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Jim Gordon

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  1. Quando, em 2010, a Record decidiu utilizar a Bíblia como fonte de inspiração para minisséries, poucos imaginavam que aquele filão se transformaria em uma das marcas registradas da emissora. Produções bem-sucedidas como A História de Ester, Rei Davi e José do Egito têm, além dos bons índices de audiência, uma outra característica em comum: todas foram assinadas por Vivian de Oliveira. O sucesso da autora alcançou o ápice em 2015, ano no qual a novela Os Dez Mandamentos acumulou vitórias sobre a Globo e chegou a ser a atração mais assistida da TV brasileira. Em 2017, Vivian foi escalada para escrever aquela que seria a mais ousada produção dramatúrgica da história da Record: Apocalipse. O folhetim, no entanto, amargou baixos índices de audiência, foi criticado pelo público, e acabou sendo, até o momento, o último trabalho da autora, que optou por deixar a emissora ao término da novela. Em um bate-papo exclusivo com esta coluna do RD1, Vivian relembrou o êxito de sua trajetória, falou sobre os problemas de Apocalipse e revelou seus projetos para 2020. Confira: RD1 – Você é autora de Os Dez Mandamentos, o maior sucesso off-Globo dos últimos anos. Olhando em retrospectiva, por que você acha que a novela conseguiu alcançar o status de fenômeno? Vivian de Oliveira – Acredito que Os Dez Mandamentos preencheu todos os requisitos de um folhetim clássico, apresentando uma história forte, marcante, com grandes reviravoltas, mistério, paixões proibidas, luta pelo poder, inveja, ambição, intrigas palacianas, entre tantos outros elementos que descortinavam a inconsistência da condição humana. A novela falava de pessoas comuns, sendo oprimidas por um sistema autoritário e, que mesmo assim, mantinham seus valores e sua fé. Falava também dos que se corrompiam por não suportar a pressão e dos que se acomodavam para sobreviver. Falava do amor de uma mãe, que arriscou tudo para salvar a vida do filho. Falava do amor entre irmãos, da resiliência diante do sofrimento, do clamor de um povo pela liberdade, enfim, tinha ingredientes de sobra que encontravam eco na vida de todos nós. Era muito fácil para o público se identificar com a realidade dessas personagens, porque reconheciam esses conflitos em suas próprias vidas. Outro fator importante é que não existia maniqueísmo em Os Dez Mandamentos. Ramsés, por exemplo, mesmo sendo tão cruel, orgulhoso e arrogante, revelou facetas que conquistaram a empatia do espectador. Da mesma forma, Moisés, nosso herói, foi mostrado com dúvidas e fragilidades. RD1 – Na Record, você só emplacou trabalhos bíblicos. Ficou o desejo de assinar uma trama contemporânea, que talvez não fosse baseada nas Escrituras? Qual é o balanço que você faz de sua passagem pela emissora? Vivian de Oliveira – Foi uma honra ter ajudado a Record a criar esse novo nicho de mercado. Quando a direção me convidou para assinar a primeira minissérie bíblica da emissora, que foi A História de Ester, eu não tinha ideia de como faria. Havia o receio de que se tornasse algo religioso ou didático, mas, graças a Deus, isso não aconteceu. Meu compromisso sempre foi contar uma trama que encantasse, que fizesse o público se apaixonar. Felizmente, a Bíblia é tão rica e bela, que tem material suficiente para escrever as histórias mais fascinantes que já vi. Além disso, a Record sempre me deixou à vontade para criar tramas e personagens, desde que não deturpasse o texto original. E foi isso que eu fiz. Fui muito privilegiada por sempre ter contado com excelentes profissionais na minha equipe e ter trabalhado com grandes