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  1. A V A L I A Ç Ã O D E F I L M E S A partir de agora nós teremos este espaço para avaliarmos os mais diversos filmes que assistimos ao longo da vida e os próximos que virão. COMO FUNCIONA? ✤ Você deve indicar o nome do(s) filme(s) que queira avaliar e atribuir uma quantidade de estrelas que ele(s) merece(m), de acordo com sua crítica. ✤ Você não precisa escrever o porquê está dando "X estrelas", isto é OPCIONAL. Tenha apenas coerência e bom senso e nunca avalie algo que não assistiu. ✤ Você pode fazer avaliações A QUALQUER MOMENTO, de QUAISQUER FILMES. Então não precisa preparar um listão de uma só vez. Vá postando no tópico aos poucos, ao longo dos dias, meses, ano. ✤ Você pode debater sobre as críticas dos demais usuários à vontade. Não é um tópico fechado só para atribuição de estrelas. ALGUMAS CONSIDERAÇÕES ✤ Será realizado um cálculo com as médias atribuídas para um mesmo filme, de acordo com as críticas que os usuários forem postando. Por exemplo: 10 usuários avaliaram o filme "Titanic", então as estrelas serão somadas e divididas pelo número de usuários e a média será definida. ✤ A média das estrelas estabelecerá um RANKING que será atualizado sempre que houverem novas críticas postadas. Este ranking ficará disponível na página inicial do tópico. ✤ Para atribuir estrelas, você deve considerar apenas NÚMERO INTEIRO ou CASA DECIMAL 0,5. Leve em consideração a legenda a seguir. As estrelas vão de 0,5 a 5. LEGENDA (5) - Obra-prima/Fabuloso/Espetacular (4,5) - Ótimo/Incrível/Inesperado (4) - Muito bom/Interessante (3,5) - Bom/Jóia/Bacana (3) - Legal/Recomendável (2,5) - Razoável/Assistível (2) - Falível/Chato/Dispensável (1,5) - Ruim/Desgosto/Tristeza (1) - Muito ruim/Desinteressante (0,5) - Péssimo/Irrecomendável/Lixo RANKING ATÉ 02/05/2019 ÀS 03H20 (apenas filmes com pelo menos 3 críticas já realizadas): #01 Homem-Aranha: No Aranhaverso (5,00) baseado em 3 críticas #02 Titanic - (4,92) baseado em 6 críticas #03 Doze Anos de Escravidão - (4,83) baseado em 3 críticas #04 Me Chame Pelo Seu Nome - (4,50) baseado em 6 críticas #05 Histórias Cruzadas - (4,50) baseado em 4 críticas #06 Roma - (4,50) baseado em 3 críticas #07 O Homem de Aço - (4,40) baseado em 3 críticas #08 Aquaman - (4,34) baseado em 3 críticas #08 O Diabo Veste Prada - (4,34) baseado em 3 críticas #09 Infiltrado na Klan - (4,30) baseado em 5 críticas #09 Viva: A Vida é Uma Festa - (4,30) baseado em 5 críticas #10 Pantera Negra - (4,20) baseado em 5 críticas #11 Guardiões da Galáxia Vol. 2 - (4,20) baseado em 3 críticas #12 Mulher Maravilha - (4,13) baseado em 8 críticas #13 Corra! - (4,13) baseado em 4 críticas #14 Green Book - (4,00) baseado em 4 críticas #15 O Destino de uma Nação - (4,00) baseado em 3 críticas #15 Procurando Dory - (4,00) baseado em 3 críticas #16 Lady Bird - (3,83) baseado em 6 críticas #16 Três Anúncios para um Crime - (3,83) baseado em 6 críticas #17 Batman vs Superman: A Origem da Justiça - (3,75) baseado em 4 críticas #18 A Forma da Água - (3,70) baseado em 5 críticas #19 Vice - (3,70) baseado em 4 críticas #20 Nasce uma Estrela - (3,50) baseado em 6 críticas #21 The Post: a guerra secreta - (3,50) baseado em 4 críticas #22 Guerra Fria - (3,40) baseado em 3 críticas #23 Capitã Marvel - (3,38) baseado em 4 críticas #24 Homem-Aranha: De Volta ao Lar - (3,34) baseado em 3 críticas #25 Bohemian Rhapsody - (3,13) baseado em 4 críticas #26 Esquadrão Suicida - (2,70) baseado em 3 críticas #27 Liga da Justiça - (2,50) baseado em 7 críticas #28 Thor Ragnarok - (2,17) baseado em 6 críticas
  2. Texto traduzido por https://rainhamadonna.com/desculpa-taylor-mas-madonna-tem-o-melhor-clipe-de-2019/?fbclid=IwAR06vqxMEEGtiI6XtE8XWMOyQMmiykIqgjez9WyrQGAU9M1prdMTSnQjoNQ (tradução bem ruinzinha e literal, mas é o q tem, eu q não vou traduzir pra ngm ler) DESCULPA TAYLOR, MAS MADONNA TEM O MELHOR CLIPE DE 2019 2019, e um forte argumento poderia ser feito que Madonna lançou o vídeo musical mais convincente de qualquer grande artista pop americano puro até agora este ano. Por um lado, isso não deve ser uma afirmação muito controversa. Madonna é uma mestre da forma (na verdade, ela provavelmente não teria se tornado uma superstar global sem seus recursos visuais convincentes). Seus reflexos ainda são aguçados e os truques do comércio que ela emprega ainda dão frutos. Em suma, ela sabe muito bem o que está fazendo. Por outro lado, seu vídeo “Medellín”, com a estrela colombiana Maluma, não será confundido com ninguém por sua carreira. Nem é provável que você possa apontar qualquer medida objetiva como prova de sua superioridade. O projeto certamente não será o clipe mais assistido da semana, e por enquanto o #1 no gráfico de vendas do Latin Songs da Billboard, já é seu auge. Os fãs de Madonna certamente são extremamente leais (suas vendas de ingressos ainda são notoriamente fortes, e provavelmente não veremos seu acampamento em Vegas por algum tempo), mas eles não são o tipo de colocar um vídeo do YouTube em repetição por horas a fio. Um tempo para inflar pontos de vista, nem tentar fazer as pessoas baixarem a música no Twitter com promoções falsas da Starbucks. Eles são principalmente adultos. Eles têm empregos. É assim que eles compram os ingressos para os shows. Ainda assim, Madonna sabe como adquirir um visual novo e único. Os artistas multimídia espanhóis Diana Kunst e Mau Morgo dirigiram o vídeo, e suas únicas façanhas anteriores no meio são dois vídeos para Rosalia e um para A $ AP Rocky e FKA Twigs. Há também o fato de que ela sabe o que fazer quando uma câmera está sobre ela. Volte à sua filmografia e você notará que a maioria dos vídeos inclui pelo menos um set-up em que Madonna está isolada, geralmente em cima de uma parede ou fundo aleatório, e improvisada por meio de dança. Essa estratégia está por trás de pelo menos alguns de seus vídeos mais baratos produzidos. Aqui, o take acontece com Maluma em uma cama. Ela acaba lambendo os dedos dos pés em um momento que não parecia pré-planejado. É estranho, mas também é um clássico da Madonna. Mesmo com todas as explosões estilísticas, Madonna ainda pode subir a qualquer outro aspecto do vídeo apenas sendo ela mesma. Seja pelas telas salientes de um aparelho de TV dos anos 80 ou do seu MacBook Air, Madonna tem uma maneira de olhar através de uma tela e encará-lo maliciosamente até que você tenha a sensação de que essa mulher poderia fazer qualquer coisa na época. Ela geralmente faz isso. É por isso que ela é uma estrela. Compare isso com o outro grande videoclipe desta semana, o comeback de Taylor Swift e Brendon Urie, “Me!” O vídeo colorido de 29 anos parece ter lugar dentro do que acontece dentro da cabeça de rabo de cavalo de Jojo Siwa. Tem sido comparado a uma estética Instagram já aquecida, e talvez a melhor maneira de descrever o vídeo é que é o produto de alguém que ouviu La La Land ter sido livremente inspirado pelo musical francês The Umbrellas of Cherbourg, e então decidiu que o clássico de Jacques Demy’s deve ser reiniciado como um filme original da Disney Chanel. Provavelmente, deixa alguém que já apresentou um retorno de imposto sentindo-se flácido. Alguns até teorizaram que Swift está alvejando intencionalmente o poderoso demográfico infantil do YouTube com o vídeo. Ei, essas visualizações de vídeo para “Baby Shark” não são brincadeira. Seja qual for o caso, em apenas quatro minutos e oito segundos, o vídeo consegue obscurecer qualquer sensação de autenticidade, sofisticação crescente ou complicações pessoais que a Swift acumulou. Não é uma reinvenção. É um retiro. Os ícones do pop millennial da Swift não fizeram muito melhor em 2019. Os “7 Rings” de Ariana Grande e “Break Up With Your Girlfriend, I’m Bored” foram úteis para suas canções supostamente superiores, mas certamente não eram esteticamente clássicas. Ex-garotas do Fifth Harmony, Normani e Lauren Jauregui prometem, mas ainda não estão totalmente formadas como artistas solo. O mesmo para Ava Max. Deseja-se que Ciara, sempre um talento adormecido, tenha mais dinheiro para seu vídeo “Greatest Love”. Se Lady Gaga, Rihanna ou Beyoncé tivessem lançado videoclipes este ano, talvez não estivéssemos tendo essa conversa. Para ter certeza, ainda há muitos artistas trabalhando fora do conceito mainstream de estrelato pop que fizeram ótimos efeitos visuais este ano (o vídeo de “Binz”, de Solange, está transfixando sua confiança e intimidade). Ainda assim, se Madonna inventou a estrutura de carreira para a estrela pop moderna, ela serve como uma régua útil para comparar os outros. Isso não é bom para a nossa evolução cultural geral, onde ela ainda é a líder do grupo. Texto: W Magazine Tradução: RainhaMadonna.com
