Jump to content


Junior Brasil

Membro
  • Content Count

    267
  • Joined

  • Last visited

  • Pontos

    40 [ Donate ]

Community Reputation

251 Bom

1 Follower

About Junior Brasil

  • Rank
    Calouro
  • Birthday 02/20/1989

Contact Methods

  • Website URL
    http://www.sbtpedia.com.br
  • Twitter
    juniorpitangui

Profile Information

  • Localização
    Divinópolis, Minas Gerais

Recent Profile Visitors

603 profile views
  1. Na verdade, nessas novas aquisições do SBT de filmes faltam filmes de "ação ação". Tem muito filme "família" que é a cara da Tela de Sucessos, como comédias populares e animações. Então acaba que um ou outro para dar uma ajudada vai parar no Cine Espetacular como "Sing". Por sinal, o pacote da Columbia/Sony é repleto de filmes nesta linha família pelo jeito: O Pequenino / Stuart Little 2 / Uma Casa de Pernas pro Ar
  2. Sim, verdade. O Pulando a Vassoura aí da lista, que também estreou no SBT, foi pra Globo recentemente também.
  3. A título de curiosidade abaixo os 32 filmes da Sony/Columbia Pictures que o SBT exibiu desde 2014 (quando começou a comprar títulos da distribuidora). Nos últimos anos tava meio esquecida, mas parece que agora no final de 2019 em diante retomou a compra de pacotes de lá. Vale lembrar que "O Grande Desafio" veio naquele modelo de exibição única, mas "O Pequenino" foi pacote, que provavelmente também contempla "Stuart Little 2" e outros títulos.
  4. Esse FFF é fraquíssimo. Entrou no ar por ser neto e tara por reality de culinária para faturar fácil. Lembrando que o SBT fez uma divulgação pesadíssima de estreia, com Tiago Abravanel em todo canto da grade (Domingo Legal, Praça, Eliana) e ainda tascou ele na campanha de Natal da Tele Sena. O que era liderança pelo menos por minutos da Tela de Sucessos virou 3º lugar em muitas semanas. Pra piorar o SBT nem era a primeira tela do reality e sim o Amazon Prime Video. "Ah, mas tinha A Fazenda...." Sim, verdade. E semana passada assim como hoje (final) será vice facilmente. Mas os filmes tinham público próprio. Às vezes o Ratinho podia não render tanto, mas os filmes até elevavam. Já o reality se mostrou extremamente dependente da entrega. E mesmo avançando até quase 1 da madrugada não conseguia reagir. Uma coisa que o SBT precisa definir urgentemente é espaço para linha de shows. Parece que vem aí o reality do Dony também e não é o tipo de produto que rende em qualquer canto. Hoje só existe espaço no sábado, mas insistem em não dar férias para o Esquadrão e o Topa ou não Topa não pode ser fixo. No mais, não foi por falta de aviso que ali seria menos problemático, nem que fosse para revezar ao longo do ano Bake Off, Fábrica e FFF às 22h30. Pelo menos, pelo jeito, aprenderam em não trocar o certo (Tela de Sucessos) pelo duvidoso.
  5. Verificado com o Murilo. Faz parte de pacote e não é compra para "exibição única". @BODÃO@Pheonix@LuluSuper
  6. Não sei ainda, mas é um pouco suspeito por ter vindo da mesma distribuidora. Mas tomara que seja aquisição mesmo, pois tem potencial para render várias vezes.
  7. O Grande Desafio, com Jackie Chan. Que é da Sony/Columbia também.
  8. Diria que especialmente ali nos anos de 1986, 1987 (neste, chegou a flertar muitas semanas com 25 pontos de média) e 1988 (clássico anúncio que o SBT publicou na época "Gugu dadá Audiência")
  9. Na verdade a Banheira saiu 29/10/2000, por conta da classificação indicativa. Consideraram ela imprópria para menores de 14 anos e na época o Domingo Legal ia até 20h30 (portanto incompatível). Mas voltaria ainda em novembro de 2000, de uma maneira mais "comportada", closes moderados, para conseguir entrar mais cedo. Mesmo assim ainda atingiu 23 pontos no dia. Saiu em 2001, mas não tenho a data precisa.
  10. Estreou precisamente em 30/10/1994. No mesmo dia que a "Prova do Macaco", que era montado na rua em frente ao SBT com a macaca Xuca, mas acabou não fazendo tanto sucesso assim.
  11. Permita-me reproduzir o artigo que escrevi para o SBTpedia ontem: A TV dos tempos do Gugu merece continuar A trágica morte de Gugu Liberato deixará certamente um vazio que dificilmente será ocupado. O apresentador conseguiu, muito rapidamente, ocupar um posto entre os maiores da TV brasileira. Já ali no final da década de 1980, protagonizou uma guerra silenciosa de bastidores entre SBT e Globo pelo seu passe. Gugu já era grande e cresceria cada vez mais e mais, criando uma identidade enorme com o público da emissora, porque sabia, como seu mentor, criar e fazer um programa popular. A precisa e emocionante homenagem que o Domingo Legal prestou ao artista ontem, dia 24 de novembro, trouxe à tona um aspecto que foi tema recorrente nos comentários dos telespectadores nas redes sociais: como faz falta aquela TV dos tempos do Gugu Liberato. Essa mesma questão foi levantada por um comentário de Sônia Abrão durante o “A Tarde é Sua”, da RedeTV! na tarde de hoje, 25 de novembro. “Era uma TV vibrante”, disse a apresentadora, fazendo um comparativo da TV atual com seus tempos no Domingo Legal onde fez inúmeras externas e matérias para a atração, algumas delas ao vivo, como