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Felipe Daniel

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  2. Estou há cerca de 4 anos com o mesmo celular. E esse foi o tempo mais duradouro.
  3. As duas são boas. Mas votei no Jota Quest, por ser fã da banda. As músicas são tão boas, que não entendo como alguém pode ser Hater deles.
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  5. Sucesso no Power Couple Brasil, DJ e funkeiro revelou os piores momentos que passou com a doença e contou como deu a volta por cima Créu: Dez anos para diagnóstico Reprodução/Instagram Além de música e da recente participação no reality Power Couple Brasil da RecordTV, o assunto que o DJ e funkeiro MC Créu mais gosta de falar atualmente é depressão. O diagnóstico demorou a vir. Foram quase dez anos convivendo com a doença sem saber dela. Nos três últimos anos, graças a insistência da mulher, Lilian Costa, o músico procurou ajuda médica e decidiu encarrar o mal que hoje atinge grande parte da população mundial. Taquicardia e fobia de pessoas eram apenas alguns dos sintomas que sentia. “Os sinais aumentavam quando as pessoas me reconheciam na rua”, relembrou. A doença se agravou três anos atrás, quando o DJ teve dificuldades na carreira. Não conseguia emplacar música alguma. Nem nas rádios, nem nas TVs. Se sentia incapaz. A vontade de se isolar aumentou fazendo com que o músico passasse a ficar dias trancado num quarto escuro e totalmente coberto por mantas e edredons. “Shopping, eu já não ia mais. Festa do Dia dos Pais na escola do meu filho, também. Mas entendia que meu cérebro estava contra mim mesmo. Ainda assim fui criando mecanismos para ficar na minha zona de conforto, ou seja, não saia para nada”, detalha. A causa da doença ainda é mistério, mas Créu acredita que os altos e baixos que viveu na profissão durante a última década foram o gatilho para o surgimento da depressão. “Isso se repetiu várias vezes: euforia e frustração. Isso estava acontecendo direto comigo”. Suicídio, felizmente, não estava nos planos do cantor, no entanto, o DJ pensava “que não tinha mais serventia para nada”. “Esses pensamentos vinham”, recorda o músico. A volta por cima se deu após ida ao psiquiatra e ao psicólogo e o uso de medicação adequada. “Me deram o que hoje eu chamo de ‘remedinho da felicidade’. Em uma semana eu já estava me sentindo muito melhor”, disse o músico. A ajuda de Lilian, com quem está casado há 23 anos, também foi fundamental. Créu disse que ela leu tudo sobre a doença, procurou diversos médicos e foi bastante carinhosa e paciente com ele. “Foi o meu anjo da guarda quando percebeu que eu não estava bem”, reconheceu. “Até hoje fico observando, porque ele ainda está em tratamento. Quando vejo alguma coisa diferente, eu já procuro sondar”, contou Lilian. A ajuda da mulher foi fundamental Reprodução/Instagram Créu revelou ainda que a ida para o Power Couple também o ajudou bastante. “Antes de ir para lá, eu me preparei muito psicologicamente. Não deixei que os problemas do jogo me atacassem. Quem achou que em determinados momentos eu ficava em cima do muro se enganou, porque era uma estratégia para minha saúde”. “Eu ainda não encontrei meu psiquiatra depois do programa, mas estou doido para isso. Lá eu me testei o tempo todo sobre muitas coisas. Coisas que eu não aguentaria passar na vida real eu aguentei numa boa”, acrescentou o DJ. Conhecer mais sobre a vida é a receita de Créu contra a depressão Reprodução/Instagram O funkeiro encerrou a entrevista pedido para dar um alerta às pessoas, em especial, aos artistas. “Quem leva uma vida como a minha precisa saber que vivemos de altos e baixos e, se você não tiver preparado, você cai. Portanto, aprenda muito sobre a vida quando você estiver em baixa para usar quando estiver no alto. Sentiu alguma coisa, vá ao médico, procure ajuda, correndo”, recomendou. https://diversao.r7.com/tv-e-entretenimento/mc-creu-fala-sobre-depressao-so-me-sentia-bem-trancado-no-quarto-12062018
  6. [[Template core/front/system/searchResult is throwing an error. This theme may be out of date. Run the support tool in the AdminCP to restore the default theme.]]
  7. Não identifiquei a atriz recém saída de O Outro Lado do Paraíso. Qual o nome da atriz?
  8. Estão usando o selo de Ao Vivo. Será que vão fixar agora?
  9. Meus sentimentos a família. Deus conforte o coração da Xuxa e dos familiares nesse momento triste.
  10. Eu acho o Celso Portiolli, perfeito para o formato. Queria ele nesse programa. No" Comprar é bom, levar é melhor" ele tem muita desenvoltura, além de ser ótimo em game show.
