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Moraes

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  1. Ela só não marcou mais porque o horário estava abaixo de 30 desde o final de Era Uma Vez, junto com a grade voadora que tinha durante o horário político entrando antes das 18h. Logo no primeiro capítulo ela deu prova de fogo marcando 30 pontos mesmo com o Datena explorando um assalto de ônibus no Rio de Janeiro. Será que outra novela nova naquela época teria força para pelo menos 30, porque Esplendor oscilava bastante marcando 35/36 em alguns capítulos e dias de share alto. Estou acompanhando a novela pela primeira vez e incrível a virada que a novela teve a partir da entrada de Marcela e o Heitor ganhando ares de vilão.
  2. Uma pessoa que assistiu o compacto disponível no Youtube me disse que irritou com a protagonista da história junto com a lerdeza do andamento. Engraçado que nesta época toda a Globo passava por uma crise de audiência, porém O Rei do Gado era uma espécie de ilha na grade dando indices típicos do início dos anos 1990.
  3. Com pouco mais de um ano de vida, o SBT --na época ainda chamado pelo antigo nome, TVS-- exibiu uma tragédia em 1982. Um bebê de apenas nove meses morreu no estúdio do programa O Povo na TV enquanto sua mãe suplicava por atendimento médico para a filha, chocando o público que via tudo ao vivo pela televisão. Criado e dirigido por Wilton Franco (1930-2012) e apresentado por nomes como Wagner Montes (1954-2019), Christina Rocha, Roberto Jefferson –que hoje é político--, e Sérgio Mallandro, entre outros, O Povo na TV era derivado do Aqui e Agora, que estreou em 1979 na extinta TV Tupi, chegando a alcançar mais de 20 pontos de audiência. Em 1980, o programa estreou na TVS, quando essa ainda era apenas um canal de Silvio Santos no Rio de Janeiro, e passou a ser exibido pelo SBT a partir de sua entrada no ar, em agosto de 1981. A atração, com quatro horas de duração e exibição ao vivo, era conhecida pelo tom sensacionalista, mostrando reclamações do público, denúncias de crimes, como roubo e estupro, atendimento ruim em hospitais, entre outros dramas, que, muitas vezes, acabavam em briga em pleno palco. Outro destaque era a reza da Ave Maria, comandada por Franco, que encerrava o programa. REPRODUÇÃO/SBT Wilton Franco comanda a apresentação de O Povo na TV, que mostrou tragédia em 1982 No dia 14 de dezembro de 1982, Maria Erinalda da Silva foi ao estúdio do programa, no Rio de Janeiro, queixando-se da falta de atendimento médico para a filha Danubia, que sofria de câncer nos olhos. A menina passou por diversas instituições, como Hospital Pedro Ernesto, Hospital Infantil Ismélia da Silveira, Hospital Souza Aguiar, Casa de Saúde Santa Helena, Hospital Naval e Hospital do Câncer, entre outros, com Maria Erinalda ouvindo as mais variadas desculpas para a recusa pelo tratamento. "A mãe procurou o apresentador Wilton Franco para dizer que há cinco meses percorria os hospitais, sem conseguir internar a filha. Danubia morreu diante das câmeras, sangrando pelos olhos, a principal característica da doença", explicou matéria da Folha de S.Paulo de 16 de dezembro. "A produção do programa negou-se ontem a comentar o fato", informou. De acordo com a reportagem, Maria Erinalda chegou na TVS às 11h, aguardando a entrada do programa no ar, às 13h. Às 13h40, saiu do canal levando o corpo da menina, em uma ambulância, para o Instituto Médico Legal. "O Wilton fez o que ninguém fez por minha filha", declarou o pai da menina, Marcos Eugênio Garcia, à Folha. No dia 17 de dezembro, em editorial, a Folha criticou a exibição do caso. "Estranha concepção de povo essa ostentada pela programação da TVS. Diariamente, O Povo na TV apresenta um desfile das mais variadas manifestações de miséria humana, que faria inveja ao Pátio dos Milagres", destacou o jornal. "Queixas contra particulares ou autoridades, ao lado de sofrimentos terríveis e injustiças clamorosas, tudo isso amplificado por apresentadores e comparsas especializados em superlativos", completou. A publicação enfatizou que o fato exibido ultrapassou os limites. "A TV excedeu-se ao trazer aos lares, em horário vespertino, a agonia e a morte de um bebê, cuja mãe alegava recusa de atendimento em vários hospitais do Rio de Janeiro. Enquanto produziam a costumeira encenação, a criança morreu. Isto é demais", finalizou. Mesmo com a enxurrada de críticas, O Povo na TV continuou na programação do SBT até o ano seguinte, saindo do ar após um escândalo envolvendo Roberto Lengruber, curandeiro que participava da atração e foi preso acusado de charlatanismo. https://noticiasdatv.uol.com.br/noticia/televisao/em-1982-programa-do-sbt-mostrou-morte-de-bebe-ao-vivo-e-chocou-o-publico-28855
