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  1. Estrelada por Angelique Boyer e Michel Brown, com Participação Especial de Alexis Ayala, chega Na Zap Novelas, Em Angola e Moçambique, a Recente produção mexicana Amar a Morte (Amar a Muerte). Ocupando a Vaga de Maria Madalena, a exibição de Amar a Morte vai ao ar a partir do dia 27 de fevereiro, as 20h em Angola, e 21h, em Moçambique, Dublada em PT-BR com exclusividade para a Zap Novelas. Confira a Promo Dublada em Português:
  2. Os bastidores de Andando Nas Nuvens; trama de sucesso às 19h estreou há 19 anos - No primeiro capítulo deAndando Nas Nuvens, exibido em 22 de março de 1999, uma pane no sistema de energia do hospital em que Otávio Montana (Marco Nanini) está internado o faz despertar após 18 anos dormindo! Otávio fora acometido por uma encefalite letárgica, conhecida como a doença do sono, desde a queda que sofreu, do alto de uma varanda, ao presenciar o assassinato de seu pai, Gregório Montana (Ary Coslov, diretor da trama, em participação especial). - A encefalite letárgica também foi tema do filme Tempo de Despertar (1990), no qual um jovem médico (Robin Williams) estudava o tratamento mais adequado para vítimas da moléstia (dentre elas, o personagem de Robert de Niro). O autor de Andando Nas Nuvens, Euclydes Marinho, conferiu o longa, por sugestão de Daniel Filho. E optou então pela abordagem da encefalite letárgica ao invés de um coma causado, como exemplo, por um acidente vascular encefálico (AVE) - o popular derrame cerebral - que deixaria sequelas em Otávio. - O projeto estava engavetado na Globo desde 1997, quando fora cogitado para substituir Zazá, também às 19h, e recusado por José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni. Na época, Euclydes já contava com time de colaboradores escalados - Ângela Carneiro, Denise Bandeira e Maria Helena Nascimento (recentemente promovida ao horário das 21h). - A ideia surgiu quando um amigo de Marinho entrou em coma. O autor começou a imaginar o que aconteceria com o camarada após a retomada de consciência, ao se deparar com as mudanças ocorridas em sua vida, alheias à sua vontade. - Na ocasião, Andando Nas Nuvens ainda atendia por 'A Última Noite do Século'; provavelmente, uma referência ao fato de Otávio "dormir" em 1981, século XX, e despertar já na eminência do século XXI. - Batizar o folhetim não foi tarefa fácil. Além de 'Última Noite', foram cogitados os títulos 'A Volta por Cima', 'Alto Astral', 'As Cinco Fases do Amor', 'Feliz por um Triz', 'Folhetim', 'Louco Varrido', 'Maluco Beleza', 'Na Crista da Onda' e 'Quebra-Cabeça'. - Foi a primeira novela de Euclydes Marinho. Em Brilhante (1981), atuou apenas como colaborador de Gilberto Braga. Em Mico Preto (1990), dividiu os roteiros com Leonor Bassères e Marcílio Moraes. Sobre esta última, ele declarou ao Estado de São Paulo, na época da estreia de 'Andando': "Mico Preto não era de ninguém; ninguém sabia o que era aquilo". - O desenvolvimento do enredo estava atrelado ao convite feito a Marco Nanini. Caso o ator - afastado das novelas desde Pedra Sobre Pedra (1992) - recusasse, Euclydes optaria por um "plano B": Otávio Montana morreria no capítulo 15 e a trama se debruçaria sobre o famigerado "quem matou?". - Nestes sete anos, Nanini se manteve no vídeo em projetos menores, como episódios de A Comédia da Vida Privada (1995) e a minissérie O Auto da Compadecida, exibida em janeiro de 1999. Da substituta de 'Compadecida', Chiquinha Gonzaga, a produção de Andando Nas Nuvens recrutou Caio Blat (Thiago), Carla Regina (Ana Paula), Marcello Novaes (Raul), Susana Vieira (Gonçala) e Taumaturgo Ferreira (Atila) - todos com apenas dias de descanso entre o término de uma e o início de outra. Marcos Palmeira também emendou, praticamente, o tímido Alexandre Toledo, de Torre de Babel (finalizada em janeiro) e o atrapalhado Chico Mota. - Isadora Ribeiro chegou a gravar como Oneide, esposa de Alex (Otávio Augusto), amigo de Otávio que o acolhe após o despertar. A atriz, contudo, acabou substituída por Isabela Garcia - numa das personagens mais inexpressivas de sua carreira. - Após despertar, Otávio se depara com toda sorte de dispositivos dos quais nunca tinha sequer ouvido falar: videocassete, CD, celular, computador, notebook, internet... E também com as três filhas, já crescidas. A primogênita Júlia (Débora Bloch), intrépida jornalista, com mais idade do que o pai tinha - e ainda acredita ter - quando despencou da varanda. Ainda, Beth (Vivianne Pasmanter), no encalço de um bom partido após o casamento falido com Nicolau (Carlos Evelyn, irmão de Deborah Evelyn e então cunhado do diretor Dennis Carvalho). E Celi (Mariana Ximenes), com vocação para noviça. - Malu Mader foi o primeiro nome pensado para Júlia Montana, formando par com Marcos Palmeira - o que ocorreria anos depois, em Celebridade (2003). A atriz, contudo, acabou remanejada para Força de um Desejo, produção das 18h. Em 1997, Cláudia Raia foi cotada para o papel. - Diretor-geral de criação da Globo na época, Daniel Filho exigiu a presença de Fernanda Souza no elenco. A atriz, que estava no auge da popularidade graças a Mili, sua personagem em Chiquititas (1997), do SBT, atendeu ao chamado, respondendo por Joana, a retraída filha da extrovertida Janete (Eliane Giardini), irmã de Chico Mota. - Mariana Ximenes também veio do SBT. Mais precisamente de Fascinação, exibida no ano anterior, na qual também se envolvia com o personagem de Caio Blat. Os tipos, contudo, foram invertidos: em 'Andando', a noviça Celi foge das investidas de Thiago, que, decidido a perder a virgindade com seu primeiro amor, desperta a desconfiança do pai sobre sua sexualidade. Em Fascinação, era Emília (Ximenes) quem corria atrás de Gustavo. - No primeiro tratamento da sinopse, Janete era chamada Anair. E Chico Mota atendia por Chico Vargas. 'Vargas' passou a ser o nome do falecido marido de Janete. - Numa homenagem ao clássico de 1978, dirigido por Daniel Filho, a academia de dança de Janete foi batizada Dancin' Days. Para a personagem, Eliane Giardini fez aulas com Jayme Arôxa, hoje jurado do Dancing Brasil - atração de Xuxa Meneghel na Record TV. - Outras "referências novelísticas" marcaram as locações. O bairro da Urca, famoso por conta de A Gata Comeu (1985), abrigava boa parte das gravações. A casa no Cosme Velho que servia de sobrado para a família Montana também hospedou o casal Zuleika e Rômulo (Eva Wilma e Cláudio Corrêa e Castro), de História de Amor (1995). Também de 'História', a construção que serviu de locação para a clínica do Dr. Carlos Moretti (José Mayer), vista também em Roda de Fogo (1986), Zazá (1997), Brida (1998) e, posteriormente, Como Uma Onda (2004). Nos cenários, fotos de Vivianne Pasmanter como Laura, de Por Amor (1997), então seu último trabalho. - O Rio de Janeiro foi reverenciado a todo momento. Segundo o diretor Dennis Carvalho, a novela possuía um clima "bossa nova", que resgatava o charme da Cidade Maravilhosa. - Paisagens cariocas davam o tom da abertura, que trazia cartões postais, como o Pão de Açúcar, em movimento. Lembrava, de leve, a vinheta de Estúpido Cupido (1976). - O tom da novela remetia aos sitcoms de sucesso da TV americana. Marinho também admitiu a inspiração em comédias românticas dos anos 1940 e 1950. - Outra referência: o colunista social do Correio Carioca, Jacques Delon (Antônio Pedro), tomou como base o perfil do folclórico Ibrahim Sued, que ocupava a mesma função na redação do jornal O Globo. - Cerca de R$ 90 mil foram gastos em cada capítulo da produção. - O lançamento contou com um making-of, exibido pelo canal Multishow, da Globosat, no domingo anterior à estreia (21), 19h. - Cláudio Marzo emprestou seu charme ao vilão Antônio San Marino, responsável pela morte de Gregório. Empresário do ramo da comunicação - desde que assumiu a redação do jornal da família Montana, Correio Carioca -, San Marino almejava seguir carreira na política, contando com o auxílio do marqueteiro Bob Lacerda (Felipe Camargo). - Enquanto Cláudio Marzo revivia o par de Cambalacho (1986) e Bambolê (1987) com Susana Vieira, Felipe Camargo reeditava o romance com Lúcia Veríssimo, aqui como a terapeuta Flora, já visto em Mandala (1987). - Dentre as polêmicas de bastidores, destaque para a campanha antitabagismo, liderada por Daniel Filho, em meio ao empenho do Ministério da Saúde em advertir o consumidor sobre os malefícios do cigarro. Chico Mota, fumante inveterado, enfrenta diversas situações, hilárias, na tentativa de largar o vício. Na mesma