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  1. 01/11 A colônia O Monge Desce a Montanha Vidas à Bordo – Mediterrâneo – 3ª Temporada Spookley, a abóbora quadrada: Natal com gatinhos A família Noel JoJo’s Bizarre Adventure – 4ª Temporada 02/11 Ridley Jones: A guardiã do Museu – 2ª Temporada 03/11 Vingança e Castigo 04/11 Amina 05/11 Assassinato do primeiro ministro – 1ª Temporada Um match surpresa Não devíamos ter crescido Yara Narcos: México – 3ª Temporada Glória – 1ª Temporada Um filme de Policiais Retrato de um campeão Separadamente Casados Big Mouth – 5ª temporada Ovos Verdes e Presunto – 2ª temporada The Club 07/11 A última Floresta Arcane: League of legends – 1ª Parte Pai de Natal está de volta 09/11 Your Life Is a Joke 10/11 Gentefied – 2ª Temporada Identidade 12/11 Alerta Vermelho 17/11 A máfia dos tigres – 2ª Temporada Arranjo de Natal – 1ª Temporada 18/11 A princesa e a plebeia: As vilãs também amam 19/11 Profecia do inferno Vidrados no Natal – 1ª Temporada Cowboy Beepop Tick, Tick… Boom 20/11 New World – 1ª Temporada 21/11 Operação Ecstasy – 3ª Temporada 24/11 Ferida A Mais pura verdade – 1ª Temporada 25/11 Supercrooks 26/11 Um Castelo para o natal School of Chocolate 27/11 A Sabiá Sabiazinha Ainda sem data: Um menino chamado natal 7 Prisioneiros O que vale a pena assistir ? > https://streamingsbrasil.com/lancamentos-netflix-novembro-2021-alerta-vermelho-cowboy-bepop/
  2. Desde que a animação de Pokémon estreou no Brasil, nas mágicas manhãs do programa Eliana e Alegria, em maio de 1999, que os chamados Monstrinhos de Bolso viraram febre nacional. Os jogos, que eram mais antigos, também chegaram por aqui e logo depois vieram novas temporadas. Com o enorme sucesso, além dos mais variados produtos, como camisetas, mochilas e discos musicais, foi lançado nos cinemas, em janeiro de 2000, Pokémon – O Filme, abrindo passagem para diversas outras continuações do tipo. Filmes que não só chegavam apenas nas telonas, mas também nas telinhas, pois muitos especiais da franquia foram lançados diretamente para home video, como é o caso de Pokémon: Segredos da Selva, que estreia essa semana na Netflix, depois de fazer um grande sucesso nos cinemas japoneses. Essa nova aventura de Ash e Pikachu, que aborda os novos pokémon da região de Galar, presentes na série de jogos do Nintendo Switch, Sword e Shield, se passa na selva e tem fortes influências de Mogli O Menino Lobo. Os pokémon lendários de destaque dessa vez são Zarude e Celebi – um velho conhecido dos fãs. E para celebrar a chegada deste que é o 23º (!) filme da saga, preparamos uma listinha especial com os dez melhores filmes animados já lançados até aqui. Se você curte já curte os jogos e o anime, que inclusive também está no catálogo do streaming, precisa se atualizar e ir atrás dos melhores filmes que já fizeram dessa que é uma das maiores franquias da história da cultura pop em geral. Não esquece de fazer aí também o seu top 10 e colocar na área de comentários. Temos que pegar! 10 - Pokémon: O Filme 3 – O Feitiço dos Unown O terceiro filme dos Pokémon que chegou nos cinemas brasileiros já trazia alguns monstrinhos da região de Jotho, e era protagonizado por um do trio de Cães Lendários lendários mais queridos da saga, Entei. Quer dizer, no final a gente fica sabendo que não é bem assim, mas esse filme emocionou muita gente e era visualmente lindíssimo por possuir vários andamentos em CGI. Aproveite para assistir: 9 - Pokémon O Filme: Diancie e o Casulo da Destruição Este que já era o 17º filme da saga foi lançado oficialmente no Japão em julho de 2014 e exibido aqui no Brasil em agosto de 2015 pelo Cartoon Network. Na trama, além de Ash e Pikachu, temos Serena, Clemont e Bonnie em seu primeiro longa. O filme segue a mesma pegada da série animada XY e é divertido e informativo. E acima de belo, é um dos mais maduros da franquia. 8 - Pokémon: Jirachi – Realizador de Desejos Contando com a equipe de Hoen, Ash, Pikachu, May, Max e Brock, este Jirachi o Realizador de Desejos é o sexto filme da série. Foi lançado no Japão em 2003 e na América do Norte em 2004. Com uma trilha sonora envolvente, é um filme bem legal e possui várias cenas hilárias, com outras de ação que não fazem feio. 7 - Pokémon: Lucario e o Mistério de Mew Esse é um filme que não só traz um dos Pokémon favoritos de Sinnoh, o sensacional Lucario, como também tem o retorno de Mew, que sequestra Pikachu através do teletransporte, no momento que Ash e sua equipe estão visitando a cidade de Rotha. Com a ajuda do príncipe Aaron e seu parceiro de guerra, Lucario, a equipe precisa encontrar a Árvore do Gênesis para recuperar Pikachu. O oitavo filme da franquia é um dos mais épicos. 6 - Pokémon: Giratina e o Cavaleiro do Céu Numa das aventuras mais impressionantes da saga, Giratina e o Cavaleiro do Céu explora um dos lugares mais incríveis da franquia, o chamado Mundo Reverso. Uma espécie de universo paralelo habitado pelo dragão fantasma Giratina, que se rebela e sequestra Dialga, o Pokémon do Tempo, para essa linha temporal. O confronto é interrompido pelo mítico Shaymin que, após deixar o Mundo Reverso, se encontra com Ash e seus amigos, que são também arrastados para aquele universo e precisam salvar a planeta novamente. 5 - Pokémon 2000: O Poder de Um Depois do sucesso do primeiro filme, Pokémon 2000 veio pro Brasil ainda no mesmo ano e deixou todo mundo maluco por ser mais grandioso e trazer a história das três Aves Lendárias de Kanto, Articuno, Zapdos e Moltres. Pássaros que possuem, respectivamente, os poderes de gelo, elétrico e fogo. E com um plano de dominação mundial maluco de um vilão, quase o nosso universo é destruído com a ira desses pássaros lendários, mas Lugia chega para salvar o dia ao lado de Ash e cia. 4 - Pokémon: Deoxys Alma Gêmea Lançado nos cinemas japoneses em julho de 2004 e mundialmente em 2015, a duração de Alma Gêmea é a mais longa de todas por adaptar sozinho a saga do lendário Deoxy. Ainda que trate de espaço e fale das muitas faces do lendário de Hoen, é uma produção mega empolgante e divertida. 3 - Pokémon: Arceus e a Joia da Vida Esse é o filme que nos apresenta o Deus do universo Pokémon, o lendário Arceus. Arceus e a Joia da Vida é o 12º filme da franquia, onde Ash e Pikachu vão à cidade de Michina, que tem forte ligação com a figura celestial de Arceus. Aqui o que não falta são momentos grandiosos e vários pokémon lendários para se conferir e saber suas origens. 2 - Pokémon: Zoroark – O Mestre das Ilusões Falando em muitos pokémon lendários, os cães já falados, Entei, Suicune e Raikou, estão atacando a cidade de Crown. O querido mítico Celebi volta a aparecer na franquia após 20 anos para matar as saudades dos órfãos de Johto. Porém, ao que parece, por trás de tudo isso estão as forças misteriosas de Zoroark, um pokémon noturno incrível. Zoroark – O Mestre das Ilusões é um filme que deixa de lado as aventuras espaciais e aposta no suspense. 1 - Pokémon: O Filme – Mewtwo Contra-Ataca A primeira vez a gente nunca esquece, né? Foi por esse filme que muitas crianças foram ao cinema pela primeira vez na vida. A febre de Pokémon era tão grande que foi impossível os pais segurarem os guris em casa. Os moleques foram na época bem recompensados com um longa que trazia uma trama sombria, jamais antes vista na animação por aqui, e que apresentava a história do Pokémon clone mais poderoso de todos os tempos, o espetacular Mewtwo. Aventura de primeira, animação de alto nível, muita ação e um final emocionante são alguns dos elementos vistos em Pokémon O Filme. A obra ganhou um remake em CGI chamado de Mewtwo Contra-Ataca – Evolução, e ambos ainda continuam fantásticos. https://cinepop.com.br/uma-nova-aventura-de-pokemon-chega-na-netflix-conheca-os-dez-melhores-filmes-da-franquia-315240/
  3. A Netflix conta com um catálogo gigantesco de opções para assistir. Entre produções originais e sucessos de vários estúdios, a plataforma de streaming disponibiliza atualmente em sua versão brasileira 3.614 filmes, de acordo com o site Flixboss. Mas quais são os melhores? Com base nas notas do IMDB, um dos principais sites sobre cinema e televisão, o Metrópoles listou os 10 melhores filmes de todos os tempos que estão disponíveis na Netflix Brasil. 1 – Um Sonho de Liberdade (1994) | Nota: 9,3/10 Em 1946, Andy Dufresne (Tim Robbins), um jovem e bem sucedido banqueiro, tem a sua vida radicalmente modificada ao ser condenado por um crime que nunca cometeu, o homicídio de sua esposa e do amante dela. Ele é mandado para uma prisão que é o pesadelo de qualquer detento, a Penitenciária Estadual de Shawshank, no Maine. Lá ele irá cumprir a pena perpétua. 2 – O Próximo Convidado com David Letterman e Shah Rukh Khan (2019) | Nota: 9,1/10 Em Mumbai e Nova York, Shah Rukh Khan, o “Rei de Bollywood”, abre o jogo com Dave e fala sobre a fama, sua família e sua legião de fãs. 3 – David Attenborough e Nosso Planeta (2020) | Nota: 9/10 O naturalista britânico fala sobre sua trajetória e a evolução da vida na Terra, lamenta a perda de áreas selvagens do planeta e oferece sua visão de um futuro possível. 4 – Não Somos Mais Crianças (1979) | Nota: 9/10 Numa tentativa de impedir que o pai saia da cidade com a amante, quatro irmãos recorrem a medidas extremas. 5 – Clube da Luta (1999) | Nota: 8,8/10 Desiludido com o mundo corporativo, um homem faz um amigo misterioso e cria um clube secreto – o lugar perfeito para lidar com os sentimentos reprimidos. 6 – Matrix (1999) | Nota: 8,7/10 Um hacker fica sabendo de uma incrível conspiração que envolve a realidade de todos os humanos e se junta a uma rebelião em busca da liberdade. 7- Bo Burnham: Inside (2021) | Nota: 8,7/10 Bo Burnham gravou e estrelou esta comédia musical sozinho durante um ano muito incomum. 8 – O Tempo e o Vento (2013) | Nota: 8,7/10 Amores, perdas, mudanças. A saga de duas famílias inimigas ao longo de 150 anos de história no sul do Brasil. Baseado nos livros de Érico Veríssimo. 9 – O Resgate do Soldado Ryan (1998) | Nota: 8,6/10 Durante a Segunda Guerra, oito soldados americanos entram em território dominado pelos alemães para resgatar um companheiro que perdeu três irmãos na batalha. 10 – A Viagem de Chiriro (2001) | Nota: 8,6/10 Chihiro chega a um mundo mágico dominado por uma bruxa. Aqueles que a desobedecem são transformados em animais. https://www.metropoles.com/entretenimento/cinema/os-10-melhores-filmes-disponiveis-na-netflix-segundo-a-critica-internacional
  4. Os 200 artistas mais importantes dos primeiros 25 anos da Pitchfork De Bon Iver a J Dilla e Beyoncé, estes são os músicos que causaram o maior impacto ao longo da vida do Pitchfork até agora. Existem atualmente 19.757 artistas com sua própria página web dedicada na Pitchfork. Mas nos 25 anos desde que o site foi ao ar pela primeira vez em 1996, alguns desses artistas assumiram um significado especial na forma como esta publicação considera e consome música. Existem artistas cujo trabalho criativo provou ser especialmente influente, expandindo gêneros ou criando outros inteiramente novos. Existem outros cujo impacto descomunal moldou a indústria da música e a cultura popular em geral. Existem os pioneiros indie e aqueles que têm sido regularmente premiados como Melhor Nova Música, com discos que definiram o underground e as épocas particulares da vida de nossa equipe. Existem alguns artistas, é claro, que fizeram todas essas coisas. Para dar início à nossa retrospectiva de 25º aniversário, coletamos alguns dos melhores textos que o Pitchfork publicou em um conjunto de 200 dos artistas mais importantes da história da publicação. A lista é o resultado de muito debate entre a equipe e colaboradores selecionados nos últimos meses, e inclui artistas que lançaram todos - ou pelo menos a maior parte - de seus trabalhos definidores nos últimos 25 anos. No topo da lista, você encontrará “The Icons”, os 50 artistas cuja influência tem mudou a música para sempre, em ordem alfabética, seguida por “The Essentials”, 150 atos quase tão importantes, também listados em ordem alfabética. The Icons Aaliyah Animal Collective Aphex Twin Arcade Fire Bad Bunny Beyoncé Björk Bon Iver Burial D’Angelo Daft Punk Destroyer DJ Rashad Drake Earl Sweatshirt Erykah Badu Fiona Apple Flying Lotus Frank Ocean Future Grimes J Dilla Jay-Z Joanna Newsom Kamasi Washington Kanye West Karin Dreijer Kathleen Hanna Kendrick Lamar Lana Del Rey LCD Soundsytem Lil Wayne MF Doom Missy Elliott Nicki Minaj OutKast Radiohead Rihanna Robyn Sleater-Kinney Solange SOPHIE Sufjan Stevens The Strokes Tame Impala Taylor Swfit Tyler, The Creator Vampire Weekend The White Stripes Wilco The Essentials 50 Cent The 1975 A$AP Rocky Amy Winehouse Angel Olsen Arca Arctic Monkeys Ariana Grande Billie Eilish Brittany Howard Burna Boy Cardi B Carly Rae Jepsen Caroline Polachek Chance The Rapper Charli XCX Christine and The Queens Diplo Father John Misty FKA Twigs The Flaming Lips Gucci Mane HAIM James Blake Janelle Monáe Jazmine Sullivan Jessie Ware Kacey Musgraves Lady Gaga Lauryn Hill Lil’ Kim Lorde M.I.A. Megan Thee Stallion Paramore Pharrell Phoebe Bridgers Rosalia Sky Ferreira St. Vincent SZA Timbaland Usher The Weekend Young Thug https://pitchfork.com/features/lists-and-guides/most-important-artists/
  5. Censura Federal (1968-1988) Censura federal das novelas das 22h Censura federal das novelas das 20h Censura federal das novelas das 18h Classificação indicativa (1989-) Classificação indicativa original das novelas das 21h30 e 22h (1989-2010) Classificação indicativa original das novelas das 20h (1989-2010) Classificação indicativa original das novelas das 19h (1989-2010) Classificação indicativa original das novelas das 18h (1989-2010) Classificação indicativa original de Malhação (1995-) Novelas reclassificadas da Globo (1989-) Classificação indicativa original das novelas do SBT (1989-2010) Classificação indicativa original das novelas estrangeiras do SBT (1989-2010) Classificação indicativa original de séries e minisséries do SBT (1989-2010) Classificação indicativa original das novelas da Manchete (1989-1999) Classificação indicativa original das novelas da Record/RecordTV (1989-2010) Classificação indicativa original das novelas da Band (1989-2010) Novelas reclassificadas de outras emissoras (1989-) Novelas estrangeiras reclassificadas (1989-) Autoclassificação atribuída pelo Viva às novelas da Globo Séries estrangeiras Desenhos animados Reality shows Programas diversos Fontes
  6. O Oscar é o ápice das conquistas cinematográficas. Alguns dos maiores atores que enfeitaram a tela nunca receberam indicações, muito menos vitórias. Ganhar um prêmio é a maior honra que um ator pode esperar receber. Leonardo DiCaprio ficou famoso por ter cinco indicações e 22 anos antes de ganhar sua primeira. Frequentemente dominado por atores e cineastas mais experientes, é particularmente impressionante ser indicado no início de sua carreira. O cinema está atualmente experimentando uma grande quantidade de jovens talentos sendo reconhecidos. A história da "maioridade" é de particular interesse, e os jovens atores estão prosperando sob as novas oportunidades oferecidas por estúdios e diretores independentes. É surpreendente, então, perceber que apenas 9 atores com menos de 30 anos foram nomeados para seus papéis. É um choque ainda maior perceber que nenhum desses talentos conquistou prêmios da Academia. Não se pode debater, entretanto, que muitos desses atores têm o mais brilhante dos futuros e vencerão nossas telas por vários anos. Abigail Breslin (1 Indicação) Breslin entrou em cena, e em nossos corações, com sua atuação estelar em Little Miss Sunshine. Uma das maiores e mais emocionantes performances de uma estrela infantil, Breslin mereceu sua indicação ao Oscar de 2007. Ela, infelizmente, perdeu para Jennifer Hudson na categoria Atriz Coadjuvante. Desde então, Breslin se envolveu em uma variedade de papéis diferentes, de My Sister's Keeper a Zombieland . Breslin tem um talento e potencial consideráveis como atriz, no entanto, nunca recuperou a magia que ela produziu em Little Miss Sunshine. Com apenas 25 anos, ela tem muito tempo para se recompor e ganhar mais indicações. Hailee Steinfeld (1 Nomeação) Steinfeld fez sua estreia no cinema ao lado de Jeff Bridges em True Grit. Com apenas 13 anos na época, Steinfeld roubou o show. Seu excelente desempenho lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante. Perder para Melissa Leo por sua atuação em The Fighter foi difícil, mas no final das contas justo. Steinfeld teve um sucesso misto daqui para frente, e nenhum desempenho sequer sugeriu outra indicação para a Academia. Encontrar-se em papéis mais cômicos e explorar sua carreira musical viu uma queda nas oportunidades impulsionadas por prêmios. Dito isto, Steinfeld, como Breslin, ainda é jovem e aos 24 tem o mundo aos seus pés. Quvenzhané Wallis (1 Indicação) Com apenas 18 anos de idade, Wallis é o mais jovem indicado ao Oscar vivo. Wallis também detém o título de ser a única pessoa nascida no século 21 a ter recebido uma indicação. Wallis foi reconhecida por sua atuação em Beasts of the Southern Wild. Outra indicada em sua estreia no cinema, Wallis tinha apenas 6 anos quando foi indicada para Melhor Atriz em Papel Principal. Já que o sucesso de Wallis foi limitado e seu único papel importante veio na forma de Annie, onde ela interpretou o personagem principal ao lado de Jamie Foxx. Outra estrela com um futuro brilhante pela frente, se ela quiser. Lucas Hedges (1 Indicação) Pode ser uma surpresa que Lucas Hedges tenha apenas uma indicação ao Oscar. Hedges provou seu alcance e habilidade em inúmeras ocasiões que parece que tudo o que ele toca vira ouro. Hedges ganhou sua indicação por um desempenho surpreendente em Manchester by the Sea. Enquanto