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Cupertino

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  1. Que delícia os boys de sunga.
  2. Eduardo e Mônica (2022) — Eu acho que em primeiro lugar devemos sempre exaltar a genialidade do senhor Renato Manfredini Júnior, vulgo Renato Russo, porque afinal de contas ter dois filmes produzidos usando letras das suas músicas como argumento para o desenvolvimento de roteiros é algo para poucos. Tal como me ocorreu em "Faroeste Caboclo" é importante sempre reverenciar o fato de que a Legião Urbana integra o imaginário cultural e agrega à identidade brasiliense. Podemos sentir isso ao longo das tomadas em locações belíssimas da capital federal que é onde a história se desenvolve. Para um filme que conta a história de um casal apaixonado os destaques são totalmente voltados para as atuações da Alice Braga e do Gabriel Leone. Os dois tem muita química juntos e passam o "carisma tímido" das personagens sem que isso recaia em algo insosso ou que nos faça torcer o nariz para um ou para o outro. A beleza de Eduardo e Mônica (e isso vale também para a música) está nos detalhes. E como não poderia deixar de ser em uma balada romântica escrita e ambientada em Brasília, a discussão política está presente de uma maneira séria, mas ao mesmo tempo leve e inteligente. É um bom filme desde que você não vá com as expectativas altas demais. O trailer vende super bem a proposta, mas não vá achando que você estará diante de uma obra magnífica cheia de easter eggs ou que segue cronologicamente o que está escrito na música. O roteiro tem uma dinâmica própria que permite inclusive nos aprofundarmos mais na vida dos dois protagonistas com direito, inclusive, a mini-histórias paralelas.
  3. Um programa de 3h é muito extenso, mas eu colocaria a Claudete nesse programa. Outro nome que serviria como co-apresentadora seria o da Olga Bongiovanni ou eventualmente a Silvia Poppovic. Sei lá, qualquer pessoa que "fale a língua" das mulheres. Daria pra resgatar o quadro de fofocas com a Ofrásia, enfim. Um programa classudo nível TV Gazeta, mas na RedeTV. Audiência a gente sabe que não dá mesmo, mas pelo menos com alguém que venda. A Silvia tem boa relação com a Natura, por exemplo; a Claudete é apadrinhada do Sidney Oliveira; enfim... o Eri Jonhson tem que apelo publicitário? Complicado demais. E o chef da Claudete é bem gente boa também.
  4. Por que não enfiam a Claudete nesse programa meu Deus? Mais um erro mensal da .
  5. Acho que Tempo de Amar foi a última novela das 18h que eu realmente assisti.
  6. Podiam manter os dois. Daria muito dinamismo.
  7. O José Loreto, ao contrário, tá muito bem de Tadeu. Eu não aguento a Dira Paes puxando esse "R" exageradamente. Esse mesmo.
  8. Murilo Benício não tá bem de Tenório. Gosto dele, mas a escalação foi errada.
  9. O Programa dos Anões vai substituir o Casos de Família?
  10. Por sorte tenho HBO Max, mas assistia pelo Prime.
  11. Hoje Pantanal tem que ver os 30
  12. O texto dessa novela é um primor. O diálogo entre Zé Leôncio e Joventino é perfeito.
  13. Batman (2022) — É cobra comendo cobra na sempre chuvosa Gotham City. Trata-se de uma trama em espécie de "efeito dominó" genuinamente inteligente. O filme é tão bom que tem histórias paralelas igualmente envolventes à trama principal. Roteiro excelente. Um thriller/suspense da melhor qualidade e um Batman genuinamente adulto e com todos os dramas controversos do personagem bem explorados à máxima potência. Afinal, não é por acaso que ele leva a alcunha de "vingança" - e a trama explica bem esse apelido. É um filme cru até demais que não faz questão de esconder equívocos - algo difícil de engolir no caso de um herói de histórias em quadrinhos. É uma ode à maldade humana e ao desafio de enfrentá-la com seus trancos e barrancos. Esse filme capta elementos contemporâneos com uma maestria típica dos filmes do homem morcego. Apenas os filmes do Batman, com seus personagens psicologicamente profundos - loucos mesmo - conseguem criar essa atmosfera de distopia genuína, já que o nosso salvador é apenas um cara rico numa cidade grande que não tem nenhum super poder além da intuição (e da grana). É um herói que precisa de ajuda, e isso nos aproxima muito dele. Alguns detalhes precisam ser exaltados: a cena da perseguição é simplesmente uma das melhores e mais convincentes que eu já assisti nesse tipo de longa que é sempre tão inverossímil. É uma tomada visceral, mas acaba se tornando só um bom detalhe diante de tudo aquilo que ainda estaria por vir. Sobre interpretações: a atuação do Colin Farrell, meus amigos, é digna de um Oscar. E a equipe que trabalhou na caracterização dele merece ser premiada igualmente. E eu simplesmente amei o Robert Pattinson como Bruce Wayne e vou passar quantos quilos de pano forem necessários. Ele foi a escolha perfeita para um herói que exige mais lógica e menos músculos - embora ele também os tenha em quantidade mais que suficiente. 5.0/5.0
  14. Particularmente gosto dessa ideia do "Quem Não Viu Vai Ver". É muito melhor que Lassie e Rin Tin Tin.
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