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  1. Pesquisa feita pelo Instituto Vox Populi e divulgada com exclusividade pelo Metrópoles mostra que o nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é o favorito para vencer as eleições presidenciais de 2022 no primeiro turno. O Vox Populi fez levantamento espontâneo e estimulado. A pergunta foi: “Embora as eleições para presidente ainda estejam longe, se a eleição fosse hoje, em quem você votaria?”. Na pesquisa estimulada, Lula vence com 43%. O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) atinge 24%. Mais distante aparecem Luciano Huck (8%) e Ciro Gomes (5%). No caso da escolha espontânea, Lula aparece com 33%; Jair Bolsonaro com 19%; e Ciro Gomes com 2%. Confira os números: Voto estimulado Vox Populi Voto espontâneo: Vox Populi Segundo turno No segundo turno, diante de cenários contra Bolsonaro, Ciro Gomes (PDT) e João Doria (PSDB), o petista também leva vantagem. Contra o atual presidente, Lula 55% das intenções, enquanto Bolsonaro fica com 28%. Ninguém/branco/nulo alcança 14% e 3% não sabem. Com Ciro Gomes, a vantagem é 52% contra 19%. E diante de Doria, a vitória seria mais tranquila: 56% contra 14%. Nesse caso, o governador paulista tem menos intenções do que a categoria ninguém/branco/nulo (27%). Veja: Vox Populi Pesquisa Vox Populi para segundo turno em 20221A amostra nacional é de 2 mil entrevistas, aplicadas em 119 municípios, com estratificação por cotas de sexo, idade, escolaridade e renda. A margem de erro é de 2,2%, estimada em um intervalo de confiança de 95%. A pesquisa da Vox Populi foi feita de forma quantitativa, com entrevistas pessoais e domiciliares, e com o uso de tablets. Entrevista ocorreu com brasileiros com 16 anos ou mais, residente em áreas urbanas e rurais, de todos os estados e do Distrito Federal, em capitais, regiões metropolitanas e no interior, de todos os estratos socioeconômicos. https://www.metropoles.com/brasil/pesquisa-vox-populi-lula-vence-bolsonaro-no-primeiro-turno-da-eleicao
  2. O ex-presidente estava com 28% das intenções de voto em janeiro deste ano e passou a liderar as pesquisas O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 45% das intenções de voto contra 37% do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em um eventual segundo turno na disputa pela presidência do Brasil, caso as eleições fossem hoje. O petista ampliou a vantagem desde a última sondagem, realizada há um mês, e consolidou o favoritismo ao Palácio do Planalto. “O grande destaque é que a gente percebe a irritação da classe média com o governo Bolsonaro. Ele perdeu popularidade nas classes A e B, com reflexo nas intenções de voto. Com isso, fica sempre a lição quando se trata de intenção de voto: quem está em reeleição segue como protagonista, mas a variável principal para uma queda ou uma retomada de preferência é a popularidade do presidente”, avalia Mauricio Moura, fundador do IDEIA, instituto de pesquisa. Por região Lula vence Bolsonaro no Sudeste (47% X 38%) Nordeste (50% X 35%). A situação se inverte, com o atual presidente em primeiro lugar, no Norte (64% X 25%), no Sul (45% X 26%), e no Centro-Oeste (42% X 34%). Vale destacar que o Sudeste concentra a maior parte do eleitorado brasileiro, por isso Lula tem uma vantagem no total de votos. https://exame.com/brasil/exame-ideia-lula-consolida-lideranca-para-2022-e-vence-bolsonaro-com-45/
  3. A novela volta nesta segunda às 15h15 6.3 4.0 Sobe com o tempo
  4. A parcela da população que apoia o impeachment do presidente Jair Bolsonaro aparece pela primeira vez numericamente à frente dos contrários ao afastamento, de acordo com pesquisa Datafolha. São favoráveis ao processo 49% dos entrevistados ouvidos pelo instituto, ante 46% que se dizem contrários à saída dele do cargo dessa forma. Os índices representam um empate técnico dentro da margem de erro e praticamente se inverteram em relação a março deste ano, quando 50% afirmavam se opor ao impeachment, ante 46% que se declararam a favor. O Datafolha entrevistou presencialmente 2.071 pessoas em todo o Brasil na terça (11) e na quarta (12). A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A tendência detectada em relação ao impeachment reflete os números negativos para Bolsonaro apontados em outros pontos da pesquisa feita nesta semana. O presidente, por exemplo, atingiu sua pior avaliação no mandato nos levantamentos do Datafolha e apareceu muito atrás de seu principal adversário na corrida eleitoral para 2022, o ex-presidente Lula, do PT. Avaliam o governo Bolsonaro como ótimo ou bom 24% dos entrevistados, queda de seis pontos percentuais em relação a dois meses atrás. Na pesquisa eleitoral, 54% disseram agora que não votariam de jeito nenhum na reeleição do atual mandatário. Em simulação de segundo turno com Lula, teve 32% das intenções de voto, ante 55% do petista. O Datafolha mostra que a oposição ao impeachment é maior em alguns segmentos que apoiam Bolsonaro em outros campos da pesquisa. A reprovação ao impeachment vai a 52% entre homens e no Sul do país. Também sobe para 60% entre entrevistados que dizem não ter medo do coronavírus, 57% entre evangélicos e 56% entre assalariados registrados. Já o apoio ao afastamento cresce entre jovens de 16 a 24 anos (57%), moradores do Nordeste (também 57%), desempregados que procuram emprego (62%) e entrevistados que dizem ter muito medo do coronavírus (60%). Entre eleitores do ex-presidente Lula, o apoio ao afastamento salta para 74%. Na série de pesquisas do Datafolha feitas desde abril de 2020, o impeachment chegou a ser rejeitado por 53% dos entrevistados em janeiro, ante 42% dos que apoiavam a cassação. O resultado agora ocorre em um momento em que o governo se vê desgastado em diferentes frentes diante dos reflexos da pandemia da Covid-19, que já matou mais de 430 mil brasileiros. Opositores acusam o presidente de inépcia. A CPI que investiga a resposta à pandemia começou os trabalhos no fim de abril, com depoimentos críticos às interferências do presidente no Ministério da Saúde. A pasta já teve três trocas de comando desde o início da crise sanitária, em 2020. Um dos assuntos abordados na comissão é o trabalho do governo para garantir a vacinação, área na qual a atual gestão patina desde o ano passado. Capitais suspenderam a imunização por falta de doses nas últimas semanas, e o Instituto Butantan parou a fabricação da Coronavac por falta de insumos, importados da China. A incerteza em relação às vacinas também provoca insegurança no campo econômico, que é fortemente afetado pela disseminação do vírus. Há perspectiva de piora na recuperação, diante do novo pico da doença registrado a partir de março e que voltou a provocar fechamento do comércio e restrições à circulação de pessoas pelo país. Dezenas de pedidos de impeachment de Bolsonaro foram encaminhados ao presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), responsável por decidir se dá andamento ou não às solicitações. A exemplo do antecessor, Rodrigo Maia (DEM-RJ), Lira não tem nem rejeitado nem aceitado dar início aos procedimentos. No fim de março, o deputado fez discurso crítico ao governo e lembrou que há "remédios políticos no Parlamento" que são fatais. Mas afirmou que não tinha intenção de usá-los, embora tenha mencionado "um sinal amarelo para quem quiser enxergar". Também naquela mesma semana, banqueiros, empresários e economistas publicaram uma carta cobrando mais trabalho do governo em resposta à pandemia. A iniciativa foi lida como um forte revés em um nicho que se alinhou com a atual gestão desde a campanha eleitoral de 2018. Em outra mudança de rota à época, o governo trocou o titular das Relações Exteriores, com a saída de Ernesto Araújo, muito identificado com a chamada ala ideológica. Lira, hoje aliado de Bolsonaro, não tem prazo para tomar a decisão de dar ou não sequência aos pedidos de impeachment. Caso seja dada sequência, o caso é analisado por uma comissão especial e, depois, pelo plenário da Câmara. Somente com o voto de ao menos 342 dos 513 deputados é autorizado que o Senado abra o processo. Nesse caso, Bolsonaro seria afastado até a conclusão do julgamento —ele perderia o mandato caso pelo menos 54 dos 81 senadores votassem nesse sentido. No fim de abril, o deputado declarou, em resposta à cobrança por encaminhamento dos pedidos: "Os pedidos de impeachment, em 100%, não 95%, em 100% dos que já analisei são inúteis para o que entraram e para o que solicitaram". Uma outra possibilidade de afastamento é por meio da análise de denúncia criminal da Procuradoria-Geral da República. Se o procurador-geral Augusto Aras apresentasse acusação formal contra Bolsonaro, a Câmara precisaria fazer votação para avaliá-la, o que poderia provocar sua responsabilização. Essa hipótese, porém, também parece pouco crível hoje. A OAB nacional já defendeu denunciá-lo por crime comum, como infração de medida sanitária preventiva. Mesmo nomes de oposição, como Lula e o senador Renan Calheiros (MDB-AL) já disseram não acreditar na viabilidade de um processo de afastamento no atual momento político. Um fator sempre mencionado nos debates sobre impeachment é a mobilização nas ruas, que marcou o afastamento dos mandatos de Fernando Collor (em 1992) e Dilma Rousseff (em 2016). Em meio à pandemia, os protestos contra Bolsonaro não deslancharam até agora. No início deste ano, opositores promoveram carreatas em capitais pelo afastamento, mas o movimento não teve continuidade. Com as medidas de isolamento social, um tipo de manifestação recorrente no atual mandato foram os panelaços, principalmente em ocasiões em que Bolsonaro fez pronunciamentos na TV. https://www1.folha.uol.com.br/poder/2021/05/datafolha-49-apoiam-impeachment-de-bolsonaro-e-46-se-dizem-contrarios.shtml?utm_source=twitter&utm_medium=social-media&utm_campaign=uol&utm_content=geral
