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rodrigodga

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  1. 98 milhões de chineses moram fora da China. 4 milhões de brasileiros moram do Brasil. Mesmo quando se considera a população da China, lá existe 1 chinês morando fora pra cada 14 chineses na China. No Brasil, essa proporção é de 1 brasileiro morando fora pra 53 morando no Brasil. Tem que ter cuidado pra não ficar disseminando fake news com o objetivo de defender ditaduras.
  2. Mas o povo daqui jurou que o Lula não seria atacado porque os outros candidatos vão ficar brigando um com o outro e que o antipetismo morreu. Só diga uma coisa: sonha, bebê
  3. Antibolsonarismo não faz sentido num cenário onde o Bolsonaro não concorre à eleição. E essa é justamente a questão. A "melhora de imagem" do Lula é em grande parte pelo fato dele ser a encarnação do antibolsonarismo mais tangível pra maioria das pessoas. É o político que elas (99% da população) conhecem e que pode tirar o Bolsonaro do poder. Só que isso evapora da noite pro dia a partir do simples momento em que o Bolsonaro resolver não concorrer. Perde completamente o sentido. Puft! E aí o foco total passa a ser os esquemas de corrupção criados no governo Lula. Concordo que uma parcela da população, os mais pobres principalmente, tem uma boa lembrança do governo Lula e não conseguem entender que ele é o responsável direto pelos problemas ocorridos no governo Dilma. Isso ajuda o Lula, claro, mas essa população em sua maioria já vota no PT. Em contrapartida, boa parte da classe-média apoiou o impeachment da Dilma e apoiou a prisão do Lula. Gente como eu, por exemplo, que votou na Dilma em 2010, antes de saber da profundidade do esquema de corrupção criado pelo PT e que só foi revelado na Lava-Jato. Como eu já disse, o PT não tem mais 800 milhões de reais e nem um João Santana pra fazer uma mega campanha tentando vender um Lula ex-presidiario mais palatável pra classe-média. Do lado do Bolsonaro o Lula pode até parecer moderado, mas e sem o Bolsonaro? O Lula tem um piso de uns 30% do eleitorado contando a forte votação no nordeste. É o suficiente pra levar ele pro segundo turno? Sim, claro. É o suficiente pra vencer o segundo turno? Não sei... A ver...
  4. Eu acho que você não tem noção de que existem 148 milhões de eleitores no Brasil e que nem todos eles se concentram no interior do nordeste. Então, enquanto a o seu João e a Dona Maria em Currais Novos - RN votaram no PT em 2018, a 153 km dali, em Natal, capital do estado, a população rejeitou o PT e elegeu o Bolsonaro. Mas os Joãos e Marias que moram em Natal não importam. Só importa os que moram em Currais Novos.
  5. 1 - Quem quiser herdar os votos do Bolsonaro, vai precisar ser antipetista. No mínimo quase metade do Brasil rejeita o PT (senão não teriam votado no Bolsonaro) e é muito fácil bater num partido que teve como prática constante a corrupção e foi responsável pela crise que estamos desde 2014. É ilusão acreditar que os candidatos simplesmente vão ignorar essa metade do eleitorado que rejeita o PT. Em 2018 o Bolsonaro concorreu com Marina, Alckimin, Ciro, etc. Mas os ataques dele eram no PT, só no PT. Tanto é que o Haddad teve que esconder o Lula e o PT no segundo turno da eleição. Achar que o PT não vai ser atacado numa eleição é simplesmente subestimar muito o quão negativa é a imagem desse partido no restante do Brasil, fora do nordeste.
  6. Não é questão de quem pensa o quê e sim uma questão de números. Mesmo essas pesquisas que erraram muito em 2018 e favorecem o Lula, mostram que ele tem pelo menos 38% de rejeição. Sendo que ele nem sequer é presidente há 11 anos. Se ele começar a ser atacado numa campanha, essa rejeição pode subir muito ainda. Diminuir rejeição é que é difícil, aumentar é fácil. Sem Bolsonaro, Lula vira o principal alvo de ataques. E não vai ter mais um Duda Mendonça / João Santana comandando campanha de 800 milhões de reais. Os candidatos que quiserem crescer vão precisar atacar ele. É capaz da rejeição chegar até o quê, uns 50%? Aí vai depender e muito dele enfrentar alguém com mais rejeição do que ele no segundo turno. A questão não é quem teria mais votos pra ganhar do Lula. A questão é quem teria menos rejeição do que o Lula porque é assim que você ganha um segundo turno. E ter menos de 38% de rejeição (segundo o último Datafolha) não é nada difícil. Na realidade, só o Bolsonaro mesmo que consegue. Num cenário desses, até mesmo o Ciro Gomes, de quem eu pessoalmente não gosto nada, acaba tendo chances.
  7. Qualquer um. Bolsonaro tem muita rejeição e teve muito voto nulo/branco em 2018 justamente porque as 2 opções eram péssimas. Só de ter alguém moderado e com baixa rejeição, já se torna favorito pra receber esses votos.
