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  1. Pesquisa Múltipla Pesquisa e Consultoria - Governo PE - Cenário 1 - 28/8 a 1/9: H. Costa (PT): 16,6% R. Lyra (PSDB): 16,1% G. Júlio (PSB): 9,1% A. Ferreira (PL): 8,8% M. Coelho (MDB): 8,5% C. Tércio (PSC): 4,8% B/ N: 15,8% Indecisos: 14,8% Pesquisa Múltipla Pesquisa e Consultoria - Governo PE - Cenário 2 - 28/08 a 01/09: H. Costa (PT): 20,3% R. Lyra (PSDB): 16,7% A. Ferreira (PL): 10,5% M. Coelho (MDB): 10,1% C. Tércio (PSC): 5,1% B/ N: 17,3% Indecisos: 14,4% -Não Opinou: 5,6% Pesquisa Múltipla Pesquisa e Consultoria - Governo PE - Cenário 3 - 28/08 a 01/09: H. Costa (PT): 19% R. Lyra (PSDB): 16,3% A. Ferreira (PL): 10,5% M. Coelho (MDB): 9,8% C. Tércio (PSC): 5% J. Múcio (PSB): 2,2% B/ N: 17,3% Indecisos: 13,6% Não Opinou: 6,2% Pesquisa Múltipla Pesquisa e Consultoria - Governo PE - Cenário 4 - 28/08 a 01/09: M. Arraes (PT): 22,6% R. Lyra (PSDB): 14,4% A. Ferreira (PL): 9,3% M. Coelho (MDB): 8,5% G. Júlio (PSB): 8,4% C. Tércio (PSC): 4,7% Indecisos: 14,4% B/ N: 14,2% Não Opinou: 3,5% Pesquisa Múltipla Pesquisa e Consultoria - Presidência (Eleitores de Pernambuco) - Estimulada - 28/08 a 01/09: Lula: 63,7% Bolsonaro: 15% Ciro: 5,3% Dória: 1,1% Brancos/ Nulos: 8,9% Não opinaram: 1,2% https://www.blogdoalberesxavier.com/noticias/9636/pesquisa-de-intensao-de-votos-aponta-pt-na-lideranca-em-pernambuco
  2. CENÁRIO 1 Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 48% Jair Bolsonaro (sem partido): 23% Ciro Gomes (PDT): 8% João Doria (PSDB): 3% Luiz Henrique Mandetta (DEM): 3% Brancos / Nulos: 10% Não sabem / Não responderam: 4% Em relação à pesquisa anterior, de junho, Lula mantém 11 pontos percentuais a mais do que a soma de todos os seus possíveis adversários, o que o levaria a vencer no 1º turno se as eleições fossem hoje. CENÁRIO 2 Lula: 45% Bolsonaro: 22% Ciro Gomes: 6% Sergio Moro: 5% Datena: 3% João Doria: 2% Mandetta: 1% Rodrigo Pacheco: 1% Alessandro Vieira: 0% Simone Tebet: 0% Brancos/nulos: 9% Não sabe/não respondeu: 5% Neste cenário, Lula estaria no limite da margem de erro para vencer já no 1º turno se as eleições fossem hoje. O levantamento do Ipec foi feito de 16 a 20 de setembro e ouviu 2.002 pessoas em 141 municípios. A margem de erro é de 2 pontos para mais e para menos. O nível de confiança é de 95%. O Ipec foi criado por ex-executivos do Ibope Inteligência após o seu encerramento. O novo instituto de pesquisa atua na área de consultoria e inteligência em pesquisas de mercado, opinião pública e política. Desta vez, além do cenário com os cinco nomes dispostos em junho (Lula, Bolsonaro, Ciro, Doria e Mandetta), um novo, com outros cinco nomes, também foi pesquisado. Amostra de entrevistados Segundo o Ibope, as intenções de voto no ex-presidente Lula são mais expressivas entre: aqueles que residem no Nordeste (oscila de 63% para 65%) os que têm ensino fundamental I (cresce de 52% para 61%) e o ensino fundamental II (varia de 59% para 58%) os que residem em municípios com até 50 mil habitantes (oscila de 54% para 53%) os católicos (passa de 52% para 54%) O instituto diz ainda que as intenções de voto em Lula são maiores quanto menor a renda familiar mensal: varia de 29% entre quem tem renda familiar mensal acima de 5 salários mínimos para 59% entre quem tem renda familiar até 1 salário mínimo. O presidente Jair Bolsonaro, por sua vez, tem maiores intenções de voto entre: os moradores da região Norte/Centro-Oeste (oscila de 28% para 31%) os homens (28%, mesmo percentual da pesquisa anterior) os evangélicos (oscila de 32% para 31%) quem se autodeclara