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  1. SÃO PAULO - Pesquisa realizada pela CNT/MDA divulgada nesta segunda-feira (26) mostra que a avaliação negativa do governo Jair Bolsonaro saltou de 19% em fevereiro para 39,5% este mês. Enquanto isso, a avaliação positiva caiu de 38,9% para 29,4% no mesmo período de tempo. No caso da aprovação pessoal de Jair Bolsonaro, o resultado recuou de 57,5% para 41%, enquanto a desaprovação do presidente foi de 28,2% para 53,7% entre fevereiro e agosto. https://www.infomoney.com.br/mercados/politica/noticia/9140406/cntmda-avaliacao-negativa-do-governo-bolsonaro-sobe-de-19-para-395
  2. Entre baianos, Bolsonaro perderia para Rui em 2022 e empataria com Haddad Se as eleições para presidente do Brasil de 2022 fossem hoje, o governador da Bahia, Rui Costa (PT), sairia na frente de Jair Bolsonaro (PSL) na disputa pelo Palácio do Planalto. Pelo menos entre o eleitorado baiano. Uma nova pesquisa do Instituto Paraná Pesquisas, em parceria com o Bahia Notícias, divulgada nesta sexta-feira (22), testou a intenção de votos do governador baiano em um cenário estimulado de 2022, em que são citados os candidatos aos entrevistados. Como candidato ao Planalto, Rui teria com o eleitorado baiano neste momento 32% dos votos contra 21,8% de Bolsonaro, que acabaria na segunda colocação. O cenário também testou Ciro Gomes (PDT), que terminou na terceira colocação com 18,6%, o governador de São Paulo João Dória (PSDB), que aparece na quarta colocação com 4,1%, e João Amoedo (Novo), com 3,5%. Candidato pelo PSOL em 2018, Guilherme Boulos ficou na última colocação neste cenário com 1,7%. Quando Rui é substituído por Fernando Haddad (PT), o ex-prefeito de São Paulo e candidato do PT em 2018 aparece empatado tecnicamente com o atual presidente. Neste cenário, Bolsonaro teria 22,9% e Haddad 22,8%. Com Haddad, Ciro Gomes, do PDT, fica também à frente pela margem de erro com 22,5%. Também pontuam na estimulada o governador de São Paulo João Doria (4,5%), João Amoedo (4%) e Guilherme Boulos (1,6%). A pesquisa ouviu 1544 eleitores da Bahia em 66 municípios durante os dias 17 a 21 de agosto. O nível de confiança é de 95% para uma margem estimada de erro de aproximadamente 2,5%.
  3. O Instituto Paraná Pesquisas divulgou, nesta terça-feira (6), um levantamento que avalia o primeiro semestre da gestão do governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo). Segundo os dados, o chefe do Executivo Estadual tem 61,6% de aprovação dos eleitores. Dos entrevistados, 32,7% desaprovam a nova gestão e 5,7% não souberam ou não quiseram opinar. https://noticias.r7.com/minas-gerais/balanco-geral-mg/videos/pesquisa-aponta-que-romeu-zema-tem-61-de-aprovacao-em-minas-06082019
  4. Após duas semanas de ataques contínuos de cunho racista e xenófobo contra deputados democratas, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi considerado racista por 51% do eleitorado entrevistado em uma pesquisa realizada pela Universidade de Quinnipiac, no estado de Connecticut. O porcentual é bem maior do que o recebido pelo ex-o ex-governador segregacionista do Alabama e candidato à Casa Branca George Wallace, um opositor ferrenho aos movimentos de Direitos Civis nos anos 1960. Trump classifica-se como a “pessoa menos racista no mundo”. Mas a percepção de racismo nas declarações e na conduta do presidente é majoritária na população afrodescendente. Segundo a pesquisa, 80% dos que se declararam negros o consideram racista, assim como 46% dos americanos brancos. Em contrapartida, 50% do eleitorado branco não o vê dessa forma. Para a pesquisa, em nível nacional, 1.306 pessoas foram entrevistadas entre os dias 25 e 26 de julho. A margem de erro é de 3,4 pontos percentuais para mais ou para menos. Em setembro 1968, a consulta pública feita pelo instituto Louis Harris & Associates constatou que 41% dos americanos consideravam Wallace racista. Ao ser perguntado se os ataques que fez contra seus adversários ideológicos são uma estratégia de campanha, Trump negou. “Não há estratégia. Não tenho estratégia”, afirmou. Seu índice de aprovação, contudo, não se moveu um ponto percentual entre os meses de junho e julho deste ano, ficando estagnado em 43%. Trump passou os últimos 15 dias em um vespeiro provocado por ele mesmo. No último dia 15 de julho, atacou o grupo de deputadas democratas popularmente conhecido como “O Esquadrão” ao dizer, no Twitter, que elas deveriam voltar para “os lugares totalmente quebrados e infestados com crime de onde vieram” e que elas eram “racistas”. O presidente também disse que as parlamentares não amavam o país em que viviam. Das quatro deputadas atacadas, apenas a democrata Ilhan Omar não nasceu nasceu nos Estados Unidos e é de família somali, porém, possui nacionalidade americana. Em um comício no estado da Carolina do Norte, Donald Trump voltou ao assunto e sua platéia começou a entoar cantos com frases como “Mande-a de volta!”, em referência a Omar. “O Esquadrão” é um grupo de deputadas que se opõe às políticas imigratórias de Donald Trump. Ele é composto, além de Ilhan Omar, das congressistas Alexandria Ocasio-Cortez, de família porto-riquenha, Rashida Tlaib, de família palestina e a afro-americana Ayanna Pressley. Após os ataques, Trump recebeu críticas de políticos de dentro do partido Republicano e uma resolução bipartidária no Congresso classificou os comentários do presidente como racistas. Mesmo assim, ele negou-se a pedir desculpas pelo que disse. Na semana passada, Donald Trump voltou ao Twitter para atacar mais um congressista negro, o democrata Elijah Cummings, que representa o estado de Maryland. Disse o presidente que um distrito de Baltimore, onde Cummings nasceu, é “detestável e infestado de ratos nojentos”. Não contente, Trump sugeriu que o deputado voltasse para arrumar a bagunça de sua cidade. Em meio a esses ataques claramente racistas, um vídeo viralizou no Twitter. O jornalista da emissora de televisão CNN Victor Blackwell argumenta na filmagem que toda vez que o presidente americano faz um comentário contra congressistas negros ou que representam minorias, usa a palavra “infestado”. “Ele [Donald Trump] sempre insulta centenas de pessoas no Twitter, mas quando fala a palavra ‘infestação’, refere-se a pessoas negras e pardas”, afirmou Blackwell, que também é negro. No fim do vídeo, o jornalista, visivelmente alterado, respira fundo e chama os comerciais. Um pedido de impeachment chegou a ser protocolado no Congresso contra Donald Trump por suas falas racistas e xenófobas. Mas a democrata e presidente da Câmara dos Representantes, Nancy Pelosi, avessa à ideia, o engavetou. https://veja.abril.com.br/mundo/trump-ataca-democratas-e-tiro-sai-pela-culatra-51-dizem-ser-ele-racista/