muitos se lembram do filme pela atuação de uma geração de Casey Affleck, Hedges habilmente apóia o ator mais experiente. Parece um crime que Hedges ainda não tenha sido nomeado novamente após atuações destacadas em Lady Bird , Boy Erased e Honey Boy, para citar apenas alguns. Não há dúvida de que Hedges ganhará mais indicações se continuar em sua trajetória atual. A isca do Oscar parece ser seu pão com manteiga, e ele sempre rouba todas as cenas de que faz parte. Timothée Chalamet (1 Indicação) Timothée Chalamet se tornou o garoto-propaganda de sua geração. Ao contrário de Hedges, Chalamet foi atraído por uma série de projetos de grande sucesso e é a estrela da próxima reinicialização de Dune. Chalamet chamou a atenção da Academia quando estrelou ao lado de Armie Hammer em Call Me by Your Name - uma peça verdadeiramente impressionante de cinema que navega pela história do amadurecimento LGBTQ com tanto sucesso. Chalamet oferece um desempenho incrivelmente maduro e emocional que abala a todos que o vêem. Desde então, ele teve sucesso de crítica em Lady Bird e Little Women. Seus filmes seguintes, O Rei e Menino Bonito, receberam críticas mistas, mas seu talento nesses filmes não podia ser negado. Sua estrela ainda está brilhando intensamente e, assim como Hedges, seria uma surpresa se ele não cortejasse a Academia no futuro. Yalitza Aparicio (1 Indicação) Outra indicada por sua estreia no cinema, Yalitza Aparicio recebeu elogios por sua atuação na Roma de Alfonso Cuarón. Aparicio é a primeira mulher indígena americana a receber uma indicação. Ela não apareceu em nenhum filme desde então e não se sabe se ela vai voltar. No entanto, aos 27 anos, há muito potencial se ela estiver disposta a voltar à tela. Um filme e uma indicação não é um registro ruim de se ter. Florence Pugh (1 Indicação) Florence Pugh parece ter conquistado o mundo e não tem intenção de parar tão cedo. Pensar que ela tem apenas 25 anos é um pensamento assustador. A curta carreira de Pugh a viu assumir uma série de papéis variados em uma variedade de gêneros diferentes. Sua primeira pista foi em Lady Macbeth, e tem sido cada vez mais forte desde então. Sua performance no Midsommar de Ari Aster a anunciou como uma perspectiva aterrorizante para o futuro. No mesmo ano, ela apareceu em Little Women, de Greta Gerwig, como a normalmente desagradável Amy. Pugh foi capaz de trazer profundidade ao papel que permitiu ao público simpatizar com um personagem que é regularmente descrito como o antagonista da peça. A atuação se destaca pela mudança de idade de Amy, à medida que Pugh desenvolveu a maturidade dos personagens em diferentes fases do filme. Essa variação alertou a Academia sobre seus talentos e Pugh foi indicada na categoria Melhor Atriz Coadjuvante. Tendo acabado de se juntar ao MCU e com uma série de projetos no horizonte, Pugh tem o mundo a seus pés. Espere mais nomeações a seguir. Maria Bakalova (1 Indicação) Antes de 2020, muito poucos no mundo ocidental tinham ouvido falar de Maria Bakalova. Mesmo quando Borat Subsequent Moviefilm chegou às nossas telas, poucos teriam reconhecido o nome. Mas quando Bakalova foi indicada ao Oscar, o mundo ficou pasmo e começou a notar. Em meio a uma pandemia, muitos filmes foram atrasados. No entanto, o desempenho de Bakalova e a subsequente nomeação não devem ser subestimados. Roubar o show enquanto compartilha a tela com Sacha Baron Cohen, não é tarefa fácil. Bakalova foi a verdadeira estrela do novo filme Borat e tem um futuro brilhante pela frente. Focando em atividades mais cômicas, Baklava deve trabalhar com Judd Apatow em The Bubble. Não se surpreenda se, como Baron Cohen, a Academia voltar a ligar no futuro. Saoirse Ronan (4 Nomeações) Saioirse Ronan é o único ator com menos de 30 anos a ter várias indicações, e Ronan ainda tem apenas 27. Ela recebeu sua primeira indicação em 2008, aos 13 anos, por seu papel em Desejo e Reparação. Desde essa performance inovadora, Ronan construiu sua reputação e continuamente produziu performances excelentes, uma após a outra. A Academia voltou a ligar após sua apresentação no Brooklyn. O alcance de Ronan é o que realmente a faz se destacar. Cada performance é diferente e ainda assim claramente rouba a tela de qualquer outro ator que a compartilhe com ela. Sob a direção da grande Greta Gerwig, Ronan ganhou duas indicações por suas atuações em Lady Bird e Little Women. Quase parece um crime que Ronan ainda não ganhou um Oscar. A única atriz que conseguiu mais indicações quando era mais jovem foi Jennifer Lawrence. Ronan provou ser uma pioneira para uma geração de atores talentosos. Ronan não é mais alguém para observar, mas para adorar e se perguntar qual seria o limite de seus poderes. https://screenrant.com/actors-under-30-most-oscar-nominations/
  7. Para a alegria de todos, ou certamente dos amantes do estilo, um dos realizadores mais respeitados da atualidade no cenário do terror mainstream americano, James Wan, voltou ao gênero que o consagrou. Dessa vez com Maligno, que já está nos cinemas nacionais. Sempre sinônimo de lucro e colecionando obras que tiveram êxito por parte da crítica especializada, James Wan expandiu horizontes e se aventurou em outros projetos de propostas absolutamente diferentes do habitual, conseguindo ir ainda mais longe e rendendo bilheterias que ultrapassaram a marca de um bilhão de dólares com Velozes & Furiosos 7 (2015) e Aquaman (2018), se tornando assim um dos cineastas mais pleiteados da indústria. Primeiramente, conhecido por criar excelentes obras de horror que acabaram virando franquias de sucesso e dataram tendências, o caso de Jogos Mortais (2004) e Invocação do Mal (2013), Wan aposta agora num subgênero ou movimento pouco explorado no cinema norte-americano, os chamados filmes Giallo. Mas, afinal, o que são esses tais giallo movies e por que tanta gente adora e faz referência até hoje? Provavelmente, muitos de vocês conhecem as chamadas pulp fictions – termo que foi amplamente popularizado após a estreia do longa de mesmo nome, de Quentin Tarantino. Para quem ainda não sabe, as pulp fictions eram revistas baratinhas publicadas nos EUA, no início do século passado, que traziam contos de ficção cientifica, fantasia, terror e as mais variadas aventuras. Naquela época, os autores que publicavam nessas revistas não eram muito estimados, já que a vertente era considerada subliteratura. No entanto, algumas décadas depois, esses escritores passaram a ser considerados verdadeiros mestres, saindo de lá, por exemplo, gigantes como Lovecraft, Isaac Asimov e Agatha Christie. Na Itália fascista, entre as décadas de 1920 e 1930, as revistas giallo representavam basicamente a mesma coisa das pulp’s, ainda que focassem principalmente em histórias de detetive e assassinos em série. Anos depois, a partir da década de 1960, alguns cineastas italianos tomaram esses contos como referência e criaram, meio que naturalmente, uma espécie de movimento dentro do cinema de horror. Seguindo as formulas, adaptando tudo aquilo que liam nas giallo e inserindo uma estética mais obscura e expressiva, com inimigos bem definidos que mais tarde iriam inspirar os filmes slashers, a exemplo de Sexta-Feira 13 e Halloween. Dario Argento e Mario Bava ainda são os mais conhecidos do cinema giallo, entretanto vários outros realizadores como Lucio Fulci, Ruggero Deodat, Luigi Bazzoni, foram tão importantes quanto e influenciaram artistas ao redor do mundo. E é justamente sobre os clássicos desses mestres do terror europeu que falaremos aqui. Uma lista com dez filmaços do estilo que vão te fazer ficar na ponta do sofá. Uma Lagartixa num Corpo de Mulher (1971) Começando com Lucio Fulci, no seu segundo giallo, onde o primeiro foi Uma Sobre a Outra (1969), e em Uma Lagartixa num Corpo de Mulher vemos a filha de um influente político britânico que, depois de consecutivas alucinações constantes e pesadelos terríveis, se vê presa na própria dúvida de ter ou não matado uma pessoa. Consultando-se regularmente com um psicanalista, ela descobre que possui um transtorno de dupla personalidade, porém, num determinado momento, percebe que pode estar tramando algo contra si mesma. O grande destaque aqui vai para o roteiro complexo que se aventura por um novo tipo de narrativa dentro do gênero. O Pássaro Sangrento (1987) No caso de O Pássaro Sangrento, de Michele Soavi, temos um giallo que apareceu muitos anos depois do movimento, em 1987, e é considerado por muitos apenas um filme slasher, no entanto podemos observar diversas particularidades dos giallo não apenas no roteiro, mas em conceitos estéticos e narrativos. Nele vemos um diretor de teatro decadente que planeja atrair a atenção da mídia encenando um musical que narra a vida de Irving Wallace, um assassino em série. O grupo então se reúne num depósito para ensaios noturnos, sem saber que quem está no palco, interpretando o psicopata que usa uma máscara de coruja, não é apenas um ator, mas sim o verdadeiro Irving Wallace, que havia fugido de um manicômio. Tenebre (1982) Já um pouco distante dos clássicos giallo que havia realizado, Dario Argento traz em Tenebre uma narrativa elegante e diferente, que iria sofisticar ainda mais em filmes futuros. Todavia Tenebre possui vários atributos que o constitui como um giallo, como a própria trama em que vemos um autor que começa a ser perseguido por um serial killer – este que diz ser fã do seu trabalho. O assassino misterioso vai até as últimas consequências e começa a matar todos os envolvidos que participaram das obras do escrito. Torso (1973) Mesmo que Mario Bava com Banho de Sangue (1971) tenha sido a principal fonte de inspiração para os chamados slashers, este Torso, de Sergio Martino, possui ainda mais elementos que foram utilizados em filmes como Sexta-Feira 13. A história se passa numa cidadezinha do interior da Itália, onde os jovens estão assustados com a onda de mortes e violência que vem acontecendo com os estudantes. Quatro garotas decidem tirar um tempo para descansar e esquecer em uma casa de campo, no entanto, por lá, passam a ser perseguidas pelo maníaco que atacava o lugar. Vestida para Matar (1980) Esta é uma indicação a parte se compara as demais, pois se trata de um filme americano dirigido por uma cineasta também ianque muito conhecido, Brian De Palma, que mesmo bebendo de Hitchcock, sempre flertou com os giallo. Principalmente em Vestida para Matar, que possui todos elementos do subgênero como o assassino desconhecido, as luvas negras, cenas com muito sangue e aborda questões psicológicas centradas na sexualidade. Se você não está habituado com a narrativa europeia, essa é uma boa porta de entrada para conhecer um pouco do estilo. O Estranho Segredo do Bosque dos Sonhos (1972) Aqui mais um filme do Lucio Fulci, considerado um dos pais do gore no terror europeu e com uma filmografia multifacetada, mas O Estranho Segredo do Bosque dos Sonhos é um dos poucos citados dentre os seus trabalhos. Todavia, acredite, esta é uma obra soturna, misteriosa e com uma trama completamente única que foi baseada em fatos reais. Onde um maníaco realiza uma série de assassinatos envolvendo um grupo de crianças num vilarejo da Sicília, Itália. A cidade inteira fica desesperada e todos os moradores passam a ser suspeitos. Acompanhamos então um jornalista que tenta desvendar esses casos e acaba se envolvendo em intrigas, gerando ainda mais violência para pessoas inocentes. Seis Mulheres para o Assassino (1964) Há quem diga que Mario Bava já havia dado iniciado aos giallo movies com A Maldição do Demônio, em 1960, mas Olhos Diabólicos, de 1963, é oficialmente creditado como o primeiro filme a possuir as características solidas do estilo. Porém, foi um ano depois, com Seis Mulheres para o Assassino, que Bava moldou o estilo giallo durante os próximos anos. A história acontece numa casa de moda, onde modelos estão sendo perseguidas e apanhadas por um assaltante misterioso que chega até matar algumas das suas vítimas. Aqui o cineasta estabelece o padrão de mistério de assassinato sempre encharcado de cores berrantes que os filmes de Argento iriam “pegar emprestado”. O Pássaro das Plumas de Cristal (1970) E falando em Dario Argento, o diretor estreou em grande estilo com O Pássaro das Plumas de Cristal, que era nitidamente mais refinado e melhor construído que os giallo que haviam saído até ali. Muito por Argento trazer um pouco do dinamismo narrativo do mestre Alfred Hitchcock, e juntar com as cores expressivas dos filmes do próprio Bavo. A aventura começa quando o escritor Sam Dalmas testemunha uma tentativa de assassinato cometida por um misterioso homem vestido de preto. A vítima sobrevive, mas como a polícia não consegue descobrir quem é o assassino, Sam decide investigar por conta própria. Banho de Sangue (1971) Não tem jeito, Banho de Sangue é historicamente considerado o template dos filmes slasher, a começar pela trama, onde vários assassinatos acontecem numa baía paradisíaca, começando pela condessa Donati, a proprietária do local. Nele vemos vários adolescentes com os hormônios em ebulição, que por serem moradores das redondezas e herdeiros da propriedade, tornam-se também vítimas de um assassino em série, embora alguns membros do grupo pareçam ter intenções de matar seus próprios colegas. O desfecho então parece ainda mais incrível. No longa temos as clássicas luvas pretas, as cores gritantes e o trabalho de câmera alucinado, soando terrivelmente belo e hipnótico. Prelúdio Para Matar (1975) Sim, Mario Bava começou tudo e deve ser reconhecido como o criador dos giallo movies, mas o também fã de Bava, Dario Argento, aperfeiçoou sua criação e elevou a outro patamar. E mesmo que Argento possua outros filmes mais conhecidos, vide Suspiria, Prelúdio Para Matar é o seu trabalho mais notável e considerado o melhor giallo já feito. Seguindo a formula do mestre, o cineasta mistura o clima de mistério aos elementos de terror para criar a ferramenta do “quem matou?”. Um filme extremamente violento, com muito suspense e personagens ameaçados por um assassino “invisível” maluco. E mesmo tudo parecendo surreal pelas influências expressionistas e reviravoltas, o espectador compra a trama até o final. Esta que traz o pianista Marcus Daly que testemunha um brutal assassinato de uma médium, mas não é capaz de reconhecer o rosto do criminoso. Com isso na cabeça, ele decide investigar o crime com a ajuda de uma repórter e mergulha num submundo perigoso, correndo cada vez mais riscos à medida em que se aproximam da verdade, pois a dupla é constantemente observada pelo assassino. Bônus: Suspiria (1977) Suspiria é sem dúvidas o maior expoente do terror italiano, o longa mais famoso de Dario Argento (que ganhou até um remake nos últimos anos), além de ser frequentemente descrito como um filme giallo, mas há controvérsias sobre essa definição. Se formos pegar as principais características do subgênero, pelo menos na base literal que ele foi criado, seguindo as histórias de detetive, o filme não poderia se enquadrar no estilo. No entanto, como vemos nos títulos anteriormente citados, a vertente ganhou novos contornos e passou a ser algo que iria muito além dessa estrutura. Todo apelo estético e conceito visual, o estilo narrativo inquieto, as tramas insanas ou mesmo a abordagem dos personagens são particularidades que acabam se sobressaindo. E Suspiria possui todas elas, ainda que seja um filme gótico mergulhado no horror sobrenatural. Então, é possível sim considerar Suspiria não apenas como um filme giallo, mas a evolução ou a expressão artística máxima do tal subgênero. https://cinepop.com.br/gostou-de-maligno-do-diretor-james-wan-conheca-outros-filmes-giallo-311907/