  3. Concordo com o 1º e o 2º lugares. As outras eu teria que pensar mais a respeito. O q sim discordo, é de 4 Minutes na frente de Medellín. Prefiro Medellín @Madonna da Silva @RuPaul @Andreza 14. “Give Me All Your Luvin'” (MDNA) It’s only fitting that Madonna’s worst album was introduced by her worst lead single. Time has actually been rather kind to “Give Me All Your Luvin'” (as usual the pop icon was ahead of the curve), but nothing can change the fact that this was more of a marketing exercise than an artistic endeavor. That being said, the video is stunning and the cheerleader chanting is undeniably catchy. 13. “American Life” (American Life) More than a decade later, and I’m still torn about this song. On the one hand, I love it when Madonna trolls her fans (and the public at large). On the other, the verses are so underwhelming in comparison to the majestic chorus. And then there’s the fact that there were so many better songs on American Life. The era might have turned out very differently if she had kicked things off with “Nothing Fails” or “Love Profusion.” 12. “Everybody” (Madonna) This is technically considered to be the lead single from Madonna, even if it dropped a year before the album was released. Everything Madonna touched in the ’80s turned to gold and “Everybody” is no exception. It’s just not in the same league as classic bops like “Lucky Star” or “Borderline,” which were also on that album. 11. “Living For Love” (Rebel Heart) Rebel Heart was a mangled trainwreck from the moment it leaked three months ahead of release. And it just got worse from there. “Living For Love” is actually a bop and could have been (a minor) hit, but someone had the great idea of making the video a SnapChat exclusive — thus taking all-important video streams out of the chart equation. By the time Madonna fell performing the song at the BRITS, the entire era felt cursed. Having said all that, the 60-year-old tried to give the gays exactly what they wanted (i.e. a club banger) and it’s not her fault that most of them had already illegally downloaded it on their phone. 10. “Medellín” (Madame X) It’s a little too early to rank the Queen’s latest single. It could move up or down this list in a couple of months, but I’m currently in the honeymoon phase. I love how bizarre “Medellín” is. From the unexpected clash of cultures to the unusually slow tempo and lengthy running time, it’s Madonna’s most dynamic single in a decade. I just wish the chorus was a little beefier and Maluma’s role was somewhat reduced. 09. “4 Minutes” (Hard Candy) Time has been rather unkind to “4 Minutes.” Like everything else Timbaland produced in the ’00s, it sounds a little dated. On the other hand, the song was a genuine pop culture moment. It was also the catchiest song on Hard Candy, so Madonna — and/or her label — made the right choice. I just wish it sounded more Madonna and less Nelly Furtado circa Loose. 08. “Like A Virgin” (Like A Virgin) From this point on, the rankings are arbitrary. “Like A Virgin” is one of the most iconic pop songs of all time, and sheer fatigue from hearing it so often is the only reason it ranks so low on this list. However, if I had to choose one song that summed up Madonna’s mastery of shock value and the three-minute pop song, this would be it. The world hasn’t been the same since it dropped in 1984. 07. “Erotica” (Erotica) Speaking of controversial anthems, “Erotica” is one of Madonna’s best. In retrospect, it was a wildly experimental single for the biggest pop star on the planet to release. And I’m not just talking about the highly sexualized lyrics. “Erotica” is more about mood and atmosphere than pop hooks. Which makes it one of the living legend’s most interesting lead singles. (I would argue that “Rain” would have been a wiser choice but that’s beside the point). 06. “Secret” (Bedtime Stories) Is Bedtime Stories Madonna’s most underrated album? I’d say it’s a close tussle between this and American Life. An ever-evolving superstar, M was trying new things in the ’90s. She flirted with a more urban sound on “Secret,” but kept it just pop enough to appease the faithful. This is a dreamy, understated, rudely-forgotten gem. 05. “Music” (Music) I really wore this CD single out. After pulling off a memorable comeback with Ray Of Light, Madonna kept the momentum going with Music. The title track topped the charts around the globe and stands out as one of her catchiest singles. More importantly, this feels quintessentially Madonna. In that it’s a balls-to-the-wall banger about letting go and having a good time. The stars truly aligned on this one. 04. “Live To Tell” (True Blue) Contrary to popular belief, at least with next-gen fans, Madonna kicked off True Blue with “Live To Tell” instead of “Papa Don’t Preach.” While the latter was a bigger hit, “Live To Tell” showcased the pop star’s artistry and underrated vocal chops in a way we hadn’t seen before. It also deserves credit for being her only lead single that could be classified as a ballad. Not only that, but it still sounds flawless today. This has stood the test of time like the pyramids of Egypt. 03. “Frozen” (Ray Of Light) Goth-donna was that girl and “Frozen” ranks as one of my favorite singles of the ’90s. At a time when grunge was all-powerful and singer/songwriters set the tone on pop radio, Madonna overhauled her sound to fit the alt-trend without losing herself in the process. It was also one of her most personal singles and demonstrated immense artistic growth. A moment of pop genius. 02. “Hung Up” (Confessions On A Dance Floor) Has there ever been a better comeback single than “Hung Up”? (Ok, maybe Cher’s “Believe”). Madonna was knee-deep in drama and reeling from the backlash to American Life when Confessions On A Dance Floor dropped in 2005. It would take one of the best pop songs of all time to win back the general public and that’s exactly what she delivered with “Hung Up.” From the ABBA sample to the majestic chorus, everything about this is utter perfection. 01. “Like A Prayer” (Like A Prayer) How do you decide between two of the best lead singles of all time? Well, you go with your gut. And when I think of Madonna’s most perfectly executed era, Like A Prayer comes to mind. The title track arrived in a blaze of outrage in 1989, setting the template for post bubblegum-pop Madonna with its controversial tone, religious imagery and lingering trace of sadness. In a perfect world, this would have won every Grammy. http://www.idolator.com/7752032/madonna-14-lead-singles-ranked?utm_medium=share-btn&utm_content=share-btn&utm_campain=share-btn&utm_source=share-tw&chrome=1
  4. É bizarro como esse aplicativo e site são cheios de problemas. Estou há mais de 1 ano tendo os mesmos problemas com eles, e até hoje não foi resolvido. E vendo na internet, descobri que MUITA gente sofre os mesmos problemas com o serviço deles. Você tem o canal no seu plano de TV a cabo = eles não reconhecem e não te dão acesso. Você tenta validar, entrando tanto pelo aplicativo quanto pelo site, através da sua conta na operadora = dá um erro constante. Você tenta entrar pelo seu e-mail cadastrado = ou diz que não existe, ou dá um erro diferente dos outros vários erros que dão. Você manda e-mail pro suporte deles explicando a situação = meses se passam e nada é resolvido. Eles deveriam ter vergonha de colocar um serviço tão ruim assim pro consumidor. E sinceramente não consigo entender a dificuldade específica do Telecine Play, já que o aplicativo da Globosat Play é ótimo, prático e funciona de maneira excelente. Alguém mais têm problemas com essa porcaria?
