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  1. 1º Turno Governador: Zema (Novo) 36 Kalil (PSD) 33 Janones (Avante) 3 Aurea (PSOL) 3 2º Turno Governador: Kalil 41 Zema 41 1º Turno Presidente: Lula 36 Bolsonaro 34 Ciro 7 Amoedo 3 2º Turno Presidente: Lula 53 x Bolsonaro 40 Ciro 47 x Bolsonaro 37 https://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:https:%2F%2Fvalor.globo.com%2Fpolitica%2Fnoticia%2F2021%2F06%2F08%2Fzema-e-kalil-lideram-pesquisa-para-governador-em-cenario-que-emula-polarizacao-nacional.ghtml
  2. 1º Turno Governador: Zema (Novo) 36 Kalil (PSD) 33 Janones (Avante) 3 Aurea (PSOL) 3 2º Turno Governador: Kalil 41 x Zema 41 1º Turno Presidente: Lula 36 Bolsonaro 34 Ciro 7 Amoedo 3 2º Turno Presidente: Lula 53 x 40 Bolsonaro Ciro 47 x 37 Bolsonaro
  3. O deputado federal Marcelo Freixo (PSOL) aparece à frente em três cenários para o governo do Rio de Janeiro sondados pelo instituto Paraná Pesquisas entre os dias 28 de maio e 1º de junho – em um deles está empatado com a delegada Martha Rocha (PDT). O governador Cláudio Castro (PSC), que vai disputar a sua primeira eleição para o cargo – ele era vice de Wilson Witzel, que sofreu impeachment –, aparece com percentuais que variam de 15,6% a 16,7%, variando entre a segunda e a terceira posição dependendo do cenário. Veja os três cenários abaixo: Cenário 1 Marcelo Freixo 23,8% Martha Rocha 23,1% Cláudio Castro 16,3% Filipe Santa Cruz 2,1% Cenário 2 Marcelo Freixo 23,5% Cláudio Castro 15,6% Rodrigo Maia 12,8% Washington Reis 8% Bernardinho 5,6% Cenário 3 Marcelo Freixo 25,2% Cláudio Castro 16,7% Washington Reis 8,8% Rodrigo Neves 7% Bernardinho 6% O cenário eleitoral do Rio de Janeiro para 2022 ainda está bastante indefinido. Em todas as simulações, o contingente de eleitores que não apontaram um candidato — disseram que vão anular o voto, votar em branco ou em nenhum, não sabem ou não responderam — ultrapassou um terço dos entrevistados Outra variável é que o xadrez eleitoral está bastante confuso, inclusive com alguns políticos tradicionais do estado mudando de partido. O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, trocou o DEM pelo PSD em movimentação visando a eleição do próximo ano. Ainda não está certo quem ele irá apoiar. Uma das possibilidades é Felipe Santa Cruz, presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Já Marcelo Freixo pode trocar o PSOL pelo PSB ou até pelo PDT – é boa também a possibilidade de ele ter o apoio do PT, já que esteve recentemente com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, onde discutiram a formação de alianças para enfrentar o bolsonarismo em 2022 tanto no Rio quanto no país. Outro que vai trocar de legenda, mas não se sabe para qual, é o ex-presidente da Câmara, Rodrigo Maia, que deixará o DEM após desavenças públicas com a cúpula da sigla – as alternativas principais são o PSD e o PSDB. Tanto Maia quanto Freixo, no entanto, só podem trocar de partidos na janela partidária, em abril de 2022, para não perderem os mandatos de deputados federais. Já no núcleo bolsonarista, o senador Flávio Bolsonaro deixou o Republicanos – para o qual havia migrado em 2020 – e foi para o Patriota, partido que também poderá abrigar o pai, o presidente Jair Bolsonaro. O governador Cláudio Castro deve ser apoiado pelo bolsonarismo. O levantamento do Paraná Pesquisas ouviu 1.530 eleitores em 44 municípios do Rio de Janeiro, por meio de entrevistas pessoais telefônicas (sem o uso de robôs). A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos. https://veja.abril.com.br/blog/maquiavel/eleicoes-2022-marcelo-freixo-lidera-disputa-para-o-governo-do-rio/amp/?utm_source=whatsapp&__twitter_impression=true Pesquisa completa: https://www.paranapesquisas.com.br/pesquisas/pesquisa-estado-do-rio-de-janeiro-situacao-eleitoral-para-o-executivo-estadual-e-legislativo-federal-em-2022-e-avaliacao-da-administracao-estadual-junho-2021/
  4. O presidente Jair Bolsonaro e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva estão empatados tecnicamente na corrida pela Presidência da República em 2022 entre os eleitores do estado do Rio de Janeiro nos dois cenários pesquisados pelo instituto Paraná Pesquisas entre os dias 28 de maio e 1º de junho. No primeiro cenário, com a presença do ex-juiz Sergio Moro e do apresentador Luciano Huck, Bolsonaro tem 34,2% contra 30,3% de Lula – a margem de erro é de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos (veja quadro abaixo). Na segunda simulação, sem Moro e Huck, Bolsonaro tem 35,2% das intenções de voto contra 32,2% de Lula – os dois continuam, portanto, empatados dentro da margem de erro Rejeição Tanto Bolsonaro quanto Lula têm rejeições altíssimas, em torno de metade do eleitorado. Quando o candidato é o presidente, 47,8% dos entrevistados afirmaram que não votariam nele de jeito nenhum enquanto 27% disseram que fariam isso com certeza – outros 22,5% declararam que poderiam votar. Já com Lula, 49,5% rejeitam totalmente a sua candidatura enquanto 22,2% afirmaram que o escolheriam nas urnas com certeza – outros 26,9% disseram que poderiam votar. Na eleição presidencial de 2018, Bolsonaro foi bem melhor em seu berço político. Ele teve 59,79% dos votos válidos no primeiro turno e 67,95% no segundo na disputa contra Fernando Haddad (PT). A pesquisa foi feita por meio de entrevistas pessoais telefônicas (sem o uso de robôs) com 1.530 eleitores de 44 municípios do estado do Rio de Janeiro. https://veja.abril.com.br/blog/maquiavel/rio-de-janeiro-bolsonaro-e-lula-tem-empate-tecnico-em-corrida-para-2022/
  5. A pesquisa do instituto Agora Sei!, divulgada pelo Blog do BG, ouviu 1.611 eleitores em 59 municípios das 19 microrregiões do Rio Grande do Norte. O intervalo de confiança estimado é de 95% e a margem de erro máxima estimada é de 2,4% para mais ou para menos sobre os resultados totais da amostra. PRESIDENTE No quesito espontâneo, que é aquele em que o eleitor fala o nome que vêm à cabeça, sem interferência de ninguém, o presidenciável Luis Inácio Lula da Silva lidera com 42,4% contra 16,8% do presidente Jair Messias Bolsonaro. O pré-candidato Ciro Gomes ainda foi citado por 3,3%. Os demais nomes não atingiram 1%. Indecisos corresponderam a 27,4%. Já os que afirmaram não votar em qualquer dos nomes corresponderam a 7,9%. GOVERNO PS: Cenário mais provável de acontecer SENADO Fonte: https://www.blogdobg.com.br/
