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  1. Tal qual o jogo, The Last of Us tem uma abordagem LGBTQIA+ datada, com membros da comunidade sofrendo com medo de se assumir, e até mesmo com a reação negativa de outros personagens. Falando no podcast oficial da série (Via Collider), o co-cridador, Neil Druckmann, disse que isso está no roteiro de propósito, pois na realidade em que a série se passa, o mundo parou em 2003. Druckmann reforçou ainda que o mundo da série não passou pela revolução cultural na qual passamos, logo, isso explica Ellie e Riley terem medo de começar um relacionamento, mesmo se gostando. “Essas meninas gostam umas das outras, elas realmente gostam umas das outras, mas têm muito medo de dizer qualquer coisa. Aqui estão duas garotas que são gays, e sua sexualidade é confusa e assustadora para elas. O mundo em nossa série – para lembrar a todos – parou em 2003. A revolução cultural na qual passamos para aceitar a homossexualidade não ocorreu neste mundo, essas coisas ainda são ‘problemáticas’, como dizem. É como no jogo, e eu não acho que isso seja uma coisa ruim. Acho que é uma coisa maravilhosa, porque foi perfeito no jogo, e é perfeito aqui.” Disse Druckmann. https://ovicio.com.br/the-last-of-us-criador-justifica-abordagem-lgbtqia-ser-datada-na-serie/
  2. O anúncio de que Cobra Kai vai chegar ao fim após a sua sexta temporada pode ter pego muitos fãs de surpresa, mas Jon Hurwitz, cocriador da produção, garante que ele, Josh Heald e Hayden Schlossberg que decidiram encerrar a série após o novo ano. Respondendo um fã no Twitter, o produtor afirmou que o trio avisou a Netflix que a sequência de Karatê Kid chegaria ao fim, e não o contrário, e reforçou que eles ainda pretendem contar novas histórias dentro do chamado Miyagiverso - confira: O quinto ano de Cobra Kai mostrou o dojo que dá nome à série, comandado por Terry Silver (Thomas Ian Griffith), se transformando em uma grande franquia de artes marciais, enquanto os alunos do Miyagi-Do e do Silver Fang planejavam seus próximos passos. A produção surgiu em 2018 no YouTube, mas foi comprada pela Netflix em 2020. Todas as cinco temporadas já estão disponíveis na plataforma. https://www.omelete.com.br/series-tv/cobra-kai-6a-temporada-criador-comenta-fim
  3. Originalmente pensada como uma minissérie, The Tourist terá uma segunda temporada. De acordo com o Deadline, a BBC aprovou a produção de uma nova temporada que contará com os retornos de Jamie Dornan e Danielle Macdonald. Os novos episódios ainda não contam com previsão de estreia. Dirigida por Chris Sweeney e Daniel Nettheim e com roteiros dos irmãos Harry Williams e Jack Williams, The Tourist conta no elenco com Danielle Macdonald, Shalom Brune-Franklin e Hugo Weaving. Com seis episódios, a primeira temporada está disponível na plataforma de streaming HBO Max. https://www.omelete.com.br/series-tv/the-tourist-renovada-segunda-temporada
  4. [Atenção, a nota contém leves spoilers do episódio 7 de The Last of Us] O último episódio de The Last of Us, focado na origem de Ellie, foi mais um segmento da adaptação da HBO que ressaltou um dos aspectos mais aclamados do título: a representatividade LGBTQIA+. Além do destaque para a personagem de Bella Ramsay, outro ponto de "Left Behind" foi a relação da personagem com Riley Abel (Storm Reid). E em entrevista à EW, Reid comentou a respeito dos ataques homofóbicos que a série vem sofrendo, especialmente após o episódio focado em Bill (Nick Offerman) e Frank (Murray Bartlett): "Como Bella [Ramsey] disse quando o episódio 3 foi ao ar, é simples, se você não gosta, não assista". "Estamos contando histórias importantes. Estamos contando histórias das experiências das pessoas, e é para isso que atuo. É isso que faz uma boa narrativa, porque estamos contando histórias de pessoas que ocupam espaço no mundo", continuou Reid. Para ela, qualquer pessoa que se chateie com o relacionamento de Ellie e Riley deve "colocar suas prioridades em ordem": "Há tantas outras coisas com que se preocupar na vida. Por que você está preocupado que esses jovens - ou qualquer um - se amem? O amor é lindo, e o fato de as pessoas terem coisas a dizer sobre isso é um absurdo". https://www.omelete.com.br/series-tv/the-last-of-us-storm-reid-homofobicos