  8. Eu não sei se é memória seletiva, desconhecimento, ou o quê mas... A tática do PT sempre foi o "nós contra eles" 15/10/2009 Lula diz que eleição de 2010 será nós contra eles https://www.estadao.com.br/noticias/geral,lula-diz-que-eleicao-de-2010-sera-nos-contra-eles,451113 Quem diria que uma simples e demagógica afirmação, do tipo “nós contra eles”, feita em diversas ocasiões pelo ex-presidente Lula, na tentativa de mostrar uma pretensa superioridade de seu governo em relação aos seus antecessores, fosse capaz, tempos depois, de manter a divisão, de um país continental como o Brasil, a ponto de dividi-lo ao meio Com certeza, nem seu propagador sabia, ao certo, o alcance que teria seu bordão irresponsável e tão pouco fazia ideia dos estragos que provocaria no seio da Nação. Curiosamente, o bordão “nós contra eles”, que a princípio servia como uma espécie de divisor ideológico, separando o que seria uma esquerda de uma direita, foi, após a sequência de escândalos que vieram à tona com as investigações da Polícia Federal e do Ministério Público, tomando outro significado mais ao gosto e ao julgamento popular. Nesse sentido, a tão repetida frase que antes indicava os escolhidos versus os rejeitados do poder, hoje adquiriu um sentido muito mais prático, indicando apenas as duas alas em que se dividiu o país, a população e principalmente suas instituições contra e a favor do antigo status quo. Hoje, essa distinção revela de forma nítida, os contrastes existentes entre a sombra e a luz, definindo e separando o desejo de boa parte da população por um país mais justo daquela pequena e raivosa parte que insiste no atraso e na ilusão. Em sentido mais direto, o que se pode afirmar é que o “nós contra eles”, ao impregnar inclusive muitas instituições do Estado, desse mesmo ranço divisionista, foi capaz de mostrar ao público quem realmente está do lado da lei e da ética e quem insiste em proteger e acobertar irregularidades quando praticadas sob bandeira política. A duras penas, a população vai aprendendo que, quando o assunto é corrupção e malversação dos recursos públicos, matizes políticos pouco importa. Rouba-se tanto com a mão esquerda como com a direita. O que não se pode tolerar mais é que instituições que teriam, como seu principal mister, a confecção e a preservação das leis, passem a buscar nas filigranas jurídicas e nos arremedos de projetos, brechas que permitam a volta ao passado, quando o País era dividido entre a elite dirigente e o restante da sociedade. https://blogs.correiobraziliense.com.br/aricunha/nos-contra-eles-ou-eles-contra-nos/
  9. Olha o perfil do Bolsonaro. Você acha que Bolsonaro quer liderar uma revolução no país? Olha as coisas com que ele se preocupa... Só assuntos irrelevantes pro país. O fato de insistir na cloroquina a essa altura é o maior exemplo disso. Ele é tiozão do Zap e a preocupação maior dele é proteger os filhos e a si próprio. Se a merda ficar séria e o Bolsonaro tiver chances de ser preso, ele recua na hora e faz acordo com o centrão. Como já fez pra indicar o Kassio Nunes pro STF ou o Marcelo Aras pra PGR.
  10. https://g1.globo.com/mundo/noticia/2021/03/02/saiba-quem-e-nayib-bukele-o-presidente-da-geracao-y-que-deve-mandar-ate-no-judiciario-em-el-salvador.ghtml
  11. Por enquanto, muito mal. Faltou uma Jojô pra carregar a edição nas costas.
  12. Eu não sei onde o Dória sabe debater, ele é justamente péssimo nisso. Várias vezes foi jantado por bolsonaristas por justamente não saber o que falar. Maior exemplo foi quando divulgou pra Deus e o mundo que a Coronavac tinha 100% de eficácia contra mortes, o que acabou se provando totalmente falso e virou arma pra bolsonarista difamar não só a Coronavac, mas como todas as vacinas. A aposta dele era a Coronavac. Com o fracasso que acabou sendo essa vacina, ele perdeu o sentido de existir. E a imensa maioria da população se vacinou com a AstraZeneca ou Pfizer Mas mesmo que fosse verdade, reverter rejeição é algo quase impossível. E o Dória conseguiu ser rejeitado tanto pela esquerda, quanto pela direita. Pra alguém ter chances de segundo turno, tem que roubar muitos votos de possíveis bolsonaristas, coisa que o Dória não vai conseguir por ter despertado a ira dessa gente. E os números de São Paulo na pandemia também não ajudam a vender as medidas que ele tomou durantes os lockdown. A própria aprovação no estado que ele governa comprova isso. Ele dificilmente seria reeleito governador, qual o sentido de tentar concorrer a presidente? Ele não tem palanque nos maiores colégios eleitorais. Aqui no Rio, o Eduardo Paes não gosta dele. Em Minas, o Zema deve promover o candidato do Novo, mas deixar uma portinha aberta pro Bolsozema. Na Bahia, o ACM Neto que era próximo do Dória já foi pro outro lado e agora está com o Bolsonaro. Não há caminho viável pro governador de São Paulo. Não que seja fácil pro Eduardo Leite, mas pelo menos existe uma chance. É muito mais fácil você fazer alguém desconhecido se tornar conhecido do que fazer uma pessoa conhecida e rejeitada deixar de ser rejeitada, vide as últimas eleições pra presidente/governador. E o foco tem que ser roubar votos do Bolsonaro, roubar votos se baseando no antipetismo. Deixar claro que se Bolsonaro for pro segundo turno, serão mais 4 (senão 8) anos de PT no poder. O inimigo não é o Bolsonaro, porque o Bolsonaro não lidera as pesquisas nem de longe. O inimigo é o Lula.
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