Jump to content


Ben

Moderador
  • Content Count

    12,541
  • Joined

  • Last visited

  • Days Won

    28
  • Pontos

    4,774 [ Donate ]

Ben last won the day on February 27

Ben had the most liked content!

Community Reputation

10,603 Incrível

About Ben

  • Rank
    And we can’t stop
  • Birthday 07/09/1997

Recent Profile Visitors

46,962 profile views
  1. Amor Sem Igual 8 As Aventuras de Poliana 8 Nem com as crianças amarradas em casa, silvio?
  2. Cine Maior: Meu Malvado Favorito 2 7,4 Hora do Faro 6,3
  3. Quando passaram as primeiras chamadas já imaginei que geraria irritação nos paraguaios. Solano passou a ser visto como herói nacional com as ditaduras do país, como forma de legitimação das mesmas. É quase uma religião por lá.
  4. Quando Fábio Porchat, 36, propôs ao GNT fazer um programa que girasse em torno de histórias contadas por famosos e anônimos, a primeira reação da emissora, segundo ele, foi de estranhamento: "'Pera aí, mas só histórias, mas não vai ter uma competição de histórias?', questionaram. E eu disse: 'Não, gente, vamos simplificar, são só histórias'.". Dessa forma surgiu o Que História É Essa, Porchat?, atração que virou sucesso de público na TV a cabo, viralizou nas redes sociais e ganhou o prêmio APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte), como melhor programa de TV de 2019. Para a segunda temporada, que estreou no dia 10 de março de 2020, eram previstos 40 episódios. Quatro deles foram exibidos, porque já tinham sido gravados. Mas, com o avanço da pandemia do novo coronavírus, as gravações foram paralisadas, já que no formato da atração a participação do público da plateia é fundamental. A partir desta terça-feira (7) e durante todo o mês de abril, o programa terá edições temáticas, com as melhores histórias da temporada passada sobre amor e sexo, acontecimentos sobrenaturais, trabalho e profissão, e viagens de avião. O apresentador diz que haverá trechos inéditos que não foram exibidos em 2019. Além disso, desde o último dia 31, Fábio Porchat faz no Instagram do GNT uma live, antes da exibição do programa, com anônimos e famosos que estiverem interagindo durante a transmissão para ouvir e compartilhar suas experiências mais inusitadas. E no Instagram do Porta dos Fundos, que é responsável pela produção da atração, Porchat comanda aos domingos, às 15h, a live Que História É Essa, Vovó?, em que diverte e conversa com pessoas mais velhas de todo o Brasil. COACH DE HISTÓRIAS Apesar de ter um formato simples, Porchat conta que é necessária uma ampla pesquisa para chegar às histórias do programa. Ele afirma que o seu papel é fazer com que os convidados sejam os melhores contadores de histórias possíveis. "De antemão, eu sempre sei todas as histórias, da plateia e dos famosos justamente para levantar a bola, fazer as perguntas, fazer os links entre os convidados e as minhas histórias", diz. No caso dos famosos, ele diz que, primeiro, eles pensam no nome de uma pessoa, a convidam a participar da atração e pedem para ela mandar a experiência que vai contar –se for algum amigo de Porchat, isso pode ser feito pelo WhatsApp mesmo. Nem sempre a primeira história que o artista envia é aprovada pelo apresentador e pela equipe. Angélica, por exemplo, que participou da primeira edição da segunda temporada, teve duas delas recusadas em um primeiro momento. "Ela tinha mandado uma história por áudio, que a gente falou essa história é legal, mas...será que não tem outra? Ela mandou outra, na terceira a gente falou, é essa!" Na atração, a apresentadora lembrou de quando estava grávida da sua filha, Eva, em uma viagem, e sentiu um mal-estar e teve de ser atendida em uma clínica veterinária. Porchat diz que também já teve celebridades que não quiseram participar, porque afirmaram não saber ou não ter histórias interessantes para abordar, como a apresentadora Ana Furtado e a atriz Thalita Carauta. Segundo o humorista e apresentador, é melhor assim. "Não adianta me oferecer o Barack Obama [ex-presidente americano]. Mas