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  1. 76% são contra eventual saída de Mandetta da Saúde e 51,6% falam que já perderam renda com crise Nova pesquisa do Atlas Político confirma apoio popular ao ministro que se destacou no combate ao coronavírus e a queda de popularidade de Bolsonaro nas últimas semanas O embate público que o presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, travam há semanas sobre como enfrentar a crise do coronavírus tem um claro favorito entre a população brasileira. É o que indica a mais recente pesquisa do Atlas Político, divulgada no momento em que, mais uma vez, a pasta de Mandetta enfrenta tensão com a queda em falso de um secretário estratégico e os crescentes rumores de que ele poderá deixar o cargo em breve. Feito entre domingo e terça-feira, o levantamento, que contou com 2.000 pessoas recrutadas na Internet e tem margem de erro de 2 pontos para mais ou menos, aponta que 76,2% dos brasileiros é contra uma eventual demissão do ministro, cuja defesa do isolamento social conflita com as declarações ―e atitudes― de Bolsonaro, que desde o início da crise demonstra mais preocupação com as consequências econômicas do congelamento das atividades comerciais. A alta popularidade de Mandetta durante a crise do coronavírus já havia sido aferida por pesquisas feitas em março, entre elas uma do próprio Atlas Político, o que indica que pouco parece ter mudado na opinião dos brasileiros sobre o desempenho do ministro da Saúde. A pesquisa divulgada nesta quarta-feira mostra que 72,2% dos entrevistados concordam com as medidas de contenção da Covid-19 ―entre elas a suspensão de aulas, o fechamento de lojas e a limitação para a circulação de pessoas. O que mudou, de acordo com esse levantamento, é a forma como os brasileiros enxergam o presidente. Há uma queda progressiva na aprovação de Bolsonaro, que tem desafiado as autoridades de saúde do país e do mundo ao circular por Brasília nos fins de semana, reunir pequenas multidões ao seu redor e comer dentro de estabelecimentos que estão autorizados apenas a vender ou entregar comida em domicílio. O Governo Bolsonaro é avaliado como ruim ou péssimo por 43% dos entrevistados. Em 20 de fevereiro, o percentual negativo era de 38%. Por outro lado, hoje apenas 23% consideram a gestão do presidente ótima ou boa, seis pontos a menos do que os 29% registrado em 20 de fevereiro. Além disso, o desempenho pessoal de Bolsonaro é aprovado apenas por 37,6% dos pesquisados, contra 58,2% que desaprovam ―4,2% não souberam responder. A pesquisa do Atlas Político mostra a queda de aprovação do Governo desde fevereiro.ATLAS POLÍTICO Medo e desemprego Outras perguntas da pesquisa do Atlas ajudam a entender a balança popular favorável a Mandetta. Questionados sobre se têm medo de pegar o coronavírus, 41,9% dos consultados responderam que sim, e que, inclusive, temem por suas vidas. Outros 31% também responderam que sim, mas que temem apenas ficar doentes. Apenas 27,1% disseram não ter medo. Apenas 13,8%, contudo, não estão com medo de perder algum parente da família para a Covid-19, enquanto 86,2% admitem esse receio. Os números mostram também que a preocupação manifestada por Bolsonaro em relação ao desemprego tem por onde reverberar entre os brasileiros. Apenas 36,1% dizem que sua renda não foi impactada de forma alguma pela crise do coronavírus. Metade dos entrevistados (51,6%) dizem que sua renda mensal diminuiu, enquanto 12,3% dizem ter ficado desempregados. Ministros A pesquisa divulgada nesta quarta-feira mostra ainda que Mandetta não teve apenas uma melhora na sua imagem enquanto ministro, como se tornou o membro do Governo mais bem avaliado: 64% dos entrevistados têm uma visão positiva dele, e apenas 17% o avaliam negativamente. O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, aparece em segundo lugar, com 53% de positivo, mas 37% de negativo. De acordo com os trakings diários do Atlas Político, esses sã os dois ministros que não perderam popularidade nos últimos dias. Como mostra o quadro abaixo, o ministro da Economia, Paulo Guedes, aparece com o terceiro mais bem avaliado, com 40% de positivo e 41% de negativo, logo à frente do próprio presidente Bolsonaro. As avaliações positivas e negativas dos membros do Governo Bolsonaro.ATLAS POLÍTICO https://brasil.elpais.com/politica/2020-04-15/76-sao-contra-saida-de-mandetta-da-saude.html
  2. Resumo O artigo analisa pesquisas de opinião realizadas pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (IBOPE) no contexto de 1964, com o objetivo de avaliar o apoio ao golpe e à ditadura. Os dados, na maioria inéditos, apontam um contraste entre o apoio a João Goulart, registrado antes do golpe, e os números colhidos depois da vitória golpista, que indicam boa aceitação das medidas autoritárias, inclusive os expurgos políticos. O material empírico resultante das enquetes é utilizado para refletir sobre as fontes de legitimação da ditadura que mobilizaram, sobretudo, representações anticomunistas. A análise dos registros sugere que o apoio ao regime autoritário foi marcado pela instabilidade e oscilou no decorrer dos primeiros anos Pesquisa completa do IBOPE: http://www.scielo.br/pdf/tem/v20/pt_1413-7704-tem-1980-542X-2014203627.pdf Revista Tempo
  3. DATAFOLHA Não se Arrepende: 83% Se Arrepende: 17% https://www1.folha.uol.com.br/poder/2020/04/arrependidos-do-voto-em-bolsonaro-somam-17-de-seus-eleitores-diz-datafolha.shtml Quem conseguir posta a matéria completa por favor
