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Carlos Eduardo

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Everything posted by Carlos Eduardo

  1. Uma estátua de 400 kg e dois metros de altura foi furtada de um monumento em homenagem a Marechal Deodoro, localizado próximo à Praça Paris - ponto histórico do Rio de Janeiro, no bairro da Glória, na zona Sul da cidade. Segundo a Gerência de Monumentos e Chafarizes do Rio, vinculada à Secretaria de Conservação, a escultura representa a mãe do primeiro presidente do Brasil, D. Rosa Paulina da Fonseca. O alerta sobre o desaparecimento da escultura foi dado na noite de sábado (15) pela arquiteta e pesquisadora Vera Dias, chefe da Gerência de Monumentos e Chafarizes, vinculada à Subsecretaria municipal de Conservação: “Procura-se!!! Estatua da Mãe do Marechal Deodoro, foi furtada do monumento em sua homenagem, próximo da Praça Paris. Pesa cerca de 400 kg em bronze, tem quase 2 metros de altura. Não pode estar passeando por aí! Divulguem a foto. Se souberem de algo, deixem sua mensagem aqui ou liguem para 1746”, divulgou a pesquisadora nas redes sociais. A divulgação tem como objetivo a tentativa de impedir a compra do monumento por ferros-velhos. A publicação conta com mais de 2.000 compartilhamentos até o momento. Ainda não há informações sobre o paradeiro da estátua. A Gerência de Monumentos e Chafarizes, vinculada à Conservação, informou ao UOL que fará hoje um boletim de ocorrência, na Delegacia do Centro, para que a polícia investigue o furto da estátua. Atualmente, a pasta é responsável por 1.371 monumentos (bustos, esculturas, estátuas, relógios e chafarizes) e o órgão mantém contrato para manutenção das peças no valor de R$ 900 mil que inclui limpeza, conserto hidráulico, elétrico e reposição de pequenas peças, além de pequenos reparos. No caso de vandalismo ou furto de grandes peças é necessário fazer um levantamento orçamentário, para abrir uma licitação para que seja feita a restauração e reposição, informou a pasta. FONTE
  2. Os incêndios florestais em Nova Gales do Sul, na Austrália, foram responsáveis por uma redução significativa da população de coalas. Os primeiros levantamentos mostram uma diminuição de 80% a 85% da espécie no estado, afirmou nesta terça-feira (18/02) Stuart Blanch, da organização Fundo Mundial para a Natureza (WWF), a parlamentares australianos. "Com base em nossas informações, não ficaria surpreso se 10 mil coalas tivessem sucumbido ao fogo e à seca", afirmou. Algumas populações da espécie no estado correm o risco de desaparecer até 2050, ou ainda antes. Segundo a bióloga Kara Youngentob, desmatamento, fogo e seca estão destruindo importantes habitats da espécie, que vive em diferentes estados do país. Em janeiro, a ministra do Meio Ambiente, Sussan Ley, informou que os coalas provavelmente deveriam ser declarados ameaçados de extinção em algumas regiões. Desde setembro, os incêndios florestais em Nova Gales do Sul destruíram uma área de 5,4 milhões de hectares, o equivalente ao tamanho da Croácia. Um grupo de especialistas, que analisou o impacto dos incêndios sobre as espécies nativas, fez um alerta recente a sobre a destruição de habitats, recomendando medidas para a recuperação das regiões afetadas. Não só o meio ambiente sofreu com o fogo: de acordo com um estudo da Universidade Nacional de Camberra, 18 milhões de australianos, cerca de dois terços da população, foram afetados pelos incêndios. Dos 3 mil entrevistados, 14% foram diretamente impactados, ou seja, perderam casas ou tiveram que abandonar suas moradias devido às chamas. Outros 64% foram afetados indiretamente devido à fumaça ou têm conhecidos que perderam casas. Os incêndios florestais da Austrália devastaram 12 milhões de hectares, quase um terço do tamanho da Alemanha, com pelo menos 33 vítimas humanas, milhares de casas foram destruídas. Ainda restam alguns focos, mas a chuva forte que caiu nos últimos dias contribuiu para amenizar a situação. FONTE
