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  1. Não é por muito, mas Dilma Rousseff lidera a corrida para o Senado por Minas Gerais. Com 24,4% das intenções de voto, a ex-presidente bate o tucano Aécio Neves, o segundo colocado, com 21%. É o que mostra um levantamento exclusivo do Paraná Pesquisas. De qualquer forma, se o cenário se mantiver como está, ambos garantem uma cadeira em 2019. Veja
  2. Na pesquisa anterior do instituto, ele tinha de 20 a 20,9% nos cenários sem Lula Eleição presidencial 2018 1º turno: Intenção de voto ESPONTÂNEA Lula: 18,6% Jair Bolsonaro: 12,4% Ciro Gomes: 1,7% Marina Silva: 1,3% Geraldo Alckmin: 1,2% Joaquim Barbosa: 1,0% Álvaro Dias: 0,9% Outros: 1,8% Branco/Nulo: 21,4% Indecisos: 39,6% 1º turno: Intenção de voto ESTIMULADA CENÁRIO 1: Lula 32,4%, Jair Bolsonaro 16,7%, Marina Silva 7,6%, Ciro Gomes 5,4%, Geraldo Alckmin 4,0%, Álvaro Dias 2,5%, Fernando Collor 0,9%, Michel Temer 0,9%, Guilherme Boulos 0,5%, Manuela D´Ávila 0,5%, João Amoêdo 0,4%, Flávio Rocha 0,4%, Henrique Meirelles 0,3%, Rodrigo Maia 0,2%, Paulo Rabello de Castro 0,1%, Branco/Nulo 18,0%, Indecisos 8,7%. CENÁRIO 2: Jair Bolsonaro 18,3%, Marina Silva 11,2%, Ciro Gomes 9,0%, Geraldo Alckmin 5,3%, Álvaro Dias 3,0%, Fernando Haddad 2,3%, Fernando Collor 1,4%, Manuela D´Ávila 0,9%, Guilherme Boulos 0,6%, João Amoêdo 0,6%, Henrique Meirelles 0,5%, Flávio Rocha 0,4%, Rodrigo Maia 0,4%, Paulo Rabello de Castro 0,1%, Branco/Nulo 29,6%, Indecisos 16,1%. CENÁRIO 3: Jair Bolsonaro 19,7%, Marina Silva 15,1%, Ciro Gomes 11,1%, Geraldo Alckmin 8,1%, Fernando Haddad 3,8%, Branco/Nulo 30,1%, Indecisos 12,1%. CENÁRIO 4: Jair Bolsonaro 20,7%, Marina Silva 16,4%, Ciro Gomes 12,0%, Fernando Haddad 4,4%, Henrique Meirelles 1,4%, Branco/Nulo 31,7%, Indecisos 13,4%. 2º turno: Intenção de voto ESTIMULADA CENÁRIO 1: Lula 44,9%, Geraldo Alckmin 19,6%, Branco/Nulo: 30,0%, Indecisos: 5,5%. CENÁRIO 2: Lula 45,7%, Jair Bolsonaro 25,9%, Branco/Nulo: 23,3%, Indecisos: 5,1%. CENÁRIO 3: Lula 47,1%, Henrique Meirelles 13,3%, Branco/Nulo: 33,0%, Indecisos: 6,6%. CENÁRIO 4: Lula 44,4%, Marina Silva 21,0%, Branco/Nulo: 29,3%, Indecisos: 5,3%. CENÁRIO 5: Lula 49,0%, Michel Temer 8,3%, Branco/Nulo: 37,3%, Indecisos: 5,4%. CENÁRIO 6: Jair Bolsonaro 28,2%, Ciro Gomes 24,2%, Branco/Nulo: 37,8%, Indecisos: 9,8%. CENÁRIO 7: Jair Bolsonaro 27,8%, Geraldo Alckmin 20,2%, Branco/Nulo: 42,5%, Indecisos: 9,5%. CENÁRIO 8: Jair Bolsonaro 31,5%, Fernando Haddad 14,0%, Branco/Nulo: 43,4%, Indecisos: 11,1%. CENÁRIO 9: Jair Bolsonaro 30,8%, Henrique Meirelles 11,7%, Branco/Nulo: 46,3%, Indecisos: 11,2%. CENÁRIO 10: Marina Silva 27,2%, Jair Bolsonaro 27,2%, Branco/Nulo: 37,8%, Indecisos: 7,8%. CENÁRIO 11: Jair Bolsonaro 34,7%, Michel Temer 5,3%, Branco/Nulo: 49,5%, Indecisos: 10,5%. CENÁRIO 12: Ciro Gomes 20,9%, Geraldo Alckmin 20,4%, Branco/Nulo: 48,1%, Indecisos: 10,6%. CENÁRIO 13: Geraldo Alckmin 25,0%, Fernando Haddad 10,0%, Branco/Nulo: 53,2%, Indecisos: 11,8%. CENÁRIO 14: Marina Silva 26,6%, Geraldo Alckmin 18,9%, Branco/Nulo: 46,0%, Indecisos: 8,5%. CENÁRIO 15: Ciro Gomes 25,7%, Henrique Meirelles 9,0%, Branco/Nulo: 52,6%, Indecisos: 12,7%. CENÁRIO 16: Ciro Gomes 30,4%, Michel Temer 5,6%, Branco/Nulo: 52,9%, Indecisos: 11,1%. LIMITE DE VOTO – PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CIRO GOMES: é o único em que votaria (2,9%); é um candidato em que poderia votar (31,7%); não votaria nele de jeito nenhum (46,4%); não conhece/não sabe quem é/ nunca ouviu falar (15,3%). FERNANDO HADDAD: é o único em que votaria (0,9%); é um candidato em que poderia votar (15,7%); não votaria nele de jeito nenhum (46,1%); não conhece/não sabe quem é/ nunca ouviu falar (34,1%). GERALDO ALCKMIN: é o único em que votaria (1,6%); é um candidato em que poderia votar (30,3%); não votaria nele de jeito nenhum (55,9%); não conhece/não sabe quem é/ nunca ouviu falar (8,4%). HENRIQUE MEIRELLES: é o único em que votaria (0,2%); é um candidato em que poderia votar (14,1%); não votaria nele de jeito nenhum (48,8%); não conhece/não sabe quem é/ nunca ouviu falar (33,5%). JAIR BOLSONARO: é o único em que votaria (13,1%); é um candidato em que poderia votar (22,1%); não votaria nele de jeito nenhum (52,8%); não conhece/não sabe quem é/ nunca ouviu falar (9,3%). LULA: é o único em que votaria (25,6%); é um candidato em que poderia votar (25,0%); não votaria nele de jeito nenhum (46,8%); não conhece/não sabe quem é/ nunca ouviu falar (0,6%). MARINA SILVA: é o único em que votaria (4,5%); é um candidato em que poderia votar (33,1%); não votaria nele de jeito nenhum (56,5%); não conhece/não sabe quem é/ nunca ouviu falar (2,9%). MICHEL TEMER: é o único em que votaria (0,3%); é um candidato em que poderia