época, Nana, personagem de Nívea Maria em Suave Veneno, às 20h, também deixou o tabagismo de lado. - Ainda, críticas - por parte da imprensa especializada em TV - ao núcleo jovem. Diferente de outras produções, nas quais os adolescentes estão sempre em ebulição, Celi, Joana e Thiago prezavam pela castidade. Surgiu então Valéria (Isabel Guéron), que "desvirginou" o rapaz. Em contrapartida, Mariana Ximenes, Fernanda Souza e Caio Blat ocupavam todas as revistas destinadas ao público infanto-juvenil, tamanho sucesso! - Susana Vieira queixou-se, educadamente, do perfil de Gonçala. "O público reclama que apareço pouco. É um desperdício para mim e para a TV. Fico muito parada, gravo pouco. Estou acostumada a "ralar" mais. Mas sou obediente ao autor. Estou no barco e vou com ele", em entrevista a O Globo, de 23 de maio de 1999. De fato, Gonçala San Marino era um pouquinho "de menos" para quem acabara de interpretar Branca Letícia de Barros Mota, em Por Amor. - Otávio Augusto também se aborreceu com Alex, conforme relatado pelo próprio, também ao jornal O Globo (26 de setembro de 1999): "Ele é um quinto coadjuvante. Nesta trama, os atores superaram os personagens e a própria história". - Segundo Otávio, o ciúme da mulher Oneide prejudicaria o casamento de Alex. A dona de casa então se envolveria com Tião Alemão (Tony Tornado), dono do bar Berlim, vizinho à redação do Correio Carioca. Nada disso aconteceu. - Já Judite (Nicette Bruno) e Lúcia Helena (Júlia Lemmertz) cresceram - e muito! - ao longo da narrativa. A mãe e a ex-mulher de Chico Mota viviam às turras, até o envolvimento do jornalista com Júlia. Unidas, elas fizeram um verdadeiro inferno na vida da primogênita dos Montana. Obcecada por intervenções cirúrgicas, Lúcia Helena chegou a operar os seios para deixá-los maiores do que os de sua rival. E também forçou a filha, a pré-adolescente Constância (Gabriela Martins), a aporrinhar a madrasta. - Júlia Lemmertz atuou grávida durante boa parte da trama. Já na reta final, a atriz passou a usar de objetos de cena para esconder a barriga. A direção também passou a privilegiar closes e enquadramentos que escondessem a gestação. - A produção apostou em participações especiais. Atores iam e vinham, conforme as necessidades do enredo, movimentando a narrativa. Neste contexto, destaque para Bruna Lombardi como Frida, cientista que pesquisava a fórmula do amor, entrevistada por Chico e Júlia; Milton Gonçalves como um delegado; Regina Maria Dourado como Ieda, mãe de Raul; e Zezé Polessa como Bonitona, motoqueira que ajuda Otávio a fugir da clínica psiquiátrica. - Andando Nas Nuvens demorou a decolar! A novela se aproximou de índices considerados alarmantes pela Globo, na ocasião - abaixo dos 30 pontos. Segundo publicações da época, Marinho chegou a "trocar ideias" a respeito da condução com autores tarimbados, como Gilberto Braga, Manoel Carlos, Ricardo Linhares, Silvio de Abreu e Walther Negrão. - A novela já estava estabilizada, indo de 35 a 40 pontos, quando entrou em sua "segunda fase". Foi quando San Marino conseguiu dispensar Gonçala, deixando-a sem um tostão. Também enviou Otávio para uma clínica psiquiátrica; este tiro, porém, saiu pela culatra já que o "desmemoriado" se lembrou do que acontecera na noite da morte de seu pai, após tomar outro choque elétrico. - Neste momento, 'Andando' apostou numa narrativa mais folhetinesca: Beth casou-se com o primogênito de San Marino, Arnaldinho (Márcio Garcia), alegando esperar um filho dele - na verdade, herdeiro de Raul; já Júlia, cuja semelhança com a mãe, Eva, impressionava, tornou-se alvo das investidas de San Marino, seu verdadeiro pai - também genitor de Joana, a quem Janete pede auxílio após perder a academia, por conta das dívidas do namorado Atila, não podendo mais sustentar a filha. - Com a volta de Eva, vivendo sob a identidade da Condessa Astrid Von Brandenburg, estabeleceu-se um imbróglio: um retrato da personagem fora pintado tomando por base os traços de Débora Bloch, já que Júlia era muito parecida com a mãe. Logo, era preciso encontrar uma atriz que guardasse as devidas semelhanças com Bloch. Renata Sorrah fora escolhida para o papel. A mudança física de Eva foi justificada com uma cirurgia plástica, na intenção de fugir de San Marino. Testemunha da morte de Gregório, Eva fugiu com o dinheiro do sogro, temendo ser o próximo alvo do vilão, seu amante. - Nos capítulos finais, Ary Coslov voltou à cena, então como um garçom. Ao vê-lo, Otávio exclama: "Que garçom estranho, parece meu pai!". O caco, inserido pelo ator, acabou mantido na edição final. Dennis Carvalho também participou da trama, em off: era voz do comissário que anunciou a chegada de Júlia ao Brasil, no primeiro capítulo. - Karla Karenina, reverenciada como Dita, a empregada de Silvana (Lilia Cabral) em A Força do Querer (2017), participou de Andando Nas Nuvens como Iracema, arrumadeira na casa dos San Marino. Karla já era conhecida do público, por conta de sua presença na Escolinha do Professor Raimundo (1990). - O Casseta & Planeta, Urgente! transformou Andando Nas Nuvens em 'Fernando Nas Nuvens', uma referência ao então presidente Fernando Henrique Cardoso, parodiado por Hubert. FHC surgiu na mesma situação de Otávio Montana: despertando de um sono profundo e se deparando com o Brasil que não conhecia. - A trilha sonora popularizou o grupo Fat Family, responsável pelo tema de abertura, 'Gulosa'. Para a vinheta, os integrantes regravaram a canção, substituindo o trecho "quero ser a dona do seu prazer" por "quero andar nas nuvens com você". Também Maurício Manieri, alçado ao estrelato com 'Minha menina', tema de Beth e das vinhetas de intervalo. - Outro êxito: a mochila de couro transpassada que Júlia usava para transportar seu notebook. A peça, da Zoomp, custava uma pequena fortuna: R$ 259,00. http://www.tvhistoria.com.br/NoticiasTexto.aspx?idNoticia=5252
  3. Homem desconhecido da família dá entrevista revelando farsa da morte Beto fica estarrecido com farsa revelada na TV A bomba estourou! Depois que Doralice (Roberta Rodrigues) descobre que Beto (Emilio Dantas) está vivo, a notícia começa a se espalhar. A família liga a TV e se depara com um homem desconhecido revelando para um repórter: "É uma farsa! Tudo uma farsa! Beto Falcão é um pilantra, um mentiroso que enganou o Brasil inteiro! Ele está vivo! Ele mentiu! Andando por aí, como se nada tivesse acontecido... " Clóvis (Luis Lobianco) não entende como isso foi acontecer, e Naná acredita que foi obra de Doralice. Dodô (José de Abreu) mostra otimismo com a situação, mas a matriarca da família Falcão se desepera: "Minha Nossa Senhora, vai ser o nosso fim! Que vai ser da gente agora, Beto?" A cena irá ao ar no capítulo desta quinta-feira (31) de Segundo Sol. Fonte: https://gshow.globo.com/novelas/segundo-sol/vem-por-ai/noticia/vaza-noticia-na-tv-de-que-beto-esta-vivo.ghtml
  4. Segundo Sol: Na pior, Karola vai morar em favela com cheiro de esgoto Karola (Deborah Secco) trocará a cobertura luxuosa em que mora por uma vida sofrida na favela. Ela vai dividir um barraco com a mãe de Katiandréa (Camila Lucciola), uma das garotas de programa de Laureta (Adriana Esteves). Acostumada à vida boa, a vilã se chocará ao descobrir que o novo lar não tem esgoto, muito menos ar-condicionado. "Um abrigo para mendigos é melhor que isso aqui", desabafará. A mudança de endereço fará parte de um plano que Laureta bolará para ajudar a comparsa. Com medo de ser desmascarada por Luzia (Giovanna Antonelli), depois de brigar feio com a marisqueira em Boiporã e deixá-la à beira da morte, ela terá de abrir mão de tudo para convencer Beto Falcão (Emilio Dantas) de que o ama de verdade, e não ficou com ele apenas pelo dinheiro arrecadado com a falsa morte. "Se o seu amor lhe deixa cego, Beto, fica com essa psicopata! Fica com ela, com seu dinheiro, sua cobertura, suas músicas, não quero mais nada de você. Cansei de ser sempre a pior pessoa do mundo! Eu tô indo embora. Boa sorte", soltará Karola durante uma discussão com o marido, em que ele confessará que ama Luzia. Depois de armar o teatro para o cantor e a família dele, Karola contará tudo para Laureta. "Mas já tô arrependida, sinto que me lasquei, facilitei o lado deles, acho adoraram ter se livrado de mim!", admitirá a golpista. "Você vai ver, ainda vão lhe pedir de joelhos pra você voltar! Aquela gente jamais imaginou que você fosse capaz de abrir mão de tudo, você surpreendeu todo mundo", falará a cafetina. "Espantados eles ficaram mesmo, tinha que ver a cara do velho Dodô [José de