  5. Pouco mais de dois meses após ter seus direitos políticos restabelecidos, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera a corrida para a Presidência com margem confortável no primeiro turno e venceria o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na segunda etapa, revela pesquisa Datafolha. O petista alcança 41% das intenções de voto no primeiro turno, contra 23% de Bolsonaro. Em um segundo pelotão, embolados, aparecem o ex-ministro da Justiça Sergio Moro (sem partido), com 7%, o ex-ministro da Integração Ciro Gomes (PDT), com 6%, o apresentador Luciano Huck (sem partido), com 4%, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), que obtém 3%, e, empatados com 2%, o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta (DEM) e o empresário João Amoêdo (Novo). Somados, os adversários de Lula chegam a 47%, apenas seis pontos percentuais a mais do que o petista. Outros 9% disseram que pretendem votar em branco, nulo, ou em nenhum candidato, e 4% se disseram indecisos. O levantamento foi realizado com 2.071 pessoas, de forma presencial, em 146 municípios, nos dias 11 e 12 de maio. A margem de erro é de dois pontos percentuais. Num eventual segundo turno contra Bolsonaro, Lula levaria ampla vantagem, com uma margem de 55% a 32%. Ele receberia a maioria dos votos dados a Doria, Ciro e Huck, enquanto o presidente herdaria a maior fatia dos que optam por Moro, seu ex-ministro da Justiça e atual desafeto. O petista também venceria na segunda etapa contra Moro (53% a 33%) e Doria (57% a 21%). Já Bolsonaro empataria tecnicamente com Doria, marcando 39%, contra 40% para o tucano. E perderia para Ciro, obtendo 36%, contra 48% para o pedetista. Para se reeleger, Bolsonaro também terá de enfrentar um alto índice de rejeição, que ultrapassa metade do eleitorado e poderá ser um complicador, especialmente em um segundo turno. Dentre os entrevistados, 54% dizem que jamais votariam nele. A rejeição de Lula é a segunda maior, com 36%, seguida pelas de Doria (30%), Huck (29%), Moro (26%) e Ciro (24%). Pesquisa completa: https://www1.folha.uol.com.br/poder/2021/05/datafolha-lula-lidera-corrida-eleitoral-de-2022-e-marca-55-contra-32-de-bolsonaro-no-2o-turno.shtml
  6. Seja liderada por Guilherme Boulos (PSOL) ou por Fernando Haddad (PT), uma candidatura única da esquerda largaria na frente na disputa pelo Governo de São Paulo em 2022, mostra a pesquisa Atlas divulgada nesta quarta-feira. Quando não concorre com o petista, Boulos apresenta 26,3% das intenções de voto num eventual primeiro turno pelo Palácio dos Bandeirantes, contra 17,9% de Paulo Skaf (MDB) e 13,3% de João Doria (PSDB). Já Haddad, sem enfrentar o psolista na mesma disputa, conta com 25,3% das intenções, a frente dos 13,5% de Skaf e 12,2% de Doria. No entanto, no cenário em que os nomes de esquerda rivalizam candidaturas, a pesquisa aponta um empate quádruplo na liderança do levantamento, que tem margem de erro de três pontos para mais ou para menos: Boulos (17%), Skaf (16,4%), Haddad (14,6%) e Marcio França (12,5%), do PSB. “Chama a atenção a fortaleza de Guilherme Boulos, inclusive em cenário em que aparece junto com o Fernando Haddad”, comenta Andrei Roman, CEO do Atlas. “A sua candidatura à Prefeitura de São Paulo em 2020 cristalizou uma base forte e, caso a esquerda não se una, corre o risco de ficar fora do segundo turno”, explicou ele. Apesar de liderarem a enquete a governador, PT e PSOL aparecem na mesma pesquisa como os dois partidos com os maiores índices de rejeição no Estado, com 57,6% e 45,1% respectivamente. Já na rejeição direta aos candidatos, Haddad aparece em primeiro com 44,3%, seguido de João Doria (44,2%) e Geraldo Alckmin (39,1%). Boulos é o sexto mais rejeitado entre oito candidatos, com 37%. Roman destaca ainda o desempenho do governador João Doria nas pesquisas realizadas pelo Atlas. “Neste momento, não consegue uma segunda colocação em nenhum dos cenários testados”, diz ele. Além de estar entre os mais rechaçados no Estado, Doria tem como melhor desempenho um terceiro lugar para governador, no cenário com Boulos e Skaf na frente. O estudo ainda mostrou que 62,1% das pessoas desaprovam o atual Governo estadual, e 48,1% consideram seu desempenho como governador ruim ou péssimo, contra 13,9% de ótimo ou bom. “Sem uma base sólida de votação, restam dúvidas sobre a capacidade do Doria de transferir votos para o vice-governador Rodrigo Garcia [em caso de candidatura presidencial de Doria]”, afirma o CEO. Garcia é o candidato com o segundo menor índice de rejeição, mas aparece em último em todos os cenários utilizados. “Existe uma forte articulação dentro e fora do PSDB a favor de uma candidatura do Geraldo Alckmin”, diz Roman. A pesquisa traz ainda mais notícias negativas para o governador tucano, que sonha também em disputar o Planalto. Segundo o Atlas, o eleitor paulista gosta mais do desempenho do presidente Jair Bolsonaro do que do de Doria. Bolsonaro tem 40,9% de aprovação no Estado, contra 35,3% do tucano, enquanto 31,4% das pessoas consideram o desempenho do presidente ótimo ou bom —quase 20 pontos percentuais a frente de Doria. Por outro lado, menos da metade considera o Governo estadual ruim ou péssimo, ao mesmo tempo em que 55,5% dos entrevistados classificam o Governo federal com os mesmos adjetivos. A comparação é válida uma vez que Doria e Bolsonaro rivalizaram posturas no combate à pandemia de covid-19 desde o ano passado. Enquanto o governador adotou medidas restritivas, defendeu publicamente as medidas sugeridas pela ciência e foi o primeiro a adquirir vacinas no país, o presidente optou por criticar o isolamento social, menosprezar a doença e criticar a vacina escolhida por Doria por ser oriunda da China. Os índices se mostraram negativos para o tucano não só pela perda de espaço no cenário estadual, como também visando uma possível disputa pela Presidência, uma vez que é uma espécie de pré-requisito para um presidenciável ter força em seu Estado natal. No entanto, o Atlas também mostra que a rejeição a Doria não tem relação direta com as restrições impostas pelo Governo durante a pandemia em São Paulo. No estudo, 56,2% dos entrevistados disseram concordar com as medidas de contenção adotadas pela equipe de Doria. Além disso, 40,8% opinaram que as regras a favor do isolamento social deveriam ser ampliadas, contra 30,3% que disseram que as mesmas deveriam ser relaxadas. O Atlas entrevistou 1.050 pessoas em São Paulo entre os dias 7 e 11 de maio de 2021, todas feitas por meio de questionários aleatórios via internet. As respostas são calibradas por um algoritmo de acordo com as características da população paulista. https://brasil.elpais.com/brasil/2021-05-12/com-boulos-ou-haddad-candidatura-unica-da-esquerda-lideraria-disputa-por-governo-de-sao-paulo.html?ssm=whatsapp
  7. https://www.poder360.com.br/poderdata/so-lula-e-huck-venceriam-bolsonaro-no-2o-turno/
  8. Que as opiniões dos críticos e colunistas de TV sempre geraram debates é um fato inegável, mas acontece que ultimamente..... Flávio Ricco Um dos colunistas mais famosos se tornou assessor de imprensa da Record e a coluna que se tornou famosa por trazer infos exclusivas está cada dia mais requentada. Daniel Castro O dono do noticiasdatv cada vez mais capricha pra se tornar o concorrente número 1 do TV Foco, com manchetes sensacionalistas e ataques a Globo dando a entender que a empresa vai falir, encontrou na receita simples pra aumentar cliques e se entregou de vez. Ricardo Feltrin O sempre respeitado crítico gera cada vez mais debates com suas colunas, notícias que muitas vezes a gente sabe que é só chuta e opiniões que com certeza não definem a realidade com sua última coluna onde tenta desmerecer a transmissão da F1 na Band. Outros. Alguns nomes do meio nunca tiveram credibilidade ou hoje em dia ainda vive das glórias do passado, citei só os 3 na pesquisa que são hoje em dia, para quem acompanha, os casos que mais chama atenção, mas sera que podemos Patrícia Kogut ou Stycer? Dêem a opinião de vocês....