  5. O prefeito Alexandre Kalil (PSD) é o gestor público mais bem avaliado pelos moradores de Belo Horizonte: 49% dos belo-horizontinos entendem que o governo municipal tem desempenho positivo. O índice é bem superior ao apontado para o governador Romeu Zema (Novo) e o presidente Jair Bolsonaro (PSL): 15% e 24%, respectivamente. Os números fazem parte da segunda rodada da pesquisa sobre cenário político e avaliação da administração pública, realizada pela Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) da capital e publicada com exclusividade pelo Estado de Minas. Ainda assim, a aprovação da gestão de Kalil teve oscilação negativa no comparativo com a primeira rodada da pesquisa, realizada em maio. Naquela ocasião, o prefeito da capital teve a administração aprovada por 54% dos entrevistados. Já o índice daqueles que avaliaram o governo municipal como regular passou de 34% para 39%. A queda na avaliação positiva se deu especialmente no grupo de moradores entre 60 e 75 anos e entre quem tem renda familiar de até três salários mínimos. O índice dos que consideram a administração de Kalil ruim se manteve estável, nos mesmos 11% entre maio e julho deste ano. A avaliação dos governos estadual e federal também manteve percentuais semelhantes. A atuação do estreante Romeu Zema no Palácio Tiradentes é considerada positiva para 15% dos entrevistados – em maio, eram 16%. Metade dos moradores da capital considera o governo Zema regular e 32% negativo, contra 31% em maio. A margem de erro da pesquisa é de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos. Não souberam ou não quiseram opinar sobre a gestão de Zema 1% dos 1 mil entrevistados pelo Instituto Quaest Consultoria e Pesquisa, entre 4 e 7 de julho. O presidente Jair Bolsonaro parece ter mais apoio entre os belo-horizontinos. O governo do capitão reformado do Exército é avaliado positivamente por 24% dos moradores da capital, é considerado regular para 36%, e ruim para 37%. Não opinaram 2% dos entrevistados. Para 56% dos que responderam ao questionário, Bolsonaro está errando mais que acertando na sua administração. O índice só foi mais baixo que o de Romeu Zema: 63% dos belo-horizontinos avaliam que ele está errando na sua gestão. Kalil é o único que está colecionando mais acertos que erros: 69% a 23%, respectivamente. Para o professor da UFMG Felipe Nunes, diretor do Instituto Quaest Consultoria e Pesquisa, deve ser ressaltado que os políticos avaliados no levantamento estão em momentos diferentes: enquanto Kalil está no poder há dois anos e meio, Zema e Bolsonaro acabaram de completar seis meses de governo. “A avaliação dos governos de Bolsonaro e Zema ainda tem maior índice de regular porque eles estão no começo do mandato. Ainda há muito tempo para que as pessoas possam mudar a percepção”, ponderou. Ele destaca ainda que em ambos os casos o número de quem classifica as intenções dos governantes como boas é maior. Os moradores de Belo Horizonte foram questionados também sobre as intenções dos chefes do Executivo nas três esferas de poder. Em relação a Kalil, 74% dos que responderam às perguntas acreditam que o ex-presidente do Clube Atlético Mineiro tem boas intenções, sendo que 49% avaliam que ele está colocando em prática seu plano de governo. As ideias de Bolsonaro têm o apoio de 62% dos belo-horizontinos, mas apenas 17% acham que elas estão saindo do papel. Sobre Romeu Zema, 59% das pessoas apontam que ele tem boas intenções, das quais 9% disseram que elas são colocadas em prática. PERCEPÇÃO SOBRE O PAÍS Os índices apresentados pelos políticos na pesquisa refletem diretamente a percepção que os moradores da capital mineira têm sobre a cidade, o estado e o país. A pesquisa encomendada pela CDL mostrou que 21% dos entrevistados acreditam que o Brasil está melhorando, enquanto para 52% está parado e 26% avaliam que o país está piorando. No comparativo com maio, os índices se mantiveram estáveis: naquele mês, 56% achavam o país estagnado, 18% acreditavam em melhora e os mesmos 26% em piora. Em relação a Minas Gerais, 19% acreditam que o estado está melhorando (eram 21% em maio), 65% acham que está parado (eram 62%) e 16% piorando, o mesmo índice de dois meses atrás. O entendimento é diferente, no entanto, em relação a Belo Horizonte. Embora metade dos entrevistados avalie que a capital está estagnada, 41% opinaram que está melhorando e 9% que piorou. Em maio, os índices foram 49%, 44% e 7%, respectivamente. https://www.em.com.br/app/noticia/politica/2019/07/28/interna_politica,1072941/kalil-tem-avaliacao-melhor-do-que-bolsonaro-e-zema.shtml
  6. RIO — Uma pesquisa Datafolha apontou que quatro em cada dez brasileiros não consegue citar uma medida do governo de Jair Bolsonaronos primeiros seis meses de gestão. Questionados sobre o que de melhor havia feito o presidente no período, 39% dos entrevistados responderam "nada". Outros 19% não souberam responder à pergunta. De acordo com o instituto, o percentual de brasileiros que não destacam qualquer ação positiva do governo no período ("nada") sobe para 45% entre as mulheres; para 46% entre entrevistados do Nordeste; e 52% para fiéis de religiões de matriz africana. O número chega a 76% na faixa dos que avaliam a gestão como "ruim ou péssima". Dos entrevistados que afirmaram ter votado no então candidato do PSL para presidente, 17% responderam não ver o que destacar positivamente das ações do governo. Enquanto isso, 8% das pessoas ouvidas na pesquisa avaliaram haver avanços na segurança. Elogios a políticas sobre o tema foram mais comuns entre homens, cidadãos do Norte e do Centro-Oeste (11%) e partidários do PSDB (20%). Segundo a pesquisa, 7% elogiaram a reforma da Previdência e 4% mencionaram o combate à corrupção como medidas positivas da gestão Bolsonaro. Para 4%, merece destaque a iniciativa de flexibilizar o porte e a posse de armas no paíse, para 1%, as de acabar com o horário de verãoe nomear Sergio Moro para chefiar a pasta da Justiça. A política externa foi lembrada por 2% e os ministros escolhidos, por 1% dos entrevistados. O mesmo levantamento constatou que boa parte dos entrevistados não sabe citar medidas negativas do governo nos últimos seis meses. Questionados sobre o que de pior havia feito a atual gestão, 18% responderam "nada". Entre os evangélicos, este percentual vai a 22% e entre os que têm 60 anos ou mais, a 25%. Entre os que consideram o governo "bom ou ótimo", chega a 36%. Medidas negativas O Datafolha apontou que os decretos das armas foram a principal iniciativa lembrada como negativa (21%). Outros 19% não souberam destacar negativamente alguma proposta. A reforma da Previdência foi criticada por 12% e a imagem pública, por 9%. Este último quesito inclui declarações consideradas desnecessárias e/ou ofensivas, relação com os filhos e articulação política, explicou o instituto. Os cortes da educação, alvos de protestos em várias cidades do país, foram citados por 3% dos entrevistados. Na pesquisa, realizada nos dias 4 e 5 de julho, o Datafolha ouviu 2.086 pessoas, de 16 anos ou mais, em 130 cidades brasileiras. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o índice de confiança é de 95%. https://oglobo.globo.com/brasil/datafolha-39-dos-brasileiros-dizem-que-bolsonaro-nao-fez-nada-de-positivo-no-governo-23823527
  7. Na sua opinião, como você avalia a administração do governador da Paraíba João Azevedo? Ótima/Boa - 44,6% Regular - 27,1% Ruim/Péssima - 12,2% Não Responderam - 16,1% Na sua opinião, você aprova ou desaprova a maneira como o governador da Paraíba João Azevedo vem administrando o estado? Aprovam - 58,7% Desaprovam - 19,4% Não Responderam - 21,9% Na sua opinião, em qual área o governo de João Azevedo atua melhor? Estradas e Pavimentação - 13,7% Educação - 10,5% Saúde - 4,3% Na sua opinião, qual deve ser a prioridade de investimento do governo de João Azevedo? Saúde - 57% Geração de Emprego - 16,6% Segurança Pública - 8,8% João Azevedo é honesto ou desonesto? Honesto - 51,1% Desonesto - 11,2% Não Responderam - 37,7% João Azevedo é trabalhador ou não? Afirmaram - 62,7% Negaram - 12,8% Não Responderam - 24,5% Qual é a maior liderança política da Paraíba? Ricardo Coutinho (PSB) - 37,1% Cássio Cunha Lima (PSDB) - 12,1% Zé Maranhão (MDB) - 10,3% João Azevedo (PSB) - 6,2% Luciano Cartaxo (PV) - 5,1% Veneziano (PSB) - 3,6% Romero Rodrigues (PSD) - 2,8% Daniella Ribeiro (PP) - 2,4% Não Sabem/Não Responderam - 20,4% Na sua opinião, como você avalia a administração do Presidente da República Jair Bolsonaro? Ótima/Boa - 18,4% Regular - 24,7% Ruim/Péssima - 50,8% Não Sabem/Não Responderam - 6,1% Na sua opinião, você aprova ou desaprova a maneira como o Presidente da República Jair Bolsonaro vem administrando o país? Aprovam - 28% Desaprovam - 61,8% Não Sabem/Não Responderam - 10,8%
  8. Depois de 3 dias calado por uma questão dentária, Bolsonaro resolveu usar esta semana para vomitar mais asneiras que o normal. Qual foi a pior?
