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  • Ao som de... Laços de Família, pt. 1

           Depois de muita luta, finalmente, temos nossa terceira, e por enquanto, última coluna musical. Por alguns imprevistos de minha vida, tive que adiá-la por duas vezes. Mas, hoje, nesta data mais que especial, já que comemora os 70 anos da televisão brasileira, iremos falar da trilha de Laços de Família (2000), novela que sucede o fenômeno Êta Mundo Bom (2016) na faixa do "Vale a Pena Ver de Novo". A novela faz, junto a Mulheres Apaixonadas (2003) — que está em cartaz no Viva — e Por Amor (1997), parte da trinca de ouro de Manoel Carlos.

         "Ah, Otis, mas por que esta é a última coluna?". Porque não pretendo postar as colunas em sequência semanal como fiz com Mulheres Apaixonadas e Brega e Chique (1987), e seria com a de Laços, se não fossem os imprevistos. Não tenho tempo, nem criatividade pra manter algo sozinho nesse ritmo (risos), e também, porque quero escrever sobre outros temas também. Daqui em diante, a coluna será postada eventualmente apenas.

         Laços de Família gira em torno de um triângulo amoroso entre mãe e filha: Helena (Vera Fischer) conhece Edu (Reynaldo Gianecchini) após uma batida entre os carros dos dois. Edu, que está se formando em Medicina, acaba cuidando da musa. A atração física entre os dois, que estão em suas melhores formas físicas, será inevitável. No entanto, a diferença de 20 anos entre os dois acabou dividindo opiniões, entre elas, a de Alma (Marieta Severo), tia de Edu, que desaprova a relação. O relacionamento sofrerá outro baque quando Camila (Carolina Dieckmann) volta ao Brasil, e se descobre apaixonada pelo namorado da mãe.

         Hoje, iremos falar apenas do primeiro álbum da trama: Laços de Família - Nacional. A capa e o encarte são ilustrados pela belíssima Vera Fischer:

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    Capa, disco e encarte do álbum Laços de Família - Nacional (2000). (Fotos: Reprodução / Internet)

     

         A faixa que abre o álbum é Como Vai Você?. Composta originalmente por Antônio Marcos e Mário Marcos para Roberto Carlos, em 1972, a canção foi regravada por Daniela Mercury, e é acompanhada por acordes de violão. É tema de Helena. A canção, que foi a 8ª mais tocada nas rádios voltadas à música nacional, integrou mais tarde o álbum Sol da Liberdade, do qual foi faixa bônus. (Como vai você? / Eu preciso saber da sua vida / Peça a alguém pra me contar sobre o seu dia / Anoiteceu e eu preciso só saber / Como vai você?).

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    Reynaldo Gianecchini em 2000. (Foto: Fernanda Fernandes / Estadão)

     

         Para Edu, par romântico de Helena, foi escolhida a Balada do Amor Inabalável. Cantada pelo grupo Skank, sob composição de seu vocalista, Samuel Rosa, e de Fausto Fawcett. Foi idealizada num encontro dos dois compositores em um boteco de Copacabana. A música tem uma pegada que mescla pop anos 2000 com Bossa Nova, tendo direito a presença de berimbau em determinados trechos. Casa-se perfeitamente com o jeitinho boêmio e apaixonante do protagonista da história. (É só tocar essa balada / De swing inabalável / Que é oásis pro amor / Eu vou dizendo / Na sequência bem clichê / Eu preciso de você).

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         Para a abertura da trama foi escolhida Corcovado (Quiet Nights of Quiet Stars). A canção, de autoria de Tom Jobim, ganhou letras em português e inglês. Na gravação presente na trilha da novela, os dois idiomas são misturados. Lançada em 1963, para o álbum Getz/Gilberto, a versão trazia Astrud Gilberto cantando os trechos anglófonos, e seu marido na época, João Gilberto, responsável por dar voz aos trechos em nossa amada língua materna. Contava ainda com o americano Stan Getz no saxofone, e no piano, Tom Jobim. O álbum é considerado o responsável por popularizar a bossa nova mundialmente, e contém outros clássicos como The Girl From Ipanema (Garota de Ipanema) e Desafinado. Além disso, ganhou o Grammy de melhor disco, em 1965. (E eu, que era triste / Descrente desse mundo / Ao encontrar você eu conheci / O que é a felicidade, meu amor).

