar Leslie Nielsen em Corra que a Polícia Vem Aí, porque, como Maverick, o tenente Frank Drebin também habita um plano à parte do real, vivendo sob regras que ele mesmo cria. Aqui, Maverick se aliena, e a trama escrita por Ehren Kruger, Eric Singer e Christopher McQuarrie extrai o potencial dramático disso, fazendo de Maverick o lobo solitário anacrônico não apenas no trabalho mas também na vida afetiva. O resultado é que Top Gun: Maverick está muito mais próximo de um Matrix Resurrections do que se poderia imaginar. Ambos tomam o ponto de vista de seu protagonista como a verdade do mundo, para fins opostos: em Matrix, para desconstruir esse mundo, e em Top Gun: Maverick, para confirmá-lo. Assumir a passagem do tempo e a artificialidade por trás do makeover-de-franquia é o que dá a esses dois filmes sua sustentação. Não parece coincidência que, na cena da festa no bar, enquanto Miles Teller toca ao piano, Cruise repasse em um flashback granulado as cenas do velho Goose no filme de 1986, a exemplo do que acontece em Resurrections para diferenciar, na textura das imagens, o século XX do XXI. Como observador imutável das mudanças ao seu redor, Maverick se torna depósito vivo das coisas, e a câmera de Kosinski se revela muito sensível para capturar o semblante de Cruise nesses momentos, quase sempre em plano-médio ou close-up, e quase sempre abençoado pelos raios de luz natural da Califórnia - o principal tributo que Kosinski paga aqui ao diretor do filme original, Tony Scott, lembrado in memorian durante os créditos finais. Sondar o que se guarda iluminado por trás do sorriso perfeito de Tom Cruise talvez seja o grande prazer secreto do filme. Obviamente, o ator se esconde bem como uma Mona Lisa e não parece disposto, ao contrário do Neo de Keanu Reeves, a ceder ao peso dos tempos. Maverick observa o mundo e sua única paz possível é confirmar que tudo lhe pertence, como no final da cena do futebol na praia. Neo abriu mão de voar como um super-herói mas Maverick e Cruise nunca foram tão sobre-humanos quanto agora - não apenas no fetiche de atuar sem dublês em condições extremas mas também sobre-humanos na própria disposição de se fazer ícone e enigma além do tempo. O momento arrebatador desse processo não seria outro senão o reencontro entre Tom Cruise e Val Kilmer, ator cuja batalha debilitante contra um câncer na garganta foi documentada no filme Val, de 2021. A cena é o ponto central na defesa que este Top Gun faz da grande viagem narcísica de Maverick porque, diante da figura frágil de Kilmer, seu antigo antagonista, a juventude de Cruise (três anos mais novo, 15 centímetros mais baixo) parece de fato operada por um inabalável senso de vontade, propósito ou destino. Não é sem uma ponta de crueldade que Kosinski contrapõe Tom Cruise - que então carrega consigo os privilégios masculinos que o filme almeja reconstituir - a uma galeria de atores colocados em posição de subalternidade, ora vítimas do tempo, como Kilmer, ora reféns da situação, como a meia-dúzia de atores de 30 anos com nomes esquecíveis cujo trabalho é repetir frases ditas por outros atores quase 40 anos atrás. Naquela época, Val Kilmer e Tom Cruise estrelaram em Top Gun um dos embates homoeróticos mais famosos do cinema americano. Na repetição que Top Gun: Maverick propõe, privilegiando o performático e o teatral para sublinhar sua natureza de farsa, qualquer outra eventual tensão homoerótica compreensivelmente se esvaziaria de sentido. Isso acontece também porque, na lógica do narcisismo, o objeto que define o desejo não é o outro, e sim a imagem de si mesmo. Cercado de jovens padronizados e senhores emasculados, resta a Tom Cruise o prazer da sua própria companhia, o último homem vivo no mundo de Top Gun. 4/5 Ótimo https://www.omelete.com.br/filmes/criticas/top-gun-maverick-critica-filme
  22. Em Quanto Mais Vida, Melhor!, Bianca (Sara Vidal) sentirá o sopro gelado da Morte (A Maia). A jovem passará muito mal por causa de seu coração e precisará ser levada às pressas para um hospital, o que deixará a família da garota desesperada na novela das sete da Globo. No capítulo previsto para ir ao ar na próxima quinta-feira (19), os moradores da casa de Nedda (Elizabeth Savala) estarão em festa, já que ela terá se reconciliado com Osvaldo (Marcos Caruso) após uma briga feia. A alegria durará muito pouco, tendo em vista que Bibi começará a se sentir fraca pouco tempo depois. Betina (Carol Garcia) e o resto dos familiares ficarão em pânico e levarão a garota correndo até Joana (Mariana Nunes). A médica constatará que o estado da estudante será bastante delicado e avisará o jogador de futebol que a filha dele provavelmente terá que ficar internada. Isso só o deixará mais abalado, uma vez que ainda não terá chegado a vez dela na fila de transplantes de coração. Originalmente, o final mais cotado para ir ao ar era o que mostraria a morte de Neném, que cometeria um sacrifício para que seu coração pudesse ser doado à filha doente. Entretanto, foi criado um novo desfecho, no qual o craque e todos os outros protagonistas sobrevivem, e Roni (Felipe Abib) é o escolhido pela Morte. https://noticiasdatv.uol.com.br/noticia/novelas/quanto-mais-vida-melhor-bianca-sente-presenca-da-morte-e-causa-desespero-80938
