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Abdul

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  1. Em entrevista a Andréia Sadi que irá ao ar neste domingo (7) e teve trechos antecipados pelo G1, ACM Neto, o presidente do DEM, disse que “não está descartado” o apoio de seu partido à reeleição de Jair Bolsonaro em 2022. O ex-prefeito de Salvador acrescentou, porém, que a discussão será feita ao longo de 2021, e a legenda ainda não decidiu se terá candidato próprio ou apoiará algum outro. “O que está descartado, por exemplo: o DEM não vai com nenhuma posição de radicalismo, o Democratas não vai com nenhuma linha de extremismo, nós não vamos numa linha de defender uma candidatura de extrema direita”, afirmou ACM Neto. O presidente do DEM disse ainda que o governo Bolsonaro cometeu “muitos erros” em 2019 e 2020.“Fizeram alguns acertos, mas cometeram muitos erros (…) . A pergunta é: o governo vai se arrumar, vão ajustar o tom, eles vão ter uma linha política diferente daquela que tiveram até agora?” “Se eu lhe disser está descartado [o apoio ao presidente], eu estou me antecipando ao conjunto do meu partido. Então, respondendo objetivamente, não está descartado.” https://www.oantagonista.com/brasil/acm-neto-se-diz-contra-extremismo-mas-nao-descarta-apoio-a-bolsonaro-em-2022/
  2. Já tem muito tempo esse bloqueio. Foi determinação do STF, assim como foram bloqueados Allan dos Santos, Roberto Jefferson e outros.
  3. Rodrigo Constantino foi recontratado pela Jovem Pan nessa segunda-feira (4). O colunista, que havia sido demitido em novembro do ano passado após um comentário polêmico, voltará à rádio na próxima segunda-feira (11), no programa ‘Pingos nos Is’, cobrindo férias de Augusto Nunes e José Maria Trindade. As informações foram divulgadas pelo colunista Flávio Ricco. Rodrigo deixou a Jovem Pan após afirmar que não denunciaria possíveis estupradores da sua filha, dependendo dos fatos do suposto episódio. Após uma série de críticas, principalmente nas redes sociais, a rádio opto pelo desligamento do colunista. Na ocasião, Constantino chegou a desabafar no Twitter: “Vocês venceram uma batalha, parabéns! A pressão foi tão grande sobre a Jovem Pan, distorcendo claramente minha fala, que não resistiram. Não os culpo. É do jogo. Quem me conhece e quem viu de fato sabe que eu jamais faria apologia ao estupro! Mas desde já estou fora da Jovem Pan”. Além da Jovem Pan, o comentarista político foi demitido de outros três veículos: Grupo Record, Rádio Guaíba e Correio do Povo. Pouco tempo depois, chegou a ser contratado pela RedeTV!. Https://istoe.com.br/apos-demissao-polemica-rodrigo-constantino-e-recontratado-pela-jovem-pan/
  4. Tabata Amaral deve perder votos de eleitores mais a esquerda mas pode recuperar com os mais centristas Eduardo Bolsonaro 1.843.735 não terá mais de 1000000 Não deverão se reeleger: Luiz Miranda DEM-DF Sheridan PSDB-RR Alexandre Frota PSDB-SP Jandira Feghali PCdoB-RJ e Benedita da Silva PT-RJ podem perder votos para deputadas mais jovens do PSOL Ala bivarista do PSL: Profª Dayanne Pimentel (BA) Heitor Freire (CE) Julian Lemos (PB) Delegado Pablo (AM) Delegado Marcelo Freitas (MG) Sgtº Gurgel (RJ) Júnior Bozella (SP) Nicoleti (RR) Charles Evangelista (MG) Abou Ani (SP) Fábio Schiochet (SC) Felipe Francischini (PR) - deve ser reeleito com menos da metade dos votos Delegado Antônio Furtado (RJ) Joice Hasselmann (SP) - pode ser reeleita com menos de 10% dos votos Delegado Waldir (GO) - pode se reeleito mas deverá ter