  6. 2018: 1º turno: Bolsonaro 57 Haddad 20 Ciro 8 Alvaro Dias 5 Alckmin 4 Amoedo 3 Meireles 1 2º turno: Bolsonaro 68 Haddad 32 Agora: https://ricmais.com.br/noticias/politica/eleicoes-2022/parana-bolsonaro-venceria-lula-em-segundo-turno-por-453-indica-pesquisa/
  7. Em 2018: Ciro 41 Haddad 33 Bolsonaro 22 Agora: Lula ganhou 18 pontos em relação ao que Haddad teve, Ciro perdeu 18, Bolsonaro intacto desde 2018. https://valor.globo.com/politica/noticia/2021/05/24/no-ceara-ciro-perde-para-lula-e-empata-com-bolsonaro.ghtml
  8. Eleições 2022: pesquisa dos Grupos ND e RIC aponta Lula à frente de Bolsonaro Dados fazem parte de levantamento realizado pelo Instituto Mapa, que ouviu 2 mil pessoas em todas as regiões do país Caso o primeiro turno das eleições presidenciais fossem hoje, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teria 36,8% das intenções de voto, contra 26,8% de Jair Bolsonaro (sem partido). Os dados fazem parte da pesquisa realizada pelo Instituto Mapa, contratada pelos grupos de comunicação ND, de Santa Catarina, e RIC, do Paraná. O levantamento ouviu 2 mil pessoas com mais de 16 anos, em todas as regiões do Brasil, de 18 a 20 de maio. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais e o índice de confiabilidade é de 95%. O levantamento foi feito por meio de entrevistas por telefone, com ligações tanto para fixos residenciais quanto para celulares. Pesquisa mostra polarização O resultado retrata a atual polarização eleitoral no país. Os possíveis adversários de Bolsonaro e Lula obtêm índices distantes dos líderes: Sérgio Moro 5,1%, Ciro Gomes 5%, Luciano Huck 4,5%, João Doria 3,3%, Luiz Mandetta 2,7%, e João Amoêdo 2,6%. Enquanto isso, os votos brancos/nulos/’nenhum’ chegaram a 5,1%, e os que não opinaram ou indecisos foram 8,4%. Confira: Em 2022 teremos eleição para presidente. Entre estes possíveis candidatos, em quem você votaria, se a eleição fosse hoje?: Em um eventual segundo turno, Lula aparece com 51,4% das intenções de voto, ante a 31,5% de Bolsonaro. Enquanto isso, 11,7% das pessoas ouvidas responderam que votariam branco/nulo e 5,5%, não souberam dizer .Em caso de segundo turno entre Jair Bolsonaro e Lula da Silva, para qual você daria o seu voto, se a eleição fosse hoje?: Estamos entrando na série A [das pesquisas], foi uma pesquisa nacional”, avaliou o presidente do Mapa, José Nazareno Vieira (Zeno). Ele reforçou que o levantamento é baseado em fontes seguras, e muito equilibrado na representatividade proporcional do eleitor brasileiro. A pesquisa é dividida pelas cinco regiões do país, com os pesos proporcionais dos municípios. “Tudo isso muito atento e muito baseado naquilo que é fonte confiável, e posso dizer: ‘esse é o retrato do momento’. Nosso resultado ratifica os últimos resultados apresentados, tanto com a metodologia presencial quanto por telefone”, comentou. Rejeição de Bolsonaro ultrapassa 52% Sobre o índice de rejeição, Bolsonaro apareceu na frente, com 52,2%. Lula ficou em segundo lugar, rejeitado por 28,2% dos entrevistados de todo o Brasil. A pesquisa perguntou “Em qual destes você não votaria de jeito nenhum, qual você rejeita mais?”, com resposta única estimulada. Atrás de Bolsonaro e Lula ficou João Doria, com 4,4% de rejeição, e Ciro Gomes, com 3,9%. Confira: Lula lidera em três regiões e entre as mulheres O ex-presidente Lula está à frente em três das cinco regiões do país. O petista lidera no Norte (47,2%), Nordeste (44,8%) e Sudeste (34,6%), sendo que as duas últimas são os maiores colégios eleitorais do país. O presidente Bolsonaro tem maioria do eleitorado no Centro-Oeste (33,1%) e no Sul (31,5%). Outro ponto da pesquisa aponta que Lula tem a preferência de 39,6% do eleitorado feminino, enquanto Bolsonaro tem a escolha de 19,8%. Entre os eleitores do sexo masculino, há um empate técnico entre os dois principais nomes: Bolsonaro com 34,6% e Lula com 33,6%. Mulheres são maioria do eleitorado de Lula; homens os de Bolsonaro Em um eventual segundo turno, a intenção de votos em Lula seria de 45% do eleitorado masculino e 57,1% do feminino. Por outro lado, Bolsonaro teria 39,2% dos votos do eleitor masculino e 24,5% do voto feminino. Lula lidera em quase todas as faixas de idade, com um empate técnico com Bolsonaro, dentro da margem de erro, entre a população dos 45 a 59 anos. O ex-presidente também tem preferência nos níveis de escolaridade fundamental e médio. Entre os formados em nível superior, há empate técnico entre Lula e o atual presidente. Lula tem a preferência da população economicamente ativa (35,9%) e não ativa (39,7%), contra 30,4% e 15%, respectivamente, obtidos por Bolsonaro. Avaliação do governo Bolsonaro Segundo a pesquisa, a maioria dos brasileiros avalia de forma negativa a gestão do presidente Bolsonaro. Para 55% dos entrevistados, o governo é ruim ou péssimo, enquanto 28,7% se manifestam positivamente, considerando o governo ótimo ou bom. A melhor avaliação do governo está nas regiões Sul e Centro-Oeste, respectivamente, com 37,4% e 37,1%, que consideram a administração de Bolsonaro ótima e boa. Veja: Como você avalia a gestão do Presidente Jair Bolsonaro?: https://ndmais.com.br/politica-brasileira/eleicoes-2022-pesquisa-dos-grupos-nd-e-ric-aponta-lula-a-frente-de-bolsonaro/
  9. Em 2018: 1ºTurno: Bolsonaro 66 Haddad 15 Ciro 7 Amoedo 4 Alckmin 4 Alvaro Dias 1 Meireles 1 2º Turno: Bolsonaro 76 Haddad 24 AGORA: https://ndmais.com.br/politica-brasileira/eleicoes-2022-bolsonaro-lidera-pesquisa-do-grupo-nd-em-santa-catarina/
