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Fadokimi

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  1. Tiago Leifert desativou sua conta no Twitter às vésperas do BBB20 e não voltou mais para a rede social mesmo após a estreia do programa, na última terça (21). O apresentador quis fugir das críticas e do relacionamento direto com os internautas que movimentam o reality show. Em sua última participação no Altas Horas, o ex-Globo Esporte disse que as torcidas do Big Brother Brasil o deixaram traumatizado. "Eu fiz Copa do Mundo e Olimpíada no Esporte, mas o Big [Brother Brasil] é mais difícil. É como se fossem três Copas do Mundo, são 88 episódios", falou para Serginho Groisman em junho do ano passado. "Com torcidas mais apaixonadas também", provocou Marcelo Adnet, que era um dos convidados do programa. "São torcidas muito apaixonadas. Pegam no meu pé pra caramba, Nossa Senhora! Eu nem entro mais no Twitter ou essas coisas. Traumatizei, não dou nem bom dia mais", confessou na ocasião, quando ainda tinha conta ativa na rede social. No BBB19, Leifert e a Globo foram criticados por minimizarem ou esconderem comentários de cunho racista e de intolerância religiosa de alguns participantes, como a campeã Paula von Sperling e de Maycon Santos. O apresentador e a emissora tiveram que fazer um mea-culpa para amenizar as reclamações, que continuaram até o discurso da final. Apesar de manter a sua conta no Instagram, com 2,7 milhões de seguidores, Leifert faz raras publicações. Quando posta alguma foto, ele limita os comentários só para conhecidos ou deixa o post aberto apenas para curtidas. Na última segunda (20), ele voltou a falar sobre o Twitter durante um café da manhã com Ana Maria Braga no Mais Você. "A gente está preocupado com quem está lá dentro [do confinamento]. Com quem está isolado do mundo e sofrendo ataques às vezes injustos aqui fora, de Twitter e essas porcalhadas. Tudo que falam de nós ou do programa, essas pessoas [familiares] sofrem junto", opinou. Falta de interação O atual comportamento avesso às redes sociais contrasta com a imagem e linguagem jovem que ele busca transmitir. O próprio plano comercial do BBB20 ressaltou essas características do apresentador. "Tiago Leifert é reconhecido pelo seu estilo moderno popular. Citado pelo carisma e humildade, conquistou de forma genuína uma base de fãs que apreciam a forma jovem, clara e objetiva de se comunicar. Seus discursos são valorizados por essa forma direta, informal, gentil e popular, gerando identificação total com os seguidores do BBB", vendeu a Globo para o mercado publicitário. As redes sociais, mais especificamente o Twitter, tem uma função importante em qualquer reality show, sobretudo para um formato de confinamento como o Big Brother Brasil. Prova disso é que o diretor J.B. Oliveira, o Boninho, usa a plataforma para publicar novidades e movimentar a atração. Apresentador das duas últimas edições A Fazenda, na Record, Marcos Mion também aumenta a frequência de posts e a interação com fãs e usuários do Twitter durante a temporada do programa. Era o que Tiago Leifert também fazia até o BBB19, mas após as declarações recentes na Globo parece que ele não será tão bem-vindo quando decidir voltar à rede social. noticiasdatv.uol.com.br/noticia/bbb/tiago-leifert-sai-de-rede-social-para-fugir-de-criticas-ao-big-brother-brasil-traumatizei-32871
  2. Vera Magalhães, do Roda Viva (Reprodução) A primeira edição do Roda Viva, na TV Cultura, sob o comando da jornalista Vera Magalhães, que recebeu o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, bateu mais de 1 milhão de visualizações no YouTube em menos de 48 horas. A ocasião marcou a estreia de Vera como âncora do mais tradicional programa de entrevistas do canal. O programa, que também chegou ao primeiro lugar dos assuntos mundialmente mais comentados do Twitter, já foi assistido 1.537.060 vezes na plataforma de vídeos. Além disso, a entrevista ainda alcançou a maior audiência dos últimos 12 meses do Roda Viva, com 1,6 pontos, segundo o Kantar Ibope, na Grande São Paulo. observatoriodatv.bol.uol.com.br/audiencia-da-tv/2020/01/roda-viva-com-sergio-moro-atinge-maior-audiencia-em-12-meses
