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  1. Pesquisa Index/Voto aponta Sartori em 1º para governo do RS; Rossetto e Jorge tecnicamente empatados em 2º O governador José Ivo Sartori (MDB) aparece liderando com 24,1% dos votos a pesquisa do Instituto Index, divulgada neste domingo (29) pela Revista Voto, a respeito das eleições para o governo do Rio Grande do Sul. Ele é seguido por Miguel Rossetto (PT), com 11,3%, e Jairo Jorge (PDT), 10,4%. Na sequência, aparecem Eduardo Leite (PSDB), 6,4%, Roberto Robaina (PSOL), 2,9%, Abigail Pereira (PCdoB), 2,5%, Luiz Carlos Heinze (PP), 1,6%, e Mateus Bandeira (Novo), 0,3%. Outras 30,7% disseram não saber em quem vão votar, 8,3% branco/nulo e 1,6% não responderam. A pesquisa ainda mensurou a rejeição dos candidatos, apontando que Sartori é o candidato que a maior parte dos entrevistados não votaria de jeito nenhum, 28%. Ele é seguido por Rossetto, 9,2%, Abigail Pereira, 8,7%, Leite, 7%, Jorge, 4,6%, Bandeira e Robaina, 3,4%, e Heinze, 3,3%. O Index ouviu 1.217 pessoas entre os dias 16 e 21 de julho em 30 municípios do Estado. A pesquisa tem margem de erro de 2,9% para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%, e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número RS-00264/2018. https://www.sul21.com.br/zona-eleitoral/2018/07/pesquisa-indexvoto-aponta-sartori-em-1-para-governo-do-rs-rossetto-e-jorge-tecnicamente-empatados-em-2/
  2. Nas páginas seguintes, VEJA apresenta os resultados de uma pesquisa realizada pelo Ideia Big Data, que ouviu 2 036 eleitores em todo o país entre 20 e 23 de julho. Há dois fenômenos na massa de números. O primeiro mostra que o ex-presidente Lula continua com uma força eleitoral extraordinária. Além de liderar a pesquisa mesmo na cadeia — tem 29% dos votos —, Lula poderá indicar qualquer nome em seu lugar, e seu poste já começa a disputa com 9%, um índice que, dada a enorme fragmentação de candidatos, é bastante competitivo. O segundo fenômeno é Jair Bolsonaro, o candidato que não tem partido grande, nem aliados fortes, nem dinheiro, nem tempo de TV, mas permanece firme e forte — e ainda apresenta um leve crescimento na intenção de voto espontânea, um indicador que demonstra o bom nível de convicção do seu eleitorado. (Arte/VEJA) O peso de Lula na eleição não é exatamente uma novidade, ainda que possa surpreender num pleito em que a corrupção aparece como um dos temas mais caros ao eleitorado nacional, mas a solidez crescente de Bolsonaro, essa sim, põe o país diante de um novo desafio. Bolsonaro é um político profissional — está na área há trinta anos e exerce seu sétimo mandato como deputado federal — com uma atuação singularmente inexpressiva. Esteve, nesses anos todos, perdido no baixo clero do Congresso, e só se destacava, de vez em quando, por declarações em que fazia questão de mostrar­-se duro ou debochado com gays, negros, mulheres, imigrantes e tudo o que diz respeito a direitos humanos. Nesse aspecto, a eleição de Bolsonaro seria um enorme retrocesso. Talvez sua característica mais desanimadora seja ter construído uma carreira política defendendo ideias econômicas que agora insinua renegar. Bolsonaro sempre foi um estadista, simpático ao protecionismo comercial, desconfiado do capital estrangeiro. Agora, sob a orientação do economista Paulo Guedes, seu assessor econômico e futuro ministro da Fazenda em caso de vitória, ele tenta apresentar-se como outro. Fala em privatização e até defende uma reforma da Previdência, da qual era contra, mas foge do debate econômico. Diz que não entende do assunto, que se cercará dos melhores nomes — algum candidato diz que se cercará dos piores? — e encerra a questão. Nesse aspecto, a eleição de Bolsonaro seria uma incógnita. Sendo um retrocesso na área de comportamento e uma incógnita no campo econômico, Bolsonaro é uma ameaça real e crescente. Seu eleitorado — o grosso nascido depois de 1985, já na democracia — ainda consiste em uma porção minoritária da população. Nada menos que 43% dos brasileiros, diz a pesquisa do Ideia Big Data, ainda não têm candidato. O futuro do país está nas mãos deles. https://veja.abril.com.br/revista-veja/a-ameaca-e-real/
  3. Não consigo copiar a matéria pelo celular pq da algum erro. IBOV tava subindo quase 1% e dolar caindo, segundos alguns "investidores" é por causa dessa pesquisa.