votar (7,8%); não votaria nele de jeito nenhum (87,8%); não conhece/não sabe quem é/ nunca ouviu falar (1,6%). RODRIGO MAIA: é o único em que votaria (0,1%); é um candidato em que poderia votar (7,0%); não votaria nele de jeito nenhum (55,6%); não conhece/não sabe quem é/ nunca ouviu falar (34,2%). CARACTERÍSTICAS DO CANDIDATO • Para 65,6% dos entrevistados, a honestidade do candidato a presidente da República será o principal fator levado em consideração; 47,7% considerarão novas propostas para o Brasil; 26,4%, a trajetória de vida; 12,1% considerarão se o candidato é novo no meio político; 5,9% o partido político ao qual o candidato pertence; 3,4% se ele é do meio empresarial. www.cnt.org.br/imprensa/noticia/resultados-136-pesquisa-cnt-mda
  3. A coisa anda cada vez mais feia para Geraldo Alckmin. A pesquisa divulgada nesta sexta (11) pelo Instituto Paraná com eleitores do Rio revela que o ex-governador tucano não lidera nem entre os candidatos de centro. Nesse campo, o preferido dos fluminenses é Álvaro Dias, com 4,1%; à frente de Alckmin (3,5%); Michel Temer (2,2%); Rodrigo Maia (2,1%); e Flávio Rocha (0,6%). Se Dias está arrancando votos do paulista na região Sudeste, imagine o estrago que fará para o PSDB no Sul. Veja
  4. Olá, peoples! Em primeiro lugar, muito obrigado pela participação de todos vocês. Sei que às vezes é um saco ficar participando de tanta enquete/pesquisa, mas fico feliz em anunciar que é a maior participação em pesquisas aqui do fórum: 148 usuários. Superamos, portanto, a primeira pesquisa do iEplay que contou com a participação de 112 usuários. A pesquisa foi realizada com moradores das 5 regiões brasileiras, bem como, de todas as classes sociais, de todas as escolaridades e idades a partir de 16 anos. A margem de erro desta pesquisa é de 1 ponto percentual para mais ou para menos. O nível de confiança é de 98%. Esta pesquisa estabelecerá, em determinados momentos, comparações com a primeira pesquisa realizada em Abril de 2017 e com a pesquisa realizada pelo @cupertino em Novembro de 2017 (quando as perguntas forem as mesmas). Na primeira etapa, foram perguntados sobre em quem votariam para a presidência em 2018. Esta modalidade é ESPONTÂNEA, ou seja, quando não são apresentados os nomes dos(as) candidatos(as): Os candidatos incluí­dos em OUTROS são: Fernando Haddad (2%), Álvaro Dias (1%), Cristovam Buarque (1%), Dr. Rey (1%), Guilherme Boulos (1%) e Manuela D'Ávila (1%). É importante avaliar que a grande possibilidade de Lula não concorrer às eleições, aliada a sua prisão, provocou uma queda significativa em seus números, assim como João Doria, antes, um dos favoritos. Com o surgimento das candidaturas de Geraldo Alckmin e Joaquim Barbosa, ambos começaram a pontuar e se destacar nas pesquisas mais recentes. A queda de Jair Bolsonaro na preferência de uma parcela do fórum também poderá ser notada nas questões a seguir. Ainda na modalidade ESPONTÂNEA, perguntou-se sobre em quem jamais votariam para a presidência, considerando qualquer cenário: Os candidatos incluídos em OUTROS são: Ciro Gomes (2%), Geraldo Alckmin (1%), Guilherme Boulos (1%), Manuela D'Ávila (1%) e Marina Silva (1%). Na segunda etapa, foram perguntados sobre em quem votariam para a presidência em 2018 em 5 cenários de PRIMEIRO TURNO. Esta modalidade é a ESTIMULADA, ou seja, quando são apresentados os nomes dos(as) candidatos(as): Os candidatos incluídos em OUTROS do CENÁRIO 01 são: Cristovam Buarque, Guilherme Boulos, Manuela D'Ávila e Rodrigo Maia que, somados, atingem 3%. Os candidatos incluídos em OUTROS do CENÁRIO 02 são: Cristovam Buarque, Guilherme Boulos e Rodrigo Maia que, somados, atingem 3%. Os candidatos incluídos em OUTROS do CENÁRIO 03 são: Guilherme Boulos e Rodrigo Maia que, somados, atingem 2%. Os candidatos incluídos em OUTROS do CENÁRIO 04 são: Guilherme Boulos e Rodrigo Maia que, somados, atingem 2%. Os candidatos incluídos em OUTROS do CENÁRIO 05 são: Álvaro Dias, Cristovam Buarque, Guilherme Boulos e Rodrigo Maia que, somados, atingem 4%. Na terceira etapa, foram perguntados em quem votariam no SEGUNDO TURNO, apresentando 15 cenários possíveis: Vale destacar a porcentagem de votos BRANCO/NULO nos cenários 01 e 15, sendo que neste último é o voto mais escolhido pelos participantes. Na última etapa, foram perguntados sobre o Governo Temer. A primeira questão correspondia à forma como Michel Temer governa o país: E, por fim, a última questão correspondia à aprovação do Governo Temer, pedindo para os participantes atribuírem uma nota de 0 a 10 ao Governo (considerando a métrica que: 0-2 [péssimo] / 3-4 [ruim] / 5-6 [regular] / 7-8 [bom] / 9-10 [ótimo]): *A pesquisa foi realizada entre os dias 19 e 27 de Abril de 2018.
