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  1. Flávio Dino chega a 13% em corrida eleitoral para o Planalto Resultado é de cenário sem Moro e Lula Bolsonaro lidera em todos os episódios Resultados são da pesquisa Atlas Político Levantamento da consultoria Atlas Político indica que o governador do Maranhão, Flávio Dino (PC do B), está tecnicamente empatado com o apresentador Luciano Huck (sem partido) na 2ª posição na disputa para o Planalto em 2022 quando a disputa não inclui nenhum candidato do PT. Nesse cenário, Huck contaria com 14% das intenções de voto, enquanto Dino marca 13%. Os 2 estão atrás apenas do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que aparece com 41% das intenções de voto. Além de não incluir o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a simulação deixa de fora o ministro da Justiça Sérgio Moro (sem partido). O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), aparece com 2,5%. Os eleitores que não souberam responder ou declararam voto nulo ou branco correspondem a 27%. O governador do Maranhão busca emplacar uma frente única de esquerda na disputa para a Presidência em 2022. O ex-presidente Lula, enquadrado na Lei da Ficha Limpa, não está apto para concorrer. O levantamento também não levou em conta o nome de Ciro Gomes (PDT). De acordo com os pesquisadores, essa escolha foi feita para limitar o número de cenários possíveis. A pesquisa foi divulgada pelo site El País nessa 4ª feira (12.fev.2020). Foi uma das primeiras que trouxe Dino como possibilidade na corrida eleitoral. O levantamento também mostra que a aprovacão do governo Bolsonaro se mantém estável e a reprovação do presidente caiu. Se a eleição fosse hoje, Bolsonaro lideraria em todos os cenários. As principais ameaças do presidente para o Planalto, segundo o levantamento, são Lula e Moro. A pesquisa foi realizada pela internet de 7 e 9 de fevereiro de 2020. Foram ouvidas 2.000 pessoas em todas as regiões do país. A margem de erro é de 2 pontos percentuais e o nível de confiança é de 95%. CENÁRIO COM MORO E LULA Quando o ex-presidente Lula entra na disputa presidencial, o número de abstenções diminui drasticamente. Passa de 27% no cenário sem Moro e Lula para 9%. O presidente Bolsonaro lidera com 32% das intenções, seguido por Lula (28%), Moro (20%) e Huck (6%). Neste episódio, com outra figura da esquerda na disputa, o governador Dino aparece com 3% das intenções. Doria tem 0,6%. Fonte: https://www.poder360.com.br/pesquisas/flavio-dino-chega-a-13-em-corrida-eleitoral-para-o-planalto/
  2. Kenny Mendes ( Progressistas) - 27.1% Rosana Valle (PSB) - 11.5 % Papa (PSDB) - 10.0 % Telma (PT) - 7.8% Assim, a pesquisa Enfoque/Boqnews, a primeira realizada em Santos em 2020, devidamente registrada na Justiça Eleitoral, traz números que mostram o atual cenário entre pré-candidatos que desejam ocupar o Palácio José Bonifácio a partir de 1º de fevereiro de 2021, substituindo o atual mandatário, Paulo Alexandre Barbosa, que encerra seu segundo governo em 31 de dezembro. Vale lembrar que o cenário pode mudar. Como a inclusão e exclusão de pleiteantes ou mudanças partidárias até o prazo limite. Com base na pesquisa, o deputado estadual Kenny Mendes (Progressistas), que em 2018 obteve 64.855 votos (27,99% dos votos válidos) entre os santistas, mantém situação confortável com 27,1% do eleitorado, na pesquisa estimulada. (Quando há apresentação de cartão com nomes de pré-candidatos). O índice é quase idêntico à pesquisa Enfoque/Boqnews divulgada em outubro passado, quando o parlamentar tinha 27,5% das citações. Kenny também lidera na espontânea, com 4,8% das intenções de votos, seguido pelo próprio prefeito, com 3,5%. O deputado assegura que tem “99% de chances de entrar na disputa”, conforme divulgado ao Boqnews. Outros nomes Outro nome bem lembrado é o da deputada federal Rosana Valle (PSB), com 1,6% na espontânea, e 11,5% na estimulada. A parlamentar, que obteve 34.844 votos em Santos em 2018, poderá ser uma aposta do PSB. É crescente a pressão pela sua participação na disputa. Outro bem citado é o ex-prefeito e ex-deputado federal João Paulo Papa (PSDB). O ex-mandatário obteve 2,2% na pesquisa espontânea e 10% na estimulada. Ele, porém, ainda não se manifestou. Em entrevistas, o presidente estadual da legenda, Marco Vinholi, defendeu publicamente o nome do ex-prefeito como o candidato do partido. Por sua vez, o diretório municipal do PSDB trabalha com o nome de Rogério dos Santos, atual secretário de governo. A ex-prefeita e ex-deputada e atual vereadora, Telma de Souza (PT), surge na sequência, com 7,8% das intenções na estimulada (1,6% na espontânea). https://www.boqnews.com/cidades/pesquisa-enfoque-boqnews-traz-cenario-eleitoral-em-santos/