  5. De acordo com a Puck News, Zendaya fechou um novo acordo com a HBO para a terceira temporada de Euphoria. O acordo aumenta o salário da atriz para cerca de US$ 1 milhão por episódio. Isso a coloca no mesmo clube que atores como Kevin Costner, Michael Keaton e Harrison Ford, entre outros, que também tiveram grandes salários por trabalhos na TV. A atuação de Zendaya em Euphoria é aclamada por crítica e público, levando-a a conquistar importantes prêmios da TV norte-americana. Em Euphoria, Rue Bennett (Zendaya) é uma jovem de 17 anos que acaba de sair da clínica de reabilitação após ter uma overdose. Rue sofre com transtornos mentais desde criança, o que a fez entrar em contato com drogas ainda no início da adolescência. Ela tenta agora se adaptar a uma vida “limpa” e volta a frequentar a escola. Mas, assim como ela, os demais alunos do ensino médio enfrentam seus próprios desafios, envolvendo sexo, drogas, amizades, relacionamentos amorosos, conflitos familiares, redes sociais e violência. À medida que luta contra a dependência química, Rue precisa lidar com todos os traumas e segredos da adolescência. Ela encontra apoio em uma nova amiga, Jules (Hunter Schafer), uma adolescente transgênero que acabou de se mudar para a cidade com o pai. A princípio, Jules tem suas próprias questões para lidar, porém, aos poucos, essa amizade vai se transformando em um intenso interesse amoroso. Todas as 2 temporadas de Euphoria estão disponíveis no catálogo da HBO Max. https://ovicio.com.br/euphoria-zendaya-fechou-novo-acordo-para-a-3a-temporada/
  6. Ator será visto em seis episódios do novo ano Damian Lewis está de volta ao elenco de Billions. Após uma temporada ausente, o vencedor do Emmy retorna à série do Showtime para a sétima temporada. [via. Deadline] A confirmação veio do próprio ator em entrevista a Stephen Colbert no The Late Show. “Axe está de volta e é emocionante. Ele não está por aí há algumas temporadas”, disse. No entando, seu personagem só será visto em seis dos 12 episódios do novo ano, que estreia ainda em 2023. Prestes a se fundir com o Paramount+, o Showtime planeja expandir os principais títulos do seu catálgo, incluindo Billions. De acordo com a Variety, a série pode ganhar até quatro derivados. Já em desenvolvimento, o primeiro deles é provisoriamente chamado de Billions: Miami. Focado no mundo da aviação privada, a ideia é que a produção acompanhe clientes convencidos de que as regras dos meros mortais, sejam as leis ou a própria lei da gravidade, não se aplicam a eles. Eles são, afinal de contas, extremamente ricos, e levam uma vida pulsante em meio a uma cidade marcada pelas noites de boêmia, contrabando e criptomoedas. A emissora ainda trabalha em Billions: London, seriado ambientado no mundo financeiro da capital do Reino Unido; Millions, produção sobre um grupo diverso de pessoas ambiciosas de 30 e poucos anos em Manhattan, em Nova York; e, por fim, Trillions, isto é, histórias ficcionais baseadas na vida dos grandes titãs da indústria e como são seus encontros. Billions é ambientada no mundo da especulação financeira, com Damian Lewis interpretando um ambicioso executivo de fundos de investimento, Bobby "Axe" Axelrod, que bate de frente com o promotor público vivido por Paul Giamatti, o politicamente correto Chuck Rhoades. A sexta temporada foi a primeira sem Lewis. As cinco primeiras temporadas de Billions estão disponíveis no catálogo da Netflix. https://www.omelete.com.br/series-tv/billions-retorno-damian-lewis-setima-temporada
  7. Série teve apenas um pôster divulgado, mas já atraiu olhares apreensivos dos fãs O live action de One Piece vai estrear em um momento em que os otakus já estão bem fragilizados pelos desastres recentes em adaptações, como foi com Cowboy Bebop e Death Note. Após a primeira imagem da tripulação ser divulgada, o público já se espantou com o fato de protagonista Monkey D. Luffy, vivido por Iñaki Godoy, usar sapatos no lugar do popular chinelo do homem-borracha. Uma adaptação como a de One Piece realmente não é nada fácil. Considerando as dificuldades, fizemos essa lista com algumas coisas que queremos e não queremos ver na série da Netflix. Confira abaixo: NÃO QUEREMOS — CGI MAL FEITO One Piece (Divulgação) Sabemos como o universo de Eiichiro Oda é versátil e mágico. Monstros completamente distantes da realidade, habilidades únicas e impensáveis são marca registradas em todos os episódios do anime e páginas do mangá. Por esse motivo, efeitos especiais de baixa qualidade impediriam que os episódios da série emulassem o impacto da obra original. Além da possibilidade de dar à produção um tom risível, um CGI mal feito estragaria a experiência dos fãs da obra. QUEREMOS — VER A TRIPULAÇÃO SE ENCONTRANDO One Piece (Divulgação) Um dos principais fatores que conectam One Piece aos seus fãs são as relações entre os personagens. O arco de cada um e como eles se encontram na tripulação de Luffy é fundamental para o desenvolvimento da história. Não à toa, uma das grandes piadas sobre a obra é o “One Piece” ser os amigos que fazemos na jornada para encontrá-lo. Por esses motivos, ver a tripulação se encontrando e formando laços de amizade é crucial para a trama do live action funcionar e conquistar o público da animação. A infame adaptação de Cowboy Bebop, por exemplo, fracassou brutalmente ao tentar criar uma relação entre os personagens baseada em encontros repentinos — o que normalmente só funciona em animações — e tornou a conexão entre eles rasa e desacreditada. NÃO QUEREMOS — MUDANÇAS NA HISTÓRIA DO PERSONAGENS One Piece (Divulgação) Assim como as relações entre os protagonistas é importante, suas histórias de origem também são. Conhecer as origens de suas dores e traumas reforça o laço