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Ricardo Viz

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  1. Nenhuma, é o histórico das nossas Forças Armadas, até na ditadura militar elas se esforçaram bastante para sustentar aparências de uma (falsa) normalidade institucional.
  2. Raridade: uma matéria que explica didaticamente os efeitos de uma Selic mais baixa ou mais alta. Em geral os textos jornalísticos sobre o tema deixam bastante a desejar, a meu ver.
  3. Há diferenças importantes, mas em termos de peso político nacional a prisão de Uribe (ainda que domiciliar) se assemelha à do Lula em 2018. Se bobear é até maior. Para quem não acompanha a Colômbia: Uribe é disparado o nome mais importante da política colombiana nas últimas décadas. Seu governo surfou no boom dos emergentes dos anos 2000 e, principalmente, virou o jogo na sangrenta guerra civil contra as FARC - com métodos bastante controversos, diga-se. Saiu do poder em 2010 extremamente popular - chegou a mais de 90% de aprovação em 2008 e saiu do cargo com quase 80%. Elegeu seu sucessor (Juan Manuel Santos) com muita facilidade (quase 70% dos votos), mas rompeu com ele quando Juan Manuel Santos mudou a abordagem com as FARC, buscando um acordo de paz - o que inclusive lhe rendeu um Nobel da paz. Não conseguiu impedir a reeleição de JMS em 2014, mas recuperou terreno na eleição de 18, quando foi padrinho político do atual presidente, Ivan Duque. Assim como Lula no Brasil, não tem mais sombra da popularidade de 10 anos atrás, mas ainda preserva um capital político bem relevante. Acompanhemos os desdobramentos desse imbróglio.
  4. Sei não, esse aí tem muito apoio político. A verdade é que Brasília entrou em êxtase quando Augusto Aras foi indicado para a PGR (não à toa ele foi aprovado pelo Senado com imensa facilidade) e continua em festa agora. Ele está cumprindo exatamente o papel que quase todos - governo, oposição, centrão, alguns ministros do STF (Gilmar, Toffoli, RL) etc. - queriam e esperavam dele. Talvez seja o PGR mais popular da história dos palácios brasilienses, só o pessoal do MP que não o aprova tanto mesmo. Se isso é positivo ou não aí vai do julgamento e interpretação de cada um.
  5. Ricardo Viz

    tv paga Canal Viva

    Cenão. E o depoimento logo depois do irmão do José alguma coisa foi muito forte, um dos mais emocionantes. Diálogo Mel-Telminha muito bom também, essa abordagem das drogas comove demais, quem já viu esse drama nessa escala com amigos e familiares sabe a barra que é.
  6. Rapaz, lembro demais desse casamento, é o momento mais Cobras & Lagartos de A Favorita, JEC estava bem afiado no humor ácido. Flora humilhando a prostituta é impagável
  7. Quer dizer: menor de 21 anos, estudante (ainda que mais velho), idoso, quem paga com cartão de banco (a depender do local), morador da cidade (não raramente), quem dá um beijo para provar que está junto... A regra é a meia-entrada, exceção hoje é quem paga inteira, né? Acho a ideia da meia-entrada interessante para alguns grupos, não sou a favor de simplesmente acabar com tudo, o problema é que no Brasil a gente banalizou tanto essa questão que, como diz a piadinha, meia-entrada virou quase o preço original e inteira quase o dobro do preço. Quem não se encaixa em nenhuma categoria (o que está mais e mais raro, mas ainda existe) acaba segregado nessa história, precisa pagar valores muitas vezes exorbitantes para frequentar alguns locais. É uma distorção meio complicada, convenhamos.
  8. Ricardo Viz

    tv paga Canal Viva

    Fiquei com dó da Regininha. Agora Nazirinha vai cobrar Gostei que o noivado acabou, mas a festa com musiquinha marroquina continuou.
  9. Ricardo Viz

    tv paga Canal Viva

    Maravilha essa cena com as três mães reunidas na delegacia. Classe baixa, classe média e classe alta, três perspectivas, um drama parecido com as drogas.
  10. Acredito que nem todo país o faça expressamente em sua constituição - o que a meu ver seria muito bem-vindo, mas é o tipo de coisa, penso eu, que numa região solidamente democrática como a UE já esteja implícita (reiterando o ponto do @Ben).
  11. Exato. A valorização do dólar contribuiu bastante para esse resultado, mas ele é mais fruto da queda gigantesca de 35% nas importações (por conta da recessão) do que do bom desempenho relativo dos produtos brasileiros no comércio exterior.
  12. Amigo, também não simpatizo nem um pouco com a burca (muito pelo contrário), mas gostemos ou não também é uma expressão religiosa relevante, uma tradição cultural do Islã que vai muito além das insanidades recentes do Talibã... Não acredito que o caminho seja simplesmente proibir que mulheres usem essa vestimenta se assim elas realmente desejarem (esse último ponto é muito importante).
  13. Pois é, UK é bem mais liberal nessas questões. O que você acha, @Carlos Eduardo? Para mim, essa proibição é intolerância cultural/religiosa, por mais críticas que tenhamos aos países islâmicos.
  14. Penso que o que pesou mesmo foi o colapso das contas públicas do estado - que poderia ter sido bastante aliviado se Minas aderisse ao Regime de Recuperação Fiscal do Governo Temer, como fez o Rio de Janeiro na época. E esse nem é o único processo contra Pimentel. Ele é réu em outros, já foi condenado.... Justiça é assim, às vezes condena, às vezes absolve, tudo dentro da normalidade, o homem público está sujeito a isso e deve encarar a investigação com naturalidade.
  15. Pois é, são muitos esqueletos no armário, mas acho que esse tipo de coisa só vai ganhar mais destaque na imprensa caso a candidatura de Tatto se mostre competitiva.


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