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nandoclemente

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  1. e exibir assim do nada em maratona nas tardes de domingo sem chamada nem nada? Desistiram de exibir Caldeirão e Faustão?
  2. DAZN deve ter achado caro os direitos pra 2 competições (que me desculpe quem gosta e assiste) não tem repercussão alguma e deve ter pouquíssimos acessos e pouquíssimas visualizações
  3. A Record mal tem filmes pra colocar nas suas 3, 4 sessões semanais tá tendo que reprisar série no sábado na Super Tela
  4. Ele tá cobrindo as férias da Liliana Junger Uma pena que tenham tirado a Juliana Perdigão do Bom Dia BR/MG pra privilegiar a Aline só pq ela fez um JN no rodizio
  5. Sim, quem assina tv paga querendo ver séries se decepciona pq quase todos os canais só passam filmes e as séries em horários tipo a Warner com Deus me adicionou as segundas 12h e as séries de super herói na madrugada de domingo pra segunda
  6. A atual temporada de "Malhação" teve um ótimo início, com elenco bem escalado, história promissora e personagens convidativos. Emanuel Jacobina parecia inspirado. Porém, a trama passou a andar em círculos meses depois e não avançava. Após um período de estagnação, o enredo aparentou uma revigorada. Parecia retomar a qualidade vista inicialmente. Todavia, os novos desdobramentos de "Malhação - Toda Forma de Amar" vêm expondo uma total perda de rumo do autor. Os conflitos criados recentemente por Jacobina para simular uma movimentação no roteiro deixaram o conjunto sem um pingo de verossimilhança. A entrada de Rui (Romulo Arantes Neto), pai da filha de Rita (Alanis Guillen), tinha tudo para provocar uma boa dose de tensão na história e promover uma virada. Mas não aconteceu. O personagem acabou enfraquecendo toda a narrativa bem construída pela mocinha até agora. O ex da protagonista nem tinha o nome citado em virtude do tamanho do horror que Rita sentia do garoto. Até mentiu em juízo, se prejudicando no processo de guarda da menina, por causa do medo de relembrar o passado. Rui, no entanto, desde que retornou, consegue bater altos papos com a mocinha sempre que solicita e os flashbacks do relacionamento de ambos mostra até cenas bonitinhas de romance, embora exiba também momentos de embate. E, somando-se a isso, explicação que a mocinha deu a respeito do seu silêncio sobre a identidade do pai de Nina se mostrou rasa. O término da relação se deu porque o garoto se envolveu com drogas e chegou a agredi-la uma vez. Tudo bem que uma agressão é algo grave, mas não a ponto de mentir diante de um juiz em um processo de guarda. O contexto inicial deixava bem claro que Rita era vítima de um estupro, o que explicaria a vergonha de falar sobre o pai de sua filha. Jacobina provavelmente mudou de ideia no meio do percurso para criar um surreal triângulo com eles e Felipe (Pedro Novaes), o que prejudicou o roteiro. O autor ainda criou um sequestro, onde Rui e Rita acabaram levados por criminosos. O intuito, claro, era proporcionar uma aproximação entre os personagens e implicar no término do relacionamento com Felipe. O crime é claramente uma armação do ex da mocinha. A situação não provocou qualquer tipo de tensão no enredo e ainda causou a sensação de enrolação através de um falso clímax. Para culminar, a personalidade de Felipe foi alterada bruscamente apenas para forçar um rompimento desnecessário. Após meses lutando para conquistar a confiança de Rita e sabendo do passado conturbado com Rui, o rapaz não acreditaria no sequestro e beijaria Leila (Jade Cardozo), uma menina que não lhe despertou o menor interesse? Apenas para magoar a então namorada? Não fez o menor sentido. Para piorar, agora o garoto acha um absurdo a ex lutar pela guarda da filha. Ele teve amnésia? Esse sempre foi o objetivo de Rita e ele entendia. Mas não é apenas o casal principal que se perdeu no enredo. Joaquim (Joaquim Lopes) traiu Ligia (Paloma Duarte) com sua secretária do nada. O personagem sempre se mostrou insuportável, mas nunca aparentou qualquer interesse em outra