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  1. Se Luiz Inácio Lula da Silva não for candidato a presidente, você acha que ele deveria apoiar quem? O DataPoder360 ofereceu 4 opções para os entrevistados. Há uma divisão grande, mas Ciro Gomes (PDT) lidera com 16%. Em seguida vêm Fernando Haddad (PT), com 12% Marina Silva (Rede), com 11%, e Jaques Wagner (PT), com 8%. Para maioria, 54%, Lula “não deve apoiar ninguém”. É importante notar: essa pergunta foi apresentada a todos os entrevistados pelo DataPoder360. As respostas foram tanto de simpatizantes do petista como de seus adversários. O levantamento DataPoder360 é o maior já realizado pela divisão de pesquisas do portal Poder360. Desta vez, foram 10.500 entrevistas por meio de telefones fixos e celulares. Foram atingidas 349 cidades em todas as regiões do país, de 25 a 31 de maio. Leia aqui os outros resultados da pesquisa, que apontou Jair Bolsonaro (PSL) como líder em todos os cenários. A abrangência das 10.500 entrevistas permitiu uma radiografia precisa da corrida presidencial neste momento, com possibilidades de cruzamentos relevantes considerando faixa etária, gênero, renda e nível de escolaridade. A margem de erro para o total da amostra é de 1,8 ponto percentual, para mais ou para menos. O registro do estudo no TSE é BR-09186/2018. Para conhecer mais sobre metodologias de pesquisas de opinião, leia este texto detalhado. Como a pergunta feita pelo DataPoder360 permitia ao entrevistado escolher apenas uma opção, é relevante que 2 nomes do PT somem 20% –os 12% de Haddad e os 8% de Wagner. Em teoria, esses 20% podem ser considerados hoje a taxa de transferência de voto de Lula para algum outro petista –embora não seja seguro afirmar que quem prefere Haddad também possa votar em Wagner e vice-versa. O DataPoder360 estratificou, por candidato, a pergunta sobre quem Lula deveria apoiar. O resultado indica que Ciro Gomes vai muito bem entre os eleitores mais ricos. Haddad se destaca entre os que ganham de 2 a 5 salários mínimos. Marina tem bom desempenho entre eleitores mais pobres, com rendimento de até 2 mínimos. Wagner tem muito mais apoio entre homens do que entre mulheres. O mais importante nessa camada da pesquisa é o apoio regional que o eventual substituto de Lula possa ter na corrida presidencial. Os 16% de Ciro ficam próximos dos seus percentuais nas regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste. Mas ele tem 27% dos eleitores do Norte dizendo que Lula deveria ungi-lo como candidato. O Nordeste é uma região vital para quem eventualmente substituir Lula. É entre os nordestinos que o petista registra suas taxas mais altas de intenção de voto. Nessa região, há empate estatístico dentro da margem de erro da pesquisa entre Ciro, Marina e Wagner, com 14%, 15% e 14%, respectivamente. Haddad está atrás, com 9%. Já na região com maior número de eleitores, o Sudeste (com 43,7% do eleitorado), quem vai bem são Ciro (16%) e Haddad (15%). Eis os dados detalhados: CONHEÇA O DATAPODER360 A operação jornalística que comanda o Drive e o portal de notícias Poder360 lançou em abril de 2017 sua divisão própria de pesquisas: o DataPoder360. As sondagens nacionais são periódicas. O objetivo é estudar temas de interesse político, econômico e social. Tudo com a precisão, seriedade e credibilidade do Poder360. SAIBA QUAL É A METODOLOGIA O DataPoder360 faz suas pesquisas por meio telefônico a partir de uma base de dados com dezenas de milhões de números fixos e celulares em todas as regiões do país. A seleção dos números discados é feita de maneira aleatória e automática pelo discador. O estudo é aplicado por meio de 1 sistema IVR (Interactive Voice Response) no qual os participantes recebem uma ligação com uma gravação e respondem a perguntas por meio do teclado do telefone fixo ou celular. Só ligações nas quais o entrevistado completa todas as respostas são consideradas. Entrevistas interrompidas ou incompletas são descartadas para não produzirem distorções na base de dados. Os levantamentos telefônicos permitem alcançar segmentos da população que dificilmente respondem a pesquisas presenciais. É muito mais fácil atingir pessoas em áreas consideradas de risco ou inseguras –como comunidades carentes em grandes cidades– por meio de uma ligação telefônica do que indo até as residências ou tentando abordar esses cidadãos em pontos de fluxo fora dos seus bairros. “É importante levar em conta que cada empresa usa uma metodologia diferente em suas pesquisas. O que é relevante é adotar 1 método consistente, que leve em conta a demografia do eleitorado brasileiro e que faça as ponderações corretas. É isso o que fazemos no DataPoder360”, explica o cientista político Rodolfo Costa Pinto, que coordena as pesquisas. Qual a diferença entre uma pesquisa realizada por telefone e outra na qual o entrevistado é abordado na rua ou é procurado em sua