  3. Marcus Pimenta no Balanço Geral Pará: programa bate Globo no Ibope (Divulgação) A RecordTV Belém, filial da emissora paulista no estado do Pará, está comemorando os números recentes de sua grade de programação local, onde bateu recordes nesta última quarta-feira (22) com o programa Balanço Geral Pará, apresentado pelo jornalista Marcus Pimenta. Segundo dados obtidos pelo Observatório da Televisão, a atração exibida das 11h50 às 15h, fechou com média de 16.9 pontos de audiência com picos de 23.4, sendo líder de audiência em toda a sua faixa de exibição. observatoriodatv.bol.uol.com.br/audiencia-da-tv/2020/01/balanco-geral-para-ganha-da-globo-novamente-e-atinge-pico-de-23-pontos-em-belem
  4. Thelma (Adriana Esteves) começa a ver o cerco se fechar ao descobrir ao ter uma conversa com sua antiga amiga Jane (Isabel Teixeira), em Amor de Mãe. A mulher revela um grande segredo da protagonista, envolvendo seu filho Danilo (Chay Suede): o rapaz não é filho biológico dela e foi adotado. A comerciante procura a amiga para desabafar sobre o mau momento que vive com o filho, que descobriu que ela furou suas camisinhas. Rejeitada, ela admite que só queria ter um neto de sangue. Essa é a deixa para Jane trazer o passado à tona. Ela pergunta se a amiga perdeu a a noção e se Danilo não é adotado. A situação deixa Thelma possessa e a duas brigam. A protagonista nega que tenha adotado o rapaz. “Do que você está falando? Danilo é meu filho de sangue”, reage a comerciante. Na sequência, ela encerra o assunto, deixando Jane com cara de suspeita. Com isso, cresce a especulação sobre o galã ser, de fato, Domênico, o filho vendido de Lurdes (Regina Casé). observatoriodatv.bol.uol.com.br/noticias/2020/01/danilo-nao-e-filho-de-thelma-e-cresce-especulacao-sobre-ele-ser-domenico
  5. Se “Bom sucesso” alcançou um feito sem dificuldade, foi o de fazer jus ao seu título. Ao contar a história da costureira Paloma (Grazi Massafera), a novela, que chega ao fim hoje, apresentou ao telespectador o universo dos livros, gravemente escanteado pelo uso compulsivo do celular e das redes sociais. — Era um objetivo incentivar a leitura. Uma utopia, um sonho. Mas passei a perceber que mais pessoas começaram a ler, seja no transporte público ou em casa com os filhos. Acredito que temos uma parcela de culpa nesse aumento do interesse pela literatura — comemora Paulo Halm, que assinou a trama com Rosane Svartman. Mas esse não foi o único ponto em que o folhetim se destacou. Através de Alberto (Antonio Fagundes), a novela tocou, de maneira delicada, em um tema considerado tabu na sociedade: a morte. — Foi possível falar desse assunto, aceitá-lo de uma maneira mais tranquila e sem tanto medo. A gente sabe que ela (a morte) vai acontecer, mas experimenta levantar isso sem causar receio? Não dá. “Bom sucesso” me ensinou a aceitar esse momento importante da vida, inclusive para viver o presente — admite Romulo Estrela, par romântico de Grazi no folhetim. A loura, aliás, confessa que, apesar de Paloma ter sido um de seus trabalhos mais difíceis, ela sai com a sensação de dever cumprido: — Todo mundo aproveitou e fez lindamente seus personagens. Acho que por isso a novela se tornou ainda mais especial. Pelo texto brilhante, pelo conteúdo estimulante. Foi gostoso trabalhar no amor. Eu rendo muito mais assim (risos). Pontos altos Queridinha Novela Bom Sucess: Nana e Mário fizeram sucesso como casal e individualmente Foto: Paulo Belote Nana (Fabiula Nascimento) comeu o pão que o diabo amassou nas mãos de Diogo (Armando Babaioff), mas se reencontrou ao se apaixonar pelo melhor amigo, Mário (Lúcio Mauro Filho). A verossimilhança da personagem com mulheres reais impressionou tanto que, além de torná-la um fenômeno das redes sociais, garantiu o prêmio de melhor atriz coadjuvante no Troféu Domingão para sua intérprete. Novo galã Por falar em Lúcio Mauro Filho, na pele de Mário, o ator divertiu os espectadores ao ser disputado por Nana e Silvana (Ingrid Guimarães). Pintou um