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  1. Poucos dias depois de o Brasil atingir 100 mil mortos pelo novo coronavírus, os brasileiros mostravam-se divididos em relação à responsabilidade de Jair Bolsonaro (sem partido) pela trágica marca. Quase metade deles, 47%, dizem acreditar que o presidente não tem culpa nenhuma pelos óbitos. Os que acham que Bolsonaro tem responsabilidade somam 52% —são 11% os que o veem como principal culpado e 41% os que dizem que ele é um dos culpados, mas não o principal. Os dados são de pesquisa Datafolha feita por telefone com 2.065 brasileiros adultos que têm celular, nos dias 11 e 12 de agosto. A marca das 100 mil mortes pela Covid-19 foi atingida no dia 8 de agosto, menos de cinco meses apos o registro da primeira morte decorrente da doença no país. O percentual dos que não atribuem ao presidente responsabilidade pelas mortes é maior entre aqueles que consideram seu governo ótimo ou bom (80%) e entre os que votaram nele no segundo turno das eleições (64%). De forma inversa, entre os que consideram o atual governo ruim ou péssimo, 86% creem na responsabilidade parcial ou total do governante pelos óbitos. A mesma pesquisa mostrou que Bolsonaro tem a melhor avaliação desde começou seu mandato, em 2019: 37% consideram seu governo ótimo ou bom, como mostrou a Folha na quinta (13). Os que avaliam o governo como regular são 27% e os que o veem como ruim ou péssimo, 34%. Segundo o Datafolha, entre os brasileiros de maior renda (mais de dez salários mínimos) somam 61% os que veem Bolsonaro como o principal ou um dos culpados pelas mortes. Já entre quem ganha até dois salários mínimos, 49% acham que o presidente não tem nenhuma culpa, mesmo percentual da soma dos que o veem como principal culpado ou corresponsável. Quando se divide a população por raças, são os pretos o grupo que mais vê culpa do presidente: para 14% ele é o principal culpado pelas mortes, e para 48%, um dos culpados. Também nesse grupo está o menor percentual dos que não veem nenhuma responsabilidade de Bolsonaro, 37%, ante 49% dos pardos e 44% dos brancos. Desde o início da pandemia, o presidente vem minimizando a doença e defendendo a reabertura de comércios e relaxamento de medidas de isolamento social. As restrições têm sido amenizadas nas cidades e nos estados nos últimos meses, apesar de o contágio pelo vírus, até esta sexta, ainda estar em estágio acelerado em seis unidades da Federação, inclusive nas duas mais populosas, São Paulo e Minas Gerais. Mais de 3 milhões de brasileiros já foram infectados pelo coronavírus segundo os registros oficiais, mas o número provavelmente é maior por causa da subnotificação. As decisões sobre distanciamento social e restrições à circulação para controlar o contágio têm sido majoritariamente tomadas pelos estados e municípios. Em pesquisa Datafolha feita nos dias 25 e 26 de maio, 39% dos brasileiros atribuíam aos governadores de seus estados muito ou um pouco da responsabilidade pelo avanço do coronavírus no Brasil. Na pesquisa mais recente, esse percentual variou para 42%, dentro da margem de erro. Já o percentual dos que dizem crer que Bolsonaro tenha muita ou alguma responsabilidade pelo avanço da doença variou de 53% em maio para 49% em agosto, também dentro da margem de erro. Quase metade dos brasileiros (49%) também vê responsabilidade do país como um todo, concordando com a afirmação de que o Brasil não fez o suficiente para evitar as mais de 100 mil mortes registradas até agora. O restante se divide entre aqueles que dizem ter sido feito o necessário para tentar evitar as mortes (24%) e aqueles que afirmam que nada as poderia ter evitado (22%). Um dos focos de críticas ao governo Bolsonaro dentro e fora do Brasil tem sido a condução da pandemia pelo Ministério da Saúde, que teve seu titular substituído duas vezes desde a chegada do coronavírus ao território, em fevereiro. Luiz Henrique Mandetta, que ocupava a pasta desde antes da Covid-19, foi demitido em abril em meio a discordâncias entre ele e Bolsonaro em relação à necessidade de isolamento social e ao uso da cloroquina para o tratamento da doença. Foi substituído pelo médico Nelson Teich, que ficou menos de um mês no cargo e também entrou em embate com o presidente por causa da cloroquina. Desde maio, a pasta da Saúde é ocupada interinamente pelo general Eduardo Pazuello. Enquanto Mandetta participava de entrevistas coletivas diárias sobre as ações do ministério para o controle do coronavírus e tinha aprovação de 76% dos brasileiros antes de sua demissão, o atual ocupante da pasta faz raras aparições públicas, o que pode explicar o fato de 90% dos brasileiros não saberem o nome do ministro —88% admitem desconhecê-lo e 2% disseram outros nomes. ENTREVISTAS FORAM FEITAS POR TELEFONE DEVIDO À PANDEMIA A pesquisa telefônica, utilizada neste estudo, representa o total da população adulta do país. As entrevistas são realizadas por profissionais treinados para abordagens telefônicas e as ligações feitas para aparelhos celulares, utilizados por cerca de 90% da população. O método telefônico exige questionários rápidos, sem utilização de estímulos visuais, como cartão com nomes de candidatos, por exemplo. Assim, mesmo com a distribuição da amostra seguindo cotas de sexo e idade dentro de cada macrorregião, e da posterior ponderação dos resultados segundo escolaridade, os dados devem ser analisados com cautela por limitar o uso desses instrumentos. Na pesquisa, feita assim para evitar o contato pessoal entre pesquisadores e respondentes, o Datafolha adotou as recomendações técnicas necessárias para que os resultados se aproximem ao máximo do universo que se pretende representar. Todos os profissionais do Datafolha trabalharam em casa, incluídos os entrevistadores, que aplicaram os questionários por meio de central telefônica remota. https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2020/08/para-47-bolsonaro-nao-tem-nenhuma-culpa-por-100-mil-mortes-no-brasil.shtml