Abreu]", rirá a personagem de Deborah Secco. "Mas daí a me pedirem pra voltar, não imagino... Tô arriscando demais! Olha o que você me fez fazer, mulher!". "Você tinha que arriscar, sua reputação tava em baixa, Karola, você tava mais desacreditada que quenga virgem! Agora você virou o jogo, mexeu com a consciência culpada daquela família... Mas tem que ir firme, até o fim", recomendará Laureta. "Tô firme. E vou ficar aonde? Num hotel?", questionará. "Afff! Não, mulher, pense! Você está por baixo, arrasada, sofrida! Você vai ficar na casa da mãe de Katiandréa em Periperi", explicará a cafetina, em referência ao bairro do subúrbio de Salvador. Karola ficará inconformada, mas topará. O local é descrito por João Emanuel Carneiro como "a parte mais miserável de Periperi. Casebres muito simples, ruas de terra, carros velhos". Karola e Katiandréa entrarão em uma casa que parece uma favela. Serão recebidas pela mãe da prostituta, Dona Candinha (o nome da atriz não foi divulgado). "Karola, essa é Candinha, minha mãe. Mãe, essa é a Karola, uma amiga minha. Ela vai alugar um quarto aqui. Ela quer com PF [prato feito], né Karola?", começará a garota de programa, que abrirá uma panela no fogão, revelando uma "gororoba com aparência horrível". "Katiandréa, parece que vocês cozinharam uma ratazana! Eu só tô conseguindo respirar pela boca, que cheiro é esse? Não me diga que é essa comida!", reclamará Karola. "É o córrego, dia de calor é um inferno", explicará Candinha. "Daqui a pouco você acostuma! Pior são os mosquitos... Se morder no pé ou na perna, é dengue, tome cuidado", avisará Katiandréa. "Ou chicungunha!", falará a dona da casa. "Feche a janela e ligue o ar! Eu tô derretendo", dirá Karola, sem noção. Candinha rirá e dirá que só tem um ventilador, no quarto dela. "Katiandréa, como é que você deixa sua mãe morando num buraco desses? Dona Candinha, como é que a senhora tem coragem de cobrar pra alguém ficar aqui?", detonará a vilã. "Ano que vem vai ter esgoto, vai ficar bem melhor", soltará Candinha, esperançosa. Karola irá até a janela e ouvirá uma música alta, repleta de palavrões. "Um abrigo pra mendigos é melhor que isso aqui! E essa música? É isso o dia inteiro?", reclamará. "O negócio aqui é animado!", dirá a mãe da prostituta. "A senhora quer dizer infernal, é isso? Meu Deus, como é que pobre vive assim? É calor, é o fedor, é música martelando", reclamará a amante de Remy (Vladimir Brichta). "Foi Laureta que pediu pra você ficar aqui! Eu avisei que não era uma boa ideia! Se vai ofender minha mãe e a comunidade dela, é melhor ir embora agora!", se revoltará Katiandréa. "Eu preciso ficar, não ache que eu tô gostando!", falará Karola. Em outra cena, a personagem de Deborah Secco será mostrada tentando tomar banho, mas o chuveiro não terá água. "Inferno! Nunca vi tomar banho de conta-gotas! Que vontade de matar a Laureta!", dirá a vilã, irritada. A sequência vai ao ar a partir do dia 15 de junho de Segundo Sol. Fonte: http://noticiasdatv.uol.com.br/mobile/noticia/novelas/segundo-sol-na-pior-karola-vai-morar-em-favela-com-cheiro-de-esgoto--20687.amp?__twitter_impression=true
  5. Último capítulo do remake de 1995. Foi exibida em Portugal entre Janeiro e Julho de 1995.
  6. Os bastidores de Andando Nas Nuvens; trama de sucesso às 19h estreou há 19 anos - No primeiro capítulo deAndando Nas Nuvens, exibido em 22 de março de 1999, uma pane no sistema de energia do hospital em que Otávio Montana (Marco Nanini) está internado o faz despertar após 18 anos dormindo! Otávio fora acometido por uma encefalite letárgica, conhecida como a doença do sono, desde a queda que sofreu, do alto de uma varanda, ao presenciar o assassinato de seu pai, Gregório Montana (Ary Coslov, diretor da trama, em participação especial). - A encefalite letárgica também foi tema do filme Tempo de Despertar (1990), no qual um jovem médico (Robin Williams) estudava o tratamento mais adequado para vítimas da moléstia (dentre elas, o personagem de Robert de Niro). O autor de Andando Nas Nuvens, Euclydes Marinho, conferiu o longa, por sugestão de Daniel Filho. E optou então pela abordagem da encefalite letárgica ao invés de um coma causado, como exemplo, por um acidente vascular encefálico (AVE) - o popular derrame cerebral - que deixaria sequelas em Otávio. - O projeto estava engavetado na Globo desde 1997, quando fora cogitado para substituir Zazá, também às 19h, e recusado por José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni. Na época, Euclydes já contava com time de colaboradores escalados - Ângela Carneiro, Denise Bandeira e Maria Helena Nascimento (recentemente promovida ao horário das 21h). - A ideia surgiu quando um amigo de Marinho entrou em coma. O autor começou a imaginar o que aconteceria com o camarada após a retomada de consciência, ao se deparar com as mudanças ocorridas em sua vida, alheias à sua vontade. - Na ocasião, Andando Nas Nuvens ainda atendia por 'A Última Noite do Século'; provavelmente, uma referência ao fato de Otávio "dormir" em 1981, século XX, e despertar já na eminência do século XXI. - Batizar o folhetim não foi tarefa fácil. Além de 'Última Noite', foram cogitados os títulos 'A Volta por Cima', 'Alto Astral', 'As Cinco Fases do Amor', 'Feliz por um Triz', 'Folhetim', 'Louco Varrido', 'Maluco Beleza', 'Na Crista da Onda' e 'Quebra-Cabeça'. - Foi a primeira novela de Euclydes Marinho. Em Brilhante (1981), atuou apenas como colaborador de Gilberto Braga. Em Mico Preto (1990), dividiu os roteiros com Leonor Bassères e Marcílio Moraes. Sobre esta última, ele declarou ao Estado de São Paulo, na época da estreia de 'Andando': "Mico Preto não era de ninguém; ninguém sabia o que era aquilo". - O desenvolvimento do enredo estava atrelado ao convite feito a Marco Nanini. Caso o ator - afastado das novelas desde Pedra Sobre Pedra (1992) - recusasse, Euclydes optaria por um "plano B": Otávio Montana morreria no capítulo 15 e a trama se debruçaria sobre o famigerado "quem matou?". - Nestes sete anos, Nanini se manteve no vídeo em projetos menores, como episódios de A Comédia da Vida Privada (1995) e a minissérie O Auto da Compadecida, exibida em janeiro de 1999. Da substituta de 'Compadecida', Chiquinha Gonzaga, a produção de Andando Nas Nuvens recrutou Caio Blat (Thiago), Carla Regina (Ana Paula), Marcello Novaes (Raul), Susana Vieira (Gonçala) e Taumaturgo Ferreira (Atila) - todos com apenas dias de descanso entre o término de uma e o início de outra. Marcos Palmeira também emendou, praticamente, o tímido Alexandre Toledo, de Torre de Babel (finalizada em janeiro) e o atrapalhado Chico Mota. - Isadora Ribeiro chegou a gravar como Oneide, esposa de Alex (Otávio Augusto), amigo de Otávio que o acolhe após o despertar. A atriz, contudo, acabou substituída por Isabela Garcia - numa das personagens mais inexpressivas de sua carreira. - Após despertar, Otávio se depara com toda sorte de dispositivos dos quais nunca tinha sequer ouvido falar: videocassete, CD, celular, computador, notebook, internet... E também com as três filhas, já crescidas. A primogênita Júlia (Débora Bloch), intrépida jornalista, com mais idade do que o pai tinha - e ainda acredita ter - quando despencou da varanda. Ainda, Beth (Vivianne Pasmanter), no encalço de um bom partido após o casamento falido com Nicolau (Carlos Evelyn, irmão de Deborah Evelyn e então cunhado do diretor Dennis Carvalho). E Celi (Mariana Ximenes), com vocação para noviça. - Malu Mader foi o primeiro nome pensado para Júlia Montana, formando par com Marcos Palmeira - o que ocorreria anos depois, em Celebridade (2003). A atriz, contudo, acabou remanejada para Força de um Desejo, produção das 18h. Em 1997, Cláudia Raia foi cotada para o papel. - Diretor-geral de criação da Globo na época, Daniel Filho exigiu a presença de Fernanda Souza no elenco. A atriz, que estava no auge da popularidade graças a Mili, sua personagem em Chiquititas (1997), do SBT, atendeu ao chamado, respondendo por Joana, a retraída filha da extrovertida Janete (Eliane Giardini), irmã de Chico Mota. - Mariana Ximenes também veio do SBT. Mais precisamente de Fascinação, exibida no ano anterior, na qual também se envolvia com o personagem de Caio Blat. Os tipos, contudo, foram invertidos: em 'Andando', a noviça Celi foge das investidas de Thiago, que, decidido a perder a virgindade com seu primeiro amor, desperta a desconfiança do pai sobre sua sexualidade. Em Fascinação, era Emília (Ximenes) quem corria atrás de Gustavo. - No primeiro tratamento da sinopse, Janete era chamada Anair. E Chico Mota atendia por Chico Vargas. 