entre personagem e espectador e torna mais crível as decisões que cada um deles toma durante a narrativa. Além disso, tramas individuais dos personagens são grandes momentos na história de Oda, e revisitar esses arcos é um dos principais motivos que levariam um fã do mangá a acompanhar a série da Netflix. No momento, já sabemos que o arco de Sanji está garantido com a réplica do navio restaurante, mas ainda não há confirmação sobre os arcos dos outros mugiwaras. QUEREMOS — A MÚSICA DA ABERTURA ORIGINAL A primeira música de abertura de um anime de sucesso sempre entra para a história. Os fãs revisitam os clipes, adicionam as canções às suas playlists e fazem delas um marco cultural dos animes. A primeira abertura de One Piece tem essa mesma força. Seja pela narração que introduz a história pela pela música “We Are!”, o primeiro clipe do anime é lendário e queremos vê-lo reproduzido na série. NÃO QUEREMOS — QUE ACELEREM (MUITO) A HISTÓRIA One Piece (Divulgação) Sabemos que adaptações não conseguem seguir a risca a história original. No caso da série live action, teremos oito episódios de uma hora adaptando toda a primeira saga (pré-Grand Line). Naturalmente, algumas coisas ficarão de fora, mas não queremos grandes mudanças na narrativa nem que a produção corra demais com os eventos, já que isso tiraria a magia e a essência de One Piece. QUEREMOS — QUE RECRIEM ALGUMAS CENAS COMO NO ANIME One Piece (Divulgação) Como vimos na série de The Last of Us, rever cenas marcantes da obra original na versão live action é uma receita de sucesso praticamente infalível. Ninguém espera a perfeição dessa adaptação de One Piece, e com as expectativas não muito altas, fica fácil entregar algo que agrade aos fãs do anime. Porém, para isso é preciso que a produção esteja ciente do respeito que ela precisa ter com o material original e traduzir isso para o público a cada episódio. Sem isso, dificilmente a produção verá a luz de uma segunda temporada. NÃO QUEREMOS — ATUAÇÕES CARICATAS DEMAIS Cowboy Bebop (Netflix/Divulgação) Outro fantasma que assombra os fãs do anime são atuações caricatas demais. Quem não se lembra do quão horrorosa foi a aparição da Ed na série de Cowboy Bebop? One Piece possui personagens com personalidade muito específicas e com humor que funciona muito bem em determinados contextos, mas querer traduzir isso à risca para o live action colocaria o elenco, não muito experiente, em uma situação complicada. Tentar alcançar o mesmo resultado de Luffy e companhia na série da Netflix poderia resultar em uma produção intragável, difícil de acompanhar por mais de alguns minutos. Sobre a adaptação No elenco principal, os atores Iñaki Godoy e Mackenyu (Samurai X) foram escalados para interpretar Monkey D. Luffy e Roronoa Zoro, respectivamente. Jacob Romero Gibson (Greenleaf) será Usopp, Emily Rudd (Rua do Medo) será a ladra de piratas Nami, enquanto o maior cozinheiro de East Blue, Sanji, será interpretado por Taz Skylar (Villain). Shanks, o ruivo, será interpretado por Peter Gadiot. Morgan Davies (The End), Ilia Isorelýs (A Vida Sexual das Universitárias), Aidan Scott (A Barraca do Beijo 2), Jeff Ward (Agents of SHIELD), McKinley Belcher (História de um Casamento) e Vincent Regan (300) foram escalados respectivamente como Koby, Alvida, Helmeppo, Buggy, Arlong e Garp. Durante o evento Geeked Week, novos nomes foram confirmados no elenco. O vilão Klahadore será interpretado por Alexander Maniatis, enquanto a doce Kaya será vivida por Celeste Loots; o maior espadachim da Grande Line, Mihawk, será vivido por Steven Ward; Craig Fairbrass será o ranzinza Chef Zeff; Langley Kirwood será o maléfico Capitão Morgan e Chioma Umela será Nojiko, irmã de Nami. https://www.omelete.com.br/mangas-animes/one-piece-live-action-queremos-nao#80
  8. Com a saída de Ellen Pompeo do elenco fixo, Grey’s Anatomy diz adeus para Meredith Grey @RuPaul HENRIQUE HADDEFINIR Depois de 19 temporadas parecia impossível que a grande ameaça em torno de Grey’s Anatomy fosse se concretizar. Mas, aconteceu. Ellen Pompeo desgarrou-se da série e, na última semana, o público se despediu de Meredith em um episódio especial. Há muito tempo que além dela, os últimos dois originais – Richard (James Pickens Jr) e Bailey (Chandra Wilson) – também perderam tempo de tela e ocuparam uma função decorativa que parece ser responsável apenas por manter a audiência mais fiel sintonizada. Ainda temos personagens que estão há muito tempo no ar, como Teddy (Kim Raver), Owen (Kevin McKidd) e Jo (Camilla Luddington). Mas, o que estamos vivendo em Grey’s Anatomy é um processo de clara transição completa de elenco. Para a décima nona temporada, a showrunner Krista Vernoff apresentou um elenco totalmente novo, com uma dinâmica jovem que emula praticamente todo o elenco original e que será – provavelmente – o que os produtores entendem como o futuro da série. Sem a protagonista (que está até no título), o público pode se preparar para uma condução de tramas que vai “lembrar” o passado, mas