  9. Ainda faltam 70 dias para as eleições municipais, que este ano foi remarcada para 15 de novembro (1º turno), mas o retrato atual mostra um cenário favorável ao vice-prefeito e pré-candidato a prefeito Bruno Reis (DEM). Segundo estudo do Instituto Paraná Pesquisa divulgado ontem, ele é quem soma mais intenções de votos em dois cenários estimulados, com aproximadamente o dobro de pontos percentuais que o segundo colocado em ambos; é, entre os pré-candidatos melhor posicionados o que tem menor rejeição, sendo que todos os adversários apresentam índices superiores a 50%; e, ainda, o que tem o melhor cabo eleitoral, o prefeito de Salvador ACM Neto, cuja administração é aprovada por 83,3% dos eleitores. Para completar, ele é o segundo mais lembrado na pesquisa espontânea – quando o eleitor cita o primeiro nome que vêm à cabeça pois não recebe ficha com as indicações dos candidatos – alcançando 8,8%. Na frente dele está justamente ACM Neto, com 17,1%. A pesquisa espontânea é um termômetro para medir a consolidação do voto. Quanto mais o nome do político é lembrado espontaneamente, maior é a consolidação de seu eleitorado. A espontânea aponta que 69,8% dos eleitores ainda não têm candidato definido: 58,5% responderam não saber, e outros 11,3% disseram 'Ninguém'. Na fotografia do momento, o principal adversário de Bruno Reis é o deputado federal Sargento Isidório (Avante) – 1,2% na espontânea e 15,5% e 19,5% nas estimuladas – seguido, a depender do cenário, pela deputada federal Lídice da Mata (PSB), pela deputada estadual Olívia Santana (PCdoB), pela PM Major Denice (PT), pelo deputado federal João Carlos Bacelar, pelo deputado estadual Hilton Coelho (PSOL) (ver gráfico). À exceção do PSOL, todos os demais partidos estão na base do governador Rui Costa, que pode influenciar o voto dos eleitores, pois sua administração é aprovada por 80,1% dos eleitores O que parece ser bom, pode não sê-lo. São muitos candidatos disputando o mesmo apoio enquanto a base do prefeito tem apenas um concorrente. Bruno Reis, inclusive, cresce tanto quanto Isidório – cerca 4 pontos – no cenário sem a participação de Lídice da Mata. Potencial Os números da Paraná Pesquisa apontam que o vice-prefeito também é o candidato com maior potencial de crescimento. 38,3% disseram que podem votar nele (20,7% garantiram que vão votar com certeza; 28,8% que não votariam de jeito nenhum, 9% que não conhece o suficiente e 3,2% não sabe ou não opinou). A rejeição (não votar de jeito nenhum) indica até onde o candidato pode subir, no caso Bruno Reis, ele pode chegar a 71,2% por esse critério. Seus principais adversários, além de terem percentuais menores de votos consolidados (votar com certeza), apresentam possibilidade de teto maior que 50%. As rejeições de Lídice (8,5% de votaria com certeza) , Major Denice (2%) e Sargento. Isidório (10,1%) são, respectivamente, 58,5%, 54,8% e 52,4%. O índice de desconhecimento, outro indicador que mostra o potencial de crescimento do candidato – que pode conquistar votos à medida que o eleitor passar a conhecê-lo – do vice-prefeito (9%) só não é maior que o de Major Denice (16%). Lídice da Mata, que foi prefeita na década de 90, só é desconhecida por 1,1% do eleitorado; e Isidório é desconhecido por 1% dos eleitores. Em um dos cenários analisados – o de menor número de candidatos, que excluiu os nomes de Lídice, João Carlos Bacelar, Celsinho Cotrim e Eleusa Coronel – A distância entre o percentual de votos declarados a Bruno Reis e a soma de todos os adversários é de 4 pontos. Essa diferença sobe para 12,9 no cenário com mais concorrentes. Em ambos os casos, a conta exclui as opções 'Nenhum' e 'Não Sei', que em uma aproximação com a realidade seriam considerados como votos inválidos. Quando a soma dos pontos percentuais de votos do líder das pesquisas é maior que a soma das intenções de escolha para os adversários há uma possibilidade de vitória em primeiro turno. Avaliação de governos O cenário eleitoral deste momento apresenta ainda uma melhora nas avaliações dos governos do prefeito ACM Neto (DEM), do governador Rui Costa (PT) e do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). A aprovação da gestão de ACM Neto subiu de 78,5% em maio para 83,3% em setembro. A desaprovação caiu de 18,2% para 13,4%. Já a aprovação da administração de Rui Costa foi de 77% em maio para 80,1% neste mês. A desaprovação recuou de 18,8% para 16,5%. A aprovação da gestão do presidente Bolsonaro variou de 26,2% para 32,1%; e a desaprovação caiu de 70,4% para 64,3% entre maio e setembro. Confira todos os números da pesquisa: ESTIMULADA CENÁRIO 1 Bruno Reis 34,9% Sargento Isidório 15,5% Lídice da Mata 12,9% Nenhum 12,7% Não sabe 4,6% Olívia Santana 4,5% Major Denice 4,1% João Carlos Bacelar 4,0% Cezar Leite 2,7% Hilton Coelho 2,7% Celsinho Cotrim 0,9% Eleusa Coronel 0,5% ESTIMULADA CENÁRIO 2 Bruno Reis 38% Sargento Isidório 19,5% Nenhum 14,8% Olívia Santana 8,7% Major Denice 5,4% Não sabe 5,2% Hilton Coelho 4,5% Cezar leite 3,9% ESPONTÂNEA Não sabe 58,5% Ninguém 11,3% ACM Neto 17,1% Bruno Reis 8,8% Sargento Isidório 1,2% Major Denice 0,9% Olívia Santana 0,6% Cezar Leite 0,4% João Carlos Bacelar 0,4% Lídice da Mata 0,4% Outros 0,5% Rejeição Lídice da Mata 58,5% Major Denice 54,8% Sargento Isidório 52,4% Bruno Reis 28,8% Avaliação Administração do prefeito ACM Neto (estimulada) Aprova 83,3% Desaprova 13,4% Não sabe ou não opinou 3,3% Avaliação da administração do governador Rui Costa (estimulada) Aprova 80,1% Desaprova 16,5% Não sabe ou não opinou 3,4% Avaliação da administração do presidente Jair Bolsonaro (estimulada) Aprova 32,1% Desaprova 64,3% Não sabe ou não opinou 3,7% Fonte: Paraná Pesquisas Registro TSE: BA-04421/2020 Margem de erro: 3,5% para mais ou para menos Índice de confiança: 95% Entrevistas - 820 eleitores com 16 anos ou mais realizadas entre os dias 29/8 e 2/9 Correio 24 Horas
  10. "O Paraná Pesquisa divulgou o levantamento sobre a intenção de voto para as eleições municipais em Niterói (RJ), nesta quinta-feira (3). A pesquisa apresentou dois cenários estimulados aos entrevistados, ou seja, quando os pesquisadores citam o nome de possíveis candidatos. Axel Grael (PDT) aparece na liderança nos dois cenários. Já na pesquisa espontânea, os entrevistados citam os nomes dos candidatos sem a interferência dos pesquisadores. No levantamento espontâneo feito pelo Paraná Pesquisas, Rodrigo Neves (PDT) foi mais citado. Porém, o atual prefeito de Niterói não pode tentar a reeleição, pois está no cargo há dois mandatos consecutivos." Cenário 1 24,9% Axel Grael (PDT) 21,6% Felipe Peixoto (PSD) 8,0% Bruno Lessa (DEM) 6,8% Flávio Serafini (PSOL) 2,3% Juliana Benicio (Novo) 2,0% Antonio Rayol (Podemos) 2,0% Delegado Deuler da Rocha (PSL) 9,0% Não sabe 23,5% Nenhum Cenário 2 29,1% Axel Grael (PDT) 13,4% Bruno Lessa (DEM) 9,1% Flávio Serafini (PSOL) 3,9% Juliana Benicio (Novo) 3,8% Delegado Deuler da Rocha (PSL) 2,4% Antonio Rayol (Podemos) 11,1% Não sabe 27,3% Nenhum " Espontânea 8,8% Rodrigo Neves (PDT) 6,9% Axel Grael (PDT) 2,0% Felipe Peixoto (PSD) 1,3% Antonio Rayol (Podemos) 1,1% Flávio Serafini (PSOL) 0,8% Bruno Lessa (DEM) 0,3% Comte Bittencourt 1,3% Outros nomes citados 63,6% Não sabe 14,1% Ninguém Metodologia: 800 pessoas foram entrevistadas pelo Paraná Pesquisas. Entre os dias 29 de agosto a 02 de setembro de 2020. Confiança: 95%. Margem de erro: 3,5%. Registro no TSE RJ- 05322/2020." Gazeta do Povo / Paraná Pesquisas
