Jump to content


Carlos Eduardo

Membro
  • Content Count

    14,085
  • Joined

  • Last visited

  • Days Won

    1
  • Pontos

    7,684 [ Donate ]

Carlos Eduardo last won the day on June 1 2019

Carlos Eduardo had the most liked content!

Community Reputation

4,388 Ótimo

About Carlos Eduardo

  • Rank
    Experiente
  • Birthday 12/12/1993

Contact Methods

  • Twitter
    carloscds1231
  • Instagram
    cecds123
  • Last.fm
    Miudovskys

Profile Information

  • Localização
    Maceió

Recent Profile Visitors

4,998 profile views
  1. Uma estátua de 400 kg e dois metros de altura foi furtada de um monumento em homenagem a Marechal Deodoro, localizado próximo à Praça Paris - ponto histórico do Rio de Janeiro, no bairro da Glória, na zona Sul da cidade. Segundo a Gerência de Monumentos e Chafarizes do Rio, vinculada à Secretaria de Conservação, a escultura representa a mãe do primeiro presidente do Brasil, D. Rosa Paulina da Fonseca. O alerta sobre o desaparecimento da escultura foi dado na noite de sábado (15) pela arquiteta e pesquisadora Vera Dias, chefe da Gerência de Monumentos e Chafarizes, vinculada à Subsecretaria municipal de Conservação: “Procura-se!!! Estatua da Mãe do Marechal Deodoro, foi furtada do monumento em sua homenagem, próximo da Praça Paris. Pesa cerca de 400 kg em bronze, tem quase 2 metros de altura. Não pode estar passeando por aí! Divulguem a foto. Se souberem de algo, deixem sua mensagem aqui ou liguem para 1746”, divulgou a pesquisadora nas redes sociais. A divulgação tem como objetivo a tentativa de impedir a compra do monumento por ferros-velhos. A publicação conta com mais de 2.000 compartilhamentos até o momento. Ainda não há informações sobre o paradeiro da estátua. A Gerência de Monumentos e Chafarizes, vinculada à Conservação, informou ao UOL que fará hoje um boletim de ocorrência, na Delegacia do Centro, para que a polícia investigue o furto da estátua. Atualmente, a pasta é responsável por 1.371 monumentos (bustos, esculturas, estátuas, relógios e chafarizes) e o órgão mantém contrato para manutenção das peças no valor de R$ 900 mil que inclui limpeza, conserto hidráulico, elétrico e reposição de pequenas peças, além de pequenos reparos. No caso de vandalismo ou furto de grandes peças é necessário fazer um levantamento orçamentário, para abrir uma licitação para que seja feita a restauração e reposição, informou a pasta. FONTE
  2. Os incêndios florestais em Nova Gales do Sul, na Austrália, foram responsáveis por uma redução significativa da população de coalas. Os primeiros levantamentos mostram uma diminuição de 80% a 85% da espécie no estado, afirmou nesta terça-feira (18/02) Stuart Blanch, da organização Fundo Mundial para a Natureza (WWF), a parlamentares australianos. "Com base em nossas informações, não ficaria surpreso se 10 mil coalas tivessem sucumbido ao fogo e à seca", afirmou. Algumas populações da espécie no estado correm o risco de desaparecer até 2050, ou ainda antes. Segundo a bióloga Kara Youngentob, desmatamento, fogo e seca estão destruindo importantes habitats da espécie, que vive em diferentes estados do país. Em janeiro, a ministra do Meio Ambiente, Sussan Ley, informou que os coalas provavelmente deveriam ser declarados ameaçados de extinção em algumas regiões. Desde setembro, os incêndios florestais em Nova Gales do Sul destruíram uma área de 5,4 milhões de hectares, o equivalente ao tamanho da Croácia. Um grupo de especialistas, que analisou o impacto dos incêndios sobre as espécies nativas, fez um alerta recente a sobre a destruição de habitats, recomendando medidas para a recuperação das regiões afetadas. Não só o meio ambiente sofreu com o fogo: de acordo com um estudo da Universidade Nacional de Camberra, 18 milhões de australianos, cerca