  8. O cinema norte-americano sempre trouxe as figuras mais horripilantes da sua história criminal como personagens âncoras de algumas obras. Seja para representar as marcas deixadas na memória social do seu povo, seja para canalizar as dores dessas tragédias em uma projeto catártico. Conhecemos, a título de exemplos, a história de Ted Bundy, vivido por Zac Efron, em Ted Bundy: A Irresistível Face do Mal (2019), assim como Aileen Wuornos, vivida por Charlize Theron, em Monster: Desejo Assassino (2003), além do já clássico Monsieur Verdoux, interpretado por Charlie Chaplin em filme homônimo de 1947. Todavia, não são apenas os estadunidenses que fazem filmes baseados nas manchetes de jornais e crimes bárbaros. Se você é curioso para saber sobre as histórias e os detalhes dos processos judiciais dos casos que chocaram o nosso país, prepare-se para a lista a seguir selecionada pelo CinePOP. Com a estreia de A Menina Que Matou os Pais e O Menino Que Matou Meus Pais, listamos filmes do mesmo estilo. Confira! Macabro (2020) Lançado em julho deste ano nos drive-ins brasileiros, o longa de Marcos Prado (Tropa de Elite), apresenta o sargento Teo (Renato Góes) como o encarregado de realizar a prisão dos irmãos Ibraim e Henrique de Oliveira, conhecidos como Irmãos Necrófilos. Os jovens foram responsáveis por oito assassinatos, entre eles de uma criança, e de ter relações sexuais com os cadáveres após os homicídios. Recorrente nas páginas do jornal A Voz da Serra, entre 1991 e 1995, os irmãos aterrorizaram a região rural de Janela das Andorinhas, em Nova Friburgo, o que levou a evasão de 70% da população local e a criação de diversos mitos sobre os dois acusados. A maioria das pessoas acreditava que ambos eram possuídos pelo demônio e tinham poderes de atravessar a densa mata da região pulando de copa em copa das árvores. O Lobo Atrás da Porta (2014) Com um talentoso elenco, Fernando Coimbra retomou o já esquecido caso de Neyde Maria Maia Lopes, batizada pelos jornais de 1960 de A Fera da Penha. Na produção, Leandra Leal dá vida à acusada, na pele de Rosa. Ela envolve-se num relacionamento amoroso com Bernardo (Milhem Cortaz), após se conhecerem no trem, na estação Central do Brasil. O romance torna-se trágico a partir da descoberta de Rosa sobre o casamento e a filha de Bernardo. Com ciúmes, Rosa aproxima-se da mulher do seu amante (Fabíula Nascimento) e da pequena Clara (Isabelle Ribas), de 4 anos. Ao ganhar a confiança da menina, Rosa a sequestra da escola e a leva para um matadouro. Com repercussão exaustiva na mídia após o corpo da menina ter sido encontrado, no dia 30 de junho de 1960, num Matadouro na Penha, a amante do pai da menina é levada para depor na polícia e depois de 24h confessa o crime. A amante matou a menina de 4 anos com um tiro à queima-roupa e depois queimou o cadáver. O fogo assustou os cavalos e os funcionários do local encontraram o corpo carbonizado. Com uma enorme revolta popular, a polícia não conseguiu levar Neyde para a reconstrução do crime por risco de linchamento público. O caso foi encenado no programa Linha Direta Justiça (2003) e também no filme Crime de Amor (1965), com Joana Fomm, além de render diversos livros. Última Parada 174 (2008) Se você tem por volta dos seus 30 anos ou mais, com certeza, lembra-se da transmissão ao vivo do sequestro do ônibus 174, no Rio de Janeiro, pelo jovem Sandro Barbosa do Nascimento (Michel Gomes). Na obra de Bruno Barreto, a narrativa acompanha Sandro desde o seu desamparo familiar, o qual o leva às ruas, até o caso da Chacina da Candelária, em 1993. Sobrevivente do atentado, responsável por matar oito garotos em situação de rua, ele passa por inúmeras instituições de auxílio a jovens delinquentes. Após um assalto, no dia 12 de junho de 2000, Sandro consegue um revólver 38 e entra no ônibus 174 já alterado pelo uso de entorpecentes. A partir da abordagem de um policial militar, avisado por um dos passageiro do porte de arma do rapaz, Sandro faz de refém 11 pessoas dentro do ônibus. O caso repercute imediatamente em todas as casas brasileiras por conta da transmissão televisiva. O terror é estabelecido por horas aos olhos de milhões de brasileiros e acaba com a morte da professora Geisa Firmo Gonçalves, grávida de dois meses, com três tiros nas costas, e do próprio Sandro, asfixiado pelos policiais militares envolvidos na lamentável operação. Carandiru (2003) Baseada no livro Estação Carandiru, do médico Drauzio Varella, o obra de Hector Babenco retrata personagens e cotidianos dentro do presídio Carandiru até o dia 2 de outubro de 1992, quando ocorreu a chacina comandada pela Polícia Militar do Estado de São Paulo. O evento causou a morte de morte de 111 detentos. A intervenção da Polícia Militar, liderada pelo coronel Ubiratan Guimarães, tinha como justificativa acalmar uma rebelião no local. Considerada como desastrosa, a justiça julgou o comandante Ubiratan e 23 policiais pelo homicídio de 102 detentos dos 111 mortos naquele dia, o coronel nunca respondeu pelo crime e foi ainda eleito deputado estadual de São Paulo em 2002. Em 2006, Ubiratan foi assassinado com um tiro no abdômen. No muro do seu prédio foi escrita a frase “aqui se faz, aqui se paga”, em referência ao massacre do Carandiru. Para representar todas as histórias dentro desta tragédia, o elenco contou com Rodrigo Santoro (Lady Di), Lázaro Ramos (Ezequiel), Wagner Moura (Zico), Milhem Cortaz (Peixeira), o rapper Sabotage (Fuinha) e Luiz Carlos Vasconcelos, como Dr. Drauzio Varella. O Bandido da Luz Vermelha (1968) Considerado clássico do cinema nacional, a obra do então jovem de 22 anos Rogério Sganzerla é baseada livremente no verdadeiro criminoso João Acácio Pereira da Costa, apelidado pela imprensa de “bandido da luz vermelha’. A nomenclatura é advinda do recorrente porte de uma peculiar lanterna de bocal vermelho, semelhante ao notório criminoso estadunidense Caryl Chessman, o qual tinha o mesmo apelido. Narrado de forma jocosa por radialistas, o filme apresenta a infância de abuso do protagonista vivido por Paulo Villaça e seus maneirismos, além de incluir o detetive Cabeção (Luiz Linhares) e a prostituta Janete Jane (Helena Ignez) em seu percurso. Ele sempre assaltava casas luxuosas, entre 2 e 4 da manhã, cortava a energia da propriedade e usava um lenço para cobrir o rosto, além da simbólica lanterna. Constantemente manchete do jornal Notícias Populares, o bandido da luz vermelha infernizou a cidade de São Paulo durante cinco anos. Diferente do destino do filme, no qual comete suicídio, o verdadeiro meliante foi preso em 1967 em Curitiba, sob a identidade falsa de Roberto da Silva. João Acácio confessou quatro assassinatos e foi julgado por outras sete tentativas de homicídio e 77 assaltos. Passou 30 anos na cadeia e retornou em liberdade à sua cidade natal em Joinville, onde foi morto a tiro numa briga de bar em 1998. O criminoso tornou-se célebre por vestir-se de maneira extravagante, com perucas e cores fortes, e usar todo o dinheiro dos roubos com prostitutas e boates. Bônus: O Caso dos Irmãos Naves (1967) Aqui o crime é cometido pela justiça e polícia brasileira, sob o regime autoritário de Getúlio Vargas em 1937. Apesar de esquecido na nossa memória social, o filme de Luís Sérgio Person denuncia a tortura e as barbaridades cometidas pelos militares com os irmãos Joaquim (Raul Cortez) e Sebastião Naves (Juca de Oliveira) para confessar um crime, o qual eles não cometeram. Os irmãos eram comerciantes de cereais na cidade de Araquari, no interior de Minas Gerais. Após o sumiço do primo e sócio Benedito com o pagamento de 90 contos de réis, algo em torno de 270 mil reais, eles foram dar queixa na delegacia. O delegado local, no entanto, foi substituído pelo tenente militar Chico Vieira, o qual acusou os irmãos de inventar a história, matar o primo para ficar com a parte dele e ocultar o cadáver. Por meses, o tenente e seus soldados submeteram os irmãos a diversas torturas para que confessassem o crime e o esconderijo do dinheiro. Um dos métodos era amarrar os corpos dos irmãos em árvores e untá-los com mel para serem atacados por abelhas e formigas. Outra estratégia do militar foi prender a mãe, as esposas e os filhos de ambos, os quais também foram torturados psicologicamente e sexualmente. Após 15 anos, cumprida a pena de oito anos e a morte de Joaquim, Sebastião reencontra Benedito vivo e busca provar sua inocência perante a sociedade, com a ajuda do advogado João Alamy Filho, o qual escreveu o livro homônimo (1960) sobre os acontecimentos dos seus clientes. O caso foi apresentado no programa Linha Direta Justiça (2003) e na série de reportagens Os Olhos Que Condenam no Brasil (2019), da TV Cultura. https://cinepop.com.br/gostou-de-a-menina-que-matou-os-pais-conheca-mais-5-suspenses-nacionais-baseados-em-crimes-reais-314570/
  9. 1 • Owen Hunt (Grey’s Anatomy) ? 2 • Damon Salvatore (The Vampire Diaries) 3 • Dean Winchester (Supernatural) 4 • Chuck Bass (Gossip Girl) 5 • Derek Shepherd (Grey’s Anatomy) 6 • Joe Goldberg (YOU) 7 • Nate Jacobs (Euphoria) 8 • Bryce Walker (13 Reasons Why) 9 • Mon-El (Supergirl) 10 • Ross Geller (Friends) 11 • Polo (Elite) 12 • Joffrey Baratheon (Game of Thrones) 13 • Tate Langdon (American Horror Story) 14 • Adam Groff (Sex Education) 15 • Archie Andrews (Riverdale) 16 • Alison DiLaurentis (Pretty Little Liars) 17 • Christian Grey (Cinquenta Tons de Cinza) 18 • Campbell Eliot (The Society) 19 • Hardin Scott (After) 20 • Billy Hargrove (Stranger Things) 21 • Preston Burke (Grey’s Anatomy) 22 • Berlim (La Casa de Papel) 23 • Love Quinn (YOU) 24 • Izzie (Atypical) 25 • Jaha (The 100) 26 • Regina George (Meninas Malvadas) 27 • Gerard Argent (Teen Wolf) 28 • Ezra Fitz (Pretty Little Liars) 29 • Michael Groff (Sex Education) 30 • Hiram Lodge (Riverdale) 31 • Dolores Umbridge (Harry Potter) 32 • Dan Humphrey (Gossip Girl) 33 • Cersei Lannister (Game of Thrones) 34 • Katherine Pierce (The Vampire Diaries) 35 • Eva Carvajal (Amar a Muerte) 36 • Jughead Jones (Riverdale) 37 • Billy Andrews (Anne with an E) 38 • Faustus Blackwood (Chilling Adventures of Sabrina) 39 • Ramsay Bolton (Game of Thrones) 40 • Fred Waterford (The Handmaid’s Tale) 41 • Pike (The 100) 42 • Mikael (The Originals) 43 • Aunt Lydia (The Handmaid’s Tale) 44 • Blair Waldorf (Gossip Girl) 45 • Rio (Good Girls) 46 • Kai Parker (The Vampire Diaries) 47 • Norman Bates (Bates Motel) 48 • Serena Joy (The Handmaid’s Tale) 49 • Carla Rosón (Elite) 50 • Perry Wright (Big Little Lies) 51 • Marcus Pierce/Cain (Lucifer) 52 • Klaus Mikaelson (TVD/The Originals) 53 • Serena Van der Woodsen (Gossip Girl) 54 • Negan (The Walking Dead) 55 • Bellamy Blake (The 100) 56 • Rumplestiltskin (Once Upon a Time) 57 • Stefan Salvatore (The Vampire Diaries) 58 • Santana Lopez (Glee) 59 • Guzmán Nunier (Elite) 60 • Caleb Rivers (Pretty Little Liars) 61 • Jon Snow (Game of Thrones) 62 • Rachel Berry (Glee) 63 • Jenny Humphrey (Gossip Girl) 64 • Mr. Phillips (Anne with an E) 65 • Ivar (Vikings) 66 • Noah Puckerman (Glee) 67 • Lucrecia Montesinos (Elite) 68 • Frank Delfino (How to Get Away with Murder) 69 • Jack Randall (Outlander) 70 • Nate Archibald (Gossip Girl) 71 • Hap (The OA) 72 • Theo Raeken (Teen Wolf) 73 • John Murphy (The 100) 74 • Conde Olaf (Desventuras em Série) 75 • Jules Vaughn (Euphoria) 76 • Kai Anderson (American Horror Story) 77 • John Winchester (Supernatural) 78 • Quinn Fabray (Glee) 79 • Homelander (The Boys) 80 • Connor Walsh (How to Get Away with Murder) https://seriesbrasil.com.br/top-personagens-toxicos-vote-ja/
  10. Quais são as 500 melhores músicas de todos os tempos? De fato, isso é algo difícil de definir. Mas a Rolling Stone é conceituada o bastante para bater o martelo e fazer o ranking! Nesta quarta-feira (15) a revista publicou a lista das “500 melhores músicas de todos os tempos”, a primeira atualização depois de 17 anos. Para chegar ao resultado, foram convidados mais de 250 artistas, músicos e produtores para uma votação. Também votaram figurões da indústria da música e jornalistas. Cada um enviou um top 50 e depois todo o resultado foi avaliado. A primeira lista, publicada em 2004, era mais focada no rock e no soul. Agora, tem mais hip-hop, country, indie rock, pop latino, reggae, R&B e, é claro, pop! Fizemos aqui um resumão com todas as músicas pop (e outras que conversam com o pop). A lista completa está disponível no site da Rolling Stone. Posições 500-451 #500 – Kanye West, ‘Stronger’ #497 – Lizzo, ‘Truth Hurts’ #494 – Cyndi Lauper, ‘Time After Time’ #490 – Lil Nas X, ‘Old Town Road #488 – The Weeknd, ‘House of Balloons’ #487 – Solange, ‘Cranes in the Sky’ #485 – Azealia Banks, ‘212’ #482 – Lady Gaga, ‘Bad Romance’ #475 – Janet Jackson, ‘Rhythm Nation’ #470 – Gladys Knight and the Pips, ‘Midnight Train to Georgia’ #465 – Daft Punk feat. Pharrell Williams, ‘Get Lucky’ #456 – Lana Del Rey, ‘Summertime Sadness’ #453 – Missy Elliot, ‘The Rain (Supa Dupa Fly)’ Posições 450-401 #444 – 50 Cent, ‘In Da Club’ #443 – Fall Out Boy, ‘Sugar, We’re Goin Down’ #440 – Alicia Keys, ‘If I Ain’t Got You’ #439 – Celia Cruz, ‘La Vida Es un Carnaval’ #438 – Megan Thee Stallion feat. Beyoncé, ‘Savage (Remix)’ #436 – Carly Rae Jepsen, ‘Call Me Maybe’ #428 – Harry Styles, ‘Sign of the Times’ #426 – Nicki Minaj, ‘Super Bass’ #419 – Mariah Carey, ‘Fantasy’ #417 – Mark Ronson feat. Bruno Mars, ‘Uptown Funk’ #405 – Selena, ‘Amor Prohibido’ Posições 400-351 #392 – Coldplay, ‘Fix You’ #385 – Diana Ross, ‘I’m Coming Out’ #384 – Cardi B, J Balvin, and Bad Bunny, ‘I Like It’ #383 – Childish Gambino, ‘Redbone’ #379 – D’Angelo, ‘Untitled (How Does It Feel)’ #373 – Drake, ‘Hotline Bling’ #371 – Elton John, ‘Bennie and the Jets’ #367 – Frank Ocean, ‘Thinkin Bout You’ #362 – Kacey Musgraves, ‘Merry Go ‘Round’ #360 – Prince, ‘Little Red Corvette’ #359 – Fugees, ‘Killing Me Softly With His Song’ #357 – Taylor Swift, ‘Blank Space’ #354 – Michael Jackson, ‘Rock With You’ Posições 350-301 #346 – BTS, ‘Dynamite’ #345 – Carole King, ‘It’s Too Late’ #339 – Prince, ‘1999’ #337 – Cher, ‘Believe’ #332 – Rihanna feat. Jay-Z, ‘Umbrella’ #329 – Bad Bunny, ‘Safaera’ #327 – Mary J. Blige, ‘Real Love’ #320 – 2Pac, ‘California Love’ #307 – Gnarls Barkley, ‘Crazy’ #306 – Aretha Franklin, ‘Chain of Fools’ #303 – TLC, ‘No Scrubs’ Posições 250-201 #290 – Usher feat. Lil Jon and Ludacris, ‘Yeah!’ #286 – ABBA, ‘Dancing Queen’ #285 – Destiny’s Child, ‘Say My Name’ #267 – Drake feat. Rihanna, ‘Take Care’ #251 – Gloria Gaynor, ‘I Will Survive’ #240 – Backstreet Boys, ‘I Want It That Way’ #238 – Aaliyah, ‘Are You That Somebody?’ #231 – Whitney Houston, ‘I Wanna Dance With Somebody (Who Loves Me)’ #228 – Beyoncé, ‘Single Ladies (Put a Ring On It)’ #223 – Eminem feat. Dido, ‘Stan’ #205 – Britney Spears, ‘…Baby One More Time’ Posições 200-151 #198 – Marvin Gaye, ‘Sexual Healing’ #185 – Michael Jackson, ‘Beat It’ #184 – Sinéad O’Connor, ‘Nothing Compares 2 U’ #183 – Stevie Wonder, ‘You Are the Sunshine of My Life’ #178 – Billie Eilish, ‘Bad Guy’ #167 – Eminem, ‘Lose Yourself’ #161 – Madonna, ‘Into the Groove Posições 150-101 #149 – Elton John, ‘Rocket Man’ #145 – Outkast, ‘Ms. Jackson’ #139 – Madonna, ‘Vogue’ #137 – Ariana Grande, ‘Thank U, Next’ #134 – Tina Turner, ‘What’s Love Got to Do With It’ #133 – Journey, ‘Don’t Stop Believin’’ #129 – Drake feat. Majid Jordan, ‘Hold On, We’re Going Home’ #127 – TLC, ‘Waterfalls’ #126 – George Michael, ‘Freedom! ’90’ #121 – The Beatles, ‘Let It Be’ #119 – Marvin Gaye, ‘I Heard It Through the Grapevine’ #117 – Aretha Franklin, ‘I Say a Little Prayer’ #115 – Etta James, ‘At Last’ #114 – Britney Spears, ‘Toxic’ #113 – Stevie Wonder, ‘Higher Ground’ Posições 100-51 #99 – Bee Gees, ‘Stayin’ Alive’ #96 – Jay-Z, ’99 Problems’ #94 – Whitney Houston, ‘I Will Always Love You’ #93 – Kelly Clarkson, ‘Since U Been Gone’ #90 – Aretha Franklin, ‘(You Make Me Feel Like) A Natural Woman’ #85 – Prince, ‘Kiss’ #82 – Adele, ‘Rolling in the Deep’ #79 – Amy Winehouse, ‘Back to Black’ #73 – Beyoncé, ‘Formation’ #72 – The Beatles, ‘Yesterday’ #71 – Tracy Chapman, ‘Fast Car’ #69 – Taylor Swift, ‘All Too Well’ #68 – Chic, ‘Good Times’ #63 – Dolly Parton, ‘Jolene’ #56 – Missy Elliott, ‘Work It’ #55 – Madonna, ‘Like a Prayer’ Posições 50-1 #50 – Daddy Yankee feat. Glory, ‘Gasolina’ #49 – Lauryn Hill, ‘Doo Wop (That Thing)’ #47 – Elton John, ‘Tiny Dancer’ #46 – M.I.A., ‘Paper Planes’ #45 – Kendrick Lamar, ‘Alright’ #44 – Michael Jackson, ‘Billie Jean’ #30 – Lorde, ‘Royals’ #25 – Kanye West feat. Pusha T, ‘Runaway’ #24 – The Beatles, ‘A Day in the Life’ #23 – David Bowie, ‘Heroes’ #20 – Robyn, ‘Dancing on My Own’ #19 – John Lennon, ‘Imagine’ #18 – Prince and the Revolution, ‘Purple Rain’ #16 – Beyoncé feat. Jay-Z, ‘Crazy in Love’ #12 – Stevie Wonder, ‘Superstition’ #10 – Outkast, ‘Hey Ya!’ #09 – Fleetwood Mac, ‘Dreams’ #08 – Missy Elliott, ‘Get Ur Freak On’ #07 – The Beatles, ‘Strawberry Fields Forever’ #06 – Marvin Gaye, ‘What’s Going On’ #05 – Nirvana, ‘Smells Like Teen Spirit’ #04 – Bob Dylan, ‘Like a Rolling Stone’ #03 – Sam Cooke, ‘A Change Is Gonna Come’ #02 – Public Enemy, ‘Fight the Power’ #01 – Aretha Franklin, ‘Respect’ https://portalpopline.com.br/rolling-stone-atualiza-lista-das-melhores-musicas-de-todos-os-tempos/
  11. 30 | O Olho do Mal (2008) Bilheteria EUA: US$31,418 milhões. Nota do Público: 5.4 29 | A Casa de Cera (2005) Bilheteria EUA: US$32,064 milhões. Nota do Público: 5.3 28 | A Última Casa (2009) Bilheteria EUA: US$32,752 milhões. Nota do Público: 6.6 27 | H2: Halloween 2 (2009) Bilheteria EUA: US$33,392 milhões. Nota do Público: 4.9 26 | Carrie, a Estranha (2013) Bilheteria EUA: US$35,266 milhões. Nota do Público: 5.9 25 | A Epidemia (2010) Bilheteria EUA: US$39,123 milhões. Nota do Público: 6.5 24 | O Grito 2 (2006) Bilheteria EUA: US$39,143 milhões. Nota do Público: 5.0 23 | A Mosca (1986) Bilheteria EUA: US$40,456 milhões. Nota do Público: 7.5 22 | A Casa da Colina (1999) Bilheteria EUA: US$40,846 milhões. Nota do Público: 5.6 21 | Viagem Maldita (2006) Bilheteria EUA: US$41,778 milhões. Nota do Público: 6.4 20 | 13 Fantasmas (2001) Bilheteria EUA: US$41,867 milhões. Nota do Público: 5.6 19 | A Morte Convida para Dançar (2008) Bilheteria EUA: US$43,869 milhões. Nota do Público: 3.9 18 | Poltergeist – O Fenômeno (2015) Bilheteria EUA: US$47,425 milhões. Nota do Público: 4.9 17 | Quando um Estranho Chama (2008) Bilheteria EUA: US$47,860 milhões. Nota do Público: 5.1 16 | Dia dos Namorados Macabro (2009) Bilheteria EUA: US$51,545 milhões. Nota do Público: 5.5 15 | A Morte do Demônio (2013) Bilheteira EUA: US$54,239 milhões. Nota do Público: 6.5 14 | A Mulher de Preto (2012) Bilheteria EUA: US$54,333 milhões. Nota do Público: 6.4 13 | A Profecia (2006) Bilheteira EUA: US$54,607 milhões. Nota do Público: 5.5 12 | Halloween: O Início (2007) Bilheteria EUA: US$58,272milhões. Nota do Público: 6.1 11 | Madrugada dos Mortos (2004) Bilheteria EUA: US$59,020 milhões. Nota do Público: 7.3 10 | Mulheres Perfeitas (2004) Bilheteria EUA: US$59,484 milhões. Nota do Público: 5.2 09 | O Lobisomem (2010) Bilheteria EUA: US$61,979 milhões. Nota do Público: 5.8 08 | A Hora do Pesadelo (2010) Bilheteria EUA: US$63,075 milhões. Nota do Público: 5.2 07 | Sexta-Feira 13 (2009) Bilheteria EUA: US$65,002 milhões. Nota do Público: 5.6 06 | Horror em Amityville (2005) Bilheteria EUA: US$65,233 milhões. Nota do Público: 6.0 05 | O Chamado 2 (2005) Bilheteria EUA: US$76,231 milhões. Nota do Público: 5.4 04 | O Massacre da Serra Elétrica (2003) Bilheteria EUA: US$80,571 milhões. Nota do Público: 6.2 03 | A Casa Amaldiçoada (1999) Bilheteria EUA: US$91,411 milhões. Nota do Público: 4.9 02 | O Grito (2004) Bilheteria EUA: US$110,359 milhões. Nota do Público: 5.9 01 | O Chamado (2002) Bilheteria EUA: US$129,128 milhões. Nota do Público: 7.1 https://cinepop.com.br/os-30-remakes-de-terror-com-as-maiores-bilheterias-310870/