novo galã para as novelas da Globo! Questões naturalizadas Beijo entre dois homens em 'Bom sucesso' foi celebrado pela naturalidade Foto: Reprodução/TV Globo Assim como tratou a morte com delicadeza, questões de raça e orientação sexual foram encaradas com naturalidade pelos autores. Personagens negros, como Ramon, não estavam na trama para falar de racismo, assim como o beijo entre William (Diego Montez) e Pablo (Rafael Infante) aconteceu como qualquer outro, sem alardes. Tenebroso Armando Babaioff fez seu primeiro vilão em 'Bom sucesso' Foto: VICTOR POLLAK É verdade que o primeiro vilão de Armando Babaioff caiu no clichê do serial-killer. Suas vilanias rodeadas de humor, no entanto, deram a ele uma profundidade dificilmente conferida aos malvadões das novelas. Pontos baixos Uma aparição dispensável Elias voltou para salvar a vida de Gabriela, sua filha com Paloma Foto: Reprodução Elias (Marcelo Faria) voltou dos mortos para salvar Gabriela (Giovanna Coimbra), sua filha com Paloma (Grazi Massafera), trazendo um clima pesado para a trama, até então conduzida com ares de fábula. Apesar das suspeitas de que o ex-marido da costureira estava vivo desde início, sua aparição violenta deixou alguns telespectadores confusos: ele precisava mesmo ter surgido? E como pai, precisava ser tão malvado? Disputa injusta Ramon e Marcos disputaram o coração de Paloma Foto: Raquel Cunha Embora os autores tenham afirmado que a competição de Ramon (David Junior) e Marcos (Rômulo Estrela) pelo coração de Paloma seria justa, não foi bem isso que aconteceu ao longo dos capítulos. Conforme a relação do casal principal avançava, o técnico de basquete foi perdendo expressão na trama. Os esquecidos Embora ela sempre aparecesse ao lado de Alberto (Antonio Fagundes), pouco se descobriu sobre a vida da enfermeira Leila (Alexandra Martins). Outra personagem pouco explorada foi Gláucia (Shirley Cruz). Preta, homossexual e diretora da editora Prado Monteiro, a personagem poderia ter rendido uma trama mais densa, especialmente por se tratar de uma mulher poderosa oriunda de grupos menosprezados socialmente. Gláucia é a diretora da editora de Alberto na trama Foto: Raquel Cunha/TV Globo extra.globo.com/tv-e-lazer/bom-sucesso-deixa-legado-de-aumento-do-habito-da-leitura-era-um-objetivo-diz-autor-24208001.html
  6. Bom Sucesso chega ao fim na próxima sexta-feira (24) e deverá ostentar o título de melhor audiência do horário das 19h da Globo desde Cheias de Charme (2012). A produção escrita por Rosane Svartman e Paulo Halm sairá de cena com balanço positivo, mas também com momentos que não funcionaram ao longo de sua trajetória de 155 capítulos, que se completarão quando subirem os créditos finais. Além de audiência, a produção também conseguiu alta repercussão na internet, com grande carga de busca pela novela e também aparecendo sempre entre os temas mais comentados das redes sociais. Por conta de tudo que Bom Sucesso representou, o NaTelinha preparou uma lista com cinco coisas que funcionaram na novela e cinco que não deram certo. Confira: - Deram certo Grazi Massafera e Antônio Fagundes É bem verdade que não é a primeira vez que os dois trabalharam juntos, mas a química entre Grazi Massafera e Antônio Fagundes chamou a atenção dos telespectadores, que não perderam tempo e passaram a torcer por esta relação cheia de afinidades e muito amor. Embora a aposta dos autores não foi por um amor carnal de homem e mulher, a cumplicidade de Paloma e Alberto ganhou muitos elogios, tanto da crítica quanto do público, e se tornou um dos trunfos da novela. Literatura Embora algumas pessoas possam até ter torcido o nariz para o uso da Literatura na novela, que foi um pano de fundo constante, com direito até a cenas de representação de grandes obras literárias da histórias, o recurso não confundiu nem afugentou o telespectador. Diferente de outras tentativas, como em Tempos Modernos (2009), em que as citações a frases de livros importantes acabou confundindo o público, que abandonou a história, em Bom Sucesso, o ar literário serviu como base para as relações das