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RICCO (21/01): Pantanal será respiro sem diretor estrela | Cravo vai até setembro e não há substituta| Rede TV pode estar à venda | Encrenca vai acabar


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16 horas atrás, Marquinhos C. disse:

Ontem, quinta, o diretor de jornalismo da TV Jovem Pan, Humberto Candil, comunicou a cúpula da casa, através do RH, que entrará em férias a partir de segunda-feira.

Período necessário para continuar se recuperando da Covid e tratar de outras complicações.

 

 

ontem o Noticias da TV falou que já tinha semanas que ele estava sumido e não aparecia e hj aparece esse comunicado 

 

16 horas atrás, Marquinhos C. disse:

E também Fernanda Keulla e Vinicius Vieira, que sempre vestiram a camisa. Gui Santana, ex-“Pânico”, é uma das possibilidades para o elenco.

 

o que seria "vestir a camisa"? a fernanda não participou de 2 programas dos 13 gravados pq viajou logo depois da estreia , isso é vestir a camisa?

 

 

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18 horas atrás, Marquinhos C. disse:

Por outra

Fonte do mercado, e fonte boa, já dá como certeza uma grande transformação na Rede TV! para a metade do ano.

E também assegura que nada continuará como está. Tudo está sendo costurado desde agora, inclusive envolvendo valores necessários. Se isso significa venda ou chegada de alguém, não é possível cravar. 

 

8 horas atrás, J__ disse:

quem pode comprar a Redetv?

 

expectativa: Roberto Justus, Faustão,  Boni

 

realidade: RR soares, Valdemiro Santiago, :gret18:

 

8 horas atrás, Marcos1971 disse:

Pois é. Talvez um capital estrangeiro com um grande grupo brasileiro, poderia e faria uma TV opcional. Acho que valeria a pena caso fosse um grande grupo de mídia fazer da emissora algo de qualidade, com novo nome. Tipo sem buscar apenas ibope, mas uma programação opcional e de qualidade. A concepção da Manchete era isso na época. Mas depois popularizou mais. 

A única possibilidade que eu vejo para a ErreiDeTV seria a venda das ações para a empresária angolana Isabel dos Santos, dona da operadora Zap e ex-sócia da Oi. Ela estaria negociando com a ErreiDeTV há algum tempo. Se ela assumir, seria vantajoso para o grupo de mídia dela, que teria uma central de produção no Brasil e poderia exportar produções próprias sem a barreira da língua (eles teriam que fazer algumas adaptações). É uma possibilidade mais factível que um Valdemiro Santiago da vida.

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Expectativa: um grupo estrangeiro comprar parte das ações da emissora ou o Menin transforma-lá na CNN Brasil aberta.

 

Realidade: Alguma igreja comprando a emissora ou ficando nas mãos do Amilcare mesmo porque ninguém se interessou e o Marcelo de Carvalho abriu mão.

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Gente do céu, fui fuçar a vida de Isabel dos Santos e descobri que ela tá muito f*d*da, boa parte dos bens congelados (embora ela viva maravilhosamente em Dubai, onde perdeu recentemente seu marido), acusada de corrupção. Agora, não duvido que ela compre a RedeTV! para escamotear o dinheiro escondido nos paraísos fiscais e fugir da fiscalização portuguesa e angolana. 

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11 horas atrás, CondeOlaf disse:

 

Gente, NINGUÉM vai investir em TV/programação linear mais. Isso acabou, é passado. Esqueçam ampliações ou investimentos em expansão nisso porque já era.

 

TV aberta só tem futuro nas seguintes condições:

-quem já tá dentro do jogo e consegue sobreviver por ter marca ja consagrada 

-quem tem operações fortes em outros segmentos e usará a TV pra dar vitrine aos seus produtos 

 

No mais, nenhum grupo internacional vai comprar uma emissora no Brasil ou nenhum empresário daqui vai se aventurar nesse meio pela simples vontade de fazer entretenimento pra ganhar dinheiro com comercial.

 

É mais fácil emissoras fecharem do que abrirem.