  4. Antes de aparecer em A Dona do Pedaçocomo o pistoleiro Rael, Rafael Queiroz teve outras ocupações e passou dificuldades. O ator de 35 anos revelou que começou a trabalhar lavando carro na loja do pai. Quando iniciou os estudos de teatro no Rio de Janeiro, ele precisou trabalhar como sacoleiro para se sustentar. "Comecei a trabalhar muito cedo. Com 14 anos já lavava carros. Meu pai sempre foi um grande vendedor. Aos 16, passei a ser um vendedor de carros. Vendia bem e consegui ter minha independência financeira muito cedo. Com 19, abri minha própria loja", contou em entrevista a Revista Mensch. Natural de Campinas, no interior de São Paulo, Queiroz e o pai decidiram investir em um programa de TV. "Compramos um horário na televisão local e buscamos fazer diferente do que era feito até o momento. Resolvemos que eu apresentaria o programa, foi sucesso", revelou. Porém, o negócio da família foi atingido pela crise econômica de 2008. "Foi um momento muito difícil na minha vida. Tinha acabado de ser pai, estava casado e vimos tudo que tínhamos construído desabar", desabafou. O intérprete de Rael decidiu seguir os passos da irmã Francisca Queiroz e investir na carreira de ator. Rafael se mudou para o Rio de Janeiro e começou a estudar teatro na UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro). "Passei por muitas dificuldades com um filho recém-nascido, trabalhando como sacoleiro durante o dia e ensaiando peças a noite. Estudar quando se é pai, sem estrutura e família por perto não é fácil. Muitas vezes levava o Davi para meus ensaios na UFRJ. Ele neném já estava nas coxias", contou. Rafael afirmou que aprendeu com as dificuldades que passou: "Tudo isso me fez crescer como ser humano e consequentemente como ator. O que fica é o caminho. É importante valorizar as conquistas, mas sem esquecer de onde viemos e aonde queremos chegar". A Dona do Pedaço O ator considera que atuar na novela das nove da Globo é um divisor de águas na carreira por conta da grande visibilidade que está tendo. "O Rael é especial pois me desafia todos os dias. É muito bom poder dar vida a um personagem tão distante de mim. Ao mesmo tempo muito difícil", contou. Rafel Queiroz defendeu seu personagem e afirmou que Rael é refém da educação que recebeu: "Ele carrega uma ferida exposta que foi criada quando menino, e por isso muitas vezes é guiado pelo ódio. Mas vemos que também tem espaço para o amor e relações verdadeiras. Nascido e criado em meio aos pistoleiros, se viu obrigado a ser um deles. Com o trauma que sofreu vive neste ciclo de vingança devastador". O ator também revelou que busca inspiração no cinema e em séries para viver o pistoleiro. "Para citar uma referência: Cillian Murphy interpretando Tommy Shelby em Peaky Blinders". Vida pessoal Solteiro, Queiroz afirmou que atualmente a novela é sua prioridade: "Quero manter o foco total neste trabalho, e desempenhar da melhor maneira possível. Quando tiver tempo, junto com minha maturidade vou conseguir viver a solteirice de uma forma boa e saudável". Pai de Davi, de 10 anos, e Rosa, de 3 anos, Rafael contou que é um pai participativo e gosta de colocar limites nas crianças. "Tento mostrar para os meus filhos que se deve plantar, cuidar e colher. Que o respeito pelo próximo tem que existir independente das diferenças. As dificuldades de ser pai hoje são imensas", desabafou. https://noticiasdatv.uol.com.br/noticia/novelas/pistoleiro-de-dona-do-pedaco-ja-trabalhou-como-sacoleiro-e-lavador-de-carros-28853
  5. Não podemos fazer nada se o DIABO fissurou um público enquanto Regra foi bem conceitual. Incrivel como JEC esteve a frente do seu tempo alertando que a milícia estava no poder, mas a população não percebeu isso. Regra a gente guarda na fã base e lembra muito bem que Deus foi generoso e fez nós irmos de sub30 com direito a 41 no final. Todas as mulheres copiaram o visual da Atena.
  6. Olha o HINO de novela que o Ortiz vai esfregar na fuça da novelinha genérica e infatilóide que estava no ar até semanas atrás
  7. Um hinão desses Já tenho música para meu níver
  8. O JR é praticamente uma espécie de "mofo", assim como o BDB é o "mofo matinal do jornalismo da Globo".
  9. A vergonha desse povo em distribuir ingresso para uma porcaria dessas para promover um charlatão religioso
  10. Deus me livre ver um misto de formatos do exterior com assistencialismo em plena tarde de sábado. Assistivel mesmo só o Só Toca Top (na verdade está no horário errado, além do nome) e Altas Horas. O resto do auditório pode jogar fora.
  11. Lançado no inicio dos anos 2000, fez uma temporada de Malhação, Porto dos Milagres e O Quinto dos Infernos na Globo, além de participar de Cobras & Lagartos em cenas de flashback No final da década foi protagonizar uma novela que não rendeu na Band e depois foi para a Record, sendo destaque em Poder Paralelo. Em 2014 voltou para a Globo para participar de Em Familia, e nunca mais fez uma novela na emissora carioca @Marquinhos C., @kleber alves
  12. Gentil pode ser vice mas pelo menos deve faturar, diferente desse amontoado de filme who
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