residência? Estudos de intenção de voto com entrevistas presenciais têm suas características próprias, assim como as pesquisas telefônicas. Por exemplo, algumas pessoas podem se sentir mais à vontade para declarar seu voto olhando nos olhos do entrevistador. Outros se sentirão mais confortáveis fazendo isso ao telefone. Nenhum método é mais certo ou errado do que o outro. O importante é a consistência da metodologia e a possibilidade de repetir os estudos com frequência, pois a curva dos percentuais de cada candidato é que revela uma possível tendência, e não apenas 1 levantamento isolado e feito a cada 3 ou 4 meses”, explica Costa Pinto. Para conhecer mais sobre as características metodológicas das pesquisas telefônicas, leia este texto detalhado. O resultado final das pesquisas DataPoder360 é ponderado pelas variáveis de sexo, idade, grau de instrução e região de origem do entrevistado ou entrevistada. A ponderação é 1 procedimento estatístico que visa compensar eventuais desproporcionalidades entre a amostra e a população pesquisada. O objetivo é que a amostra reflita da maneira mais fiel possível o universo que se pretende retratar no estudo. O DataPoder360 trabalha com uma margem de erro preferencialmente inferior a 3 pontos percentuais, para mais ou para menos. Esse percentual pode variar em cada levantamento e os leitores são sempre informados detalhadamente sobre qual foi a metodologia utilizada. Neste ano de 2018, as pesquisas de intenção de voto seguem estritamente todas as determinações legais e as resoluções da Justiça Eleitoral. Esta rodada do DataPoder360 foi realizada de 25 a 31 de maio de 2018. Foram entrevistadas 10.500 pessoas com 16 anos ou mais em 349 cidades em todas as regiões do país. A margem de erro deste estudo é de 1,8 ponto percentual, para mais ou para menos. O registro desta pesquisa no TSE é BR-09186/2018. https://www.poder360.com.br/datapoder360/apoio-de-lula-a-outro-nome-divide-eleitor-ciro-lidera-diz-datapoder360/
  2. GOVERNO Renanzinho - 49% Fernando Collor - 15% JHC - 7% Branco/Nulo - 17% Indeciso - 12% SENADO Renan Calheiros - 35% Benedito de Lira - 24% Max Beltrão - 20% Rodrigo Cunha - 12% Maurício Quintela - 7% Branco/Nulo - 17% Indeciso - 12% Margem de erro de 3% - TDL Pesquisa & Marketing https://www.poder360.com.br/eleicoes/renan-filho-lidera-disputa-pelo-governo-de-alagoas-aponta-pesquisa/
  3. GOVERNO Eduardo Amorim (PSDB) - 17% Valadares Filho (PSB) - 15% Belivaldo Chagas (PSD) - 8% Dr. Emerson (REDE) - 4% Mendonça Prado (DEM) - 3% Márcio Souza (PSOL) - 1% Branco/Nulo - 36% Indeciso - 16% SENADO Valadares (PSB) - 15% André Moura (PSC) - 8% Jackson Barreto (PMDB) - 6% Heleno Silva (PRB) - 6% Rogério Carvalho (PT) - 3% Alessandro Vieira (REDE) - 1% Henri Clay (PPL) - 1% Reynaldo Nunes (PV) - 0% Branco/Nulo - 41% Indeciso - 19% Margem de erro de 2.5% - Única Pesquisas https://www.poder360.com.br/eleicoes/psdb-e-psb-empatam-na-disputa-ao-governo-de-sergipe-diz-pesquisa/
  4. CENÁRIO 1 - Sem o PT Jair Bolsonaro - 20% Marina Silva - 19% Ciro Gomes - 14% Álvaro Dias - 5% Geraldo Alckmin - 5% Flávio Rocha - 2% Manuela D'Ávila - 1% Rodrigo Maia - 1% Henrique Meirelles - 1% João Amoêdo - 1% Levy Fidelix - 1% Nenhum - 23% Não Sabe - 7% CENÁRIO 2 - Com Haddad Jair Bolsonaro - 20% Marina Silva - 18% Ciro Gomes - 13% Álvaro Dias - 5% Geraldo Alckmin - 5% Fernando Haddad - 2% Flávio Rocha - 2% Manuela D'Ávila - 1% Rodrigo Maia - 1% Henrique Meirelles - 1% João Amoêdo - 1% Levy Fidelix - 1% Nenhum - 23% Não Sabe - 7% CENÁRIO 3 - Com Lula Lula - 43% Jair Bolsonaro - 17% Marina Silva - 8% Ciro Gomes - 7% Álvaro Dias - 4% Geraldo Alckmin - 3% Flávio Rocha - 1% Henrique Meirelles - 1% Manuela D'Ávila - 1% Rodrigo Maia - 1% Levy Fidelix - 1% João Amoêdo - 0% Nenhum - 9% Não Sabe - 4% Margem de erro de 2.5% - PARANÁ PESQUISAS https://www.poder360.com.br/eleicoes/sem-lula-bolsonaro-e-marina-empatam-na-bahia-diz-pesquisa/
  5. Mesmo após um mês na prisão, Lula ainda teria o dobro dos votos de Bolsonaro. Veja como fica o cenário sem Lula, na primeira pesquisa sem Joaquim Barbosa. Cenário 1 – Com Lula Cenário 2 – Sem Lula Cenário 3 – Com menos candidatos Fonte: MDA. Metodologia: 2.002 entrevistados pelo CNT/MDA em 137 cidades de 9/mai a 12/mai/2018. TSE: BR-09430/2018. Encomenda: CNT. Margem de erro: 2,2%. Confiança: 95%. Infografia: Gazeta do Povo. https://especiais.gazetadopovo.com.br/eleicoes/2018/pesquisas-eleitorais/cnt-mda/pesquisa-cntmda-para-presidente-maio-2018/?amp=true
  6. http://blog.tribunadonorte.com.br/heitorgregorio/consult98fm-para-governo-fatima-tem-2929-e-carlos-eduardo-sobe-para-1888/ http://blog.tribunadonorte.com.br/heitorgregorio/robinson-e-rejeitado-por-441-dos-eleitores-segundo-a-consult98fm/ http://blog.tribunadonorte.com.br/heitorgregorio/garibaldi-e-zenaide-lideram-pesquisa-consult98fm-para-o-senado/ http://blog.tribunadonorte.com.br/heitorgregorio/consult98fm-sem-lula-bolsonaro-lidera-corrida-presidencial-no-rn/
