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Rozeli09

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  1. record poderia colocar de volta o melhor do brasil com o celso portiolli
  2. foram 22 milhões de pessoas acompanharam pela tv a parada a mesma audiência do ano passado https://deadline.com/2019/11/al-roker-butter-man-macys-thanksgiving-parade-ratings-steady-nbc-1202797361/
  3. pergunta : tem problema eu ficar colocando matérias aqui no tópico ou tem limite por dia
  4. A Globo até tenta evitar, mas em produções de época, como "Hilda Furacão", sempre escapam detalhes.Foi o que aconteceu no capítulo exibido no último dia 3, quando personagens da minissérie viam pela TV a notícia do atentado sofrido por um vereador.O aparelho de TV era antigo e passaria despercebido. Mas o colecionador de televisores Alceu Massini aponta o erro: o aparelho usado pela produção era um Philco B-127, lançado só em 1969. Detalhe: a cena se passava pelo menos cinco anos antes. A minissérie acaba exatamente em 1º de abril de 1964. (DC) https://www1.folha.uol.com.br/fsp/tvfolha/tv12079806.htm
  5. Os telespectadores brasileiros foram expostos, das 18h do dia 7 de maio até as 23h de terça feira, dia 12, a três palavrões por hora.É o resultado de um acompanhamento feito pela Folha, durante 15 horas, dos chamados "telebarracos", programas em que as pessoas expõem problemas pessoais.Foram analisados os programas "Márcia", "Magdalena, Manchete Verdade" e "Ratinho Livre".O Mais números: 51 palavrões, 143 insultos trocados entre os participantes dos programas e 67 entre eles e a platéia. Foram 90 atos violentos, entre tapas, golpes de cassetete na mesa e puxões de cabelo.O "telebarraco" começa às 18h no SBT, com o "Márcia". Apresentado por Márcia Goldschmidt, tem média de 25 insultos por hora.O programa chega a alcançar 13 pontos de audiência no Ibope. Na Grande São Paulo, cada ponto corresponde a 80 mil televisores ligados.Em seguida, às 19h30, na Manchete, começa o "Magdalena - Manchete Verdade", apresentado por Magdalena Bonfiglioli.O "Magdalena" é menos violento do que o "Márcia" e o "Ratinho Livre". Foram contabilizadas 30 ofensas, média de 7 por hora.A noite segue com o "Ratinho Livre", às 20h40, na Record. O programa do apresentador Carlos Massa, o Ratinho, lidera todos os índices medidos pelo TV Folha (ver texto na página 5).As apresentadoras lideram platéias que participam do programa ofendendo os convidados. E escolhem temas engraçados ou polêmicos para aumentar a audiência.Na quinta feira, dia 7, "Márcia" mostrou homens preguiçosos de quem as mulheres reclamavam. "Magdalena" exibiu um programa que simulava um tribunal.Na sexta, os dois programas traziam temas semelhantes, ligados às mães.O programa de Magdalena retirou risadas do público, que se manifestou 32 vezes. "Márcia" terminou com uma das mães xingada de bruxa pela platéia.Na segunda, dia 11, Márcia apresentou mulheres que estariam cuidando pouco da beleza. O "Magdalena" exibiu "cornos".No "Márcia", os casais terminaram se beijando e rolando no sofá do cenário. A cena irritou a telespectadora Lindinalva da Conceição Silva, 51.Ela chegou em casa e encontrou a filha de 12 anos assistindo ao programa do SBT. "Tenho vergonha de sentar com meu marido e assistir. Ainda mais com meus filhos", disse.Lindinalva costuma controlar o que os filhos vêem na TV. Não gosta de cenas que considera obscenas.Na terça, o tema no programa do SBT foi religião."Márcia" contabilizou 30 insultos, um a cada dois minutos de programa.Magdalena mostrou gagos. Com tema mais ameno, não houve brigas. https://www1.folha.uol.com.br/fsp/tvfolha/tv17059805.htm