o Obama sabe contar história? Ele tem uma história boa? Se não tem, melhor não levar, porque, no fim das contas, o programa é só sobre histórias. Se tivermos três histórias ruins, o programa cai, né." Já os anônimos, na primeira temporada, muitos deles foram amigos ou conhecidos de Porchat e da equipe de produção. Agora, com o sucesso da atração, o público manda histórias pela internet. No início do ano, o GNT também colocou cabines em shoppings de capitais para coletar histórias. Alguns participantes são escolhidos na plateia. E há uma equipe que, segundo explica Porchat, atua como uma espécie de "coach de histórias" para ajudar a pessoa a contar melhor o que ela viveu. Para o apresentador, o formato do Que História É Essa, Porchat? funciona em qualquer lugar e poderia ser comercializado pelo GNT para outros países. "A versão portuguesa, com convidados portugueses, eu gostaria muito de fazer." Questionado se convidaria políticos para participarem do programa, ele diz que, em princípio não, porque isso poderia "cair numa coisa errada". "Tem político que inclusive é artista. Quem sabe em 2022, 2023, eu não chame a Regina Duarte para contar uma história?" https://f5.folha.uol.com.br/televisao/2020/04/que-historia-e-essa-porchat-sera-tematico-com-melhores-momentos-e-trechos-ineditos.shtml
  5. Márcio Gomes, apresentador do programa Combate ao Coronavírus Desde o dia 17 de março, a conversa leve e descontraída de Fátima Bernardes com artistas e convidados do programa Encontro deixou a grade matinal da Globo para dar espaço ao jornalismo de serviço. Comandado por Márcio Gomes, 49, o Combate ao Coronavírus tem duas horas de duração (das 10h às 12h) e é voltado a reportagens didáticas e conversas com médicos que esclarecem dúvidas dos telespectadores sobre a doença. A aposta da emissora em investir no assunto tem obtido resultado na audiência. No PNT (Painel Nacional de Televisão), a atração registrou média de 11 pontos em suas duas primeiras semanas (de 17 a 27 de março) –cada ponto do Kantar Ibope equivale a 260.558 domicílios. Segundo a Globo, o índice é 38% acima da média da faixa em todas as semanas anteriores do ano. Até então, a média no horário era de 8 pontos. Em São Paulo, o programa Combate ao Coronavírus atinge o mesmo índice, 11 (cada ponto na região equivale a 74.987 casas). No Rio, a audiência média registrada foi superior, de 14 pontos (cada ponto vale a 47.454 domicílios). Além disso, o programa é responsável, sozinho, por mais da metade (55%) das ligações que chegam à Central de Atendimento ao Telespectador da Globo no período da manhã. "Em apenas três semanas, a CAT já recebeu mais de 6.000 mensagens com dúvidas e pedidos de informação sobre a pandemia. O mesmo volume de mensagens que os programas diários matinais costumam receber ao longo de um ano inteiro", informa a emissora, em nota. Para Márcio Gomes, que está na Globo desde 1995, foi correspondente no Japão por cinco anos (de 2013 a 2018) e já participou de grandes coberturas jornalísticas, como a passagem do tufão Haiyan que devastou as Filipinas em 2013, reportar o que acontece hoje no Brasil e no mundo com a pandemia donovo coronavírus é a experiência profissional mais difícil da sua vida. "Essa é uma cobertura muito desafiadora pela dimensão que ela tem e por ser uma novidade, porque nenhum de nós viveu uma pandemia como essa. A última que a gente teve foi a de 1918, a gripe espanhola, que há poucas pessoas vivas para falar o que aconteceu naquela época", afirma Gomes, ao reforça que a própria doença em si é nova e ainda está sendo estudada. Às pessoas que criticam a Globo por dedicar grande parte da sua programação a abordar o coronavírus, o jornalista responde que não se trata de querer assustar ou explorar o medo da população. "Pelo contrário, eu acho que transmitir informação sobre esse assunto nesse momento é transmitir segurança, porque as pessoas vão entender melhor o assunto, e vão saber como se proteger, vão saber o que evitar, vão saber o que que fazer, vão saber