A indústria americana q é a bucetuda jogou a toalha pra TV linear, imaginem aqui? Uma redetv q nem legado ou prestígio tem kkkkkkkkkkk

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12 horas atrás, CondeOlaf disse:

 

Gente, NINGUÉM vai investir em TV/programação linear mais. Isso acabou, é passado. Esqueçam ampliações ou investimentos em expansão nisso porque já era.

 

TV aberta só tem futuro nas seguintes condições:

-quem já tá dentro do jogo e consegue sobreviver por ter marca ja consagrada 

-quem tem operações fortes em outros segmentos e usará a TV pra dar vitrine aos seus produtos 

 

No mais, nenhum grupo internacional vai comprar uma emissora no Brasil ou nenhum empresário daqui vai se aventurar nesse meio pela simples vontade de fazer entretenimento pra ganhar dinheiro com comercial.

 

É mais fácil emissoras fecharem do que abrirem.

@ William Windsor Se você parar pra pensar, o mercado de mídia do Brasil nunca teve grandes conglomerados multi-empresariais por trás dos projetos e sim senhores feudais da área jornalística e/ou política. A começar pela TV Tupi, que pertencia ao extravagante magnata de mídia Assis Chateaubriand, depois tivemos outras empresas que já atuavam no meio direta ou indiretamente. A Globo só esteva acima das suas concorrentes porque teve assessoria e dinheiro dos ianques. E se você for a história de mídia recente, verá que mesmo antes da decadência do mercado televisivo, nunca houve interesse de grandes grupos: na concorrência de 1980/81, venceram Bloch Editores (mercado editorial) e Sílvio Santos (produção audiovisual). Quem concorria com eles? Rádio Capital (que tinha interesses políticos), Editora Abril e Jornal do Brasil. Depois disto tivemos: a compra da Record por uma igreja evangélica (1989), a compra da TV Manchete por uma gráfica obscura (1992) e por dois empresários obscuros da área de informática, operacional, engenharia e audiovisual (1999) e o arrendamento da CNT pelo espertalhão Nelson Tanure (2007). Globo, SBT e Bandeirantes estão nas mãos das mesmas pessoas há décadas.

O próprio Sílvio Santos disse publicamente que gostaria de atuar apenas como produtor audiovisual independente (e ele atuou dessa forma com os Estúdios Sílvio Santos nos anos 70) e não ser dono de uma rede de TV. Só o fez porque não tinha espaço para o seu mítico programa, visto como brega e popularesco já em 1976 (naquela época, nomes como Flávio Cavalcanti, Hebe Camargo e Chacrinha estavam perdendo espaço por serem vistos como bregas e popularescos. Os 3 saíram da Tupi quase na mesma época (1974-75), embora revivessem suas respectivas carreiras no final dos anos 70).

E ainda que grandes grupos entrassem no nosso problemático mercado, qual seria a garantia (ainda nos tempos áureos da TV) que fariam algo bom? ora, é só ver o fracasso retumbante de Berlusconi na França, Alemanha e Polônia, o recuo da Televisa no Peru e na Argentina (onde tentaram comprar a rede estatal ATC) ou das indas e vindas da Telefe na Argentina e da Chilevisión no Chile. 

Ainda aposto na possibilidade de um fundo de investimento ou escamoteamento de dinheiro (o que inclui igrejas ou empresas em paraísos fiscais). A RedeTV! se tornará, na melhor das possibilidades, em uma rede um pouco menos medíocre, mas não irá muito longe. Não duvidem entupirem a grade de novelas turcas e realities. 

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26 minutos atrás, PierreDumont disse:

Ainda aposto na possibilidade de um fundo de investimento ou escamoteamento de dinheiro (o que inclui igrejas ou empresas em paraísos fiscais). A RedeTV! se tornará, na melhor das possibilidades, em uma rede um pouco menos medíocre, mas não irá muito longe. Não duvidem entupirem a grade de novelas turcas e realities. 