  3. A visita do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, à Índia, nos dias 24 e 25 deste mês, está sendo aguardada com ansiedade por um fazendeiro em uma pequena vila no estado de Telangana. Bussa Krishna, de 32 anos, é internacionalmente conhecido como um grande fã do presidente americano. Krishna se tornou famoso porque rezava todos os dias perante uma foto de Trump, até que no ano passado conseguiu realizar a primeira etapa de seu sonho de construir um templo para ele: ergueu uma estátua na entrada de sua casa. Ele diz ter gasto o equivalente a quase US$ 2 mil (cerca de R$ 8.600) em uma estátua de 1,80 metro, que fica sobre uma espécie de pedestal. Ali, ele faz orações e oferendas diárias, incluindo banhos de leite. Ao redor, nos muros, pintou o nome do presidente americano diversas vezes. A “inauguração” da imagem aconteceu no ano passado, em 14 de junho. A data não foi por acaso: este é o dia do aniversário de seu grande ídolo. FONTE
  4. A pedagoga, artesã e produtora cultural Raquel Motta , de 35 anos, que protagonizou o meme dos '3 reaix" (com x por causa do sotaque carioca) , está processando 56 empresas por uso indevido de imagem, entre elas a rede de fast food Burger King e o aplicativo de delivery Rappi . A informação foi antecipada pelo colunista Ancelmo Gois, do Globo. Tudo começou quando Raquel foi convidada pelo programa “É de casa”, da Rede Globo, para ensinar como fazer um produto de artesanato sustentável. Ela mostrou o passo a passo para confeccionar uma carteira, cujo custo era de apenas R$ 3. Algum tempo depois, o “Fantástico” fez uma montagem no quadro " Isso a Globo não mostra ", em que sugeria que o preço de venda também era de R$ 3, quando, na verdade, era de R$ 20. O vídeo viralizou , e a artesã viu seu número de seguidores no Instagram passar de 70 para 140 mil, entre famosos e anônimos. — Eu estava sentada no sofá quando assisti ao programa. Fiquei surpresa com a proporção que isso tomou, mas resolvi entrar na brincadeira. Comecei a ensinar, nas redes sociais, como fazer artesanato e abri uma lojinha virtual . Raquel também chegou a ceder sua imagem para comerciais e começou a fazer publiposts em suas redes, recebendo de R$ 300 a R$ 10 mil, a depender da ação. No entanto, algumas empresas passaram a usar sua foto sem autorização. — Meus seguidores começaram a me marcar nos posts, indignados. Entrei em contato com uma marca, pedindo amigavelmente para retirarem a imagem do ar, mas falaram que se sentiam no direito de usá-la, já que todo mundo estava usando — contou. Depois disso, ela recorreu a uma advogada, que mapeou cem anúncios indevidos. Após tentar um acordo extrajudicial sem sucesso, ambas decidiram entrar com processos na Justiça. — A equipe conseguiu montar, até agora, dois processos, contra 58 empresas ao todo. Ainda vou processar as outras. É um absurdo o que fizeram. Minha imagem foi usada por muitos, de drogaria até motel — desabafou a artesã. FONTE
  5. Parece que os morcegos foram inseridos oficialmente na lista de animais fofinhos! Um vídeo compartilhado pelo canal Mega Battie no YouTube mostra uma dócil filhote da espécie Pteropus alecto, popularmente chamada de raposa-voadora, recebendo um cafuné de sua cuidadora, a australiana Mandi Griffith. Batizada de Jeddah, ela foi resgatada ferida pela ONG Sydney Wildlife. filhote de morcego recebendo cafuné “Ela gosta de ser agradada e acariciada. Olha só para esse rostinho feliz”, escreveu Mandi na descrição do vídeo do YouTube. “Normalmente, meus vídeos são bastante curtos quando os animais demonstram um comportamento único, mas [nesse caso não]. A felicidade dela ao ser acariciada continuava cada vez mais explícita e eu simplesmente não conseguia parar de acariciá-la”, relata a cuidadora. Mandi conta que sua parte preferida no vídeo foi o ruído “peculiar” que a filhote faz enquanto recebe o cafuné. Aposto que agora você não tem mais tanto medo dos morcegos, né? Ela é muito fofa! Voltando pra Jeddah, ela deve ficar um bom tempo no santuário da Sydney Wildlife para se recuperar de seus ferimentos. “Ela só quer atenção no momento”, resume Mandi. Morcego encontrado apenas na Oceania Os morcegos da espécie Pteropus alecto são encontrados exclusivamente na Oceania, especialmente no litoral norte da Austrália, Papua Nova Guiné e Indonésia. Felizmente, eles não são considerados uma espécie ameaçada de extinção. Sua dieta é herbívora, rica em frutas, pólen e néctar de eucaliptos nativos. Adoram comer mangas e maçãs! FONTE