menos votos Delegado Felício Laterça (RJ) Lorival Gomes (RJ) Luciano Bivar (PE) Nereu Crispim (RS) Governador: Moisés PSL(SC) Senadores que devem perder: Acir Gurgacz PDT-RO Telmário Mota PROS-RR Dario Berger MDB-SC Rose de Freitas PODE-ES Roberto Rocha PSDB-MA deve perder para algum aliado de Flávio Dino Senadores vulneráveis: Kátia Abreu PP-TO José Serra PSDB-SP Fernando Bezerra MDB-PE líder do governo Bolsonaro no senado Fernando Collor PROS-AL Tasso Jereissati PSDB-CE dependerá do apoio do grupo de Ciro Gomes Romário PODE-RJ
  5. Pesquisa Datafolha divulgada neste domingo (13) pelo jornal "Folha de S.Paulo" mostra que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) manteve sua melhor avaliação desde o início do mandato. Os percentuais da pesquisa são: Ótimo/bom: 37% Regular: 29% Ruim/péssimo: 32% Não sabe/não respondeu: 3% A pesquisa Datafolha foi realizada dos dias 8 a 10 de dezembro, com 2.016 brasileiros, por telefone. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Em razão de arredondamentos, a soma dos percentuais resulta em mais de 100%. A taxa de aprovação de 37% é a mesma da última pesquisa, de agosto, e é a maior já registrada desde o início do mandato de Bolsonaro. Nas pesquisas anteriores, os resultados foram: 11 e 12 de agosto: Ótimo/bom: 37%; Regular: 27%; Ruim/péssimo: 34%; NS/NR: 1% 23 e 24 de junho: Ótimo/bom: 32%; Regular: 23%; Ruim/péssimo: 44%; NS/NR: 1% 25 e 26 de maio: Ótimo/bom: 33%; Regular: 22%; Ruim/péssimo: 43%; NS/NR: 2% abril de 2020: Ótimo/bom: 33%; Regular: 26%; Ruim/péssimo: 38%; NS/NR: 3% 2 e 3 de abril de 2019: Ótimo/bom: 32%; Regular: 33%; Ruim/péssimo: 30%; NS/NR: 3% Comparação com outros presidentes O índice registrado por Bolsonaro é menor, porém, que o de seus antecessores eleitos no 1º mandato. Apenas Collor tinha uma avaliação mais baixa no mesmo período de governo. Temer, vice de Dilma, e Itamar Franco, vice de Collor, que assumiram no meio do governo, também apresentaram um percentual menor após quase dois anos no cargo. Veja os resultados do instituto para os outros presidentes da República (com 1 ano e 11 meses no cargo): https://g1.globo.com/google/amp/politica/noticia/2020/12/13/datafolha-aprovacao-de-bolsonaro-se-mantem-em-37percent-reprovacao-e-de-32percent.ghtml
  6. O juiz Henrique Pita Duarte, do Tribunal de Justiça de Alagoas, absolveu sumariamente o deputado federal Arthur Lira das acusações de que ele teria chefiado um esquema de rachadinhas quando deputado estadual, entre 2001 e 2007. A sentença foi preferida no fim da tarde desta quinta-feira (3). Lira respondia por peculato (desvio de dinheiro público). O juiz não só absolveu o deputado como decretou a nulidade de todas as provas que deram base à denúncia, entendendo que houve coleta de evidências em instância incompetente e “violação de direitos e inobservância de regras legais e constitucionais”. A decisão que absolve Lira e liquida as provas colhidas até agora foi dada no momento em que o deputado entrou no foco do noticiário e viu essas acusações ganharem espaço. Anteontem, o jornal Estado de S. Paulo divulgou trechos da denúncia invalidada nesta quinta pelo juiz de Alagoas, atribuindo ao deputado desvios da ordem de R$ 1,3 milhão. As acusações levaram à deflagração, em 2007, da Operação Taturama, que atingiu uma série de políticos do estado de Alagoas. A denúncia contra Lira pedia sua condenação por peculato, a proibição do exercício de função pública e ainda pagamento de indenização por dano moral coletivo. A decisão