mulher. A cena foi gratuita. O objetivo é juntar a mãe de Felipe com Madureira (Henri Castelli), que já estava previsto desde a sinopse. No entanto, o contexto deveria ter sido ao menos criado. Seria bem mais crível, por exemplo, se Joaquim tivesse um caso às escondidas com a cunhada, a mau-caráter Lara (Rosane Mulholhand). Ou então que mostrasse o nascimento da crise do casamento dele com Ligia. Parece até que tudo foi inventado de última hora. E é uma pena que os demais perfis também tenham se perdido no roteiro. Após a boa abordagem do racismo através de Jaqueline (Gabz), o autor vem forçando uma ignorância que a menina nunca teve através de inúmeros erros de português. Tudo para expor uma espécie de aproximação com seu pai, César (Tato Gabus Mendes), durante aulas de português que o médico vem dando para a filha. E o relacionamento da menina com o divertido Thiago (Danilo Maia) ficou bastante morno, sem destaque. O mesmo vale para o namoro de Cleber (Gabriel Santana) e Anjinha (Carol Dallarosa), que tinha voltado a crescer com a divertida quase transa do casal, mas logo se perdeu com um enredo em torno de uma falsa agressão ---- absurdo terem tratado como 'alívio cômico' uma acusação mentirosa contra o menino. Aliás, o súbito interesse de Tatoo (Caian Zartar) em Anjinha, que nem amigo dela era, não teve nexo. E o que dizer sobre a viagem de Cleber por conta de supostas ameaças da milícia? Aliás, a volta da abordagem sobre os milicianos deixou a trama ainda mais absurda. O único contexto da temporada que tinha apresentado uma boa evolução era a relação entre Carla (Mariana Santos) e Marco Rodrigo (Julio Machado). Foi interessante a aproximação dos personagens que viviam como gato e rato. Também houve uma boa abordagem do medo de Carla em perder outro amor por conta da violência urbana. Porém, inserir uma desconfiança da personagem em relação ao namorado nessa altura da história não tem o menor cabimento. Como Carla pode cogitar a participação de Major na milícia? Temática, por sinal, esquecida durante a temporada e retomada apenas agora. As suspeitas sobre a índole do PM soam vexatórias. Tudo porque o pai de Anjinha comprou uma televisão nova, o que despertou desconfiança até de Jaqueline. E o surgimento de um "caderninho" onde o nome de Marco consta na lista de milicianos é ainda mais ilógico. Quem revelou o "segredo" foi a mãe de Zé Carlos (Peter Brandão). Se ela sabia disso por qual razão confiou tanto no policial quando pediu para ele investigar? O pior é que o assassinato do menino ---- que serviu para unir os protagonistas no início da história ---- perdeu a relevância na temporada. Até mesmo a amizade do sexteto enfraqueceu. Mal aparecem juntos. E o drama em torno da homossexualidade de Guga (Pedro Alves) já está repetitivo. É possível até decorar as falas de Max (Roberto Bomtempo), pai preconceituoso do rapaz. "Malhação - Toda Forma de Amar" vai até maio de 2020. É verdade que essa duração excessiva também contribui para a perda de rumo de várias temporadas. No entanto, não é desculpa para Emanuel Jacobina, uma vez que muitas outras fases tiveram duração longa sem a perda de qualidade. Parece até que um outro autor assumiu o roteiro, sem conhecer nada a respeito da história. http://zamenza.blogspot.com/2019/12/emanuel-jacobina-destroi-personagens-e.html
  7. Band falida! Acho um absurdo ela e a RedeTV não exibirem a Copinha SP sendo que a Rede Vida transmite todo ano
  8. teve + comercial e poucas noticias o que já acontece durante a semana mas o Ricco deve ter assistido o jornal inteiro sábado
  9. Mesmo que ele fique uns 2 anos afastado ainda assim vai ter gente que vai reclamar que não aguenta + ver ele em alguma novela
  10. sim, ainda mais agora que tbm fazem troca com os maridos ou seja desvirtua do nome do programa
  11. Fátima sai de férias em janeiro, nas férias das crianças em julho, em dezembro entre Natal e Ano Novo ela tbm sempre tira alguns dias de folga deve ficar no minimo uns 50 dias por ano afastada do seu programa


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