 

A RedeTV! até tinha um porquê de existir por conta de televendas e telecultos. Mas com a internet, qualquer um faz um canal no Youtube com cultos 24h, UniverVídeos e etc. Claro que a TV aberta ainda é um canhão, mas vale muito menos que valia anos atrás. Televendas é ainda menos interessante, já que existe o Instagram, que faz campanha com público alvo delimitado, custando bem menos e sendo bem mais assertivo.

 

Uma RedeTV! da vida so nao quebrou ainda por causa do público feminino/dona de casa, que tem altíssimo poder de consumo (são decisoras do orçamento da familia, mesmo que nem sempre responsáveis por ele) e porque são programas baratos. Mas também não sei se isso vai longe: na geração passada, era esperado que as mulheres priorizassem a família/cuidar dos filhos. Hoje em dia a mulher está no mercado de trabalho - independente do posto, mas está. A tendência é que daqui alguns anos só sobrem idosos consumindo esse tipo de programa.

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6 minutos atrás, CondeOlaf disse:

 

A RedeTV! até tinha um porquê de existir por conta de televendas e telecultos. Mas com a internet, qualquer um faz um canal no Youtube com cultos 24h, UniverVídeos e etc. Claro que a TV aberta ainda é um canhão, mas vale muito menos que valia anos atrás. Televendas é ainda menos interessante, já que existe o Instagram, que faz campanha com público alvo delimitado, custando bem menos e sendo bem mais assertivo.

 

Uma RedeTV! da vida so nao quebrou ainda por causa do público feminino/dona de casa, que tem altíssimo poder de consumo (são decisoras do orçamento da familia, mesmo que nem sempre responsáveis por ele) e porque são programas baratos. Mas também não sei se isso vai longe: na geração passada, era esperado que as mulheres priorizassem a família/cuidar dos filhos. Hoje em dia a mulher está no mercado de trabalho - independente do posto, mas está. A tendência é que daqui alguns anos só sobrem idosos consumindo esse tipo de programa.

Se você parar pra pensar, esse público feminino/dona de casa já era composto por mulheres de mais idade e/ou das classes mais baixas há alguns bons anos. Afinal, a Dona Clarice, 36 anos, profissional liberal de classe média e de nível superior, não iria gastar dinheiro em Tekpix, Cogumelo do Sol ou na Iorguteira TopTerm. Aliás, é esse tipo que conteúdo que impediu a Gazeta de quebrar e a emissora paulista está vivendo apenas disto e para isto (os demais programas que fogem desta proposta já morreram, com exceção do Jornal da Gazeta, do Mesa Redonda e do Gazeta Esportiva, que atingem um público masculino idoso). Muito embora que, com a Internet, determinados anunciantes sumiram (Tecnomania) ou se readequaram aos tempos (TopTerm). Dia desses vi merchan de exame de ancestralidade de DNA no programa da Sônia Abrão (eu fiz e é bastante confiável).

Você citou as televendas e eu percebi que esse mercado mudou horrores nos últimos 20 anos. Ainda lembro das vastas horas de fins de semana que a Rede Mulher dedicava à Polishop em 2002/2003. A própria Polishop mudou a lógica de negócio (investindo em lojas físicas, por ex). Já o ShopTour, muito forte nos tempos áureos do Real, morreu em 2014. Até as igrejas vinham perdendo força antes da pandemia, a própria Band, pela primeira vez em sua história, não tem programação religiosa (salvo um programete da Igreja Presbiteriana). 

Isso meio que já acontece nos EUA, com a ascensão dos canais com programação ao estilo Rede Brasil (ex: programas como Bonanza) como o Inspiration Network e o Hallmark Channel (que vive dias de glória com esse público).