  4. Uma nova pesquisa Vox Populi encomendada pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), realizada entre 18 e 20 de julho, aponta que o ex-presidente Lula mantém uma confortável dianteira caso possa concorrer ao Planalto. De acordo com o renomado instituto, que não mediu cenários sem o ex-presidente, o petista tem 41% das intenções de voto, uma margem que seria suficiente para lhe render uma vitória no primeiro turno. Em maio, o Vox Populi indicava que Lula tinha 39% da preferência do eleitorado. Como a margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, é possível afirmar que seu eleitorado permanece estável. Lula terá de travar uma batalha judicial para ser candidato. Em tese, ele é inelegível com base na Lei da Ficha Limpa, por ter sido condenado em segunda instância pelo caso do tríplex. O PT pretende registrar sua candidatura em 15 de agosto e tentar viabilizá-la no Tribunal Superior Eleitoral e no Supremo Tribunal Federal. Outros candidatos também variaram entre os dois levantamentos do instituto, mas sempre dentro da margem de erro. Jair Bolsonaro, do PSL, têm 12%, mesma porcentagem de maio. Ciro Gomes, do PDT, passou de 4% para 5%. Marina Silva, da Rede, caiu de 6% para 4%. Geraldo Alckmin, do PSDB, foi de 3% a 4%. Álvaro Dias, do Podemos, passou de 2% para 1%. A pesquisa indica que Lula têm a preferência de quase 60% do eleitorado no Nordeste. Entre os que ganham até dois salários mínimos, ele registra 49%. O levantamento indica um melhora de Lula junto ao eleitorado que ganha mais de cinco salários mínimos: ele saltou de 23% para 29% da preferência nessa faixa de renda. O instituto mediu que 40% dos eleitores já estão decididos em relação a seu voto. Outros 23% estão quase decididos, 19% ainda não se decidiram e 16% não tem nada decidido. https://www.cartacapital.com.br/politica/cut-vox-populi-lula-tem-41-e-venceria-no-primeiro-turno
  5. PRESIDENTE Lula (PT) - 66% Jair Bolsonaro (PSL) - 13% Marina Silva (REDE) - 6% Ciro Gomes (PDT) - 4% Geraldo Alckmin (PSDB) - 2% Álvaro Dias (PODE) - 1% Guilherme Boulos (PSOL) - 0% Manuela D'Ávila (PCdoB) - 0% Brancos/Nulos - 6% Não Sabem - 2% GOVERNADOR Flávio Dino (PCdoB) - 60% Roseana Sarney (MDB) - 31% Maura Jorge (PSL) - 4% Roberto Rocha (PSDB) - 3% Ricardo Murad (PRP) - 2% Ramon Zapata (PSTU) - 0% Ovídio Neto (PSOL) - 0% AVALIAÇÃO DO GOVERNO FLÁVIO DINO Aprovam - 62% Desaprovam - 33% Não Sabem - 5% fonte: JP/Instituto Exata. A pesquisa foi feita de 15 a 20 de julho. Foram entrevistadas 1.404 pessoas de todas as regiões do Maranhão. O levantamento está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o nº MA-06768/2018. A margem de erro é de 3,2 pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. O método utilizado foi pesquisa face a face.