  6. O corpo da travesti Monike Matias Chagas, 25 anos, foi encontrado na manhã dessa sexta-feira, 14, submerso na Cachoeira de Missão Velha, na região do Cariri cearense. Ela estava presa a correntes com um cadeado e amarrada com uma corda ligada ao medidor de nível da cachoeira. Monike só foi reconhecida após os familiares a procurarem por meio da Delegacia de Juazeiro do Norte. Eles a identificaram por meio de fotos. A Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE) investiga possíveis suspeitos e ainda chamará os familiares da travesti para testemunharem. A Polícia Civil reforça que a população pode contribuir ao repassar informações e suspeitas em anonimato para a Delegacia Municipal de Missão Velha, pelo número (88) 3542-2902. Três anos da morte de Dandara dos Santos Hoje, dia 15 de fevereiro, completam-se três anos do assassinato da travesti Dandara dos Santos, no bairro Bom Jardim, em Fortaleza. Ela foi apedrejada, morta a tiros e teve toda sua morte filmada e divulgada nas redes sociais. A PCCE afirmou que 12 pessoas participaram do crime. O último suspeito foi preso há um ano, no dia 15 de fevereiro de 2019. País mais violento para travestis e transexuais no Mundo O Brasil é o país mais violento para travestis e transexuais no Mundo, contabilizando pelo menos 124 casos de mortes e violência contra o grupo em 2019. No País, o Nordeste é a região mais perigosa. Do total de casos, apenas 11 tiveram os suspeitos identificados pela polícia. A maioria das vítimas era negra (82%) e do gênero feminino (97%). Os dados são do Dossiê de Assassinatos e Violência contra Travestis e Transexuais Brasileiras, pesquisa da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra). FONTE
  7. Boi, don trai do fron, aa Aino jaste is whacthua, aa Boi, don trai do fron, aa Aino jaste is whacthua, aa Iugamigoin Deroschostranal Baraquenduê Eu amo a Nasa
  8. “Você é feio demais para ser gay”. Foi o que Jakeb Arturio Bradea ouviu de um homem em um bar gay em Huddersfield, na Inglaterra. Não era a primeira vez que ele escutava um comentário do tipo. Na verdade, foram várias vezes. Bradea tentou, então, se matar. Problemas com a imagem corporal afetam milhões de pessoas em todo o mundo e vêm se tornando cada vez mais disseminados na comunidade gay, segundo a ONG LGBT Foundation, sediada em Manchester, na Inglaterra. A entidade diz que homens gays e bissexuais são “muito mais propensos” do que homens heterossexuais a enfrentar tais problemas. A BBC conversou com vários homens gays que vêm fazendo de tudo para mudar seus corpos — incluindo o uso de esteroides e cirurgia plástica — apenas para serem “aceitos” por outros membros da comunidade LGBT. Muitos dizem que redes sociais e aplicativos de namoro estão aumentando a pressão em busca do “corpo perfeito”. “Pessoas com corpos impressionantes recebem todos os comentários e a atenção”, diz Jakeb. “Eu não saio para encontros porque tenho medo de que as pessoas me vejam na vida real. Honestamente, faria uma cirurgia plástica se pudesse pagar.” Anabolizantes e quase morte Em vez de cirurgia, alguns anos atrás, Jakeb recorreu ao uso de esteroides anabolizantes — sem acompanhamento médico — para aumentar a massa muscular. “Malhava e ia à academia, mas chegou uma hora que não conseguia ficar mais musculoso. Na minha cabeça, precisava ser maior”, diz ele. “Meu amigo disse que conhecia um traficante de esteroides, então pensei em tomar uma dose baixa para ver o que acontecia”, acrescenta. Mas esteroides anabolizantes podem ser viciantes. De repente, Jakeb não conseguia mais parar. “Cheguei ao tamanho que queria, mas não me senti bem o suficiente”, diz ele. “Continuei querendo mais. Era como se tivesse uma voz na minha cabeça dizendo que era muito magro.” Jakeb chegou, então, perto da morte uma segunda vez. Foi em novembro do ano passado, quando sofreu insuficiência cardíaca após vários anos de uso intenso de esteróides. “Não conseguia respirar, não conseguia dormir, estava a poucos dias de morrer”, diz ele. “O cardiologista disse que se eu tivesse tomado outra injeção ou tivesse ido à academia mais algumas vezes, teria caído morto.” Meses depois, Jakeb parou de tomar esteroides e perdeu massa muscular, mas continua tendo problemas de saúde para os quais está recebendo tratamento médico. “Simplesmente não valeu a pena”, diz ele. Medidas arriscadas O uso de anabolizantes e similares sem recomendação médica, dentro e fora do esporte de alto rendimento, não é uma prática restrita ao Reino Unido. No Brasil, muitos homens, sobretudo jovens, vêm recorrendo a esses medicamentos para melhorar a aparência e o condicionamento físico, independentemente da orientação sexual. Segundo a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, trata-se de um “problema de saúde