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mih

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  1. Ué, Waddington deveria saber que só a forma é incapaz de gerar uma construção arrojada. Não há como exigir algo inovador em um remake, é um paradoxo. Ainda que remodelado, o núcleo duro da história continua sendo o mesmo criado no século passado. As novelas (e o audiovisual em geral) atualmente se importam muito com a forma, mas não com o conteúdo, e acho que esse é o motivo para tanta superficialidade e ausência de conexão com o público. Sem criação genuína, ou seja, sem conteúdo, a forma é só casca.
  2. É pra não “ofender” os sentimentos das pessoas que não podem lidar com a mais importante telenovela do século XXI. Se quiser se aprofundar, pesquise por Síndrome da Papoula Alta e aplique o conceito à obra.
  3. Usaram Experience do Ludovico Einaudi de novo, já não basta o que fizeram com essa canção em Onde Está Meu Coração… E eu não aguento a gestão de talentos do novo movimento (branding) de administração que propagandeia que todos os colaboradores são importantes historicamente. Se toda novela fez história, nenhuma novela fez história. Se todos os atores fizeram história, nenhum ator fez história.
  4. A versão “Vale a Pena Ver de Novo” já traz o Petruchio sozinho na capa.
  5. A subordinação é um dos requisitos da relação entre empregado e empregador, uma vez que este possui poder diretivo (no geral, poder de dar ordens) sobre aquele, que deve cumprir o estabelecido. Obviamente isso não inclui se submeter a abuso, assédio ou qualquer tipo de ilegalidade. E pelo que Waddington afirma, a relação entre a atriz e a empresa estava, para fins trabalhistas, dentro do que é considerado legal. Sinto por Camila, que ainda vai conviver com bastante “jornalista” surfando na situação e atribuindo a ela mais culpa do que merece, mas acredito que o erro partiu de quem gerencia sua carreira, é com essa galera que ela deveria se preocupar.
  6. Postaram ontem, aqui (https://observatoriodatv.uol.com.br/colunas/andre-romano/alem-de-selton-mello-descubra-quem-sao-os-atores-indicados-para-o-trofeu-domingao-melhores-do-ano) e aqui (https://observatoriodatv.uol.com.br/colunas/andre-romano/alem-de-regina-case-veja-quem-sao-as-atrizes-indicadas-para-o-trofeu-domingao-melhores-do-ano). Parece fazer sentido. Se for real, senti falta da Tais na categoria de atriz e achei que Regina viria em personagem.
  7. Por isso que, ao contrário do que a maioria pensa aqui, acredito que a escolha de O Cravo e a Rosa não deve ter se baseado no prestígio de Walcyr. Dele, a maior audiência do horário das 18h é de fato Alma Gêmea, que só teve uma reprise, e, portanto, seria ideal para ser exibida na televisão aberta atualmente, mas não para abrir uma nova faixa de novelas com características específicas. Para inaugurar uma faixa assim, penso que seja necessário, além de sucesso de público, importância histórica e elenco de peso. O Cravo e a Rosa, Chocolate com Pimenta e Alma Gêmea, a trindade do autor no horário, praticamente se equiparam em relação aos dois primeiros requisitos, mas O Cravo possui elenco superior, com destaque óbvio para a Adriana. A Globo tem deixado claríssimo, diante de tantas homenagens à atriz nos mais diversos programas da casa ao longo deste ano, de Mais Você a Altas Horas, que ela é seu principal nome. Se isso não fizesse sentido, Mulheres de Areia, talvez a mais clássica novela do horário das 18h, com Gloria, seria a escolhida.
  8. No dia 21 de dezembro a telenovela brasileira completa 70 anos. O Cravo e a Rosa vai estrear ainda em dezembro a fim de fazer parte das comemorações, já que é um dos maiores clássicos do gênero, tornando-se, inclusive, o primeiro folhetim a possuir três reprises na TV Globo.
  9. Quero viver pra entender o motivo das pessoas em geral serem tão ignorantes em relação ao trabalho dela ou mesmo terem tanta raiva do prestígio que ela conquistou, o que inclui o fenômeno Carminha. Muitas vezes sinto que ela incomoda porque julgam que o lugar que ela ocupa não deveria ser dela, como se entendessem que ela deve algo a alguém, a alguma atriz.
  10. O Walcyr ama a Adriana Esteves, há inúmeras postagens carinhosas dele para ela, seja no Twitter ou no Instagram (a última foi no aniversário dela, há quase um ano), que ela nem pode ver, uma vez que não possui rede social, e isso só demonstra ainda mais respeito dele para com ela, e eu acredito que seja recíproco. A carreira da Adriana é notoriamente marcada pela diversidade, já que ela não costuma trabalhar mais do que duas vezes com um(a) mesmo(a) autor(a), a exceção fica por conta de Aguinaldo Silva. Então o fato de que ela não trabalha há 10 anos com Walcyr não é um indicativo de que haja uma rusga entre os dois, mas apenas de que eles estão artisticamente em lugares diferentes. O próximo trabalho dela na televisão é uma série, por exemplo.
  11. Saudade dos textos inteligentes do Lombardi e do Falabella. Saudade de uma direção que entendia a linguagem do(a) autor(a) e que, por isso, conseguia acertar até na escolha da trilha sonora. Som não conecta pessoas emocionalmente se não estiver em profundo equilíbrio com a ação na tela. Um exemplo dessa desconexão, inclusive, e que nada tem a ver com esta novela, é verdade, é a recente Onde Está Meu Coração.
  12. Exatamente! Dão como certo que ela vai substituir O Beijo do Vampiro no novo horário, mas faz mais sentido que ela venha em um dos três horários principais, acredito que até mesmo substituindo Amor com Amor se Paga, em maio. Ano que vem Coração de Estudante faz 20 anos e, além disso, tem Adriana Esteves (como vilã, a única dela fora do horário nobre) no elenco.
  13. Carminha, a maior do século, amo! Será que Coração de Estudante vem aí no Viva? A novela apareceu do nada justamente no momento em que o canal foi mencionado… 🤔
  14. Porque há atores e atrizes que são formados para serem astros e estrelas. Por apresentarem atributos como beleza, carisma, capacidade para lidar com a carga de trabalho e bom nível de habilidade comunicativa e de atuação (geralmente demonstram atuação naturalista e limpa, ou seja, sem grande profundidade, mas capaz de preencher as necessidades dramáticas dos produtos audiovisuais tradicionais/cotidianos) eles se tornam marcas seguras e confiáveis para a emissora.
  15. Ela diz que aprendeu com o trabalho, não com as críticas, que, na conversa atual, ela nem menciona. É uma pena que a Folha faça uso de uma manchete que não corresponde ao teor substancial do que a entrevistada diz.
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