  11. A primeira pesquisa eleitoral para a Prefeitura de Curitiba foi divulgada nesta sexta-feira (28) e traz o atual prefeito, Rafael Greca (DEM), bem à frente dos demais candidatos. A pesquisa foi feita pelo Instituto Ágili Pesquisas e Marketing, entre os dias 11 e 15 de julho de 2020, e publicada pelo site da Gazeta do Povo. Cenário 1 Rafael Greca (DEM): 38,11% Gustavo Fruet (PDT): 9,29% Ney Levrevost (PSD): 6,30% Delegado Francischini (PSL): 6,14% Luciano Ducci (PSB): 3,78% Christiane Yared (PL): 3,15% Luizão Goulart (Republicanos): 2,05% Dr. João Guilherme (Novo) 1,89% Professor Renato Mocellin (PV): 1,57% João Arruda (MDB): 1,26% Cida Borghetti (PP): 1,10% Paulo Opuszka (PT): 0,63% Caroline Arns (Podemos): 0,31% Nenhum: 17,48% Não Sabe/NR: 6,93% Cenário 2 Rafael Greca (DEM): 41,89% Gustavo Fruet (PDT): 11,02% Delegado Francischini (PSL): 8,03% João Arruda (MDB): 2,36% Dr. João Guilherme (Novo): 2,36% Cida Borghetti (PP): 2,20% Professor Renato Mocellin (PV): 1,89% Caroline Arns (Podemos): 0,79% Paulo Opuszka (PT): 0,63% Nenhum: 20,16% Não Sabe/NR: 8,66% O intervalo de confiança da pesquisa é de 95% e a margem de erro de 3,9 ponts porcentuais, para mais ou para menos. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número PR-07643/2020.
  12. O governo do presidente Jair Bolsonaro é aprovado por 50% dos brasileiros que receberam ou aguardam receber o auxílio emergencial. É o que mostra pesquisa PoderData, realizada de 31 de agosto a 2 de setembro. Houve queda de 5 pontos percentuais em relação ao levantamento anterior, feito de 17 a 19 de agosto. Agora a taxa de aprovação da administração federal entre os beneficiários do programa de socorro financeiro está igual à da população em geral. A desaprovação entre quem recebe o auxílio está em 40% –oscilação dentro da margem de erro de 2 pontos percentuais. O governo assinou nesta 5ª feira (3.set.2020) uma medida provisória que prorroga o auxílio emergencial: mais 4 parcelas de R$ 300. O valor atual é de R$ 600. O anúncio da extensão do benefício foi feito na 3ª feira (1º.set.2020), quando a pesquisa estava sendo realizada. O valor liberado inicialmente pelo governo para o pagamento da 6ª parcela do auxílio é de R$ 67,6 bilhões. Deve começar a chegar aos beneficiários ainda neste mês. No total, segundo a Caixa Econômica Federal, R$ 186,9 bilhões já foram creditados. A pesquisa foi realizada pelo PoderData, divisão de estudos estatísticos do Poder360. A divulgação do levantamento é realizada em parceria editorial com o Grupo Bandeirantes. Os dados foram coletados de 31 de agosto a 2 de setembro, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 2.500 entrevistas em 509 municípios, nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. Saiba mais sobre a metodologia lendo este texto. O levantamento mostra ainda que a aprovação do governo entre as pessoas que tentaram ter direito ao benefício, mas tiveram o cadastro recusado caiu 6 pontos percentuais em duas semanas. Passou de 52% para 46%. Entre os não aptos a receber o auxílio emergencial por não se enquadrar nos critérios definidos, 50% aprovam a administração federal. AUXÍLIO X TRABALHO DE BOLSONARO O PoderData também perguntou aos entrevistados sobre o trabalho individual do presidente. Bolsonaro é bem avaliado (“ótimo” e “bom”) por 36% dos beneficiários do auxílio emergencial. O percentual oscilou dentro da margem de erro em duas semanas (era de 40% na pesquisa anterior). A média nacional de aprovação do trabalho de Bolsonaro é de 39%. A parcela de beneficiários do programa que avaliam o desempenho do presidente como “ruim” ou “péssimo” é de 33%. No levantamento anterior, eram 30%. AUXÍLIO EMERGENCIAL O PoderData mostra ainda que quase metade dos brasileiros já recebeu ou está para receber o auxílio: 35% receberam ao menos uma das parcelas, e 10% aguardam o pagamento. Representam 45% da população com 16 anos ou mais. Aqueles que tentaram, mas não conseguiram o benefício representam 11% da população. Outros 39% declararam não estar aptos a receber os pagamentos do governo. O auxílio emergencial foi criado para mitigar os efeitos da crise econômica causada pela pandemia da covid-19 –doença respiratória provocada pelo novo coronavírus. Com o isolamento social, milhões de brasileiros ficaram sem trabalhar. A intenção era fazer 3 pagamentos de R$ 600 cada 1. Com a continuidade da pandemia no país, o governo prorrogou o benefício com mais duas parcelas. Agora, com a nova prorrogação, haverá mais 4 parcelas, só que com o valor de R$ 300. De acordo com a Caixa Econômica Federal, até agora 67,2 milhões de pessoas receberam o dinheiro. O governo já liberou R$ 186,9 bilhões aos beneficiários. Não há nada parecido na história recente do país em termos de assistência social tão abrangente. PoderData / Poder360
  13. Um estudo encomendado pela direção nacional do Partido Democrático Trabalhista (PDT) para o pleito majoritário de 2020 no Recife coloca o deputado federal e pré-candidato a prefeito no Recife Túlio Gadêlha em 5º lugar nas intenções de voto. Gadêlha aparece com 8,6% na pesquisa estimulada. Ele fica atrás de Marília Arraes (PT), que tem 19,9%; Mendonça Filho (DEM), com 13,5%; Daniel Coelho (Cidadania), 13,4%; e João Campos (PSB), que aparece com 10,3%. O partido divulgou a pesquisa na última sexta-feira (28). De acordo com o PDT, Túlio já cresce significativamente se comparado a primeira pesquisa feita em Julho, também a pedido do partido. As estimativas foram encomendadas para avaliação interna e, por isso, não chegaram a ser registradas junto ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE). No cenário com o apoio do presidenciável Ciro Gomes, o prefeiturável pedetista chega a 13,6%, ficando em terceiro lugar. “Os cenários apresentados mostram que o PDT reúne condições reais de ter uma candidatura própria no Recife. Desempenho que não é visto no nosso partido desde 1985, quando João Coelho disputou nas primeiras eleições diretas nas capitais do Brasil”, comentou Gadêlha. A amostra ainda avalia um cenário com a presença da ex-vereadora Isabella de Roldão, que também se colocou como pré-candidata pelo PDT na capital pernambucana. Quando Túlio é substituído por Isabella, o desempenho da legenda é inferior. A pré-candidatura do PDT cai de 8,6% para 1,1%, ficando em penúltimo lugar. “Estamos recebendo apoio desde o início do ano passado por parte do nosso presidente nacional, Carlos Lupi, de Ciro e de uma turma que tem pensado na construção de um plano de governo eficiente conosco”, disse Túlio Gadêlha. “A gente tem a missão de resgatar a autoestima do povo recifense. Dar agilidade, eficiência e prestar um serviço de qualidade ouvindo as pessoas. Falta escuta, falta cuidado com a cidade. Vamos mostrar que é possível construir uma gestão participativa capaz de reduzir as desigualdades”, continua. A pesquisa de opinião feita pela Datamétrica foi realizada com os eleitores recifenses no dia 20 de agosto e teve uma amostra baseada em 600 entrevistas. A margem de erro é de 4%. O estudo foi registrado no TRE, com o número PE-08168/2020, no dia 23 de agosto. https://www.diariodepernambuco.com.br/noticia/politica/2020/08/pesquisa-do-pdt-coloca-tulio-em-5-nas-intencoes-de-voto-para-o-recife.html