  12. ‘Rick e Morty’ estreou em 2013 no Adult Swim e se tornou uma das produções mais aclamadas não apenas da década, mas também do século. Composta por cinco temporadas (e com mais duas já confirmadas), a narrativa é centrada em um brilhante e psicótico cientista chamado Rick Sanchez, que parte em aventuras mirabolantes e incríveis ao lado de Morty Smith, seu neto. Trazendo uma variedade de temas que incluem explorações sci-fi a reflexões niilistas, a obra foi criada por Justin Roiland, que também dubla os personagens titulares, e Dan Harmon – além de trazer nomes como Spencer Grammer, Chris Parnell e Sarah Chalke ao elenco. Com o término da 5ª temporada, disponível juntamente às outras no catálogo da HBO Max, resolvemos separar uma breve e complicada lista com os dez melhores episódios da animação, perpassando por todos os ciclos e focando também nos capítulos mais adorados pelo público. Vale lembrar que colocamos as iterações em ordem de exibição, não em ranking. Confira abaixo nossas escolhas e conte para nós qual o seu favorito: “MEESEKS AND DESTROY” (01×05) Centrando na efemeridade da vida e na superficial completude da ambição humana, “Meeseks and Destroy” é um dos capítulos mais chocantes da saga animada e apresenta inúmeros personagens novos ao panteão – incluindo os Meeseks, seres de outra dimensão que têm como único propósito realizar desejos e depois desaparecer; e também o sádico Rei Jujubinha, um complexo antagonista que se envolve com Rick e Morty em sua aventura em um reino encantado. “RICK POTION #9” (01×06) Logo no episódio piloto, ‘Rick e Morty’ sempre se baseou em inúmeros conceitos científicos para dar origem às suas tramas – e “Rick Potion #9” os utiliza da forma mais inesperada possível. Aqui, Morty pede a Rick uma espécie de poção que faça Jessica, a garota dos seus sonhos, se apaixonar por ele. Entretanto, as coisas saem de controle e transformam a realidade que vivem em um caótico cenário dominado por monstros disformes. “TOTAL RICKALL” (02×05) A simplicidade de “Total Rickall”, quinto episódio da 2ª temporada, é o que o torna irretocável e extremamente envolvente. Inspirado pela clássica série ‘Buffy – A Caça-Vampiros’ e conquistando aclame por parte da crítica, a trama explora temas como a incerteza da existência e a confiança nos instintos mais primitivos. Aqui, a família Smith lida com uma infestação de parasitas alienígenas que infiltram em suas memórias e os fazem questionar quem é real ou não. “THE RICKSHANK REDEMPTION” (03×01) ‘Rick e Morty’ sabe como entregar season finales incríveis – e como nos fazer ansiar pela estreia da próxima temporada. “The Rickshank Rickdemption” é, sem sombra de dúvida, a melhor estreia da série e um dos poucos episódios que demonstra o lado mais humano de Rick. Preso na própria mente depois de ser capturado pela Federação Galáctica, Rick é forçado a reviver alguns dos piores momentos de sua vida para, talvez, conseguir redenção por seus crimes – e comer, pela última vez, o incrível Molho Szechuan. “PICKLE RICK” (03×03) Sim, é isso mesmo: “Pickle Rick” é o episódio que traz Rick na forma de um picles. Afinal, era só questão de tempo até que a mente mais brilhante do universo ousasse ir além das próprias capacidades e se transformasse em um vegetal em conserva. Fugindo da sessão de terapia para melhorar o relacionamento familiar, Rick é arrastado para uma luta contra ratos gigantes e seguranças de uma prisão fortificada que rendeu à série um Annie Award e um Emmy. “THE RICKLANTIS MIXUP” ou “TALES FROM THE CITADEL” (03×07) Depois de explodir a Cidadela de Ricks, era apenas uma questão de tempo até a série revisitar um dos cenários mais únicos da série – e isso aconteceu no sétimo episódio da terceira temporada. Aqui, a trama centrada nos protagonistas é deixada de lada para uma antológica incursão na Cidadela modernizada, explorando discussões como corrupção policial, capitalismo predatório e desolação sistêmica, entregando o maior plot twist da animação até agora. “MORTY’S MIND BLOWERS” (03×08) “Morty’s Mind Blowers” retoma o conceito antológico e se afasta de quaisquer relação com tramas exploradas em episódios anteriores. Na verdade, o capítulo, que novamente teve recepção bastante favorável pela crítica especializada e pelo público, apresenta cenas de inúmeras aventuras “cortadas” da mente de Morty e armazenadas em um vasto galpão abaixo da residência dos Smith. “RATTLESTAR RICKLACTICA” (04×05) Apostando fichas na icônica franquia ‘O Exterminador do Futuro’, “Rattlestar Ricklactica” traz uma roupagem bem-humorada e totalmente despreocupada ao que conhecemos por efeito borboleta. Aqui, Morty acaba sendo responsável pela morte de uma serpente astronauta e, tentando reparar os danos, muda completamente a história desse peculiar planeta e atrai a ira de seus habitantes para si e para sua família. “THE VAT OF ACID EPISODE” (04×08) Facilmente um dos episódios mais chocantes da série, “The Vat of Acid Episode” deixa as impactantes questões da ficção científica de lado em prol de uma incursão filosófica recheada de reviravoltas. Na trama, Morty se cansa das exigências de Rick e diz que, caso ele não faça para ele um controle remoto que cria checkpoints na vida real, não ajudará mais seu avô em nenhuma aventura. Entretanto, o jovem descobre que cada ação tem sua consequência – e que o momento de enfrentá-las chegará, mais cedo ou mais tarde. “RICKMURAI JACK” (05×10) Apesar de vários fãs criticarem algumas das escolhas narrativas da 5ª temporada, o mais recente ciclo da animação é recheado de ótimos momentos e plot twists – incluindo o season finale “Rickmurai Jack”. Depois de se separarem no capítulo anterior, Rick e Morty se reúnem na Cidadela e reencontram o icônico Morty do Mal, cujas reais intenções são finalmente reveladas. Como se não bastasse, o frenético episódio também revela a verdadeira identidade de Rick C-137 (a versão protagonista) e o que aconteceu em seu traumático passado. https://cinepop.com.br/rick-e-morty-os-10-melhores-episodios-da-serie-animada-311117/
  13. A nova versão live-action de Cinderela chegou ao catálogo do Amazon Prime Video nesta sexta-feira (3) e a história, dessa vez, é bem diferentona! Nesta versão moderna e autossuficiente da princesa da Disney, Cinderela — interpretada por Camila Cabello — é uma jovem ambiciosa cujos sonhos são maiores que o mundo permite. Ela deseja se tornar uma famosa designer, criadora de roupas sob medidas, para abrir sua própria loja. Com a ajuda de Fab G (Billy Porter), sua fada madrinha, ela tenta abrir seu próprio negócio — e, em meio à realização de seus sonhos, também conhece seu grande amor. A reformulação da história de Cinderela foi uma ideia que faz com que o enredo seja mais compatível com o mundo em que vivemos atualmente. Outra grande mudança foi a escalação de uma atriz com origem latina para o papel de uma princesa originalmente loira e branca. Pensando nisso, o AdoroCinema preparou uma lista de atrizes latinas que também poderiam interpretar alguma princesa da Disney nos cinemas. XIMENA LAMADRID COMO BRANCA DE NEVE Ximena Lamadrid é protagonista em Quem Matou Sara?, famosa série da Netflix que conquistou muitos fãs em 2021. A atriz nascida no México se encaixaria perfeitamente no papel de Branca de Neve. Uma das mais queridas da Disney, a princesa chegou aos cinemas em 1937, cujo enredo do filme girava de uma menina invejada pela madrasta má, que logo encomenda a morte da jovem — mas o caçador sente pena dela e a livra da sentença. É então que a jovem passa a viver escondida na casa de sete anões de personalidades destoantes. GABZ COMO TIANA A rapper e atriz Gabz brilhou em Malhação e, também, no novo filme de Manu Gavassi, Me Sinto Bem Com Você — também disponível no Amazon Prime Video, assim como Cinderela. Brasileira e nascida no Rio de Janeiro, ela ficaria brilhante no papel de Tiana, em A Princesa e o Sapo, desde que a Disney refizesse totalmente a história, removendo os estereótipos desnecessários e fazendo com que a pioneira negra dos contos de fada tenha mais tempo de tela como humana — chega de objetos inanimados ou animalizações para personagens pretos! OKA GINER COMO ARIEL Estamos ansiosos para assistir Halle Bailey arrasando no papel de Ariel nos cinemas em breve. Mas, se tivéssemos uma versão latina da personagem, Oka Giner poderia interpretar a protagonista de A Pequena Sereia. A atriz da série Mãe Só Tem Duas só precisaria mandar bem no vocal, assim como a maioria das princesas, e teria tudo para brilhar nos mares e em solo terrestre. DANNA PAOLA COMO BELA Danna Paola não poderia faltar nesta lista, principalmente por ser um dos nomes mais influentes na América Latina atualmente, tanto na música quanto na televisão, devido ao seu papel importantíssimo em Elite. A atriz seria ideal no papel de Bela, uma culta princesa da Disney que vive aprisionada por uma Fera — que posteriormente se apaixona por ele. Seria interessante saber como a história poderia ser modernizada para os tempos atuais! ANA DE ARMAS COMO AURORA Ana de Armas é verdadeiro sucesso com o currículo repleto de grandes produções como Cães de Guerra, Entre Facas e Segredos, Blade Runner 2049 e 007: Sem Tempo Para Morrer. A cubana também poderia abrir um espacinho em sua agenda de blockbusters para viver a princesa Aurora, do clássico A Bela Adormecida — e quem sabe tornar a história mais dinâmica, apesar do nome. ANA HIKARI COMO MULAN Mais uma brasileira na lista, é claro! Ana Hikari fez seu nome em Malhação: Viva a Diferença, novela vencedora do Emmy Internacional, e em As Five, spin-off que se passa alguns anos depois da primeira atração. A atriz nascida em São Paulo brilharia no papel de Mulan, a guerreira mais corajosa e forte da Disney, que coloca a si mesma em risco para impedir que seu pai enfermo lute na guerra. https://www.adorocinema.com/noticias/filmes/noticia-160379/
  14. 1 – Meninas Só Querem se Divertir (Girls Just Want To Have Fun) Cyndi Lauper em seu primeiro álbum She’s So Unusual (Foto: Reprodução) Imagina em plena década de 80, uma música com tema feminista. Girls Just Want To Have Fun, foi originalmente escrita sob tema masculino e machista, porém, Lauper bateu o pé e alterou a letra da música, transformando-a em um hino feminista. O hit se tornou aclamado e rendeu como um dos clipes e músicas mais importantes da cultura pop pela Rolling Stone, MTV e VH1. Em 1985, Cyndi também ganhou o prêmio de Artista Revelação pelo Grammy de 1985 e ainda concorreu ao “Melhor Performance Vocal Pop Feminino” no mesmo ano. Impactando até hoje, o ‘She’s So Unusual’ foi escolhido em 2019 pela Biblioteca do Congresso para preservação no Registro Nacional de Gravações por ser definitivamente “culturalmente, historicamente, ou esteticamente significante”. 2 – She Bop (Ela bate) Lauper com o lançamento de She Bop bateu em tabus na época. A canção causou controvérsias nos Estados Unidos, fazendo com que conservadores da época a considerasse imoral e foi acusada de promover a masturbação. Por pressão, a faixa de Lauper foi incluída como conteúdo impróprio para menores de idade pela “Parental advisory – explicit content” (“Aviso aos pais – Conteúdo explícito”). 3 – Looks Icônicos Cyndi Lauper e sua icônica saia de jornais no álbum True Colors (Foto: Reprodução) Com looks icônicos e inovadores, Cyndi Lauper chocou nos anos 80 e virou moda. Com o cabelo colorido, diversas bijuterias e acessórios e com visual despojado, Cyndi atraiu atenção de jovens por todo o mundo. Cyndi em mais um look irreverente (Foto: Reprodução) 4 – Apoio à comunidade LGBTQIA+ Cyndi Lauper, cocar, o lustre icônico sobre a cabeça de Cyndi que fez parte da gravação do clipe de True Colors, considerado hino LGBTQIA+ (Foto: Reprodução) Desde os anos 80, Cyndi sempre foi bastante ativa na comunidade LGBTQIA+, que na época não atendia por este nome. A artista chegou a doar todo o lucro do single Boy Blue, do álbum True Colors para instituições de pesquisa contra à AIDS. A música True Colors foi dedicada a um amigo de Cyndi que morreu de AIDS em 1986. Além disso, o hit inspirou para que Lauper criasse a True Colors Fund, uma instituição fornece suporte a jovens LGBTQIA+ em precariedade. 5 – Inspirações para novas musas POP Katy Perry e Cyndi Lauper (Foto: Reprodução) Até hoje o jeito descontraído de Cyndi Lauper, conquistou e inspirou muitas divas Pop, dentre elas, Katy Perry e Lady Gaga. Em 2011 para a revista Elle, Katy Perry quando comparada à Beyonce, disse que estava mais para Cyndi Lauper. Lady Gaga por sua vez já cantou com Cyndi e as duas sempre trocam elogios na mídia. Cyndi e Lady Gaga posam juntas (Foto: Reprodução) Absolutamente, todos estes pontos fizeram com que Cyndi Lauper virasse uma grande lenda do pop. Com extravagante forma de se vestir, além de não se deixar subjugar pelo machismo, Lauper conquistou com seus looks, vocal potente e irreverência, o coração de milhares de fãs por todo o mundo, sendo uma musa referente até hoje. Fonte: https://adtv.com.br/mundopop/as-5-maiores-contribuicoes-de-cyndi-lauper-para-o-pop/
  15. Nos últimos anos, os estúdios de animação japonesa voltaram seus olhos para o passado e deram novas chances para animes antigos com problemas na produção. Shaman King e Fruits Basket são exemplos dessa tendência, pois os animes antigos eram cheios de altos e baixos e nem ao menos tiveram direito a um final oficial igual ao mangá. Felizmente isso ficou para trás e as novas séries serão mais fiéis aos quadrinhos. Pensando nisso, relembramos nesta lista outros animes que mereciam uma nova chance. Nosso critério foi recordar de séries famosas que não tiveram tanta sorte assim no passado, em especial se ganharam finais inéditos (e piores) do que o de seus mangás. Será que essas produções da lista renderiam bons remakes ou reboots? Vamos a ela! RANMA ½ Baseado no mangá de Rumiko Takahashi (autora de InuYasha), a comédia romântica mostra um casamento arranjado entre dois adolescentes herdeiros de duas escolas de artes marciais, Ranma Saotome e Akane Tendo. Só que o protagonista da história foi amaldiçoado: ao ser banhado com água fria ele se torna uma mulher, só retornando ao normal quando lhe jogam água quente. E assim Ranma ½ segue com todas as confusões de Ranma e vários outros personagens amaldiçoados em lutas absurdas e disputas amorosas. O anime de Ranma ½ foi um fenômeno durante sua exibição no Japão, lá pelos idos dos anos 1980, mas a série foi encerrada quatro anos antes da autora finalizar o mangá. O último capítulo do anime mostra Ranma reencontrando sua mãe, mas no mangá aquela é apenas a introdução de uma nova personagem recorrente daquele universo. Até por sua importância no Japão, Ranma ½ merecia uma nova série adaptando todo o mangá da autora. Ranma ½ foi exibido no Brasil pelo Cartoon Network e pela PlayTV. O mangá foi lançado pela editora JBC. TSUBASA RESERVOIR CHRONICLE Muito antes de Vingadores: Ultimato, o grupo CLAMP já havia preparado o seu próprio maior crossover de todos os tempos. A trama de Tsubasa Reservoir Chronicle é uma mistureba de personagens de vários mangás das autoras, mas todos com outras personalidades e co-habitando um mesmo universo. Os protagonistas são Syaoran, um arqueólogo que entra em uma jornada para salvar a memória de Sakura, a princesa do reino de Clow. O anime adaptando o mangá teve 52 episódios e foi encerrado em 2006, três anos antes do final da versão em quadrinhos. A série ainda teve alguns OVAs depois com mais histórias, mas a trama dificultou a compreensão do público. Para complicar ainda mais, a série xxxHolic, que se passa em paralelo à trama de Sakura e Syaoran, foi adaptada por outro estúdio depois do final do anime de Tsubasa Reservoir Chronicle, uma bagunça. Alguém precisa colocar ordem nessa história tão querida pelos fãs, quem sabe vem aí um anime novo com a história do começo ao fim? O anime de Tsubasa Reservoir Chronicle não está disponível oficialmente no Brasil e o mangá foi lançado há muito tempo pela editora JBC, ou seja, está indisponível no catálogo. LOVE HINA/NEGIMA! MAGISTER NEGI MAGI Aqui já estamos trapaceando na lista e colocando dois animes juntos, até porque ambos são criações do mesmo autor, Ken Akamatsu. Na verdade podemos dizer que o autor não tem qualquer sorte com as versões em anime de suas histórias, pois nenhuma chega ao final. Love Hina é a história romântica de um vestibulando que sonha em reencontrar a garota com quem fez uma promessa na infância, já Negima! mostra um professor mago de 10 anos de idade cujo TCC na Escola de Magia é dar aulas de inglês em um colégio feminino. Love Hina teve um anime produzido pelo estúdio XEBEC no começo dos anos 2000 que tomou muitas liberdades, incluindo personagens extras e levando a história para outros rumos. E pior: mesmo após vários especiais e OVAs a história não foi finalizada como no mangá! Já Negima! passou por uma situação parecida, mas ainda pior: o anime teve uma espécie de reboot (além de um live action) e nenhuma das séries foi concluída. A situação fica ainda mais confusa quando lembramos que a sequência de Negima!, intitulada UQ Holder, ganhou anime mesmo sem o término animado da série anterior. Será que é a hora de adaptar de novo todas as obras do autor? Love Hina foi exibido no Brasil pelo Cartoon Network, já o mangá foi lançado pela editora JBC. A mesma editora também publicou Negima! e atualmente lança UQ Holder. SOUL EATER Muito antes de criar Fire Force, também conhecido como o mangá dos bombeiros, Atsushi Ookubo fez muito sucesso com Soul Eater, uma história meio amalucada sobre personagens que lutam acompanhados de uma arma humanoide. No decorrer de seus 25 volumes, o autor brincou com batalhas, cenas de ação intensas e um