  5. O universo de Invocação do Mal é uma grande contradição: ainda que todos os derivados sejam sucesso de bilheteria no mundo todo, nenhum deles se saiu bem com público e crítica. Para a Warner Bros., é um caso em que os acertos falam mais alto que os erros, e é isso que garante que novos filmes sejam feitos - e também, infelizmente, que os problemas permaneçam a cada capítulo inédito. A Maldição da Chorona representa isso muito bem. Mesmo que a divulgação do longa não assuma que a trama se passe no mesmo universo do casal Ed e Lorraine Warren, o longa é ambientado na Los Angeles de 1973 e coloca uma família no caminho da assombração do título, uma mulher que persegue crianças após ter afogado seus próprios filhos. A criatura vem de uma lenda urbana mexicana, mas o roteiro não se preocupa muito em honrar essas raízes, apenas puxar a figura central e colocá-la em um filme formulaico e sem identidade. A Chorona é uma antagonista fraca: pouco sobre sua história é explicada além da premissa básica, o que resulta em formas desinteressantes e impessoais de combatê-la. Ela também não tem o mesma presença que Valak, a freira demoníaca, o que por si só já alivia bastante o impacto visual do filme. O que realmente complica é como o diretor Michael Chaves, em seu primeiro longa, não consegue criar tensão de forma original e compensa com sustos baratos. Entre os derivados de Invocação do Mal, esse é facilmente o mais apelativo - e também o que menos funciona. O problema é que Chaves não traz nada de novo à fórmula criada por James Wan. Não que ele seja o único - todos os diretores da franquia tentam seguir isso, mas cada um adiciona algo próprio, por menor que seja - mas com certeza é o que menos experimenta nos momentos assustadores. É um filme que mais parece um compilado das técnicas de Wan, como o plano-sequência para apresentar o ambiente no início ou então brincar com ameaças vindo de várias direções, como a cena em que as crianças principais se refugiam no carro e precisam impedir as janelas de se abrirem, uma por vez. É como se alguém tivesse feito o filme a partir de uma receita, com medo de estragá-la ao introduzir novos ingredientes e, mesmo assim, o resultado foi longe do esperado. A Maldição da Chorona representa o grande problema dessa expansão de Invocação do Mal: produzir uma saga de filmes em linha de montagem. Todos saem com a mesma estrutura, mas vê-la repetida com cada vez menos experimentação nas tramas, sustos e tensão deixa uma sensação verdadeiramente amarga - algo intensificado em um longa com personagens e situações rasas. Não é a toa que a Warner Bros. não queira associar a produção ao seu universo de filmes, mas simplesmente esconder a sujeira debaixo do tapete não é o bastante: é preciso aprender pelo exemplo e quebrar a fórmula que se tornou tão previsível. O que piora tudo é sair da sala de cinema sabendo que, enquanto o dinheiro estiver entrando, as coisas não vão mudar. Com dois filmes desse universo já confirmados - sendo um deles o terceiro da franquia principal, também comandado por Chaves - é difícil esperar alguma coisa além de mais do mesmo… só que cada vez um pouco pior. 1 Ovo
  6. THE GUARDIAN Madonna: Medellín ft Maluma review – a shapeshifting return to form 4/5stars4 out of 5 stars. The disarming first song from the singer’s 14th album has some lyrical clunkers but acts as a potent reminder of her genre-mashing skills f any artist has shown her ability to code-switch between styles, it’s Madonna, who’s adroitly shifted from dominatrix to disco queen to earth mother with previous album cycles. Her latest reinvention is Madame X: the title of her upcoming 14th album (out 14 June), and also the name of a chameleonic character that she will play across the record. She announced it last week in a cinematic, enjoyably OTT video featuring a panoply of guises which included multiple eye patches and Madonna wearing a hooded bonnet as if preparing for Gilead. In voiceover she details 15 identities – dancer, prisoner, nun and whore among others – and explains: “Madame X is a secret agent. Traveling around the world. Changing identities.” And it seems that Madonna’s gaze is reaching just as wide for Madame X, which features the American rap artists SwaeLee and Quavo, as well as South American superstars Anitta and Maluma, who features on the album’s iridescent lead single Medellín. Co-produced by her American Life collaborator Mirwais, Medellín is quite unlike anything we’ve heard from Madonna before, and her most subdued lead single since 1998’s stately Frozen. The most initially disarming about it is its balmy sense of ease. “I woke up in Medellín,” she sings over airy synths, before slyly adding, “Another me could now begin.” A rhythmic reggaeton beat that kicks in for a fiesta-starting chorus, with lovey-dovey call-and-response between the duo. At nearly five minutes, Medellín’s pacing feels refreshingly relaxed, though it wouldn’t be a Madonna co-write without a few lyrical clunkers (“pain” rhymed with “champagne”). It doesn’t exactly do much to dispel stereotypes of Colombia either (“we built a cartel just for love,” she sings). ut those are minor quibbles: Medellín is a potent reminder of Madonna’s deft history of meshing genres, while also a convincing addition to the roll call of western megastars like Beyoncé and Justin Bieber linking up with Spanish-language artists. And unlike the occasional trend chasing of her most recent albums MDNA and Rebel Heart, Medellín proves that she’s well equipped to weather the demands of today’s listening trends while bringing global styles into her own world. For Madonna, it seems that the streaming age may just speed up her shapeshifting. https://www.theguardian.com/music/2019/apr/17/madonna-medellin-ft-maluma-review-a-shapeshifting-return-to-form BILLBOARD Madonna and Maluma Smolder on 'Medellin' Single: Listen A serendiptious meeting backstage at the VMAs last year has born some sensual fruit for Madonna and Maluma. The pop superstar and the Colombian singer released their single, "Medellin," on Wednesday (April 17) after teasing it a day earlier with a picture in which Madonna sported an elaborate wedding dress and glittery eyepatch while seated behind the "Clandestino" singer, who wore regal red. The mid-tempo Spanglish pop track opens with Madonna doing a countdown and singing coquettishly, "I took a pill and had a dream (yo tambien)/ I went back to my 17 year/ Allowed myself to be naive (dime)/ To be someone I'd never be," as the tempo begins to pick up and Maluma steps up to sing in a raspy voice. With a skittery, electric cha-cha beat pulling up and back underneath, the pair flirt with each other, with Maluma promising to be Madonna's king if she'll be his queen, singing, "Excuse me, I know you are Madonna/ But I'm going to show you how this perro (dog) will make you fall in love." Near the end, as the sensual dance heats up, Madonna asks her partner to, "slow down papi." Back in February, both superstars