branco (varia de 29% para 28%) De acordo com o Ibope, as menções ao presidente aumentam quanto maior a renda familiar mensal do entrevistado, passando de 16% entre quem tem renda até 1 salário mínimo para 40% entre quem tem renda acima de 5 salários mínimos. Ciro Gomes tem a preferência dos eleitores com ensino superior (13%). Os demais candidatos apresentam intenções de voto distribuídas de maneira homogênea nos segmentos analisados. Avaliação do governo Bolsonaro O Ipec também divulgou a avaliação do governo Bolsonaro e apontou os seguintes percentuais: Ótimo/bom: 22% Regular: 23% Ruim/péssimo: 53% Não sabe/não respondeu: 1% A pergunta feita pelo instituto foi “Na sua avaliação, o governo do presidente Jair Bolsonaro está sendo”, com as opções “Ótimo”, “bom”, “regular”, “ruim” ou “péssimo”. Somados, os itens “ótimo” e “bom” correspondem ao percentual de aprovação da administração; e os itens “ruim” e péssimo”, ao de reprovação. https://g1.globo.com/politica/noticia/2021/09/22/ipec-lula-aparece-na-lideranca-nos-dois-cenarios-e-corrida-eleitoral-para-presidencia-permanece-estavel.ghtml
  3. Sudeste Lula 50% x 34% Bolsonaro Sul Lula 49% x 38% Bolsonaro Nordeste Lula 70% x 19% Bolsonaro Centro Oeste e Norte Lula 53% x 34% Bolsonaro Curiosidades: - No Nordeste, contra o Lula, Doria tem apenas 13%. - Doria vence Bolsonaro em todas as regiões. - Lula vence Ciro em todas as regiões. Fonte: PDF do Datafolha
  4. Peguei os dados no PDF do Datafolha Outros cenários: Ciro 50% x 34% Bolsonaro Doria 43% x 35% Bolsonaro Lula 42% x 37% Ciro
  5. Peguei esses dados no PDF do Datafolha Cenário 2 na capital: Haddad 25% França 21% Boulos 19% Garcia 4% Interior Alckmin 32% Haddad 15% França 13% Boulos 7%
  6. **CENÁRIO 1** Geraldo Alckmin 26% Fernando Hadddad 17% Márcio França 15% Guilherme Boulos 11% Tarcísio Freitas 4% Mamãe Falei 4% Weintraub 1% Vinicius Poit 1% Branco e nulo 17% Não sabem 3% **CENÁRIO 2 (SEM ALCKMIN)** Haddad 23% França 19% Boulos 13% Tarcísio 6% Mamãe Falei 5% Rodrigo Garcia 5% Weintraub 2% Poit 1% https://www1.folha.uol.com.br/amp/poder/2021/09/datafolha-alckmin-e-haddad-aparecem-a-frente-na-disputa-pelo-governo-de-sao-paulo.shtml
  7. A gestão do governador João Doria (PSDB) tem reprovação de 38% no estado de São Paulo e aprovação de 24%, segundo pesquisa Datafolha publicada neste domingo (19) pelo jornal "Folha de S.Paulo". Outros 38% consideram a gestão "regular". A nota média do governo Doria, entre 0 e 10, foi de 4,7. O Datafolha ouviu presencialmente 2.034 pessoas, em 70 cidades do estado, dos dias 13 a 15 de setembro. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos para mais ou menos. A pesquisa também mostrou que Doria tem mais aprovação no interior do estado, com 25%, onde 37% consideram sua gestão ruim/péssima. Na região metropolitana, 24% aprovam o governo, enquanto 38% reprovam. Doria foi eleito prefeito de São Paulo em 2016, mas deixou o cargo em 2018 para disputar o governo. https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2021/09/19/governo-doria-tem-reprovacao-de-38percent-e-aprovacao-de-24percent-em-sp-diz-datafolha.ghtml?utm_source=push&utm_medium=web&utm_campaign=pushwebg1