  14. Pesquisa PoderData mostra que 50% dos brasileiros aprovam o governo do presidente Jair Bolsonaro e 41% desaprovam. As variações das taxas ficaram dentro da margem de erro (de 2 pontos percentuais) se comparadas com o último levantamento (de 17 a 19 de agosto). A parcela da população que avalia positivamente a administração federal cresceu 10 pontos percentuais desde o início de julho. A melhora na taxa de aprovação coincide com 1 período de mudança no comportamento do presidente, que passou a evitar falar com a imprensa ou fazer ataques a adversários. A nova pesquisa PoderData mostra que não houve impacto direto de recentes atritos de Bolsonaro com a imprensa na aprovação de seu governo. Em 23 de agosto, Bolsonaro disse que gostaria de agredir 1 repórter do jornal O Globo. No dia seguinte fez ataques ao veículo. Não foi identificado efeito imediato da retomada da agenda de viagens de Bolsonaro na avaliação de seu governo. O presidente passou a frequentar mais cidades do Nordeste no último mês (leia mais abaixo a percepção da região sobre o governo). A pesquisa foi realizada pelo PoderData, divisão de estudos estatísticos do Poder360. A divulgação do levantamento é realizada em parceria editorial com o Grupo Bandeirantes. Os dados foram coletados de 31 de agosto a 2 de setembro, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 2.500 entrevistas em 509 municípios, nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. Saiba mais sobre a metodologia lendo este texto. A estratificação da pesquisa mostra que a aprovação do governo Bolsonaro subiu nas últimas duas semanas na região Sul. Passou de 55% para 63% –alta de 8 pontos percentuais. A avaliação positiva da administração federal também cresceu entre pessoas de 16 a 24 anos. Passou de 34% para 43% nos últimos 15 dias –alta de 9 pontos percentuais. Já a desaprovação aumentou 9 pontos na região Centro-Oeste. Passou de 30% para 39% em duas semanas. A percepção negativa dos que recebem de 2 a 5 salários mínimos teve alta de 10 pontos percentuais. Passou de 44% para 54% em 15 dias. Quem mais aprova: homens (57%); pessoas de 60 anos ou mais (58%); moradores da região Norte (68%); quem tem só o ensino fundamental (55%); os sem renda fixa (54%). Quem mais desaprova: mulheres (46%); pessoas de 16 a 24 anos (49%); moradores da região Nordeste (50%); quem tem ensino superior (61%); os que recebem de 2 a 5 salários (54%). TRABALHO DE BOLSONARO O PoderData também perguntou o que os entrevistados acham do trabalho de Bolsonaro como presidente: ótimo, bom, regular, ruim ou péssimo. A avaliação positiva do desempenho pessoal do presidente ficou estável, considerando a margem de erro de 2 pontos percentuais. Oscilou de 38% para 39% em duas semanas. Os que acham o trabalho de Bolsonaro “ruim” ou “péssimo” são 34%. Os que o consideram “regular” são 24%. Os percentuais tiveram variação dentro da margem. O levantamento mostra que Bolsonaro é mais bem avaliado por homens (43%), pessoas de 60 anos ou mais (43%), moradores da região Norte (53%), entre quem tem só o ensino fundamental (43%) e os sem renda fixa (44%). O presidente tem sua pior avaliação entre as mulheres (36%), pessoas de 16 a 24 anos (43%), moradores da região Nordeste (43%), entre quem tem ensino superior (53%) e os que recebem mais de 10 salários (52%). ESTRATIFICAÇÃO POR RENDA O PoderData também mostra como cada grupo socioeconômico avalia o presidente. A avaliação positiva do presidente entre os desempregados e sem renda fixa passou de 46% para 44% nas últimas duas semanas –variação dentro da margem de erro. Esse grupo responde por 47% da população com mais de 16 anos, segundo o IBGE. Também é o que mais concentra beneficiários do auxílio emergencial –pago pelo governo para mitigar os impactos econômicos da pandemia. Nessa 3ª feira (1º.set.2020), Bolsonaro afirmou afirmou que o coronavoucher –como o auxílio é chamado por integrantes do governo– será prorrogado por 4 meses, com parcelas de R$ 300 O levantamento mostra ainda que caiu a aprovação do trabalho do presidente entre os que recebem mais de 10 salários mínimos. Passou de 35% para 25% –queda de 10 pontos em duas semanas. OS 24% QUE ACHAM REGULAR O PoderData fez 1 cruzamento das respostas sobre o desempenho pessoal de Bolsonaro e a avaliação do governo federal como 1 todo. Foi possível verificar como se posicionam os 24% que acham o trabalho do presidente “regular”. Os dados mostram que 41% desse grupo aprova a administração federal. A percepção mudou em duas semanas. Na pesquisa de 17 a 19 de agosto, 66% dos que achavam o trabalho de Bolsonaro “regular” aprovavam o governo. Agora, só 41% desse grupo aprova o governo –queda de 25 pontos percentuais. Já a desaprovação teve alta de 19 pontos percentuais nesse grupo. Antes 23% rejeitavam o governo. Agora são 42%. AVALIAÇÃO NO NORDESTE O PoderData mostra que a aprovação do governo, que vinha em trajetória de alta no Nordeste, caiu 8 pontos percentuais na região. Passou de 48% para 40% em duas semanas. A desaprovação ficou em 50% –variação positiva, dentro da margem de erro. A pesquisa mostra que a estratégia do presidente de intensificar a agenda de viagens no Nordeste não teve efeito. Segundo levantamento do Poder360, o presidente fez 7 visitas à região de abril a agosto, logo quando começaram os pagamentos das parcelas do auxílio emergencial. As viagens de Bolsonaro à região representaram 33% de sua agenda de viagens domésticas no período. Em relação ao trabalho individual de Bolsonaro, são 31% dos nordestinos que o avaliam como “ótimo” ou “bom” –queda de 7 pontos em duas semanas. A rejeição ficou estável em 43%. PoderData / Poder360
  15. Pesquisa PoderData mostra que 68% dos brasileiros acham que o presidente Jair Bolsonaro deve explicar os depósitos de R$ 89.000 feitos por Fabrício Queiroz e sua mulher, Márcia Aguiar, na conta da primeira-dama, Michelle Bolsonaro. Para 19%, o chefe do Executivo não deve nenhuma explicação. Queiroz é investigado por suposto esquema de “rachadinha” no gabinete de Flávio Bolsonaro, quando o agora senador pelo Republicanos era deputado estadual no Rio de Janeiro. Segundo reportagem da revista Crusoé, o ex-assessor repassou R$ 72.000 a Michelle Bolsonaro de 2011 a 2016. Já Márcia Aguiar teria feito depósitos no valor de R$ 17.000 em 2011. O PoderData explicou o tema aos entrevistados. A pergunta teve o seguinte enunciado: “Há informações de que o ex-assessor Fabrício Queiroz e sua mulher depositaram R$ 89.000 na conta da primeira-dama, Michelle Bolsonaro. Na sua opinião, o presidente Jair Bolsonaro deveria explicar o que foram esses depósitos?”. A pesquisa foi realizada pelo PoderData, divisão de estudos estatísticos do Poder360. A divulgação do levantamento é realizada em parceria editorial com o Grupo Bandeirantes. Os dados foram coletados de 31 de agosto a 2 de setembro, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 2.500 entrevistas em 509 municípios, nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. Saiba mais sobre a metodologia lendo este texto. Os questionamentos sobre os depósitos de Queiroz e Márcia a Michelle se intensificaram no fim de agosto. “Vontade de encher sua boca de porrada”, disse Bolsonaro em 23 de agosto a 1 repórter da Globo que lhe perguntou sobre os repasses à primeira-dama. A declaração figurou entre os assuntos mais comentados do Twitter. Internautas também replicaram a prergunta em seus perfis milhares de vezes. A declaração do presidente foi criticada por congressistas, integrantes do Judiciário e entidades da sociedade civil. O PoderData separou recortes para as respostas à pergunta sobre a necessidade de 1 esclarecimento de Bolsonaro sobre o tema. Foram analisadas as respostas por sexo, idade, nível de instrução, região e renda. Os mais jovens (de 16 a 24 anos), os que têm nível superior de ensino e os nordestinos são os que mais acham que Bolsonaro deve explicar os repasses à primeira-dama. São 77% os que fizeram essa afirmação em ambos os grupos. A taxa também é maior entre quem recebe mais de 10 salários mínimos: 78%. Já os que ganham de 5 a 10 salários mínimos (32%), os sulistas (29%) e os que têm 60 anos ou mais (26%) são os que menos pedem esclarecimentos do presidente. AVALIAÇÃO DE BOLSONARO X DEPÓSITOS DE QUEIROZ Os que avaliam positivamente o presidente da República são também os que mais acreditam não haver a necessidade de explicações de Bolsonaro sobre as movimentações bancárias. Do grupo que considera o trabalho do chefe do Executivo “bom” ou “ótimo”, 41% acham que Bolsonaro não precisa explicar os repasses para a conta da primeira-dama. Já entre os que rejeitam o presidente (avaliando-o como “ruim” ou “péssimo”), 91% querem que o caso seja esclarecido. No grupo do “regular”, essa taxa também é alta: 82% querem explicações, enquanto 8% acham não ser necessário. ONDE ESTÁ QUEIROZ Em junho, o ex-assessor foi preso preventivamente na operação Anjo. Queiroz estava em 1 imóvel de Frederick Wassef, então advogado de Flávio e de Jair Bolsonaro. Dias depois da operação, o presidente do STJ (Superior Tribunal de Justiça), ministro João Otávio de Noronha, concedeu habeas corpus para que Queiroz e sua mulher, que estava foragida, ficassem em prisão domiciliar. Na decisão, Noronha citou “condições pessoais de saúde” do ex-assessor. PoderData / Poder360
