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Marquinhos C.

Padiglione: Quadros do Gugu soam bizarros hoje. Caso do PCC foi esquecido e Táxi tinha atores treinados como passageiros

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Ué, toda pessoa tem suas qualidades e defeitos........ Querer santificar é algo bem hipócrita também.

Edited by Marquinhos C.

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Nossa, pensei que tinha saído do ar nos meados de 2002, mas logo imaginei que era o MJ caindo em cima.

É interessante não existir registros do retorno do DL após 2 semanas de suspensão por conta do PCC. Falta muito arquivo histórico do programa em vídeo

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Hipocrisia. Os anos 90 foi o auge das fraudes televisivas, da degradação e da mediocridade do entretenimento. Esses programas exalavam objetificação, misoginia e assédio, os mesmos que dizem que hoje a televisão empurra "homossexualismo" na cabeça das crianças, falam mal de programas como Amor & Sexo, eram os mesmos que assistiam as putarias da banheira do Gugu, compravam chiclete da tiazinha, dançavam na boquinha da garrafa. 

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Permita-me reproduzir o artigo que escrevi para o SBTpedia ontem:

 

A TV dos tempos do Gugu merece continuar

 

A trágica morte de Gugu Liberato deixará certamente um vazio que dificilmente será ocupado. O apresentador conseguiu, muito rapidamente, ocupar um posto entre os maiores da TV brasileira. Já ali no final da década de 1980, protagonizou uma guerra silenciosa de bastidores entre SBT e Globo pelo seu passe. Gugu já era grande e cresceria cada vez mais e mais, criando uma identidade enorme com o público da emissora, porque sabia, como seu mentor, criar e fazer um programa popular.
 
A precisa e emocionante homenagem que o Domingo Legal prestou ao artista ontem, dia 24 de novembro, trouxe à tona um aspecto que foi tema recorrente nos comentários dos telespectadores nas redes sociais: como faz falta aquela TV dos tempos do Gugu Liberato.
 
Essa mesma questão foi levantada por um comentário de Sônia Abrão durante o “A Tarde é Sua”, da RedeTV! na tarde de hoje, 25 de novembro. “Era uma TV vibrante”, disse a apresentadora, fazendo um comparativo da TV atual com seus tempos no Domingo Legal onde fez inúmeras externas e matérias para a atração, algumas delas ao vivo, como a épica envolvendo Gerson Brenner.
 
Hoje os auditórios, em sua essência, são extremamente previsíveis, monótonos, com quadros pré-definidos. Aquela “vibração” ou calor do momento, de inovar, de surpreender, pouco a pouco acabou. Fora isso, os programas muitas vezes trazem quadros longos, muito longos, a perder de vista, contrastando totalmente com aquele auditório “raiz” que trazia quase um quadro por cima do outro (às vezes com a tela dividida por conta disso). Era uma programação dentro de um programa, como se referia Roberto Manzoni, o Magrão, ex-diretor do Domingo Legal.
 
A justificativa, claro, para essa mudança toda foi a audiência. Quadros longos representam menos quebras, logo o risco é menor. A previsibilidade das atrações, muitas com horário marcado para começar e terminar, deu mais segurança aos apresentadores, que pouco inovam, mas que há a garantia de determinado quadro vai render X no IBOPE.
 
Mas permita-me deixar aqui a minha indignação e frustração. Isso está acabando com o programa de auditório no Brasil! O próprio auditório, hoje, é frio, encolhe a cada mudança de cenário e é praticamente descartável em muitos dominicais. Batem palma para VT e merchan. É o cúmulo. O apresentador não é desafiado a cada semana a fazer algo diferente para agradar seu público, a trazer coisas novas, a ter aquela carta na manga contra a concorrência. Sem improviso, ele simplesmente liga o piloto automático.
 
Sabe, parece que se perdeu o tesão pela TV, por fazer TV ou se faz TV por obrigação e não mais por gostar do ofício. Aquela gana que consagrou tantos apresentadores, como o Gugu em especial, não existe mais. A essência de fazer programas populares está praticamente em extinção, vivendo a base de formatos internacionais ou pautas de superação & emoção de algum fã de vida sofrida, que terá realizado o sonho de conhecer seu ídolo no palco.
 
Eu que vivi minha infância nos anos 1990 e peguei essa fase épica do Domingo Legal, não consigo acreditar no que virou a TV brasileira. A gente torcia para chegar domingo logo. Domingo era O DIA. Mas não era “o dia” apenas por conta de grandes nomes como apresentadores, era O DIA das grandes atrações. A gente esperava por elas. As chamadas não cabiam todas as pautas que estavam previstas. Valorizava-se o palco, o auditório, os convidados, os links, as externas. Pautas com celebridades, pautas com anônimos. Algum assunto em evidência na semana ou um quadro novo. Tudo tinha seu espaço e vez.