  4. Na gestão da crise do Coronavírus em quem o Sr(a) confia mais, nas informações do Presidente Jair Bolsonaro ou do Ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta? Mandetta: 57,6% Bolsonaro: 37,5% Não sabe: 4,9% O Presidente Jair Bolsonaro está conduzindo a crise do Coronavírus de forma adequada? Não: 56,2% Sim: 38,7% Não sabe: 5,1% O Ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta está conduzindo a crise do Coronavírus de forma adequada? Sim: 65,7% Não: 28,7% Não sabe: 5,6% Quanto ao isolamento social, o Sr(a) é a favor ou contra do modo que está sendo feito? Sim: 65,1% Não: 31,1% Não sabe: 3,8% Pesquisa completa: https://www.paranapesquisas.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Mídia2_Coronavírus_Abr20.pdf Paraná Pesquisas
  5. Avaliação da atuação de Dória Ótimo ou bom: 51% Regular: 27% Ruim ou péssimo: 19% Não sabe: 4% Avaliação da atuação de Bolsonaro Ótimo ou bom: 28% Regular: 25% Ruim ou péssimo: 43% Não sabe: 4% Posição sobre a capacidade do presidente de liderar o país Tem condições: 44% Não tem condições: 52% Não sabe: 5% Acreditam que o presidente mais atrapalha do que ajuda no combate à pandemia Mais atrapalha que ajuda: 58% Mais ajuda que atrapalha: 34% Não ajuda nem atrapalha: 3% Não sabe: 5% DATAFOLHA ----------------------------- A QUEDA Lembrando que em 2018 o Bolsonaro fez 53,00% dos votos em SP no primeiro turno e 67,97% dos votos no segundo turno
  6. Avaliação da atuação de Witzel Ótimo ou bom: 55% Regular: 24% Ruim ou péssimo: 17% Não sabe: 3% Avaliação da atuação de Bolsonaro Ótimo ou bom: 34% Regular: 25% Ruim ou péssimo: 39% Não sabe: 2% Posição sobre a capacidade do presidente de liderar o país Tem condições: 52% Não tem condições: 43% Não sabe: 4% Acreditam que o presidente mais atrapalha do que ajuda no combate à pandemia Mais atrapalha que ajuda: 51% Mais ajuda que atrapalha: 39% Não ajuda nem atrapalha: 5% Não sabe: 5% DATAFOLHA --------------------------------- A QUEDA Lembrando que em 2018 o Bolsonaro teve 59,79% dos votos no primeiro turno e 67,95% dos votos no segundo turno do RJ
  7. https://veja.abril.com.br/politica/pesquisa-exclusiva-maioria-apoia-politicas-conservadoras-de-bolsonaro/ PESQUISA VEJA/FSB BRASIL CONSERVADOR 07*10 DE FEVEREIRO DE 2020 2000 ELEITORES DESCRIMINALIZAÇÃO DAS DROGAS A FAVOR 33% CONTRA 62% NEM A FAVOR NEM CONTRA 1% NÃO SABE 3% A MULHER DECIDIR SOBRE UM ABORTO A FAVOR 40% CONTRA 55% NEM A FAVOR NEM CONTRA 3% NÃO SABE 2% UNIÃO CIVIL GAY A FAVOR 40% CONTRA 49% NEM A FAVOR NEM CONTRA 8% NÃO SABE 2% MACONHA MEDICINAL A FAVOR 55% CONTRA 43% NEM A FAVOR NEM CONTRA 1% NÃO SABE 1% GOVERNO REALIZAR CAMPANHA PARA JOVENS NÃO REALIZAREM SEXO A FAVOR 57% CONTRA 38% NEM A FAVOR NEM CONTRA 2% NÃO SABE 3% OBRIGATORIEDADE DO ENSINO RELIGIOSO NAS ESCOLAS A FAVOR 60% CONTRA 36% NEM A FAVOR NEM CONTRA 3% NÃO SABE 1% MILITARIZAÇÃO DAS ESCOLAS A FAVOR 61% CONTRA 33% NEM A FAVOR NEM CONTRA 1% NÃO SABE 5%
  8. O Presidente Jair Bolsonaro está mais preocupado com a crise do Coronavírus ou com a crise econômica? - Com a crise econômica: 58,9% - Com a crise do coronavírus: 31,3% - Não sabe: 9,8% Qual é a sua maior preocupação neste momento, com a sua saúde e a de sua família ou com a sua situação financeira e de sua família? - A sua saúde e a de sua família: 66,9% - A sua situação financeira: 27,2% - Não sabe: 5,9% https://www.paranapesquisas.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Mídia1_Coronavírus_Abr20.pdf
  9. Pouco movimento na rua: Crivella vai liberar funcionamento de lojas de conveniência nos postos de combustível e de material de construção Pesquisa Datafolha publicada nesta segunda-feira pelo jornal "Folha de S.Paulo" mostra que 76% dos brasileiros acreditam que o mais importante em meio à pandemia do novo coronavírus é manter as medidas de isolamento social e deixar as pessoas em casa. Já 18% dos entrevistados querem o fim do isolamento, e 6% não souberam responder. O instituto entrevistou por telefone, 1.511 pessoas entre os dias 1º e 3 de abril. A margem de erro da pesquisa é de três pontos. O Datafolha ainda questionou os entrevistados sobre o sobre fechamento de comércio, a suspensão de aulas e quanto tempo o isolamento deve durar. Mais da metade da população diz que o comércio deve continuar fechado (65%), contra 33% que acha que os empreendimentos não essenciais devem ser reabertos. Dois por cento não souberam responder. Em relação a volta às aulas, 87% acham que devem ficar suspensas, 11% diz que deveriam voltar e 2% não sabem. Nem sempre o isolamento social, indicado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Ministério da Saúde), é uma opção para milhares de trabalhadores que prestam serviços essenciais. Segundo o instituto, a maioria (71%) se diz a favor de proibir de sair de casa quem não trabalhe em serviços essenciais. 26% são contra a proibição, enquanto 2% não sabem e 1% é indiferente. A maior parte da população (26%) acredita que o isolamento vai durar de 21 a 30 dias e outros 20%, de 11 a 15 dias. Até 10 dias: 12% De 11 a 15 dias: 20% De 16 a 20 dias: 7% De 21 a 30 dias: 26% 31 dias ou mais: 17% Nenhum: 1% Não sabe: 17% Quantos dias mais deveria durar o isolamento? Até 10 dias: 9% De 11 a 15 dias: 16% De 16 a 20 dias: 6% De 21 a 30 dias: 23% 31 dias ou mais: 23% Nenhum: 6% Não sabe: 17% 82% aprovam trabalho do Ministério da Saúde A pesquisa Datafolha aponta que, entre os brasileiros que declaram ter votado em Bolsonaro no segundo turno da última corrida presidencial, 82% afirmam que o trabalho do ministério da Saúde é ótimo ou bom. O levantamento sobre a percepção da população em relação ao trabalho desenvolvido pelo ministro Luiz Henrique Mandetta ouviu 1.511 pessoas por telefone e tem margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos. A aprovação das ações da pasta e de Mandetta subiu 18 pontos desde a última pesquisa. No levantamento realizado entre os dias 20 e 23 de março, a aprovação era de 64% entre os que votaram em Bolsonaro. Já a avaliação positiva do presidente oscilou de 56% para 54%. https://m.extra.globo.com/noticias/brasil/para-76-mais-importante-neste-momento-deixar-as-pessoas-em-casa-diz-datafolha-rv1-1-24353520.html
