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Aprovação do governo entre beneficiários do auxílio emergencial cai para 50%


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O governo do presidente Jair Bolsonaro é aprovado por 50% dos brasileiros que receberam ou aguardam receber o auxílio emergencial. É o que mostra pesquisa PoderData, realizada de 31 de agosto a 2 de setembro. Houve queda de 5 pontos percentuais em relação ao levantamento anterior, feito de 17 a 19 de agosto.

Agora a taxa de aprovação da administração federal entre os beneficiários do programa de socorro financeiro está igual à da população em geral.

A desaprovação entre quem recebe o auxílio está em 40% –oscilação dentro da margem de erro de 2 pontos percentuais.

 

O governo assinou nesta 5ª feira (3.set.2020) uma medida provisória que prorroga o auxílio emergencial: mais 4 parcelas de R$ 300. O valor atual é de R$ 600. O anúncio da extensão do benefício foi feito na 3ª feira (1º.set.2020), quando a pesquisa estava sendo realizada.

O valor liberado inicialmente pelo governo para o pagamento da 6ª parcela do auxílio é de R$ 67,6 bilhões. Deve começar a chegar aos beneficiários ainda neste mês. No total, segundo a Caixa Econômica Federal, R$ 186,9 bilhões já foram creditados.

 

poderdata-auxilioemergencial-aprovacaodogoverno-drive-3-set-2020-03.png

 

A pesquisa foi realizada pelo PoderData, divisão de estudos estatísticos do Poder360. A divulgação do levantamento é realizada em parceria editorial com o Grupo Bandeirantes.

Os dados foram coletados de 31 de agosto a 2 de setembro, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 2.500 entrevistas em 509 municípios, nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. Saiba mais sobre a metodologia lendo este texto.

O levantamento mostra ainda que a aprovação do governo entre as pessoas que tentaram ter direito ao benefício, mas tiveram o cadastro recusado caiu 6 pontos percentuais em duas semanas. Passou de 52% para 46%.

Entre os não aptos a receber o auxílio emergencial por não se enquadrar nos critérios definidos, 50% aprovam a administração federal.

 

pd-auxilio-emergencial-2-set-2020-1-04.png

 

AUXÍLIO X TRABALHO DE BOLSONARO

O PoderData também perguntou aos entrevistados sobre o trabalho individual do presidente. Bolsonaro é bem avaliado (“ótimo” e “bom”) por 36% dos beneficiários do auxílio emergencial. O percentual oscilou dentro da margem de erro em duas semanas (era de 40% na pesquisa anterior). A média nacional de aprovação do trabalho de Bolsonaro é de 39%.

A parcela de beneficiários do programa que avaliam o desempenho do presidente como “ruim” ou “péssimo” é de 33%. No levantamento anterior, eram 30%.

 

poderdata-auxilioemergencial-avaliacaodoBolsonaro-drive-3-set-2020-05.png

 

AUXÍLIO EMERGENCIAL

O PoderData mostra ainda que quase metade dos brasileiros já recebeu ou está para receber o auxílio: 35% receberam ao menos uma das parcelas, e 10% aguardam o pagamento. Representam 45% da população com 16 anos ou mais.

Aqueles que tentaram, mas não conseguiram o benefício representam 11% da população. Outros 39% declararam não estar aptos a receber os pagamentos do governo.

 

poderdata-auxilioemergencial-drive-3-set-2020-01.png

 

O auxílio emergencial foi criado para mitigar os efeitos da crise econômica causada pela pandemia da covid-19 –doença respiratória provocada pelo novo coronavírus. Com o isolamento social, milhões de brasileiros ficaram sem trabalhar. A intenção era fazer 3 pagamentos de R$ 600 cada 1. Com a continuidade da pandemia no país, o governo prorrogou o benefício com mais duas parcelas.

Agora, com a nova prorrogação, haverá mais 4 parcelas, só que com o valor de R$ 300.

De acordo com a Caixa Econômica Federal, até agora 67,2 milhões de pessoas receberam o dinheiro. O governo já liberou R$ 186,9 bilhões aos beneficiários. Não há nada parecido na história recente do país em termos de assistência social tão abrangente.

 

PoderData / Poder360

 

Edited by Ben
Prefixo
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Eita. Imagina se ele tiver que defender uma possível volta do auxílio ou prorrogação quando perceber que o fim dele vai gerar prejuízos na campanha eleitoral. 

E uma coisa que ainda não fui atrás para descobrir é o que a base fiel dele, que não precisa de auxílio, acha desse benefício. 

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