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Blzx100

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  1. Democracia existe é no Brasil kkkk,o povo vivendo no esgoto,sendo massacrado pela policia,traficantes,políticos e milicianos,vamos falar em democracia para os que estão nas mãos dos milicos e traficantes nas favelas,que são obrigados a pagar 120 ,150 em um botijão de gás .
  2. Precisamos entender o significado de autodeterminação dos povos.
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  4. Vaza Jato : Veja Quem são os agentes do FBI que atuaram na Lava Jato. https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-publica/2020/07/02/quem-sao-os-agentes-do-fbi-que-atuaram-na-lava-jato.htm
  5. FORA DA LEI 1: O obsceno conluio da Lava Jato com o FBI ao arrepio da lei A Lava Jato decidiu sair das catacumbas para ocupar de novo as manchetes, mas se vê que seu fôlego é curto. Esta quarta-feira trouxe à luz ações da força-tarefa que evidenciam a degradação a que ela conduziu o estado de direito e o devido processo legal no país. Deltan Dallagnol, diga-se, está me processando. Quer uma grana gorda. Não vou fazer proselitismo aqui. Respeito o Poder Judiciário. Quem já deu mostras evidentes de desrespeito é ele. Só fiquei sabendo hoje à tarde, quando chegou a intimação. Ignorava, portanto, a ação do rapaz quando escrevi o texto de ontem ou e anteontem. E agora sei. O site Consultor Jurídico já havia noticiado em fevereiro de 2018 a colaboração do FBI com a Lava Jato. Bem, uma coisa é cooperação; outra, distinta, é uma parceria ao arrepio da lei, estabelecida nas sombras. Reportagem da Agência Pública, em parceria com o site The Intercept Brasil, revela coisas do arco da velha. Por que chamo no título de "conluio" e de "obsceno" o que se deu. Leiam e descumbram. Reproduzo trecho da reportagem. Prestem atenção! À frente da Secretaria de Cooperação Internacional (SCI) da Procuradoria-Geral da República, o procurador Vladimir Aras alertou diversas vezes para problemas legais envolvendo a colaboração direta com agentes do FBI. Uma conversa bastante tensa, em 11 de fevereiro de 2016, revela até que ponto a PF mantinha proximidade com o FBI e desconfiava do governo de Dilma Rousseff. A ponto de o próprio chefe da Lava Jato, Deltan Dallagnol, admitir ao secretário de Cooperação Internacional da PGR que a PF preferia tratar direto com os americanos a seguir as vias formais. "Passa o nome e os dados que vamos atrás. Fizemos isso com o advogado de [Nestor] Cerveró", responde Aras. "Nosso parceiro preferencial para monitorar pessoas tem sido o DHS, mas podemos trabalhar com o FBI também. Quanto antes tivermos os dados, melhor", explica Aras, referindo-se ao Departamento de Segurança Interna dos EUA (DHS, na sigla em inglês). Aras prossegue explicando que o pedido de extradição teria de passar pelo DEEST, o Departamento de Estrangeiros do Ministério da Justiça, além do Ministério de Relações Exteriores, "um parceiro importante". "Não é bom tentar evitar o caminho da autoridade central, já que, como vc sabe, isso ainda é requisito de validade e pode pôr em risco medidas de cooperação no futuro e a "política externa" da PGR neste campo", explica Vladimir. "O que podemos fazer agora é ajustar com o FBI e com o DHS [Departamento de Segurança Interna dos EUA} para localizar o alvo e esperar a ordem de prisão, que passará pelo DEEST. Podemos mandar simultaneamente aos americanos", ele prossegue. Em resposta, Deltan é direto. "Obrigado Vlad por todas as ponderações. Conversamos aqui e entendemos que não vale o risco de passar pelo executivo, nesse caso concreto. Registra pros seus anais caso um dia vá brigar pela função de autoridade central rs", escreveu, deixando no ar a sugestão para que Aras se ocupasse do assunto se um dia comandasse o MPF ou o Ministério da Justiça. "E registra que a própria PF foi a primeira a dizer que não confia e preferia não fazer rs". Vladimir insiste: "Já tivemos casos difíceis, que foram conduzidos com êxito". "Obrigado, Vlad, mas entendemos com a PF que neste caso não é conveniente passar algo pelo Executivo". Vladimir responde que "a questão não é de conveniência. É de legalidade, Delta. O tratado tem força de lei