  3. O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) lidera a intenção de voto para corrida presidencial de 2022, segundo pesquisa da CNT (Confederação Nacional do Transporte), encomendada ao instituto MDA. Ele, que tem 29,1% das intenções, vem seguido pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com 17%. A pesquisa, divulgada hoje, indicou que 30,2% dos entrevistados não sabem ou não responderam em quem votariam para presidente, caso as eleições fossem hoje. "Natural [Bolsonaro estar liderando] por ele ter muito mais exposição do que os outros. O importante é saber, espontaneamente, o nome que vem à cabeça da população", disse presidente da CNT, Vander Costa. Aos entrevistados foi perguntado de forma espontânea, sem mostrar nomes de possíveis candidatos: "Ainda faltam três anos para as eleições presidenciais de 2022. Mas, caso as eleições fossem hoje, em quem o sr. votaria?" O estudo ouviu 2.002 pessoas, de 15 a 18 de janeiro, em 137 municípios de 25 Unidades da Federação. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, segundo o instituto. Veja abaixo a intenção de voto dos brasileiros para as eleições de 2022, segundo a pesquisa CNT/MDA: Pesquisa Espontânea Jair Bolsonaro - 29,1% Lula - 17% Ciro Gomes - 3,5% Sergio Moro - 2,4% Fernando Haddad - 2,3% João Amoedo - 1,1% Luciano Huck - 0,5% Marina Silva - 0,4% Dilma Rousseff - 0,3% João Doria - 0,3% Outros - 2,4% Branco/Nulo - 10,5% Não sabe/não respondeu - 30,2% https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2020/01/22/cntmda-eleicoes-2022-bolsonaro-lula.htm
  4. A avaliação positiva do governo do presidente Jair Bolsonaro alcançou 34,5% em janeiro de 2020, contra 29,4% em agosto de 2019, de acordo com os dados da pesquisa CNT-MDA divulgados nesta quarta-feira. Por outro lado, a avaliação negativa do governo federal caiu de 39,5% em agosto de 2019 para 31% em janeiro de 2020. A aprovação pessoal do presidente subiu de 41% em agosto de 2019 para 47,8% em janeiro de 2020, ainda de acordo com a pesquisa. A desaprovação pessoal de Bolsonaro caiu de 53,7% em agosto de 2019 para 47% em janeiro de 2020. Combate à corrupção (30,1%), economia (22,1%) e segurança (22%) são as áreas mais bem avaliadas do governo Bolsonaro, segundo a pesquisa. As áreas com pior desempenho são saúde (resposta de 36,1% dos entrevistados), educação (22,9%), meio ambiente (18,5%) e também economia (16,2%). Nesse trecho do questionário da pesquisa, cada entrevistado teve a oportunidade de escolher duas áreas. A expectativa de 43,2% dos entrevistados é que a situação do emprego melhorará nos próximos seis meses. Para 18,9% deles, vai piorar, e 35,4% acreditam que ficará igual. Para 34,3% dos entrevistados, a renda mensal aumentará, enquanto 11% acreditam que diminuirá. A maioria, 51,8%, acreditam que ficará igual. A área da saúde melhorará para 30,5%, enquanto 24,8% acreditam que ficará pior. 42,6% dizem que nada mudará. Na educação, 36% esperam uma melhora, contra 21,4% que aguardam uma piora nessa área. Para 40,5%, a situação ficará igual. Na segurança pública, 37,9% têm expectativa de melhora, frente a 22% que acreditam numa piora nessa área. Para 38%, não haverá mudança. Apesar dos indicadores positivos, 78,2% dos entrevistados dizem não ter conhecimento sobre nenhuma ação direta do governo Bolsonaro na cidade ou região onde moram. Só 18,1% disseram ter conhecimento de alguma ação do governo em sua região. Para 40,1%, já há melhorias no governo Bolsonaro em relação aos anteriores. Para 33,5%, a atual gestão continua de forma semelhante as passadas e 24,7% percebem piora após o primeiro ano de governo. Expectativas A expectativa positiva para os próximos três anos de gestão do governo Bolsonaro supera, em muito, a atual avaliação do governo, segundo a pesquisa. Para 48,8% dos entrevistados, o presidente Jair Bolsonaro fará um governo ótimo ou bom até o fim de seu mandato. Hoje o governo é avaliado positivamente por 34,5%. Já os que esperam um fim de governo pior são 22,5% - hoje a avaliação negativa do governo é de 31%. Os que consideram que o governo manterá uma gestão regular nos próximos três anos são 24,3%, contra 32,1% que responderam, em janeiro, que assim avaliam o governo. Uma parcela maior de brasileiros acredita que o país está melhor do que um ano atrás. Para 36,2% da população, o Brasil de hoje está melhor. Para 25%, está pior; 37,4% classificaram como igual. Os que veem melhora responderam, principalmente, que houve melhoras na economia (48,7%), menos corrupção (46,8%), maior segurança pública (30,5%), melhor utilização do dinheiro público (21,4%) e valorização da família (19,6%), entre outros. Os que enxergaram piora após um ano de gestão Bolsonaro afirmam que os motivos são piora na economia (54,3%), saúde (42,7%), educação (30,5%), segurança pública (27,%), corrupção (16%) e pior utilização do dinheiro público (15%). Contratado pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), o instituto MDA ouviu 2002 pessoas em 137 municípios entre os dias 15 a 18 de janeiro de 2020. A margem de erro máxima é de 2,2 pontos percentuais. https://valor.globo.com/politica/noticia/2020/01/22/cnt-mda-avaliacao-positiva-do-governo-bolsonaro-sobe-para-345percent.ghtml
  5. https://www.infomoney.com.br/politica/avaliacao-e-expectativa-de-bolsonaro-tem-oscilacoes-negativas-em-janeiro-mostra-xp-ipespe/ SÃO PAULO – Apesar de manter estável sua avaliação negativa, o presidente Jair Bolsonaro viu uma piora em sua popularidade no início de seu segundo ano de mandato, aponta a mais recente pesquisa XP/Ipespe realizada entre 13 e 15 de janeiro e divulgada nesta quinta-feira (16). De acordo com o levantamento, no primeiro mês de 2020, 32% avaliaram a administração federal como ótima ou boa, contra 35% em dezembro (ficando dentro da margem de erro de 3,2 pontos percentuais). Ruim ou péssimo se manteve em 39%, enquanto a avaliação regular passou de 25% para 28% entre dezembro e janeiro. No caso da expectativa dos entrevistados, também houve uma piora. 