de Carlos Henrique Pita Duarte produzirá impacto político. Lira é pré-candidato à Presidência da Câmara e é hoje o principal adversário do atual comandante da Casa, Rodrigo Maia. As acusações de que ele chefiou um esquema de desvios na Assembleia Legislativa o assombraram por anos e chegaram a ser enviadas ao Supremo Tribunal Federal, onde dormitaram sob relatoria da ministra Rosa Weber. Quando o STF decidiu mudar as regras do foro privilegiado, tirando a prerrogativa de casos que não tivessem relação com mandato exercido no Congresso Nacional, a ação penal contra Lira baixou à primeira instância, que agora, após anos, decidiu pela anulação da denúncia e a absolvição do deputado. O juiz acolheu argumento da defesa de Lira, que afirmou que as evidências colhidas por ordem da Justiça Federal deveriam ser invalidadas, por não respeitaram as regras do foro. Além do deputado, são citados no caso integrantes do Tribunal de Contas do Estado, por exemplo, o que deveria ter levado a ação ao Superior Tribunal de Justiça. A defesa do deputado, segundo consta na sentença à qual a CNN teve acesso, também afirma que a Procuradoria prorrogou a investigação por anos, sem justa causa. No mérito, Lira sempre negou as acusações. https://www.cnnbrasil.com.br/politica/2020/12/04/juiz-absolve-sumariamente-arthur-lira-de-comandar-rachadinha-em-alagoas
  7. O eurodeputado Jószef Szájer, aliado do governo conservador de Viktor Orbán na Hungria, renunciou ao cargo após ser flagrado no que foi descrito como uma orgia de 25 homens em Bruxelas, quebrando as regras de isolamento da Covid-19, informa o site Politico. Segundo o jornal belga La Dernière Heure, chamada após denúncias de “perturbação noturna”, a polícia entrou no primeiro andar de um prédio na capital da Bélgica e encontrou 25 homens nus, incluindo Szájer e alguns diplomatas. A Promotoria belga afirma que o eurodeputado pulou por uma janela do prédio e foi detido quando “fugia pela sarjeta” As autoridades disseram ainda ter encontrado drogas na bolsa de Szájer, que negou tê-las usado e alegou que participava de uma “festa privada”. O Times londrino lembra que o governo Orbán restringiu os direitos LGBTQ na Hungria, e Szájer, que liderou o Fidesz –partido do primeiro-ministro– no Parlamento Europeu, ajudou a reescrever a Constituição húngara para “proteger a instituição do casamento como a união de um homem e uma mulher”. https://www.oantagonista.com/mundo/eurodeputado-conservador-renuncia-apos-ser-preso-em-orgia-gay/
  8. A Polícia Civil do Ceará prendeu na manhã deste sábado em Caucaia, na Grande Fortaleza, Miguel Carolino de Amorim, irmão do prefeito e candidato à reeleição Naumi Amorim (PSD). De acordo com a Secretaria da Segurança Pública, os policiais abordaram um grupo de apoiadores do candidato em um carro no Bairro Parque Potira. No veículo, os policiais encontraram sacos de dinheiro com aproximadamente R$ 1 milhão. O valor seria usado para a compra de votos. Parte do montante foi encontrado dentro da cueca do irmão do prefeito. https://www.oantagonista.com/brasil/no-ceara-irmao-de-prefeito-e-preso-com-dinheiro-na-cueca/