personagens e até fez com que os livros citados tivessem suas vendas aumentadas. Maldades de Diogo O público de telenovela gosta de torcer por mocinhos, mas adora um vilão. Quando há química entre o bandido e o telespectador, dificilmente alguém segura. E foi assim com Diogo (Armando Babaioff), que parecia apenas um homem maldoso no início da trama, acabou se mostrando um verdadeiro crápula. Graças ao bom humor do personagem, com seu ar sempre zombeteiro e o cinismo emprestado pelo ator, Diogo caiu nas graças do telespectador e foi um dos pontos positivos da novela. Amores Juvenis Bom Sucesso não foi uma novela que explorou um amor arrebatador, embora tenha tentado. Se a principal relação da trama foi a fraternidade entre Paloma e Alberto, os autores conseguiram arrancar suspiros do público ao apresentar os casais juvenis, que chegaram até a ter torcidas. É o caso de Gabriela (Giovanna Coimbra) e Vicente (Gabriel Contente), que, mesmo já estando juntos, continuam arrebatando corações dos telespectadores. O mesmo pode se dizer com Alice (Bruna Inocêncio) e Waguinho (Lucas Leto), um casal improvável, mas que funcionou. Willian O personagem de Diego Montez até que ficou apagado na reta final da novela, mas ele foi um acontecimento junto aos telespectadores a tal ponto da dupla de autores ter desistido de matar Willian, como previa a sinopse e mantê-lo até o final da história. Se Willian seria uma das vítimas de Diogo, o jeito debochado e sempre otimista do personagem, fizeram ele se tornar um dos mais queridos do público e, por isso, foi até o fim. - Deram errado Triângulo Amoroso Bom Sucesso tentou vender, principalmente nas primeiras semanas, que o público ficaria dividido num triângulo amoroso planejado pelos autores. Paloma (Grazi Massafera), se veria em dúvida sobre ficar com seu amor da juventude, Ramon (David Júnior) ou o arrebatador Marcos (Rômulo Estrela). Fato é que, com a relação forte construída entre a mocinha e seu patrão, o triângulo foi ficando de lado e Paloma nunca teve grande torcida, nem com um e muito menos com o outro. Ex de Paloma A história de Elias (Marcelo Faria) nunca foi completamente compreendida pelo telespectador de Bom Sucesso. Tido como morto e sem nenhum elemento que dizia o contrário, o personagem reapareceu misteriosamente para suprir a falta de Diogo, que estava fora por ter sido desmascarado. Numa situação episódica digno de uma trama policial, a história mudou completamente o estilo da novela e acabou rejeitada pelo telespectador. Humor Por ser uma novela das 19h, a expectativa era de que Bom Sucesso seria uma novela de humor, como quase sempre acontece na faixa. Mas não teve nada disso e até os núcleos em que havia a tentativa de explorar a comicidade das histórias, acabou nem sendo vista pelo público. Qualquer telespectador mais atentado da trama percebeu que personagens como Silvana Nolasco (Ingrid Guimarães) foram ficando deixados de lado em detrimento do núcleo central, que sempre chamou mais a atenção. Referências Bom Sucesso sempre tentou explorar as referências chamadas "pops". Se a inserção da literatura funcionou perfeitamente na história, as citações e referências a situações do cotidiano, quase sempre acabaram alvo de críticas, por parte de jornalistas e de internautas. O excesso de uso de frases do universo político, numa trama em que nada tinha de política, soava forçado e teve até quem defendeu parecer militância. No fim, o recurso foi suavizado e utilizado com mais parcimônia. Transsexual Antes de iniciar sua trajetória, Bom Sucesso teve como uma forma de divulgação a utilização do tema transsexualidade para mostrar o universo para os jovens, afinal, uma transsexual de verdade interpretaria uma jovem que estava passando pelo processo. A trama de Michelly (Gabrielle Joie), no entanto, quase nunca foi explorada e o tema ficou em terceiro plano dentro do universo de Bom Sucesso. natelinha.uol.com.br/novelas/2020/01/23/cinco-coisas-que-deram-certo-e-cinco-que-deram-errado-em-bom-sucesso-139793.php