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    Outras versões:

     

     

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    Marieta Severo em 2000. (Foto: Helvio Romero / Estadão)

     

         Agustín Lara dá o ar das graças mais uma vez numa novela do Maneco. Dessa vez, na voz inconfundível de Nana Caymmi. Solamente una Vez é um bolero composto pelo mexicano em 1941. Tema de Alma, a música contava originalmente com os vocais de Ana Maria González. Três anos mais tarde, ganhou uma versão em inglês cantada pela igualmente mexicana, Dora Luz. Ela está presente na animação da Disney, Você já foi à Bahia? (1944). Curiosamente, o nome do álbum do qual a versão de Nana faz parte chama-se Sangre de Mi Alma. Teria ele batizado nossa vilã? (Solamente una vez / Amé en la vida / Solamente una vez / Y nada más / Una vez nada más / En mi huerto / Brilló la esperanza / La esperanza que alumbra el camino / De mi soledad). [trad.: Somente uma vez amei na vida. Somente uma vez e nada mais, uma vez nada mais. Em minha horta, brilhou a esperança. A esperança que ilumina o caminho de minha solidão]

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    Outras versões:

     

     

         Outro destaque da trilha é Samba de Verão, executada à exaustão durante a novela na voz de Caetano Veloso. A canção foi composta por Marcos Valle, e teve estreia em 1963, numa versão instrumental feita pelos Catedráticos. Dois anos mais tarde, foi lançada uma versão cantada pelo próprio Marcos. Em seguida, ganha as paradas americanas numa nova versão instrumental. Dessa vez, pelo Walter Wanderley Trio, e rebatizada como So Nice (Summer Samba). A música fala, de maneira poética, sobre um flerte com uma garota que passava por uma praia carioca. (Você viu só que amor nunca vi coisa assim / E passou, nem parou, mas olhou só pra mim / Se voltar, vou atrás, vou pedir, vou falar / Vou contar que o amor foi feitinho pra dar / Olha é como o verão quente o coração / Salta de repente só pra ver a menina que vem).

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    Outras versões:

     

     

     

         A trilha internacional da novela trouxe ainda uma versão em inglês da música, também batizada de So Nice (Summer Samba). Aqui, ela é cantada por Bebel Gilberto, filha de João Gilberto e Miúcha. Esta letra também já foi cantada nos anos 60 por Astrud Gilberto. (Someone to hold me tight / That would be very nice / Someone to love me right / That would be very nice / Someone to understand / Each little dream in me / Someone to take my hand  / And be a team with me). [trad.: Alguém pra me apertar, isso seria bem lega. Alguém pra me amar, isso seria bem legal. Alguém para entender cada pequeno sonho em mim. Alguém pra pegar minha mão e ser um time comigo]

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    Outra versão:

     

     

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    Deborah Secco como Íris em Laços de Família. (Foto: Divulgação / TV Globo)

     

         Indo ao núcleo do haras, vamos falar da segunda faixa do álbum nacional: Próprias Mentiras. A canção é tema de íris (Deborah Secco) e veio do álbum homônimo da Deborah Blando, lançado em 1998. O disco foi produzido por Marc Moreau, também conhecido por seus trabalhos com Madonna, entre eles, Ray of Light (1998). A faixa foi o último single da produção de Blando, e foi lançado, tardiamente, após a inclusão na trilha da novela. A letra da música traz uma garota rebelde e dona de si, e se encaixa perfeitamente no perfil da inconsequente Íris. (Mais fácil julgar / Do que ter que olhar / Pras próprias mentiras / Mas agora chega / Não sou a ovelha negra em qualquer menina).