  10. Blog do Magno Martins Faltando um ano e seis meses para as eleições de 2022, o Instituto Opinião, de Campina Grande (PB), foi a campo, com exclusividade para o Blog do Magno Martins, aferir o primeiro e inédito cenário na disputa para o Governo de Pernambuco. No quadro em que aparecem todos os prováveis candidatos, Marília Arraes (PT) lidera numa posição bastante confortável. Apontado como nome natural das forças governistas, o ex-prefeito do Recife Geraldo Júlio (PSB) não parece competitivo. Está abaixo de Raquel Lyra (PSDB) e de Anderson Ferreira (PL), além de despontar como o mais rejeitado entre todos os pré-postulantes. Se as eleições para governador fossem hoje, Marília teria 26,8% dos votos, três vezes a mais do que Raquel Lyra, que aparece em segundo lugar, com 9%, seguida de Anderson, com 7,4%. Geraldo Júlio vem em seguida, mas empatado, tecnicamente, com Miguel Coelho (MDB). Tem 6,7% e Miguel 5,6%. Também incluído entre os pré-candidatos, o ex-ministro José Múcio Monteiro (sem filiação partidária) aparece com 3,3%. Colocado como opção governista, o secretário da Casa Civil, Zé Neto, embora seja o mais desconhecido de todos, ainda foi citado por 2,1% dos entrevistados. Brancos e nulos somam 19% e indecisos formam um batalhão de 20%. Na espontânea, modelo pelo qual o entrevistado é estimulado a citar o nome do candidato sem o auxílio da lista, Marília também lidera. Aparece com 6,6%, seguida de Raquel, com 3,7%, Anderson (1,6%), Geraldo (1,4%), José Múcio e Zé Neto, ambos com 0,5%. Neste cenário, os indecisos sobem ao impressionante índice de 68,2% e brancos e nulos ficam na faixa dos 13,3%. Quando o Opinião pesquisa o cenário entre todos os candidatos, trocando o nome de Marília Arraes pelo do senador Humberto Costa (PT), quem passa a liderar, numericamente, embora num cenário de empate técnico, é Raquel Lyra, prefeita de Caruaru, apontada com pré-candidata do PSDB ao Palácio das Princesas. Neste cenário, se as eleições fossem hoje, a prefeita da capital do Agreste seria a mais votada, com 11,3% dos votos, seguida de Humberto, com 9,9% e Geraldo Júlio, com 9%. Anderson vem em seguida, com 7,8%, Miguel Coelho aparece na sequência, com 5,8%, José Múcio chega a 3,6% e Zé Neto, 2,4%. Brancos e nulos representam 23,8% e indecisos chegam a 26,4% dos eleitores consultados. Quanto à rejeição, Geraldo Júlio é o primeiro. Entre os que disseram que não votariam nele de jeito nenhum, 10,3%. Marília vem seguida, com uma taxa de 8% de eleitores que não votariam nela em nenhuma hipótese, seguida de José Múcio (7%), Zé Neto (5%), Raquel Lyra (3,5%), Anderson (3,1%) e Miguel Coelho, o menos rejeitado, com 2,6% dos eleitores que disseram que não votariam nele de jeito nenhum. A pesquisa foi a campo entre os dias 7 e 11 últimos, sendo aplicados dois mil questionários em 80 municípios de todas as regiões do Estado. O intervalo de confiança estimado é de 95,5% e a margem de erro máxima estimada é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos. A modalidade de pesquisa adotada envolveu a técnica de Survey, que consiste na aplicação de questionários estruturados e padronizados a uma amostra representativa do universo de investigação. Foram realizadas entrevistas pessoais e domiciliares. https://www.blogdoeuflavionunes.com/marilia-arraes-lidera-corrida-pelo-governo-de-pernambuco-diz-instituto-opiniao/ @Henri @Massis @Faxi
  11. Pesquisa feita pelo Instituto Vox Populi e divulgada com exclusividade pelo Metrópoles mostra que o nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é o favorito para vencer as eleições presidenciais de 2022 no primeiro turno. O Vox Populi fez levantamento espontâneo e estimulado. A pergunta foi: “Embora as eleições para presidente ainda estejam longe, se a eleição fosse hoje, em quem você votaria?”. Na pesquisa estimulada, Lula vence com 43%. O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) atinge 24%. Mais distante aparecem Luciano Huck (8%) e Ciro Gomes (5%). No caso da escolha espontânea, Lula aparece com 33%; Jair Bolsonaro com 19%; e Ciro Gomes com 2%. Confira os números: Voto estimulado Vox Populi Voto espontâneo: Vox Populi Segundo turno No segundo turno, diante de cenários contra Bolsonaro, Ciro Gomes (PDT) e João Doria (PSDB), o petista também leva vantagem. Contra o atual presidente, Lula 55% das intenções, enquanto Bolsonaro fica com 28%. Ninguém/branco/nulo alcança 14% e 3% não sabem. Com Ciro Gomes, a vantagem é 52% contra 19%. E diante de Doria, a vitória seria mais tranquila: 56% contra 14%. Nesse caso, o governador paulista tem menos intenções do que a categoria ninguém/branco/nulo (27%). Veja: Vox Populi Pesquisa Vox Populi para segundo turno em 20221A amostra nacional é de 2 mil entrevistas, aplicadas em 119 municípios, com estratificação por cotas de sexo, idade, escolaridade e renda. A margem de erro é de 2,2%, estimada em um intervalo de confiança de 95%. A pesquisa da Vox Populi foi feita de forma quantitativa, com entrevistas pessoais e domiciliares, e com o uso de tablets. Entrevista ocorreu com brasileiros com 16 anos ou mais, residente em áreas urbanas e rurais, de todos os estados e do Distrito Federal, em capitais, regiões metropolitanas e no interior, de todos os estratos socioeconômicos. https://www.metropoles.com/brasil/pesquisa-vox-populi-lula-vence-bolsonaro-no-primeiro-turno-da-eleicao