diretores, com quem aprendi bastante. Só tenho a agradecer à Record pela oportunidade e confiança. O desejo de assinar uma trama contemporânea, que não fosse bíblica – lembrando que Apocalipse foi contemporânea -, não chegou a pintar. Não era o momento. Estava muito feliz adaptando essas tramas maravilhosas. RD1 – Por falar em Apocalipse, à época, a imprensa noticiou que seu trabalho sofreu fortes interferências. Até que ponto isso é real? Você poderia esclarecer ao público se havia, de fato, “tumulto” nos bastidores da trama? Vivian de Oliveira – Apocalipse marcou um novo momento na teledramaturgia da emissora. Foi um grande desafio para todos os envolvidos. O prazo era curto, o tema era extremamente delicado e complexo, e tivemos que enfrentar muitos contratempos no meio do caminho. Mas isso é normal em qualquer produção. A única diferença é que a proporção desses contratempos, nesse caso, foi equivalente ao tamanho da novela, que era uma superprodução. RD1 – Por que, em sua opinião, Apocalipse não conseguiu repetir o sucesso de Os Dez Mandamentos? Vivian de Oliveira – Apocalipse toca em pontos muito polêmicos, que nem sempre são fáceis de digerir. Os Dez Mandamentos já estava, de certa forma, no imaginário popular, e é a base do Judaísmo, do Cristianismo e do Islamismo. RD1 – Ainda sobre Apocalipse, a novela foi acusada de ser hostil ao catolicismo. Há quem diga que isto a incomodou. Interferências na novela foram causadoras de sua saída da emissora? Vivian de Oliveira – A principal razão que me levou a pedir o distrato com a Record foi porque eu estava precisando de um ano sabático. Estava muito cansada e sem energia, já não conseguia trabalhar com a mesma disposição de antes, depois de anos sem uma folga longa. Realizei muitos trabalhos em sequência e precisava de um tempo para descansar, renovar as forças, cuidar um pouco de mim, curtir a família. Enfim, chegou esse momento na minha vida e a Record entendeu perfeitamente. Eles foram muito compreensivos e concordaram com a minha saída. Tudo foi feito de forma amigável. RD1 – Quais são seus planos para 2020? O que o público pode esperar para os próximos meses? Vivian de Oliveira – Estou criando um livro infantil com meu filho Benjamin. Eu escrevo e ele faz as ilustrações. Também estou envolvida em um projeto de série para o Brasil, que pretendo apresentar à TV fechada, e desenvolvendo dois filmes para o mercado internacional. Depois de um longo período de descanso, chegou a hora de voltar à ativa. São projetos contemporâneos, aliás. Mas já estou pensando em um projeto futuro que me levará de volta às raízes bíblicas. https://rd1.com.br/exclusivo-autora-relembra-sucesso-de-os-dez-mandamentos-e-desafios-de-apocalipse/
  2. Anunciada em março de 2015 como uma das maiores contratações da história da Record, Xuxa Meneghel está prestes a completar 5 anos na emissora paulista. No entanto, este período não reflete com exatidão o tempo que a apresentadora esteve efetivamente no ar, aparecendo semanalmente no vídeo. Desde que desembarcou na Record, Xuxa comandou 7 diferentes atrações, mas, além de nunca apresentar bons resultados nos quesitos “audiência” e “repercussão”, ainda amargou um longo período longe do olhar de seus telespectadores. Um levantamento feito pelo RD1 mostra que, dos 59 meses em que esteve contratada pela Record até a presente data, a loira permaneceu no ar em apenas 32 deles. Isso significa que a apresentadora passou impressionantes 46% de seu tempo de contrato na “geladeira”, seja participando da pré-produção dos programas ou simplesmente esperando pelo tempo hábil de exibição entre uma temporada e outra. Tal cálculo pode simbolizar a seguinte metáfora: a cada 12 meses de contrato, a Rainha dos Baixinhos passa quase 5 meses sem precisar “bater ponto” em seu local de trabalho. Embora, obviamente, Record e Xuxa não divulguem oficialmente o valor exato do salário da apresentadora, inúmeros veículos da imprensa cravam cifras que figuram entre R$ 500 mil e R$ 1 milhão. Partindo do pressuposto de que a mais conservadora destas hipóteses esteja correta, o tempo ao longo do qual a apresentadora ficou em casa pode ter custado, até a presente data, nada menos do que R$ 13,5 milhões aos cofres da Record. Confira a lista de programas comandados por Xuxa desde 2015: Xuxa Meneghel – Agosto/2015 a Dezembro/2016 (15 meses) Dancing Brasil – Abril/2017 a Junho/2017 (3 meses) Dancing Brasil 2 – Julho/2017 a Setembro/2017 (3 meses) Dancing Brasil 3 – Janeiro/2018 a Abril/2018 (3 meses) Dancing Brasil 4 – Setembro/2018 a Dezembro/2018 (3 meses) The Four Brasil – Fevereiro/2019 e Março/2019 (2 meses) Dancing Brasil 5 – Julho/2019 a Setembro/2019 (3 meses) Em março deste ano, a segunda edição do The Four Brasil irá ao ar, e a expectativa da Record é que, desta vez, a veterana consiga superar ao menos o SBT, com quem deve duelar nas noites de domingo. Uma coisa, porém, é certa: após a curta temporada do reality, mais alguns meses fora do ar aguardam por Xuxa ainda este ano. https://rd1.com.br/em-5-anos-de-record-xuxa-passou-quase-50-do-periodo-fora-do-ar/
  3. As grandes conquistas obtidas pelo Flamengo em campo no ano passado impactaram não apenas a autoestima do seu torcedor, mas o relacionamento do clube com uma empresa que sempre foi considerada fundamental para a “saúde financeira” do futebol brasileiro: a Globo. Pela primeira vez na história, o rubro-negro carioca se negou a aceitar o valor oferecido pela emissora, que ficou proibida de transmitir as partidas do Flamengo válidas pelo Campeonato Carioca. O impasse pode impedir, inclusive, que a Globo exiba a grande final da competição caso o Flamengo chegue até lá. Em entrevista ao Globoesporte.com, Fernando Manuel, diretor de direitos esportivos da Globo, admitiu o desconforto com a situação e praticamente descartou a hipótese de acordo. “O Flamengo possui o direito de precificar, propor e pleitear o que ele considera adequado. Há um distanciamento entre Globo e Flamengo sobre o valor”, afirmou o executivo. Em outro momento da entrevista, Fernando ainda criticou a possível supremacia do clube carioca, favorito ao título da competição. “Não há qualquer interesse de quem compra os direitos de ter um produto descalibrado, desequilibrado, uma competição que não seja competitiva. Muito menos pagar mais a quem quer que seja”, disparou. Mas por que a relação entre o atual campeão da Libertadores e a principal emissora do país se deteriorou rapidamente? O RD1 elencou os 5 principais pontos de discórdia entre as partes: 1) Campeão de audiência, o Flamengo deseja ganhar mais do que seus principais rivais Em 2019, nos dez jogos de maior audiência no Rio de Janeiro, o Flamengo estava presente em todos eles. Além disso, partidas como Flamengo 5 x 0 Grêmio e River Plate 1 x 2 Flamengo figuraram entre as maiores audiências da Globo em todo o país, alcançando índices semelhantes aos dos jogos do Brasil na Copa do Mundo em alguns estados. Devido a esta performance, o Flamengo não considera justo receber uma cota idêntica à que é paga a Vasco, Fluminense e Botafogo pelos direitos de exibição do Campeonato Carioca. 