Jump to content


Chiquinho

Membro
  • Posts

    13,587
  • Joined

  • Last visited

  • Days Won

    1
  • Pontos

    18,594 [ Donate ]

Chiquinho last won the day on November 21 2020

Chiquinho had the most liked content!

About Chiquinho

  • Birthday 03/03/2019

Recent Profile Visitors

6,976 profile views

Chiquinho's Achievements

Apprentice

Apprentice (3/14)

  • First post
  • Collaborator Rare
  • Very Popular Rare
  • Well Followed Rare
  • One Year In

Recent Badges

4.7k

Reputation

  1. A briga interna no partido entre a deputada Marília Arraes (PT) e o senador Humberto Costa (PT) acontece desde a eleição de 2018 e, agora, há um novo elemento no processo: a vereadora Liana Cirne (PT). A declaração de que Humberto quer a parlamentar do Recife como candidata à Câmara Federal foi trazida pelo Blog de Jamildo. No episódio dos ataques da Polícia Militar à manifestantes no Recife, Liana virou destaque nacional e isso alertou o senador para a possibilidade de usá-la na briga com a neta de Arraes. Marília teve, em 2018, um total de 193.108 votos em Pernambuco. Uma parte considerável desse total, 28%, veio da cidade do Recife. Na capital ela teve 54.193 em 2018. Foi esse capital eleitoral específico do Recife que ela usou para impor sua candidatura à prefeitura em 2020. Ninguém mais, no PT, tinha isso para apresentar e estava disposto a concorrer contra o PSB. Se conseguir alçar Liana Cirne a uma candidatura forte como deputada federal, Humberto diminui a votação de Marília no Recife. Basta que a votação caia, mesmo sendo pouco, na capital, para ela perder o argumento de força na capital para 2024. Para a candidatura de Liana, Humberto conta também com ajuda do PSB, caso o PSB apoie Lula (PT) nacionalmente e fiquem juntos em Pernambuco. https://jc.ne10.uol.com.br/colunas/cena-politica/2021/07/13018704-humberto-costa-quer-liana-cirne-candidata-a-camara-pra-enfraquecer-marilia-arraes-na-rmr.html
  2. Não. Pelo contrário. Foi eleita graças a Marília. É oposição ao João Campos. Ou era né. Esse clima tá assim depois só encontro dela com o Humberto Costa. Acho que Humberto convenceu ela a apoiar a aliança com o PSB. Senti uma indireta da Marília pra ela, principalmente na parte que ela fala, ou que flexibilizam de posição, que seria por futuros cargos
  3. https://twitter.com/MariliaArraes/status/1418733419127771137?s=19 https://twitter.com/MariliaArraes/status/1418732991132614657?s=19. @Henri
  4. É que a Liana se reuniu com o Humberto Costa essa semana, e publicou nas redes sociais que Pernambuco teria duas deputadas ferrenhas em 2022, ai o povo tava atacando ela, ja dizendo que ela se uniu ao Humberto pra boicotar a Marilia, na candidatura ao Governo
  5. Em uma publicação nas redes sociais, a vereadora do Recife, Liana Cirne (PT), afirmou, nesta sexta-feira, 23, que será candidata a deputada federal nas eleições de 2022 e negou qualquer tipo de disputa com a deputada federal Marília Arraes (PT). Segundo a vereadora, os comentários de divisão referente a ela e a Marília são aposta no racha do PT. “Sabemos a quem interessa a divisão do PT PE. O desespero de quem aposta no racha PT e na velha rivalidade entre mulheres”, declarou a parlamentar. Liana ressaltou que tudo não passa de uma "intriga da oposição”. “É que em 2022 teremos Lula presidente e duas mulheres rochedas na Câmara das Deputadas (sic). Marília e eu levantamos uma à outra. O resto é intriga da oposição”, finalizou. https://www.folhape.com.br/colunistas/blogdafolha/liana-diz-que-sera-candidata-a-deputada-federal-e-nega-racha-com-marilia/25844/