pública”. No ano passado, a entidade lançou uma campanha chamada Bomba, Tô Fora com o objetivo de ampliar a conscientização sobre o assunto. Esteroides anabolizantes são derivados sintéticos da testosterona, um hormônio sexual masculino. Seu uso só deve ocorrer em casos de deficiência hormonal e com supervisão médica, já que podem causar uma série de efeitos colaterais, desde aumento da pressão arterial até câncer. Jakeb não é o único a tomar medidas drásticas para tentar chamar a atenção de outros homens. James Brumpton, engenheiro de software em Lincoln, no Reino Unido, se viu “sugado para este mundo de culto ao corpo perfeito” depois de se encontrar com um homem em um bar gay. Eles saíram juntos do local. Quando Brumpton chegou à casa do homem e tirou a camiseta, recebeu um olhar de desprezo acompanhado de um barulho de nojo. Mas você “tem belos braços”, ouviu. Segundo ele, outros homens também o humilharam. Depois de experiências similares, Brumpton decidiu se submeter a uma abdominoplastia. “Permiti que outro homem me influenciasse a tal ponto que removi parte de mim”, diz ele. Pressão e redes sociais Segundo os dados mais recentes divulgados pela Associação Britânica de Cirurgiões Plásticos Estéticos (Baaps), 179 abdominoplastias foram realizadas em homens em 2018 — um aumento de 18% em relação ao ano anterior. Afshin Mosahebi, da Baaps, diz que gays estão atualmente realizando mais procedimentos estéticos do que heterossexuais, embora ele observe que as mulheres ainda se submetam a mais cirurgias do que os homens em geral. Mosahebi acredita que a pressão das redes sociais faz com que cada vez mais pessoas tomem decisões drásticas. “Alguns pacientes não precisam de cirurgia, precisam de ajuda psicológica, e mesmo os pacientes que precisam de cirurgia precisam ser adequadamente informados de todos os riscos potenciais”, diz ele. Depois que a abdominoplastia de Brumpton deu errado, ele ficou com cicatrizes permanentes, o que o deixou ainda mais inseguro sobre seu corpo. “Fui humilhado várias vezes desde então”, diz Brumpton. “Um cara com quem eu estava namorando disse uma vez que eu precisava encontrar jeans na seção de maternidade porque tenho quadris largos.” Os aplicativos de namoro alimentam preocupações com a imagem corporal, acrescenta Brumpton. “Há pessoas que têm em seus perfis ‘zero gordura’, ou outras que gostam apenas de homens masculinos e musculosos, então não querem ninguém que seja super magro”, diz ele. Imagens nas redes sociais e nas principais revistas gays também levaram James a sentir que ele é um “estranho no ninho”. “Você fica com essa ideia na cabeça que, se você é gay, tem de parecer um modelo da Calvin Klein”, diz. Fotos de “corpos sexy” impulsionam as vendas de revistas gays, de acordo com Matthew Todd, ex-editor de uma dessas publicações, a Attitude. “Isso sempre foi um problema e eu tentei repetidamente colocar pessoas na capa que não eram assim: o primeiro homem trans, a primeira mulher trans, a primeira lésbica”, diz Matthew. “Continuei fazendo esse tipo de coisa, mas nenhuma revista vendeu bem.” Quando Matthew colocou uma foto de Stephen Fry, famoso comediante gay britânico, de 62 anos, na capa da revista em 2010, “foi uma das edições com pior vendagem de todos os tempos”, diz ele. “Não estou criticando Stephen Fry, porque ele é incrivelmente popular”, diz ele. “Acho que diz mais sobre o que os leitores estão buscando nas publicações gays.” Baixa autoestima Todd, autor de Straight Jacket: How to be Gay and Happy (Camisa de Força: Como ser Gay e Feliz, em tradução livre), diz que a homofobia alimenta problemas de autoestima de homens gays. “É realmente importante lembrar que existe uma pressão sem precedentes sobre todos nós para nos apresentarmos assim ou assado”, diz ele. “Mas não podemos esquecer que os LGBTs crescem sofrendo humilhação, impedidos de serem eles mesmos.” “Acho que, para muitas pessoas, esse é um trauma gigantesco que se reflete em baixa autoestima. Se você não gosta de si mesmo, você não é feliz com a sua aparência.” Segundo Todd, o resultado é que os homens gays sofrem mais pressão do que os homens heterossexuais para ter o corpo perfeito. “Vendo alguns aplicativos de namoro gay, você pensa que a maioria dos homens ali é modelo”, continua ele. “Se você é um homem gay, achar outro homem atraente é um autojulgamento também. Muitos homens gays confundem ‘Eu quero ficar com ele?’ com ‘Eu quero ser ele?’