'Vargas' passou a ser o nome do falecido marido de Janete. - Numa homenagem ao clássico de 1978, dirigido por Daniel Filho, a academia de dança de Janete foi batizada Dancin' Days. Para a personagem, Eliane Giardini fez aulas com Jayme Arôxa, hoje jurado do Dancing Brasil - atração de Xuxa Meneghel na Record TV. - Outras "referências novelísticas" marcaram as locações. O bairro da Urca, famoso por conta de A Gata Comeu (1985), abrigava boa parte das gravações. A casa no Cosme Velho que servia de sobrado para a família Montana também hospedou o casal Zuleika e Rômulo (Eva Wilma e Cláudio Corrêa e Castro), de História de Amor (1995). Também de 'História', a construção que serviu de locação para a clínica do Dr. Carlos Moretti (José Mayer), vista também em Roda de Fogo (1986), Zazá (1997), Brida (1998) e, posteriormente, Como Uma Onda (2004). Nos cenários, fotos de Vivianne Pasmanter como Laura, de Por Amor (1997), então seu último trabalho. - O Rio de Janeiro foi reverenciado a todo momento. Segundo o diretor Dennis Carvalho, a novela possuía um clima "bossa nova", que resgatava o charme da Cidade Maravilhosa. - Paisagens cariocas davam o tom da abertura, que trazia cartões postais, como o Pão de Açúcar, em movimento. Lembrava, de leve, a vinheta de Estúpido Cupido (1976). - O tom da novela remetia aos sitcoms de sucesso da TV americana. Marinho também admitiu a inspiração em comédias românticas dos anos 1940 e 1950. - Outra referência: o colunista social do Correio Carioca, Jacques Delon (Antônio Pedro), tomou como base o perfil do folclórico Ibrahim Sued, que ocupava a mesma função na redação do jornal O Globo. - Cerca de R$ 90 mil foram gastos em cada capítulo da produção. - O lançamento contou com um making-of, exibido pelo canal Multishow, da Globosat, no domingo anterior à estreia (21), 19h. - Cláudio Marzo emprestou seu charme ao vilão Antônio San Marino, responsável pela morte de Gregório. Empresário do ramo da comunicação - desde que assumiu a redação do jornal da família Montana, Correio Carioca -, San Marino almejava seguir carreira na política, contando com o auxílio do marqueteiro Bob Lacerda (Felipe Camargo). - Enquanto Cláudio Marzo revivia o par de Cambalacho (1986) e Bambolê (1987) com Susana Vieira, Felipe Camargo reeditava o romance com Lúcia Veríssimo, aqui como a terapeuta Flora, já visto em Mandala (1987). - Dentre as polêmicas de bastidores, destaque para a campanha antitabagismo, liderada por Daniel Filho, em meio ao empenho do Ministério da Saúde em advertir o consumidor sobre os malefícios do cigarro. Chico Mota, fumante inveterado, enfrenta diversas situações, hilárias, na tentativa de largar o vício. Na mesma época, Nana, personagem de Nívea Maria em Suave Veneno, às 20h, também deixou o tabagismo de lado. - Ainda, críticas - por parte da imprensa especializada em TV - ao núcleo jovem. Diferente de outras produções, nas quais os adolescentes estão sempre em ebulição, Celi, Joana e Thiago prezavam pela castidade. Surgiu então Valéria (Isabel Guéron), que "desvirginou" o rapaz. Em contrapartida, Mariana Ximenes, Fernanda Souza e Caio Blat ocupavam todas as revistas destinadas ao público infanto-juvenil, tamanho sucesso! - Susana Vieira queixou-se, educadamente, do perfil de Gonçala. "O público reclama que apareço pouco. É um desperdício para mim e para a TV. Fico muito parada, gravo pouco. Estou acostumada a "ralar" mais. Mas sou obediente ao autor. Estou no barco e vou com ele", em entrevista a O Globo, de 23 de maio de 1999. De fato, Gonçala San Marino era um pouquinho "de menos" para quem acabara de interpretar Branca Letícia de Barros Mota, em Por Amor. - Otávio Augusto também se aborreceu com Alex, conforme relatado pelo próprio, também ao jornal O Globo (26 de setembro de 1999): "Ele é um quinto coadjuvante. Nesta trama, os atores superaram os personagens e a própria história". - Segundo Otávio, o ciúme da mulher Oneide prejudicaria o casamento de Alex. A dona de casa então se envolveria com Tião Alemão (Tony Tornado), dono do bar Berlim, vizinho à redação do Correio Carioca. Nada disso aconteceu. - Já Judite (Nicette Bruno) e Lúcia Helena (Júlia Lemmertz) cresceram - e muito! - ao longo da narrativa. A mãe e a ex-mulher de Chico Mota viviam às turras, até o envolvimento do jornalista com Júlia. Unidas, elas fizeram um verdadeiro inferno na vida da primogênita dos Montana. Obcecada por intervenções cirúrgicas, Lúcia Helena chegou a operar os seios para deixá-los maiores do que os de sua rival. E também forçou a filha, a pré-adolescente Constância (Gabriela Martins), a aporrinhar a madrasta. - Júlia Lemmertz atuou grávida durante boa parte da trama. Já na reta final, a atriz passou a usar de objetos de cena para esconder a barriga. A direção também passou a privilegiar closes e enquadramentos que escondessem a gestação. - A produção apostou em participações especiais. Atores iam e vinham, conforme as necessidades do enredo, movimentando a narrativa. Neste contexto, destaque para Bruna Lombardi como Frida, cientista que pesquisava a fórmula do amor, entrevistada por Chico e Júlia; Milton Gonçalves como um delegado; Regina Maria Dourado como Ieda, mãe de Raul; e Zezé Polessa como Bonitona, motoqueira que ajuda Otávio a fugir da clínica psiquiátrica. - Andando Nas Nuvens demorou a decolar! A novela se aproximou de índices considerados alarmantes pela Globo, na ocasião - abaixo dos 30 pontos. Segundo publicações da época, Marinho chegou a "trocar ideias" a respeito da condução com autores tarimbados, como Gilberto Braga, Manoel Carlos, Ricardo Linhares, Silvio de Abreu e Walther Negrão. - A novela já estava estabilizada, indo de 35 a 40 pontos, quando entrou em sua "segunda fase". Foi quando San Marino conseguiu dispensar Gonçala, deixando-a sem um tostão. Também enviou Otávio para uma clínica psiquiátrica; este tiro, porém, saiu pela culatra já que o "desmemoriado" se lembrou do que acontecera na noite da morte de seu pai, após tomar outro choque elétrico. - Neste momento, 'Andando' apostou numa narrativa mais folhetinesca: Beth casou-se com o primogênito de San Marino, Arnaldinho (Márcio Garcia), alegando esperar um filho dele - na verdade, herdeiro de Raul; já Júlia, cuja semelhança com a mãe, Eva, impressionava, tornou-se alvo das investidas de San Marino, seu verdadeiro pai - também genitor de Joana, a quem Janete pede auxílio após perder a academia, por conta das dívidas do namorado Atila, não podendo mais sustentar a filha. - Com a volta de Eva, vivendo sob a identidade da Condessa Astrid Von Brandenburg, estabeleceu-se um imbróglio: um retrato da personagem fora pintado tomando por base os traços de Débora Bloch, já que Júlia era muito parecida com a mãe. Logo, era preciso encontrar uma atriz que guardasse as devidas semelhanças com Bloch. Renata Sorrah fora escolhida para o papel. A mudança física de Eva foi justificada com uma cirurgia plástica, na intenção de fugir de San Marino. Testemunha da morte de Gregório, Eva fugiu com o dinheiro do sogro, temendo ser o próximo alvo do vilão, seu amante. - Nos capítulos finais, Ary Coslov voltou à cena, então como um garçom. Ao vê-lo, Otávio exclama: "Que garçom estranho, parece meu pai!". O caco, inserido pelo ator, acabou mantido na edição final. Dennis Carvalho também participou da trama, em off: era voz do comissário que anunciou a chegada de Júlia ao Brasil, no primeiro capítulo. - Karla Karenina, reverenciada como Dita, a empregada de Silvana (Lilia Cabral) em A Força do Querer (2017), participou de Andando Nas Nuvens como Iracema, arrumadeira na casa dos San Marino. Karla já era conhecida do público, por conta de sua presença na Escolinha do Professor Raimundo (1990). - O Casseta & Planeta, Urgente! transformou Andando Nas Nuvens em 'Fernando Nas Nuvens', uma referência ao então presidente Fernando Henrique Cardoso, parodiado por Hubert. FHC surgiu na mesma situação de Otávio Montana: despertando de um sono profundo e se deparando com o Brasil que não conhecia. - A trilha sonora popularizou o grupo Fat Family, responsável pelo tema de abertura, 'Gulosa'. Para a vinheta, os integrantes regravaram a canção, substituindo o trecho "quero ser a dona do seu prazer" por "quero andar nas nuvens com você". Também Maurício Manieri, alçado ao estrelato com 'Minha menina', tema de Beth e das vinhetas de intervalo. - Outro êxito: a mochila de couro transpassada que Júlia usava para transportar seu notebook. A peça, da Zoomp, custava uma pequena fortuna: R$ 259,00.