como fazer para deixar o vírus longe da casa." Na visão do apresentador, o jornalismo profissional ganha ainda mais importância em momentos como o atual, em que há muita fake news e dúvidas sobre o que está acontecendo. QUARENTENA O Combate ao Coronavírus não é um telejornal. É um programa jornalístico, mas em formato diferente do tradicional noticiário. Como se trata, principalmente, de uma conversa com médicos que estão ao vivo no estúdio, é uma atração que demanda muito improviso do apresentador para saber costurar os diferentes temas conduzidos. Por essa razão, Márcio Gomes afirma que tem que estar muito preparado. "Fico o dia inteiro lendo sobre o assunto, assistindo entrevistas de outros profissionais e de TVs estrangeiras." O jornalista afirma que o fato de ter feito colunas no passado sobre ciência e tecnologia o ajudam agora a entender o que os médicos e especialistas falam e que, muitas vezes, não é numa linguagem acessível ao público, e a traduzir isso ao telespectador. "Ciência é muito complicada e assusta muita gente por causa do linguajar, dos termos técnicos. Quando você tem uma pessoa que ajuda a traduzir –e não sou só eu que faço isso, toda a equipe do programa– isso ajuda muito a levar uma tranquilidade para as pessoas e mostrar que: Gente, estamos no mesmo barco, estamos enfrentando da mesma forma a pandemia", afirma o jornalista. Para ele, esse trabalho didático e de serviço é fundamental. "Sem exagero, é uma missão mesmo que eu tenho." Quando não está trabalhando, Gomes afirma que tem levado muito a sério o isolamento social. Deixou de correr os seus 5 km por dia, mas ele diz que tem feito exercícios em casa. Aproveita também para ficar com a mulher e os filhos, de 16 e 12 anos. "É um momento importante para eles [os filhos] também, fazerem eles entenderem isso, como chegamos até aqui, o que fazer para evitar, a importância da ciência, a importância de respeitar a pesquisa científica, de ouvir os cientistas, pesquisadores e médicos. Eu tento valorizar isso", conclui. https://f5.folha.uol.com.br/televisao/2020/04/comandado-por-marcio-gomes-combate-ao-coronavirus-eleva-audiencia-das-manhas-da-globo.shtml
  6. As opiniões de Bruna Marquezine sobre BBB20 mais uma vez estão dando o que falar nas redes sociais. Após o paredão formado neste domingo (5), entre Flayslane Raiane, Marcela Mc Gowan e Babu Santana, a atriz deu a entender que votaria na paraibana. Alguns internautas acharam absurdo Bruna não querer tirar Marcela e a chamaram de racista. Isso acontece porque o tratamento da médica com Babu já foi considerado racista em vários momentos. Marcela já disse que tinha medo do ator, desdenhou dele e concordou quando Ivy Moraes o chamou de "monstro". Babu também chegou a afirmar que Marcela lhe olhava como sua patroa. Em outras ocasiões, antes deste paredão, Bruna Marquezine havia se posicionado contra racismo nas redes sociais. Um post dela no Instagram, por exemplo, dizia: "O seu silêncio é racismo". Agora, no Twitter, ela deu uma opinião que os fãs do programa consideraram incoerente. Em conversa com o humorista Victor Sarro sobre os três emparedados, a atriz comentou: "Aiii eu só consigo pensar na Flay voltando do paredão mais insuportável do que voltou do último... Se achando... Não consigo. Prefiro ela agora. A Marcela sai em algum momento". Após ser esculachada por vários perfis que defendem o movimento negro, Bruna tentou se justificar em um dos comentários, dizendo que não estava contra Babu Santana. "Torço muito por ele. Mas torço ainda mais pra Thelma (Assis) e pra Manu (Gavassi). A Flay é uma ameaça pras duas. É óbvio que não dá pra comparar racismo com apenas representar uma ameaça no jogo, mas você entende que eu também tenho inúmeros motivos pra não querer a Flay lá? Só isso", disse ela. Em seguida, Bruna apagou este post. Ainda assim, continuou a ser acusada de apenas defender sua amiga Manu, independentemente de outras questões no programa, e de praticar feminismo seletivo. https://noticiasdatv.uol.com.br/mobile/noticia/celebridades/bruna-marquezine-revela-em-quem-vota-neste-paredao-e-e-chamada-de-racista-35384