  11. Uma grande perda. Foi um grande ícone do humor. Deixou um grande legado. Meus sentimentos a família.
  12. Em emocionante entrevista ao 'Programa do Porchat', Jô Soares abriu o coração e 'passou o bastão' ao menino que ele revelou na TV Jô Soares e Porchat se emocionaram em entrevista histórica Divulgação Em 2016, quando Jô Soares anunciou que iria parar de fazer seu programa de entrevistas na Globo, a pergunta era: 'Quem será o substituto de Jô?' Despontavam ali Fábio Porchat, estreando na RecordTV, Pedro Bial, ocupando oficialmente a vaga de Jô na Globo e Danilo Gentili, já na batalha no SBT. Por cavalheirismo ou contrato, Jô foi primeiramente ao programa do novo inquilino no horário, Pedro Bial. Deu uma linda entrevista ao jornalista, livrando-o do estigma de 'ladrão' da vaga. Mas, só dois anos depois, mais precisamente ontem (18), Jô Soares passou o bastão. E o fez com Fábio Porchat, menino que ele 'revelou' aos 18 anos em seu programa na Globo, ao dar uma oportunidade ao então jovem estudante de marketing fazer uma 'apresentação' de última hora na TV. Naquele momento, Jô não só aceitou o bilhetinho do Porchat pedindo uma cancha no ar, como lhe mostrou o mar. Nasceu ali, como o próprio contou, o Fábio Porchat roteirista, humorista, ator, apresentador, showman. Ao ver o cara que lhe abriu a 'porta da esperança' há quase duas décadas sentado ali, para ser entrevistado em seu programa, Porchat desmontou. O filme que passou em sua cabeça era intenso, real e com final feliz. Acostumado a fazer rir, o humorista fez o público chorar. Chorou sem vergonha, com direito a gagueira e pedido de desculpas por se descontrolar no ar. Poucas vezes o choro de um artista vem assim, da alma, sem sensacionalismo barato, sem forçação de barra. Era o choro de um menino. Jô estava em casa. Falando palavrões, contando causos e casos da vida pessoal, da carreira, de amigos, revelando planos para o futuro. Brincou com a plateia como fazia em seu programa. Tocou com a banda do programa como fez por anos com o Sexteto. Quem fechasse os olhos poderia até ouvir a risada do Bira. Porchat deixou o mestre prosear. Interrompeu poucas vezes as histórias que o 'professor' contou com riqueza de detalhes de uma biografia. Jô falou de política, imitou o Lula, contou peripécias que fez ao lado de Golias e Carlos Alberto de Nóbrega, das desavenças com Chico Anysio. Falou das ex-mulheres, da mãe... Se emocionou ao lembrar dos horrores da ditadura. Demonstrou a gratidão genuína que tem por Silvio Santos e pela Record, onde começou na TV, na genial "Família Trapo". Em momento 'coração quentinho' da gravação no início da semana , Porchat chamou o humorista Paulo Vieira, que divide o palco com ele, para ser 'entrevistado' por Jô. Minutos antes de Jô Soares chegar, Paulo havia lamentado que não teria mais a chance de ser entrevistado pelo melhor de todos. Afinal, o "Programa do Jô" acabou. O humorista que veio lá do Tocantins chorou ao se sentar ao lado de Jô, que generosamente topou a brincadeira, e fez algumas perguntas. Nos bastidores, câmeras e produtores enxugavam as lágrimas. Era o Paulo, o moço simplão e talentoso tão amado por todos do programa que estava lá, sendo 'entrevistado' pelo Jô. Haviam 'sacaneado' ele pedindo para se arrumar mais 'chique' no dia, colocar uma lapela para ver o Jô. Paulo nem imaginava a surpresa. Até quem sabia chorou. Era a 'equipe' incluída na volta 'com emoção' da grande atração do Parque do Porchat. A audiência foi boa, com prévia de 4,7 pontos. E hoje (19) tem mais uma parte do papo, que durou mais de duas horas com tudo isso e muito mais. Vale ver o que não foi só uma entrevista especial. Foi a prova que esse mundão dá voltas gratificantes. E gratidão não pode ser cobrada. Mas dá para medir o quão feliz é um homem pela profundidade de sua gratidão. O estudante do 'bilhetinho' disse que aquele era o 'dia mais importante' de sua vida. Ao término do programa, Jô deu um abraço forte no menino Porchat e disse para quem quisesse ouvir: "É por isso que não faço mais programa. Agora tem ele...". Se isso não é passagem de bastão, não sei o que é. Agora é pegar o bastão e: "Run Porchat, run!" https://diversao.r7.com/prisma/keila-jimenez/entrevista-de-jo-foi-passagem-de-bastao-para-porchat-19042018


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