  7. Antonio Fagundes Reprisada recentemente pelo canal pago Viva, "O Dono do Mundo" (1991) desagradou Antonio Fagundes, que viveu o cirurgião plástico Felipe Barreto. O ator se incomodou e chegou a reclamar que seu personagem se transformou de vilão a mocinho abruptamente: "O Felipe Barreto ainda vai ser canonizado [...] Acho que ninguém muda tanto de caráter assim. Mas a função de uma novela é entreter o público" Adriana Esteves Adriana Esteves não guarda boas lembranças de "Renascer" (1993). A atriz foi duramente criticada como a mocinha Mariana, teve depressão e se afastou da TV durante quase dois anos: "Eu era muito nova e fazia uma protagonista muito grande e complexa em 'Renascer', de Benedito Ruy Barbosa. Claro que não tinha muita maturidade para lidar com o sucesso tão grande de uma protagonista de novela das oito" José de Abreu Em 1994, José de Abreu decidiu se afastar da televisão. Estava cansado das novelas e detestou seu personagem em "Sonho Meu" (1993). "É o pior trabalho que já fiz. A trama não tem pé nem cabeça, está repleta de contradições. O próprio Geraldo é um personagem esquizofrênico. Um dia, dá porrada. No outro, chora como criança. Parece que os autores do texto não conversam entre si", reclamou Miguel Falabella "A Viagem" (1994) marcou muitos telespectadores, mas incomodou Miguel Falabella, que intepretou Raul. Ele se quexou do excesso de cenários e criticou uma das autoras, Solange de Castro Neves: "É uma novela muito cansativa de fazer. Tem cenários demais. A ação não é concentrada [...] É essa moça que está adaptando. Ela coloca a gente em cena muitas vezes, em todos os cenários, não sei para quê" Márcio Garcia Marcio Garcia trocou a Record pela Globo para ser protagonista de uma novela das nove. Mas, em "Caminho das Índias" (2009), seu personagem, Bahuan, perdeu Maya (Juliana Paes) para Raj (Rodrigo Lombardi) e ficou sem função. O ator detestou: "Foi um erro. Desde o início, o personagem não estava bem definido [...] Bahuan era um coitado. Não sabia se era mocinho ou vilão. Teve uma crise existencial" Taís Araújo Primeira Helena negra de Manoel Carlos, Taís Araújo perdeu espaço em "Viver a Vida" (2009) para Luciana (Alinne Moraes), que ficou tetraplégica, e saiu da novela decepcionada: "Fui achando que seria a chance da minha vida, e não era. Ou talvez tenha sido, porque mudei muito depois daquilo [...] Eu não fazia bem e não sei se tinha como fazer [...] Me sentia em uma areia movediça, patinei até o fim" Luiza Tomé Luiza Tomé odiou tanto "Máscaras" (2012) que pediu no Twitter para sair: "Será que o Lauro [César Muniz] está gostando da figuração que estou fazendo? 28 anos nadando e morrer na praia! Não quero mais [...] Não é a primeira novela que faço do Lauro, mas com certeza será a última, me sinto humilhada. Ele não escreve pra mim! Me tira! É mais digno". Oficialmente, ela saiu por problemas de saúde Vera Fischer Vera Fischer atuou em "Salve Jorge" (2012) o tempo todo sentada, o que virou motivo de piadas na internet e reclamações da atriz: "O papel de Irina para mim é humilhante. Acho que não precisava me chamar para fazer essa novela! [...] Colocava então uma pessoa que está começando, que precisa e tal. Eu não digo nada, eu não faço nada, eu não existo". A autora, Gloria Perez, ficou magoada com a amiga Marcello Antony A novela "Amor à Vida" (2013) certamente foi esquecida por Marcello Antony, que interpretou Eron. Ele criticou o núcleo gay e seu personagem: "Vejo uma trama mais preocupada com a comédia em vez de mostrar gays que têm família. Eu sofro para dizer aquele texto". O autor, Walcyr Carrasco, rebateu: "É óbvio que um ator diz textos que nunca diria, caso contrário só representaria a ele mesmo" Fúlvio Stefanini Fúlvio Stefanini também não ficou satisfeito com "Amor à Vida" (2013). "O personagem foi muito esquecido. Ele não tinha história. Eu tirava leite de pedra", reclamou o ator sobre seu papel, Denizard, dono de um bar. A resposta da Globo e de Walcyr Carrasco foi silenciosa. A emissora o demitiu após 40 anos e o autor, que sempre escalava Fúlvio, nunca mais o convidou para atuar em suas novelas Giselle Itié Giselle Itié odiou a edição de "Os Dez Mandamentos" e criticou no Twitter os cortes "grotescos" no reencontro de sua personagem, Zípora, com a irmã, Adira (Rayana Carvalho): "Infelizmente, o editor preferiu 'salvar' a caracterização das personagens do que colocar no ar a real emoção sem cortes grotescos... Muito frustrada do lado de cá. Muito [...] Triste. Para nós atores, dói muito" Lima Duarte O arrependimento bateu até para Lima Duarte. Ele admitiu ter odiado Max, de "Araguaia" (2010): "Foi muito chato, detestei esse vilão aí. Não gostei de fazer". E também se "perdeu" como Don Peppino, de "I Love Paraisópolis" (2015): "Pensava: 'Por que eu faço isso? Não preciso mais. Vou parar' [...] Caí de paraquedas na novela. Não conheço ninguém, não sei os personagens, não conheço bem a história" https://tvefamosos.uol.com.br/album/2018/01/11/se-pudessem-voltar-no-tempo-astros-da-tv-que-se-arrependeram-de-novelas.htm?foto=10
  8. Gabriela Duarte vai ser a antagonista de 'Orgulho e Paixão' Por: em 18/12/17 05:0 Gabriela Duarte Foto: JaiGoldfluss/Divulgaçã Vai ser de Gabriela Duarte a antagonista de “Orgulho e paixão”, próxima novela das seis. Julieta, sua personagem, será conhecida como a Rainha do Café. Emocionalmente distante, severa, de personalidade forte e sem muita vaidade, Julieta guarda um segredo: nunca amou o marido, que a embebedou e a engravidou, forçando-a a se casar com ele. Quando ele morreu, deixou um último “presente” para ela: dívidas. Daí vem toda a sua amargura. Na trama, que estreia em março, Julieta vai rivalizar com Susana (Alessandra Negrini), a grande vilã da história. Julieta não percebe que ela, seu braço direito é invejosa e uma péssima influência, que só a afasta cada vez mais de sua humanidade. “Orgulho e paixão”, escrita por Marcos Bernstein, será inspirada várias obras da escritora inglesa Jane Austen. https://extra.globo.com/tv-e-lazer/telinha/gabriela-duarte-vai-ser-antagonista-de-orgulho-paixao-22199178.html
  9. Abaixo, a sequência cronológica correta das telenovelas que a Record TV exibe desde outubro de 2004, a partir da nova era dramatúrgica da emissora. Considera-se o horário aproximado de estreia e de encerramento de cada novela, respeitando a sucessão de cada faixa. FAIXA I A Escrava Isaura (segunda, 18/10/2004 à sábado, 30/04/2005) - 19h15 Essas Mulheres (segunda, 02/05/2005 à sábado, 22/10/2005) - 19h15 Prova de Amor (segunda, 24/10/2005 à segunda, 17/07/2006) - 19h15 Bicho do Mato (terça, 18/07/2006 à terça, 20/03/2007) - 19h15/20h30 Luz do Sol (quarta, 21/03/2007 à terça, 20/11/2007) - 20h30/21h00 Amor & Intrigas (terça, 20/11/2007 à segunda, 21/07/2008) - 21h00/22h00 Chamas da Vida (terça, 08/07/2008 à terça, 28/04/2009) - 22h00 Poder Paralelo (terça, 14/04/2009 à terça, 02/03/2010) - 22h00/23h00 – interrupção da faixa entre quarta, 03/03/2010 e domingo, 20/03/2011 – Rebelde (segunda, 21/03/2011 à sexta, 12/10/2012) - 19h15/21h00 – interrupção da faixa entre sábado, 13/10/2012 e segunda, 30/05/2016 – Escrava Mãe (terça, 31/05/2016 à segunda, 09/01/2017) - 19h30 – interrupção da faixa entre terça, 10/01/2017 e segunda, 24/07/2017 – Belaventura (terça, 25/07/2017 até hoje) - 19h30 FAIXA II Cidadão Brasileiro (segunda, 13/03/2006 à segunda, 20/11/2006) - 20h30/22h00 Vidas Opostas (terça, 21/11/2006 à segunda, 27/08/2007) - 22h00 Caminhos do Coração (terça, 28/08/2007 à segunda, 02/06/2008) - 22h00/20h30 Os Mutantes (terça, 03/06/2008 à segunda, 23/03/2009) - 20h30 Promessas de Amor (terça, 24/03/2009 à segunda, 03/08/2009) - 20h30 Bela, a Feia (terça, 04/08/2009 à quarta, 02/06/2010) - 20h30/22h30 Ribeirão do Tempo (terça, 18/05/2010 à segunda, 02/05/2011) - 22h00/22h30 Vidas em Jogo (terça, 03/05/2011 à segunda, 09/04/2012) - 22h30 Máscaras (terça, 10/04/2012 à terça, 02/10/2012) - 22h30/23h00 Balacobaco (quinta, 04/10/2012 à segunda, 20/05/2013) - 22h30 Dona Xepa (terça, 21/05/2013 à terça, 24/09/2013) - 22h30 Pecado Mortal (quarta, 25/09/2013 à sexta, 30/05/2014) - 22h30/21h00 Vitória (segunda, 02/06/2014 à sexta, 20/03/2015) - 21h00 Os Dez Mandamentos (segunda, 23/03/2015 à segunda, 23/11/2015) - 20h30 – interrupção da faixa entre terça, 24/11/2015 e domingo, 03/04/2016 – Os Dez Mandamentos: Nova Temporada (segunda, 04/04/2016 à segunda, 04/07/2016) - 20h30 A Terra Prometida (terça, 05/07/2016 à segunda, 13/03/2017) - 20h30 O Rico e Lázaro (segunda, 13/03/2017 à segunda, 20/11/2017) - 20h30 Apocalipse (terça, 21/11/2017 até hoje) - 20h30
  10. Hoje a segunda fase da novela O Outro Lado do Paraíso será iniciada, existe a promessa de um maior destaque ao personagem de Arthur Aguiar, será que isso de fato vai ocorrer, ou ele continuará sendo um figurante?