que, ainda assim, precisa de readaptação. A saída de Meredith acaba com uma parte grande do espírito da produção, encerra a nossa relação de apego com sua história de sobrevivência e força; e faz com que se apague definitivamente a última fagulha de interesse de boa parte da audiência. Grey’s era Meredith Grey... E aqui estão alguns dos momentos inesquecíveis que provam esse ponto. MEREDITH E O SEATLE GRACE Era 27 de Março de 2005 e a primeira temporada de Grey’s Anatomy estreava no que a gente chama de “midseason”. O termo se refere a tudo que vai ao ar durante o período em que a maioria dos grandes sucessos entra em hiato (período esse que compreende o primeiro semestre do ano). Estrear nesses meses representa duas coisas: ou a série está tapando um buraco e não vai para frente ou ela está sendo testada. Considerando que a segunda temporada da série estreou nesse mesmo ano de 2005, encaixada na “fall season” (período em que todas as produções importantes recomeçam), é de se imaginar que mesmo que o canal não tenha levado fé, a série funcionou. É impossível não lembrar de Meredith chegando ao Seatle Grace, entrando na sala de cirurgia com os colegas, escondendo o peso de seu sobrenome e se envolvendo com um médico atendente sem saber que ele seria seu chefe. O mais importante a respeito desse começo é que para os padrões de 2005, Meredith não era a “mocinha” mais politicamente correta. Em poucos episódios já foi possível identificar seu cinismo, sua ironia constante, sua assepsia afetiva... Ela não era romântica, otimista e muito menos exuberante. Demorou até o público entender e abraçar essas características, mas Shonda Rhimes acertou em cheio ao preferir que Meredith fosse mais real que ideal. MEREDITH É A “MINHA PESSOA” Foi no primeiro episódio da segunda temporada que Meredith e Christina (Sandra Oh) trocaram a famosa frase “You’re My Person” (Você é a minha Pessoa). Naquele momento, parecia que aquele era o início de uma amizade comum entre personagens femininas de uma dramaturgia. Mas, de fato, a relação entre Meredith e Christina talvez seja uma das mais sólidas do mundo das séries... e das mais incomuns também. Se Meredith já não era muito adepta das demonstrações de afeto, Christina era ainda menos. Ambiciosa, focada, muitas vezes até maldosa. Não havia combinação mais harmoniosa para ambas. Elas estariam ali uma pela outra, sempre. Mas, havia um imenso charme na maneira pouco emocional como elas demonstravam o afeto uma pela outra. Durante todos os anos em que Christina permaneceu na série, nunca importou com quem elas estavam tendo relacionamentos amorosos e sim o quão divertidas elas eram juntas. De certa forma, a saída de Christina acabou sendo importante, porque foi a partir dali que Meredith começou o caminho para seu verdadeiro protagonismo. MEREDITH É FILHA DE QUEM É Uma grande parte da identidade de Meredith na série diz respeito ao seu sobrenome. Ela já chega ao Seatle Grace (enquanto ele ainda tinha esse nome) sob o estresse de ser filha de Ellis Grey (Kate Burton), uma das médicas mais respeitadas dos EUA. É claro que como boa descendente de uma lenda, Meredith não quer ser tratada de maneira diferente por ser filha de quem é. Logo sua genialidade começa a se desenvolver pouco a pouco, além de sua impressionante capacidade de ser rebelde e transgressora. Se esconder, então, vai ficando mais e mais difícil. A primeira vez em que percebemos o tamanho de sua transgressão foi na segunda temporada, no episódio 17, exibido logo após o Super Bowl, quando uma ameaça de bomba adentrou o hospital de uma forma muito curiosa: dentro do homem que acidentalmente recebeu um tiro de bazooka. Meredith é quem acaba segurando a bomba dentro do homem e fica impedida de retirar as mãos sob o risco de uma explosão. Todos se retiram da cena, o hospital é evacuado, mas Meredith permanece. O episódio ficou conhecido por ter tido a coragem de fazer a bomba explodir, mas também demarcou exatamente o momento em que Meredith passou a ser uma personagem também trágica e cheia de traumas. MEREDITH 007 Também podemos dizer que um dos efeitos colaterais do sucesso do episódio com a bomba foi a forma como Shonda Rhimes passou a alimentar a ideia de surpreender o público com tragédias e mortes inesperadas. Até o final do quinto ano, o elenco se manteve praticamente intacto. Isaiah Washington foi demitido, mas seu personagem não morreu na trama. Denny Duquete (Jeffrey Dean Morgan) foi uma perda trágica, mas ele não era do elenco fixo. De fato, até a morte de George (TR Knight), o massacre de personagens ainda não existia. O’Malley se despediu da série ainda no final da quinta temporada. Quando ele reaparece, no primeiro episódio da sexta, já é numa versão irreconhecível, que Meredith só descobre se tratar dele através do desenho dos números 007 na palma da mão. Esse foi outro momento importante para a protagonista porque, a partir dali, praticamente todas as pessoas que morreram na série tinham uma ligação direta com