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Ricardo Viz

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  1. Por Amor merecia um pouco mais e Páginas da Vida um pouco, mas de forma geral concordo com as notas do Maneco. Ótimo especial, ansioso pelos próximos autores. Gilberto Braga é ótimo, amigo, pare de haterismo
  2. Bom, sou suspeito porque não gosto de nenhuma das grandes religiões, mas entendo que os governantes precisam sempre tomar muito cuidado para não ofender a fé de milhões de pessoas inocentes. No Ocidente nós passamos por Revoluções Liberais que, entre outras coisas, separaram a igreja do Estado e introduziram o conceito da laicidade. Em algumas regiões, esse processo infelizmente nunca aconteceu, nem de longe, com consequências muito danosas.
  3. Sim, o George W Bush eu ainda entendo que tinha certo carisma. O pai, muito pouco, né? E ainda enfrentou em 92 um Bill Clinton super carismático que passava a imagem de vigor, jovialidade, novidade... Além do Ross Perot, que teve uma votação expressiva e roubou muito voto dele. Agora, embora nem de longe goste muito do Bush (raramente simpatizo com algum presidente do GOP), para mim foi um presidente muito mais razoável que o filho (se recusou a invadir o Iraque na Guerra do Golfo porque viu que não acabaria bem, por ex.) e melhor que o próprio Reagan, que foi populista em muitos
  4. De fato, se Biden for eleito vai ser disparado o presidente com menos postura de superstar dos EUA desde George H. W. Bush. Perfil muito diferente de Trump, Obama, George W Bush, Bill Clinton, o próprio Reagan... Na conjuntura em que estamos, pode ser uma característica positiva: menos personalismo e paixão e mais apelo à razão.
  5. Glenn Greenwald está há semanas fazendo campanha velada contra o Biden e a favor do Trump. Hoje anunciou sua saída do Intercept alegando censura dos editores americanos à publicação de acusações (infundadas) contra Biden. Até recebeu afago do Rodrigo Constantino: Muitos se surpreendem, mas quem o acompanha com mais atenção sabe que ele tem ódio do Obama e do Partido Democrata e prefere o GOP - mesmo o atual. Inclusive tem muitos amigos na Fox News, onde participa frequentemente. Em 2016, não foi muito diferente. Por con
  6. Tenho visto nos últimos meses o renascimento da ideia de que endividamento interno, na própria moeda, não é um grande problema. Bom, quem dera, né? O mundo seria muito simples se isso fosse verdade. Mas não é o que nós estamos vendo na prática já agora. O câmbio, a inflação e a rolagem da dívida estão muito pressionados também porque há dólar de menos e Real demais circulando na economia, o Brasil foi talvez o país emergente que mais agressivamente reagiu às consequências econômicas da Covid, o déficit este ano vai ser na casa de R$1 tri. Em dado momento do
  7. Bom, se o PAC e o PND não deram certo, não vai ser ESTE GOVERNO que vai promover um bom e frutífero programa de infraestrutura com o Pró-Brasil, né? Não acredito mesmo nisso. E o Brasil, com uma dívida/PIB ultrapassando 100%, não tem condições de errar num programa como esse. Programas de transferência de renda são pelo menos mais simples e eficazes, dinheiro diretamente na mão de quem precisa. O governo se aproveitar para fazer populismo é evidentemente um efeito colateral, mas nem por isso o saldo deixa de ser positivo. Concordo com você
  8. Teto de Gastos, Regra de Ouro, LRF... A "solução" a médio prazo para o governo seria estender o Estado de Calamidade para além de dezembro com a justificativa da Pandemia e "driblar" todos esses mecanismos de controle orçamentário. O histórico do Brasil com grandes programas de infraestrutura é muito ruim e traumático, distribuição de renda já se mostrou muito mais eficaz na redução da pobreza e aquecimento da economia.
  9. Falei disso há dois meses, o setor varejista estava superaquecido: Com o corte pela metade do Auxílio + a retomada do setor de serviços (quer dizer, supermercado deixou de ser a única opção) + pressão inflacionária, naturalmente há certo desaquecimento do setor. No primeiro trimestre do ano que vem, com o provável fim definitivo do Auxílio e de vários outros estímulos menos mencionados, esse processo deve se acentuar. Se o governo conseguir estender o Estado de Calamidade até lá, pode sim. Os impeditivos concretos para a manutenção do Auxílio até o fim de 202
  10. No meu tempo o nível das briguinhas brasilienses era até que melhorzinho.
  11. Bruno Covas (PSDB) - 27% (+2) Celso Russomano (Republicanos) - 22% (-5) Guilherme Boulos (PSOL) - 16% (+4) Márcio França (PSB) - 8% (=) Jilmar Tatto (PT) - 5% (+1) Arthur do Val (Patriota) - 4% (+2) Andrea Matarazzo (PSD) - 3% (+1) Joice Hasselmann (PSL) - 2% (=) Brancos/Nulos - 10% Indecisos - 3% Espontânea Bruno Covas (PSDB) - 20% Guilherme Boulos (PSOL) - 13% Celso Russomano (Republicanos) - 12% PROJEÇÕES DE SEGUNDO TURNO Cenário 1 - Covas X Russomano Bruno Covas
  12. Porque a testagem está drasticamente melhor, né? Mesmo assim, é um agravamento rápido e preocupante da situação.
  13. Muito sombrio o discurso do Macron, hein? E agora o inverno e a escuridão literalmente chegando à Europa, novos lockdowns, muita coisa fechando de novo... Vou dizer uma coisa a vocês: o Brasil NÃO AGUENTA outra onda de Covid-19 no comecinho de 2021. Nem psicológica nem economicamente. O país está esgotado. Só me resta torcer para já termos passado por essa etapa.

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