  6. "Fantasia", o programinha vespertino do SBT, foi cuidadosamente arquitetado para fazer frente aos conflitos musculares da juventude dourada de "Malhação". Silvio Santos, o camelô mais bem-sucedido do país, juntou numa mesma fórmula o caça-níquel do 0900, as brincadeiras de auditório e o apelo sexual com tintas juvenis.Os esforços da Globo para espiritualizar um pouco a sua noveleta aeróbica e dar algum traço de humanidade àqueles corpos -que são pura energia sem alma ou luz- podem também ser vistos como uma estratégia da emissora para evitar a comparação entre os programas e assim driblar mais esse coelho mágico saído do baú do Abravanel.O grande trunfo de "Fantasia", porém, não são a jogatina, as brincadeiras ou mesmo as apresentadoras, entre as quais ex-sem-terra, agora neo-emergente, Débora Rodrigues, fisgada do mato pelas páginas de "Playboy". O trunfo do programa são as suas figurantes, uma legião de ninfetas felizes e sorridentes que dançam, pulam, cantam e se insinuam em trajes minúsculos e coloridos diante das câmeras.É notório que estão lá para inflamar a imaginação de muito adolescente perdido em casa, com deveres de escola por fazer. E o apelo erótico é tanto mais eficaz na medida em que as meninas são adestradas para temperar malícia e sensualidade com ingenuidade e inocência. Pode ser odioso dizê-lo, mas o programa inspira pensamentos nelsonrodrigueanos, o que torna tudo um tanto constrangedor.Numa época em que o sexo explícito está à disposição de todos, seu efeito supostamente pornográfico fica como que neutralizado pela banalização da nudez hiperexposta. É nessa medida que a virgindade ambígua das meninas do SBT funciona como as gengivas descritas por Nelson Rodrigues -é altamente pornográfica.As mocinhas de "Fantasia" desfilam na tela em série, e cada uma delas aproveita os poucos segundos em que aparece em close diante da TV para distribuir beijinhos, chamar o espectador para si com o dedo indicador, solicitar telefonemas e simular suspiros de carinho. Por trás do clima de descontração e da sacanagem de salão, há uma mensagem que à primeira vista passa despercebida.É como se cada uma dessas ninfetas dissesse "estou aqui, olha para mim, me dê uma chance, eu preciso subir na vida"; ou, invertendo o raciocínio, como se o programa declarasse "não vai dar para todas, alguém vai sobrar nessa brincadeira". Traduzindo em miúdos, trata-se de saber quem será a nova Débora Cristina, quem será a próxima Galisteu, quem será a próxima Xuxa da vida.A brincadeira assume assim ares de uma roleta-russa às avessas, onde a hipótese de salvação (de alpinismo social, no caso) é ínfima diante da chance de morrer, ou de sucumbir no meio do caminho.Qualquer semelhança com o espírito desta época não é, evidentemente, mera coincidência, mas nem é preciso divagar tão longe. O mais cruel é que essas meninas dependam apenas da sorte, ou melhor, de um novo Pelé, de um novo Ayrton Senna ou de um convite da "Playboy" para realizar o sonho, com certeza comum a todas, de "virar atriz de verdade" ou, ao menos, de ser objeto de fetiche de um país que parece ter necessidade de viver numa eterna adolescência mental.Essa aspiração condenada ao fracasso é, no caso, a verdadeira fantasia que o programa do SBT, involuntariamente, alimenta, destrói e descreve tão bem. https://www1.folha.uol.com.br/fsp/tvfolha/tv17059801.htm