  6. Parlamentares envolvidos nas articulações para 2022 têm realçado, com frequência, um ponto em comum a todos os lados ou tendências: diferente do pleito municipal, a corrida do ano que vem exige um casamento dos planos nacionais com os regionais. Em outras palavras, construções que vêm se dando nacionalmente tendem a reverberar na formação de palanques locais. Cotados para integrarem a chapa da majoritária encabeçada pelo PSB em Pernambuco, o Republicanos e o PT, por exemplo, têm um diálogo em curso que vem se dando não necessariamente em Pernambuco. Presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, foi à mesa, em Brasília, com o presidente estadual do Republicanos, o deputado federal Silvio Costa Filho. A conversa ocorreu na semana passada e contou também com presença do deputado federal José Guimarães. As conjunturas do País e do Estado foram à pauta. Silvio tem nome ventilado para concorrer ao Senado em chapa encabeçada pelo PSB. O PT costura para ter apoio dos socialistas na corrida presidencial, considerando a hipótese de compor com o PSB no Estado. Antes da reunião com Gleisi, Silvio Costa Filho também se debruçou sobre conversas com o senador Humberto Costa. O deputado federal estará nos compromissos que o ex-presidente Lula cumprirá em Pernambuco, agora, em agosto. Silvio, que já foi filiado ao PTB, tem alinhamento antigo com o PT. Diante da reconstrução em curso do PT com o PSB, a sintonia do Republicanos com os petistas, que vem se desdobrando no cenário federal, pode reforçar o nome de Silvio Costa Filho como alternativa da Frente Popular para a Casa Alta. Silvio aparece cotado, assim como André de Paula, para disputar uma cadeira na chapa que deve ter como cabeça o secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Geraldo Julio. Presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, também tem atuando nacionalmente, junto ao PSB, na formação de palanques regionais, de forma a construir condições para que o dirigente estadual do seu partido concorra ao Senado. Atualmente, não se descarta ainda uma construção que possa envolver o grupo liderado pelo senador Fernando Bezerra Coelho também com a Frente Popular. Esse caso específico esbarra na relação nacional de FBC com o governo Bolsonaro, do qual é líder, e ainda enfrenta resistências internas no PSB, dado o histórico de rompimentos. A conferir. PSD e PSB em São Paulo Sem espaço no PSDB, o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, deve migrar para o PSD, presidido nacionalmente por Gilberto Kassab. A construção se dá em parceria com o PSB e a ideia é reeditar a chapa Geraldo Alckmin e Márcio França, visando ao Governo de São Paulo. Intersecção > Gilberto Kassab, Geraldo Alckmin e Márcio França possuem, dizem aliados, um objetivo comum: minar o governador João Doria, que tem projeto presidencial. O alinhamento entre PSD e PSB também está pautado no Rio de Janeiro, onde o PSB atua para encabeçar frente ampla também tendo o PSD no radar. Plano A > Presidente estadual do PSB, Sileno Guedes, indagado ontem, sobre o nome do PSB para encabeçar chapa em 2022, resumiu: "No PSB, o ex-prefeito Geraldo Julio é o plano A, plano B e plano C. Só tem plano A, que é o ex-prefeito Geraldo Julio". O dirigente falou à Rádio Jornal. Só acho > Sileno falou ainda da "possibilidade" de composição com o PT: "Está se discutindo isso nacionalmente". E sobre a hipótese de reconstrução com o grupo liderado por Fernando Bezerra Coelho, definiu assim: "Acho muito difícil". https://www.folhape.com.br/colunistas/folha-politica/cotados-para-palanque-do-psb-em-pe-republicanos-e-pt-tem-dialogo-em-curso/25770/ @Henri @Massis
  7. A deputada federal Marília Arraes (PT) continua percorrendo Pernambuco. A petista, que goza de prestígio junto ao ex-presidente Lula, sonha com a indicação do partido para que seja candidata da legenda para governadora em 2022, mas acorda na certeza que entre o projeto do PT no Estado e o de Lula no país, o petista já escolheu o dele. Marília sabe que as pedras se movimentam nessa direção, mas ainda aguarda, atenta. Acha que o momento é de aguardar o posicionamento do seu partido, quanto à questão nacional, para daí tomar suas decisões em nível estadual. Mas o tom da petista ainda é de crítica em relação aos socialistas. Prova disso está no fato de afirmar que os partidos de oposição no Estado precisam se entender melhor para 2022, porque vêm perdendo para seus próprios erros de estratégia. “O que temos observado nos últimos anos é que a oposição tem perdido para o PSB, e não