40% tem uma projeção ótima ou boa para o restante do mandato de Bolsonaro, contra 43% no mês passado. Este foi o índice mais baixo já registrado neste quesito desde o início da série em novembro de 2018. Já a expectativa ruim ou péssima passou de 34% para 33% e a “regular” saiu de 19% em dezembro para atuais 20%. A avaliação do Congresso também piorou em janeiro, com 9% dos entrevistados vendo como bom ou ótimo, o menor resultado desde que Bolsonaro assumiu o cargo. A avaliação negativa teve oscilação de 44% para 45%, enquanto a regular chegou a 41% este mês. No mesmo caminho negativo, caiu de 34% para 30% o percentual da população que espera que a corrupção diminua nos próximos seis meses. Enquanto isso, saiu de 29% para atuais 32% os que enxergam a corrupção piorando. 32% acreditam que a corrupção ficará como já está hoje. Esta também foi a primeira pesquisa em que o levantamento questionou os entrevistados sobre o impacto do apoio do governo brasileiro aos Estados Unidos. Para 55% isso terá consequências negativas para o país, enquanto 32% enxergam consequências positivas deste apoio. 3% acreditam que não haverá impacto e 10% não sabe ou não respondeu. A pesquisa registrou também que os partidos políticos continuam como a instituição que menos desperta confiança da população, sendo que apenas 6% dizem confiar nas legendas, contra 89% que não confiam. O percentual vem caindo desde dezembro de 2018, quando 10% diziam depositar confiança neles. Enquanto isso, a Presidência da República registrou um salto expressivo de desconfiança: em dezembro de 2018, antes da posse de Bolsonaro, eram 36% os que diziam confiar no Executivo. Esse número saltou para 45% no quarto mês de seu mandato e voltou a 37% agora. Entre as instituições que mais têm a confiança da população, 63% dos entrevistados disseram confiar nas Forças Armadas, 55% na Igreja Católica e 53% na Organização das Nações Unidas (ONU).
  6. http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/pesquisa-radarne-mostra-jovens-mais-liberais-em-questa-es-como-beijo-gay-e-pola-ticas-de-cotas/469658 81% apoiam a frase " dois homens podem beijar em público sem serem importunados".
  7. Nos últimos 2 meses de 2019, o preço da carne (sobretudo a vermelha) fez a inflação disparar no fim do ano e fechar 2019, pelo IPCA, a 4,31% - nada exorbitante, mas acima do centro da meta do governo e a maior inflação anual desde 2016. Para quem quiser entender os motivos dessa alta das carnes: https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2019/12/15/por-que-carne-bovina-esta-cara-veja-perguntas.htm Como foi um choque e os núcleos estão controlados, há a expectativa de que parte disso seja devolvido nos próximos meses, mas de todo modo a alta da inflação aumenta a possibilidade de a taxa Selic ser mantida a 4,5% (em vez de cair) em fevereiro e possivelmente subir ao longo de 2020. E então, o que o governo deve ou pode fazer em relação à carne?
  8. Segundo dados do Dieese, o salário mínimo necessário para sustentar uma família de quatro pessoas em dezembro deveria ter sido de R$ 4.342,57, 4,35 vezes o salário mínimo em vigor em 2019. Mensalmente, o órgão divulga uma estimativa de quanto deveria ser o salário mínimo para atender as necessidades básicas do trabalhador e de sua família, segundo a Constituição: moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e Previdência Social. O cálculo é feito com base na cesta básica mais cara entre 17 capitais pesquisadas. Em dezembro, o valor mais caro apareceu no Rio de Janeiro (R$ 516,91), seguido por Florianópolis (R$ 511,70) e São Paulo (R$ 506,50). https://lnkd.in/fjEe348
  9. Moro tem 33% de alta confiança, e Lula, 30%, aponta Datafolha Pesquisa foi realizada em 5 e 6 de dezembro com 2.948 entrevistados em 176 cidades do país. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Por G1 05/01/2020 08h01 Atualizado há 2 horas Pesquisa Datafolha publicada neste domingo (5) pelo Jornal "Folha de S. Paulo" mostra que o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, tem o maior índice de confiança entre 12 figuras do cenário político pesquisadas. A pesquisa mostra que 33% dos entrevistados têm alta confiança em Moro, 23% dizem ter média confiança, e 42%, baixa confiança. O ex-presidente Lula tem 30% de alta confiança, 16% de média e 53% de baixa. Apesar de empatar dentro da margem de erro com o ex-juiz no quesito alta confiança, o Datafolha considera que o ex-presidente fica em segundo lugar entre as 12 figuras por ter índices piores de média e baixa confiabilidade. O instituto pediu que os entrevistados dissessem, em uma escala de 0 a 10, qual o nível de confiança que tinham em cada um dos integrantes da lista. As notas até 5 são consideradas baixo índice de confiança, de 6 a 8, médio, e 9 e 10, alto. O índice leva em conta as notas atribuídas por aqueles que dizem conhecer a personalidade em questão. O levantamento do Datafolha ouviu 2.948 pessoas em 5 e 6 de dezembro em 176 municípios de todas as regiões do país. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos e o índice de confiança é de 95%. Na sequência, estão empatados na margem de erro o presidente Jair Bolsonaro, com 22% de alta confiança, 22% de média e de 55% baixa; e Luciano Huck, com 21% de alta, 22% média e 55% baixa. https://g1.globo.com/politica/noticia/2020/01/05/moro-tem-33percent-de-alta-confianca-e-lula-30percent-aponta-datafolha.ghtml