  7. "A Indomada" já nasce embalada no formato dois em um -é transmitida às 20h30, mas tem o sabor do ``vale a pena ver de novo''. Nunca uma novela abusou tanto do direito de copiar, ou ``reciclar'', como querem seus autores, novelas do passado.Trata-se do primeiro clone da TV brasileira. Mas não seria o caso de falar em ``empulhação'', já que a estratégia é deliberada e reconhecida em público até pela Globo.A cidadezinha fictícia no interior do nordeste funcionando como alegoria do Brasil; a rivalidade das famílias que se alternam no poder municipal; a paixão proibida entre os herdeiros rivais; as figuras complementares da prostituta e da vilã casta ou beata; o político canalha; a juíza incorruptível; o forasteiro que chega para abalar uma rotina secular; a heroína que volta do exílio para acertar as contas com o passado -tudo, enfim, nos remete imediatamente para um ambiente familiar e repisado.O que acontece? Crise criativa na Globo? Ocaso da telenovela? Nada disso. Que o gênero está esgotado, nós todos já estamos esgotados de saber, mas seria preciso inverter a análise e dizer que a Globo sabe o que está fazendo quando põe no ar uma novela que mais parece uma ruína das novelas do passado.As pessoas querem isso mesmo: personagens conhecidos, emoções baratas, casos melados de amor, risadas fáceis, enredos óbvios e lineares, além de um pouco de suspense ou desconforto afetivo só para preparar o momento da reconciliação feliz -que sempre vem no final, certa como a morte.Novela é hábito, como o jantar em família que ela, a novela, contribui muitas vezes para tornar menos insuportável, já que a rotina dos outros geralmente é mais divertida que a nossa.Se a arte de modo geral inviabilizou a representação realista há mais ou menos um século, o gosto médio do público, do qual a novela é hoje o maior termômetro, não acompanhou essa reviravolta histórica. O horizonte das pessoas continua refém dos estereótipos realistas.Em ``O Rei do Gado'', essa vocação das novelas para o realismo ultrapassou a barreira da ficção e fez da própria realidade um dramalhão com verniz político e intenções supostamente sociais. Senadores caíram na cilada e se misturaram a atores profissionais fazendo os papéis de si mesmos. Foi regressivo, para ser educado.Agora, sem a pretensão de concorrer com o ``Jornal Nacional'', assumindo-se como mero entretenimento de massa, o que de fato é, "A Indomada'' devolve a novela ao seu lugar de origem, do qual aliás ela nunca saiu.E, de quebra, ainda há Eva Wilma, dando aula; Ary Fontoura, excelente como sempre; Renata Sorrah, num grande papel; e Adriana Esteves, que já cansou de morrer na cruz da crítica e responde mais uma vez mostrando que é uma das melhores atrizes da sua geração. https://www1.folha.uol.com.br/fsp/tvfolha/tv230301.htm
  8. gente kkk é um achado isso kkkk muito bom saber opinião do povo na época sobre os programas
  9. * "Quero manifestar o meu descontentamento com o SBT. Uma emissora que se diz vice-líder de audiência não deveria apresentar uma programação tão arcaica, perdida no tempo. Enquanto as outras emissoras procuram melhorar, o SBT não faz nada. Só espera e copia depois. Aos domingos, a programação é o caos. Começa com as aberrações e apelações do programa 'Domingo legal', apresentado por Gugu Liberato. Em seguida, entra no ar o Silvio Santos com a mesma ladainha, que faz até senhora de idade dormir no sofá."Maria José de Almeida (São Paulo, SP) * "Quero criticar a Rede Record pelo horário indecente em que a emissora exibe os ótimos seriados 'Nova York contra o Crime' e 'Paixões Perigosas'. A Record leva essas séries ao ar às 23h30 (isso quando exibe ou quando não atrasa), e o telespectador tem de ficar acordado até a madrugada. E o pior é que muitas vezes nós esperamos para assistir a uma reprise."Sônia Midori Fujiyoshi (São Paulo, SP) * "Queria registrar o meu descontentamento com os descuidos da Rede Manchete. Quem assistiu à novela 'Xica da Silva' no último dia 17 percebeu que a barriga da protagonista, vivida pela atriz Taís Araújo, não passava de uma