  5. Joaquim: performance surpreende (Ueslei Marcelino/Reuters) Levantamento inédito do Instituto Paraná mostra que sem Lula o deputado federal Jair Bolsonaro (PSL-RJ) assume a dianteira na corrida ao Planalto. Bolsonaro fica com 20,5%, seguido por Marina Silva (Rede-AC) e, em terceiro,Joaquim Barbosa (PSB-RJ), que aparece com 11%. Com a margem estimada de erro de 2%, Marina e Barbosa estão tecnicamente empatados. A pesquisa do Instituto Paraná ouviu, entre os dias 27 de abril e 2 de maio, 871 pessoas, em 137 municípios de 26 unidades da federação, nas cinco regiões do país. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais com 95% de nível de confiança. O levantamento foi registrado no TSE sob o número BR 2853/2018 Veja os resultados da pesquisa do Instituto Paraná: Jair Bolsonaro – 20,5% Marina Silva – 12% Joaquim Barbosa – 11% Ciro Gomes – 9,7% Geraldo Alckmin – 8,1% Álvaro Dias – 5,9% Fernando Haddad – 2,7% Manuela D’Ávila – 2,1% Michel Temer – 1,7% Flávio Rocha – 1% Guilherme Boulos (PSOL), Henrique Meirelles (MDB), João Amoêdo (Novo) e Rodrigo Maia (DEM) foram citados, mas não atingiram 1% das intenções de voto cada. https://veja.abril.com.br/blog/radar/sem-lula-bolsonaro-lidera-e-joaquim-empata-em-2o-com-marina/
  6. Projeções de segundo turno http://noticias.band.uol.com.br/eleicoes/noticias/100000910825/ibope-veja-a-intencao-de-voto-dos-eleitores-para-governo-de-sao-paulo.html Presidente entre eleitores do estado de SP http://noticias.band.uol.com.br/eleicoes/noticias/100000910830/ibope-veja-a-intencao-de-voto-dos-eleitores-de-sp-para-presidente.html
  7. Doria lidera disputa pelo governo, mas rejeição sobe Datafolha mostra tucano com 29% ante 20% de Paulo Skaf em São Paulo O ex-prefeito de São Paulo João Doria (PSDB) lidera a corrida pelo governo do estado, segundo levantamento do Datafolha. A rejeição ao tucano, porém, disparou na capital –que comandou por um ano e três meses, até renunciar para disputar a eleição. Doria é o primeiro colocado nos dois cenários pesquisados de quarta (11) a sexta-feira (13). Ele aparece com 29% das intenções de voto, seguido pelo presidente da Fiesp (Federação das Indústrias de São Paulo), Paulo Skaf (PMDB), que tem 20%. O atual governador, Márcio França (PSB), tem 8%, empatado com o ex-prefeito de São Bernardo do Campo Luiz Marinho (PT), que marca 7%. Outros 26% declaram voto em branco ou nulo. A vantagem de Doria aumenta quando Skaf não é apresentado como candidato. O ex-prefeito aparece com 36% das preferências, à frente de França (10%) e Marinho (9%). Votos em branco ou nulos sobem para 32%. Cerca de um terço dos eleitores de Skaf migra para Doria. Outros 35% decidem votar em branco ou nulo, e o restante se divide entre os demais candidatos. Nos dois cenários, Rogério Chequer (Partido Novo), Lisete Arelaro (PSOL) e Alexandre Zeitune (Rede) aparecem em uma faixa de 1% a 3%. A seis meses da disputa, a pesquisa espontânea (quando não é apresentada uma cartela com os candidatos), mostra que 62% dos eleitores dizem não saber em quem votar. Outros 21% declaram voto em branco ou nulo. O Datafolha ouviu 1.954 eleitores em 68 municípios de São Paulo. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número SP 04706/2018. REJEIÇÃO Líderes da disputa, Skaf e Doria também são os candidatos com os maiores índices de rejeição: 34% do eleitorado paulista dizem que não votariam "de jeito nenhum" no presidente da Fiesp e 33%, no ex-prefeito paulistano. Atrás deles, aparecem Marinho (27%), França (22%), Chequer (21%), Arelaro (20%) e Zeitune (19%). A rejeição a Doria é maior na capital paulista. Entre os moradores da cidade, 49% dizem que não dariam seu voto ao ex-prefeito. No interior, esse índice é de apenas 25%. Para os demais candidatos, a taxa de rejeição é mais equilibrada entre eleitores da capital e do interior –o que sugere que Doria pode ter dificuldades em seu quintal. Sua aprovação despencou, e dois terços dos paulistanos consideram que ele agiu mal ao deixar a prefeitura para disputar outro cargo. O índice de intenção de voto de Doria também é menor na capital. No cenário com Skaf, o ex-prefeito tem 24% na cidade e 30% nos municípios do interior. O desempenho de Doria na pesquisa é melhor entre os homens (35%) do que entre as mulheres (24%). O tucano também pontua mais nos segmentos de maior renda: aparece com 39% entre os eleitores mais ricos e tem apenas 24% no grupo que recebe até dois salários mínimos por mês. Doria é o favorito dos entrevistados que classificaram o governo Geraldo Alckmin (PSDB) como ótimo ou bom. Nesse bloco, o ex-prefeito atinge 38% das preferências quando Skaf é candidato e vai a 49% no cenário sem o presidente da Fiesp. Marcio França, tem 9% e 11%, respectivamente, entre os eleitores que aprovam o governo de seu antecessor. CENÁRIO 1 - Com Skaf João Doria (PSDB) - 29 Paulo Skaf (MDB) - 20 Marcio França (PSB) - 8 Luiz Marinho (PT) - 7 Rogério Chequer (Partido Novo) - 2 Lisete Arelaro (PSOL) - 1 Alexandre Zeitune (REDE) - 1 Em branco/nulo/nenhum - 26 Não sabe - 5 CENÁRIO 2 - Sem Skaf João Doria (PSDB) - 36 Marcio França (PSB) - 10 Luiz Marinho (PT) - 9 Rogério Chequer (Partido Novo) - 3 Lisete Arelaro (PSOL) - 2 Alexandre Zeitune (REDE) - 2 Em branco/nulo/nenhum - 32 Não sabe - 6 REJEIÇÃO Paulo Skaf (MDB) - 34 João Doria (PSDB) - 33 Luiz Marinho (PT) - 27 Marcio França (PSB) - 22 Rogério Chequer (PARTIDO NOVO) - 21 Lisete Arelaro (PSOL) - 20 Alexandre Zeitune (REDE) - 19 Rejeita todos/não votaria em nenhum - 10 Votaria em qualquer um/não rejeita nenhum - 3 Não sabe - 7 https://www1.folha.uol.com.br/poder/2018/04/doria-lidera-disputa-pelo-governo-mas-rejeicao-sobe.shtml