  10. https://arte.estadao.com.br/politica/jair-bolsonaro/monitor-popularidade/ COMPARAÇÃO DA POPULARIDADE DO BOZO COM OUTROS PRESIDENTES A pesquisa Ibope mais recente foi feita no 12º mês de mandato de Bolsonaro e revelou que a taxa de satisfação* com o presidente é de 29%, empatada na margem de erro com a de Fernando Collor (27%) no mesmo período. Ao final do primeiro ano de mandato de Jair Bolsonaro, a taxa de satisfação com o governo (porcentual da população que considera a gestão do País boa ou ótima) é quase a mesma do ex-presidente Fernando Collor no mesmo período. A série histórica de pesquisas Ibope mostra que as semelhanças não se limitam ao porcentual de avaliações positivas que Bolsonaro e Collor exibiam depois de praticamente 365 dias no poder. A evolução – ou reversão – de seus números segue um ritmo parecido. Os dois começaram o mandato com uma taxa de satisfação pouco inferior a 50%, mas esta logo diminuiu. As pesquisas evidenciaram quedas incisivas perto dos quatro meses de gestão: um recuo de 12 pontos porcentuais no caso de Collor e de 14 no caso de Bolsonaro. Depois dos desmoronamentos, não vieram recuperações sólidas, mas sim tropeços e soluços. Eleito em 1989, o político alagoano anunciou uma série de reformas econômicas logo no dia seguinte à posse. Entre as intervenções do pacote que ficou conhecido como Plano Collor estava o confisco das cadernetas de poupança da população. As medidas iniciaram uma crise política que culminou no afastamento do presidente ao fim de 933 dias de governo. Bolsonaro não congelou o dinheiro dos brasileiros, mas viu sua aprovação derreter de maneira semelhante. Ele, seus filhos e seus ministros foram personagens de crises diplomáticas, guerras culturais e investigações. Crises Deixando as semelhanças com Collor de lado, a atual avaliação positiva de Bolsonaro é comparável à de outros governos apenas em momentos mais avançados do mandato presidencial, geralmente durante crises políticas agudas. Dilma Rousseff, por exemplo, só atingiu esse patamar durante os protestos de junho de 2013, com dois anos e meio de mandato. No mês seguinte às manifestações, as taxas somadas de "ótimo" e "bom" de seu governo caíram de 55% para 31%. Até mesmo Luiz Inácio Lula da Silva, que ao terminar o segundo mandato foi chamado de "político mais popular da terra" pelo ex-presidente americano Barack Obama, já viu sua avaliação positiva cair ao patamar de Bolsonaro – e duas vezes. A primeira foi em junho de 2004, com pouco mais de um ano e seis meses de governo. No mês anterior, o petista havia concedido um reajuste de R$ 20 no salário mínimo: 1,73% acima da inflação acumulada da época, mas abaixo das expectativas criadas após sua eleição. A segunda crise veio na metade de 2005, em meio ao escândalo do Mensalão. Com a reeleição no ano seguinte, a popularidade do ex-sindicalista começou a subir de forma quase contínua. No fim de 2009, Lula chegou a 80% de avaliações positivas, melhor desempenho de um presidente em todo o ciclo iniciado após o fim da ditadura militar. Dilma não seguiu a mesma trajetória. A partir de junho de 2013, sua aprovação seguiu oscilando entre 30% e 40%, mesmo após conseguir a reeleição em 2014. Em 2015, depois de praticar uma política econômica contrária à que defendeu na campanha, sua taxa de satisfação desceu para perto de 10%, onde se manteve até o impeachment.
  11. Governo Bolsonaro tem aprovação de 29% e reprovação de 38%, diz pesquisa Ibope Pesquisa Ibope divulgada nesta sexta-feira (20) mostra os seguintes percentuais de avaliação sobre o governo do presidente Jair Bolsonaro: Ótimo/bom: 29%; Regular: 31%; Ruim/péssimo: 38%; Não sabe/não respondeu: 3% A pesquisa foi encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). De acordo com a entidade, o levantamento foi feito entre os dias 5 e 8 de dezembro e ouviu 2 mil pessoas em 127 municípios. Segundo a pesquisa, o índice de confiança no presidente é de 41%, enquanto 56% afirmam não confiar nele. Outros 4% não souberam ou não quiseram responder. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos e, a confiança, de 95%. Em setembro, o Ibope divulgou uma pesquisa também encomendada pela CNI sobre a aprovação do presidente. Os números de setembro foram: Ótimo/bom: 31%; Regular: 32%; Ruim/péssimo: 34%; Não sabe/não respondeu: 3%. A sondagem também considerou a expectativa da população sobre o governo. Os resultados apontam que 34% acreditam que os próximos anos de mandato de Bolsonaro serão ótimos ou bons. Outros 32% disseram que serão ruins ou péssimos. Para 28%, os próximos anos serão regulares. Forma de governar Um dos aspectos pesquisados diz respeito à aprovação da maneira de governar do presidente Jair Bolsonaro. Sobre este quesito, os resultados foram: Aprova: 41%; Desaprova: 53%; Não sabe não respondeu: 6%. Setores do governo A pequisa avaliou ainda a percepção da população a respeito de áreas do governo: Segurança pública: Aprova: 50%; Reprova: 47%; Não sabe/não respondeu: 3% Meio ambiente: Aprova: 40%; Reprova: 54%; Não sabe/não respondeu: 6%. Saúde: Aprova: 36%; Reprova: 60%; Não sabe/não respondeu: 3%. Educação Aprova: 45%; Reprova: 51%; Não sabe/não respondeu: 4% Outros temas De acordo com a pesquisa, 42% dos entrevistados acreditam que as notícias têm sido desfavoráveis ao governo, 17% que elas têm sido mais favoráveis e 26% que não têm sido nem favoráveis, nem desfavoráveis. O levantamento também questionou como a população avalia a atuação do governo em relação à taxa de juros. Sobre este ponto, os resultados foram: Aprova: 31%; Reprova: 62%; Não sabe/não respondeu: 7% A pesquisa também perguntou aos entrevistados como é o governo Bolsonaro em comparação com o de Michel Temer. Aas respostas foram: Melhor: 40%; Igual: 36%; Pior: 20% Não sabe/não respondeu: 3% Matéria de OGLOBO https://blogs.oglobo.globo.com/lauro-jardim/post/caem-aprovacao-e-confianca-no-governo-bolsonaro-diz-ibope.html