almofada. Todo mundo sabe que as barrigas das grávidas em novelas são falsas, mas será que a produção não poderia ter pensado em algo melhor?"Flávia Teruya(São Paulo, SP) * "Como assisto ao programa de Silvia Poppovic, na Rede Bandeirantes, todos os dias, gostaria de fazer um comentário. O programa discute bons temas, mas tem um grave defeito. A apresentadora faz perguntas aos convidados, mas nunca ouvimos as respostas por inteiro. Silvia sempre se intromete nas respostas. Acho que já está na hora de parar com isso."Solange de Oliveira Silva (Adamantina, SP) * "Gostaria de parabenizar Márcia Peltier, da Manchete, pelo programa sobre curas espirituais. Abordando várias religiões, o programa trouxe reportagens sobre o assunto e ainda contou com a participação de correspondentes. 'Márcia Peltier Pesquisa' ainda vai dar muito o que falar."Heloísa Souza Dantas (São Paulo, SP) https://www1.folha.uol.com.br/fsp/1997/3/30/tv_folha/2.html
  10. A novela para adolescentes da Rede Globo, "Malhação", é considerada ótima ou boa por 31% do público paulistano, segundo pesquisa do Datafolha.Outros 9% dos telespectadores ouvidos pela pesquisa classificam-na como regular. Apenas 5% dizem ser ruim ou péssima a novela.A maioria dos pesquisados -56%- declarou nunca ter assistido a um capítulo de "Malhação".O índice de aprovação da novela é maior entre os telespectadores mais jovens.Enquanto 49% das pessoas com idade entre 16 e 25 anos qualificam-na como ótima ou boa, têm a mesma opinião 30% dos que têm idade entre 26 e 40 anos e 19% daqueles com mais de 41 anos.O número de telespectadores cai conforme sobe a idade: nunca viram "Malhação" 41% das pessoas na primeira faixa etária, 55% dos incluídos na segunda faixa e 68% dos pertencentes à terceira. https://www1.folha.uol.com.br/fsp/1995/8/06/tv_folha/13.html
  11. 'Sílvio: onde está o mistério da novela?'Eu gostaria de perguntar ao sr. Sílvio de Abreu onde está o mistério de ``A Próxima Vítima". A imprensa revela tudo antecipadamente, o único segredo que fica no ar é a identidade do assassino. Eu pediria, também, para eliminar Selton Mello e Déborah Secco da novela: os dois são intragáveis. Silvana Rodrigues Sorocaba, S 'Pannunzio e Bial são os melhores'A Globo e o SBT são as maiores emissoras deste país, no entanto cometem um erro gravíssimo: não têm como repórter o jornalista Fábio Pannunzio. Ele e o Pedro Bial são os melhores da TV. Globo e SBT precisam contratar o moço e colocá-lo na edição nacional, é claro.L.A.S.B. Paranaguá, PR 'Rede Globo mutila séries americanas'Gostaria de manifestar meu repúdio em relação à costumeira prática da Rede Globo de mutilar os seriados norte-americanos. Não satisfeita em cortar semanalmente 3 dos 42 minutos originais de ``Barrados no Baile", no dia 2 de julho a emissora exagerou, cortando 7 minutos de ``Melrose" e 7 de ``Barrados no Baile". É o total desrespeito.Flavio Sacks Rio de Janeiro, RJ 'Quero filmes para mulheres e gays'A Bandeirantes é muito engraçada. Exibe filmes eróticos apenas para o público masculino e heterossexual. E os eróticos para mulheres e gays?Evelyn C. Marques Cambé, PR https://www1.folha.uol.com.br/fsp/1995/8/06/tv_folha/14.html
  12. O vice-presidente de Operações da Rede Globo, José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, não gostou nem um pouco da demora da CGP (Central Globo de Produção) em começar a produção da novela que irá substituir ``A Próxima Vítima".Até a semana passada, não havia elenco, diretor e orçamento definidos para a novela ``Explode Coração", de Glória Perez.Com isso, ``A Próxima Vítima" terá de ser esticada. Irritado com a demora, Boni mandou um memorando para a CGP exigindo que, a partir de agora, a central envie, com um mínimo de 150 dias de antecedência, três sinopses alternativas de novelas para cada um dos horários da emissora. https://www1.folha.uol.com.br/fsp/1995/8/06/tv_folha/1.html