  16. A rodada de agosto da pesquisa XP/Ipespeconfirma movimento de retomada na popularidade de Jair Bolsonaro identificada no levantamento de julho e registra os maiores níveis de aprovação ao presidente desde março de 2019. O grupo que considera o governo ótimo ou bom saltou de 30% para 37%, enquanto os que veem o governo como ruim ou péssimo caíram de 45% para 37%, o menor índice desde agosto de 2019. O movimento positivo para Bolsonaro é seguido por outros indicadores, como a expectativa positiva para o restante do mandato (crescimento de 33% para 37%, enquanto a negativa teve queda de 43% para 36%) e a percepção de que a economia está no caminho certo (alta de 33% para 38%, enquanto os que a veem no caminho errado caíram de 52% para 46%). Foram realizadas 1.000 entrevistas de amostragem nacional nos dias 13, 14 e 15 de agosto. A margem de erro é de 3,2 pontos percentuais. Toda a melhora na avaliação do governo vem dos estratos da população com renda familiar mensal de até 5 salários mínimos, população que concentra os que requisitaram o auxílio emergencial, benefício de R$ 600 pago pelo governo durante a pandemia. Entre os mais pobres, com renda de até 2 salários mínimos, a aprovação foi de 28% para 34% e entre os que têm renda de 2 a 5 salários mínimos, de 32% para 44%. A pesquisa registra também amplo apoio à continuidade do pagamento do benefício de R$ 600 (70% da população favorável), inclusive entre os que não têm acesso ao auxílio (nesse grupo, são 64% os favoráveis à prorrogação no mesmo valor). Em relação ao coronavírus, o levantamento mostra melhora na sensação da população. Cresceu a parcela que considera que o pior já passou (39% para 52%) e caiu o número dos que dizem estar com muito medo do surto (38% para 33%). https://conteudos.xpi.com.br/politica/pesquisa-xp-17-de-agosto-aprovacao-de-bolsonaro-mantem-tendencia-de-alta/
  17. O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) está com a melhor avaliação desde que começou o seu mandato. Segundo o Datafolha, 37% dos brasileiros consideram seu governo ótimo ou bom, ante 32% que o achavam na pesquisa anterior, feita em 23 e 24 de junho. Mais acentuada ainda foi a queda na curva da rejeição: caíram de 44% para 34% os que o consideravam ruim e péssimo no período. Consideram o governo regular, por sua vez, 27%, ante 23% em junho. O instituto entrevistou por telefone 2.065 pessoas de 11 a 12 de agosto. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou menos. A mudança do humor da população ocorreu concomitantemente à maior alteração na persona pública de Bolsonaro desde que ele saiu da obscuridade como parlamentar de baixo clero e chegou à Presidência no ano passado. O presidente passou o primeiro semestre em um crescente embate institucional, que chegou ao paroxismo com sua participação em atos pedindo o fechamento do Congresso e do Supremo Tribunal Federal. Em junho, a crise amplificou-se, com rumores alimentados por notas oficiais acerca de intenção de uso das Forças Armadas e com críticas a decisões que contrariavam o Planalto no Judiciário. Ao mesmo tempo, o presidente liderava o ataque direto às políticas de isolamento social da pandemia da Covid-19, que no começo classificara de "gripezinha". Aos poucos, a tensão levou a especulações nos meios políticos sobre um eventual impeachment do presidente. Isso o fez mudar de rumo no Congresso, aliando-se a partidos do centrão que antes espezinhava, dando cargos e verbas em troca de apoio. Mas o ponto de inflexão é 18 de junho, quando é preso Fabrício Queiroz, ex-assessor de seu filho Flávio, investigado no caso das "rachadinhas" e elo entre o gabinete do hoje senador e milícias no Rio de Janeiro. Com a pesquisa de junho indicando estabilidade em sua avaliação, apesar de estrago visível do caso Queiroz, Bolsonaro submergiu. Moderou suas declarações contra adversários e parou de dar corda a apoiadores radicais que o esperam à porta do Palácio da Alvorada. Antes desta rodada do Datafolha, a melhor pontuação do presidente havia sido 33% de ótimo e bom, taxa registrada em duas pesquisas. Já a rejeição voltou ao patamar dos seis primeiros meses de mandato, em torno de 30%. O empate entre aprovação e rejeição reverte, na fotografia desta pesquisa, a tendência de polarização assimétrica registrada nas anteriores durante a crise política. O presidente também contraiu a Covid-19, o que não mudou sua propaganda de minimizar a doença. Mas o programa de auxílio emergencial à população mais carente ganhou passo, e o governo amplificou a visibilidade de ações no reduto oposicionista do Nordeste. O resultado parece visível. Segundo o Datafolha, a rejeição a Bolsonaro caiu de 52% para 35% na região, na qual mantém a pior avaliação: 33% de ótimo e bom, subida de seis pontos em relação a junho. A correlação com a distribuição do auxílio de R$ 600 é sugerida, ainda que não direta. Entre quem fez o pedido e o recebeu, 42% acham Bolsonaro ótimo e bom, ligeiramente acima da média geral. Só que 36% dos que não fizeram também acham isso. No Nordeste, onde vive 27% da população, 45% dos moradores recorreram ao instrumento, ante 40% no país todo. Tão ou mais importante, Bolsonaro também melhorou seu desempenho no Sudeste, região mais populosa do país. Ali, sua aprovação subiu de 29% para 36%, enquanto a rejeição caiu de 47% para 39%. Continua sendo mais bem avaliado nos redutos do Sul e Norte/Centro-Oeste, onde amealha 42% de ótimo e bom. Uma das quedas mais significativas na rejeição ao presidente ocorreu entre os mais jovens (16 a 24 anos). Nesse grupo, o ruim e péssimo foi de 54% para 41%. Grupos que rejeitavam mais Bolsonaro também viram quedas no índice, mas menor: pessoas com curso superior (53% para 47%) e mais ricos (acima de 10 salários mínimos mensais, 52% para 47%). Já a aprovação presidencial segue o padrão anterior ao apontar homens e pessoas de 35 a 44 anos como as mais satisfeitas. Há homogeneidade nova no quesito quando o tema é a renda familiar. Dos 4 estratos analisados pelo Datafolha, Bolsonaro tem 40% de ótimo e bom em 3, caindo cinco pontos entre os mais pobres (até 2 salários mínimos). Ele segue sendo mais bem avaliado entre empresários (58%, ante 51%) e viu sua rejeição de 67% cair para 56%, ainda a recordista por segmentos, entre estudantes. Com tudo isso, Bolsonaro deixou o posto de presidente mais mal avaliado desde a redemocratização nesta fotografia de momento do primeiro mandato. A infame distinção volta a Fernando Collor, que tinha 41% de ruim e péssimo e 18% de ótimo e bom com um ano e seis meses de governo em 1991. Bolsonaro, contudo, segue em segundo lugar na rejeição neste recorte de presidentes, mais mal avaliado do que Fernando Henrique Cardoso (PSDB), Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Dilma Rousseff (PT). Ele também segue sendo considerado inconfiável pela população, ainda que tenha atenuado a má impressão. Segundo o Datafolha, nunca confiam no presidente 41% dos brasileiros, enquanto 22% sempre confiam e 35%, confiam às vezes. Em junho, esses índices estavam em 46%, 20% e 32%, respectivamente, segundo aferiu o Datafolha. Bolsonaro inspira mais confiança entre homens, pessoas de 35 a 44 anos e quem ganha entre 5 e 10 salários mínimos. Já desconfiam mais do presidente mulheres, jovens e quem tem o ensino superior. No corte racial, o presidente é mais bem avaliado entre quem se declara branco ou amarelo (40%), oscilando para 37% entre pardos e caindo para 25% entre pretos. https://www1.folha.uol.com.br/poder/2020/08/aprovacao-a-bolsonaro-sobe-e-e-a-melhor-desde-o-inicio-do-mandato-diz-datafolha.shtml