surprised their fans by sharing photos of themselves together in the recording studio. "I met Madonna during the VMAs in New York," Maluma previously told Billboard. "After that, I had the opportunity to spend some time with her in Los Angeles. She was in the studio and I joined her." Madonna's 14th studio album, Madame X, will be released on June 14, according to a statement from her label, with MTV slated to premiere the "Medellin" video on April 24 during "MTV Presents Madonna Live & Exclusive: 'Medellin Video World Premiere" at 4 p.m. ET. According to the release, the singer will be joined by British DJ Trevor Nelson and fans for a live event from London in which she'll discuss the influences on the new album, with Maluma joining in from Miami and additional events taking place in New York, Milan and Sao Paulo. The 15-track album was inspired by Madonna's experience living in Lisbon, Portugal, over the past few years and feautures her singing in Portuguese, English and Spanish. Tracks include the "anthemic," "I Rise" as well as the "Jamaican dancehall vibes"-infused, Diplo-co-produced duet with Migos' Quavo, "Future" and the Mirwais-produced "Dark Ballet." The follow-up to 2015's Rebel Heart was recorded over 18 months in New York, London, Los Angeles and Portugal. "Lisbon is where my record was born," Madonna says in a statement. "I found my tribe there and a magical world of incredible musicians that reinforced my belief that music across the world is truly all connected and is the soul of the universe." The album title refers to a persona the singer adopted for the sessions, described as "a dancer. A professor. A head of state. A housekeeper. An equestrian. A prisoner. A student. A mother. A child. A teacher. A nun. A singer. A saint. A whore. A spy in the house of love.” The singer will perform a new song at the upcoming Eurovision Song Contest in Tel Aviv. Pre-order Madame X here. https://www.billboard.com/articles/columns/pop/8507581/madonna-maluma-medellin-single-listen?utm_source=facebook&utm_medium=social SLANT MAGAZINE Review: Madonna and Maluma Drop Sultry New Single “Medellín,” from Madame X The lead single from Madonna’s 14th album is driven by a decidedly unhurried tropical rhythm. Last month, Page Six of the New York Post published an article titled “How Madonna is using younger stars to cling to relevancy.” The infamous tabloid swiftly revised its headline to the marginally softer “How Madonna is using younger stars in hopes to stay relevant” after receiving blowback for what some perceived to be a double standard. But as the gulf between the 60-year-old pop queen’s age and that of the average radio star has continued to widen, it’s true that she’s increasingly leaned on collaborations with younger artists like Justin Timberlake and Nicki Minaj. You’d be forgiven, then, for assuming that “Medellín,” the first single from Madonna’s upcoming 14th album, Madame X, is an attempt to cash in on the ever-growing popularity of reggaton. While the 25-year-old Maluma is a huge star in Latin America, however, he’s yet to cross over beyond the Latin-pop market in the U.S., so the partnership appears to be a mutually beneficial one. And Madonna has lovingly appropriated Latin culture in her work for decades, as far back as 1986’s “La Isla Bonita,” and as recently as her torero-inspired music video for 2015’s “Living for Love.” In fact, one could argue it’s the single most consistent musical theme of her career outside of, say, dance music more broadly. Co-produced by Mirwais, who was previously at the helm of Madonna’s Music and American Life albums, “Medellín”—named after the city where Maluma was born—is a sultry midtempo track driven by a decidedly unhurried tropical rhythm and Madonna’s catchy refrain of “one-two cha-cha-cha.” The singer’s inexplicably Auto-Tune-drenched verses are nostalgic and wistful, nodding to the breezy escapism of “La Isla Bonita”: “I took a sip and had a dream/And I woke up in Medellín.” Vocally, Maluma does most of the heavy-lifting on the bilingual track, with inuendo-filled verses that reference both Colombia and Madonna’s hometown of Detroit. But Madonna’s sugary harmonies, particularly during the song’s rousing hook, balance out Maluma’s gigolo routine with a dreamy sweetness. https://www.slantmagazine.com/music/review-madonna-and-maluma-drop-sultry-new-single-medellin-from-madame-x/ @Madonna da Silva @Mathis
  7. Não há vencedores no BBB19 e a grande perdedora é a Globo Decadência do reality show reflete as dificuldades da emissora em surpreender o público com entretenimento inovador Jeff Benício 13 ABR 2019 17h29 Acabou a pior entre todas as edições do Big Brother Brasil. Ruim no entretenimento prometido e não entregue, no índice geral de audiência e na reação da Globo, que foi letárgica diante de uma temporada pífia. Quem esteve no reality show sai sem ter obtido o sucesso desejado – e alguns participantes ainda enfrentarão questões morais e jurídicas. Ninguém virou ídolo, como ocorreu em vários BBBs. Resta o inglório título de subcelebridade e o iminente desaparecimento na mídia em poucos dias. Mas o maior perdedor foi mesmo a Globo. A emissora parece ter perdido o controle da produção. Apesar de sua estrutura gigantesca (humana, operacional e financeira), o canal se revelou incapaz de salvar o BBB19 da previsibilidade e, muitas vezes, do completo marasmo. O telespectador acionou o controle remoto para ver outra coisa – e esse desinteresse justificado gerou a mais baixa audiência desde a estreia do formato no Brasil, em 2002. O fim dessa edição deveria marcar o início de uma autoanálise na emissora mais poderosa da televisão brasileira. Imprescindível repensar os critérios de seleção dos participantes, criar novas dinâmicas e até rever o grau de interferência do apresentador. A cúpula artística da empresa quer vida longa ao Big Brother por conta do faturamento milionário. Contudo, sem mudanças efetivas, a atração não vai longe. Hoje, a decadência do BBB representa o próprio declínio da emissora: a Globo não consegue se reinventar artisticamente e perde público. Isso não é reality show, e sim uma crise real em uma das mais bem-sucedidas companhias de comunicação do planeta. https://www.terra.com.br/diversao/tv/reality-shows/nao-ha-vencedores-no-bbb19-e-a-grande-perdedora-e-a-globo,ba90528c12946f9feec83bb2df587e8380icamgj.html