  7. A boa notícia é q Bolsonaro fica na mesma com ou sem Lula sSs 2º turno: Links: http://noticias.band.uol.com.br/eleicoes/noticias/100000915734/ibope-veja-a-intencao-de-voto-dos-eleitores-de-sp-para-presidente.html http://noticias.band.uol.com.br/eleicoes/noticias/100000915741/ibope-confira-intencoes-de-voto-do-eleitor-paulista-para-governador.html
  8. Senadora Fátima Bezerra (PT), ex-prefeito Carlos Eduardo (PDT) e governador Robinson Faria (PSD) Redação A senadora Fátima Bezerra (PT) lidera a corrida eleitoral para o Governo do Estado e, se a eleição fosse hoje, estaria no segundo turno contra o ex-prefeito de Natal Carlos Eduardo Alves (PDT) ou o governador Robinson Faria (PSD), que estão tecnicamente empatados. Isso é o que mostra a mais recente pesquisa do Instituto Seta encomendada pelo Agora RN. A sondagem, realizada entre os dias 11 e 13 de maio, ouviu 1,3 mil eleitores em municípios de todas as regiões potiguares. A margem de erro do levantamento é de 3% para mais ou menos, com grau de confiabilidade de 95%. Na pesquisa estimulada, quando os nomes dos possíveis candidatos são apresentados ao eleitor, Fátima Bezerra tem 29,3% das intenções de voto, seguida por Carlos Eduardo (12%) e Robinson Faria (8,4%). Na sequência das citações, atrás de Fátima, Carlos Eduardo e Robinson, aparecem o deputado estadual Kelps Lima (SD), com 3,2%, que retirou recentemente sua pré-candidatura; o ex-governador Geraldo Melo (PSDB), com 2,6%; a vereadora de Grossos Clorisa Linhares (SD), com 1,4%; o general da reserva do Exército Girão Monteiro, com 1,1%; o professor Carlos Alberto Medeiros (PSOL), com 1,0%; o vice-governador Fábio Dantas (PSB), com 0,5%; e o professor Freitas Júnior (Rede), com 0,1% das intenções de votos. Além disso, 31,3% dos entrevistados disseram que vão votar em branco ou nulo e outros 9,2% não souberam ou não quiseram responder ao Instituto Seta. Os três primeiros colocados melhoraram seus desempenhos, em relação à pesquisa Agora RN/Seta anterior, realizada apenas em Natal. Naquela oportunidade, na estimulada, Fátima tinha 17,5%; Carlos Eduardo, 11,3%; e Robinson, 7%. Foram ouvidas 600 pessoas na capital potiguar entre os dias 20 e 22 de dezembro de 2017. A margem de erro foi de 3,5%, com grau de confiabilidade de 95%. ESPONTÂNEA Na pesquisa espontânea, em que o entrevistado pode declarar o voto em quem quiser, prevalece ainda a indecisão. Neste formato de sondagem, 43,3% disseram que vão votar em branco ou nulo e outros 38,8% não souberam ou não quiseram responder a pesquisa. Ou seja, mais de 82% do eleitorado não sabem em quem votar. Entre os que disseram algum nome, a liderança também é de Fátima Bezerra, assim como na estimulada. Aqui, a petista aparece com 11,6% das citações, seguida por Carlos Eduardo (2,6%). A novidade está no terceiro lugar. Na espontânea, este posto pertence ao capitão da Polícia Militar Styvenson Valentim, com 1,3% das intenções de voto. Na sequência, estão o governador Robinson Faria, com 0,9%; Kelps Lima, com 0,5%; General Girão, com 0,4%; Clorisa Linhares, Geraldo Melo e a deputada federal Zenaide Maia (PHS), cada um com 0,2%; e o senador Garibaldi Alves Filho (PMDB), o falecido militar reformado Miguel Mossoró e “Rui”, ambos com 0,1%. http://agorarn.com.br/chamada/pesquisa-poe-fatima-com-293-carlos-eduardo-12-e-robinson-84/ SENADO
  9. Pesquisa do instituto P & A indica reeleição do atual governador da Bahia, Rui Costa (PT), ainda no 1º turno. A margem de erro da pesquisa é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos. O petista pontuou 47,9% das intenções de voto num 1º cenário testado de forma estimulada – quando nomes são apresentados ao entrevistado. O atual governador obtém vantagem de mais de 40 pontos percentuais em relação ao 2º colocado, o ex-prefeito de Feira de Santana (BA), José Ronaldo (DEM), que pontuou 6,5%. Num 2º cenário estimulado, Rui Costa é citado por 51% dos entrevistados, e também seria reeleito com larga vantagem sobre o 2º colocado. CENÁRIO 1 Rui Costa (PT) - 47.9% José Ronaldo (DEM) - 6.5% Lídice da Mata (PSB) - 4.9% João Henrique (PRTB) - 1.7% Marcos Mendes (Psol) - 0.7% João Gualberto (PSDB) - 0.5% nenhum - 22.7% não sei - 15.0% CENÁRIO 2 (MAIS PROVÁVEL) Rui Costa (PT) - 51% José Ronaldo (DEM) - 6.80% Marcos Mendes (Psol) - 0.8% nenhum - 24.8% não sei - 15.8% Na pesquisa espontânea – quando o entrevistado diz em quem quer votar – Rui Costa também lidera com 19% das intenções. O 2º lugar é do prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), com 3,2%. Para 1 provável 2º turno, o instituto considerou os 2 primeiros colocados nos cenários estimulados. No confronto entre o petista e o democrata, Rui Costa venceria com 50,8% das intenções de voto contra 7,1% de José Ronaldo. 