  18. Poucos dias depois de o Brasil atingir 100 mil mortos pelo novo coronavírus, os brasileiros mostravam-se divididos em relação à responsabilidade de Jair Bolsonaro (sem partido) pela trágica marca. Quase metade deles, 47%, dizem acreditar que o presidente não tem culpa nenhuma pelos óbitos. Os que acham que Bolsonaro tem responsabilidade somam 52% —são 11% os que o veem como principal culpado e 41% os que dizem que ele é um dos culpados, mas não o principal. Os dados são de pesquisa Datafolha feita por telefone com 2.065 brasileiros adultos que têm celular, nos dias 11 e 12 de agosto. A marca das 100 mil mortes pela Covid-19 foi atingida no dia 8 de agosto, menos de cinco meses apos o registro da primeira morte decorrente da doença no país. O percentual dos que não atribuem ao presidente responsabilidade pelas mortes é maior entre aqueles que consideram seu governo ótimo ou bom (80%) e entre os que votaram nele no segundo turno das eleições (64%). De forma inversa, entre os que consideram o atual governo ruim ou péssimo, 86% creem na responsabilidade parcial ou total do governante pelos óbitos. A mesma pesquisa mostrou que Bolsonaro tem a melhor avaliação desde começou seu mandato, em 2019: 37% consideram seu governo ótimo ou bom, como mostrou a Folha na quinta (13). Os que avaliam o governo como regular são 27% e os que o veem como ruim ou péssimo, 34%. Segundo o Datafolha, entre os brasileiros de maior renda (mais de dez salários mínimos) somam 61% os que veem Bolsonaro como o principal ou um dos culpados pelas mortes. Já entre quem ganha até dois salários mínimos, 49% acham que o presidente não tem nenhuma culpa, mesmo percentual da soma dos que o veem como principal culpado ou corresponsável. Quando se divide a população por raças, são os pretos o grupo que mais vê culpa do presidente: para 14% ele é o principal culpado pelas mortes, e para 48%, um dos culpados. Também nesse grupo está o menor percentual dos que não veem nenhuma responsabilidade de Bolsonaro, 37%, ante 49% dos pardos e 44% dos brancos. Desde o início da pandemia, o presidente vem minimizando a doença e defendendo a reabertura de comércios e relaxamento de medidas de isolamento social. As restrições têm sido amenizadas nas cidades e nos estados nos últimos meses, apesar de o contágio pelo vírus, até esta sexta, ainda estar em estágio acelerado em seis unidades da Federação, inclusive nas duas mais populosas, São Paulo e Minas Gerais. Mais de 3 milhões de brasileiros já foram infectados pelo coronavírus segundo os registros oficiais, mas o número provavelmente é maior por causa da subnotificação. As decisões sobre distanciamento social e restrições à circulação para controlar o contágio têm sido majoritariamente tomadas pelos estados e municípios. Em pesquisa Datafolha feita nos dias 25 e 26 de maio, 39% dos brasileiros atribuíam aos governadores de seus estados muito ou um pouco da responsabilidade pelo avanço do coronavírus no Brasil. Na pesquisa mais recente, esse percentual variou para 42%, dentro da margem de erro. Já o percentual dos que dizem crer que Bolsonaro tenha muita ou alguma responsabilidade pelo avanço da doença variou de 53% em maio para 49% em agosto, também dentro da margem de erro. Quase metade dos brasileiros (49%) também vê responsabilidade do país como um todo, concordando com a afirmação de que o Brasil não fez o suficiente para evitar as mais de 100 mil mortes registradas até agora. O restante se divide entre aqueles que dizem ter sido feito o necessário para tentar evitar as mortes (24%) e aqueles que afirmam que nada as poderia ter evitado (22%). Um dos focos de críticas ao governo Bolsonaro dentro e fora do Brasil tem sido a condução da pandemia pelo Ministério da Saúde, que teve seu titular substituído duas vezes desde a chegada do coronavírus ao território, em fevereiro. Luiz Henrique Mandetta, que ocupava a pasta desde antes da Covid-19, foi demitido em abril em meio a discordâncias entre ele e Bolsonaro em relação à necessidade de isolamento social e ao uso da cloroquina para o tratamento da doença. Foi substituído pelo médico Nelson Teich, que ficou menos de um mês no cargo e também entrou em embate com o presidente por causa da cloroquina. Desde maio, a pasta da Saúde é ocupada interinamente pelo general Eduardo Pazuello. Enquanto Mandetta participava de entrevistas coletivas diárias sobre as ações do ministério para o controle do coronavírus e tinha aprovação de 76% dos brasileiros antes de sua demissão, o atual ocupante da pasta faz raras aparições públicas, o que pode explicar o fato de 90% dos brasileiros não saberem o nome do ministro —88% admitem desconhecê-lo e 2% disseram outros nomes. ENTREVISTAS FORAM FEITAS POR TELEFONE DEVIDO À PANDEMIA A pesquisa telefônica, utilizada neste estudo, representa o total da população adulta do país. As entrevistas são realizadas por profissionais treinados para abordagens telefônicas e as ligações feitas para aparelhos celulares, utilizados por cerca de 90% da população. O método telefônico exige questionários rápidos, sem utilização de estímulos visuais, como cartão com nomes de candidatos, por exemplo. Assim, mesmo com a distribuição da amostra seguindo cotas de sexo e idade dentro de cada macrorregião, e da posterior ponderação dos resultados segundo escolaridade, os dados devem ser analisados com cautela por limitar o uso desses instrumentos. Na pesquisa, feita assim para evitar o contato pessoal entre pesquisadores e respondentes, o Datafolha adotou as recomendações técnicas necessárias para que os resultados se aproximem ao máximo do universo que se pretende representar. Todos os profissionais do Datafolha trabalharam em casa, incluídos os entrevistadores, que aplicaram os questionários por meio de central telefônica remota. https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2020/08/para-47-bolsonaro-nao-tem-nenhuma-culpa-por-100-mil-mortes-no-brasil.shtml
  19. Rosana Valle (PSB) - 24,3% Banha (MDB) - 9,5% Paulo Corrêa (PATRIOTA) - 5,0% Rui de Rosis (PSL) - 4,8% Douglas Martins (PT) - 3,0% Rogério Santos - 2,9% João Villela - 2,6% Ivan Sartori - 1,3% Guilherme Prado - 0,9% Márcio Aurélio - 0,7% Tanah Corrêa - 0,7% Ariovando - 0,6% Nenhum deles - 30,5% Não sabe - 14,2% https://www.santaportal.com.br/noticia/62589-confira-os-resultados-da-pesquisa-badrasistema-santa-cecilia-em-santos
  20. https://www.poder360.com.br/poderdata/62-dos-votos-do-petista-haddad-vao-para-o-algoz-moro-no-2o-turno/