  2. O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) está com a melhor avaliação desde que começou o seu mandato. Segundo o Datafolha, 37% dos brasileiros consideram seu governo ótimo ou bom, ante 32% que o achavam na pesquisa anterior, feita em 23 e 24 de junho. Mais acentuada ainda foi a queda na curva da rejeição: caíram de 44% para 34% os que o consideravam ruim e péssimo no período. Consideram o governo regular, por sua vez, 27%, ante 23% em junho. O instituto entrevistou por telefone 2.065 pessoas de 11 a 12 de agosto. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou menos. A mudança do humor da população ocorreu concomitantemente à maior alteração na persona pública de Bolsonaro desde que ele saiu da obscuridade como parlamentar de baixo clero e chegou à Presidência no ano passado. O presidente passou o primeiro semestre em um crescente embate institucional, que chegou ao paroxismo com sua participação em atos pedindo o fechamento do Congresso e do Supremo Tribunal Federal. Em junho, a crise amplificou-se, com rumores alimentados por notas oficiais acerca de intenção de uso das Forças Armadas e com críticas a decisões que contrariavam o Planalto no Judiciário. Ao mesmo tempo, o presidente liderava o ataque direto às políticas de isolamento social da pandemia da Covid-19, que no começo classificara de "gripezinha". Aos poucos, a tensão levou a especulações nos meios políticos sobre um eventual impeachment do presidente. Isso o fez mudar de rumo no Congresso, aliando-se a partidos do centrão que antes espezinhava, dando cargos e verbas em troca de apoio. Mas o ponto de inflexão é 18 de junho, quando é preso Fabrício Queiroz, ex-assessor de seu filho Flávio, investigado no caso das "rachadinhas" e elo entre o gabinete do hoje senador e milícias no Rio de Janeiro. Com a pesquisa de junho indicando estabilidade em sua avaliação, apesar de estrago visível do caso Queiroz, Bolsonaro submergiu. Moderou suas declarações contra adversários e parou de dar corda a apoiadores radicais que o esperam à porta do Palácio da Alvorada. Antes desta rodada do Datafolha, a melhor pontuação do presidente havia sido 33% de ótimo e bom, taxa registrada em duas pesquisas. Já a rejeição voltou ao patamar dos seis primeiros meses de mandato, em torno de 30%. O empate entre aprovação e rejeição reverte, na fotografia desta pesquisa, a tendência de polarização assimétrica registrada nas anteriores durante a crise política. O presidente também contraiu a Covid-19, o que não mudou sua propaganda de minimizar a doença. Mas o programa de auxílio emergencial à população mais carente ganhou passo, e o governo amplificou a visibilidade de ações no reduto oposicionista do Nordeste. O resultado parece visível. Segundo o Datafolha, a rejeição a Bolsonaro caiu de 52% para 35% na região, na qual mantém a pior avaliação: 33% de ótimo e bom, subida de seis pontos em relação a junho. A correlação com a distribuição do auxílio de R$ 600 é sugerida, ainda que não direta. Entre quem fez o pedido e o recebeu, 42% acham Bolsonaro ótimo e bom, ligeiramente acima da média geral. Só que 36% dos que não fizeram também acham isso. No Nordeste, onde vive 27% da população, 45% dos moradores recorreram ao instrumento, ante 40% no país todo. Tão ou mais importante, Bolsonaro também melhorou seu desempenho no Sudeste, região mais populosa do país. Ali, sua aprovação subiu de 29% para 36%, enquanto a rejeição caiu de 47% para 39%. Continua sendo mais bem avaliado nos redutos do Sul e Norte/Centro-Oeste, onde amealha 42% de ótimo e bom. Uma das quedas mais significativas na rejeição ao presidente ocorreu entre os mais jovens (16 a 24 anos). Nesse grupo, o ruim e péssimo foi de 54% para 41%. Grupos que rejeitavam mais Bolsonaro também viram quedas no índice, mas menor: pessoas com curso superior (53% para 47%) e mais ricos (acima de 10 salários mínimos mensais, 52% para 47%). Já a aprovação presidencial segue o padrão anterior ao apontar homens e pessoas de 35 a 44 anos como as mais satisfeitas. Há homogeneidade nova no quesito quando o tema é a renda familiar. Dos 4 estratos analisados pelo Datafolha, Bolsonaro tem 40% de ótimo e bom em 3, caindo cinco pontos entre os mais pobres (até 2 salários mínimos). Ele segue sendo mais bem avaliado entre empresários (58%, ante 51%) e viu sua rejeição de 67% cair para 56%, ainda a recordista por segmentos, entre estudantes. Com tudo isso, Bolsonaro deixou o posto de presidente mais mal avaliado desde a redemocratização nesta fotografia de momento do primeiro mandato. A infame distinção volta a Fernando Collor, que tinha 41% de ruim e péssimo e 18% de ótimo e bom com um ano e seis meses de governo em 1991. Bolsonaro, contudo, segue em segundo lugar na rejeição neste recorte de presidentes, mais mal avaliado do que Fernando Henrique Cardoso (PSDB), Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Dilma Rousseff (PT). Ele também segue sendo considerado inconfiável pela população, ainda que tenha atenuado a má impressão. Segundo o Datafolha, nunca confiam no presidente 41% dos brasileiros, enquanto 22% sempre confiam e 35%, confiam às vezes. Em junho, esses índices estavam em 46%, 20% e 32%, respectivamente, segundo aferiu o Datafolha. Bolsonaro inspira mais confiança entre homens, pessoas de 35 a 44 anos e quem ganha entre 5 e 10 salários mínimos. Já desconfiam mais do presidente mulheres, jovens e quem tem o ensino superior. No corte racial, o presidente é mais bem avaliado entre quem se declara branco ou amarelo (40%), oscilando para 37% entre pardos e caindo para 25% entre pretos. https://www1.folha.uol.com.br/poder/2020/08/aprovacao-a-bolsonaro-sobe-e-e-a-melhor-desde-o-inicio-do-mandato-diz-datafolha.shtml
  3. Rosana Valle (PSB) - 24,3% Banha (MDB) - 9,5% Paulo Corrêa (PATRIOTA) - 5,0% Rui de Rosis (PSL) - 4,8% Douglas Martins (PT) - 3,0% Rogério Santos - 2,9% João Villela - 2,6% Ivan Sartori - 1,3% Guilherme Prado - 0,9% Márcio Aurélio - 0,7% Tanah Corrêa - 0,7% Ariovando - 0,6% Nenhum deles - 30,5% Não sabe - 14,2% https://www.santaportal.com.br/noticia/62589-confira-os-resultados-da-pesquisa-badrasistema-santa-cecilia-em-santos
  4. https://www.poder360.com.br/poderdata/62-dos-votos-do-petista-haddad-vao-para-o-algoz-moro-no-2o-turno/
  5. Pesquisa PoderData confirma a tendência de melhora na aprovação do governo de Jair Bolsonaro e também de avanço da avaliação positiva do trabalho do presidente. O levantamento mostra que a atual administração federal tem 45% de aprovação e 45% de desaprovação. A avaliação positiva do governo ficou 2 pontos percentuais acima da verificada na última pesquisa, realizada há 15 dias, de 20 a 22 de julho, quando era de 43%. A variação está no limite da margem de erro (2 pontos percentuais). Há 2 meses, a administração federal era rejeitada por 50% e aprovada por 41%. A diferença era de 9 pontos. Agora há empate, com 45% de cada lado. O aumento coincide com o período em que Bolsonaro passou a evitar falar com a imprensa ou fazer ataques a adversários. A pesquisa foi realizada pelo PoderData, divisão de estudos estatísticos do Poder360. Os dados foram coletados de 3 a 5 de agosto, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 2.500 entrevistas em 512 municípios, nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. Saiba mais sobre a metodologia lendo este texto. Antes, a divisão de pesquisas do jornal digital chamava-se DataPoder360. Agora, o nome mudou para PoderData. A mudança faz parte do novo conceito da identidade