  7. Lola (Gloria Pires) com a família reunida em de Éramos Seis; novela chega ao centésimo capítulo hoje (24) Éramos Seis chega ao seu centésimo capítulo nesta sexta-feira (24) depois de virar a vida de Lola (Gloria Pires) de cabeça para baixo. O remake de Angela Chaves não se rendeu ao purismo de seguir à risca os rumos do livro escrito por Maria José Dupré (1898-1984). A autora também não teve pudores na hora de mexer na obra de seu chefe e retalhar o texto do "todo-poderoso" Silvio de Abreu, diretor de dramaturgia da Globo. O escritor foi um dos responsáveis pela adaptação do romance para o SBT em 1994, ao lado do parceiro Rubens Ewald Filho (1945-2019). Os roteiros serviram de base para que a autora recontasse a história, enfrentando o melindre de revisitar uma das obras de maior repercussão de seu superior imediato. A novelista propôs mudanças desde o primeiro capítulo, com reformulação completa de alguns personagens para tornar a narrativa mais atual em sua quinta versão para a televisão. Apesar de uma primeira fase criticada pela lentidão e marcada por poucos acontecimentos, o folhetim se aproveitou de velhos e novos dramas para conseguir recuperar o ritmo da saga da família Lemos. A história deslanchou a partir da morte de Júlio (Antonio Calloni), um dos marcos já esperados pelo público, mas também surpreendeu com a gravidez de Clotilde (Simone Spoladore) e um possível final feliz para a matriarca interpretada por Gloria Pires. Confira alguma das principais guinadas na novela das seis da Globo: Segunda chance A principal mudança é a possibilidade de Lola escapar de um destino melancólico. Em todas adaptações anteriores, a baluarte dos Lemos terminou sozinha, rejeitada pelos filhos, com dificuldades de pagar por um quarto nos fundos de um pensionato para freiras. Para isso, a autora precisou reescrever completamente a trama de Afonso (Cássio Gabus Mendes), que até então era um personagem menor nas versões para a televisão e sequer chega a ser mencionado no livro que deu origem à saga. Em 1994, o papel ficou a cargo de Umberto Magnani e se chamava Alonso. De origem espanhola, o dono do armazém era casado com Carmencita (Eliete Cigarrini) e pai de Pepa (Nina de Pádua). A menina se envolvia com Carlos, agora interpretado por Danilo Mesquita, e também sofreu alterações na trama atual, se convertendo em Inês (Carol Macedo). O romance entre a viúva e o quitandeiro veio à tona na capítulo de quarta (22), quando o comerciante se encheu de coragem e beijou a quituteira. Simone Spoladore interpreta Clotilde no remake de Angela Chaves: grande drama em destaque Filho bastardo Na publicação original, Clotilde também auxilia Lola com seus doces, mas termina a história sozinha e infeliz em Itapetininga. Um interesse amoroso para a personagem só foi aparecer em 1967, na adaptação da TV Tupi, em que Edgar Franco entrou na história como Almeida para fazer par romântico com Geórgia Gomide. O drama de seu envolvimento com um homem desquitado permaneceu inalterado em 1994, mas os dois acabaram se transformando no principal casal coadjuvante em 2020. Simone Spoladore ganhou torcida nas redes sociais e elogios da crítica com sua interpretação da solteirona. Dessa vez, a tia de Isabel (Giullia Buscacio) acabou engravidando do personagem de Ricardo Pereira e ganha espaço na ficção em seu dilema em abandonar, ou não, a criança em uma roda dos expostos. O arco dramático não existia em nenhuma das versões anteriores. Barbara Reis em cena da produção como Shirley: personagem volta à segunda fase na trama Nova antagonista Ao propor um romance para Lola após a morte de Júlio, a roteirista também precisou reestruturar a sua crônica em busca de uma antagonista para a sua dona de casa. Shirley (Barbara Reis) voltou ao remake na quinta (23) para ser a principal pedra no sapato do relacionamento entre a mãe de Alfredo (Nicolas Prattes) e Afonso. A personagem é livremente inspirada em Carmencita, que foi adicionada à versão de 1994 por Silvio de Abreu. A ideia era retratar a adaptação de imigrantes que chegavam à capital paulista no período de Entreguerras (1918-1939), em que o Brasil era visto como um "país de