.” ‘Passei 10 anos destruindo meu corpo’ Jeff Ingold, da ONG LGBT Stonewall, voltada para os direitos LGBT, diz ser “crucial” que vejamos representações mais diversas de gays e bissexuais com diferentes tipos de corpo na mídia. “Isso não apenas ajudaria gays e homens bissexuais a se verem refletidos, como também ajudaria a quebrar estereótipos prejudiciais que afetam a imagem corporal e a autoestima deles.” Mas Jakeb diz que ainda recebe comentários online de pessoas dizendo que “não teriam coragem de sair de casa se tivessem a minha aparência”. “Não participei de paradas gays e levei pedrada para construir a comunidade que temos agora”, diz ele. “Temos igualdade, mas somos horríveis uns com os outros.” FONTE
  9. Gloria Maria contou em seu Instagram que terminou a primeira parte do tratamento contra um tumor no cérebro. Com uma foto em que aparece de biquíni em um barco, a jornalista comemorou a fase em que se encontra: "Me recuperando graças a Deus. A primeira parte do tratamento terminou. Está chegando ao fim. Quase zerada". Durante esse período, a apresentadora teve que mudar alguns hábitos, como deixar de tomar sol. "Por causa do meu tratamento ainda não posso tomar sol. Daí deu saudade. Férias em julho passado na Sardenha", escreveu ela na legenda da foto. Gloria ainda fez questão de ressaltar que a imagem não tinha filtro. "Nada perfeito porque não sou. A vida como ela é", disse, referindo-se ao seu corpo sem edição. Gloria também aproveitou a postagem para agradecer a energia que tem recebido e disse que logo volta a publicar fotos atuais. Muitos dos seguidores deixaram mensagens de apoio. "Linda", escreveu a apresentadora Maisa Silva, do SBT. A modelo Fernanda Motta se declarou: "Te amo". Já a jornalista Joyce Pascowitch deixou seu incentivo: "Guerreira maravilhosa!". Em novembro de 2019, a apresentadora do Globo Repórter passou uma uma cirurgia de neoplasia no cérebro. Após a recuperação da retirada do tumor, ela voltou ao trabalho em dezembro, para apresentar o lançamento do filme do show de Roberto Carlos em Jerusalém. Veja a foto publicada pela apresentadora: FONTE
  10. Regina Duarte acertou sua saída da Globo após 50 anos na emissora para poder comandar a Secretaria Especial de Cultura do governo de Jair Bolsonaro. Ciente de que deveria rescindir seu contrato vitalício para poder assumir um cargo público, a atriz veterana se reuniu com a cúpula da emissora para afinar os detalhes. Agora, só resta a assinatura do distrato. A informação foi divulgada pela revista Veja e pelo jornal O Globo. Procurada pelo Notícias da TV, a Comunicação da Globo reiterou a nota oficial enviada à imprensa em 29 de janeiro deste ano. "Globo e Regina Duarte estão negociando o fim da relação contratual, em função da decisão da atriz de aceitar o convite para ocupar a Secretaria Especial de Cultura", diz. A assessoria de imprensa da atriz também foi questionada e respondeu que não falaria sobre o assunto. Em janeiro, Regina foi convidada por Jair Bolsonaro para assumir a pasta de Cultura do governo federal. No dia 21 daquele mês, a atriz havia dito que estava em um noivado com o presidente, e logo aceitou a proposta. Já no dia 29 de janeiro, William Bonner anunciou ao vivo durante o Jornal Nacional que a rescisão contratual entre a veterana e a Globo já estava em negociação, uma vez que a emissora não permite que seus funcionários ocupem cargos públicos. Regina Duarte será o quarto nome à frente da Cultura no governo Bolsonaro. Em agosto de 2019, o então secretário Henrique Pires deixou o cargo após polêmica que envolvia o cancelamento de um edital para TVs públicas que incluía séries com temática LGBT. Ricardo Braga foi alçado ao cargo para substituir Pires, mas acabou sendo indicado para chefiar uma secretaria do Ministério da Educação após dois meses. Roberto Alvim foi nomeado para a Cultura, mas caiu após divulgar um discurso baseado em uma fala do nazista Joseph Goebbels, ministro de Hitler. O interino de Alvim, José Paulo Soares Martins, foi exonerado logo depois. FONTE
