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CORONAVÍRUS | Cobertura sobre a pandemia no Brasil e no mundo


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Praticamente não temos mais covid no Brasil. A partir de semana que vem com a grande queda dessa semana, qualquer restrição é politicagem pra agradar a classe média apavorada.

Eu vou fazer um desabafo nesse tópico.    Eu acho um desrespeito tão grande usuários que ficam querendo pintar que o covid vai terminar semana que vem ou que não existe mais que não sei nem

Número de pacientes em leitos municipais de UTI da cidade de SP aumenta 56% em duas semanas

 

O número de pacientes de Covid-19 internados na UTI dos leitos da rede municipal na capital paulista voltou a crescer. Segundo dados divulgados pela Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de São Paulo na tarde desta sexta-feira (20), 482 leitos em hospitais municipais ou particulares, mas contratados pela Prefeitura, estão ocupados.

 

O valor é 56% mais alto que o de 14 dias atrás, quando a rede municipal tinha 374 pacientes graves da doença. São 220 os pacientes em situação crítica, que respiram com auxílio de um ventilador mecânico. Foi a primeira vez que esse número passou de 200 desde 22 de setembro.

 

O aumento de pessoas internadas e a recente redução do total de leitos disponíveis de UTI fizeram com que a ocupação voltasse à taxa de 50% pela primeira vez desde 9 de agosto, há mais de 100 dias.

 

“Tudo indica que não se trata de uma situação somente relacionada a alguns eventos específicos, onde tinha os super espalhadores”, afirmou Paulo Lotufo, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).

 

Veja o histórico de leitos de UTI disponíveis na rede municipal e o número de pacientes internados — Foto: Ana Carolina Moreno/TV Globo 
 

No Hospital da Brasilândia, alta de 24%

 

A tendência de alta de UTIs já chega a pressionar alguns hospitais. A TV Globo solicitou o total de leitos disponíveis, o número de leitos ocupados e a taxa de ocupação de cada um dos hospitais, mas a Prefeitura de São Paulo disse apenas que o Hospital Municipal da Brasilândia já alcançou a taxa de 70% (leia a íntegra da nota ao fim da reportagem).

 

Ainda em março, a prefeitura disse que instalaria 150 leitos de UTI no hospital, e que eles seriam 100% dedicados ao combate à pandemia.

 

Segundo os dados do Censo Covid, da Secretaria Estadual da Saúde (SES-SP), em outubro, a média de internados nas UTIs do Hospital da Brasília era de 83. Em novembro, a média até quinta (19) já era de 103, um aumento de 24% no número de pacientes.

 

“Tudo leva a crer que nós estamos numa situação de contágio aumentado em toda a cidade, de forma indiscriminada, mas já atuando bastante mais na periferia, com locais com aumentos importantes como esses nos hospitais municipais.”

 

Considerando todos os leitos municipais, estaduais e privados, a capital tem atualmente 51 novas internações a cada 100 mil habitantes. Pelas regras do Plano SP, a taxa ideal para permanecer na fase verde é de 40 internações por 100 mil habitantes, com uma margem de tolerância podendo chegar a 44.

 

G1

https://g1.globo.com/google/amp/sp/sao-paulo/noticia/2020/11/20/numero-de-pacientes-em-leitos-municipais-de-uti-da-cidade-de-sp-aumenta-56percent-em-duas-semanas.ghtml?__twitter_impression=true

Edited by M.R
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23 horas atrás, Augusto disse:

Falou que ia sumir e sumiu 

Eu não falei que ia sumir. 

Eu consegui um "bico" esses últimos dias e não tenho como atualizar a tabela. 

Primeiro: o trabalho é viajando;

Segundo : não levei o computador e fazer no celular é muito ruim ;

Terceiro: passo praticamente o dia na rua e quando volto é para lançar os dados no sistema da empresa. 

Só quando eu voltar para Salvador que terei condições. 

 

Bom domingo a todos. 

 

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1 hora atrás, Loiríssimo disse:

Eu não falei que ia sumir. 

Eu consegui um "bico" esses últimos dias e não tenho como atualizar a tabela. 