ela, transformando Meredith numa pessoa que experimentou a perda mais que qualquer outra. MEREDITH (AINDA) TEM FAMÍLIA A lista de parentes que apareceram na vida de Meredith é impressionante... A lista de parentes que ela perdeu é igualmente incrível. A mãe dela reapareceu na terceira temporada e morreu logo em seguida. Lexie (Chyler Leigh), sua meio-irmã por parte de pai, veio para ser um necessário vínculo de Grey com ao menos uma parte de sua família. Contudo, na nona temporada, tanto Chyler quando Eric Dane – que vivia Mark Sloan – pediram para sair e Shonda Rhimes resolveu matar os dois personagens num absurdo acidente de avião. Logo depois disso, Meredith ainda perdeu o marido na décima primeira temporada e o pai na décima quinta. Recentemente, mesmo já tendo terminado o relacionamento com Deluca (Giacomo Giannotti), Meredith também viu o ex-namorado morrer. Há alguns anos que Krista Vernoff (a showrunner que toma conta da série há muito tempo) constrói uma relação familiar entre Meredith e a outra meio-irmã Maggie (Kelly McCreary); junto também com a cunhada Amelia (Caterina Scorsone). A personalidade de Grey foi bastante afetada por essa quantidade inacreditável de perdas que serviram – ao mesmo tempo – para amadurecer a maneira como a personagem preservou as relações que lhe sobraram. MEREDITH E ZOLA Tudo bem que quem olhou primeiro para Zola (Aniela Gumbs) foi Derek (Patrick Dempsey), mas de fato, quem construiu uma relação de verdade com a menina foi Meredith; sendo essa relação, até hoje, um norteador das decisões da protagonista. Zola foi parte importante dos acontecimentos que levaram Grey para fora de Seatle e também foi a única filha do casal Meredith e Derek que teve algum desenvolvimento na trama da série. Zola apareceu pela primeira vez na sétima temporada, como um dos casos dos quais Alex (Justin Chambers) cuidava. Derek e Meredith se apaixonaram pela menina e começaram o processo para adotá-la, ao mesmo tempo em que Grey enfrentava uma série de acusações relacionadas à ética profissional. A adoção se arrastou até o ano seguinte, mas na metade da oitava temporada, Zola se tornou oficialmente uma Grey. O desenvolvimento da maternidade de Meredith a partir da adoção de uma criança preta resultou em bons diálogos e serviu para continuar pavimentando discussões que Shonda Rhimes queria promover e que precisavam de espaço no meio de todo o drama romântico que era uma exigência do gênero. MEREDITH É O SOL Na sua brilhante partida do Grey Sloan Memorial, Christina Yang disse para Meredith que ela não devia continuar à sombra de Derek, porque ela “era o sol”. Foi uma fala importante, que com a saída de Dempsey um ano depois, se revelou decisiva para uma coisa que precisava acontecer dentro e fora de cena: Meredith ser MESMO a protagonista. Ellen ser MESMO a dona do show. Quando o elenco de Grey’s estava sendo escalado, Patrick Dempsey era uma lembrança viva dos anos 80, um ator sem experiência de astro, mas o único rosto realmente famoso. Consequentemente, ainda que a série tivesse o nome da personagem de Ellen, Dempsey ganhava mais e tinha o tratamento de protagonista. E foi assim por muito e muito tempo. Demorou até que o público também percebesse a estranheza dessa situação e realizasse o que sempre esteve ali: uma certa antipatia pelo personagem do ator, fruto de uma situação dentro da cena que também se refletia fora dela. Enquanto Meredith estava com Derek, ela nunca foi desenvolvida plenamente. Após Patrick e Derek partirem, Ellen tomou as rédeas da situação, assinou um contrato milionário, se tornou produtora, se impôs e fez de sua presença em Grey’s Anatomy o trunfo derradeiro. Ela era mais necessária que ele há muito tempo, mas a cultura em Hollywood ainda precisava mudar. Ainda que Meredith tenha passado muito tempo sendo acusada de ser “a chata da série”, Ellen mudou esse cenário completamente e lá pelo sétimo ano já tinha começado a convencer o mundo de que ninguém era mais importante que Grey. Afinal, a anatomia era dela. Era ela quem estava sendo descrita, revelada. Ela era o sol. MEREDITH SOBREVIVE Se não bastasse todas as vezes em que perdeu pessoas, Meredith também é uma sobrevivente de um sortilégio de situações de quase morte de cair o queixo de qualquer um. É uma quantidade tão grande que chegamos a pensar no que realmente teria acontecido com essa pessoa se ela fosse real. Meredith escapou da morte um monte de vezes, provando ser capaz de superar tudo, mas colecionando memórias de dor e pesar. Na segunda temporada ela quase explodiu junto com a bomba que já mencionamos nesse texto. Na terceira temporada ela se afogou num acidente com a balsa da cidade. Na sexta temporada ela escapou por pouco do tiroteio do hospital. Na oitava temporada escapou de novo no acidente de avião. Na décima segunda temporada ela foi espancada quase até a morte e na décima sétima chegou tão perto do fim ao contrair Covid, que reencontrou amigos e parentes mortos no limbo... Esperamos que agora ela