  12. O ex-presidente estava com 28% das intenções de voto em janeiro deste ano e passou a liderar as pesquisas O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 45% das intenções de voto contra 37% do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em um eventual segundo turno na disputa pela presidência do Brasil, caso as eleições fossem hoje. O petista ampliou a vantagem desde a última sondagem, realizada há um mês, e consolidou o favoritismo ao Palácio do Planalto. “O grande destaque é que a gente percebe a irritação da classe média com o governo Bolsonaro. Ele perdeu popularidade nas classes A e B, com reflexo nas intenções de voto. Com isso, fica sempre a lição quando se trata de intenção de voto: quem está em reeleição segue como protagonista, mas a variável principal para uma queda ou uma retomada de preferência é a popularidade do presidente”, avalia Mauricio Moura, fundador do IDEIA, instituto de pesquisa. Por região Lula vence Bolsonaro no Sudeste (47% X 38%) Nordeste (50% X 35%). A situação se inverte, com o atual presidente em primeiro lugar, no Norte (64% X 25%), no Sul (45% X 26%), e no Centro-Oeste (42% X 34%). Vale destacar que o Sudeste concentra a maior parte do eleitorado brasileiro, por isso Lula tem uma vantagem no total de votos. https://exame.com/brasil/exame-ideia-lula-consolida-lideranca-para-2022-e-vence-bolsonaro-com-45/
  13. A novela volta nesta segunda às 15h15 6.3 4.0 Sobe com o tempo
  14. A parcela da população que apoia o impeachment do presidente Jair Bolsonaro aparece pela primeira vez numericamente à frente dos contrários ao afastamento, de acordo com pesquisa Datafolha. São favoráveis ao processo 49% dos entrevistados ouvidos pelo instituto, ante 46% que se dizem contrários à saída dele do cargo dessa forma. Os índices representam um empate técnico dentro da margem de erro e praticamente se inverteram em relação a março deste ano, quando 50% afirmavam se opor ao impeachment, ante 46% que se declararam a favor. O Datafolha entrevistou presencialmente 2.071 pessoas em todo o Brasil na terça (11) e na quarta (12). A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A tendência detectada em relação ao impeachment reflete os números negativos para Bolsonaro apontados em outros pontos da pesquisa feita nesta semana. O presidente, por exemplo, atingiu sua pior avaliação no mandato nos levantamentos do Datafolha e apareceu muito atrás de seu principal adversário na corrida eleitoral para 2022, o ex-presidente Lula, do PT. Avaliam o governo Bolsonaro como ótimo ou bom 24% dos entrevistados, queda de seis pontos percentuais em relação a dois meses atrás. Na pesquisa eleitoral, 54% disseram agora que não votariam de jeito nenhum na reeleição do atual mandatário. Em simulação de segundo turno com Lula, teve 32% das intenções de voto, ante 55% do petista. O Datafolha mostra que a oposição ao impeachment é maior em alguns segmentos que apoiam Bolsonaro em outros campos da pesquisa. A reprovação ao impeachment vai a 52% entre homens e no Sul do país. Também sobe para 60% entre entrevistados que dizem não ter medo do coronavírus, 57% entre evangélicos e 56% entre assalariados registrados. Já o apoio ao afastamento cresce entre jovens de 16 a 24 anos (57%), moradores do Nordeste (também 57%), desempregados que procuram emprego (62%) e entrevistados que dizem ter muito medo do coronavírus (60%). Entre eleitores do ex-presidente Lula, o apoio ao afastamento salta para 74%. Na série de pesquisas do Datafolha feitas desde abril de 2020, o impeachment chegou a ser rejeitado por 53% dos entrevistados em janeiro, ante 42% dos que apoiavam a cassação. O resultado agora ocorre em um momento em que o governo se vê desgastado em diferentes frentes diante dos reflexos da pandemia da Covid-19, que já matou mais de 430 mil brasileiros. Opositores acusam o presidente de inépcia. A CPI que investiga a resposta à pandemia começou os trabalhos no fim de abril, com depoimentos críticos às interferências do presidente no Ministério da Saúde. A pasta já teve três trocas de comando desde o início da crise sanitária, em 2020. Um dos assuntos abordados na comissão é o trabalho do governo para garantir a vacinação, área na qual a atual gestão patina desde o ano passado. Capitais suspenderam a imunização por falta de doses nas últimas semanas, e o Instituto Butantan parou a fabricação da Coronavac por falta de insumos, importados da China. A incerteza em relação às vacinas também provoca insegurança no campo econômico, que é fortemente afetado pela disseminação do vírus. Há perspectiva de piora na recuperação, diante do novo pico da doença registrado a partir de março e que voltou a provocar fechamento do comércio e restrições à circulação de pessoas pelo país. Dezenas de pedidos de impeachment de Bolsonaro foram encaminhados ao presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), responsável por decidir se dá andamento ou não às solicitações. A exemplo do antecessor, Rodrigo Maia (DEM-RJ), Lira não tem nem rejeitado nem aceitado dar início aos procedimentos. No fim de março, o deputado fez discurso crítico ao governo e lembrou que há "remédios políticos no Parlamento" que são fatais. Mas afirmou que não tinha intenção de usá-los, embora tenha mencionado "um sinal amarelo para quem quiser enxergar". Também naquela mesma semana, banqueiros, empresários e economistas publicaram uma carta cobrando mais trabalho do governo em resposta à pandemia. A iniciativa foi lida como um forte revés em um nicho que se alinhou com a atual gestão desde a campanha eleitoral de 2018. Em outra mudança de rota à época, o governo trocou o titular das Relações Exteriores, com a saída de Ernesto Araújo, muito identificado com a chamada ala ideológica. Lira, hoje aliado de Bolsonaro, não tem prazo para tomar a decisão de dar ou não sequência aos pedidos de impeachment. Caso seja dada sequência, o caso é analisado por uma comissão especial e, depois, pelo plenário da Câmara. Somente com o voto de ao menos 342 dos 513 deputados é autorizado que o Senado abra o processo. Nesse caso, Bolsonaro seria afastado até a conclusão do julgamento —ele perderia o mandato caso pelo menos 54 dos 81 senadores votassem nesse sentido. No fim de abril, o deputado declarou, em resposta à cobrança por encaminhamento dos pedidos: "Os pedidos de impeachment, em 100%, não 95%, em 100% dos que já analisei são inúteis para o que entraram e para o que solicitaram". Uma outra possibilidade de afastamento é por meio da análise de denúncia criminal da Procuradoria-Geral da República. Se o procurador-geral Augusto Aras apresentasse acusação formal contra Bolsonaro, a