  8. O presidente Jair Bolsonaro pode ter feito um recuo público de suas ameaças golpistas do 7 de Setembro e afastado o risco imediato da abertura de um processo de impeachment na Câmara dos Deputados. Mas a maioria dos brasileiros, 56% dos ouvidos pelo Datafolha, quer que o impedimento seja encaminhado. É o que o instituto aferiu nos dias 13 a 15 de setembro, quando ouviu presencialmente 3.667 pessoas em 190 cidades. É um índice que oscila positivamente dentro da margem de erro de dois pontos do levantamento, ante os 54% que pediam o impeachment em julho. Naquele momento, houve a confirmação da tendência apontada na pesquisa de maio, quando pela primeira vez desde que o Datafolha começou a fazer a pergunta, em abril de 2020, havia uma vantagem numérica em favor do impedimento (49% a 46% contrários). Agora, ficou estável o número daqueles que são contra a medida (41%, ante 42% na rodada anterior). Não souberam opinar 3%. O impeachment voltou à pauta nacional após os protestos do 7 de Setembro, quando Bolsonaro atingiu o ápice de sua campanha golpista contra as instituições, em especial o Supremo Tribunal Federal, corte que ele ameaçou devido aos processos que lá correm e podem atingir tanto o presidente como seus filhos e grupos bolsonaristas. Bolsonaro chegou a dizer que não iria cumprir quaisquer ordens judiciais de seu desafeto Alexandre de Moraes, ministro do Supremo que relata ações acerca do bolsonarismo como o inquérito das fake news. Para 76% dos brasileiros, se fizesse isso, já mereceria a abertura de um processo de impeachment. Alguns partidos se mexeram com a crise. O PSD da bússola da "realpolitik" brasileira Gilberto Kassab criou uma comissão para "acompanhamento do impeachment", e o sempre dividido PSDB aprovou na sua Executiva a ida à oposição e a abertura de debate sobre o tema. Não que o impedimento estivesse na esquina, dado que Bolsonaro seguia com apoio seguro do centrão na Câmara, na figura do presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), que de cara descartou a medida em pronunciamento. Mas a pressão, em especial pelo crescente desembarque de setores econômicos que entenderam o preço que a turbulência política cobra ao deixar o país em desgoverno e índices como a inflação ameaçando descontrole, cresceu. Em dois dias, com a nota de recuo operada pelo ex-presidente Michel Temer (MDB), a crise foi contida por ora. Ninguém no mundo político aposta por quanto tempo, mas o impeachment se torna mais improvável à medida que o tempo passa: um processo de talvez seis meses, ele encavalaria com o início da campanha eleitoral, em uma confusão que desagrada tanto a agentes políticos como econômicos. Para o centrão, por exemplo, interessa mais manter sua influência e controle sobre emendas. Já na esquerda, o cálculo do líder atual na disputa de 2022, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), é de deixar Bolsonaro sangrando —mesmo que o ex-presidente diga apoiar o impeachment. A oposição à direita fracassou em fazer um ato consistente contra o presidente na esteira da crise da semana do 7 de Setembro, no dia 12, devido a erros de organização e divisões internas. O próximo protesto está a cargo da esquerda, no dia 2 de outubro. Isso dito, a percepção popular sobre o assunto não mudou, como mostrou o Datafolha, e a tendência pró-impedimento se mantém. No começo do ano, a fotografia era inversa: 53% não queriam a medida e 42%, sim. Desejam mais que a Câmara lance mão do expediente os mais pobres (62%), os mais jovens (67%), nordestinos (67%) e estudantes (68%). Em relação ao tamanho da amostra, o dado de renda é o mais importante, pois o segmento que ganha até 2 salários mínimos compõe 51% dos entrevistados. Na mão contrária vêm os mais ricos (55% contra), empresários (69%) e evangélicos (53%). Aqui, o corte religioso é o de maior peso na amostra, 26% dela. Assim como ocorre na intenção de voto, os aderentes principalmente de denominações pentecostais e neopentecostais se mostrar frustados com Bolsonaro (41% de rejeição), mas não o suficiente para punir o presidente. Ele ainda ganha de Lula no grupo, assim como mantém o apoio contra o impedimento. https://www1.folha.uol.com.br/poder/2021/09/datafolha-56-dos-brasileiros-apoiam-impeachment-de-bolsonaro.shtml