  6. Pesquisa Ibope/Tribuna do Norte, divulgada hoje, ao meio dia. O Ibope ouviu 812 eleitores, entre os últimos dias 14 e 17. A pesquisa tem 95% de confiabilidade e 3 pontos percentuais de erros, para mais ou para menos. Vamos aos números: Governo (estimulada) Fátima Bezerra (PT) - 31% Carlos Eduardo (PDT) - 15% Robinson Faria (PSD) - 9% Carlos Alberto (PSOL) - 4% Fábio Dantas (PSB) - 3% Freitas Júnior (Rede) - 2% Segundo turno Fátima (PT) - 47% x 27% Carlos Eduardo (PDT) Fátima (PT) - 52% x 16% Robinson Faria (PSD) Carlos Eduardo (PDT) - 42% x 17% Robinson Faria (PSD) Rejeição Robinson Faria (PSD) - 54% Freitas Júnior (Rede) - 21% Carlos Eduardo (PDT) - 19% Fábio Dantas (PSB) - 18% Carlos Alberto (PSOL) - 15% Fátima Bezerra (PT) - 14% Fonte e pesquisa mais detalhada: http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/pesquisa-mostra-fa-tima-pt-em-1ao-carlos-eduardo-pdt-em-2ao-e-robinson-psd-em-3ao/419109 Senado (estimulado na soma das duas opções) Garibaldi Alves (PMDB) - 24% Geraldo Melo (PSDB) - 22% Capitão Styvenson (sem partido) - 19% Zenaide Maia (PHS) - 18% Antônio Jácome (Podemos) - 12% Alexandre Motta (PT) - 7% Professor Lailson (PSOL) - 7% Magnólia Figueiredo (Solidariedade) - 6% Joanilson de Paula (PSDC) - 2% Fonte e pesquisa mais detalhada: http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/pesquisa-para-senado-tem-garibaldi-em-1ao-e-disputa-acirrada/419110 Presidência Primeiro cenário Lula (PT) - 56% Bolsonaro (PSL) - 11% Ciro Gomes (PDT) - 6% Marina Silva (Rede) - 5% Álvaro Dias (Podemos) - 1% Geraldo Alckmin (PSDB) - 1% Rodrigo Maia (DEM) - 1% Outros com menos de 1% - 2% Segundo cenário (sem o ex-presidente Lula) Ciro Gomes (PDT) - 14% Marina Silva (Rede) - 14% Bolsonaro (PSL) - 12% Álvaro Dias (Podemos) - 3% Geraldo Alckmin (PSDB) - 3% Rodrigo Maia (DEM) - 2% Aldo Rebelo (Podemos) - 1% Manuela D'Ávila (PC do B) - 1% Valéria Monteiro (PMN) - 1% Outros com menos de 1% - 3% Rejeição Bolsonaro (PSL) - 35% Geraldo Alckmin (PSDB) - 23% Ciro Gomes (PDT) - 22 Marina Silva (Rede) - 19% Henrique Meirelles (PMDB) - 15% Lula (PT) - 15% Rodrigo Maia (DEM) - 15% Álvaro Dias (Podemos) - 12% Levy Fidelix (PRTB) - 11% Fernando Haddad (PT) - 10% João Amôedo (Novo) - 10% Fonte e pesquisa mais detalhada: http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/lula-tem-56-por-cento-de-intena-a-es-de-voto-no-rn-sem-ele-marina-e-ciro-empatam/419111
  7. 18.07.2018 | 09h18 Bolsonaro e Alckmin seguem na frente em SP O deputado Jair Bolsonaro, pré-candidato pelo PSL, mantém a liderança na corrida presidencial em São Paulo, com ou sem a participação de Lula. Segundo a sondagem mais recente da Paraná Pesquisas*, divulgada nesta quarta-feira, 18, não houve grandes alterações nos índices dos pré-candidatos em relação ao levantamento de junho. No cenário sem Lula, JB subiu 0,9 ponto percentual nas intenções de voto no Estado, de 