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Marcelo Sem Dente

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  1. Apresentador do programa "Tá na Área" desde 2018 no Sportv, o jornalista Fred Ring não faz mais parte do Grupo Globo. Ele pediu demissão do Esporte da emissora no fim da semana passada após quatro anos de trabalho. Nas próximas semanas, a empresa deve anunciar mudanças no quadro de apresentadores de seus programas diários. Segundo apurou o UOL Esporte, Fred Ring pediu demissão após desgastes internos com alguns diretores esportivos do Sportv. No início desta semana, o jornalista estará no Rio de Janeiro e na sede do Esporte da Globo pela última vez para assinar papéis e oficializar sua saída do canal. A saída do apresentador acontece semanas após o apresentador se envolver em polêmicas com o Corinthians. Em seu Instagram no dia 20 de julho, Ring postou uma foto dizendo que o Corinthians tinha um "apito amigo" ao seu favor no Campeonato Paulista. A publicação foi apagada horas depois. Posteriormente, Ring afirmou que um hacker havia invadido sua conta na rede social. Torcedores do Corinthians reclamaram do assunto, que reverberou internamente da Globo, por se tratar de um dos maiores parceiros comerciais da emissora na área de direitos de transmissão - o Timão tem contrato para exibição de jogos em TV aberta, paga e pay-per-view e é campeão de Ibope com seus jogos entre os clubes paulistas. A reportagem apurou que o clube paulista reclamou formalmente e ameaçou não atender pedidos de entrevista do Sportv por conta do episódio. A emissora chamou a atenção de Ring pela situação, que não gostou da reação. O fato também causou reclamações de alguns colegas internamente, o que causou mais desgaste. Ao notar a situação desfavorável, o jornalista decidiu pedir para sair. Fred Ring está no Sportv desde 2016, quando foi contratado para ser narrador nos Jogos Olímpicos do Rio. Seu trabalho agradou e ele virou repórter do canal. Em 2018, com a ida de Thiago Oliveira para o "Hora 1", da Globo, ele acabou efetivado para o "Tá na Área". Nas últimas semanas, o jornalista apresentava o "Troca de Passes" no lugar de Rodrigo Rodrigues (1975-2020), que faleceu recentemente devido a covid-19. Procurada oficialmente desde quinta (6) para falar sobre o assunto, o Sportv não se pronunciou. Também procurado, Fred Ring também não quis falar sobre sua saída do canal esportivo da Globo. https://www.uol.com.br/esporte/ultimas-noticias/2020/08/08/apresentador-do-sportv-fred-ring-deixa-globo-apos-polemicas-e-desgaste.htm
  2. O senador Flávio Bolsonaro tentou explicar ao Ministério Público do Rio a origem do dinheiro em espécie que foi utilizado por ele e sua família para pagar diferentes despesas pessoais ao longo dos anos. Além disso, afirmou aos promotores que forneceu dinheiro para pagamentos de despesas feitos por assessores. Nesses casos, admitiu também que usava dinheiro vivo e que “pegava” em sua “lojinha”. Os promotores questionaram o pagamento de R$ 30 mil em dinheiro feito ao empresário David Macedo Neto durante a compra de um apartamento em um condomínio na Avenida Lucio Costa, na Barra da Tijuca, por R$ 2,55 milhões, em 2014. Flávio explicou que o pagamento foi feito para quitar a aquisição de alguns móveis dentro do apartamento. Questionado por qual razão não fizera uma transferência eletrônica para o pagamento, o senador respondeu: — Eu tinha uma coisinha guardada em casa, preferi fazer desse jeito. O promotor Luis Fernando Ferreira Gomes perguntou então: — Uma coisinha, 30 mil? O senador respondeu que “é só isso que ele declarou aí”. Questionado se tinha mais dinheiro vivo em casa, Flávio afirmou que “provavelmente não” e “não guardava tanto dinheiro em casa”. Pouco antes, no depoimento, o promotor Eduardo Carvalho tinha lhe perguntado se guardava dinheiro em casa, e ele respondeu: — Guardo para despesas pequenas pessoais só, doutor Eduardo. Vou chutar aqui, devo ter R$ 8 mil em casa, de vez em quando. Não vou juntando dinheiro em casa, não. Os promotores também perguntaram