que o PSB ganhou as eleições. O PSB ganhou as eleições em 2018 com um governador rejeitado por 75% dos pernambucanos, e se você rodar uma pesquisa hoje, o governador continua com esse índice de rejeição”, alfinetou. O ex-prefeito do Recife, Geraldo Julio (PSB), também não escapa das críticas de Marília. Segundo ela, o então candidato João Campos, que o sucedeu, “escondeu” Geraldo Julio na campanha municipal por conta de graves denúncias contra sua administração, e pelas quais está sendo investigado pela Polícia Federal (PF). “A gente [oposição] tem uma oportunidade de ganhar. O que não pode é ficar sem se entender e acabar perdendo para o PSB”, finalizou. https://www.folhape.com.br/colunistas/carlos-britto/marilia-nao-acredita-em-forca-do-psb-e-sim-em-oposicao-fraca/25613/
  8. Os detalhes da agenda ainda serão amarrados. Mas a data prevista para desembarque do ex-presidente Lula em Pernambuco é o próximo dia 25. A programação deve se dar no final do mês, conforme o senador Humberto Costa havia adiantado à coluna há uma semana. No Palácio do Campo das Princesas, já havia expectativa de que o líder-mor do PT chegasse nesse mesmo final de semana. A referida data vem a calhar com a previsão dos palacianos: será num domingo. Lula deve ir à mesa com a cúpula do PSB, selando uma reaproximação já prevista entre as duas siglas, visando a 2022. Nas hostes socialistas, já se admite uma inclinação, hoje, maior a um apoio ao ex-presidente na corrida pelo Planalto. Motivos: o PSB também quer apoio na disputa pelo Governo do Estado, além disso, Pernambuco é reduto lulista e o ex-presidente tem liderado pesquisas, já havendo sinalizado que o PT fará concessões regionais em prol da formação de uma frente ampla para a disputa presidencial. A mais recente pesquisa Datafolha, divulgada na última sexta-feira, mostra Lula com 46% das intenções de voto, em simulação de 1º turno, contra 25% do presidente Jair Bolsonaro. Em cenário de 2º turno, o petista pontua 58% contra 31% do presidente. Além deles, a pesquisa estimulada apresentou Ciro Gomes, com 8%, o governador de São Paulo, João Doria, com 5%, e o ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, com 4%. Quando Doria é substituído pelo governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, Ciro tem 9%, Mandetta, 5% e Leite, 3%. O PDT também trabalha pelo apoio do PSB, determinante para sustentação do projeto de Ciro. O PSB não vai cravar posição tão cedo, mas trabalha para encabeçar frentes regionais, partindo de estados como o Rio de Janeiro, onde aglutina legendas, incluindo o PT, em torno do projeto majoritário de Marcelo Freixo. No bojo dessa construção, o deputado cumpriu, ainda em junho, agenda em Pernambuco, estado hegemônico na legenda e pelo qual, naturalmente, passam as decisões nacionais. Da programação de Lula em Pernambuco, certo é que ele vai à mesa com Paulo Câmara, vice-presidente nacional do PSB. https://www.folhape.com.br/colunistas/folha-politica/lula-deve-chegar-a-pernambuco-no-dia-25-e-vai-a-paulo-camara/25709/
  9. É pra rir, né? Os caras, antes, malhavam o Lula, agora se humilham pra salvar o PSDB do fim.
  10. Sinceramente? Nenhum kkk. O único seria o Mendonça filho e olhe lá. Pois tem o recall da prefeitura e também já disputou pra senador e pra governo do Estado. O resto é desconhecido. Nenhum desses tem força pra enfrentar a máquina do PSB aqui ! E se tiver o apoio do Lula, a vitória será no primeiro turno
  11. Henry rebate Miguel Coelho e cita relação com Bolsonaro O deputado federal foi duro com o correligionário, chegando a dar a impressão de estar sugerindo que Miguel Coelho deixe a sigla Após o prefeito de Petrolina soltar nota pública se queixando com a direção do MDB de Pernambuco, o presidente estadual do partido Raul Henry, se posicionou. O deputado federal foi duro com o correligionário, chegando a dar a impressão de estar sugerindo que Miguel Coelho deixe a sigla. Raul Henry falou sobre grandes contradições políticas de uma eventual candidatura do filho do senador Fernando Bezerra Coelho ao governo de