Câmara precisaria fazer votação para avaliá-la, o que poderia provocar sua responsabilização. Essa hipótese, porém, também parece pouco crível hoje. A OAB nacional já defendeu denunciá-lo por crime comum, como infração de medida sanitária preventiva. Mesmo nomes de oposição, como Lula e o senador Renan Calheiros (MDB-AL) já disseram não acreditar na viabilidade de um processo de afastamento no atual momento político. Um fator sempre mencionado nos debates sobre impeachment é a mobilização nas ruas, que marcou o afastamento dos mandatos de Fernando Collor (em 1992) e Dilma Rousseff (em 2016). Em meio à pandemia, os protestos contra Bolsonaro não deslancharam até agora. No início deste ano, opositores promoveram carreatas em capitais pelo afastamento, mas o movimento não teve continuidade. Com as medidas de isolamento social, um tipo de manifestação recorrente no atual mandato foram os panelaços, principalmente em ocasiões em que Bolsonaro fez pronunciamentos na TV. https://www1.folha.uol.com.br/poder/2021/05/datafolha-49-apoiam-impeachment-de-bolsonaro-e-46-se-dizem-contrarios.shtml?utm_source=twitter&utm_medium=social-media&utm_campaign=uol&utm_content=geral
  15. Pouco mais de dois meses após ter seus direitos políticos restabelecidos, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera a corrida para a Presidência com margem confortável no primeiro turno e venceria o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na segunda etapa, revela pesquisa Datafolha. O petista alcança 41% das intenções de voto no primeiro turno, contra 23% de Bolsonaro. Em um segundo pelotão, embolados, aparecem o ex-ministro da Justiça Sergio Moro (sem partido), com 7%, o ex-ministro da Integração Ciro Gomes (PDT), com 6%, o apresentador Luciano Huck (sem partido), com 4%, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), que obtém 3%, e, empatados com 2%, o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta (DEM) e o empresário João Amoêdo (Novo). Somados, os adversários de Lula chegam a 47%, apenas seis pontos percentuais a mais do que o petista. Outros 9% disseram que pretendem votar em branco, nulo, ou em nenhum candidato, e 4% se disseram indecisos. O levantamento foi realizado com 2.071 pessoas, de forma presencial, em 146 municípios, nos dias 11 e 12 de maio. A margem de erro é de dois pontos percentuais. Num eventual segundo turno contra Bolsonaro, Lula levaria ampla vantagem, com uma margem de 55% a 32%. Ele receberia a maioria dos votos dados a Doria, Ciro e Huck, enquanto o presidente herdaria a maior fatia dos que optam por Moro, seu ex-ministro da Justiça e atual desafeto. O petista também venceria na segunda etapa contra Moro (53% a 33%) e Doria (57% a 21%). Já Bolsonaro empataria tecnicamente com Doria, marcando 39%, contra 40% para o tucano. E perderia para Ciro, obtendo 36%, contra 48% para o pedetista. Para se reeleger, Bolsonaro também terá de enfrentar um alto índice de rejeição, que ultrapassa metade do eleitorado e poderá ser um complicador, especialmente em um segundo turno. Dentre os entrevistados, 54% dizem que jamais votariam nele. A rejeição de Lula é a segunda maior, com 36%, seguida pelas de Doria (30%), Huck (29%), Moro (26%) e Ciro (24%). Pesquisa completa: https://www1.folha.uol.com.br/poder/2021/05/datafolha-lula-lidera-corrida-eleitoral-de-2022-e-marca-55-contra-32-de-bolsonaro-no-2o-turno.shtml
  16. Seja liderada por Guilherme Boulos (PSOL) ou por Fernando Haddad (PT), uma candidatura única da esquerda largaria na frente na disputa pelo Governo de São Paulo em 2022, mostra a pesquisa Atlas divulgada nesta quarta-feira. Quando não concorre com o petista, Boulos apresenta 26,3% das intenções de voto num eventual primeiro turno pelo Palácio dos Bandeirantes, contra 17,9% de Paulo Skaf (MDB) e 13,3% de João Doria (PSDB). Já Haddad, sem enfrentar o psolista na mesma disputa, conta com 25,3% das intenções, a frente dos 13,5% de Skaf e 12,2% de Doria. No entanto, no cenário em que os nomes de esquerda rivalizam candidaturas, a pesquisa aponta um empate quádruplo na liderança do levantamento, que tem margem de erro de três pontos para mais ou para menos: Boulos (17%), Skaf (16,4%), Haddad (14,6%) e Marcio França (12,5%), do PSB. “Chama a atenção a fortaleza de Guilherme Boulos, inclusive em cenário em que aparece junto com o Fernando Haddad”, comenta Andrei Roman, CEO do Atlas. “A sua candidatura à Prefeitura de São Paulo em 2020 cristalizou uma base forte e, caso a esquerda não se una, corre o risco de ficar fora do segundo turno”, explicou ele. Apesar de liderarem a enquete a governador, PT e PSOL aparecem na mesma pesquisa como os dois partidos com os maiores índices de rejeição no Estado, com 57,6% e 45,1% respectivamente. Já na rejeição direta aos candidatos, Haddad aparece em primeiro com 44,3%, seguido de João Doria (44,2%) e Geraldo Alckmin (39,1%). Boulos é o sexto mais rejeitado entre oito candidatos, com 37%. Roman destaca ainda o desempenho do governador João Doria nas pesquisas realizadas pelo Atlas. “Neste momento, não consegue uma segunda colocação em nenhum dos cenários testados”, diz ele. Além de estar entre os mais rechaçados no Estado, Doria tem como melhor desempenho um terceiro lugar para governador, no cenário com Boulos e Skaf na frente. O estudo ainda mostrou que 62,1% das pessoas desaprovam o atual Governo estadual, e 48,1% consideram seu desempenho como governador ruim ou péssimo, contra 13,9% de ótimo ou bom. “Sem uma base sólida de votação, restam dúvidas sobre a capacidade do Doria de transferir votos para o vice-governador Rodrigo Garcia [em caso de candidatura presidencial de Doria]”, afirma o CEO. Garcia é o candidato com o segundo menor índice de rejeição, mas aparece em último em todos os cenários utilizados. “Existe uma forte articulação dentro e fora do PSDB a favor de uma candidatura do Geraldo Alckmin”, diz Roman. A pesquisa traz ainda mais notícias negativas para o governador tucano, que sonha também