visual do Poder360. Você está em: PoderData Governo Bolsonaro é aprovado por 45% e desaprovado por 45% Tendência de melhora é confirmada Avaliação pessoal também tem alta Leia o levantamento do PoderData O PoderData mostra que a aprovação do governo do presidente Jair Bolsonaro segue trajetória de alta há 30 diasSergio Lima/Poder360 - 29.jul.2020 SABRINA FREIRE 05.ago.2020 (quarta-feira) - 19h26 Pesquisa PoderData confirma a tendência de melhora na aprovação do governo de Jair Bolsonaro e também de avanço da avaliação positiva do trabalho do presidente. O levantamento mostra que a atual administração federal tem 45% de aprovação e 45% de desaprovação. A avaliação positiva do governo ficou 2 pontos percentuais acima da verificada na última pesquisa, realizada há 15 dias, de 20 a 22 de julho, quando era de 43%. A variação está no limite da margem de erro (2 pontos percentuais). Há 2 meses, a administração federal era rejeitada por 50% e aprovada por 41%. A diferença era de 9 pontos. Agora há empate, com 45% de cada lado. O aumento coincide com o período em que Bolsonaro passou a evitar falar com a imprensa ou fazer ataques a adversários. A pesquisa foi realizada pelo PoderData, divisão de estudos estatísticos do Poder360. Os dados foram coletados de 3 a 5 de agosto, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 2.500 entrevistas em 512 municípios, nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. Saiba mais sobre a metodologia lendo este texto. Antes, a divisão de pesquisas do jornal digital chamava-se DataPoder360. Agora, o nome mudou para PoderData. A mudança faz parte do novo conceito da identidade visual do Poder360. O novo logotipo e cor do PoderData, divisão de pesquisas do Poder360 ESTRATIFICAÇÃO Considerando a avaliação estratificada da avaliação do governo Bolsonaro, o levantamento mostra que os homens passaram a aprovar mais o Executivo. Há duas semanas, 49% avaliavam bem. Agora, são 58%. Na região Sul, a percepção positiva passou de 46% para 55% no período. Os dados apontam ainda que caiu o percentual de jovens (pessoas de 16 a 24 anos) que rejeitam a administração federal. Há 15 dias, eram 46%. Agora são 39%. O mesmo ocorreu com quem mora no Sudeste. No período, a desaprovação na região caiu de 51% para 43%. Já no Centro-Oeste, subiu de 30% para 45%. https://www.poder360.com.br/poderdata/governo-bolsonaro-e-aprovado-por-45-e-desaprovado-por-45/
  6. O vice-prefeito Bruno Reis (DEM) lidera as intenções de voto para Prefeitura de Salvador nas eleições deste ano, conforme pesquisa publicada nesta quarta-feira (4), pela Rede Record/Itapoan. Em segundo lugar está o deputado federal Sargento Isidório (Avante), e a deputada Lídice da Mata (PSB), ocupando a terceira posição, no segundo cenário o terceiro lugar ocupado por Olívia Santana. A pesquisa foi feita pelo Instituto de Pesquisa RealTime BigData em julho deste ano, encomendada pela Record. Na estimulada o instituto fez dois cenários. Cenário 1 Bruno Reis em primeiro com 30%, Isidorio com 13%, Lidice da Mata com 11%, Major Denice com 4% , Cesar Leite 3% e Bacelar 2% Eleusa Coronel 1%, Brancos e Nulos 18%. Não souberam 12%; Cenário 2 Bruno Reis 32% Isidório: 16% Olívia Santana 7% Major Denice 4% Cezar Leite 3% Eleusa Coronel 1% Hilton Coelho 1% Brancos e Nulos 21% Não souberam 15% Na pesquisa espontânea, o atual prefeito ACM Neto aparece com 12%, Bruno Reis com 8%, Lídice da Mata 1%, Isidório 1%, outros 3%, brancos e nulos 15% e não souberam oou não quiseram opinar 60%. A pesquisa ouviu 1050 eleitores, entre os d ias 31 de julho e 4 de agosto. A margem do erro é de 3,0. O percentual de confiança é de 95%. O pleito de 2020 acontece dia 15 de novembro e um provável segundo turno dia 29 do mesmo mês, devido ao adiamento das eleições por causa da pandemia do coronavírus. https://www.bnews.com.br/noticias/politica/eleicoes-2020/276904,pesquisa-record-bruno-reis-lidera-intencoes-de-votos-para-prefeitura-de-salvador.html
  7. Pesquisa DataPoder360 mostra que passaram de 37% para 43% os eleitores que acham bom para o Brasil que militares participem do governo e da política em geral. O grupo que avalia ser ruim oscilou dentro da margem de erro de 2 pontos percentuais: passou de 37% para 35%. Em maio havia empate entre os que diziam ser bom e os que afirmavam ser ruim. https://www.poder360.com.br/datapoder360/sobe-de-37-para-43-apoio-a-militares-no-governo-diz-datapoder360/
  8. O prefeito de Belo Horizonte (MG), Alexandre Kalil (PSD), tem 56% das intenções de voto para as Eleições municipais de 2020, segundo pesquisa de opinião. A votação para prefeitos e vereadores vai acontecer nos dias 15 e 29 de novembro, em primeiro e segundo turnos. O resultado é de pesquisa estimulada feito pelo Instituto Paraná Pesquisas. Na pesquisa estimulada, são apresentados os nomes dos possíveis candidatos ao eleitor, e ele escolhe um ou nenhum. Nos dois cenários feitos pelo instituto, um com mais candidatos e outros com menos, Kalil tem cerca de 56%: 55,9% no primeiro cenário, com mais candidatos, e 56,5% no segundo cenário, com menos candidatos. No primeiro cenário, o deputado estadual João Vitor Xavier (Cidadania) vem em segundo, com 6,5% das intenções de voto. A deputada federal Áurea Carolina (Psol-MG) vem em terceiro, com 4,1% das intenções de voto e o deputado estadual Bruno Engler (PRTB) em quarto, com 2,1% das intenções, empatado com o também deputado estadual Professor Wendel Mesquita (Solidariedade). 14,1% dos eleitores responderam que não votariam em nenhum dos candidatos e 7,1% disseram não saber em quem votariam. Já na pesquisa espontânea, quando o eleitor fala esponteneamente em quem votaria, a maior parte dos eleitores, ou 59,8% dizem não saber em quem vão votar. Alexandre Kalil é citado por 26,7% dos eleitores. 9,5% falam que não vão votar em ninguém. 1,5% escolhem a deputada Áurea Carolina como candidata. 0,6% citam João Vítor Xavier. Os nomes de André Janones, Bruno Engler, Nilmário Miranda e Rodrigo Paiva são citados por 0,2% dos eleitores cada. A pandemia do novo coronavírus mudou a data das eleições municipais de outubro para novembro e também reduziu o interesse da população nas eleições municipais. A três meses e meio da votação, em BH quase 60% não sabe dizer em quem pode votar. O mesmo percentual se repete em outras capitais. A pesquisa para BH foi feita pelo Instituto Paraná Pesquisas com uma amostra de 820 eleitores, entre os dias 22 a 25 de julho de 2020. A amostra tem grau de confiança de 95% para margem estimada de erro de 3,5 pontos percentuais para os resultados gerais. https://noticias.r7.com/prisma/r7-planalto/prefeito-de-bh-alexandre-kalil-tem-56-das-intencoes-de-voto-28072020