  12. https://painel.blogfolha.uol.com.br/2019/12/10/avaliacao-positiva-de-damares-mostra-conexao-dos-mais-pobres-a-bolsonaro-e-esquerda-debate-como-reagir/ Avaliação positiva de Damares mostra conexão dos mais pobres a Bolsonaro e esquerda debate como reagir A ministra Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos). Pedro Ladeira/Folhapress Painel Elo perdido A avaliação positiva da ministra Damares Alves (Mulher) no Datafolha sinalizou a políticos que a agenda conservadora nos costumes segue forte e é hoje a principal conexão dos mais pobres a Jair Bolsonaro. Há divergência, porém, na esquerda e no PT, sobre como reagir. Uma ala diz que é preciso religar-se aos evangélicos, desbancando o público da ministra. Outra aposta que a única forma é mostrar que, ainda que a economia melhore, os frutos não chegarão ao andar de baixo. Meu público Damares é a única ministra de Bolsonaro, entre os sete citados na pesquisa, que recebeu melhor avaliação entre os mais pobres do que entre os mais ricos. A percepção de dirigentes políticos é a de que, além da religião, pesa a seu favor o discurso em defesa da família, ainda que numa visão es Território Em reuniões recentes do PT, o ex-prefeito Fernando Haddad avaliou que saiu derrotado na eleição presidencial de 2018 principalmente porque a direita conquistou as camadas de menor renda. O partido acreditava ter vantagem em razão dos programas sociais. Resistência Uma das ideias aventadas é ouvir evangélicos e verificar quais os assuntos na área de costumes podem ser assimilados pelo PT. Líderes de centro-direita e aliados à esquerda veem a tentativa com ceticismo e classificam a estratégia como “batalha perdida”. DAMARES TEM 43% DE APROVAÇÃO ENTRE AS PESSOAS QUE CONHeCEM ELA. eu avisei, estamos lascados
  13. Pesquisa foi realizada nos últimos dias 5 e 6 com 2.948 pessoas em 176 cidades. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Pesquisa Datafolha divulgada neste domingo (8) pelo jornal "Folha de S.Paulo" mostra os seguintes percentuais de avaliação do governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL): Ótimo/bom: 30% Regular: 32% Ruim/péssimo: 36% Não sabe/não respondeu: 1% A nota média (de 0 a 10) atribuída pelos entrevistados ao presidente foi 5,1, a mesma de agosto. A pesquisa foi realizada nos dias 5 e 6 de dezembro com 2.948 pessoas, em 176 cidades. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança da pesquisa é de 95% – isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro. Pesquisas anteriores Em agosto, julho e em abril, quando foram realizadas as pesquisas anteriores, os índices foram: Ótimo/bom: 29% em agosto; 33%, em julho; 32%, em abril Regular: 30 em agosto; 31%, em julho; 33%, em abril Ruim/péssimo: 38% em agosto; 33%, em julho; 30%, em abril Não sabe/não respondeu: 2% em agosto; 2%, em julho; 4%, em abril Confiança O instituto perguntou também aos entrevistados se eles confiam no que Bolsonaro diz. Confiam: 19% Confiam às vezes: 37% Nunca confiam: 43% Não sabe/não respondeu: 1% Expectativa Em relação à expectativa com o futuro do governo, 43% esperam que Bolsonaro faça uma gestão ótima ou boa. Em agosto, eram 45%; em julho, 51%, e em abril, 59%. Outros 32% acreditam que o presidente fará uma administração ruim ou péssima, contra os mesmos 32% em agosto, 24% em julho, e 23% em abril; 22% agora creem em um desempenho regular. Economia Segundo a pesquisa, 43% dos entrevistados acham a situação econômica do país vai melhorar (eram 40% em agosto); 31% entendem que vai ficar como está (os mesmos 31% de agosto); e 24% responderam que vai piorar (eram 26% em agosto). De acordo com o Datafolha, 25% aprovam o trabalho da equipe econômica do atual governo. Sobre a crise econômica que o país atravessa, 5% responderam que já acabou, 37% acham que vai acabar logo e 55% disseram que vai demorar. Atuação do presidente O Datafolha verificou, ainda, se os entrevistados acreditam que o presidente age ou não como deveria. Veja os percentuais: Age como deveria: 14% (eram 15% em agosto, 22% em julho, e 27% em abril) Na maioria das ocasiões age como deveria: 28% (eram 27% em agosto, 28% em julho, e 27% em abril) Em algumas ocasiões age como deveria: 25% (eram 23% em agosto, 21% em julho, e 20% em abril) Em nenhuma ocasião age como deveria: 28% (eram 32% em agosto, 25% em julho e 23% em abril) Principais problemas do país Os entrevistados elegeram ainda os principais problemas do país: Saúde: 32% Educação: 14% Segurança: 13% Desemprego: 13% Corrupção: 8% Economia: 8% O levantamento mostra que, para os entrevistados, a imagem do Brasil no exterior melhorou, segundo 31%, piorou para 39%, e é mesma para 25%. Outros presidentes Após um ano de mandato, os percentuais de ruim e péssimo dos últimos presidentes foram os seguintes: Fernando Collor (1991): 34% Fernando Henrique Cardoso (1995): 15% Luiz Inácio Lula da Silva, o melhor presidente que o país já teve (2003): 15% Dilma Rousseff (2011): 6% Após um ano de mandato, os percentuais de aprovação dos últimos presidentes foram os seguintes: Fernando Henrique Cardoso (1995): 41% Luiz Inácio Lula da Silva rei (2003): 42% Dilma Rousseff (2011): 59% G1