  9. Suspensa do PDT junto com outros sete deputados por contrariar o partido e votar a favor da reforma da Previdência na Câmara, a deputada Tabata Amaral (SP) agora está mais conhecida nacionalmente e com aprovação maior, contrariando o clima de hostilidade entre parte de seus seguidores. É o que mostra um estudo da consultoria Ideia Big Data. De acordo com o levantamento, 30% das pessoas que conheciam Tabata Amaral em junho aprovavam sua atuação em Brasília. Este porcentual passou para 61% em julho. A pesquisa neste mês foi feita entre os dias 14 e 17 - após, portanto, a votação em 1º turno da reforma na Câmara. O levantamento também mostrou que a porcentagem de pessoas que dizem ser “nem favoráveis, nem desfavoráveis” ao mandato de Tabata diminuiu de 55% para 19%. Avaliações desfavoráveis passaram de 15% para 20%. A porcentagem de pessoas que desconhecem a deputada passou de 97% para 81%. Os que dizem “conhecer bem” a parlamentar eram 1% e agora são 6%. Já quem afirma que “conhece de ouvir falar” são 13% – eram 2% em junho. Para o presidente do Ideia Big Data e professor da Universidade George Washington/EUA, Maurício Moura, o resultado põe em xeque o real impacto dos ataques a Tabata nas redes. Ela virou meme e, com a hashtag #TabataTraidora, foi bastante criticada por parte da esquerda e de sua própria “bolha”nas páginas oficiais. “Os políticos brasileiros entram numa onda de se pautarem pelas redes sociais. Ao primeiro olhar, a deputada Tabata Amaral perdeu musculatura nas redes, refletido essencialmente pela perda de seguidores no ambiente digital”, diz Moura. “A pesquisa mostra que a jovem paulista saiu maior do episódios: mais conhecida e melhor avaliada.” Ele compara o caso Tabata com a congressista americana Alexandria Ocasio-Cortez, do Partido Democrata. “Quando políticos tradicionais confrontam uma liderança jovem, quem sai maior geralmente é a novidade. Nos Estados Unidos vivemos o fenômeno da deputada Alexandria Ocasio-Cortez. Quanto mais atacada pelo establishment, seja Democrata ou Republicano, mais popular a deputada se torna.” O levantamento do Ideia Big Data, como mostrou antes o blog do Lauro Jardim no jornal O Globo, ouviu 2.010 entrevistados tanto em junho quanto em julho, nas cinco regiões do País e a margem de erro apontada é de 2,15%. Tabata tem evitado comentar a possível expulsão do PDT. Procurada pelo Estado, ela não comentou os dados da pesquisa. Após votar a favor da reforma, ela disse: “A reforma que hoje votamos não pertence mais ao governo; ela sofreu diversas alterações feitas por esse mesmo Congresso. O sim que digo à reforma não é sim ao governo e também não é um não a decisões partidárias. Meu voto é um voto de consciência”. Após informar a suspensão de Tabata e de outros sete deputados pró-reforma, o presidente do PDT, Carlos Lupi, sinalizou que conta com uma possível “evolução” da deputada e de seus colegas - já que a reforma ainda será votada em 2º turno na Casa, em agosto. Veja o andamento da proposta no Monitor Bolsonaro. “É importante lembrar também que ainda terá uma segunda votação na Câmara, em agosto. O ser humano vive da evolução. E acho que todos podem evoluir durante esse processo”, disse Lupi, na quarta. https://politica.estadao.com.br/noticias/geral,fora-da-bolha-aprovacao-de-tabata-passa-de-30-para-61-apos-voto-pro-reforma,70002927302
  10. O projeto do presidente Jair Bolsonaro (PSL) para facilitar o porte de armas no país é reprovado por 70% da população. A constatação está em pesquisa Datafolha realizada nos dias 4 e 5 de julho, que também revela crescimento, no limite da margem de erro, da maioria favorável à proibição da posse de armas (a possibilidade de ter uma em casa ou no trabalho). Essa parcela da população, que diz concordar com a afirmação de que "a posse de armas deve ser proibida, pois representa ameaça à vida de outras pessoas", oscilou de 64% para 66% entre abril e julho, chegando ao índice mais alto desde novembro de 2013 (68%). Após recuo entre 2013 e 2017, o índice de rejeição avança continuamente desde junho daquele ano. Por outro lado, recuou de 34% para 31% a parcela dos que assentem com a frase "possuir uma arma legalizada deveria ser um direito do cidadão para se defender". O levantamento do Datafolha ouviu 2.086 pessoas de 16 anos ou mais em 130 municípios do país. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. As entrevistas foram feitas pouco mais de uma semana após a gestão Bolsonaro revogar os decretos sobre armas que havia editado anteriormente e de publicar outros três, além de anunciar um projeto de lei com tramitação em regime de urgência para facilitar o porte de armas, ou seja, a possibilidade de o cidadão levá-las consigo. A medida foi tomada pelo governo pouco antes de uma derrota iminente no Congresso, que poderia derrubar os decretos anteriores. Um deles já havia sido rejeitado pelo Senado. Entre os textos revogados, está o que autorizava o porte de arma para uma extensa lista de categorias profissionais, de advogados a caminhoneiros e jornalistas que participam de cobertura policial, por exemplo. Foram mantidos, por sua vez, pontos como o aumento da potência das armas liberadas, o que, segundo críticos, abre brecha para que cidadãos tenham artefatos de uso restrito da polícia. A norma em vigor permite ainda que atiradores profissionais possam ter até 60 armas, e colecionadores, 10. Em acordo feito com o Legislativo, o governo Bolsonaro ficou de enviar um projeto de lei em regime de urgência para facilitar o porte de armas, e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), comprometeu-se a colocar o texto em votação em agosto. A tramitação por meio de projeto de lei serve para contornar questionamentos jurídicos sobre a possibilidade de uma mudança como essa na legislação ser feita por meio de decreto. A proposta, porém, além de ser rejeitada por 70% da população, é reprovada pela maioria dos segmentos ouvidos na pesquisa Datafolha. As exceções são as pessoas que têm como preferência partidária o PSL (72% são a favor do projeto), partido do presidente, os que se declaram empresários (55%) e os entrevistados que avaliam o governo como ótimo ou bom (52%). Entre os que afirmam ter votado em Bolsonaro na eleição de 2018, há empate técnico: 47% se dizem a favor, e 50%, contra. Para Mauro Paulino, diretor-geral do Datafolha, esse resultado é coerente com levantamentos feitos no final do ano passado, que já apontavam um descolamento entre a agenda de Bolsonaro e a opinião pública. Pesquisas