21,4% para 22,3%, e Geraldo Alckmin, o segundo colocado, passou de 18,4% para 19%. Marina caiu de 11,7% para 10,4%; Ciro, de 8,3% para 8,1%, e Fernando Haddad, de 5,1% para 4%. Alvaro Dias subiu de 3.9% para 4,5% das preferências. Com Lula na disputa, também houve poucas mudanças. JB e Lula permaneceram empatados, agora com 21,1% e 21%, respectivamente, e Alckmin, passou de 16,7% para 16,4%. A pesquisa ouviu 2 mil eleitores, de 12 a 17 de julho, em 84 municípios paulistas. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. / J.F. * A pesquisa foi registrada no TSE sob o n.º BR-08361/2018. http://br18.com.br/bolsonaro-e-alckmin-seguem-na-frente-em-sp/
  8. CENÁRIO 1 Lula (PT) - 66% Jair Bolsonaro (PSL) - 8% Marina Silva (Rede) - 4% Ciro Gomes (PDT) - 2% Geraldo Alckmin (PSDB) - 2% Levy Fidelix (PRTB) - 1% Alvaro Dias (Pode) - 1% Demais candidatos somados - 2% brancos e nulos - 7% não soube ou não respondeu - 7% CENÁRIO 2 Marina Silva (Rede) - 10% Jair Bolsonaro (PSL) - 9% Ciro Gomes (PDT) - 9% Geraldo Alckmin (PSDB) - 4% Henrique Meirelles (MDB) - 2% Fernando Haddad (PT) - 1% Demais candidatos somados - 3% brancos e nulos - 36% não soube ou não respondeu - 26% GOVERNO Wellington Dias (PT) - 48% Luciano Nunes (PSDB) - 7% Elmano Férrer (Pode) - 5% Valter Alencar (PSC) - 2% Fábio Sérvio (PSL) - 1% Romualdo Sena (PSDC) - 1% Irmã Graça (Rede) - 1% Luciane Santos (PSTU) - 0% Sueli Rodrigues (Psol) - 0% não sabe/não respondeu - 16% branco/nulo - 19% SENADO *pode ser escolhido mais de 1 candidato Wilson Martins (PSB) - 21% Dr. Pessoa (SD) - 16% Frank Aguiar (PRB) - 15% Ciro Nogueira (PP) - 14% Roberto Rios (DEM) - 7% Regina Souza (PT) - 6% Júlio César (PSD) - 5% Elizeu Aguiar (PSL) - 2% Antonio José Lira (PSC) - 2% Gustavo Henrique (PSC) - 2% Joaquim Saraiva (PSDC) - 1% Florentino Filho (PV) - 1% Quem Quem (Avante) - 1% Paulo Henrique (Rede) - 1% Marcus Vinicius (PTC) - 1% Jesus Rodrigues (Psol) - 1% Telsírio Alencar (SD) - 1% nenhum/branco/nulo - 35% não sabe - 68% fonte: Instituto Opinar
  9. GOVERNO João Doria (PSDB) - 18% Paulo Skaf (MDB) - 16% Márcio França (PSB) - 9% Luiz Marinho (PT) - 3% Professora Lisete Arelaro (Psol) - 3% Rodrigo Tavares (PRTB) - 2% Rogerio Chequer (Novo) - 2% Claudio Fernando (PMN) - 1% Alexandre Zeitune (Rede) - 1% ninguém/nenhum/branco/nulo - 33% não sabem - 12% SENADO Eduardo Suplicy (PT) - 29% Marta Suplicy (MDB) - 23% José Luiz Datena (DEM)* - 22% Mario Covas Neto (Podemos) - 14% Major Olimpio (PSL) - 10% José Aníbal (PSDB) - 6% Ricardo Tripoli (PSDB) - 5% Jilmar Tatto (PT) - 3% Silvia Ferraro (Psol) - 2% Educador Daniel Cara (Psol) - 2% Joice Hasselmann (PSL) - 2% Cauê Macris (PSDB) - 1% Jair Andreoni (PRTB) - 1% Christian Lohbauer (Novo) - 0% ninguém/nenhum/branco/nulo - 50% não sabem - 15% não tem 2ª opção - 17% fonte: FLS Pesquisa em parceria com a VTV, afiliada do SBT. Margem de erro de 3 p. p.