pouquinho de zoeira. O sucesso levou a um anime de 51 episódios lançado em 2008, mas esse foi mais um caso de produção encerrada muito antes do final oficial, que veio em 2013. Soul Eater é sempre lembrado pelos fãs como um anime que se perdeu em sua reta final, estragando boa parte das histórias da versão original. Como o anime de Fire Force está em hiato, bem que poderiam aproveitar para ressuscitar Soul Eater, não é mesmo? O anime de Soul Eater está disponível no Brasil pela Funimation. O mangá foi lançado tempos atrás pela editora JBC, mas uma republicação em formato de luxo está prevista para ser lançada em 2021. SLAM DUNK Deixando de lado qualquer tentativa de imparcialidade desta matéria, Slam Dunk é um dos mangás mais fantásticos já lançados e é sempre lembrado como um dos melhores de todos os tempos em listas de fãs. A história de Hanamichi Sakuragi e do time do colégio Shohoku no campeonato escolar de basquete encantou o Japão e, claro, ganhou um anime no começo dos anos 1990, produzido pela Toei. Embora o anime tenha terminado no mesmo ano do mangá, o final da história não foi adaptado pelo estúdio. Tudo bem que o final do mangá de Slam Dunk às vezes parece anticlimático, uma vibe meio final de Yu Yu Kakusho, mas as partidas finais são emocionantes e mereciam ser apreciadas. Slam Dunk tanto precisa de um novo anime que a Toei já percebeu isso e anunciou um novo filme para a série. Será que estão só vendo a popularidade para uma nova versão televisiva? Torcendo desde já. Slam Dunk não teve o anime lançado no Brasil, mas o mangá foi lançado em duas ocasiões: em meados dos anos 2000 pela editora Conrad e mais recentemente pela editora Panini. BERSERK Berserk é uma entidade dos mangás há muito tempo, e como resultado houve uma comoção mundial com a morte do autor Kentaro Miura. Embora o quadrinho tenha sido iniciado em 1989, o primeiro anime foi lançado só 10 anos depois, adaptando apenas alguns volumes. O Berserk de 1997 adquiriu um status de cult no ocidente, e era bastante aclamado pelos otakus que compartilhavam séries através de fitas VHS legendadas por fãs. Os anos foram se passando e os produtores perceberam que era hora de um novo anime… será? O novo anime de Berserk, de 2016, é quase uma unanimidade: a maioria do público desgosta da adaptação feita pelo Liden Films (de Tokyo Revengers) em computação gráfica. O anime teve duas temporadas e deixou a trama sem um final, até porque encerrou na metade de um arco. Não se falou mais sobre essa adaptação, então os fãs torcem para que ela tenha sido cancelada mesmo. Talvez agora seja a hora de Berserk ganhar uma nova série, dessa vez com animação tradicional e fazendo justiça ao legado de Miura. O primeiro anime de Berserk não está disponível oficialmente no Brasil, mas o segundo faz parte do catálogo da Crunchyroll e teve uma exibição relâmpago no finado canal Loading. O mangá é lançado por aqui pela editora Panini. KARE KANO Um dos shoujos mais famosos do final dos anos 1990 é Kare Kano, ou Kareshi Kanojo no Jijou, de Masami Tsuda. Na série a gente acompanha o amor de Yukino Miyazawa, uma colegial que se esforça para parecer a menina mais perfeita da escola, embora seja relaxada em sua casa, e de Soichiro Arima, um rapaz verdadeiramente incrível que descobre o “segredinho” da garota e começa a chantageá-la. Claro que isso dura pouco tempo pois logo eles se percebem apaixonados e decidem ser eles mesmos. O anime começou dois anos após o início do mangá, durando apenas 26 episódios. Como a série terminou seis anos antes do desfecho nos quadrinhos, o estúdio Gainax (o mesmo de Evangelion) precisou dar o seu jeitinho para fechar a conta. Pra piorar, o anime de Kare Kano é lembrado por ter passado por alguns problemas de dinheiro, o que fez com que a animação ficasse bem ruim na reta final. Esse mangá é muito lindo, precisa ser revivido assim como aconteceu com Fruits Basket. O anime de Kare Kano não está disponível oficialmente no Brasil, e o mangá foi lançado em meados dos anos 2000 pela editora Panini. THE PROMISED NEVERLAND Esse é o item mais peculiar da lista, porque The Promised Neverland é um anime super recente (terminou agora em 2021) e teve um final com o mesmo desfecho do mangá. No entanto, a gente gostaria que fosse feita uma nova versão, um remake do anime dos órfãos fugitivos que não fosse tão... ruim. Após uma primeira temporada que adaptou perfeitamente o mangá, a segunda fase condensou dezenas de volumes em poucos episódios, com muitas adaptações, amenizações e cortes de arcos inteiros. Para enfiar tudo em poucos episódios, alguns trechos foram só mencionados em imagens estáticas no encerramento do último episódio, uma tristeza para quem esperava um anime melhorzinho. The Promised Neverland precisa de um recomeço, queremos ver Goldy Pond em animação! The Promised Neverland tem sua primeira temporada (a boa) disponível na Netflix, Crunchyroll e Funimation. A (péssima) segunda temporada está exclusivamente no catálogo da Funimation. O mangá (com a história completa) foi lançado no Brasil pela editora Panini. TOKYO GHOUL Animes recentes também sofrem com decisões estranhas em seus animes! Adaptado do mangá homônimo, Tokyo Ghoul mostra uma realidade dominada por Ghouls, criaturas à nossa semelhança que se alimentam de carne humana. É nessa situação bem complicada que conhecemos Ken Kaneki, um adolescente transformado em um meio-Ghoul após um ataque. O anime de Tokyo Ghoul caiu em desgraça após sua segunda temporada pegar um rumo totalmente diferente do mangá, além de ir contra acontecimentos e personalidades mostradas na primeira fase. O pior? O anime ganhou uma continuação em 2018, Tokyo Ghoul:re, que confundiu ainda mais o público. Mais um caso de anime que precisa de uma nova versão, mais fiel à original, para trazer justiça para Tokyo Ghoul. O anime de Tokyo Ghoul está disponível no Brasil pela Funimation, já o mangá foi lançado pela editora Panini. HANA YORI DANGO Também conhecida como Boys Over Flowers, Hana Yori Dango fez muito sucesso em países orientais com a história da garota pobre que vai a um colégio de ricaços e arranja problemas com uma versão masculina do grupo de Meninas Malvadas. O mangá foi adaptado em formato novela/dorama em países como Japão, Coréia do Sul, China, Tailândia, Taiwan, Indonésia, Índia e por aí vai, sempre um sucesso. A versão menos “comentada” é o anime, que teve apenas 51 episódios e foi encerrado 10 anos antes da autora Yoko Kamio terminar o mangá que originou a história. Ou seja, olha a quantidade de histórias que ficaram de fora da versão animada! Com o sucesso dos doramas pelo mundo, estão perdendo a chance de fazer um grande novelão animado com todo o drama que só a Yoko conseguiria criar. Hana Yori Dango está disponível no catálogo da Crunchyroll. O mangá nunca foi lançado no Brasil e tem poucas chances por conta de seu tamanho: 37 volumes. BÔNUS: CAPTAIN TSUBASA/SUPERCAMPEÕES Captain Tsubasa/Reprodução É até estranho pedir uma nova versão de Captain Tsubasa porque de tempos em tempos sempre surge um novo anime adaptando a história de Oozora Tsubasa/Oliver Tsubasa. Para se ter uma noção, o Brasil já exibiu três séries diferentes: Captain Tsubasa J na Manchete, Captain Tsubasa 2002 no Cartoon Network e RedeTV e, por fim, Captain Tsubasa de 2018 exibido no Cartoon Network e disponível no Prime Video e na Crunchyroll. Cada um desses animes meio que reconta a mesma história de forma diferente, e todos têm o mesmo ponto em comum: nunca foram até o fim. Quem sabe na próxima década teremos o final da história em uma futura versão? https://www.omelete.com.br/anime-manga/10-animes-merecem-nova-versao-remake#24
  16. O mundo está em choque! Há pouco mais de uma semana, o grupo extremista Talibã assumiu completamente o Afeganistão, tomando o poder no país. As forças Americanas, presentes no local desde 2001 – após os atentados terroristas de 11 de setembro, em Nova York e outras cidades dos EUA, levantou acampamento e se retirou, abrindo espaço para a retomada do regime ditatorial. Como prometeu o novo presidente norte-americano Joe Biden, os EUA estão terminando a guerra – que custou trilhões de dólares aos seus cofres, afinal foram 20 anos injetados garantindo mudanças sociais relevantes no país do Oriente Médio. As cenas de desespero da população lotando os aeroportos de Cabul (capital e maior cidade do Afeganistão) para conseguir vaga em aviões e deixar o país, alguns inclusive perdendo as vidas ao se pendurarem do lado de fora das aeronaves enquanto decolavam, dominaram as redes sociais e ficarão para sempre marcadas em nossas memórias como um dos períodos mais sombrios de nossa humanidade. O que preocupa e muito nesta situação é a forma com que o grupo interpreta os fundamentalismos islâmicos, muito reportado como uma forma equivocada, extremista e terrorista. Durante seu domínio antes da entrada americana em 2001, por exemplo, as mulheres não podiam estudar, trabalhar, sair nas ruas desacompanhadas dos homens ou sequer mostrar o rosto; sofrendo represálias terríveis caso o fizessem. A população continua a sair do Afeganistão aos milhares, e enquanto diversos países do mundo se reúnem em situação de emergência para definir como tratar o caso, não sobra muito espaço para qualquer sentimento além da preocupação e da tensão. O cinema é sempre uma arma cultural muito eficaz para mergulharmos em determinadas realidades e as compreendermos um pouco melhor, mesmo que muitas vezes estejam bem distantes de nós. Desta forma, selecionamos algumas produções que abordam o Afeganistão e o Talibã para dimensionarmos um pouco mais tal cenário. Confira abaixo e comente. Rambo III O terceiro filme da franquia Rambo tem estado muito em voga atualmente após o domínio do Talibã no Afeganistão. Protagonizado por Sylvester Stallone, o filme mostra o herói de guerra combatendo não os afegãos, mas se unindo a eles para expulsar de seu país os então soviéticos (hoje russos) – principal inimigo dos EUA desde a década de 1950. Na trama, Rambo se une e confraterniza com os Mujahideen, tidos na época como guerreiros da liberdade, mas que anos depois evoluíram para se tornarem justamente o Talibã. O filme foi lançado em 1988 e no ano seguinte, as forças soviéticas deixavam o Afeganistão. Ou seja, em partes os EUA de Rambo ajudaram a criar os que são hoje alguns dos maiores inimigos da liberdade. Teria sido interessante ver um filme de Rambo em meados da década de 2000, onde o personagem precisava se voltar contra seus antigos aliados. Jogos do Poder Um filme mais sério, embora possua um forte humor ácido em sua narrativa, que aborda o mesmo tema de Rambo III é este Charlie Wilson’s War (no original), lançado em 2007. Essa é a história real dos bastidores daquela guerra, travada ainda na década de 1980. Charlie Wilson foi um congressista texano, que ao lado de uma rica socialite conservadora e um agente da CIA foram os responsáveis por armar os Mujahideen e dar apoio para a expulsão dos soviéticos de seu território, criando assim o Talibã anos mais tarde. Jogos do Poder traz um elenco de primeira, com Tom Hanks, Julia Roberts, Phillip Seymour Hoffman, Amy Adams e Emily Blunt. A Hora Mais Escura Aqui temos o outro lado da moeda. Após de terem ajudado os afegãos a combaterem os soviéticos, doze anos depois os americanos se viram alvo do “monstro” que ajudaram a criar, quando a Al Qaeda de Osama bin Laden, saída dos domínios do Talibã, realizou ataques terroristas em território dos EUA. A Hora Mais Escura, de 2012, foi indicado a melhor filme no Oscar, é dirigido por Kathryn Bigelow (a primeira mulher a vencer o Oscar de direção) e narra a história de uma mulher agente da CIA (papel de Jessica Chastain) à frente da campanha para capturar o terrorista. Máquina de Guerra Protagonizado por Brad Pitt no papel de um General do exército americano (com direito a cabelos brancos), esse filme se alinha mais com a política de Joe Biden de encerrar a guerra no Afeganistão após 20 anos de incursão dos EUA no país. Pitt é um militar enviado para “limpar” a situação após, então, oito anos de guerra no país. E o que ele encontra são soldados americanos cansados e desmotivados, visando unicamente retornarem ao seu país. Assim como Jogos do Poder, Máquina de Guerra possui um forte tom satírico e é uma produção original da Netflix de 2017. Leões e Cordeiros Após os atentados terroristas de 11 de setembro de 2001 nos EUA, a atenção do mundo se voltou ao Afeganistão. Era um momento muito sensível e diversos filmes de entretenimento precisaram mudar detalhes em suas tramas para evitar o desconforto geral. Porém, em meados da mesma década tivemos o que ficou conhecido como o “cinema pós-11 de setembro”, onde cineastas puderam finalmente falar sobre o ocorrido em suas obras, tendo passado algum tempo. Um deles foi este drama político de 2007, dirigido por Robert Redford e estrelado pelo próprio, Meryl Streep e Tom Cruise. O filme contém três histórias entrelaçadas: um político (Cruise) dá entrevista a uma jornalista (Streep) sobre a situação no Afeganistão; dois soldados lutam tal guerra; e um professor (Redford) tenta inspirar seus alunos partindo para a guerra. Uma Repórter em Apuros O interessante do cinema é que diversos ângulos podem ser dados a um mesmo assunto, abordando diferentes olhares de vidas que são abaladas ou que afetam uma situação. Aqui, nesta comédia ácida, o foco é nos repórteres de guerra, designados a cobrir a situação no Afeganistão. O filme é a biografia de Kim Barker (vivida por Tina Fey), baseado em seu livro ‘The Taliban Shuffle: Strange Days in Afghanistan and Pakistan’ e fala sobre a “comunidade” de jornalistas do mundo inteiro que se formou no local cobrindo o conflito. O longa foi um dos primeiros trabalhos de Margot Robbie no cinema. A Ganha-Pão Agora adentramos os filmes que mostram a cruel realidade do povo afegão, em especial as mulheres, sob o domínio Talibã. Nessa animação de 2017 indicada ao Oscar, e produzida por Angelina Jolie, temos a história de Parvana, uma menina de 11 anos precisando se disfarçar de menino para sustentar sua família, após seu pai ser preso pelo Talibã injustamente. O filme se passa em 2001, antes da entrada dos EUA no país, quando era estritamente proibido qualquer avanço social da mulher, fosse estudar, trabalhar ou sequer sair na rua desacompanhada de um homem. Embora seja uma animação, o filme é extremamente tocante e muito revelador. Malala Documentário biográfico de 2015 sobre a menina Malala Yousafzai, personalidade que se tornou uma das maiores combatentes do regime Talibã. Malala sofreu uma tentativa de assassinato do grupo extremista, sendo alvejada por uma bala. Seu crime? Defender os direitos das mulheres em estudar e terem uma educação, e simplesmente ir à escola. O ataque foi feito ao ônibus escolar. Malala sobreviveu e se tornou um símbolo contra o terror, indo discursar nas Nações Unidas e ganhando um Prêmio Nobel da Paz. O Caçador de Pipas Baseado no best-seller do afegão Khaled Hosseini, o filme de 2007 conta a história de dois meninos melhores amigos na infância, Amir e Hassan. A entrada dos russos no Afeganistão no fim dos anos 1970 termina por separar a amizade dos garotos, com Amir e o pai indo viver nos EUA. Muitas décadas depois, Amir se torna um escritor bem sucedido, mas precisa retornar ao seu velho país após receber uma ligação vinda diretamente de seu passado. Agora ele precisará enfrentar uma nova ameaça: o regime Talibã. A Pedra da Paciência Produção afegã de 2012, o filme é protagonizado pela iraniana Golshifteh Farahani. Dando a visão única da mulher no país desolado pela guerra, A Pedra da Paciência dá voz a uma de tantas sofredoras angustiadas e aprisionadas pela cultura local. A atriz vive uma personagem sem nome no filme, chamada apenas de “a mulher”, analogia para toda e qualquer mulher do país dentre milhões. Sua vida se resume a cuidar do marido em estado vegetativo após ter sido alvejado por uma bala no pescoço e abandonado por tudo e todos, restando apenas a lealdade forçada de sua esposa. A protagonista aproveita o estado inativo do companheiro para começar a falar com ele, falar de verdade como nunca antes, mesmo estando casados há dez anos. Ela resolve desabafar sobre coisas que nunca pôde antes, como sua infância, seu sofrimento, frustrações, solidão, sonhos e desejos. https://cinepop.com.br/10-filmes-que-abordam-a-guerra-e-o-regime-taliba-no-afeganistao-309439/