  14. A pesquisa foi realizada nos dias 5 e 6 de dezembro com 2.948 pessoas, em 176 cidades. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Pesquisa Datafolha divulgada nesta segunda-feira (9) pelo jornal "Folha de S.Paulo" aponta que 54% dos entrevistados entenderam que a libertação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi justa. Outros 42% avaliaram que a libertação é injusta. 5% não responderam. Lula foi preso em 7 de abril de 2018, para cumprir a pena a que foi condenado no caso do triplex no Guarujá, no âmbito da Operação Lava Jato. Um ano e sete meses depois, em 8 de novembro, foi solto após o Supremo Tribunal Federal (STF) reconhecer o direito dos réus de recorrer em liberdade até o julgamento do último recurso (veja vídeo mais abaixo). A pesquisa foi realizada nos dias 5 e 6 de dezembro com 2.948 pessoas, em 176 cidades. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança da pesquisa é de 95% – isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro. O levantamento também questionou se o entrevistado confia ou não no ex-presidente. Sempre confia: 25% Às vezes confia: 36% Nunca confia: 37% Não sabe: 2% Avaliação sobre a condenação A condenação de Lula por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do triplex ocorreu em julho 2017 e foi confirmada em 2ª instância em janeiro de 2018. Em abril daquele ano, logo após o ex-presidente iniciar o cumprimento da pena, o Datafolha perguntou a opinião dos entrevistados sobre a prisão. O resultado foi: Justa: 54% Injusta: 40% Não sabe/não respondeu: 6% O levantamento de 2018 ouviu 4.194 pessoas entre 11 e 13 de abril daquele ano em 227 municípios. A margem de erro também era de 2 pontos para mais ou para menos. G1
  15. Enquanto Bolsonaro e seu círculo mais próximo lembram fantasmas autoritários enxergando no horizonte a possibilidade de protestos radicais como os que ocorreram nas últimas semanas no Chile (a repetição disso por aqui representa uma miragem, diga-se), Lula saiu da cadeia justamente convocando a população a ir reclamar nas ruas contra o governo. Assim, os dois extremos vão se retroalimentando, tática que parece funcionar entre boa parte dos eleitores, conforme mostra a nova rodada de pesquisa eleitoral VEJA/FSB. Ambos representam as principais forças do momento, à direita e à esquerda. O primeiro levantamento com o nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva depois de ele ter deixado a prisão em Curitiba mostra o petista empatado tecnicamente com o candidato da situação no primeiro turno, seja ele o presidente Jair Bolsonaro, seja ele o ministro Sergio Moro (Justiça). Nos dois cenários, Lula tem 29% das intenções de voto, contra 32% dos dois adversários — a margem de erro é de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos. CLIQUE NAS IMAGENS PARA AMPLIAR A pesquisa anterior, feita em outubro, com a inclusão de Lula, ainda preso, apenas em cenário de segundo turno, mostrava que o petista já era a maior ameaça ao bolsonarismo: ele possuía 38%, enquanto Bolsonaro tinha 46%. Na mesma simulação da nova pesquisa, ambos oscilam dentro da margem de erro: 40% para Lula e 45% para Bolsonaro. A polarização espreme os candidatos de centro, que ostentam porcentuais longe de levá-­los ao segundo turno — Ciro Gomes (PDT), Luciano Huck (sem partido), João Amoêdo (Novo) e João Doria (PSDB) chegam a perder para “nenhuma das alternativas” (veja o quadro ao lado). “Essa polarização interessa a Lula e a Bolsonaro, mas não à maior parte da sociedade”, afirma o cientista político Rui Tavares Maluf, professor da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo, que alerta sobre o risco de uma nova onda de abstenções e votos nulos e brancos caso o cenário persista, a exemplo do que ocorreu em 2018. “Há as polarizações boas, que contribuem para a democracia, que precisa viver um pouco do conflito. Só que existe a polarização de baixa qualidade, e é isso que estamos vivendo”, diz. Para os especialistas, será difícil alterar o quadro, uma vez que o PT lidera a oposição às agendas econômica e política do governo, enquanto o bolsonarismo se fortalece com o enfrentamento com o petismo. “A política é dual, você é contra ou a favor de um projeto. No mundo político, é muito difícil mesmo circular fora de alguma dualidade”, avalia Rafael Cortez, sócio da Tendências Consultoria Integrada. A possibilidade de Fernando Haddad ser de novo o candidato petista, uma vez que Lula continua inelegível em razão da Lei da Ficha Limpa, é uma esperança para outras candidaturas, já que o ex-prefeito tem a maior rejeição: 60% não votariam nele de jeito nenhum — Lula tem 56%. Moro é o que melhor aparece nesse quesito, com 35%, condição que ajuda o ministro a conseguir o feito de empatar numericamente com Bolsonaro no segundo turno e derrotar Lula com vantagem maior que a de seu chefe. Já o presidente é rejeitado por 48% do eleitorado, o que pode não ser empecilho à reeleição, como lembra Marcelo Tokarski, diretor do Instituto FSB Pesquisa. “Sempre afirmaram que um candidato com rejeição superior a 40% era inviável. Mas na última eleição Bolsonaro desconstruiu essa tese. Às vésperas do primeiro turno, ele possuía uma rejeição de quase 50%. Um ano depois, o patamar permanece igual, e ele se mantém competitivo”, afirma. Muita água ainda vai rolar até 2022, mas o bolsonarismo e o petismo vão continuar insistindo no mesmo jogo da radicalização, que rende frutos até o momento. VEJA