a épica envolvendo Gerson Brenner. Hoje os auditórios, em sua essência, são extremamente previsíveis, monótonos, com quadros pré-definidos. Aquela “vibração” ou calor do momento, de inovar, de surpreender, pouco a pouco acabou. Fora isso, os programas muitas vezes trazem quadros longos, muito longos, a perder de vista, contrastando totalmente com aquele auditório “raiz” que trazia quase um quadro por cima do outro (às vezes com a tela dividida por conta disso). Era uma programação dentro de um programa, como se referia Roberto Manzoni, o Magrão, ex-diretor do Domingo Legal. A justificativa, claro, para essa mudança toda foi a audiência. Quadros longos representam menos quebras, logo o risco é menor. A previsibilidade das atrações, muitas com horário marcado para começar e terminar, deu mais segurança aos apresentadores, que pouco inovam, mas que há a garantia de determinado quadro vai render X no IBOPE. Mas permita-me deixar aqui a minha indignação e frustração. Isso está acabando com o programa de auditório no Brasil! O próprio auditório, hoje, é frio, encolhe a cada mudança de cenário e é praticamente descartável em muitos dominicais. Batem palma para VT e merchan. É o cúmulo. O apresentador não é desafiado a cada semana a fazer algo diferente para agradar seu público, a trazer coisas novas, a ter aquela carta na manga contra a concorrência. Sem improviso, ele simplesmente liga o piloto automático. Sabe, parece que se perdeu o tesão pela TV, por fazer TV ou se faz TV por obrigação e não mais por gostar do ofício. Aquela gana que consagrou tantos apresentadores, como o Gugu em especial, não existe mais. A essência de fazer programas populares está praticamente em extinção, vivendo a base de formatos internacionais ou pautas de superação & emoção de algum fã de vida sofrida, que terá realizado o sonho de conhecer seu ídolo no palco. Eu que vivi minha infância nos anos 1990 e peguei essa fase épica do Domingo Legal, não consigo acreditar no que virou a TV brasileira. A gente torcia para chegar domingo logo. Domingo era O DIA. Mas não era “o dia” apenas por conta de grandes nomes como apresentadores, era O DIA das grandes atrações. A gente esperava por elas. As chamadas não cabiam todas as pautas que estavam previstas. Valorizava-se o palco, o auditório, os convidados, os links, as externas. Pautas com celebridades, pautas com anônimos. Algum assunto em evidência na semana ou um quadro novo. Tudo tinha seu espaço e vez. Eu sempre que posso cito o caso do "Agora é com Datena", na Bandeirantes. Curiosamente foi o programa que soube trazer essa essência original do Domingo Legal para um auditório novamente. Tinha espaço para musicais, quadros, games, convidados no palco, jornalismo factual e assuntos que estivessem em evidência. Tudo muito maleável. Não deu certo, é verdade. Mas veja só: a Band tem tradição zero com auditório aos domingos, o programa tinha partes ao vivo e partes gravadas, o que dificultava a continuidade / esticamento de atrações que estivessem com boa audiência, Datena não ter molejo para um programa do tipo, o mesmo Datena estava envolto com uma candidatura que acabou não saindo do papel e de quebra o programa era longo demais. Tudo conspirou para não dar certo. Eu fico imaginando sempre aquele mesmo programa com um apresentador com pegada do SBT no SBT. Tenho convicção que poderia dar certo. Sônia Abrão disse hoje que isso não se trata de saudosismo e eu também acredito que não o é. A TV hoje pode ser mais quente e retomar seu viés popular, criativo e imprevisível que teve no passado. Hora de sair do marasmo, do comodismo e arriscar. Nem sempre se vai ganhar, pode se perder por algumas semanas, mas o público dominical é o que mais usa o controle remoto, é o mais disposto a mudar seus hábitos. Se encontrar algo bacana, pode acabar ficando. Tanto o Viva a Noite (na década de 1980) quanto o Domingo Legal (especialmente no final da década de 1990 e início dos anos 2000) chegaram a ser líderes de audiência apostando nesse tripé infalível quando se trata do DNA do SBT: Entretenimento popular, variedade e imprevisibilidade. Quando a gente pede “zona no palco”, “muita coisa acontecendo ao mesmo tempo” não é capricho ou mero gosto pessoal. É o desejo e reconhecimento do legado de Gugu Liberato que merece ser perpetuado na TV brasileira. http://www.sbtpedia.com.br/2019/11/opiniao-sbtpedia-tv-dos-tempos-do-gugu.html
  12. Acho que a pior situação mesmo é a falta de boletins. Se houvesse melhora, tratariam logo de divulgar.
  13. Hoje o Aqui na Band deu aula de como tratar esse tema. Trouxeram ao vivo a Patrícia Maldonado em Orlando, falaram sobre acidentes domésticos, trataram de questão médica sobre trauma na cabeça (com dois médicos - o do programa e convidado - no estúdio) e falaram de primeiros socorros (com link no Corpo de Bombeiros). Aliás, desde ontem a Band tá muito bem na cobertura com a Eleonora Paschoal direto de Orlando.
  14. Coitado do Gugu, tão boa pessoa, mas cercado por cobras como o Homero.


×
×
  • Create New...

Important Information

By using this site, you agree to our Terms of Use.