Eu sempre que posso cito o caso do "Agora é com Datena", na Bandeirantes. Curiosamente foi o programa que soube trazer essa essência original do Domingo Legal para um auditório novamente. Tinha espaço para musicais, quadros, games, convidados no palco, jornalismo factual e assuntos que estivessem em evidência. Tudo muito maleável. Não deu certo, é verdade. Mas veja só: a Band tem tradição zero com auditório aos domingos, o programa tinha partes ao vivo e partes gravadas, o que dificultava a continuidade / esticamento de atrações que estivessem com boa audiência, Datena não ter molejo para um programa do tipo, o mesmo Datena estava envolto com uma candidatura que acabou não saindo do papel e de quebra o programa era longo demais. Tudo conspirou para não dar certo. Eu fico imaginando sempre aquele mesmo programa com um apresentador com pegada do SBT no SBT. Tenho convicção que poderia dar certo.
 
Sônia Abrão disse hoje que isso não se trata de saudosismo e eu também acredito que não o é. A TV hoje pode ser mais quente e retomar seu viés popular, criativo e imprevisível que teve no passado. Hora de sair do marasmo, do comodismo e arriscar. Nem sempre se vai ganhar, pode se perder por algumas semanas, mas o público dominical é o que mais usa o controle remoto, é o mais disposto a mudar seus hábitos. Se encontrar algo bacana, pode acabar ficando.
 
Tanto o Viva a Noite (na década de 1980) quanto o Domingo Legal (especialmente no final da década de 1990 e início dos anos 2000) chegaram a ser líderes de audiência apostando nesse tripé infalível quando se trata do DNA do SBT: Entretenimento popular, variedade e imprevisibilidade. Quando a gente pede “zona no palco”, “muita coisa acontecendo ao mesmo tempo” não é capricho ou mero gosto pessoal. É o desejo e reconhecimento do legado de Gugu Liberato que merece ser perpetuado na TV brasileira.
 
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Olha só, eu assistia todos os programas do Gugu, menos o Sabadão, pois não gosto de programas musicais, exceção Globo de Ouro. Só assistia o Sabadão quando tinha a presença de Thalia.. Começando por mim minha mãe que nem de TV gostava, passando por minha irmã a chegar em todas minhas tias e mulheres da família, todas simplesmente adoravam o Gugu! Um carisma sem igual! Teve um tia minha que disse tempos atrás :" Gugu pode ser veado, pode ser cagado, pode ser o que for. Mas eu ADORO ele e ai de quem falar mal dele na minha presença!

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Achei desnecessario, ixinhus

Como eu disse, nota mt pequena em relacao ao q Gugu representou.

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Mas claro que principalmente o caso do PCC tem que ser relembrado eternamente 

 

Pra servir de lição para que nunca mais se repita no futuro

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e quando que começou a banheira do Gugu ? foi na estreia ?

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Estreou precisamente em 30/10/1994.  No mesmo dia que a "Prova do Macaco", que era montado na rua em frente ao SBT com a macaca Xuca, mas acabou não fazendo tanto sucesso assim.

Edited by Junior Brasil
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A Padiglione tá errada. Eles não foram relevados pelo Gugu. Ambos foram revelados pelo Ratinho. Eram um sucesso no Ratinho Livre, na Record, e o Gugu acabou contratando ambos ainda quando o Ratinho era da Record. Ratinho pelo visto não gostou nem um pouco, pois pouco tempo depois ele foi contratado pelo sbt, mas aparentemente nunca mais teve relação alguma com a dupla.

 

O Rodolfo era repórter do Ratinho desde os tempos da CNT.

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e acabou que dia de 2000 ?

 

 

só foram 6 anos de quadro 

 

pelos videos do cando 90 achava que tinha durado bem mais

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Na verdade a Banheira saiu 29/10/2000, por conta da classificação indicativa. Consideraram ela imprópria para menores de 14 anos e na época o Domingo Legal ia até 20h30 (portanto incompatível). Mas voltaria ainda em novembro de 2000, de uma maneira mais "comportada", closes moderados, para conseguir entrar mais cedo. Mesmo assim ainda atingiu 23 pontos no dia. Saiu em 2001, mas não tenho a data precisa.

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O Júnior te respondeu hahaha e eu lembro de quando fui no DL com minha mãe a prova já existia.

 

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Na verdade o SBT antes pediu pra baixar pra 12 anos e foi atendido. Por isso que o Gugu voltou pra uma despedida.

 

Uma das últimas banheiras foi com o É o Tchan e até mesmo no musical eles deram dois míseros closes ginecológicos nas Scheilas e dois na Ganzarolli.

 

Bizarro prós padrões de filmar o útero das moças.

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Foi bem antes. Foi o começo da decadência da TV aberta.

As gincanas do Gugu começaram a se reduzir drasticamente ao ponto dos convidados serem adornos. Não tinha mais o porquê de manter eles no palco. E aí o Faustão começou a ganhar terreno em 2002.

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