Primeiro: o trabalho é viajando;

Segundo : não levei o computador e fazer no celular é muito ruim ;

Terceiro: passo praticamente o dia na rua e quando volto é para lançar os dados no sistema da empresa. 

Só quando eu voltar para Salvador que terei condições. 

 

Bom domingo a todos. 

 

Morto. Achei que você não estava nem conseguindo entrar no fórum. E você está tendo contato com muita gente nesse emprego ou é algo que faz isolado de outras pessoas? 

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Estudo questiona efeito de máscara — o que não significa deixar de usá-la

 

Autoridades de saúde do mundo todo concordam que o uso de máscara de tecido ou cirúrgica é essencial para prevenir o contágio do novo coronavírus. Mas, mesmo usando o acessório, é fundamental manter os cuidados de higiene e distanciamento. Até porque ele pode não garantir 100% de proteção, segundo um estudo publicado nesta quarta-feira (18) na revista científica Annals of Internal Medicine.

 

Entre abril e junho de 2020, cientistas da Universidade de Copenhagen, na Dinamarca, fizeram experimentos para descobrir a eficácia do uso dessa proteção. Para isso, ele recrutaram 6024 participantes, que foram testados para ter certeza de que não estavam infectados com o Sars-CoV-2. As pessoas foram divididas em dois grupos: um que recebeu máscaras cirúrgicas e foi instruído a usá-las ao sair de casa e outro que foi orientado a não vestir o acessório em público.

 

Nesse período, apenas 2% da população dinamarquesa estava infectada e o distanciamento social e lavagem frequente das mãos eram comuns, mas as máscaras não. Os pesquisadores esperavam que a proteção adicional reduzisse a taxa de infecção pela metade entre os usuários. No entanto, não foi isso que aconteceu: 42 pessoas no grupo da máscara (1,8%), foram infectadas, em comparação com 53 no grupo sem máscara (2,1%). Ou seja, a diferença não foi estatisticamente significativa.

 

Em entrevista ao jornal The New York Times, Mette Kalager, pesquisadora do Hospital Telemark, na Noruega, e da Escola de Saúde Pública de Harvard, comentou a pesquisa. "O estudo mostrou que embora possa haver um efeito simbólico, usar uma máscara não reduz substancialmente o risco”, disse.

Entretanto, outros especialistas contestaram o estudo, uma vez que ele tem limitações. Por exemplo, as análises dependeram do relato dos participantes sobre seu comportamento — assim, não é possível saber se todos eles estavam usando a máscara corretamente. Além disso, após o governo local decretar o uso obrigatório, as estatísticas mostraram que a incidência de infecção no país foi menor do que em outros lugares.

 

"Não há absolutamente nenhuma dúvida de que as máscaras funcionam como controle de origem, evitando que as pessoas infectem outras", disse ao jornal norte-americano Thomas Frieden, ex-diretor do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos. “A questão que este estudo foi elaborado para responder é: eles funcionam como proteção pessoal?”. Para o especialista, a resposta depende de qual máscara é usada e do tipo de exposição ao vírus que cada pessoa tem.

 

Nesse sentido, o estudo não revela detalhes. “Uma máscara N95 é melhor do que uma máscara cirúrgica”, disse Frieden ao New York Times. “Uma máscara cirúrgica é melhor do que a maioria das máscaras de tecido. Uma máscara de pano é melhor do que nada.”

 

É preciso ressaltar, ainda, a necessidade de aderir aos outros cuidados além da máscara, como higienizar sempre as mãos com água e sabão e o distanciamento social. Christine Laine, editora-chefe da Annals of Internal Medicine, afirmou que, sozinhas, as máscaras “não são mágicas”. “Há pessoas que dizem: 'Estou bem, estou usando uma máscara'. Elas precisam perceber que não são invulneráveis à infecção”, declarou.