  10. https://www1.folha.uol.com.br/poder/2020/04/aprovacao-do-ministerio-da-saude-dispara-e-e-mais-do-que-o-dobro-da-de-bolsonaro-diz-datafolha.shtml Pesquisa Datafolha publicada nesta sexta-feira (3) pelo jornal “Folha de S.Paulo” mediu a avaliação do desempenho do presidente Jair Bolsonaro, dos governadores e do Ministério da Saúde na condução da crise do coronavírus. Casos atualizados de coronavírus no Brasil A pesquisa foi realizada por telefone com 1511 pessoas entre quarta-feira (1º) e sexta-feira (3) em todas as regiões do país. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos. Veja abaixo os resultados: Avaliação do desempenho de Bolsonaro em relação ao surto de coronavírus Ótimo/bom: 33% Regular: 25% Ruim/péssimo: 39% Não sabe/não respondeu: 2% No levantamento anterior, divulgado no dia 23 de março, a aprovação de Bolsonaro era de 35% e a reprovação era de 33%. Avaliação do desempenho do Ministério da Saúde Ótimo/bom: 76% Regular: 18% Ruim/péssimo: 5% Não sabe/não respondeu: 1 % No levantamento anterior, a aprovação do Ministério da Saúde era de 55% e a reprovação era de 12%. Avaliação do desempenho dos governadores O Datafolha pesquisou também a avaliação sobre as ações dos governadores na crise. Os resultados foram: Ótimo/bom: 58% Regular: 23% Ruim/péssimo: 16% Não sabe/não respondeu: 2% Na pesquisa anterior os governadores tinham aprovação de 54% e reprovação de 16%.
  11. A pouco mais de meio ano da eleição municipal, Celso Russomanno (Republicanos) e Bruno Covas (PSDB) aparecem nas primeiras colocações na disputa pela Prefeitura de São Paulo, segundo pesquisa Ibope encomendada pela Associação Comercial de São Paulo. O levantamento exclusivo é uma parceria do Estado com a associação e o Ibope. A lista de nomes apresentados aos eleitores, porém, não é definitiva, já que as candidaturas só serão decididas nos próximos meses. Russomanno, que é deputado federal, tem 24% das intenções de voto, e Covas, atual prefeito da cidade e candidato à reeleição, 18%. Como a margem de erro da pesquisa é de 3 pontos porcentuais, existe uma pequena probabilidade de que ambos tenham 21%. É o chamado empate técnico no limite da margem de erro. No pelotão seguinte aparecem Márcio França (PSB), ex-governador e candidato ao Palácio Bandeirantes em 2018, e Guilherme Boulos (PSOL), com 9% e 6%, respectivamente. A seguir estão Andrea Matarazzo (PSD) e Arthur do Val (Patriota), ambos com 3%, e Jilmar Tatto (PT) e Joice Hasselmann (PSL), com 2%. Os que afirmam pretender votar nulo ou em branco são 27%. O Ibope apresentou aos entrevistados uma lista com o nome mais provável de cada partido propenso a lançar a candidato, com base no noticiário recente. Mas os nomes podem mudar, outros partidos podem entrar na corrida eleitoral e alguns podem sair, preferindo se coligar com outras forças. Ou seja, é possível que o cenário se altere muito no futuro próximo. O instituto também perguntou aos entrevistados em quem não votariam de jeito nenhum. Nesse caso, o atual prefeito é o mais citado. Cerca de um em cada três paulistanos (35%) rejeitam a hipótese de votar em Bruno Covas. Outros 29% descartam a possibilidade de escolher Russomanno. A seguir vêm Boulos (22%), Joice (21%) e França (18%). Nesta pergunta, os entrevistados puderam citar mais de um nome. Rejeição aos políticos tradicionais A tendência de rejeição aos políticos tradicionais, uma tônica das campanhas eleitorais dos últimos anos, segue em alta atualmente. Nada menos que 44% dos entrevistados na pesquisa afirma querer que o próximo prefeito seja “alguém de fora da política”. Em tese, esse é um fator que pode beneficiar Celso Russomanno, que tem notoriedade por ser apresentador de televisão e cultiva a imagem de “não-político”. Mas é cedo para declarar o favoritismo de um “outsider” para o comando da maior prefeitura do País. “Neste momento, ainda distante da eleição, o desejo dos paulistanos é que o próximo gestor seja de fora da política, mas isso pode mudar ao longo da campanha”, advertiu Marcia Cavallari, diretora executiva do Ibope Inteligência. O eleitorado de Russomanno é mais feminino que masculino. Entre as mulheres, ele tem 27% das preferências, contra 21% entre os homens. Russomanno tem mais apoio entre os mais pobres Na divisão do eleitorado por renda, Russomanno tem mais apoio entre os mais pobres. Na faixa dos que ganham até um salário mínimo, 34% o citam como preferido. Já no outro extremo, entre os que têm renda familiar superior a cinco salários mínimos, a taxa cai para 11%. Uma das perguntas da pesquisa Ibope permite detectar se os eleitores recebem mais informações positivas ou negativas sobre cada candidato. No caso de Russomanno, 52% dos entrevistados disseram ouvir mais coisas positivas, e 33%, mais negativas. Nesse quesito, Bruno Covas teve resultado mais desfavorável: apenas 34% disseram ouvir mais coisas positivas, e 45%, negativas. Diferentemente de Russomanno, o atual prefeito tem eleitorado mais concentrado nas faixas mais ricas, e tem mais apoio entre os homens. Entre os que têm renda familiar superior a cinco salários mínimos, Covas é o preferido de 27%, ficando 16 pontos porcentuais à frente do principal adversário. Tem ainda 20% das intenções de voto no eleitorado masculino, e 16% no feminino. O Ibope ouviu 1.001 eleitores de 16 anos ou mais entre os dias 17 e 19 de março. O nível de confiança utilizado é de 95% – ou seja, há 95% de chances de os resultados ficarem dentro da margem de erro, que é de três pontos porcentuais para mais ou para menos. Para lembrar: Em 2012, Russomanno líderou até a véspera Na campanha eleitoral de 2012 pela Prefeitura de São Paulo, Russomanno – que tem notoriedade por ser apresentador de televisão e cultiva a imagem de “não-político” – saiu na frente nas primeiras pesquisas eleitorais e liderou até as vésperas do primeiro turno, quando foi ultrapassado Fernando Haddad, do PT. Haddad derrotou José Serra (PSDB) no segundo turno daquela disputa e governou até 2016, quando tentou, mas não se reelegeu. Estreante na política, João Doria (PSDB) se elegeu no primeiro turno na última disputa eleitoral na capital paulista. Ele tinha como vice o atual prefeito Bruno Covas. https://politica.estadao.com.br/noticias/eleicoes,russomanno-tem-24-e-bruno-covas-18-para-prefeito-de-sp-diz-ibope,70003243106