  9. O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, criticou publicamente nesta quinta-feira seu colega de ministério Luiz Eduardo Ramos, da Secretaria de Governo. Em publicação no Twitter, Salles marcou Ramos e criticou o que chamou de "postura de #mariafofoca". O ministro do Meio Ambiente ganhou o apoio de bolsonaristas, como o deputado federal Filipe Barros (PSL-PR) e o empresário Otávio Fakhoury. Em sua publicação, Salles citou que a colunista Bela Megale, do GLOBO, afirmou que ele "esticou a corda" com a ala militar do governo ao anunciar que o Ibama suspenderia as atividades de combate a incêndios florestais em todo o Brasil. A publicação foi compartilhada por Filipe Barros, que disse concordar "100%" com Salles e publicou a hashtag #ChegaDeMariaFofoca, que está sendo utilizada por outros bolsonaristas. Otávio Fakhoury também replicou a postagem e disse que "está mais do que na hora de considerar mudanças ministeriais". https://www.blogs.oglobo.globo.com/sonar-a-escuta-das-redes/post/amp/salles-chama-ministro-ramos-de-maria-fofoca-e-ganha-apoio-de-bolsonaristas-nas-redes.html
  10. O governador de Santa Catarina, Carlos Moisés (PSL), é alvo de um mandado de busca e apreensão hoje em investigação do MPF (Ministério Público Federal) sobre supostos desvios em contratos relacionados à Saúde. Além do governador, mais dois ex-integrantes do governo catarinense também tiveram mandados de busca autorizados contra eles pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça). Moisés tem atualmente dois processos de impeachment contra ele aprovados na Alesc (Assembleia Legislativa de Santa Catarina). Um deles é justamente pela suspeita de desvios que motivou a busca realizada pela Polícia Federal hoje. Segundo o MPF, o governador teria participação na compra emergencial de 200 respiradores pulmonares por causa da pandemia do novo coronavírus. A aquisição, no valor de R$ 33 milhões, foi feita junto à uma empresa particular e tem seu contrato sob suspeita pelas investigações. Os respiradores nunca foram entregues e o caso já motivou a saída dos secretários estaduais da Saúde e da Casa Civil. As buscas de hoje são cumpridas pela PF (Polícia Federal) com a ajuda de 30 agentes da corporação. No total, são cumpridos cinco mandados expedidos pelo STJ. A operação foi chamada de Pleumon e dá sequência à Operação O2, realizada ainda em maio dentro da mesma investigação. São investigados os crimes de fraude à licitação, peculato, corrupção, concussão, organização criminosa e lavagem de dinheiro. https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2020/09/30/governador-de-sc-e-alvo-de-mandados-de-buscas-por-suspeita-de-desvios.amp.htm
  11. Aliados em comum de Jair Bolsonaro e Marcelo Bretas intensificaram nos últimos dias o lobby para que o presidente indique o juiz federal para a vaga do ministro Celso de Mello no Supremo Tribunal Federal (STF). Essa articulação aumentou principalmente após o decano da corte anunciar, na última sexta-feira (25), que antecipará sua aposentadoria de 1º de novembro para 13 de outubro deste ano. Aliados em comum de Bretas e Bolsonaro tentam articular um encontro entre o magistrado e o presidente para as próximas duas semanas. O movimento inclui senadores e auxiliares presidenciais. O nome de Bretas agrada lideranças evangélicas – o magistrado é evangélico – e a alguns integrantes do clã Bolsonaro. Nas últimas semanas, o juiz foi punido por participar de eventos políticos ao lado do presidente. https://www.cnnbrasil.com.br/politica/2020/09/28/de-olho-no-stf-aliados-articulam-encontro-entre-bretas-e-bolsonaro