26% não votariam em nenhum e 16,2% não responderam. O instituto P & A ouviu 1120 eleitores de 24 a 30 de abril. O nível de confiança do levantamento é de 95,5%. No TRE- BA (Tribunal Regional Eleitoral do Estado da Bahia) a pesquisa está registrada sob o nº BA- 04607/2018. ESPONTÂNEA Rui Costa (PT) - 19.0% ACM Neto (DEM) - 3.2% José Ronaldo (DEM) - 1.4% outros - 1.2% não sei - 56.1% nenhum - 19.1% SENADO Na corrida pelas 2 vagas ao Senado Federal, lideram a pesquisa o ex-governador do Estado, Jaques Wagner (PT) e a senadora Lídice da Mata (PSB). No 1º cenário estimulado, Jaques pontuou 36% das intenções, seguido por Lídice com 26,1%. No 2º cenário estimulado, sem o nome de Lídice, Jaques lidera com 38,7%, em 2º lugar aparece o nome do deputado federal Jutahy Magalhães Jr. (PSDB) com 17,5%. Jutahy empata tecnicamente com José Ronaldo, que aparece com 17,2% SENADO - CENÁRIO 1 (COM LÍDICE) Jaques Wagner (PT) - 36% Lídice da Mata (PSB)- 26.1% José Ronaldo (DEM) - 15.2% Jutahy Magalhães Jr. (PSDB) - 13.2% nenhum - 28.3% não sei - 12.5% SENADO - CENÁRIO 2 (SEM LÍDICE) Jaques Wagner (PT) - 38.7% Jutahy Magalhães Jr. (PSDB) - 17.5% José Ronaldo (DEM) - 17.2% Angelo Coronel (PSD) - 6.5% nenhum - 26.1% não sei -12.5% https://www.poder360.com.br/eleicoes/pesquisa-aponta-reeleicao-de-rui-costa-na-bahia/
  10. Corrida contra o tempo para quem torce contra o Obrador http://www.radioformula.com.mx/notas.asp?Idn=736515&idFC=2018
  11. A pouco mais de quatro meses da eleição presidencial, a desaprovação aos principais candidatos permanece estável e em níveis elevados. Isso é o que revela a pesquisa de maio do Barômetro Político Estadão-Ipsos, que todos os meses analisa a opinião dos brasileiros sobre personalidades do mundo político e jurídico. Com exceção de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que está preso e não deverá concorrer, as menores taxa de desaprovação são as de Jair Bolsonaro (PSL), Marina Silva (Rede) e Henrique Meirelles (MDB). Ainda assim, os índices estão em patamar elevado, próximo a 60%. No caso de Bolsonaro, seis em cada dez eleitores não aprovam seu desempenho, segundo a pesquisa. A taxa de aprovação é de apenas 23%. Os números são os mesmos do levantamento anterior, feito em abril. Apesar de o Ipsos incluir o nome de presidenciáveis em sua pesquisa, ela não procura medir intenção de voto. O que os pesquisadores dizem aos entrevistados é o seguinte: “Agora vou ler o nome de alguns políticos e gostaria de saber se o (a) senhor (a) aprova ou desaprova a maneira como eles vêm atuando no País”. RESUMO DA APROVAÇÃO: LULA - 45% SÉRGIO MORO - 40% JOAQUIM BARBOSA - 37% MARINA SILVA - 30% CÁRMEN LÚCIA - 25% JAIR BOLSONARO - 23% ALCKMIN - 17% CIRO GOMES - 17% JOÃO DORIA - 14% FHC - 13% HENRIQUE MEIRELLES - 7% HADDAD - 5% MANUELA D'ÁVILA - 4% TEMER - 3% GUILHERME BOULOS - 2% AMOÊDO - 1% RESUMO DA DESAPROVAÇÃO: TEMER - 92% COLLOR - 81% FHC - 71% ALCKMIN - 69% CIRO GOMES - 65% RODRIGO MAIA - 64% JOÃO DORIA - 62% HADDAD - 61% HENRIQUE MEIRELLES - 61% MARINA SILVA - 61% JAIR BOLSONARO - 60% JAQUES WAGNER - 54% LULA - 52% SÉRGIO MORO - 50% ÁLVARO DIAS - 49% CÁRMEN LÚCIA - 47% MANUELA D'ÁVILA - 46% AMOÊDO - 44% GUILHERME BOULOS - 44% JOAQUIM BARBOSA - 40% A vantagem da ex-ministra do Meio Ambiente é sua taxa de aprovação, de 30%, mais alta que a dos adversários com chances de concorrer. Tanto Meirelles como Haddad ainda são relativamente pouco conhecidos: cerca de um terço dos eleitores afirma não saber ou não conhecê-los o suficiente para opinar. O Barômetro Político Estadão-Ipsos revela que o ex-prefeito João Doria, pré-candidato a governador de São Paulo pelo PSDB, tem desaprovação um pouco menor que a de Alckmin. Mas isso pode ser efeito apenas do fato de o ex-prefeito ser menos conhecido. Quando se exclui do universo da pesquisa os eleitores que não conhecem os tucanos, ambos empatam em aprovação e desaprovação. Na primeira pesquisa do Ipsos feita inteiramente após a prisão de Lula, a desaprovação ao petista aparece com tendência de queda: era de 57% em março, passou a 54% em abril e oscilou para 52% em maio. Já a aprovação, no mesmo período, foi de 41%, 42% e 45%, respectivamente. Condenado no caso do triplex no Guarujá, Lula foi preso no dia 7 de abril, quando os dados da pesquisa daquele mês ainda estavam sendo coletados – as entrevistas foram feitas entre 10 e 15 de abril. 28% não conhecem Cármen Lúcia ou não souberam responder. FONTE: Estadão O Estadão complica nossa vida e não publica os índices separadamente de todos os candidatos, aí não dá pra colocar todos. Coloquei todos os que foram divulgados, os índices de "NÃO CONHECEM E/OU NÃO SABEM", principalmente, tem que ver pelos gráficos com linha cinza. Curioso como eles fecharam essa pesquisa, já que o Lula subiu na aprovação Pelo visto o Haddad tem grande chance de crescer mesmo e ser o candidato da esquerda que vai para o segundo turno, já que 1/3 não o conhece. Com campanha dele já em agosto, o PT atropelará o Ciro.