2) Globo aposta em pressão dos patrocinadores do clube Neste confronto, o principal trunfo da Globo é ela mesma. Executivos da emissora acreditam que os patrocinadores do Flamengo pressionarão o clube a chegar a um acordo, visto que os valores milionários que desembolsam anualmente referem-se, em grande parte, à exposição de suas marcas na TV, algo que, ao menos até agora, ainda não aconteceu em 2020. Embora possa fazer “jogo duro” com a Globo, o rubro-negro não pode dar-se ao luxo de desagradar aqueles que pagam grande parte de suas contas. 3) Com contas em dia e receitas em alta, o Flamengo não tem pressa Enquanto a imensa maioria dos clubes brasileiros está endividada e depende das cotas pagas pela Globo para sobreviver, o Flamengo vive um momento de bonança e possui outras fontes de receita, como bilheteria, programas de Sócio-Torcedor e patrocinadores próprios. Por isso, não aparenta ter pressa para resolver o atual dilema. 4) Emissora carioca teme que postura do Fla se expanda para outros torneios Não transmitir todas as partidas do Campeonato Carioca é algo que, certamente, impactará o planejamento traçado pelo canal de TV, embora não seja considerado um “golpe fatal”. No entanto, o principal temor da Globo é que a queda-de-braço com o Flamengo se estenda a outras competições de grande porte, como o Brasileirão e a Libertadores. Por ora, a emissora está segura, e já garantiu os direitos de transmissão de todas as partidas (inclusive as do Flamengo) em 2020. 5) Quem ceder primeiro, paga a conta De um lado, a principal emissora do país; do outro, o clube mais popular do Brasil. Ambos necessitam da outra parte, mas nenhum deles parece disposto a ser o primeiro a ceder. Enquanto a Globo eventualmente perde assinaturas de pay-per-view e índices de audiência que impactam seu faturamento, o Flamengo torna-se “invisível” para a maior parte de sua torcida, que fica sem ter como assistir aos jogos e começa a impacientar-se. Este duelo entre gigantes ainda pode causar muitos efeitos colaterais antes de ser efetivamente resolvido. https://rd1.com.br/globo-x-flamengo-guerra-ganha-novo-capitulo/?fbclid=IwAR0ArOt0V8gvRMya-8e0j5AyqnuJY_waOf-ica_uK-_L9f8YKUtDODKJ_cU
  4. "HED" deverá ser ao menos vice, mas a Xuxa irá apanhar MUITO. Era melhor tê-la colocado para combater "Temperatura Máxima". Ela vai estragar ainda mais a entrega para o "DE".
  5. Ele é ótimo. Merece. Merecia, inclusive, comandar um "Tudo a Ver" igual aos dos tempos áureos do Paulo Henrique Amorim.
  6. FAKE. R$ 5 milhões é o salário do Faustão. Essa colunista simplesmente "chutou" um valor.
  7. Tempos em que deixar a TV ligada na Record a manhã inteira era NORMAL em casas e comércios.
  8. Péssima. A pior da história da Record.
  9. Ele foi grosseiro e louco, mas não porque a moça era negra. Se fosse azul ou roxa, teria feito a mesma coisa. Naquele momento, ele cismou que quem tinha que ganhar era aquela de quem ele tinha gostado mais.
  10. Como são as coisas... A saída do Datena parecia o fim do formato do Cidade Alerta, mas o AUGE ainda estava por vir, anos depois, com o ícone Marcelo Rezende.
  11. Entre 2009 e 2012, a média do Programa do Gugu foi suficiente pra vencer a Eliana? Acho que sim, né?
  12. Excelente tópico. Só faltou os resultados do "Programa do Gugu" entre 2009 e 2012. Acho que é correto afirmar que ele pisou no SBT entre 2009 e 2012, e também em 2015 e 2016. Perdeu apenas em 2013 e 2017, além, é claro, das fatídicas fases dos realities.
  13. Silvio SABE O QUE FAZ. Foi ele quem conheceu Gugu por 45 anos. Ele sabe o que o Gugu teria preferido. Gugu era discreto. Silvio está respeitando a vontade dele.
  14. ÍCONE! Este programa foi vice-líder durante as duas primeiras temporadas. Só "micou" em 2017, quando não tinha mais investimentos. LEMBRANDO: Na época desta estreia, Gugu recebia com 5 pontos de "Vitória".


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