em disputar o Planalto. Segundo o Atlas, o eleitor paulista gosta mais do desempenho do presidente Jair Bolsonaro do que do de Doria. Bolsonaro tem 40,9% de aprovação no Estado, contra 35,3% do tucano, enquanto 31,4% das pessoas consideram o desempenho do presidente ótimo ou bom —quase 20 pontos percentuais a frente de Doria. Por outro lado, menos da metade considera o Governo estadual ruim ou péssimo, ao mesmo tempo em que 55,5% dos entrevistados classificam o Governo federal com os mesmos adjetivos. A comparação é válida uma vez que Doria e Bolsonaro rivalizaram posturas no combate à pandemia de covid-19 desde o ano passado. Enquanto o governador adotou medidas restritivas, defendeu publicamente as medidas sugeridas pela ciência e foi o primeiro a adquirir vacinas no país, o presidente optou por criticar o isolamento social, menosprezar a doença e criticar a vacina escolhida por Doria por ser oriunda da China. Os índices se mostraram negativos para o tucano não só pela perda de espaço no cenário estadual, como também visando uma possível disputa pela Presidência, uma vez que é uma espécie de pré-requisito para um presidenciável ter força em seu Estado natal. No entanto, o Atlas também mostra que a rejeição a Doria não tem relação direta com as restrições impostas pelo Governo durante a pandemia em São Paulo. No estudo, 56,2% dos entrevistados disseram concordar com as medidas de contenção adotadas pela equipe de Doria. Além disso, 40,8% opinaram que as regras a favor do isolamento social deveriam ser ampliadas, contra 30,3% que disseram que as mesmas deveriam ser relaxadas. O Atlas entrevistou 1.050 pessoas em São Paulo entre os dias 7 e 11 de maio de 2021, todas feitas por meio de questionários aleatórios via internet. As respostas são calibradas por um algoritmo de acordo com as características da população paulista. https://brasil.elpais.com/brasil/2021-05-12/com-boulos-ou-haddad-candidatura-unica-da-esquerda-lideraria-disputa-por-governo-de-sao-paulo.html?ssm=whatsapp
  17. https://www.poder360.com.br/poderdata/so-lula-e-huck-venceriam-bolsonaro-no-2o-turno/
  18. Que as opiniões dos críticos e colunistas de TV sempre geraram debates é um fato inegável, mas acontece que ultimamente..... Flávio Ricco Um dos colunistas mais famosos se tornou assessor de imprensa da Record e a coluna que se tornou famosa por trazer infos exclusivas está cada dia mais requentada. Daniel Castro O dono do noticiasdatv cada vez mais capricha pra se tornar o concorrente número 1 do TV Foco, com manchetes sensacionalistas e ataques a Globo dando a entender que a empresa vai falir, encontrou na receita simples pra aumentar cliques e se entregou de vez. Ricardo Feltrin O sempre respeitado crítico gera cada vez mais debates com suas colunas, notícias que muitas vezes a gente sabe que é só chuta e opiniões que com certeza não definem a realidade com sua última coluna onde tenta desmerecer a transmissão da F1 na Band. Outros. Alguns nomes do meio nunca tiveram credibilidade ou hoje em dia ainda vive das glórias do passado, citei só os 3 na pesquisa que são hoje em dia, para quem acompanha, os casos que mais chama atenção, mas sera que podemos Patrícia Kogut ou Stycer? Dêem a opinião de vocês....
  19. Ainda faltam 70 dias para as eleições municipais, que este ano foi remarcada para 15 de novembro (1º turno), mas o retrato atual mostra um cenário favorável ao vice-prefeito e pré-candidato a prefeito Bruno Reis (DEM). Segundo estudo do Instituto Paraná Pesquisa divulgado ontem, ele é quem soma mais intenções de votos em dois cenários estimulados, com aproximadamente o dobro de pontos percentuais que o segundo colocado em ambos; é, entre os pré-candidatos melhor posicionados o que tem menor rejeição, sendo que todos os adversários apresentam índices superiores a 50%; e, ainda, o que tem o melhor cabo eleitoral, o prefeito de Salvador ACM Neto, cuja administração é aprovada por 83,3% dos eleitores. Para completar, ele é o segundo mais lembrado na pesquisa espontânea – quando o eleitor cita o primeiro nome que vêm à cabeça pois não recebe ficha com as indicações dos candidatos – alcançando 8,8%. Na frente dele está justamente ACM Neto, com 17,1%. A pesquisa espontânea é um termômetro para medir a consolidação do voto. Quanto mais o nome do político é lembrado espontaneamente, maior é a consolidação de seu eleitorado. A espontânea aponta que 69,8% dos eleitores ainda não têm candidato definido: 58,5% responderam não saber, e outros 11,3% disseram 'Ninguém'. Na fotografia do momento, o principal adversário de Bruno Reis é o deputado federal Sargento Isidório (Avante) – 1,2% na espontânea e 15,5% e 19,5% nas estimuladas – seguido, a depender do cenário, pela deputada federal Lídice da Mata (PSB), pela deputada estadual Olívia Santana (PCdoB), pela PM Major Denice (PT), pelo deputado federal João Carlos Bacelar, pelo deputado estadual Hilton Coelho (PSOL) (ver gráfico). À exceção do PSOL, todos os demais partidos estão na base do governador Rui Costa, que pode influenciar o voto dos eleitores, pois sua administração é aprovada por 80,1% dos eleitores O que parece ser bom, pode não sê-lo. São muitos candidatos disputando o mesmo apoio enquanto a base do prefeito tem apenas um concorrente. Bruno Reis, inclusive, cresce tanto quanto Isidório – cerca 4 pontos – no cenário sem a participação de Lídice da Mata. Potencial Os números da Paraná Pesquisa apontam que o vice-prefeito também é o candidato com maior potencial de crescimento. 