  12. Não é por muito, mas Dilma Rousseff lidera a corrida para o Senado por Minas Gerais. Com 24,4% das intenções de voto, a ex-presidente bate o tucano Aécio Neves, o segundo colocado, com 21%. É o que mostra um levantamento exclusivo do Paraná Pesquisas. De qualquer forma, se o cenário se mantiver como está, ambos garantem uma cadeira em 2019. Veja
  13. Na pesquisa anterior do instituto, ele tinha de 20 a 20,9% nos cenários sem Lula Eleição presidencial 2018 1º turno: Intenção de voto ESPONTÂNEA Lula: 18,6% Jair Bolsonaro: 12,4% Ciro Gomes: 1,7% Marina Silva: 1,3% Geraldo Alckmin: 1,2% Joaquim Barbosa: 1,0% Álvaro Dias: 0,9% Outros: 1,8% Branco/Nulo: 21,4% Indecisos: 39,6% 1º turno: Intenção de voto ESTIMULADA CENÁRIO 1: Lula 32,4%, Jair Bolsonaro 16,7%, Marina Silva 7,6%, Ciro Gomes 5,4%, Geraldo Alckmin 4,0%, Álvaro Dias 2,5%, Fernando Collor 0,9%, Michel Temer 0,9%, Guilherme Boulos 0,5%, Manuela D´Ávila 0,5%, João Amoêdo 0,4%, Flávio Rocha 0,4%, Henrique Meirelles 0,3%, Rodrigo Maia 0,2%, Paulo Rabello de Castro 0,1%, Branco/Nulo 18,0%, Indecisos 8,7%. CENÁRIO 2: Jair Bolsonaro 18,3%, Marina Silva 11,2%, Ciro Gomes 9,0%, Geraldo Alckmin 5,3%, Álvaro Dias 3,0%, Fernando Haddad 2,3%, Fernando Collor 1,4%, Manuela D´Ávila 0,9%, Guilherme Boulos 0,6%, João Amoêdo 0,6%, Henrique Meirelles 0,5%, Flávio Rocha 0,4%, Rodrigo Maia 0,4%, Paulo Rabello de Castro 0,1%, Branco/Nulo 29,6%, Indecisos 16,1%. CENÁRIO 3: Jair Bolsonaro 19,7%, Marina Silva 15,1%, Ciro Gomes 11,1%, Geraldo Alckmin 8,1%, Fernando Haddad 3,8%, Branco/Nulo 30,1%, Indecisos 12,1%. CENÁRIO 4: Jair Bolsonaro 20,7%, Marina Silva 16,4%, Ciro Gomes 12,0%, Fernando Haddad 4,4%, Henrique Meirelles 1,4%, Branco/Nulo 31,7%, Indecisos 13,4%. 2º turno: Intenção de voto ESTIMULADA CENÁRIO 1: Lula 44,9%, Geraldo Alckmin 19,6%, Branco/Nulo: 30,0%, Indecisos: 5,5%. CENÁRIO 2: Lula 45,7%, Jair Bolsonaro 25,9%, Branco/Nulo: 23,3%, Indecisos: 5,1%. CENÁRIO 3: Lula 47,1%, Henrique Meirelles 13,3%, Branco/Nulo: 33,0%, Indecisos: 6,6%. CENÁRIO 4: Lula 44,4%, Marina Silva 21,0%, Branco/Nulo: 29,3%, Indecisos: 5,3%. CENÁRIO 5: Lula 49,0%, Michel Temer 8,3%, Branco/Nulo: 37,3%, Indecisos: 5,4%. CENÁRIO 6: Jair Bolsonaro 28,2%, Ciro Gomes 24,2%, Branco/Nulo: 37,8%, Indecisos: 9,8%. CENÁRIO 7: Jair Bolsonaro 27,8%, Geraldo Alckmin 20,2%, Branco/Nulo: 42,5%, Indecisos: 9,5%. CENÁRIO 8: Jair Bolsonaro 31,5%, Fernando Haddad 14,0%, Branco/Nulo: 43,4%, Indecisos: 11,1%. CENÁRIO 9: Jair Bolsonaro 30,8%, Henrique Meirelles 11,7%, Branco/Nulo: 46,3%, Indecisos: 11,2%. CENÁRIO 10: Marina Silva 27,2%, Jair Bolsonaro 27,2%, Branco/Nulo: 37,8%, Indecisos: 7,8%. CENÁRIO 11: Jair Bolsonaro 34,7%, Michel Temer 5,3%, Branco/Nulo: 49,5%, Indecisos: 10,5%. CENÁRIO 12: Ciro Gomes 20,9%, Geraldo Alckmin 20,4%, Branco/Nulo: 48,1%, Indecisos: 10,6%. CENÁRIO 13: Geraldo Alckmin 25,0%, Fernando Haddad 10,0%, Branco/Nulo: 53,2%, Indecisos: 11,8%. CENÁRIO 14: Marina Silva 26,6%, Geraldo Alckmin 18,9%, Branco/Nulo: 46,0%, Indecisos: 8,5%. CENÁRIO 15: Ciro Gomes 25,7%, Henrique Meirelles 9,0%, Branco/Nulo: 52,6%, Indecisos: 12,7%. CENÁRIO 16: Ciro Gomes 30,4%, Michel Temer 5,6%, Branco/Nulo: 52,9%, Indecisos: 11,1%. LIMITE DE VOTO – PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CIRO GOMES: é o único em que votaria (2,9%); é um candidato em que poderia votar (31,7%); não votaria nele de jeito nenhum (46,4%); não conhece/não sabe quem é/ nunca ouviu falar (15,3%). FERNANDO HADDAD: é o único em que votaria (0,9%); é um candidato em que poderia votar (15,7%); não votaria nele de jeito nenhum (46,1%); não conhece/não sabe quem é/ nunca ouviu falar (34,1%). GERALDO ALCKMIN: é o único em que votaria (1,6%); é um candidato em que poderia votar (30,3%); não votaria nele de jeito nenhum (55,9%); não conhece/não sabe quem é/ nunca ouviu falar (8,4%). HENRIQUE MEIRELLES: é o único em que votaria (0,2%); é um candidato em que poderia votar (14,1%); não votaria nele de jeito nenhum (48,8%); não conhece/não sabe quem é/ nunca ouviu falar (33,5%). JAIR BOLSONARO: é o único em que votaria (13,1%); é um candidato em que poderia votar (22,1%); não votaria nele de jeito nenhum (52,8%); não conhece/não sabe quem é/ nunca ouviu falar (9,3%). LULA: é o único em que votaria (25,6%); é um candidato em que poderia votar (25,0%); não votaria nele de jeito nenhum (46,8%); não conhece/não sabe quem é/ nunca ouviu falar (0,6%). MARINA SILVA: é o único em que votaria (4,5%); é um candidato em que poderia votar (33,1%); não votaria nele de jeito nenhum (56,5%); não conhece/não sabe quem é/ nunca ouviu falar (2,9%). MICHEL TEMER: é o único em que votaria (0,3%); é um candidato em que poderia votar (7,8%); não votaria