  8. Esses são os dois temas programáticos do momento quando o assunto é combate à corrupção. O que vocês acham? O fim do foro precisaria ser absoluto ou faria sentido algumas autoridades permanecerem com ele? Começar a cumprir a pena após condenação em segunda instância afrontaria a presunção de inocência ou ajudaria a combater a impunidade? Alguns argumentos sobre a questão do foro:
  9. Eleições no México México começa a campanha que pode levar o país a uma guinada à esquerda López Obrador, favorecido pela insegurança e a corrupção do sistema, tem 79% de chances de ganhar, de acordo com uma comparação entre as pesquisas O México começa a percorrer 90 dias definitivos para seu futuro. Na sexta-feira começou oficialmente uma campanha que há meses vem se prolongando e na qual o candidato da esquerda Andrés Manuel López Obrador (AMLO) caminha vitorioso nas pesquisas, mais pelos erros dos demais do que por seus próprios acertos. Em sua terceira tentativa – e última, segundo suas palavras – para chegar ao poder, o líder do Morena (Movimento de Regeneração Nacional) se beneficia da guerra desatada entre seus dois rivais. Ricardo Anaya, candidato do Pelo México à Frente, uma coalizão heterodoxa entre o direitista Partido de Ação Nacional (PAN) e o Partido da Revolução Democrática (PRD, de centro-esquerda), disputa o segundo lugar com José Antonio Meade, concorrente do histórico Partido Revolucionário Institucional (PRI), que governou o país durante décadas, incluindo os últimos seis anos. López Obrador também possui a seu favor que a sensação de saturação e desencanto em relação ao Governo atual, repleto de corrupção e com os níveis de insegurança mais altos já vistos, é muito maior do que o medo gerado por sua eventual chegada ao poder. Um temor ainda latente, sobretudo no setor empresarial, mas diluído em relação às duas eleições anteriores nas que ele já foi concorrente, naquela época pelo PRD. Um estudo realizado pelo EL PAÍS a partir das pesquisas publicadas indica que López Obrador tem 79% de chances de vitória, contra 16% de Anaya e somente 5% de Meade. Depois de 70 anos de governo hegemônico do PRI, de dois sexênios de alternância do PAN e do retorno ao poder do histórico partido, todos os candidatos apelam ao rompimento com o estabelecido nas eleições de 1 de junho, nas quais 90 milhões de mexicanos podem votar. López Obrador, de 64 anos, o candidato mais velho, encarna para muitos a ruptura mais radical. O líder do Morena, o partido que criou após abandonar o PRD, parte como favorito há meses. Não somente isso, ele também recebe toda a atenção. A maioria das informações relacionadas a ele, sejam positivas ou negativas, tem mais eco do que as de seus rivais. “A importante liderança inicial de Obrador pode não ser fácil de ser retirada nos 100 dias que restam até as eleições, com exceção de um erro importante na campanha”, disse um relatório recente do Goldman Sachs, que acentua a sensação dividida pela maioria dos analistas de que o principal problema de Obrador é ele mesmo. El Peje (Astuto) e AMLO (as iniciais de seu nome), os dois apelidos pelos quais é conhecido, cercou-se de um grupo heterogêneo. Em um movimento que é bastante familiar aos brasileiros, o líder do Morena não hesitou no momento de aliar-se ao ultraconservador Encontro Social para receber o voto evangélico. Também não se importou com a questionada figura de Napoleón Gómez Urrutia, um líder sindical que fugiu ao Canadá após ser acusado de corrupção. Além disso, abraçou o apoio dos descontentes do PRI e do PAN, caso de seu ex-presidente Germán Martínez, um dos artífices, em 2006, da campanha de “um perigo ao México” com a qual López Obrador foi atacado. Ele perdeu aquela eleição por meio ponto, entre acusações de fraude. Pelos temores de sua eventual vitória, Obrador afirmou que se conquistar a presidência não iniciará uma caça às bruxas. Não conseguiu, entretanto, dissipar alguns medos especialmente entre empresários e investidores. AMLO soube gerir sua vantagem entre as pesquisas e tirar proveito da encarniçada luta pelo segundo lugar entre Anaya e Meade, deixando que se destrocem. Mas o tempo das boas intenções parece ter chegado ao fim e agora deverá concretizar algumas das propostas que sugeriu, como uma possível anistia a envolvidos em casos de tráfico de drogas, a criação de uma Guarda Nacional e uma Constituição moral. Com López Obrador, Ricardo Anaya representa a outra opção mais clara