  12. http://atlaspolitico.com.br/downloads/Atlas_BR_031820.pdf Gestão de Bolsonaro do coronavírus é reprovada por 64%, e 45% se dizem a favor de impeachment DAMARES É A MAIS REJEITADA. KKK Pesquisa da consultoria Atlas Político aponta que crise com a Covid-19 teve reflexo na popularidade do presidente, que vinha em recuperação TALITA BEDINELLI São Paulo - 19 MAR 2020 - 11:36BRT Guedes, Bolsonaro e Mandetta em coletiva de imprensa.SERGIO LIMA / AFP (AFP) O comportamento errático de Jair Bolsonaro durante a crise do coronavírus aliado ao baixo desempenho econômico do Governo fizeram o humor do eleitor brasileiro mudar radicalmente em um mês. Um levantamento da consultoria Atlas Político, que em fevereiro apontava que o presidente seria capaz de se reeleger em qualquer cenário de disputa, agora mostra que os ventos de impeachment podem começar a soprar. De acordo com os dados, 64% dos entrevistados reprovam a forma como Bolsonaro gestionou a chegada da Covid-19. E, se há um mês, 50,5% das pessoas tinham a expectativa de que a situação econômica do país melhoraria, agora, com a divulgação de um PIB fraco no período, 49,7% acreditam que ela vai piorar. O número dos que apoiam uma deposição do presidente chega a 44,8%. A pesquisa entrevistou 2.000 pessoas entre os dias 16 e 18 de março, por meio de questionários randômicos respondidos pela Internet e calibrados por um algorítimo. Tem margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e um nível de confiança de 95%. “Nossa última pesquisa mostrava todos os indicadores de otimismo e confiança melhorando. O ministro da Economia Paulo Guedes estava mais popular do que nunca. Bolsonaro ganhava de largada em 2022. Essa crise veio logo no momento de maior fôlego para o Governo desde que Bolsonaro assumiu. Neste momento, o humor mudou em relação a tudo”, explica o cientista político Andrei Roman, criador do Atlas Político. O primeiro dia sem nenhum novo contágio local de coronavírus na China Segundo os dados, 41% dos entrevistados consideram o Governo Bolsonaro ruim ou péssimo. O número dos que acreditam que sua gestão é regular é de 33%, e os que a consideram ótima ou boa são 26%. Roman explica ainda que a crise também contaminou a percepção das pessoas sobre outras áreas do Governo. “A expectativa sobre a economia levou o maior tombo. Mas o otimismo em relação à criminalidade e à corrupção caiu também”, explica. 52,4% das pessoas acreditam que a criminalidade está aumentando (eram 43,8% em fevereiro); 46,6% creem que a corrupção também está mais elevada (antes eram 39,2%). Os entrevistados também se mostram pessimistas em relação ao enfrentamento do coronavírus. Para 80%, o sistema de saúde brasileiro não está preparado para enfrentar a pandemia. E 73% acreditam que a situação da saúde pública criada pela doença está piorando, apesar de 96% afirmarem que não conhecem pessoas em seus círculos íntimos que tenham contraído o novo vírus. O Brasil já tem cinco mortes relacionadas com a doença confirmadas, quatro delas em São Paulo e uma no Rio de Janeiro. Já há 428 casos de infecção no país e outros 11.278 aguardam confirmação. Quase sete entre dez pessoas dizem ter medo de sair de casa e contrair a doença. Diante da economia em queda e da crise social gerada pela doença, que devem trazer a necessidade de ações mais radicais para isolar o vírus, como quarentenas e fechamento de comércios, os brasileiros se mostram confusos em relação ao futuro dos empregos de suas famílias. Quando perguntados se acreditam que algum familiar poderia perder o emprego, 40% respondem não saber. Para 29%, a expectativa é que sim, já outros 31% dizem não achar provável. Grande parte dos entrevistados (65%) também diz apoiar a medida anunciada pelo Governo de distribuir quatro mensalidades do Bolsa Família para trabalhadores informais. Impeachment O mau humor do brasileiro contra o presidente já se mostrou visível nos últimos dois dias das janelas de várias cidades brasileiras, de onde partiram panelaços vigorosos de protesto a ele. Na esteira dos atos, dois pedidos de impeachment já foram apresentados na Câmara. O primeiro foi feito na terça-feira, pelo deputado distrital Lenadro Grass (Rede-DF). O segundo, na quarta, por um grupo de intelectuais e parlamentares do esquerdista PSOL. Os dois documentos sustentam que o presidente cometeu crime de responsabilidade ao convocar e participar de atos que pediam o fechamento do Congresso Nacional e do STF, no domingo. Bolsonaro, que teve dois testes negativos para a nova Covid-19, esteve na frente do Palácio do Planalto para cumprimentar manifestantes que o apoiavam, no domingo do ato. Sem máscara e contrariando as recomendações do próprio Ministério da Saúde, abraçou e tirou selfies com pessoas, manipulando telefones celulares de terceiros. Após as críticas, chegou a chamar de “histeria” a reação das pessoas, mas após o primeiro dia de panelaço mudou de tom e compareceu pela primeira vez em uma coletiva de imprensa com ministros, todos de máscaras, para anunciar medidas de enfrentamento à doença. Para o cientista político autor da pesquisa, os dados relacionados ao impeachment captados pelo levantamento mostram que a adesão inicial ocorrem entre os que já avaliavam mal o Governo. “Para esse grupo, essa crise parece ter sido a gota d'água. Mas também é possível que seja um pouco de comportamento estratégico. Que esses eleitores opostos a Bolsonaro sintam o enfraquecimento dele, então tenham decidido aderir ao impeachment”, ressalta.