federal ordinária e atribui ao MJ a intermediação". É um deboche. Fica claro que o coordenador da força-tarefa não está nem aí para o Ministério da Justiça ou para a própria PGR. https://noticias.uol.com.br/colunas/reinaldo-azevedo/2020/07/02/fora-da-lei-1-o-obsceno-conluio-da-lava-jato-com-o-fbi-ao-arrepio-da-lei.htm FORA DA LEI 2: As esquerdas acusavam infiltração da CIA. Não! Era do FBI.. A parceria da Lava Jato com o FBI tem uma personagem saliente: Leslie Rodrigues Backschies, que já esteve muitas vezes no país e fala português. Informa a reportagem da Pública e do TIB: "Ao longo de sua carreira, Leslie trabalhou na divisão de Segurança Nacional do FBI, atuando nas áreas de contraterrorismo e resposta a armas de destruição em massa - ela foi co-autora de um guia sobre armas biológicas para o site Jane's Defense." Segue a reportagem: Em 2014, Leslie foi designada pelo FBI para ajudar nas investigações da Lava Jato. A informação consta de reportagem do site Conjur sobre evento promovido pelo escritório de advocacia CKR Law em São Paulo, em fevereiro de 2018, que contou com presença dela. A atuação de Leslie foi considerada "um trabalho tremendo" e "crítico para o FBI" pelos seus supervisores, segundo seu ex-chefe afirmou em um evento sobre o combate à corrupção em Nova York no ano passado acompanhado por uma colaboradora da Pública. Leslie se tornou especialista na legislação FCPA, Foreign Corrupt Practices Act, uma lei americana que permite que o Departamento de Justiça (DOJ) investigue e puna nos Estados Unidos atos de corrupção praticados por empresas estrangeiras mesmo que não tenham acontecido em solo americano. Foi com base nessa lei que o governo americano investigou e puniu com multas bilionárias empresas brasileiras alvos da Lava Jato, dentre elas a Petrobras e a Odebrecht, que se comprometeram a desembolsar mais de US$ 4 bilhões em multas para os EUA, Brasil e Suíça. Hoje morando de novo nos Estados Unidos, Leslie comanda a Unidade de Corrupção Internacional do FBI, cuja grande novidade no ano passado foi um escritório aberto em março em Miami apenas para investigar casos de corrupção na América do Sul, o Miami International Corruption Squad. DA CIA, NÃO! DO FBI A interferência do FBI em investigações no Brasil ao arrepio do governo brasileiro, em parceria com o comando da Lava Jato, vem de longe. Não deixa de ser curioso: exercitando algumas teorias conspiratórias, esquerdistas afirmavam, sem evidências ou indícios, que a Lava Jato "é coisa da CIA" para desestabilizar um "governo popular". Bem, não consta, até agora, que a CIA tenha se metido no rolo. Mas o FBI... Em outubro de 2015, Leslie fez parte da comitiva de 18 agentes americanos que foram a Curitiba se reunir com procuradores e advogados de delatores sem passar pelo Ministério da Justiça, órgão que deveria, segundo a lei, intermediar todas as matérias de assistência jurídica com os EUA, segundo revelaram Agência Pública e The Intercept Brasil. A proximidade com a equipe da Lava Jato era tanta que Leslie foi um dos agentes do FBI que posaram com um cartaz apoiando o projeto de lei das 10 Medidas Contra a Corrupção, bandeira da Força-Tarefa e em especial do seu chefe, Deltan Dallagnol, que foi derrotada no Congresso Nacional. Em um chat com Deltan em 18 de maio de 2016 constante do arquivo entregue ao site The Intercept Brasil, a procuradora Thaméa Danelon, ex-coordenadora da Força-Tarefa em São Paulo, brincou antes de uma viagem para os EUA: "Vou tentar tirar uma foto c a Jennifer Lopes e o cartaz das 10 Medidas", brinca ela. "Os agentes do FBI já apoiaram. Mas não pode publicar a foto ok? Eles não deixaram", explica Thaméa, enviando a foto a seguir. Observem como o FBI estava na jogada praticamente desde o começo. Em outubro de 2015, a operação tinha pouco mais de um ano. A foto foi apagada e não consta dos arquivos recebidos pelo The Intercept Brasil. Segue o texto: Thaméa diz que na foto todos são agentes, com exceção de uma tradutora brasileira. Mostrando familiaridade com a agente americana, Deltan Dallagnol se entusiasma e diz que a imagem lembra o filme Missão Impossível, estrelado por Tom Cruise. "Legal a foto! A Leslie está em todas rs". Pode-se dizer mesmo que a Lava Jato