de renovação. O ex-presidente do PAN, de 39 anos, demonstrou uma ambição incontestável. Convencido de que a única saída ao país é um governo de coalizão – baseando-se nos exemplos da Alemanha e Chile –, apostou pela criação do Pelo México à Frente, um amálgama entre o PAN e os progressistas PRD e Movimento Cidadão, à custa de cercear uma parte de seu partido. As divisões no PAN não significaram um retrocesso de Anaya nas pesquisas. Entre janeiro e fevereiro cresceu até que, em março, um suposto caso de lavagem de dinheiro na venda de um galpão industrial de sua propriedade o atingiu e o fez retroceder. As autoridades não provaram que a origem do dinheiro – 53 milhões de pesos (9,6 milhões de reais) – seja ilícita e que Anaya se beneficiou dele, mas as dúvidas sobre como a venda se realizou se mantêm. Anaya acusou o Governo de orquestrar uma operação contra ele para favorecer o PRI. José Antonio Meade é o primeiro candidato do PRI que concorre à presidência sem militar no partido, mas não conseguiu se desvencilhar da imagem ruim do partido e superar suas divisões internas. https://brasil.elpais.com/brasil/2018/03/31/internacional/1522510215_792080.html
  10. A disputa ao governo do Paraná tem tudo para ser acirrada. Ao menos é o que mostra a primeira pesquisa realizada pelo Ibope no estado. O deputado estadual Ratinho Júnior (PSD) lidera a a pesquisa com 34% das intenções de voto. Em segundo lugar aparece Osmar Dias (PDT) com 28%. Em terceiro, descolada do pelotão, a governadora Cida Borghetti (PP) com 5%. O ex-deputado Dr.Rosinha (PT) tem 3%. O Ibope entrevistou 1.008 eleitores e a pesquisa registrada no TSE sob o número PR-06410/2018 tem margem de erro de 3%. https://veja.abril.com.br/blog/radar/eleicao-para-governador-do-parana-tem-tudo-para-ser-acirrada/
  11. O resultado da primeira pesquisa do IEPLAY sobre temas polêmicos trouxe resultados surpreendentes. A pesquisa foi dividida em duas partes: na primeira, os participantes tiveram que responder a frases/situações que são bastante discutidas no dia a dia em nosso país. Na segunda, foram indagados sobre diversos temas polêmicos de nossa sociedade, bem como ações do governo atual. O panorama a seguir revela que o Fórum Eplay tem opiniões progressistas, em sua maioria, ainda que 1/5 dos usuários declarem voto a candidatos com opiniões conservadoras, como apontado na pesquisa eleitoral realizada pelo iEplay no ano passado. PRIMEIRA PARTE A primeira frase apresentada foi: "bandido bom é bandido morto". Sobre isso: ▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓ 68% DISCORDAM ▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓ 27% CONCORDAM ▓▓ 5% NÃO SABEM Por segundo, foram apresentados argumentos para definir o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. Assim, consideram: ▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓ 38% Ela cometeu crime de responsabilidade fiscal e, além de sofrer o impeachment, deveria perder os direitos políticos por 8 anos ▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓ 27% Ela cometeu crime de responsabilidade fiscal e as decisões do impeachment e de não revogar seus direitos políticos foram justas ▓▓▓▓▓▓▓▓ 19% Ela sofreu um golpe e, mesmo cometendo crime de responsabilidade fiscal, tal ato não justifica o impeachment ▓▓▓▓ 11% Ela sofreu um golpe, pois não cometeu crime de responsabilidade fiscal ▓▓ 5% Não sabem Sobre "o fato da mulher usar minissaias ou shorts curtos fora de casa é uma das causas do assédio sexual e/ou estupro": ▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓ 97% DISCORDAM ▓ 3% NÃO SABEM Quanto à afirmação "gays não precisam ser escandalosos em público": ▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓ 51% DISCORDAM ▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓ 33% NÃO SABEM ▓▓▓▓▓▓ 16% CONCORDAM Quando perguntados se "uma das causas do preconceito e violência contra os gays é o comportamento dos gays afeminados": ▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓ 78% DISCORDAM ▓▓▓▓▓▓▓▓ 19% CONCORDAM ▓ 3% NÃO SABEM Sobre a definição de como se é homossexual : ▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓ 60% Uma condição, pois nasce assim e não pode ser mudada ▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓ 24% Uma condição que não é definida antes do nascer, mas sim ao longo do crescimento e não pode ser mudada ▓▓ 5% Uma condição que não é definida antes do nascer, mas sim ao longo do crescimento e pode ser mudada ▓▓ 5% Uma condição, pois nasce assim, mas pode ser mudada ▓ 3% Uma escolha, resultado de um ou mais fatores e, portanto, pode ser mudada ▓ 3% Não sabem Na frase "o PSDB e seus candidatos que sofrem denúncias são, na maior parte dos casos, protegidos pela Justiça", os resultados são: ▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓ 52% CONCORDAM ▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓ 32% DISCORDAM ▓▓▓▓▓▓ 16% NÃO SABEM SEGUNDA PARTE As primeiras três perguntas estão relacionadas às discussões mais polêmicas durante o Governo Temer: Você concorda