  17. Hollywood desde seus primórdios foi construída para ser uma fábrica de sonhos. A indústria sempre foi também especializada em criar astros e estrelas. Algumas se tornam eternas, outras se apagam rapidamente, no entanto, todas brilham forte em algum momento – mesmo que seja num único filme. Independente do sucesso de um projeto, dos elogios da imprensa para uma obra, ou uma bilheteria fenomenal, a força de um nome pode transcender à do próprio filme. Sim, Hollywood continua a entregar estrelas a cada nova geração. Com a renovação vem a árdua tarefa de se manter no topo por mais de uma década. Por exemplo, recentemente foi noticiado que o astro Sylvester Stallone com O Esquadrão Suicida, emplacou filmes no topo das bilheterias por seis décadas em sua carreira. Isso é para poucos. E se hoje temos nomes como Scarlett Johansson, Emily Blunt, Charlize Theron, Dwayne Johnson, Chris Hemsworth, Margot Robbie e Vin Diesel, a lista de nomes quentes de trinta anos atrás era igualmente imponente. Sendo assim, nesta nova matéria iremos revisitar o passado e ver quais estrelas de Hollywood comandavam o show há trinta anos. Algumas permanecem até hoje no topo da cadeia alimentar, outras se ofuscaram e alguns tristemente nos deixaram. Confira abaixo e comente. Julia Roberts Uma das estrelas mais queridas de Hollywood ainda hoje, Julia Roberts teve seu divisor de águas na carreira com o sucesso estrondoso de Uma Linda Mulher (1990) – que a rendeu sua segunda indicação ao Oscar (a primeira sendo com Flores de Aço, 1989). Aos 23 aninhos, Roberts estava no topo do mundo e aproveitou a onda para estrelar duas produções badaladas da FOX: o thriller sobre abuso doméstico Dormindo com o Inimigo (um grande sucesso de bilheteria) e o romance dramático Tudo por Amor (que serviu para cimentar sua imagem de namoradinha da América). Finalizando seu produtivo ano de 1991, Roberts foi parte do elenco de Hook – A Volta do Capitão Gancho, de Steven Spielberg. Apesar do sucesso desta aventura de fantasia, a atriz passava por um momento pessoal difícil e transformou a experiência de todos que trabalharam com ela, inclusive o tarimbado diretor, num verdadeiro inferno. Ainda bem que ela melhorou. Robin Williams Se tem um ator que deixou saudade por sua partida repentina do mundo do entretenimento, este ator é Robin Williams. Ao adentrar o ano de 1991, Robin Williams já tinha duas indicações ao Oscar em filmes muito queridos pelos fãs: Bom dia Vietnã (1987) e Sociedade dos Poetas Mortos (1989). Há 30 anos, ele fez participação na comédia criminal cult Um Palhaço Suspeito (dirigido e estrelado por Bobcat Goldthwait – o Zed da Loucademia de Polícia) e coadjuvou em Voltar a Morrer, suspense que serviu de veículo para o então casal Kenneth Branagh (que também dirige) e Emma Thompson. Os chamarizes de Robin Williams no ano, no entanto foram O Pescador de Ilusões, drama com doses de surrealismo que foi responsável por sua terceira indicação ao Oscar; e o citado Hook – A Volta do Capitão Gancho, no qual interpretava o protagonista, um Peter Pan crescido e workaholic. Hook é um de seus filmes mais queridos. O ator faleceu em 2014, aos 63 anos. Macaulay Culkin Esqueceram de Mim (1990) é um verdadeiro marco do cinema de entretenimento em Hollywood. O filme serviu para transformar o menino Macaulay Culkin, então com 10 aninhos, em uma das figuras mais famosas do mundo. No ano seguinte, seus pais não perdiam tempo em capitalizar em cima da sua imagem e trataram de conseguir outro sucesso para o pequeno: o romance juvenil da Columbia, Meu Primeiro Amor. Se você não chorou com o final deste filme, é melhor checar para ver se ainda tem um coração. Mas não foi o que Macaulay fez há 30 anos, e o astro mirim ainda protagonizou a abertura do clipe de Michael Jackson, Black or White, e ganharia seu próprio desenho animado, Perdido nas Estrelas (Wish Kid). Demi Moore Falando em atores mirins, a estrela Demi Moore foi outra que começou a carreira ainda na adolescência, como parte do chamado Brat Pack. O filme que marcaria sua transição para a maturidade artística nas telonas foi Ghost: Do Outro Lado da Vida (1990), grande sucesso do cinema indicado ao Oscar. Assim, Moore era outra que aproveitava sua popularidade para estrelar alguns projetos de renome logo no ano seguinte. Há 30 anos, Demi topou a brincadeira na superprodução da Warner Nada Além de Problemas, uma comédia insana (com Chevy Chase, Dan Aykroyd e John Candy) que era uma mistura entre O Massacre da Serra Elétrica e Beetlejuice. Em seguida foi a vez do subestimado thriller da Columbia (Sony) Pensamentos Mortais. No filme, ela vive uma de duas cabelereiras amigas, abusadas e oprimidas por seus maridos que planejam vingança contra eles. No elenco, seu então companheiro Bruce Willis. Finalizando o atarefado ano da estrela, A Mulher do Açougueiro, da Paramount, trouxe Demi Moore loira pela única vez em sua carreira, num romance com doses de fantasia. Bruce Willis Por falar em Demi Moore, seu ex-marido Bruce Willis também via sua popularidade em alta há 30 anos. Willis havia se tornado um dos heróis de ação do cinema e um dos grandes astros da época graças ao sucesso de Duro de Matar (1988). Em 1990, era lançada a continuação Duro de Matar 2 – igualmente bem sucedido e elogiado. Assim, além da participação em Pensamentos Mortais (dando uma força para a então esposa), Willis também fazia ponta no drama de máfia Billy Bathgate – O Mundo a Seus Pés. Porém, outros dois longas eram as verdadeiras apostas de Willis para o ano como protagonista. O primeiro era a superprodução da Columbia Hudson Hawk – O Falcão está à Solta, que misturava aventura com comédia. Depois, O Último Boy Scout, da Warner, era um filme de ação policial mais nos moldes do que astro estava acostumado a estrelar. Kevin Costner Todo astro possui seu divisor de águas na carreira e também o auge em sua filmografia. Quando falamos de Kevin Costner, muitos apontariam Dança com Lobos (1990), sucesso arrebatador do Oscar, como sendo este marco profissional. Costner foi produtor, diretor e protagonista do faroeste que revolucionou o gênero. E logo no ano seguinte, há 30 anos no passado, voltava para clamar seu posto no topo de Hollywood. O astro lançava duas das produções mais badaladas daquele período. O primeiro, Robin Hood – O Príncipe dos Ladrões, foi um dos grandes filmes do ano (e terceira maior bilheteria de 1991), uma aventura mais real que reimaginava o herói para os novos tempos. Depois, com JFK – A Pergunta que Não Quer Calar, Costner investia em um drama político sério, do diretor questionador Oliver Stone, sobre a investigação o assassinato do presidente Kennedy. Jodie Foster A estrela Jodie Foster se enquadra em dois quesitos apresentados acima. Também foi uma atriz que começou sua carreira na infância, mas ao contrário de muitos não desapareceu e seguiu em ótima forma na fase adulta. Além disso, emplacou também uma bem sucedida carreira como diretora. E tudo começava há 30 anos atrás. O curioso é que o suspense O Silêncio dos Inocentes, um dos maiores sucessos de sua filmografia, não iria ser estrelado por ela. A atriz visada para o papel da agente do FBI Clarice Starling era Michelle Pfeiffer – que pediu um salário muito alto e terminou substituída. Foster topou e saiu da experiência com um Oscar de melhor atriz. Mas o acordo da atriz com o estúdio estipulava que ela pudesse dirigir seu primeiro filme. E assim o fez, entregando no mesmo ano Mentes que Brilham, também protagonizado por Foster como a mãe de um menino prodígio. Finalizando o ano, a estrela fez participação como uma prostituta no filme noir de Woody Allen, Neblina e Sombras. Keanu Reeves Muso atual da internet, Keanu Reeves teve sua carreira revigorada pelos fãs graças ao sucesso da franquia John Wick. Muito antes disso, porém, e inclusive antes de Matrix (1999), por exemplo, Reeves já aparecia em sucessos cult do cinema. Há 30 anos, o astro lançava um filme de ação que marcaria época. Ao lado do saudoso Patrick Swayze, o ator estrelava Caçadores de Emoção, sobre um agente do FBI infiltrado numa turma de esportistas radicais que talvez sejam assaltantes de banco. No mesmo ano, mostrando um lado mais dramático de sua atuação, ele participava junto de outro ator que se foi jovem, River Phoenix, no ousado Garotos de Programa. Mas não pense que 1991 acabou aí para Reeves, e o ator ainda entregava a sequência Bill & Ted – Dois Loucos no Tempo. Reeves voltou ao papel na terceira parte da franquia em 2020. https://cinepop.com.br/pura-nostalgia-os-astros-e-estrelas-que-estavam-bombando-30-anos-atras-em-hollywood-307906/
  18. Hoje, dia 2 de agosto, no mesmo dia que nossos queridos colegas do CinePOP Rafa Gomes e Pedro Sobreiro fazem aniversário, os cinéfilos têm outro motivo para celebrar. Nascia também, algumas primaveras antes Wesley Earl Craven, um nome que viria a marcar para sempre a indústria do cinema, em especial o cinema de gênero (o terror no caso), sendo considerado um verdadeiro mestre em sua arte. É claro que falamos do saudoso Wes Craven, que completaria 82 anos hoje. O cineasta nos deixou em 2015, aos 76 anos de idade. Além de muitos filmes queridos pelos fãs, que marcarão para sempre a sétima arte – como A Hora do Pesadelo (1984) e Pânico (1996), Craven também era roteirista, produtor e ator – tendo aparecido em alguns de seus filmes vivendo personagens importantes e até topado a brincadeira de aparecer nos filmes de colegas. Craven começou a carreira no início da década de 70 e acumulou 36 créditos como diretor, entre curtas, longas, filmes para a TV e séries de TV. Como forma de comemorar o aniversário desta verdadeira lenda da sétima arte, topamos uma empreitada muito desafiadora. Iremos ranquear TODOS os filmes do diretor Wes Craven. Mas antes algumas regras. Aqui iremos contar apenas os filmes que dirigiu, os que produziu somente ficarão de fora. Além disso, também não contaremos com seus filmes produzidos diretamente para a TV (embora existam alguns), por serem produções mais obscuras, fugindo do conhecimento de muitos, inclusive de críticos. Apesar disso, na lista teremos nossa cota de produções desconhecidas do cineasta. Confira abaixo e comente quais seus favoritos. Ah sim, lembrando que a ordem é sempre do pior para o melhor. 20) Quadrilha de Sádicos 2 (1984) Todos nós conhecemos bem o termo “caça-níquel”, que se refere no cinema a produções sem vergonha cujo único propósito de existir é surfar na onda de um filme que deu certo, sem acrescentar nada em retorno. Pois bem, o primeiro Quadrilha de Sádicos (The Hills Have Eyes, 1977) foi o segundo filme de Wes Craven um de seus primeiros grandes sucessos, contando a história de uma família de canibais deformados vivendo no deserto e atacando todos que por lá aparecem. Nesta continuação, escrita e dirigida por Craven, os azarados são um grupo de motoqueiros a caminho de uma corrida. E o pior, este filme foi lançado no mesmo ano de A Hora do Pesadelo. Em 2006, o original ganhou o remake intitulado Viagem Maldita, que por sua vez ganhou uma continuação logo no ano seguinte, em 2007. 19) A Sétima Alma (2010) O vilão Freddy Krueger foi tanto uma benção quanto uma maldição na carreira de Wes Craven. Isso porque sua criação foi tão icônica, com o personagem virando ícone da cultura pop, que o cineasta seguiu tentando reprisar seu sucesso em novas criações. E na maioria dos casos, falando solenemente. Foi o que ocorreu aqui, com o penúltimo filme da carreira de Wes Craven. Novamente escrito e dirigido pelo cineasta, a ideia aqui era criar um filme extremamente jovem e arrojado, no clima de Pânico, mas fazendo uso de elementos sobrenaturais. A trama falava de um grupo de adolescentes, todos nascidos na mesma data em que um famoso serial killer de sua cidade finalmente foi, teoricamente, morto. Anos depois o maníaco retorna e parece possuir um estranho elo com todos eles. O visual do assassino aqui não agradou, com a aparência de um “mendigo grandalhão”. 18) Um Vampiro no Brooklyn (1995) Confesso a vocês que tenho um prazer muito culposo neste que é uma de muitas escorregadas de Wes Craven, o qual ele lançou no ano anterior de revigorar sua carreira com Pânico. A ideia por si só, mesmo não tendo funcionado muito, é pra lá de inusitada e só por isso já merece nossa atenção. Essa foi a mistura do mestre do terror Wes Craven, com o mestre do humor Eddie Murphy. Ambos estavam saindo de sua zona de conforto para tentar algo novo em suas carreiras. Craven molhava os pés na comédia e Murphy apostava no primeiro filme de terror de sua filmografia (e único). Grande homenagem ao cinema blaxploitation, em especial Blacula – O Vampiro Negro (1972), o filme foi escrito e protagonizado por Murphy no papel de um príncipe vampiro de uma ilha do Caribe. 17) Amaldiçoados (2005) Já esse se encontra acima de qualquer redenção. Os problemas por trás desta produção se tornaram lendários (eu mesmo escrevi uma matéria sobre isso, confira abaixo). De fato, o filme soa todo remendado e inacabado. Essa era a tão aguardada reunião de Wes Craven com o roteirista Kevin Williamson, de Pânico, que não se encontravam num filme desde Pânico 2 (1997). A ideia era fazer pelo subgênero dos lobisomens, o que eles fizeram com os filmes de serial killers. Ou seja, um filme bem espertinho, dono de diálogos rápidos, muitas referências, personagens descolados e metalinguagem. Infelizmente, devido à constante interferência do estúdio, nada disso pode ser encontrado no produto final. 16) Benção Mortal (1981) Completando 40 anos em 2021, este foi o terceiro filme da carreira de Craven, que igualmente assina o roteiro. Aqui, o plano do cineasta era mostrar amadurecimento em suas tramas, explorando um lado mais questionador e crítico. Na história, o cineasta aborda uma seita religiosa que muito lembra os Amish. Porém, eles escondem terríveis segredos. Quem viu (e se traumatizou) o recente Midsommar já entende um pouco mais a proposta dos filmes de terror religiosos. Benção Mortal marcou também por ser um dos primeiros trabalhos da carreira de uma jovem e então desconhecida Sharon Stone. 15) A Maldição de Samantha (1986) Clássico terror da TV aberta brasileira, este filme assustou muitas crianças que cresceram no fim dos anos 80 e início dos anos 90, em sua estreia e reprises noturnas. Afinal, quem não lembra da infame cena da cabeça e da bola de basquete (hoje resultando em muitas risadas por seu teor extremamente mambembe)? Em nada o filme mete medo nos adultos, mas naquela época… . Até mesmo Craven desdenhava do filme e de sua qualidade, digamos, duvidosa – dizendo estar passando por uma fase difícil de sua vida pessoal, com um divórcio na época. Na trama, um jovem inventor cria um robozinho com inteligência artificial, ao mesmo tempo em conhece e se apaixona por sua vizinha loirinha Samantha (Kristy Swanson). A menina é vítima de abuso doméstico e termina morrendo nas mãos do pai violento, somente para ser trazida de volta pelo amigo, como uma “zumbi-robô”. Vocês precisam ver isso, é sério! 14) Shocker – 100 Mil Volts de Terror (1989) Mais um filme que sofreu com a pressão de criar um novo Freddy Krueger. Aqui, Horace Pinker é um serial killer que é morto, mas volta na forma de uma entidade para continuar assombrando a todos. Soa familiar? Novamente escrito por Craven, as diferenças são que Horace (Mitch Pileggi) é um assassino que trabalha consertando TVs (daí sua ligação com eletricidade). Ele possui um elo psíquico inexplicável com o jovem protagonista e após ser preso e condenado à cadeira elétrica, o sujeito retorna na forma de uma entidade movida à energia elétrica. Horace, ao contrário de Freddy, não tem uma aparência monstruosa, se mantendo em sua forma humana. 13) Pânico 3 (2000) Pânico (1996) revolucionou os filmes slasher para a década de 90 e se tornou referência para tudo o que viria depois. Mas quando chegou ao seu terceiro exemplar, já em 2000, a fórmula parecia um tanto quanto desgastada. Junte a isso a entrada de um novo roteirista e diversos problemas na produção – que resultaram no mais irregular da franquia. Mesmo assim, Pânico 3 tem seus pontos positivos, como a grande brincadeira ácida ao submundo das celebridades de Hollywood. Este terceiro filme mergulha por completo nos bastidores de uma produção cinematográfica, assim como Craven havia feito anteriormente em O Novo Pesadelo (1994). 12) O Monstro do Pântano (1982) Você sabia que muitos anos antes da série O Monstro do Pântano (2019), o diretor Wes Craven havia adaptado o obscuro personagem da DC para os cinemas? Esse foi o quarto filme do diretor, que desta vez optava por algo diferente em sua carreira, mas ainda mantendo o clima de terror que tanto gostava. A história era a mesma e mostrava um cientista sofrendo um grave acidente no pântano e se juntando com vida vegetal do lugar. No elenco, uma das musas do terror dos anos 80, Adrianne Barbeau, ex-mulher de John Carpenter. Embora não tenha sido sucesso na época, o longa se tornou cult. 11) Aniversário Macabro (1972) Primeiro filme da carreira de Wes Craven, The Last House on the Left (no título original) é um filme experimental, muito realista e cru. Com seu ar amador, o filme se torna quase um documentário – e suas cenas de violência explícitas contra uma jovem mulher elevaram sua polêmica causando o filme a ser banido em diversos países. Muito criticado por seu teor fortíssimo, o filme gerou rapidamente a reputação de ser uma fita proibida. Em 2009, gerou uma refilmagem mais hollywoodiana, embora ainda intensa, da qual Craven foi produtor. 10) Pânico 4 (2011) O último filme do saudoso Wes Craven, o diretor não poderia ter se despedido de forma melhor. Embora não tenha sido um sucesso unânime em sua época de lançamento – completando dez anos em 2021 – o quarto Pânico é muito querido pelos fãs e com o passar dos anos adquiriu ainda mais entusiastas. O longo espaço de tempo entre o três e o quatro pode ter desmotivado alguns, mas foi justamente o que o filme precisava para abordar temas presentes em nossa sociedade, em especial com a modernidade e os jovens. Uma grande vantagem foi a volta de Kevin Williamson no roteiro. 09) Quadrilha de Sádicos (1977) O segundo Quadrilha de Sádicos pode ser considerado o pior filme de Wes Craven, mas o original figura dentre os melhores de sua carreira. Um passo além do que o diretor havia criado com o cru Aniversário Macabro, Quadrilha de Sádicos não era apenas um exercício em tortura, mas sim uma obra genuinamente assustadora, que acima de tudo discutia os males causados pela radiação ao criticar os testes nucleares nos desertos americanos. Que era o motivo da criação da família mutante que ataca uma família tipicamente americana perdida no deserto. 08) A Maldição dos Mortos Vivos (1988) Outro clássico das exibições da TV aberta brasileira, o longa é um “filme sério” de terror de Wes Craven. Justamente por isso se tornou um cult muito querido, adentrando o top 10 dos filmes preferidos do cineasta. Baseado num livro que por sua vez aborda a crença da cultura vudu africana, onde segundo relatos do passado, medicamentos e poções eram capazes de trazer os mortos de volta à vida. Vem daí a lenda dos zumbis. Aqui, o protagonista é um antropólogo renomado (Bill Pullman) que decide investigar tal cultura viajando para o local e experimentando em primeira mão toda a loucura e insanidade. 