  10. SÃO PAULO - A pesquisa DataPoder360, publicada hoje pelo site Poder360, mostrou que o deputado federal Jair Bolsonaro (PSL-RJ) segue na dianteira nas pesquisas de intenção de voto em cenários sem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, apesar de registrar variação negativa na comparação com o último levantamento, de maio. Enquanto isso, 5 candidatos aparecem embolados em segundo lugar, com leve vantagem para o pré-candidato do PDT, Ciro Gomes. O levantamento foi realizado de 25 a 29 de junho de 2018 com 5.500 eleitores em 229 cidades em todas as regiões do país. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O número de registro desta pesquisa na Justiça Eleitoral é BR-05297/2018. Nas simulações de primeiro turno apenas com os 6 candidatos mais competitivos, que têm 5% ou mais de intenção de voto nos últimos meses, Bolsonaro tem 21%, ante 25% em maio. Já Ciro conta com 13% dos votos, ante 12% da pesquisa anterior. O pré-candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, oscilou positivamente, passando de 6% das intenções de voto em maio para 7% no mês seguinte. O ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, cotado para ser o candidato do PT no lugar de Lula, tem 6% ante 8% em maio. Álvaro Dias (PODE-PR), oscilou negativamente de 6% em maio para 5% em junho. Nas simulações de primeiro turno com nomes de 15 pré-candidatos a presidente, os números são os seguintes: Bolsonaro tem 18% ante 21% em maio, Ciro aparece com 12% ante 11%, Marina se manteve em 7%, Alckmin oscilou de 6% para 7%, enquanto Haddad passou de 5% para 6% e Dias conta com 4% das intenções de voto em junho, ante 5% em maio. Manuela D’Ávila (PCdoB) se manteve com 2%, enquanto Fernando Collor (PTC), Henrique Meirelles (MDB), Rodrigo Maia (DEM) e Flávio Rocha (PRB) seguiram com 1%. Guilherme Afif (PSD), Guilherme Boulos (PSOL), João Amoêdo (NOVO) e Paulo Rabello de Castro (PSC) não pontuaram. No segundo turno, Bolsonaro venceria as quatro simulações feitas pelo instituto acima da margem de erro. Contra Ciro, o deputado conta com 36% das intenções de voto ante 26% do pré-candidato do PDT. Contra Marina, ele conta com os mesmos 36% ante 31% da ex-senadora. No embate com Alckmin, Bolsonaro tem 35% das intenções de voto ante 25% do tucano e, na disputa com Haddad, ele conta com 36% ante 23% do petista. Vale destacar também que o maior percentual da pesquisa é a taxa de “não voto”, de 40% a 42%, a depender do cenário testado, que dizem que votarão em branco ou nulo ou que estão indecisos ou não respondem. A pesquisa também aponta que, se Lula puder concorrer a presidente, 24% dizem que votariam nele com certeza, enquanto outros 11% afirmam que poderiam votar, levando o potencial de voto a 35%. Por outro lado, 62% dos eleitores declaram que não votariam nele de jeito nenhum. https://www.infomoney.com.br/mercados/politica/noticia/7502622/sem-lula-bolsonaro-vence-todos-cenarios-turno-mostra-pesquisa-taxa https://www.poder360.com.br/datapoder360/datapoder360-a-3-meses-da-eleicao-bolsonaro-e-lider-e-nao-voto-tem-42/
  11. SEGUNDO TURNO COMPLETO AQUI: http://noticias.band.uol.com.br/eleicoes/noticias/100000921168/ibope-confira-intencoes-de-voto-do-eleitor-paulista-para-governador.html
  12. Intenção de voto com lista - Cenário 1 Comparativo entre os cinco candidatos melhor colocado, por região geográfica Percentual dos respondentes (%) Total Norte/Centro-Oeste Nordeste Sudeste Sul Jair Bolsonaro 17% 19% 10% 19% 21% Marina Silva 13% 17% 16% 11% 6% Ciro Gomes 8% 8% 14% 5% 7% Geraldo Alckmin 6% 4% 4% 8% 4% Álvaro Dias 3% 3% 1% 2% 12% SULITOOOOOOO, cadê você numa hora dessas?