 

https://revistagalileu.globo.com/amp/Ciencia/Saude/noticia/2020/11/estudo-questiona-efeito-de-mascara-o-que-nao-significa-deixar-de-usa-la.html?utm_source=twitter&utm_medium=social&utm_campaign=post&__twitter_impression=true

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38 minutos atrás, M.R disse:

Estudo questiona efeito de máscara — o que não significa deixar de usá-la

 

Autoridades de saúde do mundo todo concordam que o uso de máscara de tecido ou cirúrgica é essencial para prevenir o contágio do novo coronavírus. Mas, mesmo usando o acessório, é fundamental manter os cuidados de higiene e distanciamento. Até porque ele pode não garantir 100% de proteção, segundo um estudo publicado nesta quarta-feira (18) na revista científica Annals of Internal Medicine.

 

Entre abril e junho de 2020, cientistas da Universidade de Copenhagen, na Dinamarca, fizeram experimentos para descobrir a eficácia do uso dessa proteção. Para isso, ele recrutaram 6024 participantes, que foram testados para ter certeza de que não estavam infectados com o Sars-CoV-2. As pessoas foram divididas em dois grupos: um que recebeu máscaras cirúrgicas e foi instruído a usá-las ao sair de casa e outro que foi orientado a não vestir o acessório em público.

 

Nesse período, apenas 2% da população dinamarquesa estava infectada e o distanciamento social e lavagem frequente das mãos eram comuns, mas as máscaras não. Os pesquisadores esperavam que a proteção adicional reduzisse a taxa de infecção pela metade entre os usuários. No entanto, não foi isso que aconteceu: 42 pessoas no grupo da máscara (1,8%), foram infectadas, em comparação com 53 no grupo sem máscara (2,1%). Ou seja, a diferença não foi estatisticamente significativa.

 

Em entrevista ao jornal The New York Times, Mette Kalager, pesquisadora do Hospital Telemark, na Noruega, e da Escola de Saúde Pública de Harvard, comentou a pesquisa. "O estudo mostrou que embora possa haver um efeito simbólico, usar uma máscara não reduz substancialmente o risco”, disse.

Entretanto, outros especialistas contestaram o estudo, uma vez que ele tem limitações. Por exemplo, as análises dependeram do relato dos participantes sobre seu comportamento — assim, não é possível saber se todos eles estavam usando a máscara corretamente. Além disso, após o governo local decretar o uso obrigatório, as estatísticas mostraram que a incidência de infecção no país foi menor do que em outros lugares.

 

"Não há absolutamente nenhuma dúvida de que as máscaras funcionam como controle de origem, evitando que as pessoas infectem outras", disse ao jornal norte-americano Thomas Frieden, ex-diretor do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos. “A questão que este estudo foi elaborado para responder é: eles funcionam como proteção pessoal?”. Para o especialista, a resposta depende de qual máscara é usada e do tipo de exposição ao vírus que cada pessoa tem.

 

Nesse sentido, o estudo não revela detalhes. “Uma máscara N95 é melhor do que uma máscara cirúrgica”, disse Frieden ao New York Times. “Uma máscara cirúrgica é melhor do que a maioria das máscaras de tecido. Uma máscara de pano é melhor do que nada.”

 

É preciso ressaltar, ainda, a necessidade de aderir aos outros cuidados além da máscara, como higienizar sempre as mãos com água e sabão e o distanciamento social. Christine Laine, editora-chefe da Annals of Internal Medicine, afirmou que, sozinhas, as máscaras “não são mágicas”. “Há pessoas que dizem: 'Estou bem, estou usando uma máscara'. Elas precisam perceber que não são invulneráveis à infecção”, declarou.

 

https://revistagalileu.globo.com/amp/Ciencia/Saude/noticia/2020/11/estudo-questiona-efeito-de-mascara-o-que-nao-significa-deixar-de-usa-la.html?utm_source=twitter&utm_medium=social&utm_campaign=post&__twitter_impression=true

O Bruno Filardi fez uma interpretação deste estudo. 

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Mortes por milhão na América Latina

 

Peru 1.072
Argentina 814
Brasil 793
Chile 784
México 783
Bolivia 759
Ecuador 740
Colombia 687
Panamá 679
Costa Rica 315
Honduras 287
Paraguay 231
Guatemala 226
Rep. Dominicana 212
El Salvador 165
Venezuela 31
Nicaragua 24
Haiti 20
Uruguay 20
Cuba 12

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