  11. Uma criança de 11 anos usou uma faca para proteger a mãe e o irmão mais velho que eram agredidos e matou o padrasto na noite de segunda-feira (10), em Campinas (SP). O caso foi registrado no plantão da Polícia Civil na madrugada desta terça (11). De acordo com relatos dos envolvidos à Polícia Civil, o homem de 43 anos costumava agredir a mulher e o filho mais velho dela, de 15 anos. A companheira, em seu depoimento, diz que ele brigava por ciúmes. Na noite de segunda, após uma discussão do casal, o padrasto teria partido para novas agressões contra a companheira e depois contra o adolescente, sufocando-o com uma chave de braço. À polícia, a criança disse que, vendo que o irmão estava quase sem ar, pegou uma faca para "cutucar" o padrasto, e que não tinha a intenção de machucá-lo. Ela relata que teria cutucado o homem duas vezes, "sem ver onde tinha o atingido". Após a ação, o padrasto soltou o adolescente e correu para fora de casa. Segundo os relatos, ele sangrava bastante. De acordo com a equipe que foi acionada para socorro, o homem sofreu um corte no pescoço e o sangramento provocou a morte rapidamente. Em seu despacho, o delegado da 2ª Delegacia Seccional que registrou a ocorrência destaca que, diante do que foi apurado, o padrasto "reiteradamente praticava agressões contra a companheira e seus enteados", culminando com "este fatídico evento", em que a "criança com apenas 11 anos de idade agiu sob forte emoção e apenas golpeou o agressor, para que o mesmo interrompesse a severa agressão contra o irmão". O caso será apresentado ao Ministério Público e à Vara da Infância e Juventude. Caso foi registrado na 2ª Delegacia Seccional de Campinas. FONTE
  12. Ninguém quer ver o seu trabalho cerceado e mutilado por uma pessoa que não tem experiência alguma no ramo e só está onde está por nepotismo e prepotência Tô é com pena da Fridmann, Amor sem Igual não é 1/10 do que ela já entregou e muito artificial
  13. Achei uma colocação super válida e pertinente sim Pode-se resumir o protagonismo negro nas tramas em Taís Araújo, Camila PItanga e Lázaro Ramos Não que isso seja ruim, mas é inegável que é uma barreira que precisa ser derrubada
  14. O mundo nunca esteve tão ameaçado: no dia 23 de janeiro, o Boletim dos Cientistas Atômicos, da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, adiantou o Relógio do Juízo Final em 20 segundos. Desde então, faltam só 100 segundos para a “meia-noite” — horário estabelecido pelos cientistas para representar quando aconteceria a destruição do planeta. O relógio foi criado em 1947, na Guerra Fria, e essa é a essa é a primeira vez que chegamos tão próximo da fatídica hora. Não é preciso ser um cientista atômico para perceber que, de fato, temos passado por poucas e boas desde o início de 2020 (e nos últimos anos, claro). De incêndios que devastaram a Austrália a ameaça de guerra entre duas potências nucleares, passando por um novo vírus que surgiu na China e temporais que deixaram grandes cidades do Brasil completamente alagadas, a sensação de catástrofe iminente parece inevitável. Alguns grupos de pessoas, porém, levam esse sentimento ao extremo, e há anos se preparam para o fim do mundo: são os sobrevivencialistas, ou “Doomsday Preppers” no nome em inglês (significa algo como “preparadores para o fim do mundo”). Essa comunidade se solidificou principalmente a partir do fenômeno 2012, conjunto de crenças segundo as quais o mundo acabaria no dia 21 de dezembro daquele ano. O mundo não acabou, mas isso não impediu que os sobrevivencialistas se unissem em preparação para a possibilidade de outra catástrofe. Será que eles têm razão? “Fala-se muito em colapsos da sociedade que podem levar ao fim do mundo, mas há muitas outras coisas que acontecem antes disso”, observa o programador carioca Raphael Cozzi, de 35 anos, representante de uma das maiores comunidades de sobrevivencialistas do Brasil, a Preppers Brasil. “Nós tentamos mostrar que o fim do mundo não é o único objetivo, é importante sempre estar preparado para tudo.” Hoje com 3 mil membros, a comunidade é dividida em diferentes núcleos, que se organizam para compartilhar ideias e dicas de sobrevivência. “É importante conhecer sua região, saber das ameaças, do que seria preciso. Se você mora no Rio de Janeiro, não vai se preparar para uma tempestade de neve”, pondera o carioca. Sobrevivência milionária Segundo Cozzi, existem diferenças quando o assunto é preparação para catástrofes. “Há um grupo mais sobrevivencialista, que busca sobreviver com os recursos do meio e se adaptar a ele, e há os preparadores, cujo objetivo é ter recursos acumulados”, diz. Na visão dele, o planejamento deve ser pensado a curto, médio e longo prazo, pois é inevitável que uma hora as reservas acabem – mesmo que se tenha uma quantidade