  11. Os dois lados de uma mesma moeda Cara & Coroa, sucesso esquecido pela Globo, se sairia bem no Viva. Quais os critérios de escolha para uma reprise no Vale a Pena Ver de Novo, da TV Globo: boa audiência, alta repercussão e qualidade técnica inquestionável? Se forem apenas estes os itens que qualificam uma produção a figurar na faixa de reprises vespertina, fica difícil entender porque Cara & Coroa não fora reexibida. Substituta de Quatro por Quatroàs 19h, manteve os bons números desta ao trazer Christiane Torloni em dose dupla. Mais: conquistou uma legião de fãs, que ainda hoje (até mais do que na época de sua exibição) cultuam a novela. Um dos termômetros deste sucesso pode ser encontrado, inclusive, no site do Canal Viva. Nos posts do colunista Nilson Xavier que mencionam Cara & Coroa, muitos usuários deixam comentários elogiosos à obra de Antonio Calmon e praticamente imploram por uma reprise. De fato, é de se estranhar que uma novela de tanto sucesso tenha caído em tamanho ostracismo, dentro da TV Globo. O que, no entanto, não inviabiliza uma eventual reprise no Viva. O “ineditismo” de Cara & Coroa pode implicar em um fenômeno semelhante ao visto com O Dono do Mundo. Movidos pela curiosidade de se conhecer uma trama exibida apenas uma vez, o público deu a novela de Gilberto Braga uma audiência maior que a de Dancin’ Days eÁgua Viva, em seu capítulo de estreia. E elementos para arrebatar o telespectador logo de cara não faltam a Cara & Coroa. Tão logo a trama se inicia, conhecemos Vivi (Christiane Torloni), enfermeira que complementa sua renda trabalhando como garçonete à noite, em um pardieiro. No submundo paulistano, Vivi conhece Margô (Rosi Campos), de quem se torna grande amiga, e é envolvida, juntamente com ela, em um assalto a uma joalheria, comandado por Boca (Alexandre Frota), o namorado da colega. Presas, são alojadas em celas diferentes e surpreendidas com a presença de Fernanda (Christiane Torloni), sósia de Vivi. Condenada a 13 anos de prisão por supostamente ter assassinado um desconhecido, Fernanda se ressente pelos muitos erros que cometera no passado. Abandonou o noivo, Rubinho (Luís Mello), para se casar com Miguel (Victor Fasano), com quem tivera um filho, Pedro (Thierry Figueira). Entediada, deixou-se envolver por Mauro (Miguel Falabella), irmão de Miguel, fugindo com ele para São Paulo. Lá, fora traída pelo amante com Heloísa (Maitê Proença), e decidida a dar um fim nele, acabou por atingir o tal desconhecido. A semelhança com sua nova companheira de cela também causa espanto em Fernanda. Mas quem mais se surpreende, e se beneficia, das características físicas aproximadas das duas, é Mauro. Próxima de conquistar a liberdade, Fernanda sofre um derrame, que a mantém em coma. Interessado em usufruir do patrimônio do irmão, Mauro engendra um ardiloso plano, que consiste em colocar Vivi no lugar da sósia, para que assim seja possível à “Fernanda” assinar o divórcio com Miguel e tomar posse da parte que lhe cabe. Sem ter alternativa, após fugir da cadeia com Margô, Vivi aceita a proposta e parte para o reencontro com os familiares da amiga combalida. O regresso de “Fernanda” coloca todos em Porto do Céu, litoral do Rio de Janeiro, em polvorosa. Sua mãe Guilhermina (Marilena Ansaldi) e suas sobrinhas Leninha (Mônica Fraga) e Natália (Alessandra Negrini) se envergonham de suas atitudes do passado; o ex-marido Miguel não quer vê-la nem pintada de ouro e, assim como seu pai, Antenor (Carlos Zara), deseja mantê-la afastada de Pedro; Nadine (Lúcia Veríssimo), médica que namora Miguel, teme a proximidade da rival. Apenas Rubinho, o noivo abandonado, e Aníbal (Hugo Carvana), o pai, se animam com a chegada da moça. Na pele da amiga, Vivi tenta se aproximar de Pedro. No entanto, é impedida por Miguel de se aproximar da Ilha do Adeus, pequeno oásis em que o bonitão vive com o pai e o filho. Mauro também é persona non grata por lá. Tanto que para comover o pai e conseguir estadia leva consigo para o lugarejo a pequena Belinha (Luiza Curvo), sua filha com Heloísa. E também Margô, que passa a usar o codinome de Regininha, para esconder de todos que é uma foragida da justiça. O tempo passa e a Fernanda, interpretada por Vivi, começa a cair na graça dos que a odiavam. Primeiro, de Rubinho, iludido com a retomada do romance; depois, Pedro, que se afeiçoa a mãe. E mais adiante, Miguel. É claro que muitos contratempos surgem com a farsa. Ao perder uma das lentes de contato, que a deixam com os olhos azuis de Fernanda, Vivi se vê obrigada a forjar uma conjuntivite. E deixa Mauro desesperado quando retira os óculos para tirar uma foto, durante o aniversário de Pedro. Por sorte, já estava com as lentes outra vez, e decidida a fugir de Porto do Céu, após ter sido obrigada pelo vilão a assinar uma procuração para que ele assumisse os bens de Fernanda. Um beijo repentino, roubado por Miguel, a demove da ideia e afasta Nadine, que presencia a cena, da vida do casal. Temendo ficar sem sua provável mina de ouro, Mauro resolve seduzir a apagada Natália. A jovem que segue o rígido padrão moral imposto pela avó, Guilhermina, não resiste às cantadas baratas e a promessa de que ele irá se separar de Heloísa. Entrega sua virgindade a Mauro, sem imaginar que ele irá usar seu poder de influência sobre ela para chantagear Guilhermina: quer os terrenos que pertencem a matriarca para expandir o hotel de Porto do Céu, que ele ganhara do pai. Enquanto articula contra a família de Fernanda, Mauro solta as rédeas de Vivi. Mas a moça pouco usufrui de sua liberdade. Após se entregar a Miguel em um barco, Vivi decide partir de Porto do Céu, ao constatar que está apaixonada por ele e afeiçoada a Pedro. Mauro se aproveita do momento de fragilidade da moça e vai até Miguel, exigindo metade de seu patrimônio, usando a procuração supostamente assinada por Fernanda. Além da decepção por ter sido traído, mais uma vez, pela mulher que ama, Miguel sofre um duro golpe por parte do amigo Rômulo (Antonio Grassi), que passa a fornecer informações de seus negócios a Mauro, enquanto se relaciona secretamente com Heloísa. Rômulo é casado com Laurinha (Louise Cardoso, infelizmente mal aproveitada durante a narrativa), diretora da escola local, onde estudam suas filhas, Júlia (Juliana Barone), namorada de Pedro, e Kika (Natália Lage, sempre bem!). Seus pais, Kléber (Mauro Mendonça) e Leda (Arlete Montenegro) são donos do restaurante mais badalado da cidade; seu irmão mais novo, Cosme (Marcos Pasquim), é delegado em Porto do Céu e noivo de Leninha; já o mais velho, Rubinho, é professor e advogado. E o primeiro a revelar que conhece toda a farsa de Vivi. Após a fuga, a mocinha se hospeda numa pensão de quinta, enquanto batalha por um emprego. Quando a polícia invade o local, para desmontar um prostíbulo clandestino que funciona ali, Rubinho dá guarita a Vivi e diz saber que ela não é Fernanda. Confiando em sua amizade, a moça confessa todo o plano de Mauro e é convencida a voltar a Porto do Céu, para lutar contra Mauro, tendo Rubinho como seu representante perante e a lei. Com o fôlego renovado, Vivi procura Mauro e diz que irá revelar a troca de identidades caso ele não deixe sua “sobrinha” Natália em paz. A moça está cada vez mais apaixonada e, ao descobrir pela avó que Mauro desejava apenas as terras que cercavam o hotel, toma um vidro de comprimidos, numa tentativa de suicídio que só não se concretiza por conta do rápido atendimento médico. No entanto, a morte de Guilhermina, após uma acalorada discussão com a neta, a respeito de Mauro, faz com que Natália mergulhe em uma depressão profunda, principalmente ao constatar que o vilão só queria mesmo os terrenos, a esta altura, já doados por Guilhermina. O melhor remédio para Natália, no entanto, está para chegar: é o esportista Guiga (Márcio Garcia), que aporta em Porto do Céu na companhia da modelo Debbie (Cláudia Liz). A presença da top amedronta Cícero (Wolf Maya), patriarca da, até então, família mais ajustada deCara & Coroa. Ele é casado com Martina (Cláudia Alencar, ótima!), uma ex-jogadora de vôlei, que tão logo descobre que o marido teve um caso clandestino com Debbie, propõe sociedade a Guiga em uma loja de artigos esportivos, mas com a condição de que Cícero e sua ex-amante acreditem que os dois estão tendo um romance. Dois meses se passam. Mauro pressiona Vivi a assinar, como Fernanda, a separação, agora exigida por Miguel, de forma que ele possa ficar livre para se casar com Nadine. Esta, por sua vez, constata que Vivi não passa de uma impostora, ao comparar sua ficha médica atual com a do passado. E Cacilda (Arlete Salles), segunda mulher de Aníbal, também descobre toda a armação, ao encontrar a carta em que Vivi confessava seus delitos, escrita antes do aniversário de Pedro e do beijo em Miguel. A esta altura, Rubinho já provou a inocência de Vivi e Margô e constatou a morte de Boca, em uma briga no presídio. Sem ter porque continuar fugindo, Vivi decide procurar a verdadeira Fernanda, ao descobrir que ela não estava morta, como Mauro lhe dissera. Diante do corpo inerte da sósia, Vivi confessa todo o plano e que está grávida de Miguel. E é surpreendida por uma risada monstruosa de Fernanda, que revela estar fingindo por todo esse tempo por medo da ira de Mauro e Heloísa. Agora, entretanto, sabendo que Vivi já preparou o terreno, Fernanda decide regressar a Porto do Céu. Disposta a destruir Mauro e Heloísa, Fernanda torna a seduzir o vilão. Iludido com a possibilidade da ex-amante ainda amá-lo, e de assim conseguir os bens que ela ainda tem em comum com Miguel, o malvado se deixa envolver, despertando a ira de Heloísa, que planeja a morte da rival. Liga para ela e marca um encontro em um despenhadeiro, de onde planeja atirar Fernanda, simulando um suicídio. O tiro, porém, sai pela culatra. Mauro, no intuito de impedir os planos da esposa, acaba por jogar Heloísa das pedras. A saída de Maitê Proença da novela, na época, gerou burburinho, uma vez que a personagem era de extrema importância no enredo e a atriz desempenhava muito bem o seu papel. Natália, que nada conta, já que Mauro a ameaça. O terrorismo é tamanho que a mocinha tenta, mais uma vez, dar fim à sua vida, se atirando no mar. Desta vez, é salva por Guiga, alertado por Leninha, que, desencantada com Cosme, começa a se interessar pelo esportista. Já Fernanda chega ao local