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    Helena Ranaldi e José Mayer como Cynthia e Pedro em Laços de Família. (Foto: Divulgação / TV Globo)

     

         Um dos dois temas internacionais que entraram de "penetra" no álbum é Man! I Feel Like a Woman!, de Shania Twain. Foi lançada como single em março de 1999, quase dois anos após o lançamento do álbum Come on Over (1997), do qual faz parte. A música celebra a liberdade feminina, e em seus versos, demonstra uma mulher satisfeita em fazer o que quer sem se importar com qualquer regra de etiqueta imposta ao sexo feminino. O clipe traz Shania utilizando uma cartola, um vestido e uma bota na cor preta, além de uma roupa social branca. O look contrasta com o cenário vermelho da obra.

        Foi o tema de Cynthia (Helena Ranaldi), namorada de Pedro (José Mayer) no início da trama, com quem vive às turras graças ao temperamento machista do criador de cavalos. O single de Shania alcançou a primeira posição da Hot 100, e seu álbum, Come on Over, é o quarto disco mais vendido de todos os tempos — e o mais vendido por uma mulher. (The best thing about being a woman / Is the prerogative to have a little fun and / Oh, oh, oh, go totally crazy, forget I'm a lady / Men's shirts, short skirts / Oh, oh, oh, really go wild, yeah, doin' it in style / Oh, oh, oh, get in the action, feel the attraction / Color my hair, do what I dare / Oh, oh, oh, I wanna be free, yeah, to feel the way I feel / Man! I feel like a woman). [trad.: A melhor coisa de ser uma mulher é o privilégio de ter um pouco de diversão e ficar totalmente louca. Esquecer que sou uma dama. Camisa masculina, minissaia. Me soltar com estilo. Entrar em ação, sentir a atração. Colorir meu cabelo, fazer o que der na telha. Quero ser livre para me sentir do jeito que me sinto. Cara! Estou me sentindo uma mulher!]

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         O tema de Pedro, responsável por cuidar do haras de Alma, é Peão Apaixonado. Primeiro single do disco de 1997 de Rionegro & Solimões, a música é um dos grandes hits da dupla, e era presença constante nas festas sertanejas e juninas do final dos anos 90 até meados dos anos 2000. (Pula boi, pula cavalo / Pula cavalo e boi / Coração pula no peito / Lembrando o amor que se foi / Foi felicidade / Felicidade, sim / Coração pula no peito / Saudade que não tem fim).

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    Carolina Dieckmann como Camila em Laços de Família. (Foto: Divulgação / TV Globo)

     

         Para Camila foi entregue o tema Baby, d'Os Mutantes, na ocasião formado por Rita Lee, Arnaldo Baptista, Sérgio Dias, Liminha e Dinho Leme. A música, originalmente, está presente no álbum de estreia da banda e no álbum Tropicália, sendo que neste último, a canção foi cantada por Gal Costa. Ambos os álbuns foram lançados em 1968. Originalmente em português, chegou à novela traduzida ao inglês. Esta versão faz parte do álbum Tecnicolor, que contém sucessos da banda traduzidos ao inglês, francês e espanhol. Produzido em 1970, o disco só foi lançado em 2000, em virtude de problemas relacionados a direitos autorais. De acordo com esta análise, a letra parece satiriza o consumismo e a americanização dos costumes brasileiros. Curiosamente, o trecho da canção original "Você precisa aprender inglês" foi adaptado para "Você precisa aprender português" na nova versão. (You know, you must try the new ice cream flavour / Do me a favour, look at me closer / Join us and go far / And hear the new sound of my bossa nova). [trad.: Você sabe, precisa experimentar o novo sabord de sorvete. Faça-me um favor, olhe mais perto pra mim. Se junte a nós e vá longe. E ouça o novo som da minha bossa nova]

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    Outras versões:

     

     

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    Tony Ramos, Flávio Silvino e Júlia Feldens como Miguel, Paulo e Ciça em Laços de Família.