  23. Eugênio (Marcello Novaes) vai fazer a fila andar em Além da Ilusão. Após levar um pé na bunda de Violeta (Malu Galli), o sócio da Tecelagem Tropical decidirá afogar as mágoas na cama de Úrsula (Bárbara Paz), que sempre foi apaixonada por ele na novela das seis da Globo. A própria senhora Tapajós empurrará o amante para os braços da governanta. No capítulo da próxima sexta-feira (20), a mãe de Joaquim (Danilo Mesquita) aproveitará a noite de Natal para se declarar ao patrão. A irmã de Heloísa (Paloma Duarte) perceberá que a víbora estará dando o bote no amado com um conselho. A empresária vai sugerir que o executivo fique com a vilã, já que ela sempre esteve ao seu lado, mas tudo será dito da boca para fora. Eugênio, porém, levará as palavras a sério e vai dormir com a suposta amiga, que há mais de uma década é louca por ele. Já no dia seguinte ao da primeira transa, o solteirão decidirá pedir a mão da megera em namoro. Úrsula ficará toda feliz por finalmente ter sido a escolhida para viver um romance com o amado e esfregará a vitória na cara de Violeta, que tentará disfarçar o recalque e o desapontamento com o personagem de Marcello Novaes. Governanta do galã, a malvada foi amante do pai do empresário no passado. Na época, ela queria dar o golpe do baú no idoso e, para isso, roubou até Joaquim ainda recém-nascido para dizer que era filho do ricaço. https://noticiasdatv.uol.com.br/noticia/novelas/alem-da-ilusao-eugenio-leva-fora-de-violeta-e-afoga-magoas-na-cama-de-ursula-80960
  24. Guardar segredo não é o forte dos personagens de Pantanal. Desta vez, Jove (Jesuita Barbosa) será o mensageiro da fofoca na novela das nove da Globo. O rapaz contará para Tadeu (José Loreto) que o Velho do Rio (Osmar Prado) é, na verdade, Joventino --interpretado na primeira fase por Irandhir Santos. "Nosso avô", dedurará o protagonista ao meio-irmão. No capítulo desta sexta-feira (13), o namorado de Juma (Alanis Guillen) terá uma conversa séria com o guardião do bioma e o questionará sobre sua história. Em meio à filosofia, o Velho confessará o grau de parentesco ao neto. Durante uma aula com o irmão mais velho para aprender a ser peão, Jove comentará sobre o ser místico do Centro-Oeste quando Tadeu admitir que duvida da existência da entidade. "Eu também já duvidei muito do Velho", começará o caçula. "O Trindade [Gabriel Sater] andou dizendo umas coisas...", dirá o piloto sobre o forasteiro ter afirmado que a maior sucuri do Pantanal é pai de José Leôncio (Marcos Palmeira). "Que o Velho é o nosso avô?", palpitará o mocinho. "Ocê também acha?", questionará o peão. "Eu tenho certeza!", responderá o filho de Madeleine (Karine Teles). "Mas, então, o Velho Joventino não tá morto?", reagirá Tadeu. "Nem desaparecido. Ele se embrenhou por esse mato e viveu escondido todo esse tempo", entregará Jove, deixando o meio-irmão incrédulo com a revelação. https://noticiasdatv.uol.com.br/noticia/novelas/em-pantanal-jove-expoe-segredo-e-dedura-velho-do-rio-para-tadeu-nosso-avo-80961
  25. Além da Ilusão terá uma reviravolta com uma amizade improvável entre Davi/Rafael (Rafael Vitti) e Joaquim (Danilo Mesquita). O mágico, inclusive, arriscará a própria pele para salvar o almofadinha da turma de Nelsinho (Johnny Massaro) e usará um dos seus truques para dar uma lição no motoqueiro na novela das seis da Globo. Irritados com a proximidade de Isadora (Larissa Manoela) com o rebelde, os ex-rivais decidirão se unir para separá-los, mas o filho de Úrsula (Bárbara Paz) tomará um caminho que o ilusionista não concordará e se colocará em risco. Tudo começará quando o vilão atirar uma pedra no playboy usando um estilingue durante uma gincana que movimentará o folhetim. Nelsinho estará na competição e se distrairá com a sabotagem. Por causa da peça pregada, ele acabará perdendo a competição. No entanto, Joaquim será visto devolvendo o estilingue, e o motoqueiro juntará seu bando para ameaçar contra a vida do executivo da Tecelagem Tropical. Ao perceber a confusão, Davi assumirá a responsabilidade pela arapuca e livrará o velho inimigo. A gangue do playboy, então, irá para cima do mágico cheia de ódio. Entretanto, o falso Rafael será mais rápido e habilidoso. Com um dos seus truques infalíveis, ele jogará um balde de graxa no chão, fazendo Nelsinho e sua turma levarem um tombo. https://noticiasdatv.uol.com.br/noticia/novelas/alem-da-ilusao-davi-se-arrisca-por-joaquim-e-faz-nelsinho-quebrar-cara-80883
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