ou discorda que uma reforma da Previdência é necessária para equilibrar as contas públicas? ▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓ 65% CONCORDAM ▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓ 24% DISCORDAM ▓▓▓▓ 11% NÃO SABEM Você é a favor ou contra a reforma da Previdência proposta pelo governo Temer? ▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓ 54% CONTRA ▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓ 32% A FAVOR ▓▓▓▓▓▓ 14% NÃO SABEM Você é a favor ou contra a reforma trabalhista aprovada pelo governo Temer? ▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓ 43% CONTRA ▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓ 35% A FAVOR ▓▓▓▓▓▓▓▓▓ 22% NÃO SABEM Com esses resultados, os participantes revelam o descrédito e a desaprovação do Governo Temer em aprovar reformas, fato que se comprova na maioria (65%) considerar uma reforma da Previdência como necessária, mas também a maioria (54%) ser contra a proposta do governo atual. Seguindo o leque de perguntas sobre temas polêmicos, temos: Você é a favor ou contra a legalização do aborto além do que já é permitido pela Lei? ▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓ 57% A FAVOR ▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓ 30% CONTRA ▓▓▓▓▓ 13% NÃO SABEM Você concorda ou discorda que a legalização da maconha diminuiria os índices de criminalidade? ▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓ 46% CONCORDA ▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓ 38% DISCORDA ▓▓▓▓▓▓ 16% NÃO SABEM Você é a favor ou contra a legalização da maconha para uso pessoal? ▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓ 65% A FAVOR ▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓ 27% CONTRA ▓▓▓ 8% NÃO SABEM Você é a favor ou contra o porte de armas de fogo por cidadãos sem ficha criminal e antecedentes? ▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓ 73% CONTRA ▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓ 24% A FAVOR ▓ 3% NÃO SABEM Você é a favor ou contra a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos? ▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓ 49% CONTRA ▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓ 43% A FAVOR ▓▓▓ 8% NÃO SABEM Você é a favor ou contra a pena de morte para os crimes considerados mais graves? ▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓ 62% CONTRA ▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓ 32% A FAVOR ▓▓ 6% NÃO SABEM Você concorda ou discorda que qualquer cidadão, independente de sua orientação sexual, pode casar-se no civil? ▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓ 100% CONCORDAM Você concorda ou discorda que qualquer cidadão, independente de sua orientação sexual e tendo as demais condições aprovadas pelos órgãos responsáveis, pode adotar crianças? ▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓ 100% CONCORDAM Você é a favor ou contra as cotas para estudantes negros? ▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓ 60% A FAVOR ▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓ 27% CONTRA ▓▓▓▓▓ 13% NÃO SABEM O iEplay entrevistou pessoas das 5 regiões brasileiras com idades a partir de 16 anos entre os dias 31 de janeiro e 06 de fevereiro de 2018. A margem de erro desta pesquisa é de 1 ponto percentual para mais ou para menos. O nível de confiança é de 98%. Agradecimentos aos que participaram. Nos próximos dias, não percam a segunda pesquisa eleitoral.
  12. Jair Bolsonaro (PSL) lidera a corrida presidencial em São Paulo, maior colégio eleitoral do país, segundo pesquisa inédita do Instituto Paraná. O deputado de extrema direita bate até mesmo o governador do estado, Geraldo Alckmin (PSDB), e o ex-presidente Lula (PT). Veja abaixo os cenários analisados: Cenário 1, com Fernando Haddad como candidato petista: Jair Bolsonaro 23,4% Geraldo Alckmin 22,1% Marina Silva 12,3% Ciro Gomes 6,5% Fernando Haddad 6% Álvaro Dias 3,8% Rodrigo Maia 1,3% Fernando Collor 1,1% Henrique Meirelles 1% João Amoêdo 0,7% Levy Fidelix 0,7% Guilherme Boulos 0,5% Cenário 2, com Jaques Wagner como candidato petista: Jair Bolsonaro 23,5% Geraldo Alckmin 23,2% Marina Silva 13,3% Ciro Gomes 7,2% Álvaro Dias 4% Fernando Collor 1,5% Rodrigo Maia 1,4% Jaques Wagner 1,3% Henrique Meirelles 1% Manuela DÁvilla 0,8% João Amoêdo 0,7% Levy Fidelix 0,7% Guilherme Boulos 0,5% Cenário 3, com Lula como candidato petista: Jair Bolsonaro 22,3% Geraldo Alckmin 20,1% Lula 19,7% Marina Silva 8,8% Ciro Gomes 5,3% Álvaro Dias 3,6% Rodrigo Maia 1,1% Henrique Meirelles 1% Fernando Collor 0,8% João Amoêdo 0,7% Manuela Dávilla 0,5% Guilherme Boulos 0,4% Levy Fidelix 0,4% https://veja.abril.com.br/blog/radar/bolsonaro-bate-alckmin-e-lula-e-lidera-corrida-presidencial-em-sp/ Que mico eim Alckmin