de dois terços da população, foram afetados pelos incêndios. Dos 3 mil entrevistados, 14% foram diretamente impactados, ou seja, perderam casas ou tiveram que abandonar suas moradias devido às chamas. Outros 64% foram afetados indiretamente devido à fumaça ou têm conhecidos que perderam casas. Os incêndios florestais da Austrália devastaram 12 milhões de hectares, quase um terço do tamanho da Alemanha, com pelo menos 33 vítimas humanas, milhares de casas foram destruídas. Ainda restam alguns focos, mas a chuva forte que caiu nos últimos dias contribuiu para amenizar a situação. FONTE
  3. A visita do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, à Índia, nos dias 24 e 25 deste mês, está sendo aguardada com ansiedade por um fazendeiro em uma pequena vila no estado de Telangana. Bussa Krishna, de 32 anos, é internacionalmente conhecido como um grande fã do presidente americano. Krishna se tornou famoso porque rezava todos os dias perante uma foto de Trump, até que no ano passado conseguiu realizar a primeira etapa de seu sonho de construir um templo para ele: ergueu uma estátua na entrada de sua casa. Ele diz ter gasto o equivalente a quase US$ 2 mil (cerca de R$ 8.600) em uma estátua de 1,80 metro, que fica sobre uma espécie de pedestal. Ali, ele faz orações e oferendas diárias, incluindo banhos de leite. Ao redor, nos muros, pintou o nome do presidente americano diversas vezes. A “inauguração” da imagem aconteceu no ano passado, em 14 de junho. A data não foi por acaso: este é o dia do aniversário de seu grande ídolo. FONTE
  4. A pedagoga, artesã e produtora cultural Raquel Motta , de 35 anos, que protagonizou o meme dos '3 reaix" (com x por causa do sotaque carioca) , está processando 56 empresas por uso indevido de imagem, entre elas a rede de fast food Burger King e o aplicativo de delivery Rappi . A informação foi antecipada pelo colunista Ancelmo Gois, do Globo. Tudo começou quando Raquel foi convidada pelo programa “É de casa”, da Rede Globo, para ensinar como fazer um produto de artesanato sustentável. Ela mostrou o passo a passo para confeccionar uma carteira, cujo custo era de apenas R$ 3. Algum tempo depois, o “Fantástico” fez uma montagem no quadro " Isso a Globo não mostra ", em que sugeria que o preço de venda também era de R$ 3, quando, na verdade, era de R$ 20. O vídeo viralizou , e a artesã viu seu número de seguidores no Instagram passar de 70 para 140 mil, entre famosos e anônimos. — Eu estava sentada no sofá quando assisti ao programa. Fiquei surpresa com a proporção que isso tomou, mas resolvi entrar na brincadeira. Comecei a ensinar, nas redes sociais, como fazer artesanato e abri uma lojinha virtual . Raquel também chegou a ceder sua imagem para comerciais e começou a fazer publiposts em suas redes, recebendo de R$ 300 a R$ 10 mil, a depender da ação. No entanto, algumas empresas passaram a usar sua foto sem autorização. — Meus seguidores começaram a me marcar nos posts, indignados. Entrei em contato com uma marca, pedindo amigavelmente para retirarem a imagem do ar, mas falaram que se sentiam no direito de usá-la, já que todo mundo estava usando — contou. Depois disso, ela recorreu a uma advogada, que mapeou cem anúncios indevidos. Após tentar um acordo extrajudicial sem sucesso, ambas decidiram entrar com processos na Justiça. — A equipe conseguiu montar, até agora, dois processos, contra 58 empresas ao todo. Ainda vou processar as outras. É um absurdo o que fizeram. Minha imagem foi usada por muitos, de drogaria até motel — desabafou a artesã. FONTE