38,3% disseram que podem votar nele (20,7% garantiram que vão votar com certeza; 28,8% que não votariam de jeito nenhum, 9% que não conhece o suficiente e 3,2% não sabe ou não opinou). A rejeição (não votar de jeito nenhum) indica até onde o candidato pode subir, no caso Bruno Reis, ele pode chegar a 71,2% por esse critério. Seus principais adversários, além de terem percentuais menores de votos consolidados (votar com certeza), apresentam possibilidade de teto maior que 50%. As rejeições de Lídice (8,5% de votaria com certeza) , Major Denice (2%) e Sargento. Isidório (10,1%) são, respectivamente, 58,5%, 54,8% e 52,4%. O índice de desconhecimento, outro indicador que mostra o potencial de crescimento do candidato – que pode conquistar votos à medida que o eleitor passar a conhecê-lo – do vice-prefeito (9%) só não é maior que o de Major Denice (16%). Lídice da Mata, que foi prefeita na década de 90, só é desconhecida por 1,1% do eleitorado; e Isidório é desconhecido por 1% dos eleitores. Em um dos cenários analisados – o de menor número de candidatos, que excluiu os nomes de Lídice, João Carlos Bacelar, Celsinho Cotrim e Eleusa Coronel – A distância entre o percentual de votos declarados a Bruno Reis e a soma de todos os adversários é de 4 pontos. Essa diferença sobe para 12,9 no cenário com mais concorrentes. Em ambos os casos, a conta exclui as opções 'Nenhum' e 'Não Sei', que em uma aproximação com a realidade seriam considerados como votos inválidos. Quando a soma dos pontos percentuais de votos do líder das pesquisas é maior que a soma das intenções de escolha para os adversários há uma possibilidade de vitória em primeiro turno. Avaliação de governos O cenário eleitoral deste momento apresenta ainda uma melhora nas avaliações dos governos do prefeito ACM Neto (DEM), do governador Rui Costa (PT) e do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). A aprovação da gestão de ACM Neto subiu de 78,5% em maio para 83,3% em setembro. A desaprovação caiu de 18,2% para 13,4%. Já a aprovação da administração de Rui Costa foi de 77% em maio para 80,1% neste mês. A desaprovação recuou de 18,8% para 16,5%. A aprovação da gestão do presidente Bolsonaro variou de 26,2% para 32,1%; e a desaprovação caiu de 70,4% para 64,3% entre maio e setembro. Confira todos os números da pesquisa: ESTIMULADA CENÁRIO 1 Bruno Reis 34,9% Sargento Isidório 15,5% Lídice da Mata 12,9% Nenhum 12,7% Não sabe 4,6% Olívia Santana 4,5% Major Denice 4,1% João Carlos Bacelar 4,0% Cezar Leite 2,7% Hilton Coelho 2,7% Celsinho Cotrim 0,9% Eleusa Coronel 0,5% ESTIMULADA CENÁRIO 2 Bruno Reis 38% Sargento Isidório 19,5% Nenhum 14,8% Olívia Santana 8,7% Major Denice 5,4% Não sabe 5,2% Hilton Coelho 4,5% Cezar leite 3,9% ESPONTÂNEA Não sabe 58,5% Ninguém 11,3% ACM Neto 17,1% Bruno Reis 8,8% Sargento Isidório 1,2% Major Denice 0,9% Olívia Santana 0,6% Cezar Leite 0,4% João Carlos Bacelar 0,4% Lídice da Mata 0,4% Outros 0,5% Rejeição Lídice da Mata 58,5% Major Denice 54,8% Sargento Isidório 52,4% Bruno Reis 28,8% Avaliação Administração do prefeito ACM Neto (estimulada) Aprova 83,3% Desaprova 13,4% Não sabe ou não opinou 3,3% Avaliação da administração do governador Rui Costa (estimulada) Aprova 80,1% Desaprova 16,5% Não sabe ou não opinou 3,4% Avaliação da administração do presidente Jair Bolsonaro (estimulada) Aprova 32,1% Desaprova 64,3% Não sabe ou não opinou 3,7% Fonte: Paraná Pesquisas Registro TSE: BA-04421/2020 Margem de erro: 3,5% para mais ou para menos Índice de confiança: 95% Entrevistas - 820 eleitores com 16 anos ou mais realizadas entre os dias 29/8 e 2/9 Correio 24 Horas
  20. "O Paraná Pesquisa divulgou o levantamento sobre a intenção de voto para as eleições municipais em Niterói (RJ), nesta quinta-feira (3). A pesquisa apresentou dois cenários estimulados aos entrevistados, ou seja, quando os pesquisadores citam o nome de possíveis candidatos. Axel Grael (PDT) aparece na liderança nos dois cenários. Já na pesquisa espontânea, os entrevistados citam os nomes dos candidatos sem a interferência dos pesquisadores. No levantamento espontâneo feito pelo Paraná Pesquisas, Rodrigo Neves (PDT) foi mais citado. Porém, o atual prefeito de Niterói não pode tentar a reeleição, pois está no cargo há dois mandatos consecutivos." Cenário 1 24,9% Axel Grael (PDT) 21,6% Felipe Peixoto (PSD) 8,0% Bruno Lessa (DEM) 6,8% Flávio Serafini (PSOL) 2,3% Juliana Benicio (Novo) 2,0% Antonio Rayol (Podemos) 2,0% Delegado Deuler da Rocha (PSL) 9,0% Não sabe 23,5% Nenhum Cenário 2 29,1% Axel Grael (PDT) 13,4% Bruno Lessa (DEM) 9,1% Flávio Serafini (PSOL) 3,9% Juliana Benicio (Novo) 3,8% Delegado Deuler da Rocha (PSL) 2,4% Antonio Rayol (Podemos) 11,1% Não sabe 27,3% Nenhum " Espontânea 8,8% Rodrigo Neves (PDT) 6,9% Axel Grael (PDT) 2,0% Felipe Peixoto (PSD) 1,3% Antonio Rayol (Podemos) 1,1% Flávio Serafini (PSOL) 0,8% Bruno Lessa (DEM) 0,3% Comte Bittencourt 1,3% Outros nomes citados 63,6% Não sabe 14,1% Ninguém Metodologia: 800 pessoas foram entrevistadas pelo Paraná Pesquisas. Entre os dias 29 de agosto a 02 de setembro de 2020. Confiança: 95%. Margem de erro: 3,5%. Registro no TSE RJ- 05322/2020." Gazeta do Povo / Paraná Pesquisas
  21. A primeira pesquisa eleitoral para a Prefeitura de Curitiba foi divulgada nesta sexta-feira (28) e traz o atual prefeito, Rafael Greca (DEM), bem à frente dos demais candidatos. A pesquisa foi feita pelo Instituto Ágili Pesquisas e Marketing, entre os dias 11 e 15 de julho de 2020, e publicada pelo site da Gazeta do Povo. Cenário 1 Rafael Greca (DEM): 38,11% Gustavo Fruet (PDT): 9,29% Ney Levrevost (PSD): 6,30% Delegado Francischini (PSL): 6,14% Luciano Ducci (PSB): 3,78% Christiane Yared (PL): 3,15% Luizão Goulart (Republicanos): 2,05% Dr. João Guilherme (Novo) 1,89% Professor Renato Mocellin (PV): 1,57% João Arruda (MDB): 1,26% Cida Borghetti (PP): 1,10% Paulo Opuszka (PT): 0,63% Caroline Arns (Podemos): 0,31% Nenhum: 17,48% Não Sabe/NR: 6,93% Cenário 2 Rafael Greca (DEM): 41,89% Gustavo Fruet (PDT): 11,02% Delegado Francischini (PSL): 8,03% João Arruda (MDB): 2,36% Dr. João Guilherme (Novo): 2,36% Cida Borghetti (PP): 2,20% Professor Renato Mocellin (PV): 1,89% Caroline Arns (Podemos): 0,79% Paulo Opuszka (PT): 0,63% Nenhum: 20,16% Não Sabe/NR: 8,66% O intervalo de confiança da pesquisa é de 95% e a margem de erro de 3,9 ponts porcentuais, para mais ou para menos. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número PR-07643/2020.