  13. Pesquisa Ibope para a corrida presidencial divulgada nesta quinta-feira (28) mostra, em um cenário sem a participação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o pré-candidato Jair Bolsonaro (PSL) com 17% das intenções de voto, seguido por Marina Silva (Rede) 13%. Eles estão tecnicamente empatados, no limite da margem de erro, que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. No cenário em que o nome de Lula foi testado, ele lidera a pesquisa com 33%(leia abaixo). Quando o nome do ex-presidente não pareceu, o Ibope testou o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT). Ainda no cenário sem Lula, Ciro Gomes (PDT) aparece com 8%, e Geraldo Alckmin (PSDB), com 6%, também empatados tecnicamente. Na quinta posição aparece Álvaro Dias (Podemos) com 3%, seguido pelo ex-presidente Fernando Collor (PTC), com 2%, e por Haddad, também com 2%. Collor anunciou a desistência da candidatura esta semana, quando a pesquisa já tinha sido realizada. Os outros nove pré-candidatos ficaram com 1% cada um: Manuela D'Ávila (PCdoB), Rodrigo Maia (DEM), Flávio Rocha (PRB), Guilherme Boulos (PSOL), Henrique Meirelles (MDB), João Amoêdo (Novo), João Goulart Filho (PPL), Levy Fidelix (PRTB). Os candidatos Aldo Rebelo (SDD), Paulo Rabello de Castro (PSC), Guilherme Afif (PSD) e Valéria Monteiro (PMN) não atingiram 1% das intenções de voto na pesquisa. Ao todo, 33% disseram que votariam em branco e nulo. Outros 8% disseram não saber ou não responderam. Lula lidera com 33% No cenário em que o ex-presidente Lula foi testado como o pré-candidato do PT, ele lidera com 33% das intenções de voto. Nesse cenário, Bolsonaro tem 15%, Marina, 7%, Ciro e Alckmin, 4%, e Álvaro Dias, 2%. Aparecem com 1% cada um os pré-candidatos João Amoedo, Manuela D'Ávila, Fernando Collor, Flávio Rocha, Levy Fidelix e João Goulart Filho. Lula foi condenado em segunda instância na Operação Lava Jato, hipótese que o enquadra na Lei da Ficha Limpa, o que, em tese, impediria sua candidatura. Essa análise deverá ser feita pela Justiça Eleitoral no momento do pedido de registro da candidatura, que tem prazo final em 15 de agosto. O PT tem afirmado até o momento que Lula é o candidato do partido. Esta foi a primeira vez que o Ibope realizou uma pesquisa de intenção de voto para as eleições presidenciais deste ano. O levantamento foi contratado pela CNI (Confederação Nacional da Indústria). A pesquisa feita entre os dias 21 e 24 de junho e entrevistou 2.000 pessoas em 128 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O levantamento foi registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o número BR-02265/2018. https://noticias.uol.com.br/politica/eleicoes/2018/noticias/2018/06/28/ibope-sem-lula-bolsonaro-tem-17-marina-13-ciro-8-e-alckmin-6.htm?utm_source=facebook&utm_medium=social-media&utm_campaign=noticias&utm_content=geral A pesquisa também avaliou a rejeição dos pré-candidatos. Jair Bolsonaro, com 32%, e Lula, com 31%, são os que têm maior rejeição. O ex-governador paulista Geraldo Alckmin tem 22% de rejeição, enquanto Marina Silva tem 18%. https://politica.estadao.com.br/noticias/eleicoes,pesquisa-ibope-mostra-bolsonaro-na-lideranca-com-17-dos-votos,70002373999
  14. Ipsos: desaprovação a Bolsonaro sobe a 64%; pior situação é a de Alckmin Depois de três meses de estabilidade, a desaprovação ao pré-candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) subiu de 60% para 64%, enquanto a aprovação caiu de 23% para 20%. Esta é a principal novidade da pesquisa Barômetro Político Estadão-Ipsos, que todos os meses analisa a opinião dos brasileiros sobre personalidades do mundo político e jurídico. Praticamente não houve mudanças nas taxas dos demais possíveis concorrentes ao Planalto. "Bolsonaro vem mantendo esse patamar de aprovação há um ano", disse Danilo Cersosimo, diretor do Ipsos. "É possível que seja um dado que confirme seu teto. O início da campanha eleitoral, após a Copa, vai testar a solidez dessa aprovação." Todos os presidenciáveis seguem com taxas altas de reprovação. O que aparece em pior situação é Geraldo Alckmin, do PSDB: 70% desaprovam seu desempenho, contra 18% de aprovação. Ciro Gomes (PDT) e Marina Silva (Rede) têm taxas de desaprovação de 65% e 63%, respectivamente, e estão empatados com Bolsonaro nesse quesito. Marina, porém, têm aprovação de 29%, cerca de dez pontos porcentuais acima desses dois . https://noticias.uol.com.br/politica/eleicoes/2018/noticias/agencia-estado/2018/06/23/ipsos-desaprovacao-a-bolsonaro-sobe-a-64-pior-situacao-e-a-de-alckmin.htm?cmpid=copiaecola