  5. Parece que os morcegos foram inseridos oficialmente na lista de animais fofinhos! Um vídeo compartilhado pelo canal Mega Battie no YouTube mostra uma dócil filhote da espécie Pteropus alecto, popularmente chamada de raposa-voadora, recebendo um cafuné de sua cuidadora, a australiana Mandi Griffith. Batizada de Jeddah, ela foi resgatada ferida pela ONG Sydney Wildlife. filhote de morcego recebendo cafuné “Ela gosta de ser agradada e acariciada. Olha só para esse rostinho feliz”, escreveu Mandi na descrição do vídeo do YouTube. “Normalmente, meus vídeos são bastante curtos quando os animais demonstram um comportamento único, mas [nesse caso não]. A felicidade dela ao ser acariciada continuava cada vez mais explícita e eu simplesmente não conseguia parar de acariciá-la”, relata a cuidadora. Mandi conta que sua parte preferida no vídeo foi o ruído “peculiar” que a filhote faz enquanto recebe o cafuné. Aposto que agora você não tem mais tanto medo dos morcegos, né? Ela é muito fofa! Voltando pra Jeddah, ela deve ficar um bom tempo no santuário da Sydney Wildlife para se recuperar de seus ferimentos. “Ela só quer atenção no momento”, resume Mandi. Morcego encontrado apenas na Oceania Os morcegos da espécie Pteropus alecto são encontrados exclusivamente na Oceania, especialmente no litoral norte da Austrália, Papua Nova Guiné e Indonésia. Felizmente, eles não são considerados uma espécie ameaçada de extinção. Sua dieta é herbívora, rica em frutas, pólen e néctar de eucaliptos nativos. Adoram comer mangas e maçãs! FONTE
  6. O corpo da travesti Monike Matias Chagas, 25 anos, foi encontrado na manhã dessa sexta-feira, 14, submerso na Cachoeira de Missão Velha, na região do Cariri cearense. Ela estava presa a correntes com um cadeado e amarrada com uma corda ligada ao medidor de nível da cachoeira. Monike só foi reconhecida após os familiares a procurarem por meio da Delegacia de Juazeiro do Norte. Eles a identificaram por meio de fotos. A Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE) investiga possíveis suspeitos e ainda chamará os familiares da travesti para testemunharem. A Polícia Civil reforça que a população pode contribuir ao repassar informações e suspeitas em anonimato para a Delegacia Municipal de Missão Velha, pelo número (88) 3542-2902. Três anos da morte de Dandara dos Santos Hoje, dia 15 de fevereiro, completam-se três anos do assassinato da travesti Dandara dos Santos, no bairro Bom Jardim, em Fortaleza. Ela foi apedrejada, morta a tiros e teve toda sua morte filmada e divulgada nas redes sociais. A PCCE afirmou que 12 pessoas participaram do crime. O último suspeito foi preso há um ano, no dia 15 de fevereiro de 2019. País mais violento para travestis e transexuais no Mundo O Brasil é o país mais violento para travestis e transexuais no Mundo, contabilizando pelo menos 124 casos de mortes e violência contra o grupo em 2019. No País, o Nordeste é a região mais perigosa. Do total de casos, apenas 11 tiveram os suspeitos identificados pela polícia. A maioria das vítimas era negra (82%) e do gênero feminino (97%). Os dados são do Dossiê de Assassinatos e Violência contra Travestis e Transexuais Brasileiras, pesquisa da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra). FONTE
  7. Boi, don trai do fron, aa Aino jaste is whacthua, aa Boi, don trai do fron, aa Aino jaste is whacthua, aa Iugamigoin Deroschostranal Baraquenduê Eu amo a Nasa
  8. “Você é feio demais para ser gay”. Foi o que Jakeb Arturio Bradea ouviu de um homem em um bar gay em Huddersfield, na Inglaterra. Não era a primeira vez que ele escutava um comentário do tipo. Na verdade, foram várias vezes. Bradea tentou, então, se matar. Problemas com a imagem corporal afetam milhões de pessoas em todo o mundo e vêm se tornando cada vez mais disseminados na comunidade gay, segundo a ONG LGBT Foundation, sediada em Manchester, na Inglaterra. A entidade diz que homens gays e bissexuais são “muito mais propensos” do que homens heterossexuais a enfrentar tais