  8. Chegou ao fim mais um "BBB", com a graça do bom Deus. A temporada consagrou Paula como a grande vitoriosa, graças a uma torcida vibrante e apaixonada. Acontece. Os vencedores de cada ano dizem muito a respeito das edições que invariavelmente protagonizaram. Incluo Paula no seleto grupo dos piores na lista de 19 campeões. Veja abaixo os 5 piores vencedores do "BBB", segundo a humilde opinião deste indiscutível especialista. FAEL (BBB12) Ainda tenho dificuldades para acreditar que o caubói calado e desinteressante conseguiu uma vantagem de 92% sobre a fascinante Fabiana, que considero a campeã moral daquela edição. CÉZAR LIMA (BBB15) A estratégia de Cézar foi genial: evitar ao máximo interagir com qualquer outro integrante da casa. Parecia loucura, e eu acho que era mesmo, mas deu muito certo. Com um jeitão esquisito de se comunicar, acredito que os participantes até preferiram assim. Muitas histórias aconteceram naquela edição --e Cézar fez questão de não se envolver em absolutamente nenhuma. MAX (BBB9) Até Pedro Bial sabia que a nona edição do BBB pertencia à Priscila Pires. Mas o público preferiu premiar o cara que tem "maximize-se" tatuado no antebraço. Por mim, tudo bem. EMILLY (BBB17) Foi uma das protagonistas da mais conturbada edição do BBB. Sua relação com Marquinhos do Hospitalar foi o grande destaque de 2017 --ainda que negativo. Outras histórias muito mais leves e agradáveis perderam espaço no batismo de fogo do Tiago Leifert à frente do programa. Vivian Amorim ficou em segundo, mas virou apresentadora da Globo. PAULA (BBB19) Festejada como "autêntica", foi um manancial de péssimos exemplos. Dá certo alento saber que a vitória foi responsabilidade de um grupo engajado, e não é necessariamente um retrato da maioria das opiniões do público telespectador. Espero do fundo do meu coração que não seja necessário atualizar essa lista no ano que vem. De qualquer forma, agradeço aos amáveis leitores que me acompanharam em mais uma temporada. A gente tenta se divertir até quando o conteúdo do programa não colabora. Voltamos em 2020 com novas informações. https://tvefamosos.uol.com.br/bbb/bbb19/colunas/chico-barney/2019/04/13/paula-entra-para-o-seleto-grupo-de-piores-vencedores-do-bbb.amp.htm?__twitter_impression=true
  9. Metacritic é um website americano que reúne críticas de álbuns, videogames, filmes, programas de televisão, DVDs e livros. Para cada produto, um valor numérico de cada crítica é computado e daí retirado uma média aritmética ponderada. Um trecho de cada crítica é citada junto com um hyperlink para a fonte. Além disso, as críticas são ilustradas com três cores — vermelho, amarelo e verde —, resumindo a avaliação de cada produto. Cada nota é convertida para uma nota percentual, com alguns veículos recebendo um peso maior dependendo da categoria. O site apresenta ainda a possibilidade de os usuários cadastrados publicarem suas críticas, mas essas notas não entram no cômputo "oficial".
  10. Sucinto e informações bem pautadas. Só é estranho esse rebaixamento mas continuar sendo tratado como programa integral. Deveria ser tratado como quadro mesmo, faz todo sentido e o nome é ótimo. Coube certinho dentro do Encontro, apesar de que eu vi falando que teria até break exclusivo do Bem Estar. Tirando que eles terão o cenário em São Paulo do mesmo jeito, deveriam continuar com o programa no Viva/GNT; Acho que ele ainda rende na TV Paga.
  11. "Ah, mas você é membro do Plano Crítico" "Ah, mas isso aí é marketing não pode" Eu gostaria mesmo é que discutissem os pontos levantados pela minha crítica, COM SPOILERS, e pela crítica do meu colega, Ritter Fan, SEM SPOILERS. E também gostaria de saber o que vocês acharam do filme! Ao meu ver, é superior a Mulher-Maravilha e bastante diferente também em como lida com a representatividade. Capitã Marvel assume muito mais a discussão como inerente a sua existência. E é a obra mais MARVEL que o MCU já trouxe, estando perto, nesse quesito, de outras produções que carregam a essência MARVEL, como Homem-Aranha no Aranhaverso e a trilogia do Sam Raimi. Abraços! https://www.planocritico.com/critica-capita-marvel-com-spoilers/
  12. Se quer um exemplo de série que conseguiu se atualizar sem abrir mão das características que fizeram dela um sucesso, saiba que essa é a produção certa para você, principalmente se gostava de "As visões da Raven", ou até mesmo se nunca assistiu antes. Mas para os nostálgicos a experiência tem um sabor diferente, pois Raven e Chelsea retornam com as vozes de suas dubladoras brasileiras originais, mantendo uma parceria que funciona muito melhor sem o Eddie, que não por acaso acabava rendendo mais com o Cory do que com as garotas. A química entre elas é incrível e conseguiram algo muito difícil, representar mulheres adultas que não perderam suas principais características de adolescentes. A Raven ainda é aquele furacão de personalidade querendo resolver tudo ao mesmo tempo e se metendo em diversas confusões por conta disso, entretanto, é possível notar que ela já não lida com as frustrações da mesma forma, já que os dilemas são maiores. Ela aqui é uma mulher separada tentando criar de forma igual os seus filhos que possuem demandas diferentes. Ao mesmo tempo, sabe que precisa ter uma vida própria, já que abriu mão de lutar por seus sonhos como ser estilista e hoje faz roupas para cachorros e mal consegue pagar suas contas. Nenhum desses dilemas é forçado na narrativa, mas demonstrado na atuação da Raven Simoné que pontua muito bem quando colocar no olhar que é uma mulher forte mais calejada e que de fato precisa da Chelsea, formando um sentimento forte de que ali existe uma única família. Inclusive no final da primeira temporada isso fica claro quando dessa união começa a renascer nela uma força para acreditar mais em si mesma. Quanto aos filhos da Raven, o garoto que se descobre vidente na maior parte das vezes cumpre a função do personagem que intencionalmente busca fazer graça e arrancar risadas do público e do elenco. É o humor mais bobo e infantil mas que no decorrer da série se mostra como o elo mais emotivo da narrativa por ter um instinto de proteção. Já a filha tenta reproduzir alguns dos dilemas da mãe quando adolescente, mas sem o mesmo carisma e com uns toques de aborrescente que fazem dela um pouco rabujenta, e não de forma engraçada. A amiga dela, que mora no apartamento ao lado consegue de forma mais eficiente encarnar a garota problema com boas tiradas e de forma mais simpática. Mas os grandes destaques são realmente Chelsea e seu filho, que dominam praticamente todos os momentos de humor, dramaticidade e diálogos mais inspirados. Ela que foi roubada pelo marido que atualmente está preso, transformou uma adolescente apenas burra em uma mulher igualmente divertida mas também amorosa, doce e meiga, mas extremamente forte e maternal, muito em função de seu filho, um pequeno de humor ácido e que tem uma troca linda demaaaisss com sua mãe. Tem um episódio que me marcou de forma especial, em que Raven e Chelsea vão sozinhas para uma balada. Ao saírem, o filho de Chelsea chama ela para dizer uma coisa, e diz para que ela lembre que a mesma não deve nada a ninguém. Essa cena resume a relação dos dois. Os atores estão incríveis em seus papeis. E desse modo, em roteiros simples que preservam a leveza e simplicidade da original, os episódios caminham sem pressa ou necessidade de grandes eventos, mas apresentam muito bem seus personagens e os desenvolvem dentro do possível. Ahh, recomendo que coloquem na televisão, sentem no sofá, peguem um lanche, e só aproveitem. São risadas descompromissadas e muito gostosas.
