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Ygor

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  1. No sentido que a esquerda ser√° oposi√ß√£o ao governo dele, poder√° se organizar melhor e voltar a ter apoio do povo,porque obviamente teriamos manifesta√ß√Ķes enormes nas ruas,a rejei√ß√£o a ele √© grande tamb√©m. O que acham? √Č um cen√°rio que pode ocorrer
  2. Demais poxa,você é um amor. E eu sou user antigo que voltei ontem a este recinto e tenho impressao que ja discuti com vc alguma vez,só isso,bjao
  3. Eu sim,tem users bacanas que na vida real devem ser gente boa tbm
  4. Imagina ele mediando uma entrevista com um líder do movimento negro,imaginem..
  5. Poxa melhoras. Pra mim foi ruim,baixo estima lá em baixo e as pessoas também não medem esforços em te magoar mais ainda quando se está assim.
  6. Eu já tive por três meses e acho o cumulo de como as pessoas tratam a gente,eu penso que é um tipo de doença,porém silenciosa,e a sociedade age como se fosse um grande mi mi mi,só quem teve,sabe como é horrivel..
  7. Ygor

    Carnaval

    Em São Paulo sou Vai-Vai No Rio de Janeiro sou apaixonado pela campeã Beija-Flor.E torço por ambas desde que comecei a curtir carnaval em 2008 e vocês?
  8. Os desfiles das escolas Para√≠so do Tuiuti e Beija-Flor de Nil√≥polis na Sapuca√≠ chamaram aten√ß√£o pela dimens√£o pol√≠tica dos sambas-enredo e por refer√™ncias nada sutis ao atual estado do Pa√≠s. Em sua apresenta√ß√£o na madrugada da segunda 12, a primeira retratou manifestantes de verde e amarelo em trajes de pato e manipulados por um vampiro presidente inspirado em Michel Temer. Enalteceu ainda os "guerreiros da CLT", representados nas fantasias como uma esp√©cie de deus Shiva dos trabalhadores, munido de martelo, foice e outros instrumentos em seus quatro bra√ßos. Os integrantes da ala carregavam ainda uma enorme carteira de trabalho avariada, uma cr√≠tica √† reforma trabalhista aprovada no ano passado. J√° a Beija-Flor "ergueu" o Congresso e o pr√©dio-sede da Petrobras em um de seus carros aleg√≥ricos na madrugada desta ter√ßa-feira 13. Tomado pela criminalidade, o edif√≠cio da estatal transforma-se aos poucos em uma favela: a pobreza como consequ√™ncia da corrup√ß√£o. O saque √† Petrobras √© acompanhado de perto por corruptos com panos na cabe√ßa, uma clara alus√£o √† "farra dos guardanapos" do ex-governador S√©rgio Cabral, hoje preso, e de seus ex-secret√°rios com o empreiteiro Fernando Cavendish. Vigorosos no carnaval de rua, os temas pol√≠ticos ganham for√ßa na Sapuca√≠ em reflexo do ano eleitoral e de um Pa√≠s dividido sobre diversos temas, a come√ßar pela narrativa mais apropriada para explicar o atual drama brasileiro. Os desfiles da Para√≠so do Tuiuti e da Beija-Flor n√£o se resumiram aos fatos atuais, mas adotaram abordagens hist√≥ricas distintas da forma√ß√£o brasileira. O in√≠cio do desfile da Beija Flor trouxe alegorias que remontam √† hist√≥ria do doutor Frankenstein, escrita h√° 200 anos, e a rela√ß√£o entre o criador e sua criatura. O monstro de Frankenstein, no caso, √© o pr√≥prio Brasil. Na sequ√™ncia da apresenta√ß√£o, surgem as alas dos piratas e dos esp√≥lios, das santinhas do pau oco usadas para sonegar impostos da Coroa no ciclo da minera√ß√£o, dos ratos e abutres que integram a "quadrilha da mamata" instalada no poder. O desfecho dessa parte √© a ala dos roedores dos cofres p√ļblicos, que abre o caminho para a alegoria da Petrobras e dos corruptos atuais. O ponto de partida da Tuiuti √© a escravid√£o. Chamada "Grito de Liberdade", a comiss√£o de frente trouxe negros escravizados que libertam-se por meio da for√ßa dos seus ancestrais. Em seguida, o desfile traz temas da hist√≥ria geral e brasileira do cativeiro, at√© relacionar a perda de direitos trabalhistas na atualidade com a heran√ßa escravista de superexplora√ß√£o do trabalho no Brasil. As escolas optam por caminhos distintos, que est√£o por tr√°s de um debate relevante sobre nossa hist√≥ria. A alegoria do Pa√≠s da corrup√ß√£o trazida pela Beija-Flor √© uma das interpreta√ß√Ķes mais antigas de nossa historiografia. Escrito nos anos 1920, "Retrato do Brasil" de Paulo Prado, buscava explicar a suposta tend√™ncia nativa ao desvio moral em raz√£o do tipo imoral de europeu que nos colonizou. "No Brasil, logo nos anos que se seguiram ao descobrimento, se fixaram