tenha conseguido encontrar paz. MEREDITH AMA Após a morte de Derek na temporada 11, Meredith demorou até começar a construir outra relação amorosa. Krista Vernoff tentou, sem sucesso, emplacar outros romances para a personagem no decorrer dos anos. Entre os mais marcantes estão Riggs (Martin Henderson), Hayes (Richard Flood) e o próprio Deluca. Deluca foi o mais efetivo em termos de envolvimento e duração, uma vez que Riggs e Hayes ficaram sempre no campo da promessa e foram bastante subdesenvolvidos. É possível entender que os roteiristas sempre se debruçavam na ideia de que Meredith precisava ter relações amorosas para que eles não transmitissem a ideia errada de que uma mulher poderosa e mais velha não poderia ser amada ou ter uma vida sexual. Entretanto, foram os próprios roteiristas que falharam constantemente na missão de tornar esses relacionamentos importantes e carismáticos. No fim das contas, eles acabaram sendo esquecíveis. Inclusive o atual, com Nick Marsh (Scott Speedman). MEREDITH SE LIBERTA E eis que 19 temporadas depois, Meredith finalmente foi liberada para dizer adeus. Desde a temporada 17, a da pandemia, sua participação já vinha sendo gradativamente reduzida e embora suas histórias profissionais continuassem sendo interessantes, tanto ela quanto os outros personagens mais antigos já pareciam fantasmas andando pelos corredores do hospital. Por alguma razão bizarra, Krista Vernoff achou que seria interessante provocar um incêndio na casa de Meredith para destruir, literalmente, os registros de sua vida. O incêndio funciona como outra perda, na lista imensa que ela já tem, mas faz parte de um episódio final frio, moroso e sem emoção. Outra tentativa de choque gratuita. Ellen já declarou que fará participações esporádicas, mas só podemos desejar que ela tenha a folga que merece. Foi lamentável que sua partida tenha sido tratada sem a grandiosidade que lhe seria justa. Mesmo assim, a saída de Meredith de Grey’s Anatomy precisa ser celebrada. Ellen está livre, Meredith está livre. Agora essa mulher precisa de sossego... de calmaria. Ela foi importantíssima na vida de todos nós; e somos gratos imensamente por esses anos todos juntos. Foi inesquecível... Foi incomparável. Agora vai viver, Mer. Vai ser feliz. Você merece. https://www.omelete.com.br/series-tv/greys-anatomy-melhores-momentos-de-meredith#23
  9. @Matheusbp @Sid_ O passado sempre volta a nos assombrar Quase sete anos após seu lançamento, The Night Manager está prestes a ganhar uma nova temporada. De acordo com o Deadline, o Prime Video está interessado em produzir mais duas temporadas da adaptação do romance de John le Carré estrelada por Tom Hiddleston. Com o subtítulo Steelworks, o segundo ano comecará a ser gravado este ano e contará com o retorno de Hiddleston como o Jonathan Pine. David Farr, responsável pela adaptação da primeira temporada, também retornará ao projeto. Rumores sobre a produção de mais episódios para a minissérie existem desde 2016, meses após seu lançamento original e múltiplas vitórias em premiações como o Emmy Awards e nos Globos de Ouro. Baseada no livro homônimo do escritor Carré (O Espião que Sabia Demais), a série acompanha o ex-soldado britânico Jonathan Pine (Hiddleston) enquanto ele navega os bastidores sombrios de Whitehall e Washington, onde uma aliança profana tem lugar entre a comunidade de inteligência e o comércio internacional secreto de armas. Para se aproximar do letal traficante de armas Richard Onslow Roper (Hugh Laurie), Pine precisa tornar-se um criminoso. A primeira temporada de The Night Manager foi exibida no Brasil pelo canal pago AMC. Atualmente, a série pode ser vista no Prime Video. Os novos episódios ainda não têm previsão de estreia. https://www.omelete.com.br/series-tv/the-night-manager-renovada
  10. @Thiago Sevla @dhoolvll A Apple TV+ divulgou hoje (27) o primeiro trailer da terceira temporada de Ted Lasso, comédia vencedora do Emmy e um dos títulos de maior sucesso da plataforma. Confira acima a prévia com Jason Sudeikis e companhia. O primeiro episódio da nova temporada chega ao streaming em 15 de março. Desenvolvida por Bill Lawrence, Jason Sudeikis, Joe Kelly e Brendan Hunt, Ted Lasso é baseada em um personagem de mesmo nome que Sudeikis interpretou pela primeira vez em uma série de comerciais para a cobertura da NBC Sports da Premier League, primeira divisão do futebol inglês. A série narra a história deste homem, um treinador de futebol americano, que acaba encarregado de um time de futebol na Inglaterra, mesmo sendo ignorante às diferenças entre os esportes e as culturas envolvidas. https://www.omelete.com.br/series-tv/ted-lasso-terceira-temporada-trailer
