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Jonas Lopes

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  1. E tem um texto muito bom. Situa√ß√Ķes bem amarradas, e exposi√ß√£o de conflitos de maneira org√Ęnica. A √ļnica coisa que acho realmente p√©ssima √© a fotografia com esse desequil√≠brio de brilho de uma cena pra outra. Mas em rela√ß√£o ao texto dos personagens, nessa cena em espec√≠fico, o Eduardo diz "Voc√™ quer o qu√™? Que eu te aplauda? Comemore?". N√£o temos culpa se essa dublagem t√° um mico. Mas essa n√£o √© a primeira vez que fazem isso, pois lembro que em Abismo usaram um "t√° tranquilo, t√° favor√°vel", que tamb√©m n√£o t√° no texto original.
  2. Todo mundo percebe isso, menos ele. Tem um momento que uma pessoa diz pra ele abertamente "ela gosta de você como homem" e ele desconversa
  3. Cite exemplos. Sou telespectador ass√≠duo dessas fic√ß√Ķes e n√£o lembro dessa "influ√™ncia religiosa". Voc√™s precisam entender que a Turquia n√£o √© um pa√≠s mu√ßulmano, como dizem alguns desinformados. Mas sim, um pa√≠s de maioria mu√ßulmana. L√° o estado √© laico, da mesma forma que o Brasil. Portanto, a religi√£o n√£o √© imposta de forma obrigat√≥ria sobre cultura, pol√≠tica e afins.
  4. Sim, eu concordo. Inclusive, a igreja que a Sol e a fam√≠lia frequentam √© bem neutra, n√£o d√° pra saber a que denomina√ß√£o ela pertence. E at√© lembra muito as igrejas protestantes norte-americanas, principalmente pelo uso da beca que aqui no Brasil GERALMENTE se usam apenas em festas especiais. Por√©m, a Rosane comentou que a ideia era chamar o p√ļblico evang√©lico atrav√©s de uma representatividade (?). No entanto, pelo caminho meio dado, esse ideia n√£o est√° se sustentando, pois at√© pode soar ofensivo para alguns mais fi√©is as doutrinas. Isso n√£o desmerece a novela, pois funciona para o p√ļblico no geral. Todavia, n√£o sei se essa abordagem mais otimista √© feita de prop√≥sito, ou √© apenas saudosismo. E eu desconfio desse √ļltimo caso, por duas cosias. Primeiro, o Carl√£o chamou o Lui Lorenzo de desviado, mas aplicou o termo errado. Desviado √© quem j√° foi evang√©lico, e deixou o meio. Segundo, no cap√≠tulo 06, o jornalista acerta que a Sol √© evang√©lica porque ela diz "gra√ßas a Deus", e n√£o faz sentido pq √© uma frase comum que pode ser dita por qualquer pessoa, independente de religi√£o.
  5. Amg √© porque vai al√©m disso. Quem j√° participou ou participa de grupos evang√©licos, sabe que existem regras que devem ser respeitadas, por isso as doutrinas. Nesse caso da Sol, por exemplo se formos levar a risca com a vida real, primeiro, o pastor nunca teria encorajado ela. Segundo, ela teria sido disciplinada e ficado afastada do coral da igreja por um tempo, at√© mediante a lei da igreja, ela est√° apta a voltar para as atividades do meio. Se existem v√°rias denomina√ß√Ķes religiosas diferentes, √© pq existem maneiras diferentes de pensar. Sempre foi assim. Talvez pra quem seja de fora, estranhe, e t√° tudo bem. Por√©m ao mesmo tempo que algu√©m cr√≠tica ou acha ruim, tamb√©m pode estar sendo intolerante ao n√£o reconhecer que isso faz parte do grupo religioso. A partir do momento que uma pessoa se torna evang√©lica, ela abra√ßa as doutrinas daquela denomina√ß√£o religiosa. E at√© onde sei, funk e outras dan√ßas n√£o s√£o aceitas nesse caso por serem sensuais. Um exemplo mais espec√≠fico. Os Adventistas do S√©timo Dia guardam o s√°bado. Eles fazem isso desde sempre, e quem pertence a outra denomina√ß√£o, pode at√© n√£o concordar, mas √© preciso haver o respeito. Enfim, √© uma discuss√£o muito longa. Mas no geral √© isso. Eu t√ī achando a novela √≥tima, apesar de me incomodar com certas coisas. Por√©m levo na esportiva por ser uma fic√ß√£o e vamos seguindo.