  21. Pesquisa PoderData confirma a tendência de melhora na aprovação do governo de Jair Bolsonaro e também de avanço da avaliação positiva do trabalho do presidente. O levantamento mostra que a atual administração federal tem 45% de aprovação e 45% de desaprovação. A avaliação positiva do governo ficou 2 pontos percentuais acima da verificada na última pesquisa, realizada há 15 dias, de 20 a 22 de julho, quando era de 43%. A variação está no limite da margem de erro (2 pontos percentuais). Há 2 meses, a administração federal era rejeitada por 50% e aprovada por 41%. A diferença era de 9 pontos. Agora há empate, com 45% de cada lado. O aumento coincide com o período em que Bolsonaro passou a evitar falar com a imprensa ou fazer ataques a adversários. A pesquisa foi realizada pelo PoderData, divisão de estudos estatísticos do Poder360. Os dados foram coletados de 3 a 5 de agosto, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 2.500 entrevistas em 512 municípios, nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. Saiba mais sobre a metodologia lendo este texto. Antes, a divisão de pesquisas do jornal digital chamava-se DataPoder360. Agora, o nome mudou para PoderData. A mudança faz parte do novo conceito da identidade visual do Poder360. Você está em: PoderData Governo Bolsonaro é aprovado por 45% e desaprovado por 45% Tendência de melhora é confirmada Avaliação pessoal também tem alta Leia o levantamento do PoderData O PoderData mostra que a aprovação do governo do presidente Jair Bolsonaro segue trajetória de alta há 30 diasSergio Lima/Poder360 - 29.jul.2020 SABRINA FREIRE 05.ago.2020 (quarta-feira) - 19h26 Pesquisa PoderData confirma a tendência de melhora na aprovação do governo de Jair Bolsonaro e também de avanço da avaliação positiva do trabalho do presidente. O levantamento mostra que a atual administração federal tem 45% de aprovação e 45% de desaprovação. A avaliação positiva do governo ficou 2 pontos percentuais acima da verificada na última pesquisa, realizada há 15 dias, de 20 a 22 de julho, quando era de 43%. A variação está no limite da margem de erro (2 pontos percentuais). Há 2 meses, a administração federal era rejeitada por 50% e aprovada por 41%. A diferença era de 9 pontos. Agora há empate, com 45% de cada lado. O aumento coincide com o período em que Bolsonaro passou a evitar falar com a imprensa ou fazer ataques a adversários. A pesquisa foi realizada pelo PoderData, divisão de estudos estatísticos do Poder360. Os dados foram coletados de 3 a 5 de agosto, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 2.500 entrevistas em 512 municípios, nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. Saiba mais sobre a metodologia lendo este texto. Antes, a divisão de pesquisas do jornal digital chamava-se DataPoder360. Agora, o nome mudou para PoderData. A mudança faz parte do novo conceito da identidade visual do Poder360. O novo logotipo e cor do PoderData, divisão de pesquisas do Poder360 ESTRATIFICAÇÃO Considerando a avaliação estratificada da avaliação do governo Bolsonaro, o levantamento mostra que os homens passaram a aprovar mais o Executivo. Há duas semanas, 49% avaliavam bem. Agora, são 58%. Na região Sul, a percepção positiva passou de 46% para 55% no período. Os dados apontam ainda que caiu o percentual de jovens (pessoas de 16 a 24 anos) que rejeitam a administração federal. Há 15 dias, eram 46%. Agora são 39%. O mesmo ocorreu com quem mora no Sudeste. No período, a desaprovação na região caiu de 51% para 43%. Já no Centro-Oeste, subiu de 30% para 45%. https://www.poder360.com.br/poderdata/governo-bolsonaro-e-aprovado-por-45-e-desaprovado-por-45/
  22. O vice-prefeito Bruno Reis (DEM) lidera as intenções de voto para Prefeitura de Salvador nas eleições deste ano, conforme pesquisa publicada nesta quarta-feira (4), pela Rede Record/Itapoan. Em segundo lugar está o deputado federal Sargento Isidório (Avante), e a deputada Lídice da Mata (PSB), ocupando a terceira posição, no segundo cenário o terceiro lugar ocupado por Olívia Santana. A pesquisa foi feita pelo Instituto de Pesquisa RealTime BigData em julho deste ano, encomendada pela Record. Na estimulada o instituto fez dois cenários. Cenário 1 Bruno Reis em primeiro com 30%, Isidorio com 13%, Lidice da Mata com 11%, Major Denice com 4% , Cesar Leite 3% e Bacelar 2% Eleusa Coronel 1%, Brancos e Nulos 18%. Não souberam 12%; Cenário 2 Bruno Reis 32% Isidório: 16% Olívia Santana 7% Major Denice 4% Cezar Leite 3% Eleusa Coronel 1% Hilton Coelho 1% Brancos e Nulos 21% Não souberam 15% Na pesquisa espontânea, o atual prefeito ACM Neto aparece com 12%, Bruno Reis com 8%, Lídice da Mata 1%, Isidório 1%, outros 3%, brancos e nulos 15% e não souberam oou não quiseram opinar 60%. A pesquisa ouviu 1050 eleitores, entre os d ias 31 de julho e 4 de agosto. A margem do erro é de 3,0. O percentual de confiança é de 95%. O pleito de 2020 acontece dia 15 de novembro e um provável segundo turno dia 29 do mesmo mês, devido ao adiamento das eleições por causa da pandemia do coronavírus. https://www.bnews.com.br/noticias/politica/eleicoes-2020/276904,pesquisa-record-bruno-reis-lidera-intencoes-de-votos-para-prefeitura-de-salvador.html
  23. Pesquisa DataPoder360 mostra que passaram de 37% para 43% os eleitores que acham bom para o Brasil que militares participem do governo e da política em geral. O grupo que avalia ser ruim oscilou dentro da margem de erro de 2 pontos percentuais: passou de 37% para 35%. Em maio havia empate entre os que diziam ser bom e os que afirmavam ser ruim. https://www.poder360.com.br/datapoder360/sobe-de-37-para-43-apoio-a-militares-no-governo-diz-datapoder360/
  24. O prefeito de Belo Horizonte (MG), Alexandre Kalil (PSD), tem 56% das intenções de voto para as Eleições municipais de 2020, segundo pesquisa de opinião. A votação para prefeitos e vereadores vai acontecer nos dias 15 e 29 de novembro, em primeiro e segundo turnos. O resultado é de pesquisa estimulada feito pelo Instituto Paraná Pesquisas. Na pesquisa estimulada, são apresentados os nomes dos possíveis candidatos ao eleitor, e ele escolhe um ou nenhum. Nos dois cenários feitos pelo instituto, um com mais candidatos e outros com menos, Kalil tem cerca de 56%: 55,9% no primeiro cenário, com mais candidatos, e 56,5% no segundo cenário, com menos candidatos. No primeiro cenário, o deputado estadual João Vitor Xavier (Cidadania) vem em segundo, com 6,5% das intenções de voto. A deputada federal Áurea Carolina (Psol-MG) vem em terceiro, com 4,1% das intenções de voto e o deputado estadual Bruno Engler (PRTB) em quarto, com 2,1% das intenções, empatado com o também deputado estadual Professor Wendel Mesquita (Solidariedade). 14,1% dos eleitores responderam que não votariam em nenhum dos candidatos e 7,1% disseram não saber em quem votariam. Já na pesquisa espontânea, quando o eleitor fala esponteneamente em quem votaria, a maior parte dos eleitores, ou 59,8% dizem não saber em quem vão votar. Alexandre Kalil é citado por 26,7% dos eleitores. 9,5% falam que não vão votar em ninguém. 1,5% escolhem a deputada Áurea Carolina como candidata. 0,6% citam João Vítor Xavier. Os nomes de André Janones, Bruno Engler, Nilmário Miranda e Rodrigo Paiva são citados por 0,2% dos eleitores cada. A pandemia do novo coronavírus mudou a data das eleições municipais de outubro para novembro e também reduziu o interesse da população nas eleições municipais. A três meses e meio da votação, em BH quase 60% não sabe dizer em quem pode votar. O mesmo percentual se repete em outras capitais. A pesquisa para BH foi feita pelo Instituto Paraná Pesquisas com uma amostra de 820 eleitores, entre os dias 22 a 25 de julho de 2020. A amostra tem grau de confiança de 95% para margem estimada de erro de 3,5 pontos percentuais para os resultados gerais. https://noticias.r7.com/prisma/r7-planalto/prefeito-de-bh-alexandre-kalil-tem-56-das-intencoes-de-voto-28072020
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