feitas na época mostraram que pontos chave da pauta do então presidente eleito, como o Escola sem Partido, a posse de armas e aproximação com o governo dos Estados Unidos eram rejeitados pela maioria da população. A explicação para essa disparidade, que se reflete novamente na pesquisa Datafolha, está na complexidade dos fatores que levam o eleitor a decidir o seu candidato. "Nem todos os que votaram em Bolsonaro o fizeram pelas propostas e pela postura", afirma Paulino. "O voto foi em grande medida para derrotar um projeto político que deixou de agradar a população." De forma coerente com o resultado eleitoral, a pesquisa Datafolha aponta ainda que o índice de pessoas favoráveis ao projeto que facilita o porte de armas é relativamente maior no Sul, alcançando 38%, ante 23% no Nordeste, região que mais rejeita a medida —e também a única em que Fernando Haddad (PT) obteve mais votos que Bolsonaro no segundo turno do pleito de 2018. Não há diferença entre os índices dos que moram em regiões metropolitanas e os que vivem no interior. A rejeição à facilitação do porte de armas também é maior entre mulheres (78%), pretos (74%), pardos (72%) e indígenas (82%) e ainda entre os mais pobres. No segmento dos entrevistados com renda familiar mensal de até dois salários mínimos, 75% são contra o projeto. No de dez salários mínimos, o índice cai para 51%. Considerando-se a idade, a reprovação à facilitação do porte de arma fica entre 70% e 72% entre todas as faixas etárias, mas é menor na de 25 a 34 anos (63%). Entre religiões, a rejeição à proposta é maior entre os evangélicos neopentecostais (76%), um dos grupos mais cortejados politicamente pelo presidente. Em seguida, vêm espíritas (75%) e adeptos de religiões afrobrasileiras. Como a amostra de entrevistados é menor nesses casos, os números devem ser lidos como tendência, diz Paulino. https://www1.folha.uol.com.br/amp/cotidiano/2019/07/plano-de-bolsonaro-para-porte-de-arma-e-reprovado-por-70-da-populacao.shtml
  11. Datafolha acaba de divulgar nova pesquisa sobre a Reforma da Previdência, que com duas décadas de atraso deve ser votada a partir de hoje no Plenário da Câmara. Os números mostram uma virada digna de nota na opinião pública. Em 2 anos, uma pauta que era altamente radioativa (quase um tabu) deixou de ser impopular e passou a contar com o apoio da maioria da população, fenômeno pouco usual mesmo em países mais desenvolvidos, que em sua maioria já realizaram essa reforma há muitos anos. A evolução no Datafolha... Maio de 2017: A Favor 23% Contra 71% http://datafolha.folha.uol.com.br/opiniaopublica/2017/05/1880384-reforma-da-previdencia-e-rejeitada-por-71-dos-brasileiros.shtml Abril de 2019 A Favor 41% Contra 51% http://datafolha.folha.uol.com.br/opiniaopublica/2019/04/1987701-51-rejeitam-reformar-previdencia.shtml Julho de 2019 A Favor 47% Contra 44% https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2019/07/apoio-a-reforma-da-previdencia-cresce-e-parcela-dos-contrarios-ja-nao-e-maioria.shtml
  12. Pesquisa do Datafolha indica a consolidação de uma divisão política do país após seis meses do governo de Jair Bolsonaro (PSL). O Brasil está rachado em três. Para 33%, o presidente faz um trabalho ótimo ou bom. Para 31%, regular, e para outros 33%, ruim ou péssimo. Com variações mínimas, é o mesmo cenário que se desenhou três meses atrás, no mais recente levantamento do instituto. A pesquisa atual foi feita em 4 e 5 de julho e ouviu 2.860 pessoas com mais de 16 anos, em 130 cidades. Ela tem uma margem de erro de dois pontos percentuais. Com isso, Bolsonaro se mantém como o presidente em primeiro mandato com a pior avaliação a esta altura do governo desde Fernando Collor de Mello, em 1990. Aos seis meses na cadeira, Collor tinha uma aprovação igual à de Bolsonaro (34%), mas 20% de rejeição. Todos os outros presidentes em primeiro mandato desde então se deram melhor. A cristalização dos números se dá num momento em que Bolsonaro promoveu mudanças na cozinha do Palácio do Planalto e reduziu o poder dos militares que integram sua gestão. De abril para cá, houve duas manifestações de rua convocadas por bolsonaristas em apoio ao governo. Na mais recente, no domingo retrasado (30), a motivação central era a defesa do ministro da Justiça, Sergio Moro, acossado pelas revelações de conversas com procuradores da Lava Jato quando era juiz. No Congresso, o presidente segue sem base de apoio fixa. Conseguiu, após concessões, ver o relatório de sua reforma da Previdência aprovado em comissão na Câmara na semana passada, mas a tramitação ainda enfrentará obstáculos. Sua maior vitória se deu no campo externo, com a finalização do acordo de livre-comércio entre Mercosul e União Europeia. Foi um trabalho de 20 anos acelerado na gestão anterior, de Michel Temer (MDB), mas os louros ficam com quem o assina. É um tema, contudo, bastante etéreo para apreciação popular. A estabilização de Bolsonaro sugere um piso de seu eleitorado. Menor do que aquele que o elegeu no segundo turno em 2018, mas semelhante à fatia usualmente associada aos apoiadores de seu maior rival, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Na mão inversa, vem caindo a expectativa positiva em relação a seu governo. De abril para cá, foi de 59% para 51% a fatia de entrevistados que preveem uma gestão ótima ou boa. A ideia de que será regular subiu de 16% para 21%, enquanto o pessimismo ficou estável na margem de erro (23% para 24%). Isso espelha a percepção das realizações do presidente. Para 61%, ele fez menos do que o esperado, enquanto 22% consideram o desempenho previsível. Já 12% avaliam que ele superou a expectativa. Há três meses, os dados eram semelhantes. No período, piorou a imagem do desempenho de Bolsonaro como mandatário. O percentual daqueles que creem que ele age como um presidente deveria se comportar caiu de 27% para 22%. Já os que acham que ele não tem tal comportamento oscilou de 23% para 25%. Acham que na maioria das vezes ele segue a liturgia do cargo 28% (27% em abril), e 21% (20% antes) o reprovam sempre. O perfil de quem aprova o presidente segue as linhas divisórias do eleitorado, já evidenciadas na disputa do ano passado. Ele é mais apoiado por brancos (42% o aprovam, ante 31% dos pardos e 25% dos negros, para ficar nos maiores grupos) e homens (38%, ante 29% de mulheres). O presidente angaria maior aprovação entre os mais ricos e os mais escolarizados. Como seria previsível dado ao apoio histórico à liderança de Lula na região, o Nordeste continua