  22. O governo do presidente Jair Bolsonaro é aprovado por 50% dos brasileiros que receberam ou aguardam receber o auxílio emergencial. É o que mostra pesquisa PoderData, realizada de 31 de agosto a 2 de setembro. Houve queda de 5 pontos percentuais em relação ao levantamento anterior, feito de 17 a 19 de agosto. Agora a taxa de aprovação da administração federal entre os beneficiários do programa de socorro financeiro está igual à da população em geral. A desaprovação entre quem recebe o auxílio está em 40% –oscilação dentro da margem de erro de 2 pontos percentuais. O governo assinou nesta 5ª feira (3.set.2020) uma medida provisória que prorroga o auxílio emergencial: mais 4 parcelas de R$ 300. O valor atual é de R$ 600. O anúncio da extensão do benefício foi feito na 3ª feira (1º.set.2020), quando a pesquisa estava sendo realizada. O valor liberado inicialmente pelo governo para o pagamento da 6ª parcela do auxílio é de R$ 67,6 bilhões. Deve começar a chegar aos beneficiários ainda neste mês. No total, segundo a Caixa Econômica Federal, R$ 186,9 bilhões já foram creditados. A pesquisa foi realizada pelo PoderData, divisão de estudos estatísticos do Poder360. A divulgação do levantamento é realizada em parceria editorial com o Grupo Bandeirantes. Os dados foram coletados de 31 de agosto a 2 de setembro, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 2.500 entrevistas em 509 municípios, nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. Saiba mais sobre a metodologia lendo este texto. O levantamento mostra ainda que a aprovação do governo entre as pessoas que tentaram ter direito ao benefício, mas tiveram o cadastro recusado caiu 6 pontos percentuais em duas semanas. Passou de 52% para 46%. Entre os não aptos a receber o auxílio emergencial por não se enquadrar nos critérios definidos, 50% aprovam a administração federal. AUXÍLIO X TRABALHO DE BOLSONARO O PoderData também perguntou aos entrevistados sobre o trabalho individual do presidente. Bolsonaro é bem avaliado (“ótimo” e “bom”) por 36% dos beneficiários do auxílio emergencial. O percentual oscilou dentro da margem de erro em duas semanas (era de 40% na pesquisa anterior). A média nacional de aprovação do trabalho de Bolsonaro é de 39%. A parcela de beneficiários do programa que avaliam o desempenho do presidente como “ruim” ou “péssimo” é de 33%. No levantamento anterior, eram 30%. AUXÍLIO EMERGENCIAL O PoderData mostra ainda que quase metade dos brasileiros já recebeu ou está para receber o auxílio: 35% receberam ao menos uma das parcelas, e 10% aguardam o pagamento. Representam 45% da população com 16 anos ou mais. Aqueles que tentaram, mas não conseguiram o benefício representam 11% da população. Outros 39% declararam não estar aptos a receber os pagamentos do governo. O auxílio emergencial foi criado para mitigar os efeitos da crise econômica causada pela pandemia da covid-19 –doença respiratória provocada pelo novo coronavírus. Com o isolamento social, milhões de brasileiros ficaram sem trabalhar. A intenção era fazer 3 pagamentos de R$ 600 cada 1. Com a continuidade da pandemia no país, o governo prorrogou o benefício com mais duas parcelas. Agora, com a nova prorrogação, haverá mais 4 parcelas, só que com o valor de R$ 300. De acordo com a Caixa Econômica Federal, até agora 67,2 milhões de pessoas receberam o dinheiro. O governo já liberou R$ 186,9 bilhões aos beneficiários. Não há nada parecido na história recente do país em termos de assistência social tão abrangente. PoderData / Poder360
  23. Um estudo encomendado pela direção nacional do Partido Democrático Trabalhista (PDT) para o pleito majoritário de 2020 no Recife coloca o deputado federal e pré-candidato a prefeito no Recife Túlio Gadêlha em 5º lugar nas intenções de voto. Gadêlha aparece com 8,6% na pesquisa estimulada. Ele fica atrás de Marília Arraes (PT), que tem 19,9%; Mendonça Filho (DEM), com 13,5%; Daniel Coelho (Cidadania), 13,4%; e João Campos (PSB), que aparece com 10,3%. O partido divulgou a pesquisa na última sexta-feira (28). De acordo com o PDT, Túlio já cresce significativamente se comparado a primeira pesquisa feita em Julho, também a pedido do partido. As estimativas foram encomendadas para avaliação interna e, por isso, não chegaram a ser registradas junto ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE). No cenário com o apoio do presidenciável Ciro Gomes, o prefeiturável pedetista chega a 13,6%, ficando em terceiro lugar. “Os cenários apresentados mostram que o PDT reúne condições reais de ter uma candidatura própria no Recife. Desempenho que não é visto no nosso partido desde 1985, quando João Coelho disputou nas primeiras eleições diretas nas capitais do Brasil”, comentou Gadêlha. A amostra ainda avalia um cenário com a presença da ex-vereadora Isabella de Roldão, que também se colocou como pré-candidata pelo PDT na capital pernambucana. Quando Túlio é substituído por Isabella, o desempenho da legenda é inferior. A pré-candidatura do PDT cai de 8,6% para 1,1%, ficando em penúltimo lugar. “Estamos recebendo apoio desde o início do ano passado por parte do nosso presidente nacional, Carlos Lupi, de Ciro e de uma turma que tem pensado na construção de um plano de governo eficiente conosco”, disse Túlio Gadêlha. “A gente tem a missão de resgatar a autoestima do povo recifense. Dar agilidade, eficiência e prestar um serviço de qualidade ouvindo as pessoas. Falta escuta, falta cuidado com a cidade. Vamos mostrar que é possível construir uma gestão participativa capaz de reduzir as desigualdades”, continua. A pesquisa de opinião feita pela Datamétrica foi realizada com os eleitores recifenses no dia 20 de agosto e teve uma amostra baseada em 600 entrevistas. A margem de erro é de 4%. O estudo foi registrado no TRE, com o número PE-08168/2020, no dia 23 de agosto. https://www.diariodepernambuco.com.br/noticia/politica/2020/08/pesquisa-do-pdt-coloca-tulio-em-5-nas-intencoes-de-voto-para-o-recife.html
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