  15. Elecciones en México López Obrador roza la mayoría en el Congreso, según las encuestas El líder de Morena aumenta su ventaja en 23 puntos respecto a Anaya y su coalición podría obtener el control total de las dos cámaras A pocos días de la elección presidencial en México, la ventaja de Andrés Manuel López Obrador en las encuestas no deja de crecer y, al menos sobre el papel, se antoja definitiva. El tres veces candidato roza el 50% de los votos, según el último promedio de sondeos; ha aumentado su ventaja hasta los 23 puntos sobre Ricardo Anaya, que rondaría el 27%. José Antonio Meade se quedaría alrededor del 20%. Las miras se centran ahora en ver si el apoyo a López Obrador se traduce también en un respaldo a su partido, Morena y a su coalición con el ultraconservador Encuentro Social y el Partido del Trabajo, en el Congreso. En la medida en que López Obrador se ha ido consolidando como el puntero en las encuestas, su discurso ha virado hacia la necesidad de tener también el máximo apoyo en las dos cámaras –diputados y senadores-, para recabar todo el poder posible. De lograrlo, el golpe en el tablero político mexicano sería absoluto. De mantenerse la coalición firme después de la elección –hay dudas de que el conservador PES se sume a todas las decisiones de Morena-, López Obrador podría sacar adelante todas sus iniciativas. Los datos de los sondeos indican que el Movimiento de Regeneración Nacional (Morena) podría ser el más votado en los dos casos y que su coalición con Encuentro Social (PES) y el Partido del Trabajo (PT) podría conseguir la mayoría en las dos cámaras. El triunfo no solo sería para el partido de López Obrador; la formación ultraconservadora obtendría un apoyo sin precedentes en el Congreso mexicano, una irrupción que preocupa a los defensores de los derechos civiles ante un eventual retroceso en los mismos. López Obrador ha insistido en que el PES ha asumido el programa de Morena, pero no hay garantías de que, una vez en el poder, la alanza se mantenga. Las encuestas del voto para diputados colocan a Morena como el partido más votado, con cerca del 40% de votos, y la suma con PES y PT eleva sus apoyos hasta el 45% o 46%. ¿Cuántos diputados lograría la coalición con esos votos? Nuestra estimación, tomando en cuenta las particularidades del sistema electoral mexicano, dice que Morena, PT y PES rondarían los 260 escaños y podrían lograr una mayoría en la cámara (que consta de 500 miembros). Esta estimación, no obstante, es una aproximación y el resultado real podría desviarse. Por un lado tenemos que contar con la imprecisión típica de los sondeos, pero además se suman los efectos del sistema electoral, que no son fácilmente predecibles. La ley mexicana determina que 300 diputados se eligen en distritos uninominales por mayoría relativa. Eso suele dar ventaja al partido más votado porque introduce un sesgo mayoritario (el partido puntero puede ganar muchos distritos con un margen estrecho de votos). Conscientes de esto, las coaliciones se coordinan y en muchos distritos presentan un único candidato que aglutine todas sus fuerzas. Este sesgo mayoritario complica las predicciones de diputados porque es difícil anticipar su magnitud. No es ni constante ni lineal. En el cálculo anterior hemos asumido un efecto pequeño en favor de Morena y sus socios de coalición, pero si el efecto fuese mayor —como ha ocurrido en el pasado con las victorias del PRI—, la suma de Morena, PES y PT podría superar los 280 diputados. Los 200 diputados restantes se eligen con repartos proporcionales y son más fáciles de predecir, aunque el sistema electoral también introduce incertidumbres, como el mecanismo contra la sobrerrepresentación. Según lo establecido en el artículo 