é uma parceria com o FBI, estabelecida, no entanto, informalmente. Informa a reportagem: Segundo um documento constante dos arquivos da Vaza Jato, em 2015 havia nove policiais americanos lotados na embaixada de Brasília e no Consulado de São Paulo, incluindo do FBI, da Polícia de Imigração e Alfândega e do Departamento de Segurança Interna. Com base nos diálogos e em apuração complementar, a Agência Pública conseguiu localizar, além de Leslie Backschies, 12 nomes de agentes do FBI que atuaram nos casos da Lava Jato em solo brasileiro. Pela lei, nenhum agente americano pode fazer diligências ou investigações em solo brasileiro sem ter autorização expressa do Ministério da Justiça, pois as polícias não têm jurisdição fora dos seus países de origem. O FBI e a embaixada dos Estados Unidos se negam a detalhar publicamente o que fazem seus agentes no Brasil. Mas um documento da própria embaixada, obtido pela Pública, revela como funciona esse trabalho. Trata-se de um anúncio em 19 de outubro de 2019 em busca de um "investigador de segurança" para trabalhar na equipe do adido legal e passar 70% do tempo fazendo investigações. "Essas investigações são frequentemente altamente controversas, podem ter implicações sociais e políticas significativas", diz o texto do anúncio, escrito em inglês. O anúncio avisa que o policial terá de viajar de carro, barco, trem ou avião por até 30 dias "para áreas remotas de fronteira e para todas as regiões do Brasil". https://noticias.uol.com.br/colunas/reinaldo-azevedo/2020/07/02/fora-da-lei-2-as-esquerdas-acusavam-infiltracao-da-cia-nao-era-do-fbi.htm FORA DA LEI 3: Principal agente do FBI fala da "queda de governo" no Brasil https://noticias.uol.com.br/colunas/reinaldo-azevedo/2020/07/02/fora-da-lei-3-principal-agente-do-fbi-fala-da-queda-de-governo-no-brasil.htm FORA DA LEI 4: "Não se trata de parceria, é cooperação", eufemiza Lava Jato https://noticias.uol.com.br/colunas/reinaldo-azevedo/2020/07/02/fora-da-lei-4-nao-se-trata-de-parceria-e-cooperacao-eufemiza-lava-jato.htm
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  7. https://www2.senado.leg.br/bdsf/bitstream/handle/id/337906/noticia.htm?sequence=1&isAllowed=y Título: Coisa de preto Autor: Magnoli, Demétrio Fonte: O Estado de São Paulo, 05/02/2009, Espaço Aberto, p. A2 O Senado logo retomará o debate do projeto de lei de cotas raciais nas universidades e escolas técnicas federais, que pode tornar-se a primeira lei racial da nossa história. Diferentes pesquisas evidenciam que ampla maioria dos brasileiros, de todas as cores, rejeita a introdução da raça na lei. Mas o projeto, que passou na Câmara dos Deputados sem voto em plenário, por acordo de lideranças, tem grandes possibilidades de ser aprovado no Senado. Como explicar o paradoxo que faz a maioria parlamentar deliberar contra a vontade da maioria dos eleitores? Há, antes de tudo, um desvio que não é exclusivo de nosso sistema político. Os parlamentares temem contrariar os grupos de pressão organizados mais do que temem frustrar as expectativas da maioria desorganizada. Corporações, movimentos sociais e ONGs atuam como máquinas eleitorais, impulsionando ou destruindo candidaturas. Os interesses da maioria, por sua natureza difusa, podem ser contrariados com menor risco. Se o Estado brasileiro criar, oficialmente, castas de cidadãos separadas pela cor da pele, isso será um triunfo das ONGs racialistas e uma derrota da vontade popular. Não existe no Brasil um "movimento negro" em nenhum sentido legítimo da palavra. As ONGs racialistas quase nada representam, além dos interesses e ideologias de seus próprios ativistas. Mas elas recebem, todos os anos, milhões de dólares da Fundação Ford e se incrustaram no interior do Estado, dispondo do aparelho de uma secretaria especial da Presidência e do controle de postos-chave nos Ministérios da Educação e da Saúde. Os dirigentes de tais grupos formam uma elite adventícia, estruturada em redes nas universidades e instituições internacionais, que se reclamam porta-vozes de uma "raça". Eles usarão o termo "racista" como insulto destinado a marcar a ferro todos os que insistem em defender o princípio da igualdade perante a lei. Eis o que temem deputados e senadores. A ciência