sendo um castelo oposicionista. Lá, Bolsonaro é ruim ou péssimo para 41%. Já o Sul segue sendo o bastião bolsonarista, com aprovação de 42% dos entrevistados. Num corte partidário, um dado se sobressai como problema para um dos principais rivais potenciais de Bolsonaro em 2022, o governador paulista, João Doria (PSDB). Entre os tucanos, apenas 17% acham o governo ruim ou péssimo, enquanto 35% o aprovam. No proverbial muro associado ao partido, a maioria dos simpáticos ao PSDB (48%) o acha regular. O Datafolha aferiu melhora geral entre os que se dizem animados, felizes e tranquilos com o país, em relação aos números apurados antes do segundo turno, em outubro. Ainda assim, não é exatamente um cenário róseo. Todos esses grupos têm taxas pessimistas expressivamente maiores do que as otimistas: se dizem tristes com o país, por exemplo, 65%, ante 33% de quem se diz feliz. E houve aumento entre os que afirmam ter medo do futuro (58%, ante 53% em outubro), e estabilidade entre os que têm mais medo do que esperança no país (de 51% antes para 53% agora). Nesses itens as mulheres são muito mais pessimistas do que os homens. Nada menos do que 71% delas se dizem desanimadas com o Brasil; entre eles, são 55%. Ao elencar de forma espontânea os problemas que estão a alcance do Executivo, em relação ao que era registrado em dezembro, antes da posse de Bolsonaro, houve uma queda expressiva na preocupação com a corrupção. No levantamento anterior, 20% diziam que o tema era prioritário. Agora são 7%. Já quem mais subiu no ranking foi a educação, passando de 10% para 15%. A lista é seguida pelos assuntos segurança (19%) e saúde (18%). O desemprego (14%) e a economia (8%) são os outros pontos de destaque na lista. https://www1.folha.uol.com.br/poder/2019/07/aprovacao-de-bolsonaro-se-estabiliza-em-33-e-consolida-divisao-politica-do-pais.shtml
  13. As conversas reveladas do então juiz Sergio Moro com procuradores da Lava Jato são inadequadas e, caso sejam comprovadas irregularidades, devem levar à revisão de sentenças na operação. A mais rumorosa decisão tomada pelo hoje ministro da Justiça e Segurança Pública, a condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à prisão, contudo, foi justa. Esta é a opinião da maioria dos brasileiros, segundo pesquisa do Datafolha feita em 4 e 5 de julho com 2.086 entrevistados com mais de 16 anos, em 130 cidades. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou menos. Tem conhecimento das conversas vazadas? Sim 63% Não 37% Opinião sobre a conduta de Moro ao conversar com a força-tarefa, em %, entre os que têm conhecimento das conversas Inadequada 58% Adequada 31% Não Sabe 11% Avaliação de Moro como Ministro Ótimo/bom 52% (59% em abril) Moro deve deixar o cargo em decorrência das conversas vazadas? Não 55% Sim 38% Não sabe 7% Avaliação trabalho da Lava Jato Ótimo/bom 55% (61% em abril) Regular 24% (18% em abril) Ruim/Péssimo 18% (mesmo patamar de abril) Prisão de Lula Justa 54% (mesmo % de abril) Injusta 42% (40% em abril) Não sabe 4% (6% em abril) https://www1.folha.uol.com.br/poder/2019/07/maioria-reprova-conduta-de-moro-mas-ve-como-justa-prisao-de-lula-diz-datafolha.shtml Pesquisa em linha com levantamentos anteriores de outros institutos. Minha percepção: os efeitos da Vaza Jato em termos de opinião pública existem (basta ver a queda na aprovação de Moro e LJ), mas são bem, BEM mais limitados do que supúnhamos (Moro e LJ continuam muito aprovados/fortes).
  14. Pesquisa divulgada pela Tribuna do Norte, neste sábado (29), indica que Kelps Lima e Álvaro Dias disputariam o segundo turno em 2020, quando será realizada a eleição para prefeito de Natal (pergunta estimulada). Álvaro Dias é filiado ao MDB, presidido no Rio Grande do Norte pelo deputado federal Walter Alves, filho do ex-senador Garibaldi Alves. Kelps preside o Solidariedade, que teve como candidato a governador Breno Queiroga em 2018. O trabalho foi realizado pelo instituto Consult e mostra quatro cenários para o pleito na capital do estado Cenário 1: Álvaro Dias (MDB) – 24,38% Kelps Lima (SDD) – 10,88% Natália Bonavides (PT) – 8,25% Sandro Pimentel (PSOL) – 4,88% Hermano Morais (MDB) – 4,25% General Girão (PSL) – 3,38% Rafael Motta (PSB) – 3% Paulinho Freire (PSDB) – 1,25% Nenhum – 21,75% Não sabe dizer – 18% Cenário 2: Álvaro Dias – 25,75 Kelps Lima – 11,88 Natália Bonavides – 9 Sandro Pimentel – 5,25 Hermano Morais – 4,63 General Girão – 3,5 Nenhum – 21,75 Não sabe dizer – 18,25 Cenário 3: Álvaro Dias – 27 Kelps Lima – 12,5 Natália Bonavides – 9,38 Sandro Pimentel – 6 General Girão – 3,88 Nenhum – 21,5 Não sabe dizer – 19,75 Cenário 4: Álvaro Dias – 27,88 Kelps Lima - 13,5 Fernando Mineiro – 6,38 Sandro Pimentel – 6,13 General Girão – 3,88 Nenhum – 22 Não sabe dizer – 20,25 Rejeição General Girão - 9.1% Mineiro - 9% Natália Bonavides - 8,8% Sandro Pimentel - 8,3% Paulinho Freire - 7,1% Kelps Lima - 7% Álvaro Dias - 5,4% Hermano Morais 5,4% Rafael Motta 5% Todos 17,8% Não sabe dizer 31,1% ___________________________________________________________________ Meus destaques: Álvaro Dias com uma boa porcentagem nessa primeira sondagem a Prefeitura do Natal para 2020. Com certeza graças ao Carnaval da Cidade e recentemente ao São João de Natal, que trouxe artistas de renome para tocar de graça para a população em vários polos espalhados pela cidade. Pão e Circo continua fortissímo. Entra ano, saí ano e Kelps continua como o principal outside da Capital e, digo mais, ele vem forte pra essa disputa. Se em 2016 ele perdeu pra o invencível Carlos Eduardo, na eleição do próximo ano as chances de segundo turno são reais. A porcentagem que Bonavides apresentou nesta primeira pesquisa, para mim, foi uma surpresa negativa. Em 2016 ela foi eleita vereadora de Natal com uma votação expressiva, em 2018 foi eleita deputada federal e obteve mais de 43 mil votos na capital, sendo a mais votada. E nesta sondagem ela aparece com pífios 9%, tem muito a melhorar aí, viu, Hermano Morais está de saída do MDB, os destinos mais prováveis são PSB e PSDB, o nome dele pode surgir realmente como uma das opções para o pleito do próximo ano. Sandro Pimentel surpreendeu positivamente nesta primeira pesquisa. Acredito muito no potencial dele, é um cara que pode incomodar na eleição se a esquerda não lançar nenhum nome forte para o pleito. A ala progressista estudantil da cidade é forte. Lembrando que até agora a Governadora Fátima Bezerra (PT) flerta com Álvaro Dias para apoia-lo ainda no primeiro turno - o que seria vergonhoso.