  13. A Natti Natasha lançava os vídeoss dela na Pina Records, o canal da sua gravadora, com mais de 8,5 mi de inscritos, e é nele que estão os seus maiores sucessos, "Tonta", "Amantes de Una Noche" e "Criminal", tds vídeos com mais de 300 milhões de views, mas aí resolveu lançar seu novo álbum no seu canal próprio, com 2 mi de inscriros, e no que deu ? Os singles dela, exceto 1, não conseguiram bater a casa dos 100 milhões, e pelo menos, "Me Gusta" e "Pa Mala Yo", msm tendo potencial. Quanto a isso, é necessário um trabalho antes, e isso até o Kevinho tá fazendo, não sei se ele tem alguma pretensão de fazer um álbum, eu acho q não, mas ele começou a trabalhar o canal dele, ele só tem uma msc lá, o lançamento com o Dennis, fora alguns making offs e lyrics, e já tem 4,2 mi de inscritos. Tô querendo dizer que, a Natti deveria ter lançado singles com outros artistas famosos pra bombar o canal, pra dps lançar seu álbum, assim, hoje teria melhores debuts e mais views.
  14. Seu Crime não tem nem 110 mil plays diários, o clipe não chegou nem nos 5 milhões, e ainda quer lançar um EP internacional ? O EP pode dar certo ? Pode, até pq o nicho lgbt é unido em td mundo, vide o reconhecimento que ela já tem pela causa, mas ela não ta conseguindo se firmar nem no mercado nacional.
  15. Impressionante como essa adaptação rendeu comentários acerca das mudanças que foram feitas em relação a versão de 1985. Inicialmente, é algo que realmente chama bastante atenção, pois visualmente ela é gritante. Enquanto a She-Ra da primeira animação tinha um traço muito mais adulto e humano, a da Netflix aposta em visuais adolescentes e mais cartunescos que remetem a produções orientais, como Sailor Moon, a italiana "O Clube das Winx" e até mesmo da própria Netflix, como "Voltron", mas com características que poderiam facilmente fazer parte do universo do Cartoon Network, o que inclui uma simplicidade que em diversos momentos parece um desleixo com a obra. Nas cenas de ação é que isso se torna mais visível, quando são feitos verdadeiros malabarismos para que seja apresentada alguma tensão, pois tudo o que vai além dos personagens falarem, andarem ou correrem, tem um resultado regular ou ruim em sua animação. Entretanto, é algo que acaba não comprometendo no todo pois de forma inteligente os maiores conflitos acabam se estabelecendo com base nas relações dos personagens e não necessariamente nas batalhas. Outro ponto negativo é a trilha sonora que não ajuda no andamento da série, é ridiculamente sem personalidade e não acrescenta em nada, sendo um crime para aquilo que ela aposta. Tem uma abertura medonha e instrumentais ineficientes, sendo essa de verdade a principal falha em relação as referências em que ela bebe e da própria She-Ra de 1985. Mas vamos aos pontos positivos. Após o choque inicial em relação as mudanças da série, que abandona o traço adulto e com figuras humanas ou monstros bizarros por um universo colorido e adolescente, ela vai cativando pela história que foi muito bem adaptada para essa nova proposta. Aqui o He-Man não aparece, apesar de existir a possibilidade que ele venha a ser citado diretamente ou mesma apareça em outras temporadas. O dilema da jovem Adora, uma órfã criado pelo tirano Hordak que fez dela uma soldada da Horda, ao descobrir mais do que uma espada, mas que tudo o que a contaram sobre a guerra da qual ela estava sendo preparada para participar, era mentira, e ela estava portanto, do lado errado desse embate. A partir disso, diversos mistérios sobre sua origem são revelados bem aos poucos, assim como a sua personalidade e conflitos internos quanto a sua própria auto-confiança diante do poder adquirido e também das suas responsabilidades. A clássica jornada do herói, mas bem executada. Porém, o melhor personagem da série é a Felina, sua melhor amiga de infância e que sempre teve suas habilidades subestimadas por todos, sendo considerada inadequada por não conseguir ser como Adora. Nesse contexto, Felina passou a vida inteira querendo provar que podia ser tão boa ou melhor que sua amiga, por mais que também buscassem cuidar uma da outra. Essa dualidade se faz presente em toda a temporada e preciso admitir que rapidamente comprei os sentimentos da Felina, em uma clara associação as questões da sexualidade, gênero e padrões de beleza e comportamento. Inclusive em um dos episódios, a Felina vai a um baile vestida de terno, e não de vestido como as outras. Resumo a Felina como alguém é rejeitada por quase todos por ser diferente e só quer provar que sendo como ela é, também pode ser a melhor. Outro ponto que é preciso destacar, consiste na diversidade da série, que conta com personagens de diferentes cores de pele e de diferente tipos de corpos. Já quanto ao roteiro e andamento da própria história, os primeiros episódios apresentam bem a situação, mas infelizmente estabelece a relação entre o trio principal de guerreiros de forma muito rápida, ficando uma amizade meio vazia. E a decisão de Adora de abandonar Felina e tudo que ela conhecia, foi abrupta, mas que acaba justificando de certo modo a dificuldade da sua ex-melhor amiga em não entender o que ela fez, ainda mais de forma tão rápida. Os episódios seguintes, tentam apresentar outras princesas e suas habilidades, mas são bem rasos e parece que cada reino só tem uma pessoa e um castelo, mas são divertidos e não comprometem. A partir daí começa uma longa reta final, com os seis últimos episódios sendo continuados. Se a pessoa chegou até ai, duvido que pare de assistir, tudo se desenrola sem cometer o erro de revelar demais. Não existe exatamente um gancho para uma segunda temporada, mas ela termina de modo a se querer conhecer mais sobre esse universo e como serão desenvolvidas as relações entre os personagens. Eu gostei bastante e recomendo, mas de fato não se prenda muito a versão de 1985, pois pode limitar a experiência.