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3 minutos atrás, PierreDumont disse:

Se você parar pra pensar, esse público feminino/dona de casa já era composto por mulheres de mais idade e/ou das classes mais baixas há alguns bons anos. Afinal, a Dona Clarice, 36 anos, profissional liberal de classe média e de nível superior, não iria gastar dinheiro em Tekpix, Cogumelo do Sol ou na Iorguteira TopTerm. Aliás, é esse tipo que conteúdo que impediu a Gazeta de quebrar e a emissora paulista está vivendo apenas disto e para isto (os demais programas que fogem desta proposta já morreram, com exceção do Jornal da Gazeta, do Mesa Redonda e do Gazeta Esportiva, que atingem um público masculino idoso). Muito embora que, com a Internet, determinados anunciantes sumiram (Tecnomania) ou se readequaram aos tempos (TopTerm). Dia desses vi merchan de exame de ancestralidade de DNA no programa da Sônia Abrão (eu fiz e é bastante confiável).

Você citou as televendas e eu percebi que esse mercado mudou horrores nos últimos 20 anos. Ainda lembro das vastas horas de fins de semana que a Rede Mulher dedicava à Polishop em 2002/2003. A própria Polishop mudou a lógica de negócio (investindo em lojas físicas, por ex). Já o ShopTour, muito forte nos tempos áureos do Real, morreu em 2014. Até as igrejas vinham perdendo força antes da pandemia, a própria Band, pela primeira vez em sua história, não tem programação religiosa (salvo um programete da Igreja Presbiteriana). 

Isso meio que já acontece nos EUA, com a ascensão dos canais com programação ao estilo Rede Brasil (ex: programas como Bonanza) como o Inspiration Network e o Hallmark Channel (que vive dias de glória com esse público).

 

Exato! Mas o caso da Dona Clarice de 36 anos - ela pode estar na Ana Maria ou na Fátima, pode estar comprando Unilever, Seara.. É que mesmo dentro dos programas femininos, dá pra abrir um leque de perfil - idade, região, renda etc. Acredito que a tendência é que esse público se reduza ainda mais e que emissoras como a Globo, que precisam de massa (a Gazeta tudo bem se tiver um universo de 5 pontos pra atingir 2, a Globo não, a Globo precisa de muito mais) comecem a substituir programas como estes pro prestação de serviço.

 

A ampliação de jornais locais e revistas eletrônicas factuais tendem a prevalecer. Tanto que nao imagino uma substituta pra Ana Maria: vão mudar o formato. A Record já se atentou a isso (talvez mais por sorte que por competência/inteligência de mercado) quando trocou o Note e Anote pelo HED.

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18 horas atrás, CondeOlaf disse:

 

Exato! Mas o caso da Dona Clarice de 36 anos - ela pode estar na Ana Maria ou na Fátima, pode estar comprando Unilever, Seara.. É que mesmo dentro dos programas femininos, dá pra abrir um leque de perfil - idade, região, renda etc. Acredito que a tendência é que esse público se reduza ainda mais e que emissoras como a Globo, que precisam de massa (a Gazeta tudo bem se tiver um universo de 5 pontos pra atingir 2, a Globo não, a Globo precisa de muito mais) comecem a substituir programas como estes pro prestação de serviço.

 

A ampliação de jornais locais e revistas eletrônicas factuais tendem a prevalecer. Tanto que nao imagino uma substituta pra Ana Maria: vão mudar o formato. A Record já se atentou a isso (talvez mais por sorte que por competência/inteligência de mercado) quando trocou o Note e Anote pelo HED.

A pergunta que eu faço é: até que ponto as afiliadas vão sustentar tanto conteúdo local? em 1986, quando ainda era afiliada da Globo, a TV Aratu produzia um telejornal de 15 minutos antes do Jornal Hoje (12:45pm-1:00pm) e hoje produz um programa de 3 ou 4 horas diárias (Cidade Aratu - 11:15am às 2:15pm ou 3:15pm). Até que ponto uma emissora regional pode sustentar sua independência (ex: TV A Crítica) ou até que ponto as redes continuarão ativas a nível nacional (seria sustentável ficar apenas com parte do horário nobre?).

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2 horas atrás, PierreDumont disse:

A pergunta que eu faço é: até que ponto as afiliadas vão sustentar tanto conteúdo local? em 1986, quando ainda era afiliada da Globo, a TV Aratu produzia um telejornal de 15 minutos antes do Jornal Hoje (12:45pm-1:00pm) e hoje produz um programa de 3 ou 4 horas diárias (Cidade Aratu - 11:15am às 2:15pm ou 3:15pm). Até que ponto uma emissora regional pode sustentar sua independência (ex: TV A Crítica) ou até que ponto as redes continuarão ativas a nível nacional (seria sustentável ficar apenas com parte do horário nobre?).