  13. Kenny Mendes (Progressistas) - 32% Telma de Souza (PT) - 20% Rosana Valle (PSB) - 18% Rogério Santos (PSDB) - 2% Instituto Opinião Pesquisa de Santos Registrado no TSE
  14. Em nova rodada de pesquisas de intenção de voto para a Prefeitura de Belo Horizonte, realizada pelo instituto Paraná, o prefeito Alexandre Kalil (PSD) lidera em todos os cenários. Em duas situações de pesquisa estimulada, na qual os pesquisadores apresentam as opções disponíveis, Kalil aparece à frente com até 54,9% das intenções de voto. Já na pesquisa espontânea, sem as alternativas, o prefeito lidera com 17% das intenções. O instituto ouviu 840 eleitores da capital, entre 4 e 9 de março. O levantamento tem grau de confiança de 95%, com margem de erro aproximada de 3,5%. Em um primeiro cenário de pesquisa estimulada, Kalil reune 53% das intenções de voto para a reeleição. O deputado estadual Mauro Tramonte (Republicanos) é o que mais se aproxima do prefeito, com 17,4%. O terceiro colocado nesse cenário é o deputado estadual João Víctor Xavier (Cidadania), que registrou 2,9%. A deputada federal Áurea Carolina (Psol), com 2,7%, e o deputado federal Eros Biondini (Pros), com 2,6%, foram os outros candidatos que pontuaram acima de 2%. Outros 10% dos eleitores entrevistados responderam que não votariam em nenhum dos candidatos apresentados, enquanto 4,5% afirmaram não saber. O segundo cenário estimulado de disputa pela prefeitura de BH desconsidera Mauro Tramonte e coloca na disputa o deputado federal Patrus Ananias (PT). Nessa possível configuração das eleições, Kalil ampliaria a vantagem, com 54,9% das intenções de voto. Patrus obteve o segundo lugar, registrando 8,7% das intenções. Em terceiro, a pesquisa posiciona João Vítor Xavier (3,6%). Os eleitores que responderam que não votariam em nenhum candidato somaram 13,3% e os que disseram não saber em quem votar, 5,7%. Na pesquisa espontânea, Kalil também é líder entre os candidatos, com 17,4% das intenções de voto. Porém, 69% dos eleitores responderam que não sabem em quem votar quando não são apresentadas opções. O segundo candidato mais citado pelos eleitores de BH foi Mauro Tramonte, que reuniu 1,3% das intenções. O instituto de pesquisas Paraná também avaliou o potencial eleitoral dos candidatos à Prefeitura de Belo Horizonte. Sobre Alexandre Kalil, 34,5% responderam que com certeza votariam nele, enquanto 41,9% afirmaram que poderiam votar nele. Outros 23,3% disseram que não votariam no prefeito em nenhuma hipótese. Pesquisa para prefeito (estimulada) Pergunta: Se as eleições para Prefeito(a) de Belo Horizonte fossem hoje e os(as) candidatos(as) fossem esses(as), em quem o(a) Sr(a) votaria? – Cenário 1 Alexandre Kalil 53% Mauro Tramonte 17,4% João Vítor Xavier 2,9% Áurea Carolina 2,7% Eros Biondini 2,6% Professor Wendel 1,7% Gabriel Azevedo 1,3% Reginaldo Lopes 1,2% Luísa Barreto 0,8% Mateus Simões 0,8% André Janones 0,7% Bruno Engler 0,4% Não sabe 4,5% Nenhum 10% – Cenário 2 Alexandre Kalil 54,9% Patrus Ananias 8,7% João Vítor Xavier 3,6% Eros Biondini 3,1% Áurea Carolina 2,7% Professor Wendel 2% Marcelo Álvaro Antônio 1,5% Gabriel Azevedo 1,4% Luísa Barreto 1,2% Mateus Simões 1% André Janones 0,8% Não sabe 5,7% Nenhum 13,3% Pesquisa para prefeito (espontânea) Pergunta: Se as eleições para Prefeito(a) de Belo Horizonte fossem hoje, em quem o Sr(a) votaria? Não sabe 69% Ninguém 8,9% Alexandre Kalil 17,4% Mauro Tramonte 1,3% Áurea Carolina 0,5% Gabriel Azevedo 0,4% João Vitor Xavier 0,4% Mateus Simões 0,4% Outros nomes citados 1,8% https://www.em.com.br/app/noticia/politica/2020/03/10/interna_politica,1127667/pesquisa-mostra-kalil-na-lideranca-da-disputa-pela-pbh.shtml
  15. A maioria dos eleitores moderados do presidente Jair Bolsonaro das classes C e D está arrependida de seu voto. É o que constata hoje a socióloga Esther Solano em pesquisas qualitativas que realiza com esse perfil de eleitor desde 2016 para a Fundação Tide Setubal, com a cientista política Camila Rocha. A amostra é composta daqueles que não são radicalmente apoiadores do presidente, “que é a grande maioria de seu eleitorado”, diz, e das classes C e D, que é a grande maioria da população. Um dos três motivos mais marcantes dessa mudança de comportamento é a postura agressiva de Bolsonaro. Se na época de pré-campanha essa característica verborrágica era vista como adequada, em razão das contingências da disputa, sendo inclusive tratada como qualidade de um candidato honesto, sincero e honrado, hoje é vista como um problema. “Já durante o governo, as pessoas reclamam de que ele continua sendo muito violento e agressivo. Para esse público, o presidente deveria ser mais cauteloso e moderado”, afirma Solano. O segundo seria uma inabilidade para governar expressa, especialmente, em redes sociais. “Eles reclamam muito de que ele estaria todos os dias nas redes sociais, provocando problemas, que ele deveria focar, trabalhar, ser muito mais sensato. Surge muito essa ideia de que o Brasil já passou por muita instabilidade e que ele agora, em vez de dar uma estabilidade maior para o País, está gerando mais instabilidade ainda”, acrescenta. Por último está a discordância desses bolsonaristas moderados das classes C e D com as reformas trabalhista e previdenciária. “Já pegamos vários depoimentos de pessoas que votaram no Bolsonaro falando: ‘Eu votei nele, mas agora vejo que ele é antipovo, que as reformas são antitrabalhador’”, destaca. A pesquisadora cita como relevante o temor da amostra com o desemprego, a precarização do trabalho, terceirizações e até com a agenda privatista da equipe econômica do governo, principalmente com a sobrevivência do SUS. Por outro lado, Bolsonaro é bem avaliado por seu discurso de combate à corrupção e de luta por valores morais, culturais e religiosos. “Uma coisa que se valoriza bastante é essa ideia punitivista, de que para acabar com os problemas da violência tem que ter mais polícia na rua, mais mão dura. Esse populismo penal, digamos assim, aparece bastante nas conversas”, diz. Solano pondera que essa curva de arrependimento está diretamente associada à classe social pesquisada. “Se você vir as pesquisas, a parcela de arrependidos entre pobres é sempre maior que da classe média e classe média alta. O que eu posso te falar é que nós não procuramos por arrependidos. Procuramos por votantes moderados do Bolsonaro, mas quase todo mundo que a gente conseguiu entrevistar é de arrependidos”, reforça. Estadão/BR18