  15. http://www.paranapesquisas.com.br/wp-content/uploads/2019/06/MídiaAvaliaçãoFederalJun19.pdf O instituto Paraná Pesquisas divulgou sondagem sobre o governo Bolsonaro, com trabalho de campo feito entre os dias 20 e 25 de junho, com mais de 2 mil pessoas. Os números são parecidos aos divulgados ontem pelo CNI/Ibope. Segundo a pesquisa, 51% dos brasileiros não aprovam o governo Bolsonaro, contra 44% que aprovam. O Paraná Pesquisas não faz estratificação por renda, apenas por instrução e região, o que já nos dá uma ideia. A rejeição a Bolsonaro é muito mais alta entre mulheres. Entre homens, há aprovação de 48%, enquanto 40% das mulheres aprovam o governo; ao passo que 47% dos homens desaprovam, percentual que salta para 55% entre mulheres. Entre pessoas com ensino médio, 46% aprovam e 48% desaprovam; entre aqueles com ensino superior, aprovação é de 46%, contra 50% que desaprovam. O Sul e Norte são as regiões onde Bolsonaro mantém apoio positivo: 54% aprovação X 40% desaprovação no Sul; e 50% aprovação X 43% desaprovação no Norte/Centro-Oeste. No Sudeste, 45% aprovam versus 50% que desaprovam. No Nordeste, apenas 32% aprovam Bolsonaro, contra 63% que desaprovam. A tabela abaixo mostra que Bolsonaro, porém, ainda tem um trunfo: a percepção popular de que a corrupção era maior antes de seu governo. Segundo a pesquisa, 45% acham que a corrupção diminuiu depois que Bolsonaro assumiu, contra 39% que acham que permaneceu igual.
  16. Pesquisa Ibope divulgada nesta quinta-feira (27) mostra os seguintes percentuais de avaliação sobre o governo do presidente Jair Bolsonaro(PSL): Ótimo/bom: 32%; Regular: 32%; Ruim/péssimo: 32%; Não sabe/não respondeu: 3%. A pesquisa foi encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). De acordo com a entidade, o levantamento foi feito entre os dias 20 e 23 de junho e ouviu 2 mil pessoas em 126 municípios. O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. Em abril, o Ibope divulgou uma pesquisa também encomendada pela CNI sobre a aprovação do presidente. Os números de abril foram: Ótimo/bom: 35%; Regular: 31%; Ruim/péssimo: 27%; Não sabe/não respondeu: 7%. Comparação com o governo anterior De acordo com o Ibope, na comparação com o governo Michel Temer: Melhor: 47% Igual: 33% Pior: 17% Não sabe/Não respondeu: 3% Aprovação da maneira de governar Outro item da pesquisa é a aprovação da maneira de governar do presidente Jair Bolsonaro. O resultado foi: Aprova: 46% Desaprova: 48% Não sabe/Não respondeu: 5% Confiança no presidente A pesquisa divulgada nesta quinta também questionou os entrevistados se confiam no presidente. As respostas foram: Confia: 46% Não confia: 51% Não sabe/não respondeu: 3% Perspectivas sobre o restante do governo Questionados sobre as perspectivas para o restante do governo, os entrevistados responderam: Ótimo/bom: 39% Regular: 27% Ruim/péssimo: 29% Não sabe/não respondeu: 6% https://g1.globo.com/politica/noticia/2019/06/27/governo-jair-bolsonaro-tem-aprovacao-de-32percent-e-reprovacao-de-32percent-diz-pesquisa-ibope.ghtml
  17. Na semana da 23ª edição da Parada LGBT, que acontece em São Paulo no próximo domingo, 23 de junho, uma pesquisa do IBOPE Conecta mostra que praticamente metade dos internautas brasileiros (53%) são favoráveis a união civil entre pessoas do mesmo sexo, percentual que em 2013 era de 47%. O estudo aponta que não há diferença de aprovação independente se a união é entre dois homens ou duas mulheres e que, dentre os homossexuais, 17% não aprovam o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Quando questionados sobre sua orientação sexual, 86% dos internautas afirmam ser heterossexuais. Família, amigos e trabalho 55% dos internautas que se declaram homossexuais afirmam que seus familiares são favoráveis à sua orientação sexual, enquanto 13% relatam que os familiares são contrários e 19% indicam que a família não sabe sobre sua orientação sexual. Entre os amigos, 60% afirmam que seus amigos são a favor de sua orientação sexual e que 9% são contra, além de 14% que mencionam que seus amigos não sabem desse assunto. No trabalho, 38% dos entrevistados que afirmam ser homossexuais dizem que seus colegas são a favor de sua orientação sexual, ao passo que 9% são contra e 33% não sabem da sua orientação. Dentre os que não assumiram a homossexualidade para os colegas de trabalho, 29% tem medo que interfira na carreira, 19% temem rejeição/aceitação e outros 6% tem medo de perder o emprego. Adoção O IBOPE Conecta também questionou os internautas brasileiros sobre adoção. De acordo com a pesquisa, 45% dos entrevistados não sabem ou nunca pensaram a respeito desse assunto e 38% gostariam de adotar, enquanto 17% não pensam em adotar. As mulheres são mais propensas à adoção do que os homens: 44% e 31%, respectivamente. Destaca-se também o desejo de adoção entre os internautas mais jovens (16 a 24 anos), grupo no qual 44% gostariam de adotar uma criança. Dentre os internautas homossexuais, 56% gostariam de adotar uma criança e outros 32% nunca pensaram a respeito ou não sabem. A pesquisa revela também que 61% dos entrevistados aprovam a adoção de crianças por casais do mesmo sexo, enquanto que em 2013 esse percentual era de 57%. Os que não aprovam essa medida somam 39% dos internautas. Sobre a pesquisa Pesquisa realizada online, com 2000 internautas de 16 anos ou mais, de todas as regiões do país, entre os dias 14 a 17 de maio de 2019. http://www.ibopeinteligencia.com/noticias-e-pesquisas/metade-dos-internautas-sao-favoraveis-ao-casamento-de-pessoas-do-mesmo-sexo/
  18. Pesquisas realizadas nos dias 11, 12 e 13 de junho com 1000 pessoas. GOVERNO BOLSONARO Ótimo ou Bom 34% (mesmo índice da pesquisa anterior) Regular 28% (26% na pesquisa anterior) Ruim/Péssimo 35% (36% na pesquisa anterior) VAZA JATO 77% tomaram consciência da reportagem do site Intercept. AVALIAÇÃO DE PERSONALIDADES REFORMA DA PREVIDÊNCIA Percepções e opiniões: - O Governo Bolsonaro continua com números ruins para início de mandato, embora tenha estabilizado. De todo modo a tradicional lua de mel já está acabando, ainda mais com a economia sob risco de recessão. Lembrando que o XP/IPESPE foi o primeiro a mostrar Bolsonaro com mais Ruim/Péssimo que Ótimo/Bom, há alguns meses. - Vaza Jato: se desconsiderarmos o "Não sabe": 50% da população viu excessos na Lava Jato, 50% não viu. No entanto, 66% se colocaram a favor dos procedimentos da operação (alguns veem excessos, mas acham que ainda assim valeu a pena) e 34% defenderam a anulação de ações. - Aprovação das personalidades: A situação de quase todos piorou. Desgastado pela Vaza Jato, Moro apresentou uma queda importante em sua aprovação, embora continue num patamar elevado. - Reforma da Previdência: pela primeira vez, uma pesquisa mostra uma maioria clara a favor da reforma. Não é mais, nem de longe, a pauta impopular de 2016/17. Vale lembrar que essa mudança de percepção começou a ser verificada com clareza nas pesquisas de 2018 - não tratando-se, portanto, de um fenômeno tão recente assim.