oportunidades" diante dos inúmeros conflitos armados na Europa. Em busca tornar a sua versão mais representativa, Angela decidiu usar o papel para abordar a questão racial, mesmo que não de maneira direta. Na primeira fase, por exemplo, Shirley sofreu com o preconceito da mãe de João Aranha (Caco Ciocler), que fez de tudo para afastá-la do filho pela sua origem humilde e a cor de sua pele. Emília (Susana Vieira) e Adelaide (Joana de Verona): megera esconde um segredo da herdeira Racismo velado A lista de maldades de Emília (Susana Vieira) não para de crescer. A vilã foi capaz de exilar Adelaide (Joana de Verona) na Europa para manter as aparências da família e esconder um terrível crime que aconteceu em sua mansão. Ela também não pensou duas vezes antes de dopar Justina (Julia Stockler) com inúmeros calmantes para que a história não viesse à tona. Difícil acreditar, porém a crueldade da madame foi suavizada em relação à versão de 1994, quando Nathalia Timberg ficou encarregada de botar para fora todos os absurdos da megera. Em 2020, Angela optou por cortar uma das cenas mais pesadas em que Lola, então vivida por Irene Ravache, se surpreende com o racismo da tia ao lhe pedir para contratar Durvalina (Chica Lopes). Na época, a senhora disse com todas as letras que não aceitaria uma empregada negra dentro de casa, diferente da vilã interpretada por Susana Vieira. Thiago Justino ficou com o papel do mordomo Higino, anteriormente interpretado por um ator branco, Paulo Hesse. A intolerância da ricaça passou a ser mais velada do que explícita, a exemplo da cena em que ela duvida da capacidade de Selma (Aline Borges), em que ela diz preferir um médico branco e rico. A psiquiatra Selma (Aline Prado) foi criada para nova versão: empoderamento feminino na TV Poder feminino A terapeuta de Aline Borges, aliás, é uma adição de Chaves à história, em busca de diminuir o machismo presente no livro original e nas adaptações anteriores. A doutora é livremente inspirada em Nise de Silveira (1905-1999), psiquiatra brasileira que revolucionou os cuidados em saúde mental no Brasil, se opondo a tratamentos cruéis e agressivos como o eletrochoque. A autora também alterou a personalidade de Lola para reforçar a representação do poder feminino na trama, já que anteriormente a doceira era mais submissa ao marido. Na produção da Globo, a viúva ganhou força e já deixou claro, por exemplo, que quer crescer na vida pelos seus próprios méritos. Ela chegará a brigar com Afonso por ser beneficiada às escondidas na sociedade dos dois. Isabel é outra a fazer parte desse processo de empoderamento, já que batalhará para ter uma profissão na narrativa de 2020. Além de se formar professora, ela procurará por um curso de datilografia para seguir carreira como secretária. Em 1994, ela terminou pobre e infeliz por Felício não conseguir bancar a companheira ao perder clientes por conta de seu desquite. noticiasdatv.uol.com.br/noticia/novelas/globo-vira-eramos-seis-de-cabeca-para-baixo-descubra-5-mudancas-32865
  8. Xuxa Meneghel foi escalada para reforçar a programação de domingo da Record e ajudar a emissora a alavancar seus números a partir de março. Ela, que há 18 anos não apresenta um programa no dia mais competitivo da TV brasileira, terá pela frente o maior desafio de sua carreira desde que deixou de lado as atrações infantis e passou a se comunicar com o público adulto. E pela frente terá duas pedreiras: Fausto Silva, na Globo, e Eliana, no SBT. Os novos adversários são amigos pessoais e de longa data da eterna rainha dos baixinhos, o que tornará a briga pela audiência ainda mais interessante. Tanto o The Four quanto o Dancing Brasil, apresentados por Xuxa, foram deslocados para a nova faixa de realities que a Record abriu em sua programação aos domingos, que ocupará o horário das 18h às 19h45, a partir de 8 de março. Em 2019, os dois programas foram exibidos nas noites de quarta-feira e sempre figuraram em terceiro lugar no Ibope, atrás da Globo e do SBT. Faz quase 18 anos que Xuxa deixou de apresentar um programa aos domingos. Entre 1998 e 2002, ela comandou