  12. Quando dividida por regiões do país, a nova pesquisa CNI-Ibope mostra que o aumento da avaliação positiva do governo de Jair Bolsonaro foi maior no Nordeste e no Sul. Hoje, 33% no Nordeste avaliam o governo Bolsonaro como ótimo ou bom –alta de 12 pontos percentuais em relação ao levantamento anterior, de dezembro de 2019. No Sul, a aprovação subiu 16 pontos, de 36% para 52%. O Nordeste, porém, ainda é a região brasileira com menor apoio ao presidente: além de 33% avaliarem seu governo como ótimo ou bom, 40% dizem confiar em Bolsonaro e 45% aprovam sua maneira de governar. A aprovação da maneira de governar do presidente –segundo o Ibope, um quesito diferente da “avaliação do governo”– é de 47% no Sudeste, 57% no Norte e Centro-Oeste e 63% no Sul do país. https://www.oantagonista.com/brasil/popularidade-de-bolsonaro-cresce-mais-no-nordeste-mas-ainda-e-regiao-com-menor-apoio/?oam
  13. O Solidariedade, de Paulinho da Força, vai anunciar apoio à pré-candidatura de Márcio França, do PSB, à prefeitura de São Paulo, informa o Estadão. A aliança poderá concentrar cerca de cinco minutos de tempo de televisão —a divisão ainda não foi anunciada pela Justiça Eleitoral. O partido admite que Marta Suplicy pode deixar a sigla a fim de se manter imparcial na disputa ou de anunciar seu apoio à reeleição do atual prefeito, o tucano Bruno Covas. https://www.oantagonista.com/brasil/eleicoes-2020-solidariedade-apoiara-franca-em-sp-e-marta-pode-deixar-partido/
  14. A bancada do Podemos no Senado cresceu: Flávio Arns decidiu trocar a Rede pelo partido liderado por Alvaro Dias — o senador vinha sendo cortejado desde o segundo semestre do ano passado, como O Antagonista antecipou. Com isso, o Podemos passar a ter 11 senadores e se consolida como terceira maior bancada do Senado, atrás somente do PSD (12) e do MDB (13). A Rede, por sua vez, terá apenas dois representantes: Randolfe Rodrigues e Fabiano Contarato https://www.oantagonista.com/brasil/podemos-ganha-mais-um-senador/
  15. Por 6 votos a 1, o Tribunal Superior Eleitoral rejeitou a possibilidade de cassar políticos por abuso de poder religioso. A tese foi levada ao tribunal pelo Ministério Público, alegando que pedidos de votos nas igrejas podem ser punidos com a perda do mandato. Votaram contra a cassação por abuso religioso os ministros Alexandre de Moraes, Tarcísio Vieira, Og Fernandes, Luís Felipe Salomão, Sérgio Banhos e Luís Roberto Barroso. O único a votar a favor foi Edson Fachin. Último a votar no julgamento, Barroso afirmou que a lei eleitoral proíbe que igrejas financiem campanhas e que a propaganda eleitoral seja realizada dentro dos templos. Com base nessas duas regras, afirmou que a legislação previu a possibilidade de abuso do poder religioso. Ele, no entanto, não aderiu à posição de Edson Fachin por entender que, no caso concreto analisado pelo TSE, não havia provas de abuso. “Que há abuso, eu não tenho dúvida. Se esse tipo de abuso deve ou não ser enfrentado no âmbito do direito eleitoral é uma questão que acho e talvez deva ser considerada, mas em outras circunstâncias. As circunstâncias desse caso concreto não permitem uma discussão com base fática em nenhum desses pontos. Porque não houve doação por entidade religiosa nem houve propaganda no âmbito de templo, nem tampouco conduta que sequer em tese pudesse ser equiparada a abuso de autoridade”, disse Barroso. Os ministros julgaram a vereadora de Luziânia (GO) Valdirene Tavares (Republicanos), que, em 2016, pediu apoio a jovens de uma igreja para continuar seu trabalho na Câmara Municipal. Todos os ministros rejeitaram qualquer punição, porque não houve pedido expresso de votos. https://www.oantagonista.com/brasil/6-x-1-tse-rejeita-cassacao-de-mandatos-por-abuso-religioso/
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