  11. A Netflix divulgou hoje (27) o primeiro teaser de A Concierge Pokémon, uma das próximas produções resultados do acordo global entre a plataforma de streaming e a franquia de games. Acima, veja a prévia da animação. Em formato stop motion, a produção conta a história de Haru, uma concierge que atende vários Pokémon e seus donos no hotel em que trabalha. Atualmente, a Netflix já é a casa de vários dos episódios do anime da franquia Pokémon, incluindo a Indigo League e a série Jornadas. Os filmes mais recentes da saga, como I Choose You! e Mewtwo Contra-Ataca: Evolução, também estão na plataforma. A Concierge Pokémon ainda não conta com data de estreia. https://www.omelete.com.br/pokemon/a-concierge-pokemon-teaser
  12. A Netflix divulgou hoje (27) o primeiro teaser de FUBAR, a anunciada – e aguardada – nova série da plataforma protagonizada por Arnold Schwarzenegger. Com menos de trinta segundos, a prévia mostra o eterno Exterminador do Futuro em cenas de ação e em uma pequena troca cômica com Fortune Feimster (The Mindy Project) – veja acima. A série é centrada em um pai e uma filha que descobrem que ambos têm trabalhado em segredo para a CIA, por anos. Eles percebem que não conhecem direito um ao outro, mas são forçados a trabalhar juntos. Além de Schwarzenegger e Feimster, a série também vai contar com Adam Pally (Happy Endings), Fabiana Udenio (Jane the Virgin) e Monica Barbaro (Top Gun: Maverick) no elenco. Anteriormente, foi anunciado que os episódios da produção serão dirigidos por Phil Abraham (Demolidor, Mad Men). FUBAR chega à Netflix em 25 de maio. https://www.omelete.com.br/netflix/fubar-serie-schwarzenegger-data-de-estreia-teaser
  13. Último ano do drama chega em 26 de março na HBO Após o baque de que Succession terá um final definitivo na quarta temporada, parece que o criador deu esperanças para o futuro do drama da HBO. Segundo o The Guardian (via Deadline), Jesse Armstrong está considerando um spin-off, seja focado em um dos personagens centrais ou nos temas principais. Entretanto, o CEO da HBO Max Casey Bloys disse para a Variety que não enxerga um derivado de Succession, mas segue o dito do "nunca diga nunca". "Não me parece que haja algo em Succession onde você diria 'Vamos seguir' ou algo assim. Não me parece uma coisa natural, mas se [Jesse] dissesse que eu queria fazer isso, então eu seguiria o exemplo de Jesse.” https://www.omelete.com.br/series-tv/succession-criador-considera-spin-off
  14. De acordo com o Hollywood Reporter, a série Dead Boy Detectives, baseada em quadrinhos da DC, se mudou da HBO Max para a Netflix. O motivo, segundo o site, é que a produção não se encaixa com os planos da DC Studios para o novo DCU. Além disso, a HBO Max não teria condições de disponibilizar a série até 2024, o que levou os executivos a apoiarem totalmente a decisão dos produtores de mudar para a Netflix. Dead Boy Detectives é baseada nas histórias em quadrinhos de Neil Gaiman para a DC. Por falar nisso, a Netflix já é a casa de outra adaptação de quadrinhos de Gaiman: Sandman, que teve sucesso em sua primeira temporada. Os diretores da primeira temporada, com oito episódios no total, incluem: Lee Toland Krieger (Sombra e Ossos, O Mundo Sombrio de Sabrina) Glen Winter (Arrow) Cheryl Dunye (The Umbrella Academy, Bridgerton) Andi Armaganian (Stargirl) Amanda Tapping (Ponto Cego, Primeira Morte) Pete Chatmon (A Comissária de Bordo, Você) Richard Speight Jr. (Kung Fu, Os Winchesters) Criados por Neil Gaiman, os personagens foram introduzidos originalmente na 25ª edição de Sandman. Steve Yockey (The Flight Attendant) fica responsável pelo roteiro em colaboração com Beth Schwartz (Sweet Tooth). Além disso, receberão créditos como produtores executivos ao lado de Jeremy Carver (Patrulha do Destino) e Greg Berlanti (Supergirl). George Rexstrew, Jayden Revri e Kassius Nelson são os protagonistas. A trama mostrará os detetives mortos Charles Rowland (Revri) e Edwin Paine (Rexstrew), que decidiram não entrar na vida após a morte para ficarem na terra e investigarem crimes envolvendo o sobrenatural. Eles são acompanhados por Crystal Palace (Nelson), uma médium psíquica viva. https://ovicio.com.br/dead-boy-detectives-serie-da-dc-e-transferida-da-hbo-max-para-a-netflix/
  15. Considerado por muitos como o maior filme nunca feito, projeto deve ter nova vida na HBO Foto de teste de figurino de Napoleão nos arquivos de Stanley Kubrick (Taschen/Reprodução) Dois anos depois de comentar sobre o projeto pela última vez, Steven Spielberg voltou a falar que está produzindo uma adaptação do Napoleão de Stanley Kubrick, considerado por muitos o maior filme nunca feito, para uma minissérie. Em conferência de imprensa no Berlinale, Festival de Cinema de Berlim, o diretor disse que o projeto terá sete episódios na HBO. "Com a operação conjunta de Christiane Kubrick e Jan Harlan, estamos montando uma produção grande para a HBO baseado no roteiro original de Stanley para Napoleão. Estamos trabalhando em Napoleão como uma série limitada com sete partes," ele disse. Não está claro se a HBO já deu a luz verde para o projeto. Anunciado por Spielberg há quase uma década, o projeto tem a intenção de trazer à vida o grande filme não lançado de Kubrick, diretor de clássicos como 2001: Uma Odisseia no Espaço, Laranja Mecânica e O Iluminado. Há alguns