nele de jeito nenhum (87,8%); não conhece/não sabe quem é/ nunca ouviu falar (1,6%). RODRIGO MAIA: é o único em que votaria (0,1%); é um candidato em que poderia votar (7,0%); não votaria nele de jeito nenhum (55,6%); não conhece/não sabe quem é/ nunca ouviu falar (34,2%). CARACTERÍSTICAS DO CANDIDATO • Para 65,6% dos entrevistados, a honestidade do candidato a presidente da República será o principal fator levado em consideração; 47,7% considerarão novas propostas para o Brasil; 26,4%, a trajetória de vida; 12,1% considerarão se o candidato é novo no meio político; 5,9% o partido político ao qual o candidato pertence; 3,4% se ele é do meio empresarial. www.cnt.org.br/imprensa/noticia/resultados-136-pesquisa-cnt-mda
  14. A coisa anda cada vez mais feia para Geraldo Alckmin. A pesquisa divulgada nesta sexta (11) pelo Instituto Paraná com eleitores do Rio revela que o ex-governador tucano não lidera nem entre os candidatos de centro. Nesse campo, o preferido dos fluminenses é Álvaro Dias, com 4,1%; à frente de Alckmin (3,5%); Michel Temer (2,2%); Rodrigo Maia (2,1%); e Flávio Rocha (0,6%). Se Dias está arrancando votos do paulista na região Sudeste, imagine o estrago que fará para o PSDB no Sul. Veja
  15. Olá, peoples! Em primeiro lugar, muito obrigado pela participação de todos vocês. Sei que às vezes é um saco ficar participando de tanta enquete/pesquisa, mas fico feliz em anunciar que é a maior participação em pesquisas aqui do fórum: 148 usuários. Superamos, portanto, a primeira pesquisa do iEplay que contou com a participação de 112 usuários. A pesquisa foi realizada com moradores das 5 regiões brasileiras, bem como, de todas as classes sociais, de todas as escolaridades e idades a partir de 16 anos. A margem de erro desta pesquisa é de 1 ponto percentual para mais ou para menos. O nível de confiança é de 98%. Esta pesquisa estabelecerá, em determinados momentos, comparações com a primeira pesquisa realizada em Abril de 2017 e com a pesquisa realizada pelo @cupertino em Novembro de 2017 (quando as perguntas forem as mesmas). Na primeira etapa, foram perguntados sobre em quem votariam para a presidência em 2018. Esta modalidade é ESPONTÂNEA, ou seja, quando não são apresentados os nomes dos(as) candidatos(as): Os candidatos incluí­dos em OUTROS são: Fernando Haddad (2%), Álvaro Dias (1%), Cristovam Buarque (1%), Dr. Rey (1%), Guilherme Boulos (1%) e Manuela D'Ávila (1%). É importante avaliar que a grande possibilidade de Lula não concorrer às eleições, aliada a sua prisão, provocou uma queda significativa em seus números, assim como João Doria, antes, um dos favoritos. Com o surgimento das candidaturas de Geraldo Alckmin e Joaquim Barbosa, ambos começaram a pontuar e se destacar nas pesquisas mais recentes. A queda de Jair Bolsonaro na preferência de uma parcela do fórum também poderá ser notada nas questões a seguir. Ainda na modalidade ESPONTÂNEA, perguntou-se sobre em quem jamais votariam para a presidência, considerando qualquer cenário: Os candidatos incluídos em OUTROS são: Ciro Gomes (2%), Geraldo Alckmin (1%), Guilherme Boulos (1%), Manuela D'Ávila (1%) e Marina Silva (1%). Na segunda etapa, foram perguntados sobre em quem votariam para a presidência em 2018 em 5 cenários de PRIMEIRO TURNO. Esta modalidade é a ESTIMULADA, ou seja, quando são apresentados os nomes dos(as) candidatos(as): Os candidatos incluídos em OUTROS do CENÁRIO 01 são: Cristovam Buarque, Guilherme Boulos, Manuela D'Ávila e Rodrigo Maia que, somados, atingem 3%. Os candidatos incluídos em OUTROS do CENÁRIO 02 são: Cristovam Buarque, Guilherme Boulos e Rodrigo Maia que, somados, atingem 3%. Os candidatos incluídos em OUTROS do CENÁRIO 03 são: Guilherme Boulos e Rodrigo Maia que, somados, atingem 2%. Os candidatos incluídos em OUTROS do CENÁRIO 04 são: Guilherme Boulos e Rodrigo Maia que, somados, atingem 2%. Os candidatos incluídos em OUTROS do CENÁRIO 05 são: Álvaro Dias, Cristovam Buarque, Guilherme Boulos e Rodrigo Maia que, somados, atingem 4%. Na terceira etapa, foram perguntados em quem votariam no SEGUNDO TURNO, apresentando 15 cenários possíveis: Vale destacar a porcentagem de votos BRANCO/NULO nos cenários 01 e 15, sendo que neste último é o voto mais escolhido pelos participantes. Na última etapa, foram perguntados sobre o Governo Temer. A primeira questão correspondia à forma como Michel Temer governa o país: E, por fim, a última questão correspondia à aprovação do Governo Temer, pedindo para os participantes atribuírem uma nota de 0 a 10 ao Governo (considerando a métrica que: 0-2 [péssimo] / 3-4 [ruim] / 5-6 [regular] / 7-8 [bom] / 9-10 [ótimo]): *A pesquisa foi realizada entre os dias 19 e 27 de Abril de 2018.