  16. O presidente Jair Bolsonaro ampliou a vantagem sobre os seus prováveis rivais no primeiro turno da eleição presidencial de 2022, mostra a nova pesquisa eleitoral exclusiva VEJA/FSB. Ele oscilou para cima, no limite da margem de erro de dois pontos porcentuais – de 33% para 37% -, enquanto outros presidenciáveis ficaram estagnados. Seu principal perseguidor no cenário mais provável neste momento é o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), que oscilou negativamente de 15% para 13%, ou seja, dentro da margem de erro. O petista está empatado tecnicamente com o apresentador Luciano Huck (sem partido), com 12%, e o ex-governador Ciro Gomes,(PDT), com 11%, que mantiveram seus porcentuais da pesquisa anterior. Todos eles ficam numericamente abaixo da opção “nenhum”, que tem 16% das preferências. Também estagnados, mas bem abaixo dos demais, estão o empresário João Amoêdo(Novo), com 4%, e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), com 3% – veja quadros abaixo. Em outro cenário, com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como candidato do PT, a vantagem de Bolsonaro cai consideravelmente – ele ficaria com 31% das intenções de voto contra 28% do petista, o que configura empate técnico e reafirma as conclusões de pesquisas anteriores do instituto: Lula é o adversário que mais ameaça a reeleição de Bolsonaro. A situação é a mesma da pesquisa de dezembro, quando eles ostentavam, respectivamente, taxas de 32% e 29%. Em um segundo turno, Bolsonaro teria hoje 45% das preferências contra 40% do ex-presidente. Apesar de ainda alimentar o sonho de ser candidato de uma frente de esquerda em 2022, Lula está atualmente inelegível porque é enquadrado na Lei da Ficha Limpa, que barra candidaturas de quem tenha sido condenado em segunda instância. O petista foi sentenciado a 8 anos e 10 meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro em processo da Operação Lava Jato relativo a um tríplex no Guarujá, que teria sido pagamento de propina pela construtora OAS. Ele está em liberdade porque o Supremo Tribunal Federal mudou seu entendimento no ano passado e determinou que a execução de pena de prisão só pode ocorrer após o trânsito em julgado, ou seja, quando não houver mais possibilidade de recurso. Em um segundo turno sem Lula, Bolsonaro venceria com folga Haddad (51% a 33%) e Doria (50% a 25%), mas teria uma disputa mais apertada com Huck (45% a 37%) e ficaria numericamente atrás de Moro (39% para o ministro da Justiça e 37% para o presidente). O ex-juiz da Lava Jato é o ministro mais bem avaliado do governo, com 29% – o segundo colocado, Paulo Guedes (Economia), vem bem atrás, com 6%. Pesa a favor de Bolsonaro o fato de ter a menor rejeição (44% não votariam nele de jeito nenhum) se comparado com os candidatos de oposição – Haddad tem 57%, Lula, 54%, Ciro, 54%, e Doria, 51%, O nome menos rejeitado é o de Sergio Moro, com 31%. Outro ponto que ajuda o atual presidente é que a avaliação do seu governo melhorou. Segundo a pesquisa, o índice dos que consideram sua gestão ótima ou boa é de 36% contra 31% em dezembro, uma variação fora da margem de erro. Já a taxa dos que avaliam a sua administração como ruim ou péssima é de 31% contra 35% na pesquisa anterior. Para o analista político do Instituto FSB Pesquisa, Alon Feuerwerker, a melhora na avaliação deve-se à percepção de que o governo trabalha bem para combater o desemprego. A pesquisa mostra que 24% da população consideram que esta foi a área que mais melhorou desde o início do governo – em outubro, o índice era de 14%. “A melhora na avaliação certamente corresponde à percepção de que a situação, se não melhorou suficientemente, parou de piorar. É um termômetro de uma situação de alívio e o governo se beneficia disso”, disse a VEJA. O Instituto FSB Pesquisa entrevistou, por telefone, 2.000 eleitores com idade a partir de 16 anos, nos 26 estados e no Distrito Federal, entre os dias 7 e 10 de fevereiro. A margem de erro do levantamento é de 2 pontos porcentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. https://veja.abril.com.br/politica/na-busca-por-reeleicao-bolsonaro-amplia-vantagem-sobre-rivais-no-1o-turno/
  17. Flávio Dino chega a 13% em corrida eleitoral para o Planalto Resultado é de cenário sem Moro e Lula Bolsonaro lidera em todos os episódios Resultados são da pesquisa Atlas Político Levantamento da consultoria Atlas Político indica que o governador do Maranhão, Flávio Dino (PC do B), está tecnicamente empatado com o apresentador Luciano Huck (sem partido) na 2ª posição na disputa para o Planalto em 2022 quando a disputa não inclui nenhum candidato do PT. Nesse cenário, Huck contaria com 14% das intenções de voto, enquanto Dino marca 13%. Os 2 estão atrás apenas do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que aparece com 41% das intenções de voto. Além de não incluir o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a simulação deixa de fora o ministro da Justiça Sérgio Moro (sem partido). O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), aparece com 2,5%. Os eleitores que não souberam responder ou declararam voto nulo ou branco correspondem a 27%. O governador do Maranhão busca