  16. Em quem você votaria para Prefeito do Recife em 2020?
  17. Se as eleições fossem hoje, em quem vc votaria para Governador de SP?
  18. Em quem você votaria para Governador da Bahia em 2022?
  19. Em quem você votaria para Prefeito/a de Salvador em 2020?
  20. Se as eleições fossem hoje, em quem você votaria para Presidente do Brasil?
  21. Em quem você votaria para Prefeito de BH em 2020?
  22. REPORTAGEM ELPAÍS https://brasil.elpais.com/brasil/2019/11/12/politica/1573557270_097382.html PESQUISA COMPLETA http://atlaspolitico.com.br/downloads/Atlas_BR_111119.pdf São Paulo 12 NOV 2019 A libertação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teve um efeito positivo para sua imagem. A rejeição à sua prisão subiu, segundo pesquisa da consultoria Atlas, feita na Internet entre os dias 10 e 11 de novembro — dois dias após sua soltura — com 2.000 pessoas de todas as regiões do Brasil. Na comparação com o levantamento feito em julho, houve uma alta de sete pontos percentuais no índice de rejeição ao cárcere do ex-presidente, que passou de 37,4%% para 44,4%, respectivamente. Ao mesmo tempo, a percepção da imagem de Lula melhorou. Na pergunta “Você tem uma imagem positiva ou negativa de Lula”, 40,7% pontuaram como positiva, enquanto que em agosto o índice era de 34%. Ainda assim, uma maioria de 53% ainda possui uma imagem negativa do líder petista. Lula está livre. E agora? “Vocês eram o alimento de que eu precisava”, discursa ex-presidente Lula anuncia casamento com namorada e caravana pelo Brasil Ainda sobre a condenação que levou Lula à cadeia por 580 dias, a pesquisa mostra alguns resultados aparentemente contraditórios. Enquanto 47,8% se mostram a favor de sua prisão e 44,4% contra, 52,2% dizem que ela foi justa, ao passo que 42,3% acreditam que foi injusta. "Isso sugere que uma parcela chave da população considera que Lula já pagou o suficiente pelos erros que consideram tê-lo levado a sua condenação", explica o cientista político Andrei Roman, fundador da Atlas. Roman observa que esse grupo se mostra "disposto a perdoar" o líder petista. O Atlas traz ainda mostra que a maioria dos entrevistados, ou 56,5%, rejeita a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que derrubou na última quinta-feira a execução de uma pena condenatória logo após o julgamento em segunda instância e que resultou, no dia seguinte, na soltura do ex-presidente e outros condenados da Operação Lava Jato. Apenas 29,4% se disseram a favor, enquanto que 14,1% não souberam opinar. Isso indica uma discrepância entre a rejeição da decisão do STF e a rejeição à prisão do ex-presidente. Roman opina que "boa parte dos eleitores do Lula esperaria que o STF fosse decidir por sua inocência, ao invés de adotar essa solução, que essencialmente deixa o petista refém no futuro, e faz dele um bode expiatório para a libertação de outros personagens, muitos deles bem controversos". Porém, o cientista político não sabe dizer se esse assunto abordado pelo Supremo e toda sua natureza complexa ficou articulada com tanta clareza na cabeça do eleitorado lulista. "De qualquer forma, a dinâmica do STF dos últimos anos foi de muitas contradições em relação a sua própria jurisprudência. Apesar de guiado muito pela opinião pública, as reviravoltas e a fragmentação da Corte deixou ela bastante desacreditada, tanto com os eleitores mais à esquerda, como mais à direita. A população enxerga essas contradições como oportunismo ou briga pelo poder, o que talvez explique por que a decisão não tem um apoio popular semelhante à rejeição da prisão de Lula", argumenta. A queda de popularidade do governo Bolsonaro e as revelações do Vaza Jato são provavelmente os dois fatores mais importantes que levaram esse segmento a reconsiderar seu posicionamento em relação ao Lula, avalia o especialista. Para Roman, não necessariamente mudou a percepção de que o petista é culpado, mas as pessoas parecem ter relativizado a gravidade das acusações contra ele, explica. "Mostrou-se que a Lava Jato não era exatamente a guerra entre o bem e o mal que eles enxergavam no passado. Para essas pessoas, a realidade se revela mais complexa e os heróis acabaram caindo dos pedestais". Popularidade de Moro e Bolsonaro A pesquisa Atlas também mediu a popularidade do Governo Bolsonaro. As percepções pouco mudaram e se moveram dentro da margem de erro desde agosto, mês da última pesquisa. O índice de eleitores que acha a gestão ruim ou péssima subiu de 39,8% para 42,1%. Já a taxa daqueles que acreditam que o Executivo é ótimo ou bom caiu de 28,2% para 27,4%. Os que opinam que o desempenho do ultradireitista é regular passaram de 28,7% para 29,6% dos entrevistados. Ainda assim, a imagem de Moro e Bolsonaro continuam ligeiramente melhores que a de Lula: 40,7% dos entrevistados enxergam o petista de maneira positiva, enquanto que 53% o veem de forma negativa. Com Bolsonaro, as taxas ficam em 42,6% (positiva) e 51,6% (negativa). Os melhores números são para o ex-juiz da Lava Jato: 48,4% (positiva) e 45,6% (negativa). Porém, a Atlas destaca que é a primeira vez que a aprovação pessoal do ministro da Justiça se encontra abaixo dos 50%. Ele já havia perdido 10 pontos de apoio — de 60% para 50,4% — logo após a série de reportagens sobre a Lava Jato do site The Intercept Brasil. Atrás de Moro, Bolsonaro e Lula estão, nesta ordem, o ministro da Economia Paulo Guedes, o ex-prefeito Fernando Haddad, o ex-candidato Ciro Gomes (PDT), o apresentador Luciano Huck, o presidente da Câmara Rodrigo Maia (DEM-RJ) e, por último, o governador de São Paulo João Doria (PSDB). A rejeição a Doria tem avançado de modo acentuado. Em julho 42,5% diziam ter imagem negativa dele, índice que chegou aos 62% em novembro. "O centro sofre muito por conta da polarização, e qualquer candidato de centro que consiga chegar