  16. Joaquim: performance surpreende (Ueslei Marcelino/Reuters) Levantamento inédito do Instituto Paraná mostra que sem Lula o deputado federal Jair Bolsonaro (PSL-RJ) assume a dianteira na corrida ao Planalto. Bolsonaro fica com 20,5%, seguido por Marina Silva (Rede-AC) e, em terceiro,Joaquim Barbosa (PSB-RJ), que aparece com 11%. Com a margem estimada de erro de 2%, Marina e Barbosa estão tecnicamente empatados. A pesquisa do Instituto Paraná ouviu, entre os dias 27 de abril e 2 de maio, 871 pessoas, em 137 municípios de 26 unidades da federação, nas cinco regiões do país. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais com 95% de nível de confiança. O levantamento foi registrado no TSE sob o número BR 2853/2018 Veja os resultados da pesquisa do Instituto Paraná: Jair Bolsonaro – 20,5% Marina Silva – 12% Joaquim Barbosa – 11% Ciro Gomes – 9,7% Geraldo Alckmin – 8,1% Álvaro Dias – 5,9% Fernando Haddad – 2,7% Manuela D’Ávila – 2,1% Michel Temer – 1,7% Flávio Rocha – 1% Guilherme Boulos (PSOL), Henrique Meirelles (MDB), João Amoêdo (Novo) e Rodrigo Maia (DEM) foram citados, mas não atingiram 1% das intenções de voto cada. https://veja.abril.com.br/blog/radar/sem-lula-bolsonaro-lidera-e-joaquim-empata-em-2o-com-marina/
  17. Projeções de segundo turno http://noticias.band.uol.com.br/eleicoes/noticias/100000910825/ibope-veja-a-intencao-de-voto-dos-eleitores-para-governo-de-sao-paulo.html Presidente entre eleitores do estado de SP http://noticias.band.uol.com.br/eleicoes/noticias/100000910830/ibope-veja-a-intencao-de-voto-dos-eleitores-de-sp-para-presidente.html
  18. Doria lidera disputa pelo governo, mas rejeição sobe Datafolha mostra tucano com 29% ante 20% de Paulo Skaf em São Paulo O ex-prefeito de São Paulo João Doria (PSDB) lidera a corrida pelo governo do estado, segundo levantamento do Datafolha. A rejeição ao tucano, porém, disparou na capital –que comandou por um ano e três meses, até renunciar para disputar a eleição. Doria é o primeiro colocado nos dois cenários pesquisados de quarta (11) a sexta-feira (13). Ele aparece com 29% das intenções de voto, seguido pelo presidente da Fiesp (Federação das Indústrias de São Paulo), Paulo Skaf (PMDB), que tem 20%. O atual governador, Márcio França (PSB), tem 8%, empatado com o ex-prefeito de São Bernardo do Campo Luiz Marinho (PT), que marca 7%. Outros 26% declaram voto em branco ou nulo. A vantagem de Doria aumenta quando Skaf não é apresentado como candidato. O ex-prefeito aparece com 36% das preferências, à frente de França (10%) e Marinho (9%). Votos em branco ou nulos sobem para 32%. Cerca de um terço dos eleitores de Skaf migra para Doria. Outros 35% decidem votar em branco ou nulo, e o restante se divide entre os demais candidatos. Nos dois cenários, Rogério Chequer (Partido Novo), Lisete Arelaro (PSOL) e Alexandre Zeitune (Rede) aparecem em uma faixa de 1% a 3%. A seis meses da disputa, a pesquisa espontânea (quando não é apresentada uma cartela com os candidatos), mostra que 62% dos eleitores dizem não saber em quem votar. Outros 21% declaram voto em branco ou nulo. O Datafolha ouviu 1.954 eleitores em 68 municípios de São Paulo. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número SP 04706/2018. REJEIÇÃO Líderes da disputa, Skaf e Doria também são os candidatos com os maiores índices de rejeição: 34% do eleitorado paulista dizem que não votariam "de jeito nenhum" no presidente da Fiesp e 33%, no ex-prefeito paulistano. Atrás deles, aparecem Marinho (27%), França (22%), Chequer (21%), Arelaro (20%) e Zeitune (19%). A rejeição a Doria é maior na capital paulista. Entre os moradores da cidade, 49% dizem que não dariam seu voto ao ex-prefeito. No interior, esse índice é de apenas 25%. Para os demais candidatos, a taxa de rejeição é mais equilibrada entre eleitores da capital e do interior –o que sugere que Doria pode ter dificuldades em seu quintal. Sua aprovação despencou, e dois terços dos paulistanos consideram que ele agiu mal ao deixar a prefeitura para disputar outro cargo. O índice de intenção de voto de Doria também é menor na capital. No cenário com Skaf, o ex-prefeito tem 24% na cidade e 30% nos municípios do interior. O desempenho de Doria na pesquisa é melhor entre os homens (35%) do que entre as mulheres (24%). O tucano também pontua mais nos segmentos de maior renda: aparece com 39% entre os eleitores mais ricos e tem apenas 24% no grupo que recebe até dois salários mínimos por mês. Doria é o favorito dos entrevistados que classificaram o governo Geraldo Alckmin (PSDB) como ótimo ou bom. Nesse bloco, o ex-prefeito atinge 38% das preferências quando Skaf é candidato e vai a 49% no cenário sem o presidente da Fiesp. Marcio França, tem 9% e 11%, respectivamente, entre os eleitores que aprovam o governo de seu antecessor. CENÁRIO 1 - Com Skaf João Doria (PSDB) - 29 Paulo Skaf (MDB) - 20 Marcio França (PSB) - 8 Luiz Marinho (PT) - 7 Rogério Chequer (Partido Novo) - 2 Lisete Arelaro (PSOL) - 1 Alexandre Zeitune (REDE) - 1 Em branco/nulo/nenhum - 26 Não sabe - 5 CENÁRIO 2 - Sem Skaf João Doria (PSDB) - 36 Marcio França (PSB) - 10 Luiz Marinho (PT) - 9 Rogério Chequer (Partido Novo) - 3 Lisete Arelaro (PSOL) - 2 Alexandre Zeitune (REDE) - 2 Em branco/nulo/nenhum - 32 Não sabe - 6 REJEIÇÃO Paulo Skaf (MDB) - 34 João Doria (PSDB) - 33 Luiz Marinho (PT) - 27 Marcio França (PSB) - 22 Rogério Chequer (PARTIDO NOVO) - 21 Lisete Arelaro (PSOL) - 20 Alexandre Zeitune (REDE) - 19 Rejeita todos/não votaria em nenhum - 10 Votaria em qualquer um/não rejeita nenhum - 3 Não sabe - 7 https://www1.folha.uol.com.br/poder/2018/04/doria-lidera-disputa-pelo-governo-mas-rejeicao-sobe.shtml