emplacar uma frente única de esquerda na disputa para a Presidência em 2022. O ex-presidente Lula, enquadrado na Lei da Ficha Limpa, não está apto para concorrer. O levantamento também não levou em conta o nome de Ciro Gomes (PDT). De acordo com os pesquisadores, essa escolha foi feita para limitar o número de cenários possíveis. A pesquisa foi divulgada pelo site El País nessa 4ª feira (12.fev.2020). Foi uma das primeiras que trouxe Dino como possibilidade na corrida eleitoral. O levantamento também mostra que a aprovacão do governo Bolsonaro se mantém estável e a reprovação do presidente caiu. Se a eleição fosse hoje, Bolsonaro lideraria em todos os cenários. As principais ameaças do presidente para o Planalto, segundo o levantamento, são Lula e Moro. A pesquisa foi realizada pela internet de 7 e 9 de fevereiro de 2020. Foram ouvidas 2.000 pessoas em todas as regiões do país. A margem de erro é de 2 pontos percentuais e o nível de confiança é de 95%. CENÁRIO COM MORO E LULA Quando o ex-presidente Lula entra na disputa presidencial, o número de abstenções diminui drasticamente. Passa de 27% no cenário sem Moro e Lula para 9%. O presidente Bolsonaro lidera com 32% das intenções, seguido por Lula (28%), Moro (20%) e Huck (6%). Neste episódio, com outra figura da esquerda na disputa, o governador Dino aparece com 3% das intenções. Doria tem 0,6%. Fonte: https://www.poder360.com.br/pesquisas/flavio-dino-chega-a-13-em-corrida-eleitoral-para-o-planalto/
  18. Kenny Mendes ( Progressistas) - 27.1% Rosana Valle (PSB) - 11.5 % Papa (PSDB) - 10.0 % Telma (PT) - 7.8% Assim, a pesquisa Enfoque/Boqnews, a primeira realizada em Santos em 2020, devidamente registrada na Justiça Eleitoral, traz números que mostram o atual cenário entre pré-candidatos que desejam ocupar o Palácio José Bonifácio a partir de 1º de fevereiro de 2021, substituindo o atual mandatário, Paulo Alexandre Barbosa, que encerra seu segundo governo em 31 de dezembro. Vale lembrar que o cenário pode mudar. Como a inclusão e exclusão de pleiteantes ou mudanças partidárias até o prazo limite. Com base na pesquisa, o deputado estadual Kenny Mendes (Progressistas), que em 2018 obteve 64.855 votos (27,99% dos votos válidos) entre os santistas, mantém situação confortável com 27,1% do eleitorado, na pesquisa estimulada. (Quando há apresentação de cartão com nomes de pré-candidatos). O índice é quase idêntico à pesquisa Enfoque/Boqnews divulgada em outubro passado, quando o parlamentar tinha 27,5% das citações. Kenny também lidera na espontânea, com 4,8% das intenções de votos, seguido pelo próprio prefeito, com 3,5%. O deputado assegura que tem “99% de chances de entrar na disputa”, conforme divulgado ao Boqnews. Outros nomes Outro nome bem lembrado é o da deputada federal Rosana Valle (PSB), com 1,6% na espontânea, e 11,5% na estimulada. A parlamentar, que obteve 34.844 votos em Santos em 2018, poderá ser uma aposta do PSB. É crescente a pressão pela sua participação na disputa. Outro bem citado é o ex-prefeito e ex-deputado federal João Paulo Papa (PSDB). O ex-mandatário obteve 2,2% na pesquisa espontânea e 10% na estimulada. Ele, porém, ainda não se manifestou. Em entrevistas, o presidente estadual da legenda, Marco Vinholi, defendeu publicamente o nome do ex-prefeito como o candidato do partido. Por sua vez, o diretório municipal do PSDB trabalha com o nome de Rogério dos Santos, atual secretário de governo. A ex-prefeita e ex-deputada e atual vereadora, Telma de Souza (PT), surge na sequência, com 7,8% das intenções na estimulada (1,6% na espontânea). https://www.boqnews.com/cidades/pesquisa-enfoque-boqnews-traz-cenario-eleitoral-em-santos/
  19. O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) lidera a intenção de voto para corrida presidencial de 2022, segundo pesquisa da CNT (Confederação Nacional do Transporte), encomendada ao instituto MDA. Ele, que tem 29,1% das intenções, vem seguido pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com 17%. A pesquisa, divulgada hoje, indicou que 30,2% dos entrevistados não sabem ou não responderam em quem votariam para presidente, caso as eleições fossem hoje. "Natural [Bolsonaro estar liderando] por ele ter muito mais exposição do que os outros. O importante é saber, espontaneamente, o nome que vem à cabeça da população", disse presidente da CNT, Vander Costa. Aos entrevistados foi perguntado de forma espontânea, sem mostrar nomes de possíveis candidatos: "Ainda faltam três anos para as eleições presidenciais de 2022. Mas, caso as eleições fossem hoje, em quem o sr. votaria?" O estudo ouviu 2.002 pessoas, de 15 a 18 de janeiro, em 137 municípios de 25 Unidades da Federação. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, segundo o instituto. Veja abaixo a intenção de voto dos brasileiros para as eleições de 2022, segundo a pesquisa CNT/MDA: Pesquisa Espontânea Jair Bolsonaro - 29,1% Lula - 17% Ciro Gomes - 3,5% Sergio Moro - 2,4% Fernando Haddad - 2,3% João Amoedo - 1,1% Luciano Huck - 0,5% Marina Silva - 0,4% Dilma Rousseff - 0,3% João Doria - 0,3% Outros - 2,4% Branco/Nulo - 10,5% Não sabe/não respondeu - 30,2% https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2020/01/22/cntmda-eleicoes-2022-bolsonaro-lula.htm