a serviço da expansão imperial europeia inventou a raça no século 19. A ciência do pós-Guerra a desinventou, provando que a cor da pele é uma adaptação evolutiva superficial a níveis diferentes de exposição à luz solar. Mas a questão de saber se a raça existe não pode ser solucionada em definitivo pelos cientistas, pois o Estado tem o poder de fabricar raças na esfera política. Nos EUA e na África do Sul, leis raciais incutiram na sociedade a noção de que uma fronteira natural divide as pessoas em grupos fechados. Leis raciais supostamente voltadas para o "bem" não são, sob esse aspecto crucial, diferentes de leis raciais voltadas para o "mal". Umas e outras ensinam às pessoas que seus direitos estão ligados à sua cor da pele - e que seus interesses objetivos solicitam a "solidariedade de raça". A lei que tramita no Senado pouco afetará os mais ricos, mas dividirá os alunos de escolas públicas em dois conjuntos "raciais" com interesses opostos. Na hora em que os filhos dos trabalhadores não puderem mais olhar uns aos outros como irmãos e colegas, terá emergido um Brasil diferente daquele que conhecemos. Mas a nossa elite política não vislumbra esse risco, pois interpreta a Nação pelas lentes do preconceito de classe. A maioria dos parlamentares não nutre entusiasmo pelo projeto de cotas raciais, mas está disposta a contribuir com a indiferença para sua aprovação. Eles enxergam as leis raciais como esmolas concedidas aos pedintes, moedinhas inúteis entregues a meninos na rua, um preço quase simbólico que se paga para comprar gratidão. "Coisa de preto" - é assim que, silenciosamente, avaliam os projetos apresentados sob a cínica justificativa de fazer justiça social por intermédio da oficialização da raça. Mas não se trata, a rigor, de preconceito racial: o "preto", no caso, funciona como sinônimo de pobre, na mais pura tradição senhorial brasileira. Juntamente com o temor dos grupos de interesse, as leis de raça beneficiam-se dessa aversão benevolente ao princípio da igualdade. Há mais de um ano foi aprovado em comissão um projeto de lei, de autoria do senador Demóstenes Torres (DEM-GO), que determina a implantação de tempo integral nas escolas públicas de ensino fundamental. Mas a maioria governista não permite que o projeto siga para votação, alegando que custaria cerca de R$ 20 bilhões anuais, pouco menos que o dobro do Bolsa-Família. Parece muito, mas representaria apenas 1,6% do Orçamento da União - algo como um aumento inferior a 15% nos repasses federais para Estados e municípios. É um valor relevante, porém perfeitamente viável se a deflagração de uma revolução qualitativa no ensino público figurasse, de fato, como prioridade nacional. Entretanto, nossa elite política parece preferir enfeitar com cotas raciais a ordem iníqua que relega a maioria dos jovens, de todas as cores, a escolas arruinadas. O antropólogo Kabengele Munanga, um arauto das políticas de raça, justificou do seguinte modo a necessidade das cotas raciais: "Muitos acham que o caminho para corrigir as desigualdades sociais seria uma política universalista, baseada na melhoria da escola pública, o que tornaria todos os cidadãos brasileiros capazes de competir. Mas isso é um discurso para manter o status quo, porque enquanto se diz isso nada é feito." A afirmação é uma esfinge que pede para ser decifrada. Munanga sugere ser favorável à política universalista de "melhoria da escola pública", mas, simultaneamente, qualifica tal demanda como "um discurso para manter o status quo", pois na prática "nada é feito". Então, utilizando-se de uma perversão lógica, não reivindica que se faça a "política universalista", mas a sua substituição por uma política diferencialista destinada a distribuir direitos segundo a cor da pele. É que no Congresso, enquanto ele diz isso, os parlamentares que compartilham sua ideologia racialista ajudam a bloquear o projeto universalista do tempo integral. Demétrio Magnoli é sociólogo e doutor em Geografia Humana pela USP. E-mail: [email protected]
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  9. Mais argumentos e menos ódio,sou filiado a partido de esquerda e defendo abertamente o fim das cotas.


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