aventureiros em feitorias esparsas pelo litoral. Eram degredados que abandonavam nas costas as primeiras frotas exploradas, ou n√°ufragos, ou gente mais ousada desertando das naus, atra√≠da pela fascina√ß√£o das aventuras. Dessa gente, raros eram de origem superior e passado limpo", escreve Prado. Mais √† frente, intelectuais como Sergio Buarque de Holanda e Raymundo Faoro tamb√©m buscariam em nossa coloniza√ß√£o raz√Ķes para nossos desvios civilizat√≥rios, embora com interpreta√ß√Ķes muito mais robustas. Rejeitado na academia atualmente, o argumento de Prado sobre a degenera√ß√£o e nossa suposta ess√™ncia corrupta por vezes se reproduz no senso comum, sendo tratado como verdade absoluta por grande parte da popula√ß√£o em meio √†s investiga√ß√Ķes da Lava Jato. Se a Beija-Flor foi a porta-bandeira da tese do "Pa√≠s da corrup√ß√£o" na Sapuca√≠, a Para√≠so do Tuiuti alinhou-se com uma interpreta√ß√£o acad√™mica que ganhou for√ßa nas √ļltimas d√©cadas: mais do que a corrup√ß√£o, a preserva√ß√£o do sistema escravista e da superexplora√ß√£o do trabalho √© a principal caracter√≠stica das elites econ√īmicas da Col√īnia e do Imp√©rio. Nas √ļltimas d√©cadas, diversos historiadores buscaram consolidar a escravid√£o como tema definitivo de nossa forma√ß√£o social e cultural, a exemplo de Luiz Felipe de Alencastro, que aborda em "Trato dos Viventes" a constru√ß√£o do imp√©rio ultramarino portugu√™s a partir das redes comerciais no Atl√Ęntico Sul, notadamente √†s do tr√°fico negreiro. Um dos principais cr√≠ticos atuais da tese do "Pa√≠s da corrup√ß√£o", o soci√≥logo Jess√© Souza costuma afirmar que a escravid√£o √© o principal pilar da nossa forma√ß√£o hist√≥rica, e n√£o os desvios √©ticos, comuns a todos os povos. Embora partam de pontos de vista distintos, as abordagens hist√≥ricas das duas escolas tamb√©m se entrecruzam. As alas destinadas a retratar a corrup√ß√£o no in√≠cio do desfile da Beija-Flor d√£o lugar a alegorias e fantasias contra a intoler√Ęncia e o preconceito. Temas como a xenofobia, a discrimina√ß√£o, o femin√≠cidio e a apresenta√ß√£o do carnaval como espa√ßo da reden√ß√£o democr√°tica ganham espa√ßo. O abandono dos filhos "da p√°tria que os pariu", tema do desfile da escola de Nil√≥polis, n√£o √© apenas fruto da corrup√ß√£o, mas tamb√©m das viol√™ncias simb√≥licas contra as minorias. Por outro lado, a corrup√ß√£o n√£o est√° ausente do desfile da Tuiuti. Pelo contr√°rio: enquanto a comiss√£o de frente aborda a escravid√£o, o √ļltimo carro aleg√≥rico a passar pela Sapuca√≠ n√£o traz apenas um vampiro presidente. Rodeado de notas de dinheiro, o sangue-suga est√° a servi√ßo do enriquecimento il√≠cito. O combate √† corrup√ß√£o surge no desfile da Tuiuti n√£o como ponto central de nossa forma√ß√£o hist√≥rica como povo, mas como um discurso muitas vezes utilizado por integrantes da elite, tamb√©m corruptos, para manipular a opini√£o p√ļblica contra seus algozes. A discuss√£o sobre o Brasil estar assentado principalmente na corrup√ß√£o exposta pela Beija-Flor ou na explora√ß√£o denunciada pela Para√≠so do Tuiuti n√£o se encerra em um simp√≥sio de historiadores ou em um desfile de carnaval. O fato de duas escolas terem transformado esse debate em festa e m√ļsica mostra, por√©m, que os problemas do Pa√≠s n√£o s√£o mais adiados para a quarta-feira de cinzas. https://www.cartacapital.com.br/cultura/tuiuti-e-beija-flor-entre-o-pais-da-exploracao-e-o-da-corrupcao
  9. Nooooossaaaa Pessoal do SBT mais extremo era chato mesmo. Me dava melhor com os recordistas,aquela época 2011,ainda existia o projeto "A caminho da liderança"
  10. Todo mundo ficava online até as 00h pra saber a média do dia,depois começava as tretas,o tempo bom.. Única coisa que fazia na vida essa época era programar posts pro meu blog. Alias o plagio sobre o Natelinha e o Planeta TV rolava solto hein
  11. Tinha sim,mais nao lembro @Claah quem era? eu lembro que tinha briga entre TAB x ADB hahahhaha
  12. Eu lembro que a maioria dos blogs tinha TV no nome ou sobrenome,tinha os f√£s clubes lembra? Portal SBTista,SBT f√£,Recordistas,a Globo eu n√£o lembro no momento, tinha um amigo que era dono de um f√£ clube da Band,era fanatico por ela mesmo.
  13. Caramba eu lembro dele,conversava com ele no MSN ainda kkkkkkkkkkkk Você era de qual site Gabriel?
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