07) As Criaturas Atrás das Paredes (1991) Mais um filme muito cultuado do diretor, este longa completa 30 anos de lançamento em 2021. Aqui, Craven decide criar seu terror social, abordando entre outras coisas a luta de classes. Justamente por isso, um remake está sendo preparado por Jordan Peele. E podemos dizer que tem tudo a ver. Escrito por Craven, a trama apresenta um bairro do gueto onde um menino negro é aliciado para o crime com a proposta de invadir uma casa vazia. No local, o menino vive um pesadelo não apenas pelos donos (um casal de psicopatas) estarem no local, mas por esconderem uma legião de crianças deformadas no porão – as tais criaturas do título. 06) Música do Coração (1999) Por falar em filmes inusitados na filmografia de Wes Craven, o mais diferente de seu acervo sem dúvidas é este Música do Coração. O longa teria outro diretor que desistiu, e assim Craven assumiu a missão de adaptar para as telonas este roteiro. Este, no entanto, não é um terror, um suspense, ou sequer uma fantasia. Trata-se de um drama sobre professoras de música ensinando crianças pobres de uma escola. Sim, sabemos que não tem nada a ver com o diretor. Mas o que podemos dizer é que se tornou seu filme mais prestigiado, já que além do trio de protagonistas Meryl Streep, Angela Bassett e Gloria Estefan, a produção recebeu indicações ao Oscar de música e, claro, atriz para Streep. 05) Voo Noturno (2005) Protagonizado pela talentosa Rachel McAdams em sua escalada rumo ao estrelato, este é um dos poucos trabalhos de Craven que não foram escritos pelo próprio. Em compensação, seu comando à frente do longa cria um dos filmes mais gelados de sua carreira. Um suspense de primeira, com contornos políticos e de espionagem. O que parecia ser um voo tranquilo de madrugada para a personagem de McAdams, com um homem simpático e atraente ao seu lado (Cillian Murphy), desenvolve-se para um eletrizante jogo de gato e rato, quando o sujeito se mostra um psicopata. 04) Pânico 2 (1997) Com o item acima havíamos chegado ao top 5 do diretor. E o filme que fica em quarta posição é a primeira sequência do querido Pânico. Essa continuação segue de perto o que foi criado no primeiro filme e para muitos conseguindo expandir a mitologia e elevar a proposta a novos níveis. De fato, a brincadeira aqui gira em torno das continuações, sendo ele mesmo uma. Muitos fãs da franquia chegam inclusive ao ponto de considerar Pânico 2 um filme melhor que o original. O que podemos dizer é que Craven, Williamson, os atores e todos os envolvidos realmente estavam inspirados. 03) O Novo Pesadelo (1994) Dez anos depois de ter revolucionado o mundo do terror com A Hora do Pesadelo, a franquia caminhava sem Wes Craven e já havia gerado mais cinco filmes até o início dos anos 90. Assim, vendo sua criação ser usada e abusada durante anos, o diretor decidiu colocar ele mesmo a mão na massa e retornar ao universo para criar algo que iria revolucionar novamente. Assim, Craven iria criar um filme de terror único, que mistura ficção e realidade, filmes e vida real, personagens e atores. Ele trazia o mundo de A Hora do Pesadelo para atormentar os atores que trabalharam no filme original. De fato, O Novo Pesadelo serviu muito de escola para o que o diretor faria em Pânico (1996). 02) Pânico (1996) Chegando para pegar sua medalha de prata, Pânico se tornaria um verdadeiro marco não apenas do cinema adolescente slasher, mas também do terror de forma geral. Na época, o roteirista Kevin Williamson mostrava realmente conhecer os jovens, suas gírias, pensamento e a forma como agiam. Pânico marcou uma geração com seu jeito extremamente descolado e repleto de referências a obras da cultura pop em geral. Podemos agradecer bastante ao roteirista Williamson e o que ele criou em sua carreira, seja aqui em Pânico ou na série Dawson’s Creek (1998), por tudo que temos hoje em matéria de personagens espertinhos que vivem citando filmes, séries, música e tudo que faz parte de seu universo. 01) A Hora do Pesadelo (1984) Essa é uma tarefa ingratíssima. Escolher entre Pânico e A Hora do Pesadelo. Grande parte do público mais jovem provavelmente colocaria Pânico em primeiro lugar. Sua importância revolucionária não pode ser negada. Com o filme, Craven trouxe vida de novo para tais filmes em meados dos anos 90 e teve mais controle de suas continuações. Mas A Hora do Pesadelo veio antes e se tornou um fenômeno ainda mais comentado, dominando os anos 80 e depois o mundo. Freddy Krueger se tornou ícone pop, ganhou diversas continuações, uma série de TV, álbuns de figurinha e todo tipo de merchandising. Podemos dizer que o vilão ajudou a criar o que temos hoje em matéria de produto de entretenimento. Era a época em que os filmes começaram a deixar de ser apenas filmes e se tornar eventos que dominavam outras mídias. https://cinepop.com.br/wes-craven-do-pior-ao-melhor-ranqueamos-todos-os-filmes-do-diretor-306260/?amp
  19. A revista SPIN selecionou alguns dos artistas que se destacaram em clipes Ouvir música é bom, mas quando ela vem acompanhada de um clipe bem dirigido e produzido, ganha outra cara e reforça mais ainda seu contexto. Por um tempo, optava-se por fazer algo apenas com teor promocional. Entretanto, há exatos 40 anos, com a explosão da MTV, alguns artistas se destacaram por iniciar a era dos clipes cinematográficos e cada vez mais artísticos. E, para relembrarmos os melhores momentos da música, a revista SPIN listou os 6 artistas mais visuais da história. Confira! 6 – Beyoncé Em uma lista de artistas visuais mais icônicos, Queen B não poderia ficar de fora. Um dos marcos da carreira de Beyoncé foi gravar grandes clipes para todas as faixas de um álbum, no caso o “B’Day”, em 2006. Em 2013, com o álbum que levou seu nome, e em 2016, com “Lemonade”, a cantora tornou o termo “álbum visual” popular. 5 – “Weird Al” Yankovic “Weird Al” Yankovic não foi o primeiro comediante a fazer covers engraçados de músicas populares. Mas suas criações geniais o tornaram uma estrela do pop por direito próprio. Com o surgiemento da MTV no início de sua carreira, Yankovic adotou a mesma abordagem de comédia em seus clipes. “Eat It”, dirigido por Jay Levey, é uma paródia ao single “Beat It”, de Michael Jackson, com muitas piadas e diversão. 4. Madonna Em quarto lugar, a ranha do pop, Madonna. A diva já lançou inúmeros clipes icônicos que a marcaram para a história da música, como “Material Girl”, “Express Yourself” e “Vogue”. Além disso, sua versatilidade também ganha destaque, indo desde “Like A Virgin” ao provocante “Like A Prayer”, por exemplo. 3. Björk “Human Behavior” marcou a carreira de Björk em 1993, com um clipe de arrepiar. Ao lado do diretor Michel Gondry, a artista islandesa lançou sua carreira solo com uma sequência de clipes inovadores. 2. Missy Elliott Quando Missy Elliot dançou usando um saco de lixo no clipe de “The Rain”, ela conquistou seu lugar como estrela do rap. Quase todos os vídeos da rapper parecem ter acontecido em uma festa em outro planeta, com paletas de cores selvagens, como em “Get Ur Freak On” e “Gossip Folks”, “Lose Control” e “Work It”, um de seus melhores trabalhos. 1. Michael Jackson E o primeiro lugar vai para o rei do pop, Michael Jackson, que sempre inovou em seus shows, músicas e produções de clipes. “Thriller”, em 1982, foi um de seus maiores sucessos, com passos de dança e enredo eletrizantes. “Billie Jean” trouxe outra produção inesquecível, seguida de “Smooth Criminal”, “Remember the Time”, entre muitos outros. https://portalpopline.com.br/saiba-quem-sao-os-6-artistas-mais-visuais-da-historia/
  20. A série Peaky Blinders estreou em 2013 e, desde então, se tornou uma das favoritas dos fãs. Inspirada em uma organização criminosa de Birmingham, a trama criada por Steven Knight acompanha Thomas Shelby, também conhecido como Tommy, o líder da gangue. Sendo o anti-herói perfeito, ele não tem dificuldades para matar, mas, sem dúvidas, o que mais faz com que o personagem se destaque é a sua oratória. Tommy Shelby tem um discurso convincente e está sempre seguro de si mesmo. Logo, algumas das frases mais célebres do roteiro foram ditas pelo personagem de Cillian Murphy. Vamos conferir quais foram? Veja as 10 melhores frases de Thomas Shelby, de Peaky Blinders: 10. “Eu não pago por ternos. Meus ternos são por conta da casa, ou a casa pega fogo” Tommy e Grace estavam se preparando para uma corrida pela primeira vez e a garota não tinha nada para vestir. Quando ela pergunta se Thomas pagou por seu terno, ele dá essa resposta que deixa claro que ser o líder da maior organização criminosa de Birmingham tem lá as suas vantagens. 9. “A convicção traz emoção, a inimiga da oratória” Como já começamos dizendo neste artigo, a oratória de Tommy Shelby é um dos seus maiores destaques. Ele sabe que um bom discurso é impassível e impenetrável. O envolvimento emocional torna mais difícil falar sobre alguma coisa e Thomas não está disposto a deixar que algo tão simples quanto um sentimento atrapalhe seus discursos. 8. “Se você fizer a escolha errada, você não verá as 11h44” Enquanto interrogava um dos sócios da Economic League, Tommy confere o horário em seu relógio: são 11h43. Então, em uma de suas frases mais persuasivas, ele diz que, caso o associado não decida colaborar com os Peaky Blinders em poucos segundos, ele não viverá o minuto seguinte. É de arrepiar! 7. “Bom gosto é para pessoas que não podem pagar por safiras” Além de ser muito talentoso quando o assunto é crime, não há dúvidas de que Thomas Shelby consegue também ser um dos personagens mais sensuais das séries. Ele faz um belo colar de safiras para Grace que, por sua vez, não sabe se usá-lo em um evento de caridade seria “de bom tom”. Porém, Tommy rebate sua convicção com o fato de que os dois vivem no luxo e ele não acredita que isso seja um motivo para se sentir culpado. 6. “Quando o destino deixa algo valioso em seu colo, você não simplesmente joga no lixo” Quando, por acaso, os Blinders pegam itens de artilharia do governo que deveriam ser enviados para o exterior, Tommy decide manter as armas consigo, embora tenha sido pressionado a devolvê-las. Isso foi um acaso, mas acabou moldando o futuro de toda a gangue. 5. “Eu sou apenas um excelente exemplo do que um homem trabalhador pode conquistar” Extremamente confiante de si mesmo, Thomas se orgulha de todos os seus feitos. Por isso, quando Niall Delvin vê fábricas sendo fechadas devido às atividades dos Blinders, ele acredita que pode ser executado por ser um traidor. Em contrapartida, Tommy o vê como apenas um trabalhador, assim como ele. 4. “Eu penso para que você não precise pensar” Em seriados como Peaky Blinders, às vezes, as linhas entre o que é certo e errado são conturbadas. O mesmo vale para o papel de liderança. Por mais que Tommy Shelby seja o líder de uma gangue criminosa, não há como negar que ele é um líder genial. Assim como ele deixa claro para Arthur, Thomas pensa porque isso é o que ele faz de melhor. 3. “Não é uma boa ideia olhar para Tommy Shelby da forma errada” Depois de descobrir que Grace nunca trabalhou em Dublin, Thomas começa a suspeitar dela. Para assustá-la, ele conta sobre a vez em que atirou em um cavalo só porque o animal “olhou para ele da forma errada”. 2. “Eu fiz acordos com homens em quem eu confio. Se eu morrer, você vai morrer” O acordo entre A Coroa e Thomas incluiu diversos favores, um deles sendo o assassinato de Marshal Henry Russell. Porém, é claro que ele não confia no Major Campbell, então o líder deixa claro que, caso seja traído, o ato terá consequências seríssimas. 1. "Você não negocia quando está na pior” Kimber fica com raiva quando descobre a estratégia de Tommy para consertar as corridas. Então, Thomas Shelby oferece ajuda para combater a família Lee. Mais tarde, o líder dos Blinders explica sua estratégia. Ele sabia que não estava em bons lençóis para negociar, então precisou se aproximar de Kimber para conseguir o que queria. E aí, qual dessas frases de Peaky Blinders foi a mais marcante para você? https://www.tecmundo.com.br/minha-serie/221990-peaky-blinders-10-melhores-frases-thomas-shelby-serie.htm
  21. Foi feito um estudo tendo como alvo o pop moderno. A ideia é saber quais artistas têm maior vocabulário em suas músicas composições. Ou seja, quem usa mais palavras diferentes? O resultado foi favorável para Billie Eilish! A fórmula usada conta as palavras usadas por cada artista em suas letras e faz uma relação com o número de palavras exclusivas que eles usam a cada 1000. Billie Eilish, portanto, saiu na frente com um vocabulário de 169 palavras diferentes neste intervalo. Logo depois dela, aparece Harry Styles. Ele não fica muito longe, com um vasto vocabulário de 159 palavras únicas. A lista continua com Lizzo em terceiro lugar, que usa uma média de 153 palavras inéditas, seguida por Shakira, com a média de 151. Como curiosidade, quem tem o menor vocabulário é Trey Songs, com o número de 66. A lista é extensa! Confira abaixo: https://portalpopline.com.br/lista-billie-eilish-e-harry-styles-tem-musicas-com-maior-vocabulario/
  22. The search for the ever-elusive "bop" is difficult. Playlists and streaming-service recommendations can only do so much. They often leave a lingering question: Are these songs really good, or are they just new? Enter Bop Shop, a hand-picked selection of songs from the MTV News team. This weekly collection doesn't discriminate by genre and can include anything — it's a snapshot of what's on our minds and what sounds good. We'll keep it fresh with the latest music, but expect a few oldies (but goodies) every once in a while, too. Get ready: The Bop Shop is now open for business. Normani ft. Cardi B: "Wild Side" The longer Normani's path as a solo artist gets, the more the conversation turns to the question of her debut album. Namely, it's a question of when. But those anticipatory discussions miss the most fundamental element of Normani's power: She pretty much does it all. She's been sultry and explosive and playful. There's nothing left to prove, but "Wild Side," a star-affirming collab with Cardi B complete with one more blockbuster visual, shows yet another side. We'll see more when her album drops, of course. In the meantime, she invites you to take a walk on the wild side. —Patrick Hosken Lil Mariko ft. Full Tac: “Boring” Call it the lyric of the summer: "I'm not crazy, you're just boring." Lil Mariko tunes out the sound of dull men with this bombastic and ear-splitting track about unabashedly celebrating one's self-worth and dragging dudes who aren't worth your time. It's only fitting that she's the newest signee of Four Loko Records, and her self-awareness, sarcasm, and smirk hold their own against frequent collaborators like Dorian Electra and Rico Nasty. What starts as a hyperpop club-ready anthem transforms into screamo-level angst as the meme queen (who rose to viral fame with "Where's My Juul??") lets her quirks burst through beat by beat. —Carson Mlnarik Ben Platt: “Happy to Be Sad” Earnest piano ballads and rock-and-roll Lady Gaga covers aren’t all Ben Platt has up his sleeve. On his latest single, the Dear Evan Hansen star trades his Tony-winning Broadway belts for a more mellow, indie pop-inspired sound. The result is a little bit theater, a little bit “Merry Happy”-era Kate Nash, and a whole lotta bop. Peep the accompanying visuals for an appropriately fuzzy first look at Reverie, Platt’s sophomore album dropping in August. —Sam Manzella Del Water Gap: “Hurting Kind” “Hurting Kind” is an angst-ridden moment of realization, the minute of a new relationship in which you realize things might not end the way you hoped, that the love you’re trying to build may not stand on the sturdiest ground. Over scratching electric guitar, S. Holden Jaffe contemplates what to do about the potential — “If we ignore it, we can be fine,” he considers — ultimately giving in to this partnership’s treacherous slope: “If we learn our love is the hurting kind... I’ll let it devour me.” —Terron Moore Porsh Bet$: “Whatever” “I’ve made mistakes and I’ll be honest / Ain’t been the one to make a promise / But I’ll back for you in August / End of summer time.” On this indie-pop ballad, rising artist Porsh Bet$ sings about his regret in being dishonest and a bad partner. He says it’s alright to be called out if he ever messes up: “Whenever I’m wrong, you let me know.” At least the music video suggests a happy ending — they seem to get together again and drive off into the woods. —Athena Serrano Calicoco: "Heal Me" When Giana Caliolo declares an urge to be lobotomized, you listen. Recording and releasing music under the Calicoco moniker, the musician and songwriter based in Long Beach, New York (with Rochester roots) has spent a few years toying with tension and release — their 2018 album Float is littered with both. But new cut "Heal Me" amps up the anxiety and throws traditional song structure in the bin. The result is a frenzied series of commands over snakebite guitar fuzz that crashes to a halt without warning. How else could this have ended? —Patrick Hosken Kim Woojin: “Still Dream” Marking his first official comeback as a solo act, Kim Woojin makes a lasting impact with “Still Dream,” a lyrically vulnerable track aimed to tug right at your heart strings. Accompanied by an emotionally charged, choreography-heavy visual, “Still Dream” functions as Woojin’s true reintroduction to the spotlight, displaying both his personal and