  19. Avaliação - Sérgio Moro Avaliação - Prisão de Lula Avaliação - Governo Bolsonaro O levantamento foi feito online com 2.000 pessoas de todo o país entre os dias 10 e 12 de junho (o resultado tem margem de erro de 2% para cima ou para baixo). https://brasil.elpais.com/brasil/2019/06/13/politica/1560425634_536159.html
  20. Em cinco meses de governo, o presidente Jair Bolsonaroeditou três decretos para flexibilizar a posse e o porte de armas no Brasil, uma de suas principais promessas de campanha. Uma pesquisa do Ibope mostra, porém, que o Palácio do Planalto não goza do apoio da maioria da população nesta seara: 61% dos entrevistas são contra afrouxar as regras de posse e 73%, as de porte de armas, conforme antecipou o colunista do GLOBO Lauro Jardim . A rejeição é maior em áreas da periferia do país e entre mulheres. De acordo com o levantamento, apenas 37% dos entrevistados se disseram favoráveis à flexibilização da posse de arma de fogo. O afrouxamento das regras só é apoiado, em maioria, no estrato dos que ganham mais de cinco salários-mínimos (53%). Na região Sul, a mais aderente à medida, há empate técnico (48% a favor e 51%, contra). Enquanto isso, sete em cada dez pessoas ouvidas nas periferias brasileiras discordaram da flexibilização. A rejeição ao porte de armas — condição em que o dono da arma é autorizado a carregá-la consigo nas ruas — é ainda maior. Apenas 26% são a favor, e oito em cada dez mulheres discorda da medida. Na perifeira, 75% condenam flexibilizar as regras. No Sudeste, 76% dos entrevistados são contrários à liberação do porte. A pesquisa do Ibope aponta que a maioria da população brasileira discorda totalmente que aumentar o número de pessoas armadas torne a sociedade mais segura (51%) — 16% concordam totalmente e 15%, em parte. Apenas 31% têm total convicção de que ter uma arma em casa a torne mais segura e 18%, de que carregar um armamento traz mais segurança ao portador. Neste último caso, 47% discordam completamente. Posse de Armas De acordo com o Ibope, metade dos entrevistados homens se disse favorável à flexibilização da posse de armas e 49% se declararam contrários à medida. Entre as mulheres, porém, a rejeição sobe para 71% (27% apoiam). A rejeição parte de pessoas de todas as idades, mas tende a ser maior entre os mais velhos. Nos estratos de 45 a 54 anos e de 55 anos ou mais, 63% discordam da flexibilização, enquanto nos de 16 a 24 anos há 40% de apoio à proposta do governo. A rejeição tende a ser maior também entre os entrevistados de menor escolaridade, embora não haja grande dispersão. Há 32% de apoio e 65% de rejeição ao afrouxamento da posse entre os que estudaram até a 4ª série do ensino fundamental. No ensino médio, é 41% a 59% e no superior, 38% a 59%. Porte de Armas O Ibope identificou que 73% dos entrevistados são contrários à flexibilização do porte de armas. O "não" entre os homens é de 65% e entre as mulheres, de 80%. Em todas as faixas etárias divididas pelo instituto, a rejeição supera 70%. O mesmo quase ocorre em termos de escolaridade: quem parou os estudos na 5ª à 8ª séries do fundamental condena esta proposta em 69%. No ensino médio, são contrários 75% e no superior, 73%. Os moradores do Sudeste são os mais avessos ao porte de armas (76%); os mais flexíveis são Norte/Centro-Oeste, embora o rejeitem em 65%. Até no Sul, que apoia a posse, o porte de armamento é condenado por 71%. Os entrevistados que vivem com mais de cinco salários-mínimos, também defensores de se ter uma arma em casa, recusam a autorização de carregá-la nas ruas em 69%. Da mesma forma, a periferia é a maior opositora da flexibilização do porte (75% dos entrevistados destas áreas assim se declararam). Na capital e no interior, é 72%. Ter arma em casa Ainda de acordo com a pesquisa do Ibope, 31% dos entrevistados têm completa convicção de que "ter uma arma em casa a deixa mais segura". Outros 17% concordam em parte. Enquanto isso, 37% discordam totalmente e 13%, em parte. O levantamento aponta que 44% dos homens concorda totalmente e 45% das mulheres se opõem completamente. Se somarmos os percentuais de quem concorda total e parcialmente, as regiões Norte/Centro-Oeste e Sul apoiam em maioria a relação entre arma em casa e maior segurança (57% e 56%, respectivamente). Na pesquisa, 52% dos entrevistados do Nordeste disseram discordar integralmente ou em parte disso e 55% declararam o mesmo no Sudeste. A afirmação apresentada pelo Ibope é aceita em maioria apenas no interior do país, nos números absolutos — 51% concordam em tudo ou em parte. Na capital, 52% discordaram da relação entre arma em casa e segurança e, na periferia, 60%. Carregar uma arma O Ibope também questionou os entrevistados se eles concordavam com a máxima de que carregar uma arma faz o portador ficar mais seguro. Neste caso, 47% discordaram totalmente e outros 18%, em parte. No Nordeste, 68% dos entrevistados declararam não apoiar a afirmação, em tudo ou em parte (31% concordaram). No Sudeste, 67% apontaram o mesmo (apenas 28% concordaram). A maior adesão à máxima ocorreu no Norte/Centro-Oeste (44%). Na periferia, 28% concordaram com a frase e 69%, não, no todo ou em parte. Na capital e no interior, o número de entrevistados opostos à afirmação ficou em 64%. Sociedade mais segura? O Ibope ainda perguntou aos entrevistados se aumentar o número de pessoas armas tornaria a sociedade mais segura. Para 51% deles, a resposta é um convicto "não". Apenas 31% concordaram que este seria um efeito da maior presença de armas. Entre os homens, 45% discordaram totalmente da hipótese, e 56% das mulheres disseram o mesmo. A rejeição à pergunta foi maior no Nordeste (71% se opuseram, 54% delas completamente). Metade dos entrevistados do Sul destacou ter total convicção de que mais armas não resultariam em mais segurança — no Sudeste, estes foram 53% e no Nordeste, 54%. A negativa foi destaque nas periferias, onde 74% discordaram, no todo ou em parte, da afirmação proposta. Só 25% concordaram. Nas capitais, o índice de rejeição também foi alto, de 71%. Nas áreas do interior, a adesão à hipótese chegou a 33%, mas a discordância foi a 64%. A pesquisa foi realizada entre 16 e 19 de março, com 2002 entrevistados em 143 municípios. A margem de erro estimada é de dois pontos percentuais, para mais e para menos. O nível de confiança é de 95%, segundo o Ibope. O levantamento foi realizado por iniciativa própria do instituto. https://oglobo.globo.com/brasil/maioria-dos-brasileiros-contra-flexibilizacao-das-regras-de-armas-diz-ibope-rejeicao-maior-na-periferia-23712715
  21. O apoio a Jair Bolsonaro despencou 72 pontos no mercado financeiro. É o que mostra a última pesquisa da XP, realizada com investidores, economistas e gestores de recursos. O mercado financeiro, segundo a pesquisa da XP, abandonou Jair Bolsonaro. O novo xodó de investidores, economistas e gestores de recursos é o Centrão. De fato, o apoio ao Congresso Nacional subiu 17 pontos nas últimas semanas, contrariando a opinião do resto dos brasileiros. https://www.oantagonista.com/brasil/bolsonaro-despenca-no-mercado/ https://www.oantagonista.com/economia/o-xodo-e-o-centrao/