muito grande de alimentos e outros suprimentos. O grupo brasileiro é menos radical do que outros mundo afora, onde pessoas chegam a investir US$ 19 mil em abrigos antibombas, caso de alguns preparadores japoneses, ou até US$ 75 mil em um ano, como um preparador norte-americano. Muitas dessas histórias, aliás, viraram séries de TV e reality shows, como Preparados para o Fim, que foi ao ar entre 2012 e 2014 na National Geographic. O ecossistema nos Estados Unidos é o maior e, talvez por isso, um dos mais conhecidos por seus exageros. Segundo o site The Prepping Guide, a Terra do Tio Sam tem entre 4 e 9 milhões de pessoas se preparando para o fim do mundo, das quais entre 15% e 30% gastam em média US$ 1.850 em mantimentos e produtos para esse momento. Não à toa, existe toda uma indústria dedicada a isso, com lojas como a The Ready Store, que vende produtos de sobrevivência online, a Emergency Essentials, uma grande varejista de comidas prontas e geradores solares, e a My Patriot Supply, que comercializa estoques de comida para seis meses. Melhor prevenir do que remediar “A vida é algo muito bonito e frágil, isso nos angustia, estamos sempre buscando formas de sobreviver”, explica o professor de Psicologia Social Hélio Roberto Deliberador, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). “Desde que o homem é homem, das sociedades mais simples às mais complexas, especula-se sobre o fim do mundo”, diz. Isso vale tanto para teorias religiosas quanto científicas — a ciência inclusive daria um passo à frente não só imaginando o fim do mundo, mas buscando lugares para abrigar a vida quando a Terra não existir mais. Na visão do professor, o mundo globalizado, em que as informações circulam em alta velocidade, contribui para deixar os nervos à flor da pele e aumentar a sensação de emergência. “Isso tudo agudiza no coração das pessoas a ideia de que está se cumprindo um encadeamento de fatos ou profecias que levarão ao fim do mundo”, analisa Deliberador. O paradoxo, ele diz, é as pessoas se preocuparem com situações de exceção ou restrita a regiões específicas — como o coronavírus — e, ao mesmo tempo, não se vacinarem contra a gripe. O líder da comunidade brasileira concorda com a opinião do professor, mas com ressalvas. Ele acredita que hoje existem ameaças reais muito mais perigosas do que um meteoro caindo na Terra ou a inversão do campo magnético, algumas das teorias comuns para o fim do mundo. “Um dos grandes riscos hoje é um colapso financeiro, e é um risco mais regional do que global, o que não significa que não possa se tornar global criando um efeito dominó”, diz. Entretanto, como um bom sobrevivencialista, ele defende que é melhor ter estratégias de sobrevivência e não precisar delas, do que precisar e não tê-las. Ainda assim (e esse é um ponto com o qual nenhum especialista parece discordar), mais importante do que se preparar para o fim do mundo é fazer o possível para evitar que ele aconteça. Por isso, a comunidade de preparadores brasileiros têm iniciativas em prol de toda a sociedade. Em 2017, por exemplo, eles apresentaram à prefeitura do Rio de Janeiro um plano para prevenção de enchentes na cidade. O projeto, infelizmente, não avançou muito. E, como escreveu Rachel Bronson, presidente da organização responsável pelo Relógio do Juízo Final, promover o debate e oferecer recomendações sobre como afastar o relógio para longe da meia-noite são atitudes que surtem efeitos. “Nós já fizemos isso antes [ganhar de volta alguns segundos], o que significa que certamente podemos fazer de novo”. Mas, de acordo com ela, é preciso entrar em ação logo. “Em 2020, porém, os líderes mundiais têm menos tempo até a meia-noite para tomar suas decisões, e a necessidade de agir para reduzir o risco de uma guerra nuclear e as mudanças climáticas é grande. Por favor, continuem a pressionar seus líderes a agirem agora, como se a vida deles dependesse disso. Porque a deles — e as nossas — sem dúvidas dependem.” O mundo vai acabar? As teorias mais comuns para o fim do mundo, na visão dos sobrevivencialistas: Inversão dos polos magnéticos da Terra A ciência comprovou que tal evento ocorreu entre 10 e 20 mil anos atrás. Uma nova inversão dos polos magnéticos causaria o enfraquecimento da camada eletromagnética do planeta, deixando-o vulnerável a explosões solares e tempestades magnéticas, que podem destruir o sistema de produção e distribuição de eletricidade