Mas vão ter que se adaptar nos EUA já é assim, é jornal por horas a fio em todos os horários e só o jornal da noite é em rede, os outros todos são das afiliadas, eles parecem os bom dias da globo, ficam falando a previsão do tempo de 5 em 5 minutos, isso em NYC imagine em oklahoma.

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Que informações ricas que nossos amigos @ CondeOlaf  e @ PierreDumont trouxeram pra nós.

Raciocínios perfeitos, bicho. :cem:

 

A última chance que a TV aberta teve de se reinventar foi quando o Boni quase assumiu a programação do SBT de segunda à sábado.

SIlvio ficaria tomando conta só dos domingos.

Uma pena que a parceria não deu certo.

Naquela época o Boni poderia ter trazido algum frescor.

Hoje em dia até ele tá ultrapassado.

O fato é que não há mais o que fazer de revolucionário na TV aberta.

O que tinha que dar já deu, infelizmente.

Quem tem nome no mercado tem é que tentar manter o que resta.

Por isso, imediatamente, a direção da Globo precisa sentar com seu departamento de teledramaturgia e buscar explicações para o que estão fazendo com as novelas atuais com toda essa escuridão e filtros horríveis nas cenas.

TV não é Instagram.

E o público jovem que tá mergulhado nas redes sociais não vai trocar a internet por novela com filtro descolado.

Essa nova estética só está afastando mais e mais o público majoritário dos folhetins que são as donas de casa e o pessoal mais velho sendo que o que deviam fazer é apenas manter o básico de uma novela tradicional.

Querem fazer "cinema" e obra cult?

Que façam no Globoplay.

Na TV aberta, não.

 

 

 

Edited by ANDY
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1 hora atrás, Rafa Almeida disse:

Mas vão ter que se adaptar nos EUA já é assim, é jornal por horas a fio em todos os horários e só o jornal da noite é em rede, os outros todos são das afiliadas, eles parecem os bom dias da globo, ficam falando a previsão do tempo de 5 em 5 minutos, isso em NYC imagine em oklahoma.

Sempre foi assim nos EUA. Na década de 90, por exemplo, você tinha os telejornais do comecinho da manhã (5:00am às 7:00am), os de fim de tarde (5:00-6:30pm) e o telejornal local das 11 da noite (era só local, diferentemente do Brasil dos anos 80, em que se tinha o Jornal da Globo e o Praça 3). Não mudou muito neste quesito, já que não é comum existir um Jornal Local ao meio-dia por causa dos hábitos deles.

Um amigo meu morou em Massachussetts. No inverno não tinha trabalho para imigrante latino e ele ficava em casa. Os telejornais locais eram um porre segundo ele, passavam horrores falando de um buraco na rua (sim, buraco em uma rua qualquer). No dia que houve m assassinato, a cidade parou e eles exploraram o assunto por umas 2 horas (imagina um americano vendo um Balanço Geral de 10 ou 15 anos atrás com 10/12 VTs de todo tipo de assassinato sem qualquer censura?). Eles são fanáticos por previsão do tempo porque, segundo um amigo yankee, existem todos tipos de catástrofes meteorológicas (nevascas, furracões, enchentes) e no Brasil só rola enchente normalmente. O Praça TV nos anos 90 resumia a previsão do tempo a uma linha que praticamente não mudava: "Segundo a AESA, a previsão do tempo para João Pessoa é de tempo nublado a parcialmente nublado com chuvas isoladas ao final do dia, mínima de 23, máxima de 29 graus." (sim, eu decorei a fala, raramente o tempo ficava nublado, só com aqueles lindos flocos de algodão, o céu azul intenso, a insolação tropical e a brisa tropical refrescante que vinha da represa em frente a minha casa).

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