  20. A avaliação positiva do governo do presidente Jair Bolsonaro alcançou 34,5% em janeiro de 2020, contra 29,4% em agosto de 2019, de acordo com os dados da pesquisa CNT-MDA divulgados nesta quarta-feira. Por outro lado, a avaliação negativa do governo federal caiu de 39,5% em agosto de 2019 para 31% em janeiro de 2020. A aprovação pessoal do presidente subiu de 41% em agosto de 2019 para 47,8% em janeiro de 2020, ainda de acordo com a pesquisa. A desaprovação pessoal de Bolsonaro caiu de 53,7% em agosto de 2019 para 47% em janeiro de 2020. Combate à corrupção (30,1%), economia (22,1%) e segurança (22%) são as áreas mais bem avaliadas do governo Bolsonaro, segundo a pesquisa. As áreas com pior desempenho são saúde (resposta de 36,1% dos entrevistados), educação (22,9%), meio ambiente (18,5%) e também economia (16,2%). Nesse trecho do questionário da pesquisa, cada entrevistado teve a oportunidade de escolher duas áreas. A expectativa de 43,2% dos entrevistados é que a situação do emprego melhorará nos próximos seis meses. Para 18,9% deles, vai piorar, e 35,4% acreditam que ficará igual. Para 34,3% dos entrevistados, a renda mensal aumentará, enquanto 11% acreditam que diminuirá. A maioria, 51,8%, acreditam que ficará igual. A área da saúde melhorará para 30,5%, enquanto 24,8% acreditam que ficará pior. 42,6% dizem que nada mudará. Na educação, 36% esperam uma melhora, contra 21,4% que aguardam uma piora nessa área. Para 40,5%, a situação ficará igual. Na segurança pública, 37,9% têm expectativa de melhora, frente a 22% que acreditam numa piora nessa área. Para 38%, não haverá mudança. Apesar dos indicadores positivos, 78,2% dos entrevistados dizem não ter conhecimento sobre nenhuma ação direta do governo Bolsonaro na cidade ou região onde moram. Só 18,1% disseram ter conhecimento de alguma ação do governo em sua região. Para 40,1%, já há melhorias no governo Bolsonaro em relação aos anteriores. Para 33,5%, a atual gestão continua de forma semelhante as passadas e 24,7% percebem piora após o primeiro ano de governo. Expectativas A expectativa positiva para os próximos três anos de gestão do governo Bolsonaro supera, em muito, a atual avaliação do governo, segundo a pesquisa. Para 48,8% dos entrevistados, o presidente Jair Bolsonaro fará um governo ótimo ou bom até o fim de seu mandato. Hoje o governo é avaliado positivamente por 34,5%. Já os que esperam um fim de governo pior são 22,5% - hoje a avaliação negativa do governo é de 31%. Os que consideram que o governo manterá uma gestão regular nos próximos três anos são 24,3%, contra 32,1% que responderam, em janeiro, que assim avaliam o governo. Uma parcela maior de brasileiros acredita que o país está melhor do que um ano atrás. Para 36,2% da população, o Brasil de hoje está melhor. Para 25%, está pior; 37,4% classificaram como igual. Os que veem melhora responderam, principalmente, que houve melhoras na economia (48,7%), menos corrupção (46,8%), maior segurança pública (30,5%), melhor utilização do dinheiro público (21,4%) e valorização da família (19,6%), entre outros. Os que enxergaram piora após um ano de gestão Bolsonaro afirmam que os motivos são piora na economia (54,3%), saúde (42,7%), educação (30,5%), segurança pública (27,%), corrupção (16%) e pior utilização do dinheiro público (15%). Contratado pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), o instituto MDA ouviu 2002 pessoas em 137 municípios entre os dias 15 a 18 de janeiro de 2020. A margem de erro máxima é de 2,2 pontos percentuais. https://valor.globo.com/politica/noticia/2020/01/22/cnt-mda-avaliacao-positiva-do-governo-bolsonaro-sobe-para-345percent.ghtml
  21. https://www.infomoney.com.br/politica/avaliacao-e-expectativa-de-bolsonaro-tem-oscilacoes-negativas-em-janeiro-mostra-xp-ipespe/ SÃO PAULO – Apesar de manter estável sua avaliação negativa, o presidente Jair Bolsonaro viu uma piora em sua popularidade no início de seu segundo ano de mandato, aponta a mais recente pesquisa XP/Ipespe realizada entre 13 e 15 de janeiro e divulgada nesta quinta-feira (16). De acordo com o levantamento, no primeiro mês de 2020, 32% avaliaram a administração federal como ótima ou boa, contra 35% em dezembro (ficando dentro da margem de erro de 3,2 pontos percentuais). Ruim ou péssimo se manteve em 39%, enquanto a avaliação regular passou de 25% para 28% entre dezembro e janeiro. No caso da expectativa dos entrevistados, também houve uma piora. 40% tem uma projeção ótima ou boa para o restante do mandato de Bolsonaro, contra 43% no mês passado. Este foi o índice mais baixo já registrado neste quesito desde o início da série em novembro de 2018. Já a expectativa ruim ou péssima passou de 34% para 33% e a “regular” saiu de 19% em dezembro para atuais 20%. A avaliação do Congresso também piorou em janeiro, com 9% dos entrevistados vendo como bom ou ótimo, o menor resultado desde que Bolsonaro assumiu o cargo. A avaliação negativa teve oscilação de 44% para 45%, enquanto a regular chegou a 41% este mês. No mesmo caminho negativo, caiu de 34% para 30% o percentual da população que espera que a corrupção diminua nos próximos seis meses. Enquanto isso, saiu de 29% para atuais 32% os que enxergam a corrupção piorando. 32% acreditam que a corrupção ficará como já está hoje. Esta também foi a primeira pesquisa em que o levantamento questionou os entrevistados sobre o impacto do apoio do governo brasileiro aos Estados Unidos. Para 55% isso terá consequências negativas para o país, enquanto 32% enxergam consequências positivas deste apoio. 3% acreditam que não haverá impacto e 10% não sabe ou não respondeu. A pesquisa registrou também que os partidos políticos continuam como a instituição que menos desperta confiança da população, sendo que apenas 6% dizem confiar nas legendas, contra 89% que não confiam. O percentual vem caindo desde dezembro de 2018, quando 10% diziam depositar confiança neles. Enquanto isso, a Presidência da República registrou um salto expressivo de desconfiança: em dezembro de 2018, antes da posse de Bolsonaro, eram 36% os que diziam confiar no Executivo. Esse número saltou para 45% no quarto mês de seu mandato e voltou a 37% agora. Entre as instituições que mais têm a confiança da população, 63% dos entrevistados disseram confiar nas Forças Armadas, 55% na Igreja Católica e 53% na Organização das Nações Unidas (ONU).
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