no planeta. Manipulação e geoengenharia Um dos exemplos mais clássicos é o dos rastros químicos: acredita-se que os rastros de fumaça deixados por alguns aviões contenham elementos químicos que são usados para determinados fins, entre eles, espalhar doenças e manipular o clima. Invasão Alienígena Aqui podemos dividir a ameaça em dois grupos: alienígenas invadindo o planeta e um governo secreto que planeja uma falsa invasão alienígena, utilizando hologramas e projeções – a Nasa também estaria por trás desse plano, como era de se esperar. Redução Populacional Existe uma teoria de que existem 13 famílias que controlam tudo o que acontece no mundo, dos acontecimentos financeiros aos governos. Essa ideia é baseada em inscrições em um monumento construído nos EUA que contém instruções a serem seguidas, entre as quais "manter a população mundial abaixo de 500 milhões”. Por causa disso, alguns preppers, a maioria norte-americanos, acreditam que a população mundial será reduzida em cerca de 90% de alguma forma – epidemia global, guerras ou por processos mais lentos. FONTE
  15. Biólogos da Universidade Carleton, no Canadá, desenvolveram um aparato um tanto peculiar para estudar as tartarugas-mapa, que vivem naquele país: um tipo de "boneca inflável" que imita as fêmeas da espécie. Segundo os especialistas, os objetos foram criados por impressoras 3D com o intuito de ajudar no estudo do comportamento reprodutivo desses animais. Para os pesquisadores, a tecnologia está mudando a forma como estudamos as outras espécies. "A impressão tridimensional está abrindo caminhos interessantes para o estudo do comportamento dos animais no campo. Agora somos capazes de produzir de forma barata e rápida iscas animais anatomicamente precisas", escreveu Grégory Bulté, um dos pesquisadores, em um artigo sobre o assunto publicado no . As tartatugas-mapa (Graptemys geographica) não estão propriamente ameaçadas de extinção, mas a espécie está na lista canadense de animais que podem entrar em risco em breve. Sendo assim, os biólogos acreditam que estudar os hábitos reprodutivos é essencial — e qual a melhor forma para isso? Para eles, usando bonecas sexuais. A ideia surgiu por duas razões: essas tartarugas se encondem ao se assustarem com a movimentação superficial da água. Além disso, elas acasalam nas profundezas de lagos e rios de água doce, portanto, vislumbrar seu comportamento pode ser bem difícil. "A inspiração veio após muitas primaveras gastas mergulhando de nos locais onde as tartarugas-mapa hibernam", contou Bulté ao site IFLScience. "Eu costumava ver machos cortejando fêmeas ou seguindo-as. Interessado em entender seu comportamento de acasalamento, eu me perguntava se poderíamos enganar os machos com modelos realistas de fêmeas." De acordo com Bulté, ele e sua equipe tentaram primeiro usando apenas o casco de uma tartaruga-mapa com uma câmera Go Pro acoplada — e funcionou. Os machos vieram conferir o que estava rolando por ali. Sendo assim, os especialistas pensaram: "por que não criar uma réplica da fêmea em 3D?" "Fomos capazes de não apenas testar hipóteses e previsões, mas também simplesmente observar o que os animais faziam", escreveu Bulté no The Conversation. "Enquanto examinávamos os vídeos de nossos experimentos, testemunhamos vários fenômenos que não sabíamos serem possíveis, incluindo uma tartaruga-mapa fêmea aparentemente chiando para um boneco feminino e um mergulhão atacando um boneco masculino." Entre as descobertas da equipe está o fato de que os machos da espécie se importam com o tamanho de sua companheira, pois fêmeas maiores têm mais chances de ter filhotes grandes — o que, por sua vez, aumenta a probabilidade de sobrevivência da prole. Esse comportamento é particularmente interessante, principalmente considerando que a espécie é um exemplo de dimorfismo sexual: as fêmeas são consideravelmente maiores que os machos. Machos da espécie são consideravelmente menores que as fêmeas (Foto: Grégory Bulté/<em>The Conversation</em>) "A onipresença e a acessibilidade das câmeras de ação certamente renderão muitas observações perspicazes sobre animais aquáticos, incluindo tartarugas", afirmou Bulté. Algumas poderão inclusive influenciar a forma como pensamos sobre o comportamento animal, enquanto outras [análises] podem servir só como 'espiadinhas' desse mundo amplamente inexplorado." FONTE


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