se o senador recebeu dinheiro de seus assessores e se pediu que eles efetuassem pagamentos em seu nome. Ele negou que tivesse recebido recursos de assessores e disse que lhes forneceu dinheiro para fazerem pagamentos. — Então, muitas das vezes eu mesmo fazia o pagamento. Às vezes, com o cartão, às vezes em espécie, às vezes pedia para algum secretário meu pagar, ou podia ser o Queiroz, esporadicamente, pode ser que tenha acontecido isso — disse. —Quando eu mandava alguém pagar, era em espécie. Sobre a origem do dinheiro, o senador disse que sacava ou fazia retiradas de sua loja. —Sacava da minha conta ou pegava também dinheiro em espécie lá na minha lojinha que eu tenho. Recebi dinheiro em espécie por ocasião da venda de um imóvel, isso tá declarado na escritura, em Laranjeiras. A origem era essa, do dinheiro que eu pagava em espécie — contou. Flávio disse desconhecer a contratação de assessores extraoficiais, versão de Queiroz. — Que eu saiba, não. Jamais permitiria —disse. Os promotores perguntaram então se Queiroz teria mentido. — Pode ser verdade (a versão de Queiroz), mas se eu soubesse, não permitiria — afirmou Flávio. https://oglobo.globo.com/brasil/flavio-bolsonaro-diz-que-pagamento-de-30-mil-em-especie-foi-coisinha-guardada-em-casa-24576476?utm_source=Twitter&utm_medium=Social&utm_campaign=compartilhar
  3. O ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, criticou hoje a atuação da pasta na condução da pandemia e afirmou que, sem reconhecer a gravidade da pandemia, o país não interromperá a "marcha fúnebre" com o elevado número de mortes diárias por covid-19. Neste sábado (8), dia em que o Brasil atingiu a marca de 100 mil vítimas do coronavírus, Mandetta participou de debate na GloboNews com seu sucessor no cargo, o ex-ministro Nelson Teich, e o infectologista David Uip, que coordenou o centro de contingência em São Paulo. Mandetta apontou que faltou unidade e comunicação clara na condução da pandemia: "Não só nesse país imaginário, mas se no nosso país [essa conjunção] fosse tomada agora, se salvasse uma vida já valeria a pena. Mas poderia salvar milhares". "Todo mundo tem que ter consciência da sua parte. Os negacionistas continuam tendo espaço em TV, a internet é um campo fértil", afirmou o ex-ministro. Mandetta criticou a atuação do governo federal e do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que agiu "como se entregasse o jogo no primeiro tempo". "Tinha uma pedra no meio do caminho que era o chefe da nação, minando o esforço suprapartidário, supraideológico e político que envolvia todas as unidades da federação", afirmou. As falhas no combate ao coronavírus, para Mandetta, culminaram com a troca sucessiva da equipe do Ministério da Saúde. "Trocar ministro é palatável. Mas mudar as equipes, os secretários, todo o segundo o terceiro escalão, que é quem tinha memória dessa luta. O presidente teve papel preponderante nesse número que a gente está vendo", afirmou. https://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2020/08/08/sem-reconhecer-gravidade-da-pandemia-pais-nao-interrompera-marcha-funebre.htm?utm_source=twitter&utm_medium=social-media&utm_content=geral&utm_campaign=noticias
  4. 34 (Pico de 46) 3 2 https://www.uol.com.br/esporte/ultimas-noticias/2020/08/08/final-do-paulista-marca-46-pontos-com-penaltis-e-vira-ibope-da-globo-no-ano.htm
  5. Ainda é grande a repercussão do terceiro episódio do novo Repórter Record Investigação exibido nessa quinta-feira (06). A matéria especial, que também marcou a estreia de Adriana Araújo como repórter do programa que já apresenta, mostrou as inúmeras irregularidades do trabalho nas lavouras do sisal. Além de se emocionar com a miséria que vive adultos e até crianças que trabalham no campo, o público se revoltou com um flagrante feito pela equipe da Record TV. Durante a reportagem, Adriana conversou por vídeo chamada com Wilson Andrade, presidente da Sindifibras, entidade que representa todas as indústrias de sisal da Bahia. Contudo, após responder todos os questionamentos da apresentadora, o representante