  9. O governo Jair Bolsonaro passou nos últimos três meses por uma tempestade política perfeita. À crise inaugurada pela pandemia do novo coronavírus, menosprezada pelo presidente desde o início, somaram-se a conturbada demissão de seu ministro mais popular, Sergio Moro, duas trocas no Ministério da Saúde, a abertura de um inquérito para apurar interferência política na Polícia Federal, a divulgação em vídeo de uma escabrosa reunião de seu gabinete, o cerco a bolsonaristas radicais em duas investigações do Supremo, a prisão de Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), em uma casa do advogado de Bolsonaro, o diagnóstico de Covid-19 do chefe do Executivo e o saldo nefasto de mais de 80 000 mortos pela doença. Mesmo em meio a dificuldades sérias, que poderiam estraçalhar a popularidade de inúmeros políticos, Bolsonaro segue firme, mostrando mais uma vez que é um fenômeno político. Se a disputa presidencial fosse hoje, ele seria reeleito. Essa é uma das principais conclusões de um levantamento exclusivo realizado pelo instituto Paraná Pesquisas entre os dias 18 e 21 de julho. Mesmo sendo um mandatário controverso à frente de um país dividido em relação ao seu governo, Bolsonaro lidera todos os cenários de primeiro turno — com porcentuais que vão de 27,5% a 30,7% — e derrotaria os seis potenciais adversários em um segundo round da corrida ao Planalto em 2022: o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o ex-­prefeito Fernando Haddad (PT), o ex-­governador Ciro Gomes (PDT), o ex-­ministro Sergio Moro, o governador paulista João Doria (PSDB) e o apresentador Luciano Huck. Um feito impressionante, considerando-se que, segundo a mesma pesquisa, 48,1% dos brasileiros desaprovam a sua gestão (eram 51,7% no fim de abril) e 38% consideram ruim ou péssimo o seu trabalho (eram 39,4%). Comparada a um levantamento anterior da Paraná Pesquisas, de três meses atrás, a aprovação oscilou positivamente de 44% para 47,1%, enquanto o contingente que considera seu mandato ótimo ou bom foi de 31,8% para 34,3%, variação acima da margem de erro de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos. A eleição de 2022 ainda está distante, mas chama atenção a capacidade de resistência do presidente. Os constantes solavancos políticos e as lambanças em série na condução da pandemia não colaram nele a ponto de erodirem a sua mais fiel base de apoio, de cerca de 30% dos eleitores — número que é considerado até por adversários como freio a um processo de impeachment (há dezenas deles nas mãos do presidente da Câmara, Rodrigo Maia). Na visão de especialistas, Bolsonaro conseguiu escapar à lógica de que sucumbiria às crises por dois motivos: o auxílio emergencial, que amenizou efeitos econômicos da pandemia em uma população indiferente às confusões de Brasília, e a atitude mais comedida do presidente nos últimos tempos, especialmente após a escalada de tensão com o Supremo. Seu filho e senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) disse ao jornal O Globo, na quarta-feira 22, que a “postura de distensionamento” será permanente. “Desde que percebeu que o conflito com o STF era perigoso, o presidente recuou, ficou quieto, parou de dar declarações bombásticas. Para uma parte dos eleitores que o apoiam, mas eram críticos ao desempenho, a postura de Bolsonaro paz e amor ajuda a melhorar a avaliação”, diz o cientista político José Álvaro Moisés, da USP. “Bolsonaro volta a subir principalmente com o auxílio de 600 reais, que passou a chegar a mais gente. Com o fator bolso, a crise política fica menor. Lula, na época do mensalão, era um herói, porque o bolso estava cheio”, avalia Murilo Hidalgo, diretor do Paraná Pesquisas. Com os bolsonaristas já cativos, o governo busca justamente o “fator bolso” e a expansão de programas sociais para diversificar a sua base eleitoral. A pesquisa mostra que melhoraram os índices de avaliação no Nordeste, uma cidadela petista e lulista. Os nordestinos ainda são os brasileiros menos afeitos ao presidente, porém os que desaprovam o governo caíram de 66,1% para 56,8% entre abril e julho e os que aprovam subiram de 30,3% para 39,4%. Fonte: https://veja.abril.com.br/politica/pesquisa-exclusiva-bolsonaro-e-o-favorito-da-corrida-eleitoral-em-2022/
  10. Ainda não formalizada pelo PT, a deputada aparece com vantagem em pesquisa do Atlas Político Levantamento divulgado pelo Atlas Político nesta quinta-feira (23) mostra que a deputada federal Marília Arraes (PT-PE) lidera com nove pontos de vantagem as eleições municipais de Recife, que vão ocorrer em novembro. Na pesquisa, a pré-candidata petista – que ainda não foi oficializada pelo partido – aparece com 20,6% dos votos no primeiro turno. Em seguida, aparecem empatados tecnicamente o ex-ministro Mendonça Filho (DEM), com 11,5%, o deputado Daniel Coelho (Cidadania), com 10,6%. João Campos (PSB) surge com 8,3%, seguido por Patrícia Domingos (Podemos), com 7,7%, e Alberto Feitosa (PSC), com 1,4%. Marília vence nos dois cenários simulados de segundo turno com a presença dela. Contra Mendonça Filho, a petista aparece com 41,1% contra 27,2%. Quando o oponente é Daniel Coelho, Marília registra 38,1% contra 31,8%. Um terceiro cenário simulado traz João Campos contra o candidato do DEM. Mendonça Filho venceria com 30,3% contra 23,8%. Enquanto o Diretório Nacional do PT defende a candidatura de Marília, o PT de Recife quer uma aliança com Campos. O presidente nacional do PSOL, Juliano Medeiros, já declarou apoio à deputada. O Atlas Político também questionou a posição dos recifenses sobre o governo Bolsonaro. 63,5% desaprovam a gestão do ex-capitão e 61% são favoráveis ao impeachment do presidente. Apenas 34,4% aprovam Bolsonaro e 36,5% são contrários ao impedimento. https://revistaforum.com.br/politica/pesquisa-aponta-que-marilia-arraes-lidera-com-folga-no-recife-e-venceria-no-segundo-turno/
