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PNT: Game dos Clones (06/11)


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PNT 6,8
São Paulo 9,2
Rio de Janeiro 8,0
Porto Alegre 4,1
Belo Horizonte 6,3
Curitiba 5,2
Brasília 3,8
Florianópolis 4,1
Campinas 3,9
Goiânia 5,6
Fortaleza 4,7
Recife 4,7
Salvador 4,8
Belém 7,8
Manaus 6,0
Vitória 6,9

 

https://www.kantaribopemedia.com/dados-de-audiencia-nas-15-pracas-regulares-com-base-no-ranking-consolidado-02-11-a-08-11-2020/

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21 minutos atrás, rodrigodga disse:

São Paulo 9,2

PNT 6,8

 

Por isso que não dá pra se basear só na audiência de SP pra saber se um programa é sucesso ou não. E olha que ainda deu 8,0 no Rio, que representa 18% do PNT.

A questão não é essa. É que a medição do Ibope não tem como objetivo central mensurar o tamanho da audiência em si, mas as qualidades da audiência para fins comerciais. Não é uma leitura fria de números.

 

São Paulo é a capital mais plural e numerosa do país, por isso o espelho comercial da publicidade e comunicação é lá. Se fosse levar em consideração o PNT, muitas leituras comerciais jamais bateriam com a realidade. Não haveria ponderação lógica para tal.

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5 minutos atrás, Gorglor disse:

A questão não é essa. É que a medição do Ibope não tem como objetivo central mensurar o tamanho da audiência em si, mas as qualidades da audiência para fins comerciais. Não é uma leitura fria de números.

 

São Paulo é a capital mais plural e numerosa do país, por isso o espelho comercial da publicidade e comunicação é lá. Se fosse levar em consideração o PNT, muitas leituras comerciais jamais bateriam com a realidade. Não haveria ponderação lógica para tal.

 

O que você diz de qualidade de audiência é a análise por segmento, correto? Só que os segmentos representam uma parte da amostra. Por exemplo, se for pegar só o público masculino entre 18 e 49 anos, você já diminui e muito a quantidade de amostras numa praça como São Paulo o que torna teus dados menos confiáveis do que o geral. Nesse caso, ter mais amostras (ou seja, mais praças) torna a interferência de outsiders menor e a sua estatística mais próxima da realidade. Tanto é que quando se faz modelo de regressão estatística e não passa no teste de heteroscedasticidade, o que você precisa fazer é adicionar mais amostras.

 

É justamente na análise segmentada que é essencial se usar o PNT. Um dia de chuva em São Paulo, com share mais alto, causaria uma perturbação muito grande no modelo estatístico ao longo de uma semana, por exemplo.

 

 

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5 horas atrás, rodrigodga disse:

 

O que você diz de qualidade de audiência é a análise por segmento, correto? Só que os segmentos representam uma parte da amostra. Por exemplo, se for pegar só o público masculino entre 18 e 49 anos, você já diminui e muito a quantidade de amostras numa praça como São Paulo o que torna teus dados menos confiáveis do que o geral. Nesse caso, ter mais amostras (ou seja, mais praças) torna a interferência de outsiders menor e a sua estatística mais próxima da realidade. Tanto é que quando se faz modelo de regressão estatística e não passa no teste de heteroscedasticidade, o que você precisa fazer é adicionar mais amostras.

 

É justamente na análise segmentada que é essencial se usar o PNT. Um dia de chuva em São Paulo, com share mais alto, causaria uma perturbação muito grande no modelo estatístico ao longo de uma semana, por exemplo.

 

 

O modelo do Ibope enxerga qualitativos socioeconômicos clássicos como as classes econômicas de A a E.

 

É através desse qualitativo que determinou-se SP como a amostra principal, pois o Brasil concentra diversidade de classes lá enquanto nas outras praças há extrema desigualdade nos dados, tornando a análise imprópria ao mercado publicitário no painel nacional.

 

O mercado publicitário não se importa muito com a audiência aritmética nesse sentido. Como a Televisão é um meio centralizado e concentrado, a matriz da amostra não pode ser descentralizada.

 

Se a população brasileira tivesse a mesma regularidade socioeconômica dos EUA, por exemplo, aí sim seria possível considerar o painel nacional. Mas São Paulo é hiper concentrada, todos os qualitativos relevantes ao mercado publicitário convergem em equilíbrio lá.

 

É também por esse motivo que a regionalização da televisão é cada vez mais forte aqui, pois se não é possível trabalhar com dados nacionais para tomar decisões nacionais amplas, então trabalha-se com dados regionais para decisões regionais. Com isso, programas como Game dos Clones ficam na berlinda, pois agradam a nichos em proporção (talvez por isso seu melhor desempenho é em SP, onde está a maior presença do nicho em questão).

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