problemas. A BBC conversou com vários homens gays que vêm fazendo de tudo para mudar seus corpos — incluindo o uso de esteroides e cirurgia plástica — apenas para serem “aceitos” por outros membros da comunidade LGBT. Muitos dizem que redes sociais e aplicativos de namoro estão aumentando a pressão em busca do “corpo perfeito”. “Pessoas com corpos impressionantes recebem todos os comentários e a atenção”, diz Jakeb. “Eu não saio para encontros porque tenho medo de que as pessoas me vejam na vida real. Honestamente, faria uma cirurgia plástica se pudesse pagar.” Anabolizantes e quase morte Em vez de cirurgia, alguns anos atrás, Jakeb recorreu ao uso de esteroides anabolizantes — sem acompanhamento médico — para aumentar a massa muscular. “Malhava e ia à academia, mas chegou uma hora que não conseguia ficar mais musculoso. Na minha cabeça, precisava ser maior”, diz ele. “Meu amigo disse que conhecia um traficante de esteroides, então pensei em tomar uma dose baixa para ver o que acontecia”, acrescenta. Mas esteroides anabolizantes podem ser viciantes. De repente, Jakeb não conseguia mais parar. “Cheguei ao tamanho que queria, mas não me senti bem o suficiente”, diz ele. “Continuei querendo mais. Era como se tivesse uma voz na minha cabeça dizendo que era muito magro.” Jakeb chegou, então, perto da morte uma segunda vez. Foi em novembro do ano passado, quando sofreu insuficiência cardíaca após vários anos de uso intenso de esteróides. “Não conseguia respirar, não conseguia dormir, estava a poucos dias de morrer”, diz ele. “O cardiologista disse que se eu tivesse tomado outra injeção ou tivesse ido à academia mais algumas vezes, teria caído morto.” Meses depois, Jakeb parou de tomar esteroides e perdeu massa muscular, mas continua tendo problemas de saúde para os quais está recebendo tratamento médico. “Simplesmente não valeu a pena”, diz ele. Medidas arriscadas O uso de anabolizantes e similares sem recomendação médica, dentro e fora do esporte de alto rendimento, não é uma prática restrita ao Reino Unido. No Brasil, muitos homens, sobretudo jovens, vêm recorrendo a esses medicamentos para melhorar a aparência e o condicionamento físico, independentemente da orientação sexual. Segundo a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, trata-se de um “problema de saúde pública”. No ano passado, a entidade lançou uma campanha chamada Bomba, Tô Fora com o objetivo de ampliar a conscientização sobre o assunto. Esteroides anabolizantes são derivados sintéticos da testosterona, um hormônio sexual masculino. Seu uso só deve ocorrer em casos de deficiência hormonal e com supervisão médica, já que podem causar uma série de efeitos colaterais, desde aumento da pressão arterial até câncer. Jakeb não é o único a tomar medidas drásticas para tentar chamar a atenção de outros homens. James Brumpton, engenheiro de software em Lincoln, no Reino Unido, se viu “sugado para este mundo de culto ao corpo perfeito” depois de se encontrar com um homem em um bar gay. Eles saíram juntos do local. Quando Brumpton chegou à casa do homem e tirou a camiseta, recebeu um olhar de desprezo acompanhado de um barulho de nojo. Mas você “tem belos braços”, ouviu. Segundo ele, outros homens também o humilharam. Depois de experiências similares, Brumpton decidiu se submeter a uma abdominoplastia. “Permiti que outro homem me influenciasse a tal ponto que removi parte de mim”, diz ele. Pressão e redes sociais Segundo os dados mais recentes divulgados pela Associação Britânica de Cirurgiões Plásticos Estéticos (Baaps), 179 abdominoplastias foram realizadas em homens em 2018 — um aumento de 18% em relação ao ano anterior. Afshin Mosahebi, da Baaps, diz que gays estão atualmente realizando mais procedimentos estéticos do que heterossexuais, embora ele