  11. Pesquisa DataPoder360 mostra que o governo do presidente Jair Bolsonaro tem 43% de aprovação e 46% de desaprovação. A avaliação positiva da administração federal teve alta de 3 pontos percentuais em relação ao último levantamento, realizado há 15 dias, de 6 a 8 de julho, quando era de 40%. Há 6 semanas, o governo era rejeitado por 50% e aprovado por 41%. A diferença era de 9 pontos. Hoje, a rejeição recuou para 46%, e a aprovação foi a 43%. Ou seja, o gap caiu para 3 pontos. A pesquisa foi realizada de 20 a 22 de julho. A margem de erro é de 2 pontos percentuais A alta na aprovação do presidente ocorre no período em que Bolsonaro evita falar à imprensa e fazer ataques a adversários e a integrantes dos outros Poderes da República. O chefe do Executivo está em isolamento por estar com covid-19. Foi diagnosticado em 7 de julho. De lá para cá, já fez mais 2 exames. O último, realizado na 2ª feira (21.jul), também deu positivo. A pesquisa foi realizada de 20 a 22 de julho de 2020 pelo DataPoder360, divisão de estudos estatísticos do Poder360, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 2.500 entrevistas em 560 municípios, nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. Saiba mais sobre a metodologia lendo este texto. O quadro acima e outros do levantamento (abaixo aqui nesta reportagem) mostram que a estratégia de Bolsonaro de se manter reservado e distante da mídia tem sido positiva para o governo. Apesar do número de mortos por covid-19 estar ainda em alta diária, parte dos brasileiros parece ter desinflamado certa irritação com o chefe do Executivo. De acordo com o último balanço do Ministério da Saúde, divulgado nessa 4ª feira (22.jul.2020), há 2.227.514 casos de covid-19 confirmados no país. O número de vítimas da doença chegou a 82.771. Veja a pesquisa completa acessando: https://www.poder360.com.br/datapoder360/aprovacao-do-governo-bolsonaro-sobe-para-43-desaprovacao-esta-em-46/
  12. Cenário 01: Se as eleições para prefeito de Campina Grande fossem hoje e os candidatos fossem esses, em que o(a) Sr.(a) votaria? (Resposta Estimulada e Única em %) Bruno Cunha Lima (PSD): 15,8% Inácio Falcão (PCdoB): 14,3% Dra. Tatiana (MDB): 10,5% Ana Cláudia Vital (PODEMOS): 8,0% Tovar (PSDB): 7,0% Artur Bolinha (PSL): 4,3% Fábio Maia (PSB): 1,5% Lucas Ribeiro (PP): 1,5% Branco/Nulo/Nenhum: 24,7% Indecisos/Não Sabem: 12,4% Cenário 02: Se as eleições para prefeito de Campina Grande fossem hoje e os candidatos fossem esses, em que o(a) Sr.(a) votaria? (Resposta Estimulada e Única em %) Inácio Falcão (PCdoB): 19,2% Bruno Cunha Lima (PSD): 18,5% Ana Cláudia Vital (PODEMOS): 10,0% Tovar (PSDB): 9,8% Artur Bolinha (PSL): 6,3% Branco/Nulo/Nenhum: 26,5% Indecisos/Não Sabem: 9,7% Cenário 03: Se as eleições para prefeito de Campina Grande fossem hoje e os candidatos fossem esses, em que o(a) Sr.(a) votaria? (Resposta Estimulada e Única em %) Inácio Falcão (PCdoB): 20,7% Bruno Cunha Lima (PSD): 17,8% Ana Cláudia Vital (PODEMOS): 10,0% Pedro Cunha Lima (PSDB): 10,0% Artur Bolinha (PSL): 5,0% Branco/Nulo/Nenhum: 27,2% Indecisos/Não Sabem: 9,3% Cenário 04: Se as eleições para prefeito de Campina Grande fossem hoje e os candidatos fossem esses, em que o(a) Sr.(a) votaria? (Resposta Estimulada e Única em %) Inácio Falcão (PCdoB): 23,7% Tovar (PSDB): 15,2% Ana Cláudia Vital (PODEMOS): 11,2% Artur Bolinha (PSL): 5,0% Manoel Ludgério (PSD): 3,0% Branco/Nulo/Nenhum: 30,4% Indecisos/Não Sabem: 11,5% Cenário 05: Se as eleições para prefeito de Campina Grande fossem hoje e os candidatos fossem esses, em que o(a) Sr.(a) votaria? (Resposta Estimulada e Única em %) Bruno Cunha Lima (PSD): 23,3% Inácio Falcão (PCdoB): 22,0% Ana Cláudia Vital (PODEMOS): 11,3% Artur Bolinha (PSL): 5,0% Branco/Nulo/Nenhum: 28,4% Indecisos/Não Sabem: 10,0% Cenário 06: Se as eleições para prefeito de Campina Grande fossem hoje e os candidatos fossem esses, em que o(a) Sr.(a) votaria? (Resposta Estimulada e Única em %) Inácio Falcão (PCdoB): 25,3% Tovar (PSDB): 15,7% Ana Cláudia Vital (PODEMOS): 11,2% Artur Bolinha (PSL): 5,8% Branco/Nulo/Nenhum: 30,5% Indecisos/Não Sabem: 11,5% Rejeição Artur Bolinha (PSL): 12,2% Tovar (PSDB): 9,7% Ana Cláudia Vital (PODEMOS): 8,0% Bruno Cunha Lima (PSD): 7,0% Dra. Tatiana (MDB): 6,0% Inácio Falcão (PCdoB): 4,5% Lucas Ribeiro (PP): 2,7% Fábio Maia (PSB): 1,8% Rejeitam Todos: 20,5% Não Rejeita Nenhum: 27,6% Fontes: https://www.maispb.com.br/477943/confira-a-rejeicao-dos-pre-candidatos-em-campina-grande.html https://www.maispb.com.br/477924/pesquisa-redemais-opiniao-bruno-e-inacio-polarizam-disputa-em-campina.html
  13. Hoje igrejas/templos religiosos têm imunidade tributária. Isso deve mudar? Para entender/contextualizar melhor a questão: https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2019/12/10/igrejas-imposto-imunidade-isencao-tributaria-templos-cultos.htm O que vocês acham?
  14. A rodada de julho da pesquisa XP/Ipespe traz uma série de indicadores de melhora na percepção da população sobre o governo Jair Bolsonaro. No principal deles, a aprovação manteve tendência de alta, indo a 30%, dois pontos a mais que em junho, e a reprovação voltou a oscilar negativamente, indo a 45%, três pontos a menos que no mês anterior. Também manteve tendência de alta a avaliação positiva da atuação do presidente na crise do coronavírus, movimento observado desde maio, além de ter sido registrada melhora na percepção de que a economia está no caminho certo, que passou de 29% para 33%. Com os movimentos, os indicadores se aproximam dos observados antes da saída do ministro Sergio Moro do governo, que provocou deterioração de indicadores de imagem do presidente. Foram realizadas 1.000 entrevistas de abrangência nacional, nos dias 13, 14 e 15 de julho. A margem de erro é de 3,2 pontos percentuais. A pesquisa é a primeira da série que acontece depois da prisão de Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro. Entre os entrevistados, 77% dizem ter conhecimento das investigações e 54% dizem que ela afetará pouco ou nada o governo Bolsonaro. Em relação à fase “paz e amor” de Bolsonaro, cerca de metade dos entrevistados diz não ver alteração na atuação de Bolsonaro e sustenta que ele está “com o mesmo comportamento de sempre”. Outros 28% dizem que ele está mais tolerante e aberto ao diálogo, enquanto 9% o veem menos tolerante. https://conteudos.xpi.com.br/politica/pesquisa-xp-20-de-julho-aprovacao-de-bolsonaro-mantem-tendencia-de-alta/
  15. O prefeito de São Paulo, Bruno Covas, do PSDB, aparece em primeiro lugar na intenção de votos para a eleição municipal de São Paulo, de acordo com uma pesquisa feita pela Ideia Big Data. Na primeira simulação, Covas lidera com 30%, à frente de Márcio França, do PSB, (16%), Guilherme Boulos, do PSOL, (11%), Marta Suplicy, do Solidariedade, (9%), Joice Hasselmann, do PSL, (3%), Andrea Matarazzo, do PSD, (2%) e Jilmar Tatto, do PT, (1%). Há ainda 18% dos eleitores que afirmaram que optariam pelo voto nulo, branco ou que não votariam em nenhuma das alternativas apresentadas. Os que afirmam não saber são 10% Em outro cenário, com Sâmia Bomfim no lugar de Boulos, Covas aparece com 31%, também à frente de Márcio França (15%), Marta Suplicy (11%), Sâmia Bomfim, do Psol, (4%), Jilmar Tatto (4%), Arthur do Val, do Patriota, (3%), Andrea Matarazzo (3%) e Joice Hasselmann (2%). O percentual de brancos, nulos e de votos em nenhuma das alternativas citadas também ficou em 18%. Os que não sabem são 9%. A pesquisa foi feita em 14 de julho, com 1.009 pessoas, por telefone. Época
  16. Se a eleição para a Prefeitura do Rio fosse agora e todos nós pudéssemos votar, qual dessas pré-candidaturas vocês estariam mais inclinados a apoiar hoje?