Pernambuco. Citou a relação da família Coelho com o presidente Jair Bolsonaro, reforçou que a aliança do partido com o PSB segue firme no Estado e disse ainda que não há força no nome de Miguel Coelho dentro do MDB. Por fim, Henry dá a impressão de sugerir que Miguel saia do partido ou de que fez a leitura da nota do prefeito de Petrolina como sendo uma despedida do MDB. “Ao tomar conhecimento da sua nota, desejamos boa sorte em sua já vitoriosa trajetória”, escreveu. O MDB integra a Frente Popular de Pernambuco que deve lançar o ex-prefeito do Recife, Geraldo Julio (PSB), como candidato ao governo. O que disse Miguel? Prefeito de Petrolina, no Sertão de Pernambuco, Miguel Coelho (MDB) enviou uma nota à imprensa, nesta terça-feira (13), criticando a postura do partido de permanecer na base aliada do governador Paulo Câmara (PSB). O MDB é presidido no Estado pelo deputado federal Raul Henry. No texto, Miguel – que tenta cacifar o seu nome para concorrer ao comando da gestão estadual em 2022 – lista críticas ao governo de Câmara e pondera que Pernambuco está “à deriva no pior dos momentos, numa das maiores crises da história”. Confira a nota de Raul Henry, na íntegra: “Nota Em relação à nota divulgada hoje, 13 de julho, pelo prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, temos a esclarecer o seguinte. O prefeito nos procurou para uma primeira conversa no dia 7 de abril passado. Na ocasião, ele colocou, de forma legítima e correta, seu projeto de disputar o Governo de Pernambuco pelo MDB e solicitou que o partido se pronunciasse até o mês de julho, um ano antes das convenções de 2022. Segundo ele, esse seria o prazo necessário para organizar um calendário de iniciativas que pudessem fortalecer o projeto. Nessa oportunidade, salientei que não tínhamos nenhuma restrição pessoal a ele, mas que havia algumas contradições políticas a serem enfrentadas. A primeira delas é que, hoje, temos uma aliança com a Frente Popular de Pernambuco, com colaborações na administração do estado e da prefeitura do Recife. Essa aliança foi construída por Jarbas e Eduardo Campos ainda no final de 2011. Em segundo lugar, para iniciar um novo ciclo na vida partidária é indispensável que esse seja o sentimento majoritário na legenda. E pelas conversas diárias que mantivemos com as lideranças do partido - parlamentares, prefeitos, vice-prefeitos, diretorianos - não percebemos essa intenção. Por fim, há uma contradição intransponível. É pública a aliança política entre o grupo liderado pelo senador Fernando Bezerra Coelho e o presidente Bolsonaro. Enquanto a nossa trajetória é marcada pela defesa dos valores democráticos, o presidente, todos os dias, aumenta a escalada do seu discurso contra as instituições e a ordem democrática. No dia 31 de maio, voltamos a conversar e reiterei que nenhuma dessas variáveis tinha sido superada e que seria prudente alongar o calendário para uma decisão. O prefeito, então, solicitou que a nossa definição não ultrapassasse o mês de agosto. Mantive Jarbas informado do conteúdo das conversas e também troquei ideias com vários quadros do partido. De Jarbas, ouvi a ponderação que deveríamos atender ao desejo do prefeito Miguel Coelho de acelerar o calendário. Não seria adequado deixar nele a impressão que estávamos adiando a decisão para trazer prejuízo ao seu projeto. Dessa forma, na última quinta-feira, dia 8 de julho, tivemos o nosso mais recente encontro. Enfatizamos mais uma vez que não havia qualquer restrição pessoal ao prefeito, mas as contradições políticas, além de permaneceram de pé, estavam se aprofundando. Na ocasião, o deixamos à vontade para, diante de nossa posição, encaminhar da maneira que lhe fosse mais conveniente os passos seguintes. Hoje, ao tomar conhecimento da sua nota, desejamos boa sorte em sua já vitoriosa trajetória. Raul Henry Presidente do MDB de Pernambuco” https://m.leiaja.com/politica/2021/07/13/henry-rebate-miguel-coelho-e-cita-relacao-com-bolsonaro/ @Henri
×
×
  • Create New...

Important Information

By using this site, you agree to our Terms of Use.