  9. Pesquisa do instituto Datafolha divulgada nesta sexta-feira (17) pelo site do jornal "Folha de S.Paulo" revela os índices de intenção de voto para a eleição presidencial de 2022. A corrida está estagnada, se comparada com o levantamento realizado pelo instituto em julho deste ano. Lula tinha 26% e agora tem 27% das intenções de voto na pesquisa espontânea. Jair Bolsonaro tinha 19% e agora tem 20%. No segundo turno, o ex-presidente tem 56% (58% no último relatório), contra 31% (os mesmos 31% na pesquisa anterior) de Bolsonaro. A pesquisa ouviu 3.667 pessoas entre os dias 13 e 15 de setembro em 190 cidades brasileiras. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos, dentro do nível de confiança de 95%. Pesquisa espontânea de intenções de voto no 1º turno Lula (PT): 27% (26% na pesquisa anterior) Jair Bolsonaro (sem partido): 20% (19% na pesquisa anterior) Ciro Gomes (PDT): 2% (2% na pesquisa anterior) Outros: 3% (2% na pesquisa anterior) Em branco/nulo/nenhum: 10% (7% na pesquisa anterior) Não sabe: 38% (42% na pesquisa anterior) Foram pesquisados quatro cenários no 1º turno. Veja o resultado da pesquisa estimulada de intenção de voto: CENÁRIO A Lula (PT): 44% (46% na pesquisa anterior) Jair Bolsonaro (sem partido): 26% (25% na pesquisa anterior) Ciro Gomes (PDT): 9% (8% na pesquisa anterior) João Doria (PSDB): 4% (5% na pesquisa anterior) Luiz Henrique Mandetta (DEM): 3% (4% na pesquisa anterior) Em branco/nulo/nenhum: 11% (10% na pesquisa anterior) Não sabe: 2% (2% na pesquisa anterior) CENÁRIO B Lula (PT): 42 (46% na pesquisa anterior) Jair Bolsonaro (sem partido): 25% (25% na pesquisa anterior) Ciro Gomes (PDT): 12% (9% na pesquisa anterior) Eduardo Leite (PSDB): 4% (3% na pesquisa anterior) Luiz Henrique Mandetta (DEM): 2% (5% na pesquisa anterior) Em branco/nulo/nenhum: 11% (10% na pesquisa anterior) Não sabe: 2% (2% na pesquisa anterior) CENÁRIO C Lula (PT): 44% Jair Bolsonaro (sem partido): 26% Ciro Gomes (PDT): 11% João Doria (PSDB): 6% Em branco/nulo/nenhum: 11% Não sabe: 1% CENÁRIO D Lula (PT): 42% Jair Bolsonaro (sem partido): 24% Ciro Gomes (PDT): 10% João Doria (PSDB): 5% José Luiz Datena (PSL): 4% Simone Tebet (MDB): 2% Aldo Rebelo (sem partido): 1% Rodrigo Pacheco (DEM): 1% Alessandro Vieira (Cidadania): 0% Em branco/nulo/nenhum: 10% Não sabe: 2% Os cenários C e D não foram incluídos nas pesquisa anterior. Esta é a terceira pesquisa Datafolha para as eleições de 2022 desde que Lula recuperou os poderes políticos. Veja, abaixo, simulações de 2º turno: Intenção de voto no 2º turno em uma disputa entre Lula e Bolsonaro Lula (PT): 56% (58% na pesquisa anterior) Bolsonaro (sem partido): 31% (31% na pesquisa anterior) Em branco/nulo/nenhum: 13% (10% na pesquisa anterior) Não sabe: 1% (1% na pesquisa anterior) Intenção de voto no 2º turno em uma disputa entre Lula e Doria Lula (PT): 55% (56% na pesquisa anterior) Doria (PSDB): 22% (23% na pesquisa anterior) Em branco/nulo/nenhum: 22% (20% na pesquisa anterior) Não sabe: 1% (1% na pesquisa anterior) Intenção de voto no 2º turno em uma disputa entre Bolsonaro e Ciro Ciro (PDT): 52% (50% pesquisa anterior) Bolsonaro (sem partido): 33% (34% na pesquisa anterior) Em branco/nulo/nenhum: 15% (15% na pesquisa anterior) Não sabe: 1% (1% na pesquisa anterior) Intenção de voto no 2º turno em uma disputa