  17. Marília Arraes lidera e o segundo lugar está indefinido A pré-candidata do PT, Marília Arraes, aparece na dianteira com 21% na primeira pesquisa de intenção de voto para prefeito do Recife feita pelo Instituto Potencial com exclusividade para este blog. Em segundo lugar, empatados, tecnicamente, despontam Patrícia Domingos, do Podemos, com 12%, Mendonça Filho, do DEM, também com 12%, Daniel Coelho, do Cidadania, com 10%, e João Campos, do PSB, com 9%. Abaixo, bem distantes, Marco Aurélio Meu Amigo, do PRTB, pontuou 3% e Alberto Feitosa, do PSC, 1%. Indecisos somam 15% e brancos e nulos 17%. Na sondagem espontânea, quando o entrevistado tem que lembrar o nome do seu candidato preferencial nem o auxílio do disquete, Marília também lidera com 11%. Patrícia tem 5%, Daniel Coelho 5%, Mendonça Filho 3%, João Campos 3% e Marco Aurélio e Feitosa, cada um com 1%. Neste cenário, os indecisos sobem para 54% e brancos e nulos se situam em 14%. O levantamento foi feito por telefone entre os dias 10 a 15 últimos, com margem de erro de 3,5% para mais ou para menos, intervalo de confiança de 95%. No item rejeição, Mendonça é o que detém a maior taxa. Dos 800 entrevistados, 54% disseram que não votariam nele de jeito nenhum. Pela ordem, aparece Daniel em seguida, com 53%, Marco Aurélio (50%) João Campos (48%), Alberto Feitosa (44%), Marília Arraes (42%) e, por fim, a delegada, com 38%. A maior taxa de eleitores já decididos também é da petista, com 17% dos entrevistados, seguida de Patrícia e Daniel, com 10%, João Campos (7%), Mendonça Filho (6%), Marco Aurélio (2%) e Alberto Feitosa, com apenas 1%. Quanto ao grau de conhecimento dos candidatos, o mais desconhecido é Feitosa, com taxa de 47%, seguido de Marco Aurélio (38%), Patrícia (31%), João (11%), Marília (10%) e Mendonça (8%). A metodologia adotada foi a de pesquisa quantitativa, com entrevistas pessoais telefônicas junto aos eleitores com 16 anos ou mais, conduzidas mediante aplicação de questionário estruturado, elaborado especificamente para este estudo. A amostra foi segmentada por cotas de sexo e faixa etária baseada nas informações do TSE – TRE/PE, de forma representativa do universo em estudo (eleitores de Recife), num total de 800 entrevistas, distribuídas proporcionalmente (IBGE) pelas Regiões Político-Administrativas definidas oficialmente pela Prefeitura. O registro na justiça eleitoral tem o número 08257/2020. AVALIAÇÃO DAS GESTÕES O Instituto Potencial sondou também o grau de satisfação do eleitorado recifense com os três níveis de poder – federal, estadual e municipal. O prefeito Geraldo Júlio é desaprovado por quase metade dos entrevistados – 46%. Destes, 35% qualificam como péssima e 11% ruim. Entre os que aprovam, 20% julgam boa e apenas 3% ótima, enquanto 29% avaliam como regular. Ainda 2% disseram que não sabiam responder. O governador Paulo Câmara tem rejeição maior ainda – 55%. Entre os que desaprovam, 41% julgam péssima e 14% ruim, enquanto 26% acham regular. Entre os que aprovam, 15% acham boa e apenas 3%, com mais 2% que não quiseram responder ou afirmaram que não sabiam responder. O Governo Bolsonaro tem 54% de desaprovação, dos quais 44% acham seu Governo péssimo e 10% ruim. Os que julgam regular são 21% e 1% não souberam responder. Entre os que aprovam, 13% apontaram a gestão federal como ótima e 11% boa, enquanto 21% julgam regular e 1% não soube responder. Já em relação ao sentimento da população na gestão da Covid-19, a maior taxa de aprovação é do Governo Paulo Câmara, com 41%, seguido de Geraldo Júlio com 39% e Jair Bolsonaro com 33%. http://blogdomagno.com.br/ver_post.php?id=215361 @Henri @Massis @Faxi @Napoleon
  18. Pesquisa DataPoder360 mostra que o governo do presidente Jair Bolsonaro tem 40% de aprovação e 47% de desaprovação. Os números se mantiveram estáveis, considerando a margem de erro de 2 pontos percentuais. Há 15 dias, segundo o último levantamento, 41% aprovavam a administração federal e 49% desaprovavam. De lá para cá, Bolsonaro evitou proferir ataques a adversários e fazer declarações controversas a jornalistas na porta do Palácio da Alvorada. A última vez que o presidente falou no “cercadinho” de proteção da portaria da residência oficial da Presidência foi em 9 de junho. O novo estudo do DataPoder360 começou a ser realizado na 2ª feira (6.jul.2020), dia em que o presidente revelou ter sintomas da covid-19 –doença causada pelo novo coronavírus– e que iria fazer o exame. A divisão de estudos estatísticos do Poder360 seguiu com as entrevistas até 4ª feira (8.jul.2020). Na 3ª feira (7.jul.2020), o presidente confirmou que seu teste deu positivoe afirmou estar tomando hidroxicloroquina para tratar a doença. Ou seja, o levantamento já captou o possível efeito da revelação sobre a enfermidade. A pesquisa também indica que o episódio da nomeação de Carlos Alberto Decotelli para a pasta da Educação não teve impacto sobre o governo nos últimos 15 dias. Nomeado em 25 de junho, o ex-presidente do FNDE (Fundo Nacional do Desenvolvimento da Educação) ficou 5 dias no cargo depois ter seu currículo alvo de controvérsias. Chama a atenção no quadro acima e nos outros da pesquisa DataPoder360 (abaixo aqui neste post) uma leve tendência de redução da rejeição ao presidente –ainda a ser mais bem confirmada em outros levantamentos. Há 30 dias, a desaprovação ao governo era de 50%. Agora, está em 47%. Ao mesmo tempo, a taxa dos que dizem não saber se aprovam ou desaprovam foi de 10% a 13%. Quando começa a se formar uma mudança de tendência, é natural que parte dos eleitores passe 1 período de “pit stop” dentro do grupo mais indeciso. Nos últimos 30 dias, Bolsonaro fez 1 esforço para criar menos atritos com a mídia, adversários e integrantes dos outros Poderes da República. Houve uma redução na temperatura política. Agora, é necessário aguardar outros estudos de opinião para saber se as curvas seguem a trajetória que parece estar se formando neste momento. A confirmação ou não virá pelo DataPoder360, que é a única empresa de pesquisas no Brasil que tem feito desde abril 1 levantamento a cada 15 dias, com abrangência nacional. Os resultados permitem acompanhar de maneira minuciosa como os brasileiros têm reagido à pandemia de coronavírus e qual tem sido o impacto sobre a aprovação do governo. RENDA E APROVAÇÃO Quando se leva em conta o rendimento dos entrevistados, a taxa de aprovação mais alta é no