     

            Miguel (Tony Ramos) é o dono da livraria Dom Casmurro. Perdeu sua esposa num acidente de carro, no qual também estava seu filho, que ganhou sequelas geradas pelo acidente, e por isso, Miguel decide cuidar do rapaz. O tema do personagem de Tony Ramos é Abraçável Você, escrita por Carlos Rennó e cantada por Jane Duboc. Lançada em 1999, a canção é uma tradução de Embraceable You, composta pelos irmãos George e Ira Gershwin. Ela foi performada pela primeira vez em 1930, por Ginger Rogers no musical Crazy Girl. (Me abrace / Doce abraçável você / Me abrace / Incomparável você / Em seus braços tudo é muito ardente, meu bem / É tão bom mas não muito decente, meu bem / No entanto / Glorifiquemos o amor / Garanto / Levá-la a extremos no amor).

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    Outra versão:

     

     

           Miguel se apaixona por Helena, e como tema do casal foi escolhida My Way , de Paul Anka. A canção, um clássico de 1969, ficou famosa na voz de Frank Sinatra, do qual tornou-se uma de suas canções assinatura. É baseada na francesa Comme d'habitude, de Claude François, Jacques Revaux e Gilles Thibaut. Retrata uma pessoa que ao fim de sua vida faz reflexões de seus atos, assumindo seus erros e acertos ao longo de sua trajetória e como eles ajudaram a tornar o ser humano que ele é hoje. (Regrets, I’ve had a few / But then again, too few to mention / I did what I had to do / And saw it through without exemption / I planned each charted course / Each careful step along the byway / And more, much more than this / I did it my way). [trad.: Arrependimentos, eu tive alguns. Mas aí, novamente, pouquíssimos para mencionar. Eu fiz o que devia ter feito, e passei por tudo consciente, sem exceção. Eu planejei cada caminho do mapa. Cada passo, cuidadosamente, no correr do atalho e mais, muito mais que isso. Eu o fiz do meu jeito]

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    Outras versões:

     

     

     

           Paulo (Flávio Silvino) é o filho mais velho de Miguel (Tony Ramos). Sofreu um grave acidente de carro que o deixou com sequelas neurológcas que prejudicam sua fala e andar. O personagem foi feito para o ator, que também se recupera de um grave acidente de carro que sofreu em 1993, que o deixou em coma por três meses. O desejo de Manoel Carlos em criar o personagem vem desde História de Amor (1995). Para compô-lo, Uua pesquisadora acompanhou o dia-a-dia do ator. O tema escolhido para ele foi Mensagem de Amor, na voz do baiano Lucas Santtana. A canção foi composta por Herbert Vianna — que também viria a sofrer um grave acidente — para o segundo álbum dos Paralamas do Sucesso, O Passo do Lui (1984). O rock dos Paralamas, aqui ganha uma roupagem mais suave. (Os livros na estante já não tem mais tanta importância / Do muito que li, do pouco que sei, nada me resta / A não ser, a vontade de te encontrar / O motivo eu já nem sei, nem que seja só para estar ao seu lado).

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    Outra versão:

     

     

         Para Ciça (Júlia Feldens), filha mais nova de Miguel, foi escolhida Perdendo Dentes, da banda mineira Pato Fu. O rock suave dá um tom juvenil à personagem, que é uma universitária mimada e inconsequente. A letra possui diversas interpretações, e num sentido literal, fala de uma pessoa que parece não se contentar com as vitórias de sua vida, e que as derrotas parecem abalá-la mais. O que seriam essas derrotas? Bom, a interpretação vai desde um processo de amadurecimento do eu lírico a amor platônico. No caso da personagem, pode retratar um pouco suaa imaturidade, já que não gosta da atenção dada ao seu irmão deficiente, o qual trata sem muita paciência, talvez numa tentativa de chamar atenção. (As brigas que ganhei / Nem um troféu / Como lembrança / Pra casa eu levei / As brigas que perdi / Estas sim / Eu nunca esqueci / Eu nunca esqueci).

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    Alexandre Borges como Danilo em Laços de Família. (Foto: Reprodução / TV Globo)

     

         Por fim, chegamos as duas últimas faixas: Sentimental Demais e O Pai da Alegria. O primeiro é tema de Danilo, marido de Alma, com quem vive uma relação aberta. Cantado por Simone, a faixa está presente no álbum Fica Comigo Esta Noite (2000). A música, originalmente, é um sucesso de Altemar Dutra, lançada nos anos 60. (Romântico é sonhar / E eu sonho assim / Cantando estas canções / Para quem ama igual a mim / E quem achar alguém / Como eu achei / Verá que é natural / Ficar como eu fiquei / Cada vez mais sentimental).