  19. Esses são os dois temas programáticos do momento quando o assunto é combate à corrupção. O que vocês acham? O fim do foro precisaria ser absoluto ou faria sentido algumas autoridades permanecerem com ele? Começar a cumprir a pena após condenação em segunda instância afrontaria a presunção de inocência ou ajudaria a combater a impunidade? Alguns argumentos sobre a questão do foro:
  20. Eleições no México México começa a campanha que pode levar o país a uma guinada à esquerda López Obrador, favorecido pela insegurança e a corrupção do sistema, tem 79% de chances de ganhar, de acordo com uma comparação entre as pesquisas O México começa a percorrer 90 dias definitivos para seu futuro. Na sexta-feira começou oficialmente uma campanha que há meses vem se prolongando e na qual o candidato da esquerda Andrés Manuel López Obrador (AMLO) caminha vitorioso nas pesquisas, mais pelos erros dos demais do que por seus próprios acertos. Em sua terceira tentativa – e última, segundo suas palavras – para chegar ao poder, o líder do Morena (Movimento de Regeneração Nacional) se beneficia da guerra desatada entre seus dois rivais. Ricardo Anaya, candidato do Pelo México à Frente, uma coalizão heterodoxa entre o direitista Partido de Ação Nacional (PAN) e o Partido da Revolução Democrática (PRD, de centro-esquerda), disputa o segundo lugar com José Antonio Meade, concorrente do histórico Partido Revolucionário Institucional (PRI), que governou o país durante décadas, incluindo os últimos seis anos. López Obrador também possui a seu favor que a sensação de saturação e desencanto em relação ao Governo atual, repleto de corrupção e com os níveis de insegurança mais altos já vistos, é muito maior do que o medo gerado por sua eventual chegada ao poder. Um temor ainda latente, sobretudo no setor empresarial, mas diluído em relação às duas eleições anteriores nas que ele já foi concorrente, naquela época pelo PRD. Um estudo realizado pelo EL PAÍS a partir das pesquisas publicadas indica que López Obrador tem 79% de chances de vitória, contra 16% de Anaya e somente 5% de Meade. Depois de 70 anos de governo hegemônico do PRI, de dois sexênios de alternância do PAN e do retorno ao poder do histórico partido, todos os candidatos apelam ao rompimento com o estabelecido nas eleições de 1 de junho, nas quais 90 milhões de mexicanos podem votar. López Obrador, de 64 anos, o candidato mais velho, encarna para muitos a ruptura mais radical. O líder do Morena, o partido que criou após abandonar o PRD, parte como favorito há meses. Não somente isso, ele também recebe toda a atenção. A maioria das informações relacionadas a ele, sejam positivas ou negativas, tem mais eco do que as de seus rivais. “A importante liderança inicial de Obrador pode não ser fácil de ser retirada nos 100 dias que restam até as eleições, com exceção de um erro importante na campanha”, disse um relatório recente do Goldman Sachs, que acentua a sensação dividida pela maioria dos analistas de que o principal problema de Obrador é ele mesmo. El Peje (Astuto) e AMLO (as iniciais de seu nome), os dois apelidos pelos quais é conhecido, cercou-se de um grupo heterogêneo. Em um movimento que é bastante familiar aos brasileiros, o líder do Morena não hesitou no momento de aliar-se ao ultraconservador Encontro Social para receber o voto evangélico. Também não se importou com a questionada figura de Napoleón Gómez Urrutia, um líder sindical que fugiu ao Canadá após ser acusado de corrupção. Além disso, abraçou o apoio dos descontentes do PRI e do PAN, caso de seu ex-presidente Germán Martínez, um dos artífices, em 2006, da campanha de “um perigo ao México” com a qual López Obrador foi atacado. Ele perdeu aquela eleição por meio ponto, entre acusações de fraude. Pelos temores de sua eventual vitória, Obrador afirmou que se conquistar a presidência não iniciará uma caça às bruxas. Não conseguiu, entretanto, dissipar alguns medos especialmente entre empresários e investidores. AMLO soube gerir sua vantagem entre as pesquisas e tirar proveito da encarniçada luta pelo segundo lugar entre Anaya e Meade, deixando que se destrocem. Mas o tempo das boas intenções parece ter chegado ao fim e agora deverá concretizar algumas das propostas que sugeriu, como uma possível anistia a envolvidos em casos de tráfico de drogas, a criação de uma Guarda Nacional e uma Constituição moral. Com López Obrador, Ricardo Anaya representa a outra opção mais clara de renovação. O ex-presidente do PAN, de 39 anos, demonstrou uma ambição incontestável. Convencido de que a única saída ao país é um governo de coalizão – baseando-se nos exemplos da Alemanha e Chile –, apostou pela criação do Pelo México à Frente, um amálgama entre o PAN e os progressistas PRD e Movimento Cidadão, à custa de cercear uma parte de seu partido. As divisões no PAN não significaram um retrocesso de Anaya nas pesquisas. Entre janeiro e fevereiro cresceu até que, em março, um suposto caso de lavagem de dinheiro na venda de um galpão industrial de sua propriedade o atingiu e o fez retroceder. As autoridades não provaram que a origem do dinheiro – 53 milhões de pesos (9,6 milhões de reais) – seja ilícita e que Anaya se beneficiou dele, mas as dúvidas sobre como a venda se realizou se mantêm. Anaya acusou o Governo de orquestrar uma operação contra ele para favorecer o PRI. José Antonio Meade é o primeiro candidato do PRI que concorre à presidência sem militar no partido, mas não conseguiu se desvencilhar da imagem ruim do partido e superar suas divisões internas. https://brasil.elpais.com/brasil/2018/03/31/internacional/1522510215_792080.html
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