  13. O prefeito João Doria lidera todos os cenários na corrida pelo governo paulista. Segundo levantamento do Instituto Paraná, o único cenário em que Doria empata é quando concorre com Celso Russomano (PRB). Só que Russomano já declarou que deverá apoiar o prefeito no pleito. Para 55% dos ouvidos, ele é o candidato tucano com maior chance. José Aníbal tem a preferência de 7,2% e Luiz Felipe D’Ávilla de 7,1%. A pesquisa foi realizada com 2.000 eleitores do Estado de São Paulo, em 84 municípios, entre os dias 20 e 25 de fevereiro. A amostragem tem uma margem de erro de aproximadamente 2%. Confira abaixo os cenários analisados: Cenário 1 João Doria 30,1% Celso Russomano 29,1% Paulo Skaf 12,9% Luiz Marinho 3,6% Márcio França 2,5% Rodrigo Garcia 1,9% Nenhum 13,7% Não sabe 4,5% Cenário 2 João Doria 39,8% Paulo Skaf 19,1% Luiz Marinho 5,5% Rodrigo Garcia 4,9% Márcio França 3,5% Carlos Giannazi 2,1% Nenhum 19,6% Não sabe 5,5% Cenário 3 João Doria 37,3% Paulo Skaf 17,5% Fernando Haddad 13,4% Rodrigo Garcia 4,5% Márcio França 3,0% Carlos Giannazi 1,7% Cenário 4 Celso Russomano 37,5% Paulo Skaf 18,8% Luiz Marinho 4,2% Márcio França 4,0% Luiz Felipe D’Ávilla 2,8% Rodrigo Garcia 2,5% Veja
  14. Ligaram aqui em casa hoje por volta das 10h perguntando em quem nós votaríamos pro Governo do Estado e deram as opções do Paulo Skaff (PMDB), Márcio França (PSB), Russomano (PR), David Uip (PSDB), Luiz Marinho (PT) e aqueles nanicos. É a segunda vez em época de eleições que ligam pra gente. A primeira foi na vez passada pra prefeito. Agora a gente não sabe quem encomendou essa pesquisa porque eles só agradecem no fim.
  15. VOTE NO LINK ABAIXO https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSd983oo6sa0of6uMaMVMvh0jSC515dEGdjjVJZorQEfvRIC1A/viewform OBSERVAÇÕES Vou procurar fazer levantamentos trimestrais. Os nomes de Luciano Huck (Sem Partido), Joaquim Barbosa (Sem Partido) ainda não foram confirmados sequer como pré-candidatos e por isso não fazem parte deste levantamento; Os nomes de João Doria (PSDB) e Paulo Rabello de Castro (PSC) embora com simpatia de seus partidos, não foram confirmados como pré-candidatos e por isso não fazem parte deste levantamento. As pesquisas sempre estarão abertas pelo prazo de 15 dias.
  16. Vote no que realmente acha, não o que considera um desejo
  17. São Paulo – Luiz Inácio Lula da Silva (PT) continua liderando as intenções de voto para as eleições presidenciais de 2018, segundo pesquisa Datafolha divulgada na tarde deste sábado, 02. O deputado federal Jair Bolsonaro (PSC) vem em segundo lugar, isolado. O petista aparece com 34% das intenções no primeiro turno e fica com a liderança em todos os cenários pesquisados. Já Bolsonaro manteve os 17%. Num cenário em que a Presidência seja disputada entre Lula, Bolsonaro, Marina Silva (Rede), Alckmin (PSDB) e Ciro Gomes (PDT), Marina vem na terceira posição, com 9% das intenções de voto. A ex-senadora oficializou hoje sua pré-candidatura. Já o governador de São Paulo fica em quarto lugar, com 7% das intenções. Segundo turno Lula ganha em todos os cenários do segundo turno. Disputando com Alckmin, o petista fica com 52% das intenções, contra 30% do tucano. Na briga com Marina, ele ganha por 48% a 35%. Com Bolsonaro, por 46% a 32%. O instituto fez 2.765 entrevistas entre 29 e 30 de novembro, em 192 cidades. A margem de erro é de dois pontos para mais ou menos. Exame
  18. O apresentador de televisão Luciano Huck, cujo nome tem circulado como possível candidato à Presidência da República, teve melhora significativa de imagem nos últimos dois meses. Segundo a pesquisa Barômetro Político Estadão-Ipsos, a aprovação ao nome de Huck apresentou um salto de 17 pontos porcentuais desde setembro, passando de 43% para 60%. Já a desaprovação caiu de 40% para 32% no mesmo período. Com isso, Huck passou a ser a personalidade com a melhor avaliação entre as apresentadas pelo Ipsos aos entrevistados. Todos os demais 22 nomes do Barômetro Político deste mês, porém, são do mundo político ou do Poder Judiciário, mais sujeitos ao desgaste do noticiário. A pesquisa Ipsos não é de intenção de voto. O que os pesquisadores dizem aos entrevistados é o seguinte: “Agora vou ler o nome de alguns políticos e gostaria de saber se o (a) senhor (a) aprova ou desaprova a maneira como eles vêm atuando no País”. “Não me surpreende que Luciano Huck tenha melhorado em aprovação”, disse Danilo Cersosimo, diretor do Ipsos. “Esse salto tem muito a ver com o fato de seu nome ter sido cogitado como candidato e de ele próprio ter dado indícios de que gostaria de concorrer. Mas o ponto é se isso vai se converter em votos. Se a eleição fosse hoje, ele teria um desempenho razoável, mas não esse cacife todo.” Para Cersosimo, por mais que Huck seja simpático para uma parcela considerável da opinião pública, seus indicadores de aprovação não diferem muito dos de outras celebridades televisivas. “As pessoas estão avaliando um Luciano Huck que aparece há 15 ou 20 anos na televisão”, observou o diretor do Ipsos. “Ele não tem a imagem desgastada por embates políticos, ainda não foi testado em um debate, por exemplo.” Evolução. Entre os presidenciáveis, o primeiro a aparecer no ranking de aprovação do Barômetro Político, depois de Huck, é Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com 