  7. Roberto Birindelli como o general Solano López em Nos Tempos do Imperador: ameaças de morte Aos 57 anos, o ator Roberto Birindelli vive uma situação inédita em sua carreira: está recebendo ameaças de morte da população paraguaia por causa de seu trabalho. E o pior é que a novela Nos Tempos do Imperador ainda nem estreou! "Eu não posso mais entrar no Paraguai!", confessa ele, em um tom meio de brincadeira, meio temeroso. Na próxima trama das seis, adiada por causa da pandemia de coronavírus, Birindelli dá vida ao general paraguaio Solano López, que bateu de frente com dom Pedro 2º (Selton Mello) na Guerra do Paraguai (1864-1870). Como o imperador brasileiro é o protagonista da história de Alessandro Marson e Thereza Falcão, sobrou para o rival o papel de vilão --só que o militar é um grande herói para a população do pequeno país latino, que não está lidando muito bem essa representação negativa do general. "Recebo desde mensagens que questionam o meu papel a ameaças de morte. Eu até tento justificar, falo que a novela conta a versão brasileira dos fatos. Quando se trata de uma guerra, qualquer coisa que seja dita vai indignar um dos lados. Se não indignasse ninguém, não haveria guerra, não é?", questiona o uruguaio. A participação de Birindelli ocorrerá no início da trama, quando uma comitiva do general tem um encontro desastroso com o imperador no Centro-Oeste brasileiro. Depois, ele voltará na reta final da história, quando a Guerra do Paraguai de fato explode. As primeiras sequências já foram gravadas, e o ator já estava preparado para esperar pela volta ao trabalho quando soube que as gravações tinham sido interrompidas para proteger a equipe da Globo. Isolado em sua casa, ele tenta achar uma lição positiva para tirar da loucura que o mundo está atravessando. "Ok, é uma prisão, é um confinamento, mas às vezes a gente precisa de algo explodindo na cara para entender que muita coisa precisa ser mudada. Eu não tenho consumido nada, mas confesso que não sinto falta, só das pessoas. A gente dá muito valor para o dinheiro, às coisas materiais, do que às outras pessoas. Quando voltar ao normal, acho que isso vai mudar", filosofa. De vilão a figura paternal Enquanto espera para voltar aos estúdios de Nos Tempos do Imperador, Birindelli pode ser visto na quarta (e última temporada) de 1 Contra Todos, exibida toda sexta, às 22h30, no canal Fox. Na produção, o ator uruguaio dá vida a outro estrangeiro, o boliviano Pepe, chefão do tráfico cujos caminhos se cruzam com o de Cadu (Julio Andrade) desde a primeira leva de episódios, lançada em 2016. Curiosamente, o personagem deveria ter morrido no ano de estreia, mas o diretor Breno Silveira e sua equipe de roteiristas gostaram tanto de Birindelli e de sua visão para Pepe que ele ganhou sobrevida. Acabou virando uma figura paternal para o protagonista --do qual também se tornou sogro e mentor. "A relação entre o Pepe e o Cadu cresceu até um ponto em que não dava para matar mais. E aí foi possível construir uma curva para esses dois personagens, desenvolver essa relação. A terceira temporada para mim foi incrível, porque eu pude entender de onde o Pepe veio. Deu para ver que dentro daquele psicopata existe um homem", diz. O ator ainda defende que seu personagem nunca foi exatamente um vilão, apenas tomou caminhos errados. "Se ele fosse o presidente da Mercedes-Benz, era fácil. Tem a fortuna, achou o cara certo para casar com a filha dele, herdar suas terras, iam viver felizes para sempre. Só que ele não é nada disso, é o chefe do tráfico. É um 'traficante com alma', e isso confunde o público. O que é ótimo!", valoriza. Para Birindelli, Pepe é o personagem mais importante de sua carreira --mais até do que o Josué, braço direito do protagonista vivido por Alexandre Nero em Império (2014), . "É disparado o meu trabalho mais marcante, muito à frente do segundo colocado. Tive mais repercussão com ele do que qualquer novela, mais do que Império, apesar de o Nero ter sido um grande parceiro. Mas nada se compara." "Eu dei entrevistas para vários países, porque a série é um sucesso não só no Brasil. Arrisco dizer até que faz mais sucesso lá fora do que aqui. Realmente impactou muito o público e a minha carreira. E não conseguiu quatro indicações ao Emmy à toa, é realmente um projeto incrível", elogia o ator. https://noticiasdatv.uol.com.br/mobile/noticia/novelas/ator-recebe-ameacas-de-morte-de-paraguaios-por-papel-em-novela-inedita-35375