54 de la Constitución del país, ningún partido podrá tener más de 300 diputados ni un porcentaje de diputados mayor en ocho puntos a su porcentaje de votos. En 2012 y 2015, por ejemplo, el PRI superó el umbral de sobrerrepresentación y fue necesario restarle diputados y recalcular el reparto siguiendo la ley. Nuestros cálculos indican que Morena podría no superar ese límite, lo que de nuevo beneficia sus expectativas de escanos. La situación en el senado es similar. La suma de Morena, PT y PES ronda el 46% de votos en las encuestas, mientras que las coaliciones alrededor del PAN y del PRI suman el 33% y el 21% de los votos, respectivamente. En este caso el efecto mayoritario del sistema es menor —porque de los tres senadores que elige cada estado, hay uno que se reserva a la primera minoría. Aún así, la coalición alrededor de López Obrador tiene opciones para conseguir la mitad de los senadores y controlar la câmara. En definitiva, la coalición alrededor de López Obrador no tiene asegurado el control de las dos cámaras —porque las encuestas pueden estar sobrestimando sus fuerzas y porque podrían no ser competitivos en distritos uninominales—, pero tiene opciones reales de lograrlo. La elección presidencial A 10 días de que México celebre la mayor votación de su historia –más de 3.000 cargos públicos en juego-, todas las miras se centran en López Obrador. De acuerdo al modelo electoral de EL PAÍS, el líder de Morena tendría ahora un 95% de probabilidades de ser elegido presidente. Ricardo Anaya ganaría un 4% de las veces y José Antonio Meade menos del 1%. Para calcular esta predicción hacemos un promedio de encuestas y tenemos en cuenta su precisión histórica. La metodología que seguimos es la misma que usamos con elecciones en Francia, Reino Unido, España, o hace apenas dos semanas, Colombia. Nuestros análisis indican que el margen de error de los sondeos ronda ahora los 12 o 13 puntos. Por eso López Obrador es un favorito claro: porque sería raro —o infrecuente— ver un vuelco electoral que haga perder 20 puntos al candidato puntero. https://elpais.com/internacional/2018/06/20/mexico/1529493769_777639.html?id_externo_rsoc=TW_AM_CM
  16. Ex-governador, que antes nadava de braçada no estado, parece ter perdido o encanto com seus eleitores Ainda de acordo com o levantamento do Instituto Paraná, 58,5% dos paulistas não acham que o ex-governador Geraldo Alckmin merece ser presidente, pelas administrações que fez em São Paulo. Apenas 37,4% acreditam que o tucano merece o Planalto. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o n.º BR- 09235/2018. https://veja.abril.com.br/blog/radar/seis-em-cada-dez-paulistas-acham-que-alckmin-nao-merece-ser-presidente/
  17. Jair Bolsonaro segue liderando pesquisa de intenção de voto em São Paulo. O último levantamento feito pelo Instituto Paraná coloca o deputado como preferência de 21,4% dos paulistas. Em segundo, o ex-governador Geraldo Alckmin, com 18,4%. Caso Lula concorra, o que é improvável, ele terá cerca de 19,5% dos votos e Bolsonaro 20,6%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o n.º BR- 09235/2018. https://veja.abril.com.br/blog/radar/bolsonaro-segue-na-frente-em-sao-paulo/
  18. Infelizmente pelo q eu vejo aqui no estado eu não acho muito difícil de que esteja certa a pesquisa. Tchau RS Fui
  19. GOVERNADOR Wellington Dias (PT) - 50.00% Luciano Nunes (PSDB) - 6.75% Elmano Férrer (Podemos) - 5.73% Valter Alencar (PSC) - 0.83% Irmã Graça (Rede) - 0.46% Fábio Sérvio (PSL) - 0.37% Romualdo Sena (PRTB) - 0.37% Luciane Santos (PSTU) - 0.28% Nenhum/Branco/Nulo - 17.47% Não Sabe/Não Respondeu - 17.74% SENADOR (Em 200%) Wilson Martins (PSB) - 19.2% Frank Aguiar (PRB) - 17.1% Dr. Pessoa (SD) - 15.3% Ciro Nogueira (PP) - 11.9% Robert Rios (DEM) - 8.9% Regina Souza (PT) - 6.7% Antônio José Lira (PSL) - 2.8% Quem Quem (Avante) - 1.8% Elizeu Aguiar (PSL) - 0.8% Florentino Filho (PV) - 0.6% Joaquim Saraiva (PSDC) - 0.5% Jesus Rodrigues (PSOL) - 0.4% Telsírio Alencar (SD) - 0.2% Nenhum/Branco/Nulo - 40.6% Não Sabe/Não Respondeu - 73.2% Fonte: Opinar. Margem de erro de 2.7%
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