do encontro, com Rubinho, logo depois. E assim, tia e sobrinha se tornam suspeitas, mesmo com Mauro induzindo o delegado Cosme a investigar apenas a possibilidade de suicídio. Enquanto vive sob suspeita, Fernanda beija Miguel, que confessa a Nadine que, desta vez, beijou a verdadeira ex-mulher, causando um novo rompimento com a médica, que tenta submetê-la a um exame de sangue e sanar suas dúvidas. Já Cacilda continua acreditando estar diante da impostora e pressiona Fernanda a se revelar. Vivi passa a ser um fantasma na vida da sósia, que não admite a paixão de Rubinho pela ex-companheira de cela. Ao confessar que possui um aneurisma que pode se romper a qualquer momento, Fernanda consegue balançar o noivo que abandonou e os dois terminam na cama. A redescoberta da paixão por Rubinho humaniza Fernanda, que incita Laurinha a se libertar do casamento infeliz com Rômulo, que se encanta com a nova postura da ex. Ela também assina o divórcio, deixando Miguel livre, e na saída do tribunal entrega a ele um bilhete no qual revela o paradeiro de Vivi. Trabalhando em um orfanato em São Paulo, Vivi tem um novo encontro com Fernanda, com quem estabelece um pacto: as duas serão uma única pessoa. Já com a filha nos braços, batizada de Fernanda em homenagem à amiga, Vivi segue para a casa de Rubinho. Fernanda, usando do bebê da sósia, seduz Miguel e depois ordena que Vivi assuma seu lugar, para ter uma noite de amor com o amado. Enquanto isso, a verdadeira Fernanda se derrete nos braços de Rubinho. E até Nadine conquista um novo amor! Ao ver Miguel entretido com Fernanda e o bebê, ela deixa a festa de noivado que iria selar seu compromisso com o amado de lancha, mas fica à deriva e é salva por Heitor Gonçalves (Marcos Paulo), o médico que iria substitui-la no posto de saúde, durante sua lua-de-mel. Heitor é filho do homem que Fernanda matou no passado e vai a Porto do Céu com o intuito, oculto, de se vingar da moça. O troca-troca de Fernanda e Vivi é ameaçado por Margô, que, num descuido, diz a Belinha que a bebê é filha de Miguel e “Fernanda”. A notícia se espalha e chega aos ouvidos do pai da criança, que logo convida a amada para viver com ele. Vivi aceita, mesmo sabendo que pode se prejudicar caso haja algum desajuste em seu acerto com Fernanda que, por sua vez, confessa o plano das sósias a Rubinho e passa a desfrutar do auxílio do rapaz. O professor chega a convencer Fernanda a procurar o auxílio de Heitor. O médico lhe propõe uma cirurgia, mas alerta para o risco de severas sequelas: estaria ele querendo salvar ou dar um fim a vida de mulher que matou seu pai? Outro problema torna a vida de Fernanda mais atribulada: Vivi se recusa viajar para a Itália com Miguel, despertando a atenção do amado, para seus trejeitos e sua falta de traquejo social. Sem ter como fugir, no entanto, da viagem, Vivi se encanta pela Itália, cenário que Fernanda já conhecia, e se atrapalha toda no italiano. Miguel nota a farsa e passa a rejeita-la. Vivi decide deixar a cena, já que Fernanda resolve se submeter à cirurgia proposta por Heitor. As sequelas são inevitáveis: Fernanda perde a visão e o médico é acusado por Nadine e Rubinho de estar querendo destruir a mulher que matou seu pai. Só que quem assassinou o tal homem foi Mauro. Ele alterou a cena do crime, de forma a levar Fernanda à cadeia. Um novo homicídio irá engrossar a lista de crimes do vilão. Ao chantagear Cícero, usando seu caso com Debbie, e despertar a ira de Martina, que promete descobrir todos os seus podres, o loiro é surpreendido pela presença de Jarbas (Dartagnan Jr.), fotógrafo que lhe forneceu elementos para a extorsão, e que dias depois, aparece morto. As evidências incriminam Cícero, o que auxilia Mauro; a esta altura, tendo Debbie como sua parceira de vilanias. Mais o jogo está prestes a virar: instruída por Fernanda, Natália decide revelar ao juiz, na ação que julga a doação de terras feita por Guilhermina, que viu Mauro assassinar Heloísa. E Antenor descobre que o filho falsificou sua assinatura para se desfazer dos imóveis da família. Sem querer prejudicar o rapaz, no entanto, Antenor registra uma nova assinatura em cartório e doa os bens restantes a Miguel e Pedro, deixando Mauro possesso. A presença de Bruna (Maria Padilha), ex-namorada de Jarbas que seduz Mauro de forma a provar seu envolvimento neste crime, atordoa o vilão, que a associa à falecida Heloísa. E, uma vez atordoado, revela em alto e bom som, acreditando que a nova amante está dormindo, a armação que levara Fernanda para a cadeia. A esta altura, Natália já descobriu a farsa de Fernanda e Vivi e passou a instigar Rubinho a descobrir se as sósias possuem algum parentesco. Através de uma medalhinha encontrada por Irmã Domitila (Ida Gomes), no orfanato em que Vivi fora abandonada, a história começa a se elucidar. Natália descobre uma joia idêntica nos pertences de Guilhermina, o que deixa Aníbal atordoado. E vai até o orfanato, com o pretexto de entregar presentes nas noites de Natal, conversar com a freira Domitila, que nada pode fazer para ajuda-la. A chegada de Juan Caruso (Francisco Milani) à cidade, no entanto, trará novos desdobramentos ao drama das sósias. Ex-marido de Cacilda e pai de seu filho, Pepe (Walther Verve), Juan se envolveu, no passado, com Constância (Maria Helena Dias), uma mulher misteriosa que sente calafrios ao ver Fernanda e Vivi juntas. Ela assume ser mãe de Vivi e induz todos a acreditarem que Juan é o pai da moça. Mas após um acidente de carro que a deixa à beira da morte, Constância resolve abrir o jogo: ela roubou uma das gêmeas de Guilhermina. Sua filha com Juan morreu poucas horas depois do nascimento. Aproveitando-se do fato da avó de Natália ter tido gêmeas naquele mesmo dia, Constância foi até o quarto dela e colocou sua filha morta no lugar de uma das meninas; no caso, Vivi. Ao se casar de novo, abandonou a menina em um orfanato, temendo que seu marido descobrisse o crime que cometera. Nesse meio tempo, Mauro continua aprontando. Ao encontrar Nandinha, a filha de Vivi e Miguel, o vilão surta e promete que irá impedir a menina de roubar a herança que é de sua filha. Procura Miguel e diz a ele que é o pai da bebê, o que Vivi confirma, temendo as ameaças de Mauro de fazer mal à sua filha. O que o loiro sequer imagina é que Heitor, após um severo tratamento psiquiátrico, se recorda do crime que vitimou seu pai, e inocenta Fernanda da culpa que ela carregou por tantos anos, por supostamente ter matado um inocente. Inconformada com sua cegueira, Fernanda dispensa Rubinho, que enlouquece longe da amada. Ele chega a se despir dentro da igreja, recitando versos do Apocalipse de São João, para desespero do pároco Marcos (Emiliano Queiróz). Fernanda, enquanto isso, se envolve com Heitor, e se preocupa com o processo que move contra Mauro, uma vez que quer reaver as terras que Guilhermina doou a ele. O vilão exige que Vivi se passa pela irmã perante o juiz, abrindo mão em definitivo das terras. Sem sucesso, Mauro incendeia o fórum, impedindo o julgamento da ação. Agora aliados, Fernanda e Heitor retornam a Porto do Céu, visando impedir os empreendimentos de Mauro. Eles convocam a imprensa para alertar que o anexo do hotel está sendo construído em terras que não são dele. Pedro também comunica ao grupo japonês que pretendia investir no hotel que as terras seguem em litígio. Os japoneses se revoltam com a informação e oferecem um punhal para que Mauro cometa suicídio. Sem medo de enfrentar o vilão, Fernanda o procura e o ameaça de morte, caso ele apronte algo contra Pedro. Nem assim, o malvado sossega. Atenta contra o sobrinho e é descoberto por Bruna, a quem acaba matando com um tiro. Cosme assiste a tudo e prende Mauro em flagrante. Aproveitando-se do desajuste mental do vilão, Heitor consegue fazer com que ele confesse seus crimes. Na cadeia, bancando o arrependido, Mauro faz as pazes com o pai, enquanto engendra, com o auxílio de Amorim (Carlos Vereza), seu novo comparsa, uma perigosa fuga. Durante sua transferência para outra penitenciária, Mauro liquida os policias que o conduziam, e escreve, no asfalto, a palavra “vingança”, deixando todos os seus inimigos atentos. Mauro não demora a agir. Sequestra Natália, que é salva por Aníbal e Pedro, ficando os dois sob a mira do revólver do malvado. Vivi e Miguel assumem o lugar de ambos, mas Mauro quer mesmo é se acertar com Fernanda. Com a visão recuperada, ela imobiliza o ex-amante e parte com ele em um avião, que irá jogar, minutos depois, no mar, causando a morte de ambos. Vivi e Miguel estão livres para amar e Rubinho termina como começou: sozinho. Cara & Coroa também deu espaço às fantasias de Antonio Calmon. Belinha, filha de Mauro e Heloísa, via o espírito de um garoto, Geninho (Luiz Fernando Camarão), que deixava um dos quadros da sala de Antenor para brincar com ela. O fantasminha também leva Anselmo (Tony Tornado), marinheiro e irmão de Dinda (Chico Xavier), fiel escudeira de Antenor, a Porto do Céu, para fisgar o coração de Margô. Geninho é, na verdade, antepassado de Antenor. Apaixonado por Marina, mãe de Guilhermina, fora morto por Alberto, que era obcecado pela moça. A história toda é desvendada por Natália, que após ter uma visão com a bisavó, lê seu diário e descobre que a união de sua família com a de Mauro e Miguel é amaldiçoada por conta do amor não concretizado de Marina e Geninho. Ganha destaque na trama o núcleo jovem. O namoro de Pedro e Júlia é abalado pela chegada de Diana (Danielle Winits), que vive um relacionamento aberto com Mobral (Heitor Martinez). A moça também encanta Fabinho (Carmo Dalla Vecchia), filho de Cícero, enquanto sua irmã, Nadja (Maria Maya) caí de amores por Mobral. E Júlia, que parecia sobrar nessa história toda, acaba descobrindo muitas afinidades com Alex (Bruno Marques), que por sua vez, já namora a escritora Clara (Carol Machado). A trama de Cara & Coroa pode ser resumida em quatro atos: Vivi assume o lugar de Fernanda; depois, Fernanda é quem toma para si sua identidade; as duas se unem para ser a mesma pessoa, e por fim, passam ambas a viverem em Porto do Céu. Uma engenharia complicada que Antonio Calmon administrou muito bem, Wolf Maya regeu com primazia a direção, o elenco competente não desapontou em nenhum momento, e a ótima trilha sonora (em especial, a internacional) marcou aquele 1995. Vale a pena ver de novo, no Viva!