43% de avaliação positiva e 56% de negativa. As taxas do ex-presidente estão em tendência de melhora paulatina desde junho. A eventual candidatura de Lula, porém, depende da Justiça – uma condenação em segunda instância pode inviabilizar legalmente sua participação na campanha. Em empate técnico com Lula está o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa, que foi convidado pelo PSB a disputar a Presidência, embora nunca tenha manifestado em público essa intenção. Barbosa tem 42% de aprovação. Marina Silva (Rede) apresentou oscilação de 36% para 35% em sua avaliação positiva nos últimos dois meses. A desaprovação subiu de 51% para 56%. O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), voltou a perder apoio na opinião pública: sua avaliação negativa subiu de 56% para 63%. A taxa de aprovação ao governador Geraldo Alckmin (PSDB) oscilou de 22% para 24%. O juiz Sérgio Moro, titular da 13.ª Vara Federal de Curitiba e conhecido por sua atuação no julgamento de acusados da Operação Lava Jato, foi aprovado por 50% dos entrevistados neste mês. http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,analise-apresentador-se-beneficia-de-maior-exposicao-politica,70002094168 Huck foi o destaque no jornal desta quinta
  19. Pesquisa iEplay concluída a menos de um ano da realização das eleições presidenciais mostra que a ex-senadora Marina Silva (REDE) é a candidata preferida dos membros do fórum para o cargo de presidente da República. A pesquisa, que contabilizou 53 votos nas diversas regiões do país, mostrou uma enorme pulverização do cenário político com a inserção, no módulo espontâneo, de 13 candidatos, sendo dois deles sem filiação partidária aparente. Resultado - Pesquisa Espontânea Marina Silva (REDE) 26% Jair Bolsonaro (PSC) 15% Lula (PT) 13% Geraldo Alckmin (PSDB) 13% Ciro Gomes (PDT) 11% João Doria (PSDB) 4% João Amoêdo (NOVO) 4% Brancos, nulos e indecisos 2% Outros nomes foram citados, sendo eles: José Maria Eymael (PSDC), Fernando Haddad (PT), Henrique Meirelles (PSD), Joaquim Barbosa (Sem Partido), Luciana Genro (PSOL) e Luciano Huck (Sem Partido). Todos obtiveram 2% das intenções de voto. Quando apresentamos uma cartela com os nomes dos candidatos já pré-definidos, há pouca alteração nos números. A ex-senadora Marina Silva (REDE) mantém a liderança, embora com ligeira variação negativa. Resultado - Pesquisa Estimulada Marina Silva (REDE) 24% Lula (PT) 17% Geraldo Alckmin (PSDB) 17% Jair Bolsonaro (PSC) 15% Ciro Gomes (PDT) 11% João Amoêdo (NOVO) 6% Henrique Meirelles (PSD) 4% Luciana Genro (PSOL) 2% Brancos, nulos e indecisos 4% Os candidatos Álvaro Dias (PODE) e Manuela D'Ávila (PCdoB) embora aparecessem como alternativas, não pontuaram neste levantamento. A pesquisa questionou, também, a força de influência do atual e dos ex-presidentes da República na composição do cenário para o ano que vem. Atribuídas notas de 0 a 5, onde categorizamos da seguinte maneira: votos entre 0 e 1 (nenhuma ou pouca chance de votar num candidato indicado pelo político); entre 2 e 3 (média chance de votar num candidato indicado pelo político); entre 4 e 5 (grande a chance de votar num candidato indicado pelo político). Diante da rejeição da classe política, o ex-presidente Fernando Henrique obteve o melhor desempenho, com 59% de chances médias e altas de ver um apadrinhado com chances de apoio dos foristas. Chance de votar num candidato apoiado por Michel Temer (PMDB) Nenhuma/Pouca 78% Média 16% Grande 6% Chance de votar num candidato apoiado por Lula (PT) Nenhuma/Pouca 65% Média 19% Grande 16% Chance de votar num candidato apoiado pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) Nenhuma/Pouca 41% Média 33% Grande 26% Na mesma pesquisa realizamos um levantamento que incluiu quatro nomes de expressão nacional e lembrados de maneira recorrente pela mídia e pelos eleitores para eventualmente disputar as eleições no ano que vem. São figuras que ainda não detém filiação partidária, cujo prazo encerra-se em abril de 2018. O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, foi o nome mais votado. Barbosa foi o juiz responsável por julgar políticos no caso do Mensalão, que correu em 2006. Hoje em dia presta consultoria jurídica e faz palestras pelo Brasil. Preferência/Candidatos sem filiação partidária - Estimulada Joaquim Barbosa 43% Sérgio Moro 31% Luciano Huck 22% Rodrigo Janot 4% Último item do questionário, perguntamos aos membros do Fórum Eplay, enfaticamente, em qual candidato eles jamais votariam. Dos dez nomes apresentados, apenas três receberam votos. Havia ainda a opção de rejeitar todos ou nenhum. O deputado federal Jair Bolsonaro, do PSC, foi rejeitado por mais da metade dos que participaram do levantamento. Rejeição - Estimulada Jair Bolsonaro (PSC) 61% Lula (PT) 37% João Amoêdo (NOVO) 2% A referida pesquisa ficou disponível no período de 07/11/2017 a 14/11/2017. Foram consultados 53 membros, mas um deles votou duas vezes de maneira idêntica e teve um de seus votos desconsiderado.
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