  13. As críticas do vice-presidente de Operações da Rede Globo, José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, ao que considerou "excessos" nos programas "Domingão do Faustão" e "Sai de Baixo", irritaram Mario Lúcio Vaz, diretor da Central Globo de Produção, e Roberto Buzzoni, diretor da Central Globo de Programação.A Folha apurou que os dois diretores -imediatamente abaixo de Boni na hierarquia da emissora- ficaram contrariados com o fato de não terem sido informados das críticas antes que elas viessem a público.Buzzoni e Vaz comentaram com assessores que consideraram "indelicada" a atitude de Boni. Em conversas na emissora, os dois afirmaram que deveriam ter sido chamados para discutir a questão com o vice-presidente.Buzzoni e Vaz não foram localizados ontem pela Folha. De acordo com suas secretárias, eles estavam em reunião e não poderiam atender o telefone.As críticas de Boni aos dois programas foram publicadas ontem no "Jornal do Brasil".O vice-presidente de Operações considerou um excesso a exibição no "Domingão do Faustão" de Rafael, portador de uma deficiência de crescimento e que mede 87 centímetros.Boni criticou também o episódio "A Estátua da Libertinagem", do programa "Sai de Baixo". Nele, a atriz Dercy Gonçalves mostrou os seios e fez gestos obscenos. https://www1.folha.uol.com.br/fsp/1996/9/12/ilustrada/13.html
  14. É um "novo tempo", no dizer de Roberto Marinho.A telenovela do conflito entre Boni e Marluce, nos últimos seis anos, sustentou-se em dicotomias. A maior opunha o artista (Boni) à contadora (Marluce).Foi a imagem que levou Boni a dizer em 93, quando do primeiro grande lance de poder de Marluce -ou de Roberto Irineu Marinho, que a contratou, filho de Roberto Marinho:- É importante lembrar: o caminho de casa é o caminho da audiência, e o caminho da audiência é o caminho da criatividade.Era uma defesa do artista, do gênio da audiência. Sem sucesso.Outra dicotomia opunha a ética (não às cenas de violência e sexo, sim à família), representada por Marluce ou Roberto Irineu, e a opção de Boni pelo "popular".A divergência esteve por trás da grita contra os excessos dos domingos, nos últimos dois anos, sempre com prejuízo para Boni.Deve haver alguma verdade em tais caracterizações, mas elas não passavam de pretexto. O conflito real se deu entre Boni e Roberto Irineu.Boni se acreditava superior a Roberto Irineu. Este recorreu a Marluce e, aos poucos, corroeu todo o poder de Boni, com as desculpas que foram surgindo.Os problemas culminaram com a perda de funções por Boni, em março. Ele reagiu dizendo que era chegada a vez dos "herdeiros".Marluce, em seguida, assumiu o projeto dos "500 Anos". A grandiosa, exuberante programação foi anunciada no Fantástico, no domingo, e envolve música, futebol, artistas, jornalistas, até Deus. Na segunda, Boni pediu para sair.O que muda na Rede Globo, com a chegada definitiva de Roberto Irineu Marinho ao poder, está indicado na pasteurização do Jornal Nacional desde 95, quando o "herdeiro" passou a comandar o jornalismo -no lugar que antes era de Boni.Um Jornal Nacional que prioriza a comunidade e a "família". Que evita a política e esconde Alexandre Garcia -mas tem Arnaldo Jabor, para intervenções.Mas nem Roberto Irineu nem Marluce são, como Boni, "artistas".Quem é artista e foi chamado por ambos, para criar o projeto "500 Anos", é o publicitário Nizan Guanaes. https://www1.folha.uol.com.br/fsp/1997/11/27/brasil/23.html


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