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    Outra versão:

     

     

         E finalizando a coluna de hoje, trazemos o samba de Martinho da Vila, tocada nos happy hours (favor, não confundir com o subfórum de nosso amado eplay) dos funcionários da Clínica Naturallis. Fez parte do álbum Definitivo (2000). (Se é pra sambar, entra na roda / Vem requebrar que a roda gira / Quer me ganhar e olha de banda / Mas também tá minha mira / Samba, menina que eu quero ver / Você mexer a anatomia / Samba mainha, papai quer ver / Você trazer só alegria).

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         Enfim, amigos. Por hoje é só! Em breve, aparecei por aqui pra gente chorar ao som de Love by Grace ou fazer o coro: "WON'T YOU SAAAAAAVE MEEEE?" juntos, toda vez que aparecer cenas da Camila e do Edu. Até!

     

    Veja também:

     

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    Recommended Comments

    Uma curiosidade, é que Próprias Mentiras, antes de ser tema da Íris, havia tocado em Malhação 99 como tema da Érica.

    Não sabia que Man i Feel like Woman tinha entrado na trilha nacional.

    Baby é uma das minhas favoritas desse CD, acho belíssima

     

    Enfim, as duas trilhas de Laços são lindas e marcantes. Pra mim é uma das melhores dos anos 2000

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    15 minutos atrás, Levi disse:

    Uma curiosidade, é que Próprias Mentiras, antes de ser tema da Íris, havia tocado em Malhação 99 como tema da Érica.

    Nossa, não sabia/lembrava disso. É interessante saber, pois geralmente ocorre-se o inverso: as trilhas da faixa nobre vão parar depois em Malhação. Muito obrigado por seu comentário! <3

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    Mais um artigo maravilhoso, as trilhas das novelas do Maneco são imbatíveis, eu tenho até hoje os dois cds originais que eu ganhei na época mesmo que a novela estava sendo exibida originalmente em 2000, são musicas inesqueciveis que viraram hino até hoje e muitos até só hitaram por causa da novela!

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    A trilha nacional de Laços é perfeita. Extremamente versátil, vai do pop ao samba e tem até alguns "petiscos" internacionais. Aliás, que hino é M!IFLAW. Shania rainha a frente do seu tempo.

     

    Artigo excelente e muito bem detalhado, amigo. Parabéns pelo esforço.

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    Em 17/09/2020 at 16:34, Levi disse:

    Uma curiosidade, é que Próprias Mentiras, antes de ser tema da Íris, havia tocado em Malhação 99 como tema da Érica.

    Não sabia que Man i Feel like Woman tinha entrado na trilha nacional.

    Baby é uma das minhas favoritas desse CD, acho belíssima

     

    Enfim, as duas trilhas de Laços são lindas e marcantes. Pra mim é uma das melhores dos anos 2000

    Na verdade apareceu porque o propósito era lançar ambos os CDs como volume 1 e 2, se não me engano, igual como foi a trilha do Rei do Gado.

     

    Na trilha com o Giane na capa também tem algumas canções em português.

     

    Enfim, trilha sonora perfeita e a Vera está belíssima no photoshoot do CD.

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    20 minutos atrás, Alexandre. disse:

    Na verdade apareceu porque o propósito era lançar ambos os CDs como volume 1 e 2, se não me engano, igual como foi a trilha do Rei do Gado.

     

    Na trilha com o Giane na capa também tem algumas canções em português.

     

    Enfim, trilha sonora perfeita e a Vera está belíssima no photoshoot do CD.

    Inclusive, eu fiquei em dúvida se chamada o CD de Volume 1 ou Nacional, já que no Memória Globo, o álbum foi chamado de Volume 1. Eu optei por Nacional, que é como era chamado nos comerciais. E também, porque a predominância das musicais no CD são nacionais, assim como na do Giannechini, são as internacionais.

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