o Planeta Xuxa na Globo, considerado pela loira e por seus fãs como o melhor formato já conduzido por ela desde que trocou o público infantil pelo adulto. Os resultados obtidos eram dos mais satisfatórios e por muitas vezes apresentou índices superiores ao de Fausto Silva, com o seu Domingão do Faustão. Além de ser a primeira --e única-- mulher a apresentar um programa de auditório e ao vivo aos domingos na época, ela tinha a seu favor a infraestrutura de sua antiga emissora e a simpatia de toda a classe artística. Com o fim do Planeta Xuxa, ela tentou retomar a carreira no universo infantil, mas a Globo não deixou o seu Xuxa no Mundo da Imaginação ter vida longa, ficando apenas dois anos no ar. Quando se viu obrigada a reconquistar os adultos com o TV Xuxa, muitos dos fiéis telespectadores foram se dispersando ao longo dos anos. Quando chegou na Record, em 2015, teve apenas um ano à frente de uma atração semanal, com auditório e noturna voltada para os adultos. Mas os números apresentados nunca empolgaram. Desde 2017, ela virou apresentadora de formatos. Embora os números apresentados pelo Dancing Brasil e pelo The Four satisfaçam a Record, nunca estiveram perto de serem considerados um sucesso --em parte pelo horário ingrato em que eram exibidos até o ano passado. Mesmo assim, Xuxa segue como um dos maiores nomes da TV brasileira. E colocá-la para "brigar" com Faustão e com Eliana, consolidados como líder e vice-líder (respectivamente) na faixa nobre dos domingos, é um experimento que muitos fãs pediam à emissora. E mostrar-se competitiva e registrar bons índices no dia da semana que mais gera receita em publicidade às emissoras será um grande desafio para a veterana, que há 37 anos é endeusada pelos fãs --e também pela Record. noticiasdatv.uol.com.br/noticia/televisao/contra-faustao-e-eliana-xuxa-tera-maior-desafio-profissional-na-fase-adulta-32877
  9. A escalação de Júlio Andrade para o seriado "Betinho", uma produção de AfroReggae e Formata para a Globoplay, levou muita gente a imaginar que a Globo teria desistido da próxima temporada de "Sob Pressão", onde ele também é um dos protagonistas. Nada disso. Está confirmada a sua participação nos dois trabalhos. As gravações de "Betinho" e "Sob Pressão" irão acontecer em períodos bem distintos e sem coincidir em momento nenhum. A Globo, inclusive, reafirma que "Sob Pressão 4" está confirmada para exibição em 2021. Já "Betinho", série biográfica, será gravada ainda este ano e vai contar a história do sociólogo Herbert de Souza (1935-1997), um brasileiro que dedicou sua vida à luta pela liberdade e contra as injustiças sociais. Em 1979, ele retorna ao país, depois de anos no exterior como exilado político, iniciando uma trajetória de ativismo que culmina com a histórica Ação da Cidadania contra a Fome, a Miséria e pela Vida, a maior campanha social já vista no Brasil. O trabalho também retratará a vida pessoal de Betinho, sua relação com a família, a luta contra a AIDS e a perda de seus dois irmãos, o cartunista Henfil e o violonista Chico Mário, para a doença. Júlio Andrade fez uma participação especial nos primeiros capítulos de "Amor de Mãe", como Sinésio, irmão de Thelma (Adriana Esteves). https://tvefamosos.uol.com.br/colunas/flavio-ricco/2020/01/24/disputado-na-globo-julio-andrade-e-confirmado-em-sob-pressao.htm
  10. A Rede TV!, em um trabalho coordenado por Leo Dias, está planificando toda a sua cobertura do Carnaval, como sempre, a maior atenção é nos bastidores dos desfiles de escolas e blocos. Porém, a grande surpresa da sua programação poderá ser a transmissão do Baile Gay, do Scala, na noite de terça-feira. Ainda com relação ao Carnaval da Rede TV!, além de usar a equipe da casa, a ideia é contar com convidados especiais. Alguns, para manter o suspense, só serão anunciados em cima da hora. https://tvefamosos.uol.com.br/colunas/flavio-ricco/2020/01/24/transmissao-do-baile-gay-esta-nos-planos-do-carnaval-na-rede-tv.htm
  11. Não é por que eu coloquei que você tem colocar ou você vai ficar me copiando?


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