num segundo turno ganha a eleição. Mas chegar lá é quase impossível. É a história de Geraldo Alckmin ou Marina Silva nas eleições passadas no Brasil", explica Roman. O especialista ainda enxerga a possibilidade de que tanto Lula como Bolsonaro façam sinais em direção ao eleitorado mais indeciso e de centro. "No momento em que Lula consiga se posicionar como candidato com chances efetivas para ganhar, isso deveria servir como um incentivo de moderação para Bolsonaro, na busca do centro político", argumenta. "Por outro lado, Bolsonaro nunca foi um político tradicional que atua de forma estratégica para construir o seu eleitorado. É disso que veio também sua aparente autenticidade, algo que acabou se transformando em sua maior fortaleza", pondera. Uma variável que ele acredita ser bastante importante é o desempenho da economia sob Boslonaro. Não à toa o ex-presidente vem mirando suas críticas contra o ministro Paulo Guedes, por entender que o desapontamento com a situação econômica pode mudar a equação política. "Ninguém ilustrou isso melhor que Dilma Rousseff. A expectativa de Lula é que a economia não irá decolar e que isso irá afundar um governo Bolsonaro já bastante enfraquecido", explica Roman. Ele ainda opina que pode-se esperar bastante moderação do petista. "'Lula paz e amor' foi uma fórmula que virou quase hegemônica. Certamente o ex-presidente entende isso e buscará isso. A tentativa de reconciliação com Ciro Gomes e os braços abertos para Marcelo Freixo e o PSOL são os primeiros exemplos", completa. Cenários para as eleições Apesar da melhora significativa na imagem de Lula, 53,5% dos entrevistados não votariam no petista em umas eleições presidenciais, contra 43,3% com possibilidades de votar no petista. Deste total, 34% dizem que votariam "com certeza" no ex-presidente, o que indica a fidelização de parte significativa do eleitorado — o suficiente para levá-lo a um segundo turno. Além disso, 46,4% dos entrevistados acreditam que o petista venceria as eleições, enquanto que 45,8% disseram não acreditar em sua vitória. Apesar de livre, Lula ainda está condenado em segunda instância e, portanto, não pode neste momento se candidatar a nenhum cargo. Assim, um candidato indicado pelo ex-presidente perderia no segundo turno tanto contra o presidente Jair Bolsonaro como contra o ministro da Justiça Sergio Moro — responsável, quando era juiz federal, pela condenação do petista em primeira instância. Em dados concretos: 45,6% votariam no atual mandatário, de extrema direita; 41,3% votariam em alguém apoiado pelo petista; e 13,1% não sabem dizer, anulariam ou votariam em branco. Seguindo a mesma tendência, 47,6% votariam em Moro; 40,2% escolheriam o candidato de Lula; 12,2% não sabem dizer, anulariam ou votariam em branco. No entanto, o questionário da Atlas não considerou como cenário uma candidatura de Lula — que seria possível caso suas condenações sejam anuladas — e sua ida para o segundo turno. Ou seja, não foi possível saber qual seria o desempenho do próprio ex-presidente contra Bolsonaro e Moro. Roman aponta para a contradição com os dados do Datafolha de 2 de setembro. Na ocasião, ainda que a imagem do ex-presidente Lula estivesse pior, o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad venceria com 42% dos votos em um segundo turno contra Bolsonaro, que ficaria com 36%. Outros 18% votariam nulo ou branco e 4% não souberam responder, ainda segundo o instituto — que escutou 2.878 pessoas acima de 16 anos em 175 municípios do país nos dias 29 e 30 de agosto. O cientista político pondera que muita coisa pode acontecer até 2022, de modo que há possibilidades de que o cenário sofra mais alterações. Foi o que aconteceu recentemente na Argentina. "Uma ampla maioria da opinião pública era cristalizada contra Cristina Kirchner. Até hoje existe uma maioria a favor de sua prisão. Mesmo assim ela conseguiu eleger-se e eleger o próximo presidente", explica. "No Brasil, como em tantas outras democracias, estamos vendo uma intensificação muito forte da polarização. Isso faz com que a rejeição de uma figura seja relativizada pela intensidade da rejeição de outra figura. Lula pode não ter uma maioria natural para eleger-se ou eleger o seu candidato. Mas contra o Bolsonaro, isso pode ficar viável". E vice-versa. Apoio a ditadura A Atlas também mediu a opinião do eleitorado em outros assuntos. Por exemplo, 74,7% se dizem contrários a uma ditadura, enquanto que 14% são favoráveis e 11,3% não souberam opinar. Além disso, 52,1% acreditam que a corrupção está aumentando. Nesta mesma linha, 56,6% sentem que a criminalidade também está subindo, apesar de os dados de 2018 e deste ano indicarem o contrário. A pesquisa da Atlas Político foi feita online entre os dias 10 e 11 de novembro com 2.000 pessoas de todas as regiões do país. A margem de erro é de 2% e o índice de confiança é de 95%. Para ver o levantamento completo, clique aqui.
  23. Intenção de Voto - Prefeito de João Pessoa: Ricardo Coutinho (PSB) - 36,3% Ruy Carneiro (PSDB) - 14,0% Nilvan Ferreira (Sem Partido) - 8,2% Manoel Júnior (PSC) - 6,4% Diego Tavares (PV) - 1,6% Brancos/Nulos - 12,2% Não Sabe - 20,5% Não Informou - 0,8% A pesquisa foi realizada pelo instituto Método Inteligência Consultoria e Pesquisa no período de 04 a 06 de novembro de 2019, foram entrevistados 600 eleitores por domicílio em 54 bairros na cidade de João Pessoa, o que garante uma margem de erro máxima aproximadamente nos resultados de ± 4,0%, com um nível de confiança de 95%. https://www.paraibaradioblog.com/2019/11/08/metodo-ricardo-coutinho-ruy-carneiro-e-nilvan-ferreira-lideram-disputa-pela-pmjp-em-2020/
  24. São os nomes mais prováveis, no momento. E como o fórum é bem marineiro, coloquei um cenário com e sem ela.
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