grupo dos desempregados e sem renda fixa (49%) –justamente quem recebe o auxílio emergencial. Há 15 dias, a aprovação dentro desse grupo era de 44%. A alta de 4 pontos percentuais veio depois da prorrogação do benefício por mais 2 meses. A desaprovação é maior entre os que recebem de 5 a 10 salários mínimos (69%). O gráfico a seguir mostra o desempenho do governo federal estratificado por gênero, idade, região, escolaridade e renda. A pesquisa foi realizada de 6 a 8 de julho de 2020 pelo DataPoder360, divisão de estudos estatísticos do Poder360, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 2.500 entrevistas em 512 municípios nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. Conheça mais sobre a metodologia lendo este texto. TRABALHO DE BOLSONARO O DataPoder360 também perguntou o que os entrevistados acham do trabalho de Bolsonaro como presidente: ótimo, bom, regular, ruim ou péssimo. A avaliação positiva do desempenho pessoal de Bolsonaro é a mesma de 15 dias atrás: 29%. Também permaneceu em 20% o percentual de pessoas que consideram a atuação de Bolsonaro regular. A rejeição do presidente se manteve alta. Em 15 dias, o percentual daqueles que consideram o governo como “ruim” ou “péssimo” passou de 48% para 46%, com variação dentro da margem de erro de 2 pontos percentuais. Quem mais rejeita e aprova? avaliam positivamente:homens (34%), moradores da região Norte (40%), e desempregados e sem renda fixa (34%); avaliam negativamente: mulheres (48%), nordestinos (50%), pessoas com ensino superior (58%) e os que recebem de 5 a 10 salários mínimos (58%). Leia a estratificação completa no infográfico abaixo: ESTRATIFICAÇÃO POR RENDA O quadro a seguir mostra como cada classe socioeconômica avalia o presidente ao longo do tempo. Os que melhor avaliam o desempenho de Bolsonaro (assim como de seu governo) estão entre os mais pobres (ou seja, os desempregados e sem renda fixa). Houve alta de 3 pontos percentuais nesse grupo em 15 dias, também depois da prorrogação do auxílio emergencial. OS 20% QUE ACHAM REGULAR O DataPoder360 ainda mostra como se posicionam os que acham o trabalho de Bolsonaro regular (20%). O cruzamento dos dados indica que nesse grupo 42% aprovam o governo e 28% desaprovam. Há 1 mês, entre os que consideram o desempenho do presidente regular, a aprovação era de 59%. https://www.poder360.com.br/datapoder360/governo-bolsonaro-mantem-aprovacao-estavel-em-40-desaprovacao-e-de-47/
  19. Paraná Pesquisas - Prefeito SÃO PAULO/SP Cenário 1 Bruno Covas 25.9% Datena 19.5% Marcio França 9.4% Marta Suplicy 7.6% Boulos 6.3% Andrea Matarazzo 4.4% Mamãe Falei 3.3% Jilmar Tato 2.3% Joice 1.7% Não Sabe / Nulo 18% Cenário 2 Bruno Covas 22.8% Celso Russomano 20.0% Paulo Skaf 10.4% Marcio França 7.7% Marta Suplicy 6.9% Boulos 5.5% Andrea Matarazzo 3.6% Mamãe Falei 2.8% Jilmar Tato 1.9% Joice 1.3% Não Sabe / Nulo 16% Cenário 3 Bruno Covas 22.6% Russomanno 18.3% Datena 12.9% Marcio França 7.8% Marta Suplicy 6.5% Boulos 5.7% Andrea Matarazzo 3.6% Mamãe Falei 3.0% Jilmar Tato 2.1% Joice 1.3% Orlando Silva 0.7% Fillipe Sabará 0.6% Não Sabe / Nulo 14.1% Cenário 4 Bruno Covas 33.6% Marcio França 12.6% Boulos 7.2% Andrea Matarazzo 6.8% Mamãe Falei 3.8% Jilmar Tato 3.3% Orlando Silva 2.6% Joice 2.4% Não Sabe / Nulo 26.5% Jornal da Band
  20. O apoio do brasileiro à democracia cresceu em meio ao agravamento da crise política do governo Jair Bolsonaro, e atingiu o maior índice da série histórica do Datafolha. Segundo o instituto, 75% dos entrevistados consideram o regime democrático o mais adequado, enquanto 10% afirmam que a ditadura é aceitável em algumas ocasiões. Foram ouvidas 2.016 pessoas nos dias 23 e 24, por telefone. A margem de erro é de dois pontos para mais ou menos. O sentimento democrático cresce com o grau de instrução e com maior renda, passando de 66%, entre quem tem o ensino fundamental, a 91%, entre os com formação superior. O apoio é de 69% entre os mais pobres (menos de 2 salários mínimos), chegando a 87% entre aqueles com renda superior a 10 salários mínimos. Ele é um pouco mais frágil entre quem considera o governo Bolsonaro bom ou ótimo (68%) e entre moradores do Sul (69%). Os apoiadores do presidente também perfazem um grupo maior de aceitação de um regime totalitário: 15%. Já os que rejeitam Bolsonaro tendem a apoiar mais a democracia (85%), assim como habitantes do Sudeste (80%). Segundo o Datafolha, o país está dividido entre quem vê risco de instalação de uma ditadura (46%) e aqueles que descartam isso (49%). Apesar da piora do clima político, o temor é o mesmo percebido em dezembro. Acham que há maior chance de uma aventura autoritária jovens (55%), quem rejeita Bolsonaro (56%) e os que acham uma ditadura aceitável (58%). Já aqueles que mais descartam o perigo são os mais instruídos (58%), apoiadores de Bolsonaro (61%) e ricos (66%). O Datafolha questionou os brasileiros acerca dos poderes do Estado sobre a organização da sociedade, maiores quão mais totalitário é o governo. Os valores aferidos foram majoritariamente democráticos. O fechamento do Congresso é rejeitado por 78% (59% totalmente), enquanto 18% aceitam a ideia (11% totalmente). Já o do Supremo foi descartado por 75% (56% totalmente) e apoiado por 20% (14% totalmente). Como seria previsível, há maior apoio a esses atos entre quem aprova Bolsonaro. Gostariam de ver o Congresso fechado 29% de quem acha o governo ótimo ou bom e 35% daqueles que dizem confiar no presidente. Acerca do Supremo, pensam o mesmo 37% dos apoiadores e 42% dos que confiam em Bolsonaro. Para os entrevistados, o governo não pode proibir greves (81% concordam com essa premissa). Também discordam de intervir em sindicatos (64%) ou cassar partidos políticos (71%). No campo judicial, os entrevistados são contra prender pessoas sem ordem de um juiz (69%) e usar tortura para extrair informações de criminosos (86%). A censura a meios de comunicação é rejeitada por 80% e aceita por 18%. A rejeição cai a 64% entre os pró-ditadura, e a aprovação sobe a 32% entre os partidários de Bolsonaro. Sobre as redes sociais, acham que o governo não deve exercer algum tipo de controle 64% dos ouvidos, contra 33% que estão de acordo. Atualmente, tramita no Congresso um projeto de lei para combater fake news, mas que vem gerando reação de pessoas que apontam o risco de censura. As regiões Sul e Norte/Centro-Oeste, redutos do bolsonarismo, apresentam