anos atrás, Cary Fukunaga, diretor da primeira temporada de True Detective, entrou na produção. O desenvolvimento, desde então, não tinha mais notícias. Inicialmente concebido como o primeiro filme de Kubrick após 2001, Napoleão foi extensamente pesquisado pelo diretor. Um roteiro foi escrito, figurinos foram preparados e locais de gravação estabelecidos. O exército romeno havia concordado em ajudar o cineasta a realizar as cenas de grandes batalhas, com alguns relatos estimando que 40 mil soldados iriam participar das recriações. Detalhes de Napoleão ficaram mais claros com a publicação de um livro pela Taschen que coletou informações, textos e fotos do projeto descobertos nos arquivos pessoais de Kubrick. A partir disso, um roteiro foi concebido. Napoleão foi, então, cancelado quando outro filme sobre Napoleão Bonaparte, Waterloo, fracassou na bilheteria em 1970. Com orçamento estimado de pelo menos US$ 25 milhões, sua arrecadação terminou na casa dos US$ 1.4 milhões nos EUA. O interesse por Napoleão parece estar de volta na moda em Hollywood. Este ano, Ridley Scott lançará um épico sobre o general francês com Joaquin Phoenix no papel principal e Vanessa Kirby como Josefina, sua esposa. Produzido pela Apple, o longa-metragem deve ser lançado nos festivais deste ano e competir por premiações depois. https://www.chippu.com.br/noticias/steven-spielberg-diz-que-adaptacao-de-napoleao-de-stanley-kubrick-para-minisserie-tera-sete-episodios-na-hbo
  16. Depois de anos em um agonizante limbo, o destino de Mindhunter finalmente foi revelado e, infelizmente, a notícia não é das melhores para o público. Diretor e criador da série, David Fincher revelou que a produção foi cancelada pela Netflix devido ao seu alto custo para um retorno considerado insuficiente para a plataforma. “Tenho muito orgulho das duas primeiras temporadas, mas é uma série particularmente cara e, para a Netflix, não atraímos um público grande o bastante para justificar o investimento”, afirmou Fincher ao Le Journal du Dimanche. “Não os culpo, eles já assumiram um risco ao lançar [Mindhunter].” A nova fala de Fincher reforça o sentimento que o cineasta já havia mostrado em 2020, quando uma terceira temporada ainda era incerta, mas bem improvável. Na época, o diretor afirmou que chegou a conversar com a Netflix após as filmagens de Mank, mas que não acreditava que poderia dar sequência a Mindhunter com um orçamento menor. As duas temporadas de Mindhunter estão disponíveis no catálogo da Netflix. https://www.omelete.com.br/series-tv/mindhunter-cancelada
  17. Atriz Ellen Pompeo se despede da série na próxima semana @Addison @[email protected] Às vésperas da despedida da atriz Ellen Pompeo de Grey's Anatomy, a ABC divulgou um vídeo relembrando a emocionante trajetória de Meredith na série; veja acima. Pompeo deixa a série no sétimo episódio da temporada, que vai ao ar em 23 de fevereiro nos Estados Unidos. Ela deve retornar como atriz convidada para o finale da temporada, que será o último capítulo de Vernoff. Grey's Anatomy estreou em 2005, acompanhando as desventuras dos médicos e pacientes do hospital Grey Sloan Memorial. No Brasil, a série é transmitida pelo Star+. https://www.omelete.com.br/greys-anatomy/greys-anatomy-ellen-pompeo-trailer
  18. Novo ano tem estreia marcada para março na Netflix @Felipe José @Dief @PedroHenrique! @Jota A Netflix revelou um trailer inédito da segunda temporada de Sombra e Ossos, no qual Kirigan (Ben Barnes) não apenas está de volta, como especialmente implacável; veja acima. A segunda temporada da série Sombra e Ossos, da Netflix, vai adaptar vários livros diferentes do Grishaverso. O novo ano também contará com diversas adições ao elenco, incluindo Lewis Tan (Mortal Kombat), Anna Leong Brophy (Traces), Patrick Gibson (The OA) e Jack Wolfe (The Witcher), que viverão, respectivamente, Tolya Yul-Bataar, Tamar Kir-Bataar, Nikolai Lantsov e Wylan Hendriks. O quarteto se junta a Jessie Mei Li, Ben Barnes, Archie Renaux, Freddy Carter, Amita Suman, Kit Young e Danielle Galligan, que retornam após o sucesso do primeiro ano. Adaptação da obra de Leigh Bardugo, Sombra e Ossos se passa em um mundo devastado pela guerra, onde a órfã e soldada Alina Starkov descobre um poder extraordinário que pode ser a chave para libertar o país. Com a ameaça monstruosa da Dobra das Sombras à espreita, Alina é separada de tudo o que conhece para treinar e fazer parte de um exército de elite de soldados mágicos conhecidos como Grisha. O livro é a parte um de uma trilogia, composta por Sol e Tormenta (2014) e Ruína e Ascensão (2015), e ainda no mesmo universo - chamado Grishaverse - há Six of Crows: Sangue e Mentiras (2016) e Crooked Kingdom (2017). No Brasil, todos foram publicados pela Editora Gutenberg. A primeira temporada de Sombra e Ossos está disponível na Netflix, e a nova temporada será lançada em 16 de março. https://www.omelete.com.br/series-tv/sombra-ossos-2a-temporada-trailer
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