  22. https://brasil.elpais.com/brasil/2019/05/21/politica/1558459667_020362.html Desaprovação do Governo Bolsonaro supera aprovação pela primeira vez, mostra pesquisa Atlas Político Levantamento mostra que aprovação da gestão cai cinco pontos e quem avalia como ruim ou péssimo bate 36,2%. Mais da metade é são contra cortes na Educação A desaprovação do Governo Jair Bolsonaro superou a aprovação pela primeira vez: 36,2% da população considera a gestão do presidente "ruim" ou "péssima", uma cifra que supera os 28,6% que avaliam como "ótima" ou "boa" em apenas cinco meses. Os números são da pesquisa exclusiva da consultoria Atlas Político, divulgada nesta terça-feira, e mostram que a percepção positiva continua em queda: desde abril, quando Bolsonaro completou 100 dias no poder, a desaprovação às decisões do Planalto subiu cinco pontos. Para Andrei Roman, diretor do Atlas Político, o resultado, colhido entre os dias 19 e 21 de maio, não surpreende "dado o intenso noticiário negativo" a respeito do Governo nas últimas semanas, com repercussão dos cortes na Educação, que provocaram as primeiras manifestações nacionais contra Bolsonaro desde janeiro, a investigação sobre as finanças do filho do presidente, senador Flávio Bolsonaro (86,3% disseram ter tomado conhecimento do caso e 54,3% dizem ser a favor de que ele seja preso), e os resultados econômicos ruins. A pesquisa, feita com 2.000 pessoas recrutadas na Internet e com amostra balanceada por meio de algoritmo, tem margem de erro de 2 pontos percentuais. "O resultado mostra uma conversão de avaliação regular em ruim ou péssimo. Ou seja, uma intensificação da rejeição entre os que já não estavam gostando tanto assim do Governo. Por outro lado, se você olhar a aprovação, ela caiu menos. Mostra uma certa resiliência da base que ele tem e que parece estar segurando bastante bem", pondera Roman. Esta base ainda fiel ao bolsonarismo será posta à prova no próximo domingo, dia 26 de maio, para quando os apoiadores do presidente convocam marchas em ao menos 50 cidades do país. A mobilização não é um consenso na coalizão que ajudou a eleger Bolsonaro, que inclui os movimentos que fizeram campanha pelo impeachment de Dilma Rousseff, e nem mesmo no próprio partido do presidente, o PSL. "O que a pesquisa mostra é que ainda existe um percentual grande da população ainda apoia o presidente e eu não ficaria surpreso se há manifestações expressivas a favor do presidente e, dias depois, manifestações expressivas contra ele. É só um resultado da polarização da sociedade que continua", analisa do diretor do Atlas. Para ele, ainda é cedo para dizer se Bolsonaro conseguirá estancar a queda de apoio. "Depende de produzir resultados na economia e na queda do desemprego", diz. A pesquisa também perguntou aos eleitores sobre o tema que levou professores e estudantes às ruas na semana passada. No total, 51,5% da população é contra os cortes na Educação, que atingem em média 30% de todo o orçamento não obrigatório das universidades. A margem dos que apoiam a medida do Governo não é baixa: 45% dizem estar de acordo com o contingenciamento, que o Ministério da Educação diz ser obrigado a fazer os cortes por causa da crise fiscal ao passo que também critica ideologicamente as instituições. Vocabulário da crise e Lula No momento em que os problemas de governabilidade do gestão Bolsonaro ficam mais evidentes, 50,2% dos entrevistados não acredita que o Congresso pode eventualmente se decidir por abrir um processo de impeachment contra o presidente. Além disso, 49,4% seria contra essa possibilidade (contra os 38,1% que apoiam o "Fora, Bolsonaro"). A pesquisa também mostra que o político mais bem avaliado do Governo segue sendo o ministro da Justiça, Sérgio Moro, com 60% de aprovação, conforme revelou o Atlas Político em abril, de modo similar aos resultados encontrados pelo Instituto Datafolha. Entre as personalidades políticas pesquisadas, quem mais subiu na aprovação foi o ex-candidato à presidência, Ciro Gomes (PDT), que. no entanto, segue majoritariamente rejeitado pela população e atrás do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, avaliado positivamente por 31% dos brasileiros. O ex-presidente petista, preso desde abril de 2018, concedeu sua primeira entrevista exclusiva ao EL PAÍS e à Folha em abril. Segundo a pesquisa Atlas, 41,1% assistiu à entrevista. Na população geral, 56,1% é a favor da prisão de Lula, condenado por corrupção no âmbito da Operação Lava Jato.
  23. GOVERNO EDUARDO LEITE Ótima - 4.5% Boa - 32.5% Regular - 37.4% Ruim - 12.8% Péssima - 10.2% Não Sabe - 2.7% Aprova - 60.0% Desaprova - 33.3% Não Sabe - 6.7% GOVERNO JAIR BOLSONARO Ótima - 11.6% Boa - 27.4% Regular - 31.7% Ruim - 9.7% Péssima - 17.8% Não Sabe - 1.9% Aprova - 55.4% Desaprova - 38.5% Não Sabe - 6.1% Paraná Pesquisas
  24. Cerca de dois terços dos brasileiros afirmam ter recebido fake news pelo WhatsApp durante a campanha eleitoral de 2018, revela pesquisa divulgada durante o Brazil UK Forum, conferência realizada no último final de semana na London School of Economics e na Universidade Oxford, no Reino Unido. Segundo a pesquisa, realizada pela Ideia Big Data com 1.660 entrevistados do país, 67% concordam com a frase "eu certamente recebi fake news no WhatsApp durante a campanha eleitoral em 2018", enquanto 17% discordam e 16% nem discordam nem concordam com a afirmação. De acordo com a pesquisa, a internet via celular é a principal fonte de notícias para 32% das pessoas, perdendo apenas para TV, com 36%. Rádio é a principal fonte de informação para 10% e, jornais impressos, para 6% --os dois perdem para amigos e família, com 12%. No levantamento, 14% afirmam ter compartilhado fake news de conteúdo político na campanha de 2018, enquanto 44% dizem não ter feito isso e 42% nem concordam nem discordam dessa afirmação. "Os resultados estão em linha com pesquisas de outros países e mostram que as fake news se tornaram parte estrutural das campanhas eleitorais. Antes elas não alcançavam tanta gente, com tamanha velocidade", diz Mauricio Moura, fundador e CEO da Ideia Big Data. O levantamento também demonstra a descrença das pessoas na mídia tradicional. De acordo com a pesquisa, a TV é a fonte mais confiável de notícias para 30%, seguida pela internet via celular, com 29%. Para apenas 8% dos entrevistados, o rádio é a fonte mais confiável, e 5% apontam os jornais impressos. Na opinião de 12% das pessoas, amigos e família são a origem mais confiável de informação, e 16% afirmam não confiar em nenhuma fonte de notícias. No sábado (18), o presidente Jair Bolsonaro (PSL) criticou discussões ocorridas um dia antes em seminário promovido pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral), em parceria com a União Europeia. "Seminaristas querem proibir o termo Fake News e usam Folha de SP como fonte. A cada dia o brasileiro tem mais acesso à informação e conhece a verdade sem precisar de alguns órgãos de imprensa famosos pelas Fake News. Sigo defendendo uma internet livre", escreveu no Twitter. No evento, representantes de WhatsApp, Facebook e Twitter apresentaram iniciativas para coibir a propagação de informações falsas. A advogada Taís Gasparian, que advoga para a Folha de S.Paulo e é especialista no assunto, também participou. Entre as previsões está a de que as fake news são fenômeno que continuará a causar desinformação nas próximas eleições e o WhatsApp é a plataforma em que o enfrentamento é mais difícil. A solução não deve ser por meio de censura, segundo os participantes, mas pelo uso de ferramentas de checagem e pela prática do jornalismo profissional. https://gauchazh.clicrbs.com.br/politica/noticia/2019/05/2-em-cada-3-receberam-fake-news-nas-eleicoes-aponta-pesquisa-cjvvlxxin052q01llthgyjjhg.html
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