  8. Fabio Assunção antes e depois da perda de peso Fabio Assunção tem feito sucesso com a volta ao ar de "Totalmente demais" e com leituras de canções e poesias para os seguidores do Twitter neste período de isolamento por prevenção contra o coronavírus. O ator diz que tem se surpreendido ao ver seu nome entre os assuntos mais comentados da rede social: - Estar nos Trending Topics me deixou surpreso e honrado. (Aconteceu no dia em que a) votação do "Big Brother Brasil" atingiu mais de 1 bilhão de votos, fui mais falado que a própria pandemia. O reconhecimento e o interesse do internauta me estimulam a produzir mais. Então, seguirei com os projetos: ler para as pessoas, levar bons conteúdos... Com essa resposta tão positiva, não posso parar. Acho que as leituras amadoras e despretensiosas me aproximam dos seguidores - diz ele, que lê na web desde composições de Charlie Brown Jr. a trechos das obras de Carlos Drummond de Andrade. O ator, de 48 anos, também está chamando a atenção na internet pelo físico (foto abaixo). Ele conta que o corpo, quase 28kg mais magro, é resultado da preparação para o papel na série "Fim", cujas gravações foram interrompidas por causa da pandemia. Na história, baseada no livro homônimo de Fernanda Torres, ele interpreta Ciro, um dos protagonistas: - Fizemos por cinco meses um trabalho muito duro, mas com resultados. Formamos uma equipe: Chico Salgado (treinador), Roberto Zagury (endocrinologista) e Adriana Tannury (nutricionista). Fora o pessoal de casa, a Lu (assistente pessoal) e um cozinheiro. Agora, no entanto, estou sem, por conta da pandemia. Perdi 27,5kg. Fui de 31% de gordura no corpo para 12%. Sigo a dieta à risca desde 14 de outubro e os treinos têm acontecido desde o dia 9 daquele mês. Tudo foi pensado para o trabalho, mas me trouxe disciplina na saúde e na vida e leveza espiritual e mental. Agora meu peso é 69,6kg. Cheguei a pesar 97kg. Vejo um grande êxito. As academias fecharam, mas minha dieta continua. Não me exercito sozinho em casa porque não gosto, mas sei da importância. Apesar da quarentena, Assunção não se afastou completamente dos trabalhos para a Globo e já tem até novos projetos previstos na emissora: - Fiz chamadas de "Totalmente demais", além de um material de divulgação. Participei com gosto porque amo a novela. Fui muito feliz fazendo. Agora tenho lido muito sobre ela, participado de lives de amigos... Também estou com uma série prevista para o segundo semestre. Nas horas vagas, estou lendo sobre direitos humanos. Pai de João, de 17 anos, e de Ella, de 9, Fabio lamenta a distância neste período: - Eles estão com as mães em São Paulo. Isso me traz uma profunda tristeza. Mas nos falamos por vÍdeo todos os dias, sem exceção. Batemos papo sobre assuntos do dia a dia, sobre nossas atividades ou sobre qualquer coisa que eles tragam. (O contato virtual) tem sido bom por esse lado, alivia a falta da proximidade física que sempre tivemos. Fabio com os filhos, Ella e João Fabio Assunção mostra físico após preparação intensa https://kogut.oglobo.globo.com/noticias-da-tv/noticia/2020/04/fabio-assuncao-conta-como-perdeu-275kg-em-cinco-meses-para-serie-fim.html
  9. Rafa sabe colocar a pessoa contra a parede no momento certo e com muita pertinência de argumentos. Tem características de campeã.
  10. Thelminha lendaaa Tô muito feliz pelo cristal da edição
  11. Dá orgulho torcer pra essa princesa


×
×
  • Create New...

Important Information

By using this site, you agree to our Terms of Use.