artistic growth since fans last heard from him in 2019. Beginning a new era, both sonically and visually, Woojin uses himself as an example for his fans, inspiring them to persevere in times of adversity and continue to chase their dreams. —Sarina Bhutani Modernlove.: “Come Over X” Irish indie-pop group Modernlove. brings vulnerability and longing with acoustic chords and ethereal sounds on “Come Over X.” Lead vocalist Barry Lally sings of a secret relationship and wanting to see his partner so badly: “Tiptoe to my room / I’m home, calling you / Keep it down, Dad’s here too / Just come around, I need to see you.” It’s clear Lally doesn’t want the relationship to always stay hidden from the world — along with his true self: “So why do I have to hide you? / So why do I have to hide?” —Athena Serrano Dave ft. Snoh Aalegra: "Law of Attraction" A quietly smoldering cut from London rapper Dave's excellent new album We're All Alone in This Together, "Law of Attraction" finds him trading his baritone rhymes with melodic interludes from Snoh Aalegra. The result is an intoxicating potion of push and pull, mirroring the forces of infatuation upon which the song builds its foundation. —Patrick Hosken Julia Wolf: "Resting Bitch Face: Part 2" If you were raised as a girl, you might relate to this pop anthem. Julia Wolf destroys the traditional expectations women must uphold to please men with her direct lyrics. She sings about how women are guilty of promoting these old standards: “Momma told me you better fix your face / You're never gonna find a nice guy that way." But she doesn’t give a fuck what her momma thinks. She doesn’t care if she has bad RBF; maybe one day she will meet someone who will completely love and accept her for her. —Athena Serrano Shwayze: “Corona and Lime” The King of Summer has returned with a remake of his 2008 iconic hit featuring new vocals from reggae artist Hirie. While the lyrics remain the same on this hip-hop track, the acoustic chords and percussions have a faster tempo than the original. COVID-19 may be still raging, but don’t be afraid to party on with your Corona and lime bae (and beer) with this nostalgic bop, as long as you’re both vaccinated. —Athena Serrano Girlpuppy: "Miniature Furniture" Atlanta's Girlpuppy, a.k.a. Becca Harvey, makes music that you could comfortably slot next to Snail Mail and Phoebe Bridgers — the latter's collaborator Marshall Vore even assists on Harvey's debut EP, Swan, out on August 20. On "Miniature Furniture," though, there's a lightness that puts her in her own league. When she sings, "Maybe move to somewhere bigger / Chicago, Pasadena / 'Cause I still can't stand the cold," doubled by her own close-tracked harmonies, it sounds as breezy as her appearance in the video: floating in a pool, unhurried, matching ennui with bright jangle. —Patrick Hosken http://www.mtv.com/news/3179358/bop-shop-normani-ben-platt-calicoco/
  23. Relembre momentos marcantes de cada modalidade dos Jogos Olímpicos nas telonas da sétima arte. As Olímpiadas 2020 começaram! Você se lembra de filmes sobre as competições? Para comemorar a data, o AdoroCinema resolveu relembrar alguns momentos clássicos do cinema que mostram esportes olímpicos. Sediados em Tóquio no ano de 2021, os Jogos Olímpicos adicionaram novas modalidades, em um total de 46 — incluindo Karatê, Skate, Escalada, Surfe e Baseball. A pesquisa não foi fácil. Embora alguns esportes sejam vistos sempre nas telas, outros são bem difíceis de encontrar. Alguém aí já viu algum filme com Handebol? Encontramos queimada, queda de braço e até quadribol, mas foi difícil achar um filme comhandebol. Ainda assim, são vários os esportes olímpicos vistos nas telas. Confira e participe através dos comentários! Lembrando que escolhemos um filme só por esporte. FUTEBOL: DRIBLANDO O DESTINO O esporte que é paixão nacional surge meio deslocado na Olimpíada, principalmente na competição masculina, que reúne jogadores com até 23 anos. Por isso, escolhemos um filme que destaca o futebol feminino: Driblando o Destino. A simpática comédia de 2002 conta com Parminder Nagra, Keira Knightley e Jonathan Rhys-Meyers no elenco. Gira em torno de uma jovem indiana que sonha em ser jogadora de futebol e seguir os passos do ídolo David Beckham. Ela acaba entrando em conflito com sua tradicional família por causa disso. VÔLEI: CREPÚSCULO Não são muitos os filmes com momentos de vôlei na história da sétima arte, mas nossa redação lembrou de Bella Swan mostrando todo seu talento para o esporte no primeiro Crepúsculo. Que as meninas da seleção brasileira não se inspirem na personagem de Kristen Stewart na luta pela medalha de ouro. VÔLEI DE PRAIA: TOP GUN - ASES INDOMÁVEIS Não curtiu a referência a Crepúsculo? Pelo menos agora chegou o momento de relembrar um clássico. Top Gun - Ases Indomáveis conta com uma sequência memorável de vôlei de praia, com a participação de Maverick (Tom Cruise) e Iceman (Val Kilmer). Será que veremos algo novamente na sequência tardia Top Gun: Maverick? TÊNIS Ponto Final - Match Point está longe, mas muito longe de ser um filme sobre tênis. Mas o esporte é sim muito importante na trama, principalmente na analogia com as atitudes do seu protagonista, um ex-jogador e professor de tênis. Um dos grandes trabalhos de Woody Allen, com presenças marcantes de Jonathan Rhys-Meyers e Scarlett Johansson. TÊNIS DE MESA: QUESTÃO DE TEMPO O famoso Ping Pong também está nas Olimpíadas. E também está nos cinemas. O próprio Match Point tem uma cena marcante, mas é impossível esquecer dos momentos entre pai e filho em Questão de Tempo. Daria para ver os personagens de Domhnall Gleeson eBill Nighy jogando tênis de mesa por um filme inteiro. ESGRIMA: 007 - UM NOVO DIA PARA MORRER Impossível esquecer de um filme com Pierce Brosnan, Rosamund Pike e Madonna lutando esgrima. Este é o caso de 007 - Um Novo Dia Para Morrer. O esporte rende pelo menos uma grande cena na produção que marcou a despedida de Brosnan do clássico papel de Bond, James Bond. Bem que Daniel Craig poderia reprisar a dose no 25° filme do herói, Sem Tempo para Morrer, né? ATLETISMO: CARRUAGENS DE FOGO O atletismo, que na verdade reúne uma série de esportes, é bem representado por um clássico do cinema: Carruagens de Fogo. Vencedor de quatro estatuetas do Oscar, incluindo Melhor Filme e Melhor Trilha Sonora. Por sinal, a trilha é tão marcante que praticamente foi incorporada aos jogos olímpicos. GOLFE: UM MALUCO NO GOLFE Golfe está muito longe de ser um dos esportes mais animados. Por sinal, é bem provável que muita gente se pergunte: mas tem certeza que golfe está nas Olimpíadas? Sim, está. E também está presente, ainda que com poucos exemplos, nas telonas. Um dos filmes mais conhecidos com o esporte é a comédia Um Maluco no Golfe, estrelado por Adam Sandler, Christopher McDonald, Julie Bowen, Ben Stiller e companhia. MARATONA: FORREST GUMP Nenhuma maratona cinematográfica foi tão marcante quanto a de Tom Hanks em Forrest Gump - O Contador de Histórias. Por sinal, o personagem poderia entrar no Tênis de Mesa, no Atletismo e muito mais. Mas o principal momento é mesmo a maratona, cruzando os Estados Unidos, chamando a atenção da imprensa mundial. MARATONA AQUÁTICA: PROCURANDO NEMO Nenhum filme com pessoas nadando em alto mar representou tanto uma maratona aquática quanto a jornada de Marlin e Dory em busca do jovem Nemo. Sim, estamos falando sobre Procurando Nemo, adorada animação da Pixar. Ok, sabemos que não é um esporte no filme. Mas fica aqui uma liberdade poética. NADO SINCRONIZADO: A PEQUENA SEREIA Falando em liberdade poética... Na ausência de alternativa melhor, vamos de A Pequena Sereia para representar o mundo do nado sincronizado. Ariel, Linguado, Sebastião e companhia mandam muito bem neste esporte na popular animação da Disney. TIRO COM ARCO: JOGOS VORAZES O bom e velho arco e flecha também está em disputa nas Olimpíadas Tóquio 2020. E quem melhor para disputar a categoria do que Katniss Everdeen? A personagem de Jennifer Lawrence na saga Jogos Vorazes não decepciona no arco e mandaria muito bem na disputa esportiva. TIRO ESPORTIVO: SNIPER AMERICANO Já para a disputa de tiro ao alvo, com armas de pressão, seria a necessária a precisão de uma pessoa como Chris Kyle, atirador de elite da marinha americana que foi interpretado por Bradley Cooper na premiada cinebiografia Sniper Americano, filme de guerra dirigido por Clint Eastwood. BOXE: ROCKY, UM LUTADOR Precisa mesmo escrever uma justificativa para a escolha de Rocky, um Lutador para representar o esporte na matéria? Acho que não. Syvester Stallone tem muitas facetas e boxeador é uma delas! JUDÔ: A GRANDE VITÓRIA A luta que sempre gera muitas medalhas para o Brasil só poderia ser representada na matéria por um filme brasileiro. É o caso de A Grande Vitória. O longa estrelado por Caio Castro, Sabrina Sato e Domingos Montagner conta a história de vida do lutador e treinador de judô Max Trombini. LUTA GRECO-ROMANA: FOXCATCHER - UMA HISTÓRIA QUE CHOCOU O MUNDO Mas vocês acharam um filme com luta greco-romana?!? Sim!!! E um grande filme. O premiado Foxcatcher - Uma História que Chocou o Mundo traz Channing Tatum na pele de um famoso lutador que passa a integrar a equipe do excêntrico milionário vivido por Steve Carell, irreconhecível no papel. Mark Ruffalo vive um ex-atleta e atual treinador da categoria. CICLISMO MOUNTAIN BIKE: E.T. - O EXTRATERRESTRE Bicicleta no cinema = E.T. - O Extraterrestre. Sem mais. CICLISMO DE ESTRADA: AS BICICLETAS DE BELLEVILLE Já a animação francesa As Bicicletas de Belleville foi a escolhida para representar a prova de ciclismo de estrada. O longa dirigido por Sylvain Chomet retrata uma prova do Tour de France e a rotina de um homem que só é feliz quando está montando uma bicicleta. HANDEBOL: MENINAS DE OURO Foi difícil achar um filme conhecido com handebol na história. Na verdade, foi impossível. Com isso, quebramos a regra da matéria e colocamos um documentário mesmo. Pelo menos, é um documentário bem legal, com tema ótimo para o Brasil: Meninas de Ouro. O longa narra a conquista do Mundial Feminino da categoria pelo Brasil, em 2013. BADMINTON: O DIÁRIO DA PRINCESA 2 Mas existe badminton no cinema? Aquele esporte que é meio que peteca com raquete? Sim, tem. A Princesa Mia Thermopolis de Anne Hathaway arrisca uma partida em O Diário da Princesa 2, mas não se sai muito bem, acabando machucada. Ela não liga muito, afinal é atendida pelo pretendente que está de olho. Será que O Diário da Princesa 3 vai mesmo acontecer? HALTEROFILISMO: SEM DOR, SEM GANHO Mark Wahlberg manda bem na musculação, mas se for pra escolher um representante para uma disputa de levantamento de peso vamos com Dwayne Johnson, que era um atleta antes de virar ator. Os dois são protagonistas de Sem Dor, Sem Ganho, comédia de ação dirigida por Michael Bay. BASQUETE: SPACE JAM: UM NOVO LEGADO Mais um esporte com vários exemplos nas telonas. Mas nenhum filme foi tão marcante quanto Space Jam - O Jogo do Século, com um grande elenco com nome como Michael Jordan, Bill Murray e Pernalonga. Um clássico da sessão da tarde, que recentemente ganhou uma continuação: Space Jam: Um Novo Legado, com LeBron James. HIPISMO: O ENCANTADOR DE CAVALOS Lançado em 1998 e estrelado por Robert Redford, Kristin Scott Thomas e Scarlett Johansson, O Encantador de Cavalos é um bom filme para representar o mundo do hipismo. Uma bela história de amor. Entre um homem e uma mulher, mas também do ser humano pelos animais. TAEKWONDO: KICKBOXER - O DESAFIO DO DRAGÃO Mais um tipo de luta que faz sucesso nos jogos olímpicos e nas telas do cinema. E é claro que nosso representante no esporte seria ninguém menos que Jean-Claude Van Damme em sua franquia Kickboxer - O Desafio do Dragão. A gente sabe que há uma diferença entre taekwondo e kickboxing, mas fica aqui, mais uma vez, uma liberdade poética. RUGBY: INVICTUS Mais um esporte que pouca gente sabe que está nas Olimpíadas. Mas muita gente já viu nos cinemas. A modalidade está presente no belo Invictus, de Clint Eastwood. O filme retrata a conquista da Copa do Mundo de Rugby pouco após a eleição de Nelson Mandela, que usou o esporte para unir o país. Morgan Freeman interpreta o ícone humanitário, enquanto que Matt Damon vive o capitão da equipe. GINÁSTICA ARTÍSTICA: VIRADA RADICAL Figurinha carimbada na Sessão da Tarde, Virada Radical é o filme para representar o mundo da ginástica (modalidade dividida em artística, rítmica e com trampolim) na nossa matéria. Missy Peregrym interpreta uma ex-ginasta que tem problemas com a justiça. Ela é condenada a prestar serviços a uma academia de ginastas. Aos poucos, vai redescobrindo sua paixão pelo esporte. Jeff Bridges integra o elenco. CANOAGEM: O RIO SELVAGEM Mais um filme que cansou de passar na TV brasileira é o escolhido para representar um esporte: O Rio Selvagem. Na lembra do nome? É aquele com Meryl Streep, Kevin Bacon e John C. Reilly em apuros em um rio. A recordista em indicações ao Oscar prova mais uma vez que é capaz de tudo: Streep interpreta uma profissional experiente de rafting que sofre na mão de dois bandidos enquanto tenta proteger a família.Os melhores e piores filmes de Meryl Streep REMO: A REDE SOCIAL A Rede Social é o filme escolhido para representar o remo na matéria. Sim, o filme sobre o Facebook, considerado pelo AdoroCinema como o melhor da década. Para quem não lembra, os irmãos Winklevoss (Armie Hammer) eram atletas da modalidade e chegaram até a participar de Olimpíadas representando os Estados Unidos.Melhores aberturas de filmes dos anos 2010 VELA: ATÉ O FIM A categoria sempre dá muitas medalhas para o Brasil. E também já deu as caras na sétima arte. Em Até o Fim, a vela é mais do que um meio de transporte ou objeto de cena. É praticamente um personagem. O filme estrelado por Robert Redford retrata um navegador experiente que tem seu veleiro danificado no meio do oceano e tem que lutar para sobreviver. NATAÇÃO: UM DIA A piscina é muito importante para Emma (Anne Hathaway) no romance Um Dia. Inclusive, é palco de uma cena bem bonitinha com Dexter (Jim Sturgess). Com final de arrepiar, o longa é baseado em livro de David Nicholls. Esperamos que a participação brasileira na natação não arranque tantas lágrimas. POLO AQUÁTICO: A ONDA A Onda. O nome pode remeter ao surf, que virou recentemente modalidade olímpica, mas a verdade é que este intenso drama alemão não tem muita relação com esporte. Ainda assim, conta com cena importante que mostra os personagens praticando polo aquático. SALTOS ORNAMENTAIS: QUASE FAMOSOS Hora de usar mais uma vez de uma liberdade poética. Mas na ausência de muitos filmes com trampolim na piscina, vamos com uma plataforma improvisada. Na verdade, um telhado. No cinema americano, são vários os filmes com festas e alguém bêbado pulando na piscina do telhado. Mas nenhuma cena é tão marcante quando a de Quase Famosos. KARATÊ: KARATÊ KID Falar de karatê, uma das mais novas modalidades olímpicas dos Jogos de Tóquio, e não lembrar da franquia Karatê Kid nos cinemas, é praticamente impossível. Por isso, escolhemos para representar esse esporte justamente a saga de Daniel Larusso (Ralph Macchio) e Sr. Miyagi (Pat Morita), aprendiz e mestre. Karatê Kid teve quatro filmes de 1984 a 1994, um reboot em 2010 com Jackie Chan e Jaden Smith, e rendeu a série spin-off Cobra Kai. SKATE: OS REIS DE DOGTOWN Outro esporte que virou uma modalidade olímpica em Tóquio 2020 foi o Skate. Para representar essa categoria, escolhemos o excelente Os Reis de Dogtown. Este filme estrelado por Heath Ledger e Emile Hirsch acompanha a história real de uma revolução no mundo do skate que aconteceu na década de 70 na Califórnia. Um grupo de amigos decide levar os movimentos do surf para o skate, criando movimentos agressivos e sinuosos. SURF: ÁGUAS RASAS Falando em Surf, ele também se tornou uma modalidade olímpica nos Jogos de 2020. Existem muitos filmes com a temática de surf ou que trazem cenas de surfistas — sejam filmes para o público adolescente, comédias ou longas de sobrevivência. Para esta matéria, escolhemos Água Rasas. Blake Lively vai surfar em uma praia paradisíaca e isolada mas acaba sendo atacada por um tubarão. Ferida, ela se protege em um recife de corais mas precisa encontrar uma maneira de sair da água. BASEBALL: 42 - A HISTÓRIA DE UMA LENDA Baseball já foi tema de muitos filmes, especialmente norte-americanos. Fora das Olimpíadas desde 2008, o esporte voltou a ser uma modalidade olímpica. Para representá-lo em grande estilo, escolhemos 42 - A História de uma Lenda, filme estrelado pelo saudoso Chadwick Boseman. Inspirada em uma história real, a trama acompanha Jackie Robinson (Chadwick Boseman) é um jogador de baseball que disputa a liga nacional dos negros em 1946 até ser recrutado por Branch Rickey (Harrison Ford), o executivo de um time que disputa a maior competição do esporte nos Estados Unidos. Ele quer que Robinson seja o primeiro negro a disputar a Major League na era moderna, mas eles vão enfrentar racismo dentro e fora dos campos. ESCALADA: MISSÃO IMPOSSÍVEL Outro esporte que faz sua estreia em Tóquio 2020 é a Escalada. Enquanto existem muitos filmes sobre escaladores, tanto ficcionais como reais, escolhemos uma franquia de ação que traz muitas cenas de escalada: Missão Impossível. As cenas de ação realizadas por Tom Cruise sem o uso de dublês são um feito e tanto, e destacamos a sequência inicial de Missão Impossível 2, no qual Ethan Hunt recebe uma missão enquanto escala uma montanha, e a cena de Protocolo Fantasma na qual o personagem escala um arranha-céu em Dubai. Matéria original de 05/08/2016, atualizada em 23/07/2021. https://www.adorocinema.com/noticias/filmes/noticia-123456/
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