um pouco mais de viés autoritário no apoio a itens como proibição de partidos, apoio à tortura e fechamento dos Poderes. Pesquisa foi feita por telefone para evitar abordagem A pesquisa telefônica, utilizada neste levantamento, representa o total da população adulta do país. As entrevistas são realizadas por profissionais treinados para abordagens telefônicas e as ligações, feitas para aparelhos celulares, utilizados por cerca de 90% da população. O método telefônico exige questionários rápidos, sem utilização de estímulos visuais, como cartão com nomes de candidatos, por exemplo. Assim, mesmo com a distribuição da amostra seguindo cotas de sexo e idade dentro de cada macrorregião, e da posterior ponderação dos resultados segundo escolaridade, os dados devem ser analisados com alguma cautela por limitar o uso desses instrumentos. Na pesquisa, feita dessa forma para evitar o contato pessoal entre pesquisadores e respondentes, o Datafolha adotou as recomendações técnicas necessárias para que os resultados se aproximem ao máximo do universo que se pretende representar. Todos os profissionais do Datafolha trabalharam em casa, incluídos os entrevistadores, que aplicaram os questionários por meio de central telefônica remota. Foram entrevistados 2.016 brasileiros adultos que têm telefone celular em todas as regiões e estados do país. A margem de erro é de dois pontos percentuais. https://www1.folha.uol.com.br/poder/2020/06/apoio-a-democracia-chega-a-75-e-bate-recorde-em-meio-a-ameacas-de-bolsonaro.shtml
  21. Enquanto avança no Congresso a definição do calendário eleitoral deste ano diante da pandemia, o Instituto Paraná Pesquisas realizou um levantamento, devidamente registrado no TSE, sobre a disputa pela Prefeitura de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Entre os dias 19 e 23 deste mês, o instituto ouviu 802 eleitores, por telefone, na capital gaúcha. O atual prefeito, Nelson Marchezan Jr, lidera em todos os cenários do levantamento. Na pesquisa estimulada, quando os eleitores são questionados sobre quem votaria a partir de uma lista de candidatos, Marchezan Jr aparece com 20,8% das intenções de voto enquanto Manuela d’Ávila, a segunda colocada, tem 14,5%. Ela é seguida por José Fortunati (10,7%), Sebastião Melo (10,2%), Gustavo Paim (5%), Comandante Nádia (4,7%), Juliana Brizola (4%), Fernanda Melchionna (3,4%), Valter Nagelstein (3,4%), Any Ortiz (2,6%) e João Derly (2,4%). Os que disseram ainda não saber em quem votar são 5% e os que não votariam em nenhum dos nomes citados, 13,3%. CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE O levantamento do Paraná Pesquisas ainda mostra que o eleitorado da capital gaúcha não está ligado nas costuras políticas pela prefeitura. Na pesquisa espontânea, quando não há nomes sugeridos pelo entrevistador, apenas a pergunta sobre em quem votará, 71,8% dos entrevistados disseram não saber ainda o candidato e os mesmos 13,3% disseram que não votariam em ninguém. Num segundo turno entre Marchezan Jr e Manuela, o atual prefeito teria 43,9% dos votos contra 29,3% da adversária. O instituto fez simulações de segundo turno entre Manuela (33,4%) e Sebastião Melo (38%) e também entre Marchezan Jr (41,8%) e Sebastião Melo (32,2%). O grau de confiança da pesquisa é de 95,0% para uma margem estimada de erro de 3,5%. Aprovação Bolsonaro na cidade Aprovação Eduardo Leite na cidade https://veja.abril.com.br/blog/radar/marchezan-jr-lidera-corrida-pela-prefeitura-de-porto-alegre/ PESQUISA COMPLETA: https://www.paranapesquisas.com.br/wp-content/uploads/2020/06/MídiaPorto-Alegre_Jun20.pdf
  22. Cenário 1 Bruno Covas 23% Márcio França 13% Marta 11% Guilherme Boulos 8% Jilmar Tatto 3% Andrea Matarazzo 2% Mamãe Falei 2% Joice Hasselman 2% Orlando Silva 1% Cenário 2 Celso Russomanno 19% Bruno Covas 17% Marta 13% Guilherme Boulos 10% Jilmar Tatto 2% Andrea Matarazzo 2% Mamãe Falei 2% Joice Hasselman 1% Orlando Silva 1% O levantamento mostrou ainda que 29% dos eleitores querem um nome “com experiência na política”, se contraponto a 14% que buscam “alguém novo e fora da política”. Ou seja, boa parte não deseja um “outsider”. A pesquisa ouviu mil pessoas na primeira quinzena do mês de junho. ESTADÃO - BIG DATA
  23. Presidente Jair Bolsonaro - em Salvador AVALIAÇÃO Ótima - 7,0% Boa - 10,0% Regular - 22,4% Ruim - 12,6% Péssima - 46,2% Não Sabe - 1,8% APROVAÇÃO Aprova - 26,2% Desaprova - 70,4% Não Sabe - 3,4% Governador Rui Costa - em Salvador AVALIAÇÃO Ótima - 24,9% Boa - 37,3% Regular - 27,3% Ruim - 5,1% Péssima - 4,1% Não Sabe - 1,2% APROVAÇÃO Aprova - 77,0% Desaprova - 18,8% Não Sabe - 4,3% Prefeito ACM Neto AVALIAÇÃO Ótima - 28,4% Boa - 39,4% Regular - 24,3% Ruim - 5,1% Péssima - 5,5% Não Sabe - 1,8% APROVAÇÃO Aprova - 78,5% Desaprova - 18,2% Não Sabe - 3,3% Impacto do apoio de políticos a um candidato à prefeitura APOIO DE ACM NETO Impacto Positivo - 52,0% Impacto Neutro - 33,8% Impacto Negativo - 12,0% Não Sabe - 2,3% APOIO DE RUI COSTA Impacto Positivo - 51,7% Impacto Neutro - 32,3% Impacto Negativo - 13,2% Não Sabe - 2,8% APOIO DE BOLSONARO Impacto Positivo - 15,9% Impacto Neutro - 29,4% Impacto Negativo - 51,5% Não Sabe - 3,3% APOIO DE LULA Impacto Positivo - 37,6% Impacto Neutro - 33,9% Impacto Negativo - 25,1% Não Sabe - 3,4% ELEIÇÕES 2020 - Prefeitura de Salvador ESPONTÂNEA Não Sabe - 60,5% Ninguém - 10,5% ACM Neto (DEM) - 17,4% Bruno Reis (DEM) - 7,6% Léo Prates (PDT) - 0,9% Sargento Isidório (AVANTE) - 0,9% Olívia Santana (PCdoB) - 0,6% Major Denice (PT) - 0,5% Cézar Leite (PRTB) - 0,4% Outros - 0,9% ESTIMULADA - CENÁRIO 1 Não Sabe - 3,9% Nenhum - 13,2% Bruno Reis (DEM) - 31,0% Sargento Isidório (AVANTE) - 12,9% Lídice da Mata (PSB) - 11,0% Léo Prates (PDT) - 8,0% Irmão Lázaro (PL) - 5,5% Major Denice (PT) - 3,7% Olívia Santana (PCdoB) - 3,4% Hilton Coelho (PSOL) - 2,2% João Carlos Bacelar (PODE) - 2,1% Cézar Leite (PRTB) - 1,8% Eleusa Coronel (PSD) - 0,7% Niltinho (PP) - 0,4% Celsinho Cotrim (PROS) - 0,2% ESTIMULADA - CENÁRIO 2 Não Sabe - 5,1% Nenhum - 15,9% Bruno Reis (DEM) - 35,5% Sargento Isidório (AVANTE) - 16,7% Lídice da Mata (PSB) - 12,6% Major Denice (PT) - 4,4% Olívia Santana (PCdoB) - 4,0% Hilton Coelho (PSOL) - 2,4% Cézar Leite (PRTB) - 2,3% Eleusa Coronel (PSD) - 1,1% https://www.paranapesquisas.com.br/wp-content/uploads/2020/05/MídiaSalvador_Mai20.pdf


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