esqueceu de desligar a chamada e admitiu a situação de irregularidades dos trabalhadores. Antes do flagrante, ao ser questionado pela jornalista se a situação do trabalho era grave, Wilson chegou a negar: “Não acho que seja grave, acho que sempre é preciso melhorar e tem que se trabalhar cada vez mais por isso. A parte do produtor rural, ele trabalha num esquema, alguns tem registros e tem empregados permanentes e você tem também a parte do pessoal que trabalha dividindo a produção“, disse o representante. Ele também disse desconhecer quanto ganha um cevador, mas a reportagem mostrou que, depois de uma semana longa e desgastante, os lavradores esperam, sentados no chão, para receber cerca de R$ 70 por semana. Por mês, menos de R$ 300. E é com esse dinheiro que eles sofrem a angústia de ter que sustentar a família. Admitiu as irregularidades Após o fim da entrevista, Wilson Andrade não encerrou a ligação e a Record TV gravou tudo o que ele disse. O presidente do sindicato admitiu a gravidade do caso e disse que o programa tinha razão. Quando se deu conta que ainda estava no ar, encerrou a ligação demonstrando vergonha. “O esquema é completamente irregular. É completamente irregular. Não tem registro, o cara trabalha como autônomo. Chega na sua fazenda, tira o sisal. Metade é seu, metade é meu. Tá errado. Ela [Adriana Araújo] tem razão. Agora você tem que defender naquilo que pode, tá certo?“, diz Andrade no vídeo. Emocionante Durante 12 dias, a apresentadora Adriana Araújo, Laura Ferla e Gilson Fredy acompanham de perto a triste realidade dos brasileiros que trabalham em condições desumanas. Famílias que levam os filhos ainda crianças para as lavouras de sisal, a planta que serve de matéria-prima para produção de cordas, bolsas, chapéus e tapetes. Produtos que são vendidos em lojas famosas, por até mais de R$ 5 mil reais. Ao mostrar a situação de uma família que vive como nômade, de cidade em cidade, em busca de algum função para ganhar dinheiro e sobreviver, Adriana Araújo se comoveu com a situação e chorou. Ela foi convidada por eles para comer um almoço, preparado com o pouco de comida que tinham no barraco. Adriana não se conteve com o gesto e desabafou: “Eu estou comovida, porque vocês tem tão pouco, e a comida está uma delícia. Eu só me emocionei porque eu fiquei sensibilizada com vocês, criando um filho aqui e tem uma condição tão difícil, mas sua organização seu carinho de fazer esse almoço é incrível”. Os repórteres também se deparam com trabalhadores sem registro em carteira, alguns vítimas de graves acidentes de trabalho, outros mutilados. Um dos trabalhadores se chama Miga, ele começou a trabalhar nos campos de sisal com apenas sete anos. “Trabalho mais de 12 horas por dia. Eu acho que é escravidão, eu me sinto escravizado“, desabafou. Jailton e Diodato tiveram as mãos decepadas nas lavouras de sisal. “Eu tinha 15 anos quando a máquina cortou meu braço“, contou Diodato. A reortagem ainda revelou que, aos 43 anos, Jailton ainda trabalha mesmo após ter perdido a mão esquerda ao manusear o motor. Ministério Público do Trabalho entra no caso O Repórter Record Investigação acabou conquistando sua melhor audiência na TV e, com toda a repercussão em cima do caso, o Ministério Público do Trabalho no Estado da Bahia (MPT-BA) resolveu se manifestar. Ao site Bahia.BA, o MPT confirmou nesta sexta-feira (07) que instaurou um processo interno com um conjunto de ações para modificar a realidade dessa cadeia produtiva. Vale lembrar que, a atividade é explorada desde a época da colonização do Brasil. Um dado bastante curiosos revela que: 85% da produção nacional é destinada à exportação, que gira um lucro em torno de US$ 100 milhões por ano. Uma riqueza que contrasta com a realidade de miséria e abandono dos cevadores. O Repórter Record Investigação sobre ‘A Miséria do Sisal’ na íntegra, está disponível no PlayPlus. https://portalaltadefinicao.com/ministerio-publico-do-trabalho-vai-abrir-inquerito-apos-reportagem-da-record-tv-sobre-o-sisal/


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