  16. Como destaques positivos, a qualidade da direção em relação a fotografia e trilha sonora é impecável e dá o tom excêntrico que ela vende. Os cenários são poucos, e apesar dos interiores das mansões serem deslumbrantes e convincentes, os da escola parecem pequenos demais, com poucos figurantes e em outros momentos até claustrofóbico, pois depois de um tempo as externas somem e ficam só naqueles mesmos cenários. O bairro pobre também é subutilizado, parece ter apenas uma casa, uma loja e um beco. A história que costura o crime com as relações que vão sendo apresentadas, é feita de forma bem preguiçosa, comprovando que apenas elas não sustentariam sozinhas. Toda a temporada caberia facilmente em um único episódio de uma série de investigação como Arquivo Morto por exemplo, e no final renderia apenas algo mediano. O roteiro é muito fraco, os diálogos são pobres e as situações forçadas demais. Os interesses amorosos se constroem de um modo automático no qual conheceu, disse oi e está amando, mesmo quando fica visível ali não existir qualquer sentimento ou química. O casal gay é um exemplo disso, não convence como paixão e muito menos quando tentam transformar em romance. É importante destacar como os personagens não possuem o menor carisma, o que para uma série jovem é um erro maior ainda, pois nelas é ainda mais importante que exista um envolvimento suficiente para que as tramas que se desenvolvam colaborem para que o público se importe com eles, mesmo que as situações não sejam lá muito bem elaboradas ou amarradas pelo roteiro. Caso de clássicos como "O.C um estranho no Paraíso", "Gossip Girl" e "Lances da Vida". Outro ponto é como esses personagens podem ser resumidos em poucas palavras, incorporando clichês que permanecem durante toda a temporada. Por exemplo: O protagonista virgem e rejeitado, a rica rebelde e destrutiva com muitas cenas de sexo, a muçulmana inteligente e conservadora, o gostosão que faz uma aposta para seduzir a nerd e acaba se apaixonando de verdade por ela, o gay que não quer mais ser um esportista por pressão do pai e precisa tomar coragem para dizer isso a ele, os pais ricos que sempre estão envolvidos em crimes e suas mulheres omissas, o bandido que não é tão mal assim e quer achar um rumo mas tudo dá errado sempre, o gay que não pode se assumir pois a família é religiosa, o casal de três que começa pela putaria e acaba rolando ciúme entre as partes e termina em um jogo de poder, a mãe bêbada que não acrescenta em nada, a melhor da turma fazendo de tudo para se manter como tal, e por ai vai... São todos vazios, e quando apresentados já sabemos tudo o que vão representar dentro daquele clichê e assim segue até o final. Mas no geral, não chega a ser realmente ruim, e consegui terminar sem tanto esforço, mesmo eu não me importando em nada com o crime e nem com os personagens. O gancho para a segunda temporada é bem fraquinho, e parece prometer muito pouco além do que já foi mostrado. Mas dá para passar o tempo, só não criem expectativas, esse foi o meu erro. E para os próximos episódios, o que espero realmente é que esqueçam um pouco do crime e desenvolvam as relações e os personagens, pois é disso que vai depender a continuidade da série. Além de doses de humor, pois ela já mostrou que não deveria se levar tão a sério.
  17. Thales de Menezes SÃO PAULO OS EXTERMINADORES DO ALÉM CONTRA A LOIRA DO BANHEIRO (1/5 estrelas) Classificação 16 anos Elenco Danilo Gentili, Léo Lins, Murilo Couto, Dani Calabresa Direção Fabrício Bittar País Brasil, 2018 "Os Exterminadores do Além Contra a Loira do Banheiro" não é engraçado. É agressivo, rasteiro, escatológico e politicamente incorreto. Poderia ser tudo isso e ainda assim vingar como comédia, mas simplesmente não tem graça. O segundo filme estrelado por Danilo Gentili com direção de Fabrício Bittar é mais ambicioso que o anterior, "Como Se Tornar o Pior Aluno da Escola". Sua inspiração é um cinema trash sangrento trintão, universo de filmes como "Evil Dead" (1981) e "Re-Animator" (1985), no qual é inserida uma paródia esquálida do blockbuster "Os Caça-Fantasmas" (1984). Não adianta discutir o quanto de originalidade possa existir nessa proposta, porque o projeto afunda num filme indigente. Como representante do cinema de terror, "Os Exterminadores do Além Contra a Loira do Banheiro" é a encarnação do mal. É mal escrito, mal dirigido e mal interpretado. O quarteto de caçadores de assombração é formado por Gentili e mais dois nomes de fama no stand-up, Murilo Couto e Léo Lins, além de Dani Calabresa, a única integrante que sabe atuar, embora não tenha chances de tirar o filme da mediocridade. O grupo, apenas uns picaretas que inventam histórias assombradas num canal do YouTube, é contratado pelo diretor de uma escola em que os alunos acreditam na presença da loira do banheiro. Para capturar essa lenda urbana brasileira, a equipe vai passar uma noite no colégio, acompanhada apenas do diretor, um segurança, alguns professores e um garoto nerd intrometido. A loira realmente existe e passa a perseguir todo mundo. Cabeças explodem e o sangue cobre as paredes do lugar, enquanto os personagens parecem disputar quem tem as falas mais idiotas e as reações mais estúpidas. A loira existe, mas o roteiro não. A sequência de ações não faz o menor sentido, como se todo o elenco estivesse improvisando o que dizer no momento seguinte. Lins e Couto têm bom histórico no stand-up, mas não são atores. Gentili supera a todos. Não tem o menor talento para atuar. Repete suas falas como um aluno de 12 anos numa peça da escola. Um aluno de 12 anos sem talento para o teatro. O humor da produção tem o nível intelectual dos piores momentos dos Trapalhões. Mas com um problema sério. Se a turma do Didi era bobinha e inofensiva, a do Gentili é extremamente desagradável. O filme faz piadas (ruins) com necrofilia, mal de Parkinson, racismo, pedofilia, idosos e estupro. A escatologia não tem freio. Entre tantas, duas cenas estão abaixo de qualquer crítica. Um personagem luta contra um feto possuído por um espírito maligno, numa sequência que lida com masturbação e vômitos, enquanto outro precisa enfrentar um cocô que ganha vida própria e salta do vaso sanitário para atacá-lo. A discussão sobre limites do humor é extensa e merece atenção. Mas não vale associar esse debate a um produto tão fraco. "Os Exterminadores do Além Contra a Loira do Banheiro" tem um caráter nocivo. Porque muita gente pode ver essa coisa e achar que é assim que se faz cinema. Só resta torcer para que nenhum jovem da plateia decida fazer filmes inspirado nesse tremendo equívoco. https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2018/11/filme-com-danilo-gentili-e-agressivo-rasteiro-escatologico-e-politicamente-incorreto.shtml
  18. Sabemos que nossa Grande Buttera é uma workaholic e, assim que lança um álbum, ela já começa a gravar outro. Sweetener foi um sucesso de crítica, No tears left to cry iniciou bem o álbum, The light is coming é a parceria dela com a Nicki mais fraca, porém muito adulta e bem montada, God is a Woman reafirma o papel dela na indústria com um hino, literalmente, para todas as mulheres. Porém, logo na vez de Breathing, que pra mim, é outro grande acerto do álbum, é a resposta ao atentado de Manchester e poderia ter grande buzz por causa disso, além de ser ótima e tratar de saúde mental que é um tema excelente. Porém, ela lançou thank u, next Lendo o que tem sido dito na mídia sobre a música, a Ariana ficou com medo do que o Pete iria dizer no SNL e ela lançou poucas horas antes do SNL ir ao ar. Thank u, next é ótima, não há discussões sobre, mas não seria melhor deixar todo esse buzz para o próximo álbum? Acredito que sweetener ainda merecia uma chance. Everytime, Boderline, goodnight n go e até mesmo Pete poderiam ser lançadas até meados de junho, onde thank u, next poderia ser oficializada como o lead single do próximo álbum. Imaginando um remix de Pete com thank u, next.... Ia ser foda demais E o que vocês acham?