observe que as mulheres ainda se submetam a mais cirurgias do que os homens em geral. Mosahebi acredita que a pressão das redes sociais faz com que cada vez mais pessoas tomem decisões drásticas. “Alguns pacientes não precisam de cirurgia, precisam de ajuda psicológica, e mesmo os pacientes que precisam de cirurgia precisam ser adequadamente informados de todos os riscos potenciais”, diz ele. Depois que a abdominoplastia de Brumpton deu errado, ele ficou com cicatrizes permanentes, o que o deixou ainda mais inseguro sobre seu corpo. “Fui humilhado várias vezes desde então”, diz Brumpton. “Um cara com quem eu estava namorando disse uma vez que eu precisava encontrar jeans na seção de maternidade porque tenho quadris largos.” Os aplicativos de namoro alimentam preocupações com a imagem corporal, acrescenta Brumpton. “Há pessoas que têm em seus perfis ‘zero gordura’, ou outras que gostam apenas de homens masculinos e musculosos, então não querem ninguém que seja super magro”, diz ele. Imagens nas redes sociais e nas principais revistas gays também levaram James a sentir que ele é um “estranho no ninho”. “Você fica com essa ideia na cabeça que, se você é gay, tem de parecer um modelo da Calvin Klein”, diz. Fotos de “corpos sexy” impulsionam as vendas de revistas gays, de acordo com Matthew Todd, ex-editor de uma dessas publicações, a Attitude. “Isso sempre foi um problema e eu tentei repetidamente colocar pessoas na capa que não eram assim: o primeiro homem trans, a primeira mulher trans, a primeira lésbica”, diz Matthew. “Continuei fazendo esse tipo de coisa, mas nenhuma revista vendeu bem.” Quando Matthew colocou uma foto de Stephen Fry, famoso comediante gay britânico, de 62 anos, na capa da revista em 2010, “foi uma das edições com pior vendagem de todos os tempos”, diz ele. “Não estou criticando Stephen Fry, porque ele é incrivelmente popular”, diz ele. “Acho que diz mais sobre o que os leitores estão buscando nas publicações gays.” Baixa autoestima Todd, autor de Straight Jacket: How to be Gay and Happy (Camisa de Força: Como ser Gay e Feliz, em tradução livre), diz que a homofobia alimenta problemas de autoestima de homens gays. “É realmente importante lembrar que existe uma pressão sem precedentes sobre todos nós para nos apresentarmos assim ou assado”, diz ele. “Mas não podemos esquecer que os LGBTs crescem sofrendo humilhação, impedidos de serem eles mesmos.” “Acho que, para muitas pessoas, esse é um trauma gigantesco que se reflete em baixa autoestima. Se você não gosta de si mesmo, você não é feliz com a sua aparência.” Segundo Todd, o resultado é que os homens gays sofrem mais pressão do que os homens heterossexuais para ter o corpo perfeito. “Vendo alguns aplicativos de namoro gay, você pensa que a maioria dos homens ali é modelo”, continua ele. “Se você é um homem gay, achar outro homem atraente é um autojulgamento também. Muitos homens gays confundem ‘Eu quero ficar com ele?’ com ‘Eu quero ser ele?’.” ‘Passei 10 anos destruindo meu corpo’ Jeff Ingold, da ONG LGBT Stonewall, voltada para os direitos LGBT, diz ser “crucial” que vejamos representações mais diversas de gays e bissexuais com diferentes tipos de corpo na mídia. “Isso não apenas ajudaria gays e homens bissexuais a se verem refletidos, como também ajudaria a quebrar estereótipos prejudiciais que afetam a imagem corporal e a autoestima deles.” Mas Jakeb diz que ainda recebe comentários online de pessoas dizendo que “não teriam coragem de sair de casa se tivessem a minha aparência”. “Não participei de paradas gays e levei pedrada para construir a comunidade que temos agora”, diz ele. “Temos igualdade, mas somos horríveis uns com os outros.” FONTE


×
×
  • Create New...

Important Information

By using this site, you agree to our Terms of Use.