  6. Essa novela na TV aberta seria um mega hit. √Č daquelas hist√≥rias que dificilmente vai mal, muito emotiva.
  7. N√£o entendo. Ele n√£o √© o vil√£o da novela? Cad√™ aquele discurso que o p√ļblico quer vil√£/vil√£o que fere trocentos direitos humanos? Ou s√≥ vale pra vil√£ mulher? Se novela for cartilha social, pode pedir pra todo mundo fechar as portas. Depois perguntam pq os melodramas tradicionais est√£o cada vez mais deixados de lado.
  8. Aile significa "fam√≠lia" em turco. Tanto o KńĪvan√ß quanto a Serenay est√£o voltando para a TV ap√≥s uns anos afastados.
  9. Eu penso o seguinte. Trabalhar com TV √© trabalhar com o audiovisual, e n√£o se pode fazer a cega para as moderniza√ß√Ķes do setor. Seja enquadramento de c√Ęmera, fotografia, ilumina√ß√£o, estilo narrativo e etc. Todos esses elementos vem sofrendo modifica√ß√Ķes, e isso tem a ver com mudan√ßas que s√£o muito comuns da ind√ļstria. Cada momento da hist√≥ria vai influenciar tamb√©m o audiovisual, sendo de forma direta ou indireta. No Cinema, por exemplo, tiveram as vanguardas francesas. Outro exemplo, acredito que a maioria aqui nesse f√≥rum tenha nascido numa √©poca que a televis√£o j√° era em cores, mas imagina pra quem viu a tecnologia nascer em preto e branco. Deve ter sido um choque na √©poca. Eu ouvi recentemente um podcast do Gshow sobre novelas e l√° foi falado muito sobre como a TV em cores mudou a forma como se fazia televis√£o na √©poca, a come√ßar pelos figurinos e ilumina√ß√£o. N√≥s nascemos em uma √©poca que a TV era de um jeito, mas as coisas mudam. N√£o tem como ficar vivendo de passado. Imagina se as novelas ainda usassem aquelas c√Ęmeras da gera√ß√£o 2000, como seria a qualidade t√©cnica? Pq vejo muita gente criticando a imagem das novelas atuais e comparando com produ√ß√Ķes de duas d√©cadas atr√°s. O que t√° acontecendo √© que as hist√≥rias n√£o tem a mesma for√ßa e carisma, pq os escritores est√£o sem ideias interessantes para cativar o p√ļblico do sof√°. Pq quando a hist√≥ria √© boa, o p√ļblico senta e assiste. N√£o importa se √© filme, s√©rie ou novela. E o desempenho dos remakes e das reprises tem muito a ver com mem√≥ria afetiva, por isso √© um argumento sem muita validez.
  10. Pior que é verdade. Tanto que antes dos anos 90 todas as séries norte-americanas tinham uma narrativa procedural, e isso só veio mudar com Twin Peaks, e depois The Sopranos, que foi quando as séries começaram a adotar a narrativa continua, sem aqueles episódios focados em "caso da semana". Mas essa inspiração veio das soap operas, que é como o melodrama se manifestou nos EUA. Tem quase a mesma origem que a Telenovela teve na Latam.
  11. Ué, mas até onde sei a novela é também uma narrativa serializada. Mas entendi o que ele quis dizer.
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