  19. Reputation: Lançamento no Dia 17 de Novembro de 2017 1°: Look What You Made Me Do (Agosto de 2017) O single seria um grande buzz para o comeback, assim como foi em seu lançamento original! Seria #01 na Billboard e causaria o mesmo impacto que tivemos. 2°: Don't Blame Me (Outubro de 2017) A música que possui uma letra forte poderia vir com um clipe bem impactante e dramático. A música poderia gerar uma boa repercussão e se tornar #01 na Billboard. 3°: ...Ready for It? (Janeiro de 2018) O grande single para o inicio do ano seria essa música. O clipe seria diferente do original, porém teria a mesma qualidade em questão de produção e efeitos especiais. A música iria gerar um buzz para iniciar o novo ano e entraria no Top 3 da Billboard. 4°: End Game (Março de 2018) O feat com Ed Sheeran e Future seria um dos singles mais simples. Com o mesmo clipe do original, teria uma divulgação menor que os anteriores, seria Top 10 na Billboard. 5°: Dancing with Our Hands Tied (Junho de 2018) Seria um clipe mais simples porém com um certo impacto. A música entraria no Top 10 da Billboard... 6°: Delicate (Setembro de 2018) Talvez o mais delicado e pessoal da Taylor, teria o mesmo clipe porém teria bastante divulgação entrando para o Top 5. 7°: King of My Heart (Novembro de 2018) Seria o último single da Era, ia possuir a mesma divulgação e o nível do clipe seria semelhante ao de "End Game". Com isso a música ficaria no Top 10 da Billboard.
  20. Me: Primeiramente falta diversidade, atualmente no Hot 100 só temos Rap e no máximo um Pop (Amo rap, mas precisamos de mais diversidades). Acho que hoje faz falta uma banda de rock farofa igual dos anos 80, uma girlband ou uma boyband pra fazer os adolescentes ficarem apaixonados! Uma diva pop que causa grande impacto (Mistura de Madonna, Lady Gaga e Cher). Diva Pop Teen já temos então não seria necessário outra, uma cantora de R&B tipo Whitney, um cantor de Pop que causaria grande impacto (Bruno Mars ou um novato), uma cantora Country e um (a) de música Alternativa. Não quer falte diversidade, mas acho que a mídia poderia dar espaço para esses tipos de cantores, talvez iriam fazer muitos hits nas paradas. O que acham?
  21. Demi Lovato - Tell Me You Love Me (2017) Miley Cyrus - Younger Now (2017) Ariana Grande - Sweetener (2018)
  22. Tipo Crazy foi um fracasso colossal e até agora só atingiu 19 milhões de views Solta a Batida tinha tudo para hitar, mas até agora está morna com apenas 32 milhões de views. Se fosse da Anitta tinha tudo para ultrapassar os 300KK Agora veio Jogando Sujo que levou 3 dias para atingir 1KK A carreira dela está muito flopada Daqui a pouco está igual a Cláudia Leite (só com um "t"), carioca de São Gonçalo, que não consegue mais fazer shows. O dó!
  23. 23 de Julho de 2018 às 08:33 Por: Reprodução Por: Redação BNews01comentários Lançado no dia 9 de julho e ultrapassando a marca de 43 milhões de visualizações, o clipe de Nego do Borel, da música 'Me Solta', ainda gera polêmica. Na produção, o funkeiro beija outro homem, o que tem provocado comentários positivos e negativos nas redes sociais. Mas, as críticas ultrapassaram a web e até já virou música. Segundo o colunista Léo Dias, do jornal O Dia, uma polêmica circula nos grupos de famosos no WhatsApp. Isso porque Xande de Pilares fez uma música com indireta e críticas pesadas ao funkeiro. "Ela é da Boréia e não do Borel. Tá não dá ideia procurando créu. Sai de cima do muro ou sai do armário. Quanto duvidaram aba de chapéu. Pra ganhar dinheiro, visualização. Tá disposto a tudo, que disposição. Esculachando o funk e o movimento gay. Artista apelativo e fora da lei. Pra fazer sucesso paga qualquer preço, sua origem assumidamente é essa. No meio da fama se virou do avesso. Ou deve ser dupla face, amigo desestressa. Ela é da Boréia e não do Borel." https://www.bocaonews.com.br/noticias/entretenimento/famosos/211670,cantor-faz-musica-com-indireta-para-nego-do-borel-apos-beijo-gay-em-clipe.html
  24. Mesmo antes de toda a polêmica envolvendo a representatividade racial no elenco de Segundo Sol, atual novela das nove da Globo, uma queda de braço se instaurou nos bastidores sobre a presença ou não de Giovanna Antonelli como a protagonista Luzia. Diretores da emissora argumentavam que a atriz não tinha as feições adequadas ao papel de baiana, mas o autor João Emanuel Carneiro bateu o pé e bancou sua presença. Com duas semanas de trama no ar, Giovanna dá mostras de que a resistência de Carneiro não foi em vão: Luzia tem tudo para entrar no rol de grandes personagens de sua carreira. Dar vida a mocinhas é sempre uma tarefa ingrata às atrizes. Em geral, são personagens chapadas, choronas e sem o charme da vilania. Giovanna, entretanto, demonstrou ter o carisma necessário para protagonizar histórias dramáticas, vide o sucesso de O Clone (2001), em que interpretou Jade. Para além de suas qualidades artísticas, pesam outros fatores nesse estouro rápido da protagonista. O primeiro, sem dúvidas, é o texto bem escrito e desenvolvido de João Emanuel Carneiro, que obviamente ajudou Giovanna na construção da personagem _que quase foi parar nas mãos de Camila Pitanga. A atual mocinha vive o mesmo grau de sofrência que Jade: apaixonou-se por Beto Falcão (Emilio Dantas), engravidou, foi enganada pelas vilãs da história, teve seu bebê roubado por Karola (Deborah Secco), foi presa injustamente por um crime que não cometeu e perdeu a guarda dos filhos. Fugitiva, passa por uma reviravolta na segunda fase da novela ao voltar para o Brasil a fim de reconquistar sua família. O segundo fator é que, em novela, existe sempre um contraponto entre mocinha e vilã. A antagonista direta de Luzia, Karola, ainda não tem um tom de interpretação bem definido por Deborah Secco, único desvio em um elenco central bem uniforme. Deborah patina para dar personalidade à vilã ao repetir caras e bocas de outras personagens que interpretou _basta comparar sua atuação como Darlene, na reprise de Celebridade (2003) no Vale a Pena Ver de Novo. Com isso, é natural que Luzia ganhe ainda mais destaque e conquiste a torcida do público. É preciso ressaltar, porém, que a temática da mocinha vingativa, que é como a trama de Luzia tende a se desenrolar na próxima fase, já está virando carne de vaca nas novelas da Globo. Apenas como exemplos recentes, é possível citar Avenida Brasil (2012) e a recém-terminada O Outro Lado do Paraíso, que tinham como principal chamariz de seus enredos a vingança da protagonista. Ainda assim, Luzia tem um propósito maior, que é a reintegração de seus laços familiares, destruídos após as armações de Laureta (Adriana Esteves) e Karola. Obra aberta que é, Segundo Sol tem muito chão pela frente e, com isso, a possibilidade de consertar os erros de escalação que culminaram na polêmica da ausência de negros em seu elenco central. É inegável, porém, que o talento de Antonelli para protagonista vai muito além da questão da cor de sua pele. Com Luzia, Giovanna consegue, também, limpar sua imagem depois da mocinha insossa a que deu vida em Sol Nascente (2016). Nesse sentido, o folhetim atual representa uma nova chance à atriz; um segundo sol, de fato. É a prova de que Jade está mais viva do que nunca. http://noticiasdatv.uol.com.br/noticia/novelas/jade-vive-giovanna-antonelli-apaga-mocinha-insossa-domina-segundo-sol-20628


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