entre Bolsonaro e Doria Doria (PSDB): 46% (46% na pesquisa anterior) Bolsonaro (sem partido): 34% (35% na pesquisa anterior) Em branco/nulo/nenhum: 19% (18% na pesquisa anterior) Não sabe: 1% (1% na pesquisa anterior) Intenção de voto no 2º turno em uma disputa entre Ciro Gomes e Lula Lula (PT): 51% Ciro gomes (PDT): 29% Em branco/nulo/nenhum: 19% Não sabe: 1% A pesquisa também apontou os índices de rejeição. Veja abaixo: Jair Bolsonaro: 59% (59% na pesquisa anterior) Lula: 38% (37% na pesquisa anterior) João Doria: 37% (37% na pesquisa anterior) Ciro gomes: 30% (31% na pesquisa anterior) José Luiz Datena: 19% (não incluído na pesquisa anterior) Eduardo Leite: 18% (21% na pesquisa anterior) Luiz Henrique Mandetta: 18% (23% na pesquisa anterior) Rodrigo Pacheco: 17% (não incluído na pesquisa anterior) Aldo Rebelo: 15% (não incluído na pesquisa anterior) Alessandro Vieira: 14% (não incluído na pesquisa anterior) Simone Tebet: 14% (não incluído na pesquisa anterior) Rejeita todos/não votaria em nenhum: 2% (2% na pesquisa anterior) Votaria em qualquer um/não rejeita nenhum: 1% (2% na pesquisa anterior) Não sabe: 1% (2% na pesquisa anterior) Nesse ponto, o entrevistado pode responder mais de um candidato, por isso a soma entre todos os índices não resulta em 100%. A pergunta do instituto é: "Em quais desses possíveis candidatos (o cartão é mostrado) você não votaria de jeito nenhum no primeiro turno da eleição para presidente da República em 2022? E qual mais?" Bolsonaro tem altos índices de rejeição entre estudantes (73%) e evangélicos (44%). Lula é mais rejeitado entre os preferem o PSDB (74%) e ente homossexuais/bissexuais (16%). Doria é tem altos índices de rejeição entre os que ganham mais de 10 salários mínimos (45%) e entre as donas de casa (26%. Ciro Gomes é mais rejeitado entre os que preferem outro partido que não seja PT, PSDB, MDB e PSol (36%) e entre moradores do Sul (22%) Entre aqueles que votaram em Bolsonaro em 2018, 26% dizem rejeitar seu nome para a disputa presidencial de 2022, e 68% não votariam de jeito nenhum em Lula. https://g1.globo.com/politica/noticia/2021/09/17/datafolha-lula-segue-a-frente-de-bolsonaro-e-no-2o-turno-tem-56percent-contra-31percent.ghtml
  10. Pesquisa do Instituto Badra realizada na semana passada coloca o ex-governador Márcio França (PSB) com 17,6% das intenções de voto para o governo de São Paulo, tecnicamente empatado com Fernando Haddad (PT), com 20,7%. O ex-governador de São Paulo Márcio França (PSB), que disputou a prefeitura da capital no ano passado - Bruno Santos/Folhapress Guilherme Boulos (PSOL) vem a seguir com 10%, enquanto Geraldo Alckmin, de saída do PSDB, aparece com 9,8%. Rodrigo Garcia (PSDB), que deve assumir o cargo no ano que vem e disputar a reeleição, tem 1,3%. O instituto é dirigido por Maurício Juvenal, ex-assessor de França, e chegou a ter pesquisas barradas pela Justiça Eleitoral no ano passado por suposto viés em favor do socialista, que disputava a prefeitura. Elas posteriormente foram liberadas. "A Badra mantém boas relações com boa parte da classe política brasileira e trabalha com absoluta seriedade. Recebeu aliás, do Instituto Pindograma, que avaliou o nível de acerto de centenas de institutos de pesquisa na última eleição, a mesma nota B+ que o Datafolha", diz Juvenal. https://www1.folha.uol.com.br/amp/colunas/painel/2021/09/haddad-e-franca-lideram-pesquisa-para-governo-de-sp-a-frente-de-boulos-e-alckmin.shtml?utm_source=twitter&utm_medium=social&utm_campaign=twfolha&__twitter_impression=true
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