  12. Sophia Valverde e Igor Jansen protagonizam “As Aventuras de Poliana”, no SBT Caberá a Sophia Valverde, 11 anos, a principal personagem de “As Aventuras de Poliana”, novela que o SBT prepara para substituir “Carinha de Anjo” em data ainda a definir. O elenco infanto-juvenil da trama de Íris Abravanel foi apresentado na tarde desta segunda-feira (3), no auditório da emissora, pelo diretor-geral de Teledramaturgia, Reynaldo Boury, e pelo diretor de Planejamento Artístico e Criação, Fernando Pelegio. Apesar da pouca idade, Sophia já é uma veterana. Ela esteve presente em “Chiquititas” (2013), atualmente em reprise, como Maria; seu último trabalho foi em “Cúmplices de um Resgate” (2015), quando substituiu Duda Wendling como a espevitada Dóris. A pequena dividirá o protagonista com Igor Jansen, intérprete de João Feijão. Parcerias de Sophia Valverde em “Cúmplices”, Bia Lanutti (a Lola) e Gracielly Junqueira (a Chloé) também foram escaladas. Assim como João Guilherme e Larissa Manoela, hoje a principal estrela da teledramaturgia do canal. O ex-namorados viverão Lucca Tuber e Mirela – boatos dão conta de que esta é a “vilãzinha” do folhetim. O SBT também confirma a presença da youtuber Flávia Pavanelli como Brenda. O canal não divulgou até o momento nenhum nome do elenco adulto da produção. “As Aventuras de Poliana” conta a história de uma jovem órfã humilde que vai morar com sua tia rica e austera, alterando drasticamente a rotina de sua mansão ao instituir o “jogo do contente”. Trata-se de uma adaptação livro do clássico infanto-juvenil “Pollyanna”, de Eleanor H. Porter, publicado em 11 volumes a partir de 1913. Fonte: https://rd1.com.br/sbt-anuncia-protagonista-de-as-aventuras-de-poliana-novela-reunira-larissa-manoela-e-joao-guilherme/
  13. Eu estou percebendo que tão esticando Chiquititas para deixar a reprise de Cúmplices com maior tempo em relação a exibição original
  14. O canal português, SIC, se prepara para fazer mais uma estreia de novela na sua programação. “Espelho d’Água” que estreia em primeiro de maio no lugar de “Rainha das Flores”,é uma novela sobre a perda da família e da identidade, sobre reencontros e construção de laços afetivos. A autoria da novela fica por conta de Gonçalo Pereira ( seu primeiro trabalho solo por lá) A nova trama terá um elenco de luxo, nomes conhecidos no país, entre eles o casal de protagonistas, Mariana Pacheco e Vitor Silva Costa. A direção do folhetim promete prender o público com paisagens naturais e uma excelente fotografia. A novela vem sendo gravada com câmeras de ultima geração. Conheça um pouco sobre a história de “Espelho D’Água” Rita (Mariana Pacheco) é uma mulher que se sente sozinha no Mundo, e que procura a mãe e o irmão, desaparecidos há vinte anos, depois de o seu pai ter sido assassinado em circunstâncias pouco claras. A mãe, Luísa (Cristina Homem de Mello), profundamente perturbada e que sabe quem cometeu o crime, fugiu logo a seguir, levando consigo o filho ainda bebé, Kiko (António Maria), e nunca mais deu notícias. Aos 24 anos, Rita sabe finalmente os nomes dos seus pais, através do dossier do centro que a acolheu em criança. Nesse momento decide abandonar a Marinha, onde faz carreira, transforma a busca pela família a missão da sua vida. Nesse mesmo dia apresenta-se na Faina Norte, a empresa que pertencera ao seu pai. É ali que começa a busca. Mas Rita não imagina que está a pôr-se nas mãos das pessoas que assassinaram o seu pai. Assista ao trailer da novela e chamada de elenco aqui: http://portalaltadefinicao.com/espelho-d-agua-nova-novela-da-sic-estreia-nesta-segunda-portugal/
  15. Dou nota 9 para a estreia de O Rico e Lázaro ontem na Record! O primeiro capitulo foi um espetáculo! Me encantei com a abertura, que pisa em qualquer uma da concorrência, me emocionei com a interpretação do Vitor Hugo como o profeta Jeremias e me impressionei com as cenas grandiosas da novela. Há muito tempo não sentia vontade de rever o capítulo de estréia de uma novela. Com O Rico e Lázaro quero ver e rever cada detalhe dessa produção incrível.
  16. No México... As novelas brasileiras nunca estiveram tão em alta. "El Bienamado" remake da novela de Dias Gomes exibida pela Globo em 1973 é uma das maiores audiências do Canal das Estrelas. "A Regra do Jogo" foi a novela mais vista da Imagen TV na terça (21/02) e "Os Dez Mandamentos" tem boa audiência no mesmo canal. Enquanto isso no Brasil... As novelas mexicanas exibidas pelo SBT capengam na audiência. O mito "Rubi" até agora não foi capaz de apagar o fiasco da exibição de "A Usurpadora" e a promessa "O Que A Vida Me Roubou" ganhou o apelido nada lisonjeiro "O Que O Datena me Roubou" "Querida Inimiga" faz juz ao nome e se tornou a querida inimiga das tardes do SBT. E ae, em ambos os casos é apenas uma fase, ou o jogo virou?
  17. Eric Morales, famoso diretor de novelas mexicanas como "Yo No Creo En Los Hombres”, “La Candidata” e “El Color de La Pasion”, em visita ao Rio de Janeiro, aproveitou para conhecer os Estúdios Globo, e postou impressionado vídeos e fotos da sua visita. Porém alguns dias depois as fotos e vídeos que registraram sua passagem pela Globo foram sumariamente apagados restando apenas as outras imagens do Rio. O que teria acontecido? Será que o motivo foram os comentários nas fotos que diziam q ele veio aprender como se faz novelas, ou será que foi ordens da Televisa?
  18. El productor Salvador Mejía cambió de planes respecto a la protagonista de su próxima telenovela "Tierra salvaje" y decidió que su protagonista ya no será la actriz Mayrín Villanueva, sino que probará con Claudia Álvarez, quien realizó pruebas hoy. En el programa "Todo para la mujer", su titular, Maxine Woodside informó que al ver las pruebas de Villanueva, el productor decidió que por la edad del personaje, Carla Álvarez podría funcionar mejor en el papel por lo que hoy realiza pruebas y el lunes informará su decisión. http://www.radioformula.com.mx/notas.asp?Idn=658326&idFC=2017
  19. DESPERTAR CONTIGO estreia dia 01 de Fevereiro, a partir das 03h30 da tarde, pelo Canal RCN. VINO EL AMOR também estreia dia 01 de Fevereiro, a partir das 04h30 da tarde, pelo Canal RCN.
  20. Confesso que estou curioso e com medo dessa nova versão de um clássico da teledramaturgia brasileira. Embora o texto será embasado no livro, não há como não comparar com a versão produzida pela globo para TV que é um clássico que nem a própria globo ousou em produzir um remake que dificilmente chegaria aos pés da versão original. Essa nova versão mexicana chega parecer uma afronta, mas veremos os resultados e tomara que respeitem a obra original.


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